terça-feira, 6 de agosto de 2013

Pato Donald e Mickey no Oriente Médio Odeiam Israel e Pregam Jihad


O jornal inglês The Telegraph divulgou uma entrevista com Diane Disney Miller, filha de Walt Disney, criador do mundo Disney. Ela fala de sua infância e no meio do texto é dito que em 2007 ela foi a primeira a denunciar o uso de criações Disney para terrorismo, quando soube que o grupo terrorista Hamas estava usando o Mickey Mouse para propagar a jihad em crianças, ao elogiar crianças armadas com rifles AK-47.

Hoje, leio no Israel National News que o dublador oficial do Pato Donald no Oriente Médio, Wael Mansour, tweetou que deseja ver Israel destruído, que odeia sionismo, e que tem muito ódio dentro dele por conta das mortes das crianças por soldados isralenses.

Não é culpa da Disney, não se pode ter controle total sobre as criações em todos os países do mundo, é uma questão de cultura do ódio que usa qualquer coisa para estimular a morte do inimigo (judeus, cristãos, apóstatas, infiéis em geral).

O que podemos esperar no futuro de crianças que aprendem esta cultura do ódio com Mickey e Donald no Oriente Médio? O mundo hoje não consegue lidar com esta cultura, muitas vezes o Ocidente até estimula, saberemos no futuro?



segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Anunciado Início de Investigação para Canonização de Chesterton


Este blog acordou imensamente feliz, pois como diz o blog de Mark Shea, os Chestertonianos estão em êxtase. Dale Alhquist (presidente da American Chesterton Society) anunciou que o Bispo de Northampton está abrindo o processo de investigação para canonização de G.K. Chesterton.

Disse Dale Ahlquist (traduzo em azul):

"Martin Thompson says that Bishop Peter Doyle “has given me permission to report that the Bishop of Northampton is sympathetic to our wishes and is seeking a suitable cleric to begin an investigation into the potential for opening a cause for Chesterton. "

"Martin Thompson disse que o bispo Peter Doyle me deu permissão para relatar que o Bispo de Northampton é simpático aos nossos desejos e está procurando um clérigo adequado para começar uma investigação para potencial abertura de causa para Chesterton".

O site Zenit relatou a novidade. É apenas um início, mas é assim que deve começar, para cumprir um desejo de milhões de Chestertonianos espalhados pelo mundo.

Para quem não sabe quem é Chesterton, do lado direito deste blog, digo que em defesa do uso da sabedoria com amor e humor, este blog defende a santidade de G.K. Chesterton. Clique na foto de Chesterton e verá uma pequena biografia, mostro até a oração para Chesterton e um poema que ele escreveu sobre sua conversão para o catolicismo.

sábado, 3 de agosto de 2013

Budistas se Levantam contra Avanço do Islã


Texto do New York Times mostra que os  budistas da Birmânia estão se levantando contra os muçulmanos, que avançam contra os budistas e as tradições do país. O monge budista Ashin Wirathu entendeu que:

" "Se formos fracos a nossa terra vai se tornar muçulmana."

E

"Você pode estar cheio de bondade e amor, mas você não pode dormir ao lado de um cachorro louco".

O espeialista em Islã, Raymond Ibrahim, escreveu uma crítica ao texto do New York Times, que como um jornal esquerdista, dá um tom de que estes monges que se preocupam com o Islã são radicais e os muçulmanos seriam vítimas.

Ibrahim, autor Crucified Again, que fala sobre os cristãos sendo mortos em terras muçulmanas (já falei deste livro aqui no blog), tem sempre um texto excelente, mostra que há muito mais cristãos ou hindus na Birmânia do que muçulmanos, por que os cristãos ou hindus não são problema para os budistas? E também mostra um link terrível das matanças muçulmanas em terras budistas.

Ao fim do texto (recomendo a leitura total do artigo), ele relata uma frase de um padre indonésio, chamado Daniel Byantoro.

O padre disse:

Por milhares de anos o meu país (Indonésia) era um reino hindu budista. O último rei hindu foi gentil o suficiente para dar um terreno com isenção de impostos para o primeiro muçulmano missionário viver e pregar a sua religião. Lentamente, os seguidores da nova religião estavam crescendo, e depois que se fortes, o reino foi atacado, aqueles que se recusaram a se tornar muçulmanos tiveram que fugir para a vizinha ilha de Bali ou para uma alta montanha de Tengger, onde eles têm sido capazes de manter a sua religião até agora. Lentamente de um país hindu budista unido, a Indonésia se tornou o maior país islâmico do mundo. Se há alguma lição a ser aprendida pelos norte-americanos, vale a pena ponderar sobre a história do meu país. Nós não somos cheios de ódio, ou pessoas intolerantes, mas sim, nós somos amantes da liberdade, da democracia e de que as pessoas amem as outras. Nós apenas não queremos essa liberdade e democracia ser tirada de nós por nossa ignorância, pelo "politicamente correto" e pela pretensão de tolerância.


Nada a acrescentar ao que disse Ibrahim e o Padre Byantoro. O Ocidente deve saber o que significa o Islã, aprender com os budistas (que parecem sempre pregar a paz) e com a história.  A grande maioria dos países muçulmanos de hoje já foram de maioria cristã. Algo aconteceu de terrível para os cristãos desaparecerem ou se tornarem uma minoria minúscula.

 

 

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Deus Existe? O Argumento Cosmológico para a Existência de Deus


O argumento cosmológico é o mais antigo argumento para defender a existência de Deus. Depois de todo o avanço da ciência, ele continua sólido, como sempre esteve desde Platão, passando por Aristóteles, São Tomás, Leibniz, até chegar a William Craig, que vive entre nós.

Ontem, eu vi no site de Brando Vogt um vídeo sobre o argumento cosmológico, que, talvez influenciado pelo autor do vídeo (William Craig), Vogt disse que era o argumento cosmológico Kalam, que tanto defende Craig, mas não, o vídeo trata do argumento cosmológico tradicional, básico. Eu comentei no blog de Vogt o erro dele, mas são tantos comentários que, até onde eu sei, ele não corrigiu o que disse, mesmo indicando o texto do grande filósofo Edward Feser que explica o que é o argumento cosmológico, o que é o argumento Kalam e como os ateus não entendem nem querem entender estes argumentos.

Ateus cientistas, como físicos, ganhariam mais de um prêmio nobel se conseguissem destruir o argumento cronológico, e eles tentam há séculos, mas parecem cada vez mais defendendo o argumento, assim como aparentemente os biólogos começam a ver Deus (como mostrei aqui) . O vídeo fala dos físicos. Feser explica que o argumento cosmológico está na base da própria definição da ciência. 

O texto de Feser é bem mais completo que o vídeo abaixo, mas o vídeo serve como primeira ilustração.

Ele mostra os passos básicos do argumento cosmológico:

1. Tudo que vem a existir tem uma causa para o seu vir a ser. Isto é diferente de dizer que "tudo tem causa", nenhum teísta de respeito diz isto, mesmo porque anularia Deus, que não tem causa. Mas muitos ateus (como Dawkins) criticam os teístas dizendo que eles falam que "tudo tem causa", não é verdade, o argumento começa dizendo que "tudo que vem a existir tem causa", é diferente.
 
2. O universo venho a existir.

 
3. Portanto, o universo tem uma causa para existir, e esta causa tem de estar fora do universo (não tem espaço, nem tempo).



Depois de ver o vídeo, eu insisto, leiam o texto de Feser. Ele basicamente explica tudo. Se não conseguem ler em inglês, e o uso do google translate não ficou bom, escrevam no meu comentário, que eu vou arrumar um tempo até segunda-feira para traduzir as partes mais importantes.


quarta-feira, 31 de julho de 2013

Islamofilia: O Amor que Políticos e Artistas têm pelo Islã (sem conhecer a religião, claro)


O filósofo Howard Kainz escreveu hoje sobre a Islamofilia, mencionando o livro de Douglas Murray (foto acima). Islamofilia (amor pelo Islã) é o oposto da conhecida Islamofobia (medo do Islã), e é está muito mais presente entre nós do que a Islamofobia.  Basta lembrar como Hugo Chávez e Lula se aproximaram de países islâmicos com paixão (Irã, Turquia, Palestinos), sem qualquer conhecimento básico sobre o islã, e como os acadêmicos defendem com raiva os palestinos contra Israel.

Quando eu estudei em uma prestigiada universidade no exterior, havia uma professor, não islâmico, que tinha uma bandeira da Palestina em sua janela. Como eu costumo dizer, na verdade, estas pessoas não amam o Islã, pois para se amar precisa conhecer, o que ocorre é que elas odeiam é o cristianismo/judaísmo. Tudo que é contra os cristãos e judeus recebe portas abertas no mundo hoje.

Eu gosto bastante de Howard Kainz, atualmente estou lendo um livro dele chamado Natural Law: An Introduction and Re-examination. O texto dele é sempre ótimo.

No artigo que ele fala sobre Islamofilia, de brinde, ele faz um pequeno resumo das diferenças entre Islã e cristianismo, e menciona os políticos e artistas que de certa forma declararam seu amor ao Islã, sempre sem conhecer a religião, como Princípe Charles, George Bush, Obama, Ben Afleck e Ben Kinsley.

Mas também menciona os erros históricos absurdos da exposição que roda o mundo: "The 1001 Islamic Inventions Exhibition". Ao assistir esta exposição você tem a impressão que o Islã descobriu praticamente tudo e fundou universidades. Kainz, só para destruir, mostra que se somados toda a quantidade de livros traduzidos pelo mundo árabe deste o século 9 se equivale a média da tradução de livros que se faz na Espanha anualmente.

Além disso, Kainz menciona que está sendo feito um filme sobre a vida de Maomé feio por Ali Sina, que procurará mostrar que foi Maomé seguindo os próprios textos islâmicos, sem ser hagiográfico, abordando Maomé sem a proteção ideológica. Ali Sina está coletando dinheiro para produzir o filme e, para fugir dos ataques dos islâmicos ao filme, pretende lançá-lo apenas para download ou em DVD. Ali Sina tem um site sobre o filme.



terça-feira, 30 de julho de 2013

A Teologia da Língua e as Palavras do Papa.


Se pesquisarmos a palavra "língua" na Bíblia, encontraremos 154 resultados. Uma das passagens mais famosas vaticina em São Tiago 3,8: "nenhum homem consegue domar a língua. Ela não tem freio e está cheia de veneno mortal". Esta frase está ilustrada na gravura acima.

Há também: "Gostas de palavras corrosivas, ó língua fraudulenta." (Salmos 52,6) 

Mas há, por outro lado, nos Salmos e Provérbios:

1) Salmos 71,24: "A minha língua repetirá o dia inteiro a tua justiça, pois ficaram envergonhados e confundidos aqueles que buscavam o mal contra mim!"
2) Salmos 66,17 :"A minha boca gritou para Deus, e a minha língua exaltou-O". (Salmos 66,17)
3)Salmos 119,72: "Que a minha língua cante a tua promessa, pois todos os teus mandamentos são justos."
4) Provérbios 12,18: "Há quem use a língua como espada, mas a língua dos sábios cura as feridas.
5) Provérbios 12,19: "A língua sincera permanece para sempre, mas a língua mentirosa dura apenas um instante." 
6) Provérbios 13,3: "Quem vigia a própria boca conserva a vida; quem solta a língua caminha para a ruína."

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Eu procuro me lembrar dessas passagens da Bíblia na hora de comentar o que o Papa Francisco fala. Eu e o Papa somos homens e não conseguimos domar a língua, mas devemos tentar sempre louvar a Deus com ela.

Além disso, quando leio sobre as palavras dele, eu procuro não ler nenhum comentário de nenhum especialista, procuro tirar minhas próprias conclusões, depois eu leio os comentários.

Lendo as entrevista que ele deu para o Fantástico e a do avião, minha conclusão é que em geral eu gostei, especialmente por dois aspectos:

1) Ele ressaltou a Doutrina da Igreja, disse que não ia mudar nada em relação ao aborto, ordenação de mulheres ou casamento gay. Disse apenas que está pensando em mudar a participação de divorciados na Igreja, coisa que o Papa Bento XVI já estava pensando, e que eu acho louvável, dentro de certos parâmetros;

2) Ressaltou que dentro da Cúria Romana há muita gente santa, com isso eliminando o foco da imprensa em problemas que ocorrem na Cúria.

Do lado negativo, há uma ou outra resposta que acho que ele poderia ter sido mais delicado com a Doutrina, como por exemplo, quando disse no Fantástico que não se importa se a educação da criança é dada por católicos e ou outras religiões. Este comentário realmente foi péssimo, pois a educação sempre envolve moral.

Outro lado negativo é o que a língua não falou. Acho que ele deveria ter mostrado preocupação com as coisas públicas brasileiras, como o PL 3/2013, que pode legalizar o aborto. Foram tantos discursos, durante 5 dias e nenhum tocou neste assunto. Fiquei decepcionado.

Mas fico mais preocupado com um detalhe em relação ao Papa Francisco: acho que ele está ficando escravo da mania de mostrar simplicidade ao público. Isto pode virar propaganda e prejudicar o momento de ser severo doutrinalmente

No mais, e mais importante que tudo, rezemos pelo Papa Francisco e pela Igreja.


segunda-feira, 29 de julho de 2013

Prova de Deus no DNA. A Inteligência que comanda a Vida



Hoje em dia falar de "design inteligente" parece uma ofensa a ciência, pois a teoria de William Paley de que a vida é muito complexa para não ser criada por um ser divino estaria vencida, assim que a ciência explicasse a complexidade. Mas como mostra o grande filósofo Edward Feser (já falei de um livro de Feser no blog), esta teoria de design inteligente pela complexidade da vida pode estar vencida, mas não a teoria das quatro causas de Aristóteles (defendida por São Tomás). A quarta e última causa de Aristóteles/São Tomás é a causa final, a idéia de que tudo (coisas e pessoas) têm um objetivo e esta finalidade é dada por Deus.

Agora, vejo que a idéia de "design inteligente" está sendo observada por muitos cientistas. Eu chamaria de quarta causa de Aristóteles/São Tomás e não de "design inteligente", mas tudo bem.

No dia 17 de novembro de 2011, Dr. Stephen Meyer (autor do livro Signature in the Cell) deu uma palestra sobre a origem da vida para líderes intelectuais e políticos do Reino Unido. Desde que eu vi o vídeo da palestra eu tenho procurado tempo para traduzí-la, mas o vídeo contém mais de 1 hora de fala. Então, eu precisaria realmente de um enorme tempo para fazer isso. O vídeo vai abaixo.

Meyer diz que os cientistas concordam que Darwin não explica a origem da vida, apenas pequenas inovações de organismos vivos. A idéia de um "design inteligente" não está vencida. O blog The Guild of Blesses Titus Brandsma explicou a palestra do Dr. Meyer, que vai no vídeo para quem sabe inglês.

Vou traduzir o que diz o blog Titus Brandsma (em azul).

Os fundamentos do materialismo científico estão em processo de desintegração. No livro Signature in the Cell, o filósofo da ciência Stephen C. Meyer mostra como o código digital de DNA aponta poderosamente para a concepção de inteligência por trás da origem da vida.

Ao contrário dos argumentos anteriores para o design inteligente, Meyer apresenta um novo caso radical e abrangente, revelando a evidência não apenas das características individuais de complexidade biológica, mas sim de um constituinte fundamental do universo: a informação. Essa evidência foi crescendo de forma exponencial nos últimos anos, conhecido pelos cientistas em campos especializados, mas em grande parte escondida da vista do público.

Teórico da Universidade de Cambridge e pesquisador, diretor do Centro do Instituto Discovery para Ciência e Cultura, Dr. Meyer é o primeiro a trazer os dados relevantes em conjunto em uma poderosa demonstração da inteligência que está fora da natureza e dirige o caminho da vida. O universo é composto de matéria, energia, e as informações que dá ordem a matéria e a energia, formando a a vida. Na célula, estas informações são transportadas pelo DNA, que funciona como um programa de software.

A assinatura na célula vem do mestre programador da vida. Em sua teoria da evolução, Charles Darwin nunca procurou desvendar o mistério de onde a informação biológica vem. Para ele, as origens da vida permaneceram envoltas em escuridão impenetrável. Quando o código digital de DNA veio à tona na década de 1950, foi apenas mais tarde que os cientistas começaram a perceber as implicações por trás do sistema técnico requintadamente complexo para o processamento e armazenamento de informações na célula. A célula faz o que qualquer avançado sistema operacional do computador pode fazer, mas com quase inconcebivelmente maior flexibilidade e eficiência.

Baseando-se em dados de muitos campos científicos, Stephen Meyer formula um argumento rigoroso empregando o mesmo método de raciocínio inferencial que Darwin usava. Em uma emocionante narrativa com elementos de uma história de detetive, bem como uma busca pessoal pela verdade, Meyer ilumina o mistério que cerca as origens do DNA. Ele demonstra que os esforços científicos anteriores para explicar as origens da informação biológica falharam, e argumenta de forma convincente para o design inteligente como a melhor explicação do início da vida. Nos capítulos finais, ele defende a teoria do design inteligente contra uma série de objeções e mostra como o design inteligente oferece abordagens frutíferas para futuras pesquisas científicas.

Aparecendo no ano de aniversário de Darwin - 200 anos de nascimento de Darwin e os 150 anos da publicação de A Origem das Espécies - o livro The Signature in the Cell só poderia ter sido escrito agora que os dados da nascente era da informação da biologia começaram a aparecer. Meyer divide com os leitores a emoção das descobertas mais recentes, como a tecnologia digital no trabalho na célula tem sido progressivamente revelada. O sistema operativo incorporado no genoma inclui codificação digital de processamento, sistemas de armazenamento e recuperação distributiva. É muito extraordinário, a terminologia é tudo reconhecível de ciência da computação.

O aparecimento do livro de Meyer é oportuno em outras duas formas. Primeiro, best-sellers ateístas escritores como o biólogo Richard Dawkins têm insistido que Darwin enterrou o argumento tradicional para o design na natureza, a crença religiosa foi mostrada irracional em nossa moderna era científica. Meyer revela que, pelo contrário, é justamente a nossa era científica moderna, que está em processo de enterrar as teorias materialistas do desenvolvimento da vida.

Em segundo lugar, uma vez que um juiz federal em Dover, Pensilvânia, decidiu em 2005 que o design inteligente não pode legitimamente reivindicar a designação de "ciência", o juiz John E. Jones tornou-se o herói de ativistas darwinistas e seus apoiadores na academia e na mídia. A decisão de Dover foi saudada como a sentença de morte do design inteligente. Jamais! Falando do ponto de vista mais relevantes da filosofia da ciência, Meyer responde que os juízes federais não receberam a tarefa de definir o que é científico e o que não é. Como filósofo e cientista, tendo trabalhado na área de geofísica para a Atlantic Richfield, Meyer é capaz de oferecer uma investigação convincente do início da vida .

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Assitam ao vídeo, é fantástico.





domingo, 28 de julho de 2013

"A Paz Mata"! Católicos que Não atacam o governo quando este defende aborto ou casamento gay.


Há algum tempo eu li o livro Peace Kills do grande jornalista P.J. O'Rourke (foto acima). O foco do livro é como a vontade de paz leva a tantas desgraças e guerras. P.J. O'Rourke escreve de maneira fantástica e cômica, como só ele sabe fazer.

Eu regularmente me lembro desse livro para outro contexto: o medo de controvérsia da Igreja Católica, os representantes da Igreja muitas vezes agem com meninos mijões, como medo de que a Doutrina da Igreja seja ofensiva, eles baixam as calças e silenciam, o resultado é o mesmo encontrado por P.J. O'Rourke: desgraça, mortes.

Vou dar aqui três exemplos, sendo um deles bem atual no Brasil:

1) PL 3/2013 que na prática legaliza o aborto no Brasil. Cadê a CNBB publicamente sendo contra o PL? Por que o Papa até agora não mencionou isso?O silêncio da CNBB e do Papa pode ajudar a matar milhões de crianças no útero das mães.

2) Ontem eu vi uma entrevista de Robert Spencer, católico e um dos maiores especialista sobre Islã do mundo, em que Spencer foi perguntado por que os bispos católicos costumam retirar o convite feito a Spencer para falar sobre Islã. Spencer respondeu que os bispos católicos se rebaixam aos muçulmanos por simples medo de controvérsia.

3) Há também o livro de Raymond Ibrahim, Crucified Again (já falei deste livro no blog), que fala dos milhares de cristãos que estão sendo mortos no mundo muçulmano. Hoje li um texto que comentou como o silêncio do mundo é cúmplice na morte dos cristãos.

4) Para finalizar, leio no blog do Augusto Nunes, um texto de Deonísio Silva que tem o título o "Papa não chateia ninguém". Como eu não vi esta afirmação no corpo do texto, sugeri ao Augusto que mudasse o título, achando eu que o título quem deu foi o Augusto Nunes. Eu também disse que não chatear ninguém dificilmente é uma virtude, pois o próprio Cristo chateou muita gente ao ponto de odiá-lo e jogá-lo na cruz, e continua chateando com sua Doutrina de defesa da vida e da família. O Augusto Nunes e o próprio Deonísio me responderam que o título era do Deonísio. Ok, entendo que o Deonísio (apesar do foco do texto ser bem diferente) percebeu que o Papa "não quer chatear ninguém". O Arcebispo Chaput também disse mais ou menos isso (falei aqui no blog).

A Paz mata, queridos católicos, especialmente os mais frágeis, como crianças nos ventres ou cristãos em terras muçulmanas.