segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Uma Linda Mulher. Um Belíssimo Filme de 7 minutos.


Essa é talvez a propaganda mais bonita que já assisti na vida.  É sempre muito apelativo dizer isso, mas é verdade para mim (não sei se será para vocês). A propaganda é da marca Wacoal de lingerie (faço questão de colocar o logotipo da marca abaixo).


O filme é baseado em uma história real. Filmes baseado em histórias reais realmente costumam ser mais bonitos.

O vídeo está com legenda em inglês, mas não é necessário traduzir tudo para que se entenda. Vou apenas explicar que Jane é uma estudante que tem uma filha chamada June. Pela idade da mãe, as pessoas falam que June nasceu de incesto. Certa hora o professor da filha pergunta a Jane por que ela não conta a verdade para as pessoas. Jane responde que isto não é necessário e melhor que falem dela do que falarem de June.

Assistam e descubram a verdade de Jane e June.





(Agradeço o filme ao blog Creative Minority Report)

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Cardeal Espanhol é Perseguido por dizer que Homossexualismo é Defeito


O cardeal Fernando Sebastian Aguilar (foto), que foi nomeado recentemente pelo Papa Francisco, disse que muitas pessoas não toleram e reclamam, mas que "com todo respeito, eu digo que homossexualidade é uma maneira defeituosa de manifestar a sexualidade, porque a sexualidade tem uma estrutura e um propósito, a procriação".

E também disse: "[eu tenho um defeito (pressão alta)] que tenho de corrigir o mais rápido possível. Dizer que a homossexualidade é um defeito não é uma ofensa, porque há muitos casos de homossexualidade que são recuperados e normalizados com tratamento adequado".

Procuradores espanhóis abriram uma investigação contra ele para ver se ele incitou "ódio e discriminação".

A arquidiocese de Málaga disse que estão distorcendo as palavras do cardeal.

Bom, muitos homossexuais fazem tratamento e conseguem evitar atos homossexuais, outros se apegam a Deus e evitam estes atos. Não se pode falar mais deles?

Não se pode mais falar que o corpo humano na sua sexualidade é feito para o encontro entre homens e mulheres?

A Igreja vai continuar se submetendo ao politicamente correto e se calar frente a homossexualidade, ao terrorismo islâmico, ao casamento gay, ao aborto...?


(Agradeço a informação ao site Pewsitter)

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

Eu queria falar que o Brasil já era...mas Filme: Filho de Deus



Minha vontade hoje era falar quanto eu acho que o Brasil é um país que já era, não tem futuro nenhum, depois de assistir mais uma vez a destruição nas ruas de nossas cidades feitas por adolescentes desocupados, com incentivo de partidos políticos e sindicatos. Adolescentes desocupados mascarados destruindo tudo que veem pela frente é um péssimo sinal de futuro. Isto não aconteceu por acaso, anos e anos de péssimos governos e educação.

Mas vou deixar meu pessimismo de lado para apresentar o filme Son of God que será exibido nos Estados Unidos a partir do dia 28 deste mês.

O filme foi elogiado pelo renomado blogueiro católico americano, Bradon Vogt. Então deve ser um ótimo filme.

Vejam o trailler abaixo:




Brandon comentou uma cena do filme em que Jesus encontra Pedro. Brandon mostra que Jesus oferece ajuda a Pedro (como Ele está sempre oferecendo ajuda para nós), Pedro está chateado pois não conseguiu pescar nada, Cristo se joga nas águas para ajudar Pedro. Ele também se dirige a nós para nos ajudar, mas somos nós que devemos colocar Jesus em nosso "barco", assim como São Pedro teve que puxar Cristo para sua embarcação.


Rezemos pelo Brasil. Que o Brasil puxe Jesus para o seu barco, para reconhecer o que é certo e errado.


(Agradeço a indicação do filme ao site Big Pulpit)

quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Pedofilia e a ONU



Bom, imagino que todos já sabem que a ONU anda acusando a Igreja Católica de não fazer o que a Igreja já fez. A Igreja já entregou os pedófilos para as autoridades há muito tempo, já estabeleceu políticas contra a pedofilia e já contratou investigação indenpendente para os casos.

Eu mesmo já falei aqui no blog que os casos de pedofilia sofreram análise independente nos Estados Unidos, que mostrou que 82% dos casos é entre padres homossexuais com meninos (o que mostra que a homossexualidade está relacionada à pedofilia) e que a grande maioria dos casos ocorreram na década de 70.

Além disso, já mostrei aqui casos de pedofilia em outras instituições religiosas. A Igreja Anglicana já pediu desculpas por pedofilia. Também já mostrei aqui os casos de pedofilia em instituições não religiosas, como com atores mirins de Hollywood.

Mas a ONU não quer saber da verdade, o objetivo é incentivar o aborto e o casamento gay. Para ler mais sobre o assunto, abandonem os jornais brasileiros, sempre tão rasteiros e leiam o que diz o mundo. Podem começar pela posição daqueles que defendem a vida dentro da ONU, cliquem aqui.

Se vocês querem ver uma posição independente de um historiador renomado que fez um extenso livro sobre pedofilia e padres, leiam o livro acima de Philip Jenkins, recomendado por Anne Hendershott. Ele vai mostrar o óbvio:

1) A pedofilia na Igreja Católica não é diferente do que acontece em outras instituições;

2) A pedofilia na Igreja Católica nem mesmo é o pior caso;

3) O celibato não está relacionado com a pedofilia. Denominações religiosas que permitem o casamento, como a Igreja Anglicana, tem inúmeros casos de pedofilia.

4) Organizações protestantes não sofreram tanta condenação sobre pedofilia no mundo, pois têm uma abrangência mais local do que a universal Igreja Católica

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Em todo caso, os ataques da ONU têm uma grande qualidade: alertam a Igreja para reconhecer que vive uma guerra cultural mundial, que ela deve lutar e não se aproximar dos inimigos como aqueles que estão na ONU.



quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Vídeo: Feministas Peladas Atacam Cardeal de Madri, gritando "Aborto é Sagrado"


É o grupo de idiotas de sempre que a imprensa valoriza, simplesmente porque estão peladas e partem para agressão. Ficou pelada é garantia de jornal.

No domingo passado, elas atacaram o cardeal de Madri, Antonio Maria Varela, quando ele se dirigia para a missa, porque, obviamente, o cardeal apoia a legislação contra o aborto.

Elas gritavam "aborto é sagrado" contra o cardeal. Mostram que não sabem o que é aborto, nem o que é sagrado.

Vejam vídeo abaixo:




O blog do padre Z lembrou vários episódios semelhantes de agressões a padres, como aqui, aqui e aqui.

O padre Z conclui dizendo que isto é manifestação do diabólico. Claro que é.

O grupo que defende a vida na Espanha declarou após o episódio que estamos vivendo uma cristianofobia na Espanha, e que ninguém faz nada para defender os cristãos.

Bom, a Espanha conhece muito bem o que é cristianofobia. Outro dia, eu falei aqui no blog de três filmes que descrevem os assssinatos e torturas de padres por comunistas e anarquistas na guerra civil espanhola.

Finalmente, cabe perguntar, como fez o padre Z, como a Igreja vai reagir a isso? Vai querer continuar se aproximando do mundo, se aproximando de ateus e esquerdistas, que querem derrubá-la? Ou vai reafirmar a Doutrina de vida de Cristo?


(Agradeço o vídeo ao site Life News)

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Imigração Pode Destruir um País


A imigração é um problema complexo. É claro que, por questões humanitárias, os países devem abrir suas portas para aqueles que estão em extrema necessidade. Ver por exemplo o caso da Itália que recebe pessoas que fogem da Líbia, os Estados Unidos que recebem pessoas que fogem de Cuba, ou mesmo o Brasil que recebe pessoas do Haiti e Bolívia.

No entanto, a imigração traz o convívio com pessoas de culturas diferentes. E, infelizmente, como qualquer um que já leu sobre esta diversidade da imigração sabe, as pessoas de culturas muito diferentes costumam não se misturar. Os muçulmanos têm seus guetos em todas as capitais europeias, por exemplo. E os latinos têm seus guetos nos Estados Unidos.

Além disso, o país que recebe os imigrantes sofre pressões culturais e econômicas para atender estes imigrantes. Portugal conhece a pressão dos imigrantes brasileiros.

E mais importante, será que um país não tem o direito de proteger sua cultura? Será que a Europa deve permitir ser dominada pela cultura muçulmana? Será que os americanos devem permitir serem dominados pela cultura latina?

Lembrei desta questão ao ler que uma escola dos Estados Unidos resolveu que não celebrar o patriotismo porque isto ofenderia os imigrantes.

Os imigrantes se ofenderiam em celebrar quem os acolheu?

Muitos brasileiros ofendem os Estados Unidos por serem preconceituosos contra os latinos, mas ninguém recebe tantos latinos como os americanos.

E nós já começamos a sentir o peso da imigração. O Acre já quer fechar a fronteira para os haitianos.

Rezemos pelos imigrantes. Que eles encontrem abrigo, mas também respeitem o país que o recebem.


segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Dois filmes sobre a Perseguição Comunista a Padres na Espanha de 1936


Eu já falei aqui do excelente filme "There be Dragons", que fala sobre a vida de Josemaria Escrivá no âmbito da perseguição a cristãos da guerra civil espanhola. Inclusive, este filme conta com a ótima participação de Rodrigo Santoro. Um amigo, por acaso, achou o filme There be Dragons muito forte, não conseguiu assistí-lo. Mas eu recomendo com todo fervor.

Os anarquistas e comunistas na guerra civil espanhola mataram milhares de religiosos. Ontem, descobri mais dois filmes que falam da perseguição, tortura e assassinato de padres na Espanha de 1936.

O primeiro se chama "Un Dios Proibido". O filme foi lançado no ano passado e narra o martírio de 51 membros da Comunidade Claretiana da cidade de Barbastro. Os anarquistas e comunistas que prenderam os padres e irmãos da comunidade, torturaram, exigiram que os padres renunciassem a fé católica, e até trouxeram prostitutas para tentarem os religiosos. Ao fim, os revolucionários fusilaram os religiosos. O Papa João Paulo II beatificou os mártires em 1992.

Há um museu especial dedicado aos mártires. O site mostra uma visita virtual ao museu. É sensacional.

Vejam trailler de Un Dios Proibido abaixo:






O segundo filme se chama  "Bajo um Manto de Estrellas" (Debaixo de um Manto de Estrelas) e narra o martírio de centenas de padres dominicanos na cidade de Almagro durante guerra civil espanhola. Eles também foram presos, torturados e mortos pelos anarquistas/comunistas.

O filme vai ser lançado na Esoanha no dia 14 de fevereiro próximo.

Vocês podem solicitar no site do filme, para que o filme seja exibido no Brasil.

Vejam o trailler de "Bajo um Manto de Estrellas abaixo:





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Rezemos para que os cristãos (padres e leigos) tenham a força e a fé destes mártires espanhóis.


(Agradeço as informações sobre os filmes ao site Rome Reports, que escreve sobre Un Dios Proibido aqui e sobre Bajo um Manto de Estrellas aqui)

domingo, 2 de fevereiro de 2014

Woody Allen Abusou Sexualmente da Filha. É o que Ela conta.


Dylan Farrow (foto acima),  filha de Woody Allen, conta em detalhes como foi abusada sexualmente pelo pai. É um texto profundo e doloroso para ser lido (imagina para ela que escreveu), mas é muito importante para levantar este penoso problema do incesto e alertar a todos que idolatram Woody Allen.

No texto se sobressai o modo como Woody Allen abusou da filha diversas vezes e como ele conseguiu esconder isto da família e se manter idolatrado pela mídia e por Hollywood. No final do texto, ela ataca alguns atores e atrizes que ela conheceu e que protegem Woody Allen, como  Cate Blanchet, Diane Keaton,  Alec Baldwin e Scarlett Johanson.

Woody Allen nunca foi processado judicialmente pelo incesto, que chegou a ser notícia em 1993, e é a primeira vez que Dylan mostra seu lado da história.

Eu pensei em traduzir o texto, mas preferi não perturbar as palavras fortes de Dylan (coloquem no Google translate para traduzir se precisarem).

Eu já falei aqui no blog de alguns casos de pedofilia com atores de Hollywood, o caso de Woody Allen é mais um caso que Hollywood tenta esconder.

Aqui vai o que ela disse no blog de Nicholas Kristof do New York Times:

What’s your favorite Woody Allen movie? Before you answer, you should know: when I was seven years old, Woody Allen took me by the hand and led me into a dim, closet-like attic on the second floor of our house. He told me to lay on my stomach and play with my brother’s electric train set. Then he sexually assaulted me. He talked to me while he did it, whispering that I was a good girl, that this was our secret, promising that we’d go to Paris and I’d be a star in his movies. I remember staring at that toy train, focusing on it as it traveled in its circle around the attic. To this day, I find it difficult to look at toy trains.
For as long as I could remember, my father had been doing things to me that I didn’t like. I didn’t like how often he would take me away from my mom, siblings and friends to be alone with him. I didn’t like it when he would stick his thumb in my mouth. I didn’t like it when I had to get in bed with him under the sheets when he was in his underwear. I didn’t like it when he would place his head in my naked lap and breathe in and breathe out. I would hide under beds or lock myself in the bathroom to avoid these encounters, but he always found me. These things happened so often, so routinely, so skillfully hidden from a mother that would have protected me had she known, that I thought it was normal. I thought this was how fathers doted on their daughters. But what he did to me in the attic felt different. I couldn’t keep the secret anymore.

When I asked my mother if her dad did to her what Woody Allen did to me, I honestly did not know the answer. I also didn’t know the firestorm it would trigger. I didn’t know that my father would use his sexual relationship with my sister to cover up the abuse he inflicted on me. I didn’t know that he would accuse my mother of planting the abuse in my head and call her a liar for defending me. I didn’t know that I would be made to recount my story over and over again, to doctor after doctor, pushed to see if I’d admit I was lying as part of a legal battle I couldn’t possibly understand. At one point, my mother sat me down and told me that I wouldn’t be in trouble if I was lying – that I could take it all back. I couldn’t. It was all true. But sexual abuse claims against the powerful stall more easily. There were experts willing attack my credibility. There were doctors willing to gaslight an abused child.
After a custody hearing denied my father visitation rights, my mother declined to pursue criminal charges, despite findings of probable cause by the State of Connecticut – due to, in the words of the prosecutor, the fragility of the “child victim.” Woody Allen was never convicted of any crime. That he got away with what he did to me haunted me as I grew up. I was stricken with guilt that I had allowed him to be near other little girls. I was terrified of being touched by men. I developed an eating disorder. I began cutting myself. That torment was made worse by Hollywood. All but a precious few (my heroes) turned a blind eye. Most found it easier to accept the ambiguity, to say, “who can say what happened,” to pretend that nothing was wrong. Actors praised him at awards shows. Networks put him on TV. Critics put him in magazines. Each time I saw my abuser’s face – on a poster, on a t-shirt, on television – I could only hide my panic until I found a place to be alone and fall apart.
Last week, Woody Allen was nominated for his latest Oscar. But this time, I refuse to fall apart. For so long, Woody Allen’s acceptance silenced me. It felt like a personal rebuke, like the awards and accolades were a way to tell me to shut up and go away. But the survivors of sexual abuse who have reached out to me – to support me and to share their fears of coming forward, of being called a liar, of being told their memories aren’t their memories – have given me a reason to not be silent, if only so others know that they don’t have to be silent either.
Today, I consider myself lucky. I am happily married. I have the support of my amazing brothers and sisters. I have a mother who found within herself a well of fortitude that saved us from the chaos a predator brought into our home.
But others are still scared, vulnerable, and struggling for the courage to tell the truth. The message that Hollywood sends matters for them.
What if it had been your child, Cate Blanchett? Louis CK? Alec Baldwin? What if it had been you, Emma Stone? Or you, Scarlett Johansson? You knew me when I was a little girl, Diane Keaton. Have you forgotten me?
Woody Allen is a living testament to the way our society fails the survivors of sexual assault and abuse.
So imagine your seven-year-old daughter being led into an attic by Woody Allen. Imagine she spends a lifetime stricken with nausea at the mention of his name. Imagine a world that celebrates her tormenter.
Are you imagining that? Now, what’s your favorite Woody Allen movie?