terça-feira, 8 de abril de 2014

Síria: Padre Jesuíta Espancado e Morto. E 13 Cristãos Decapitados por Terroristas Islâmicos


O padre holandês,  Frans van der Lugt, que vivia desde 1966 na Síria, foi espancado e morto com dois tiros na cabeça dentro do seu monastério na cidade síria de Homs. Ele tinha 75 anos (foto acima) e tinha se recusado a deixar a cidade depois que começou o conflito entre o governo e as milícias terroristas islâmicas. O Vaticano confirmou a triste notícia.

O site Rome Reports fez um vídeo sobre a morte do padre e lembrou que ele tinha feito um vídeo pedindo ajuda aos pobres e carentes do país e tinha recebido a ONU para relatar o que estava acontecendo na cidade de Homs. Vejam vídeo abaixo.





Também foi noticiado que milícias terroristas ligadas a Al-Qaeda atacaram uma cidade síria na fronteira com a Turquia, chamada Kessab, que é conhecida pela grande presença de cristãos armênios. Eles mataram 80 pessoas, decapitaram pelo menos 13 cristãos, profanaram igrejas cristãs e roubaram as residências. 3 mil cristãos armênios fugiram da cidade, mas muitos não conseguiram fugir, pois não tinham condições físicas ou tinha de cuidar dos mais velhos.

Será que a Igreja Católica agora vai se levantar, vendo mais um padre sendo morto e testemunhando mais cristãos sendo decapitados pelo Islã?

Rezemos pelo padre der Lugt. Ele era conhecido como um padre que queria dialogar com os muçulmanos. Parece-me que a morte dele é mais uma prova que este diálogo deve ser feito entendendo o que significa o Islã, como o Islã diz que os infiéis devem ser tratados.


(A notícia da morte do padre está em vários sites. Agradeço a notícia do ataque aos cristãos em Kessab ao site Weasel Zippers)

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Por que os EUA estão mudando tão rapidamente?


Esta semana nos Estados Unidos, os ativistas gays exigiram a expulsão do presidente do Firefox Mozilla, Brenda Eich, porque ele apoia a família tradicional. A Mozilla exigiu a cabeça de Brendan, e ele pediu demissão. E também nos Estados Unidos, esses mesmos ativistas gays exigiram a demissão de uma freira que fez uma coisa terrível: ensinou a Doutrina Católica em uma escola católica. A freira, que tem doutorado em doutrina da sexualidade, se afastou do trabalho, a pedido do bispo da cidade (!).

Muitos americanos acham que os movimentos de gays e ateus estão deformando a formação cultural do País. O programa mais assistido da TV a cabo dos Estados Unidos, The O'Reilly Factor, tratou deste assunto, tentando responder por que os Estados Unidos estão mudando tão rapidamente.

E a resposta é: porque eles estão expulsando o cristianismo de lá. A religião está sendo expulsa das escolas. Em especial, Jesus Cristo está sendo expulso das escolas. Grupos ateus atacam juridicamente qualquer escola que mostre Jesus Cristo. A civilização judeo-cristã que formou todo o Ocidente está sendo expulsa dos Estados Unidos. Moisés com seus 10 mandamentos, apesar de ter uma estátua dele na Suprema Corte, não pode mais ser citado.

O secularismo está dominando, destruindo família e a moral e impondo a intolerância do politicamente correto. Ninguém se importa mais com ninguém, a doutrina secular está dominando trazendo a idolatria ao egoísmo, não há uma moral superior a se espelhar, pois se abandona Deus.

O´Reilly lembra que os Estados Unidos têm agora o presidente mais esquerdista de sua história e o partido dele nunca foi tão radical.

Bill O'Reilly então conclui que da próxima vez que lhe perguntarem o que ocorreu com os Estados Unidos, que não é mais o país que costumava ser, ele enviará o vídeo abaixo.





Concordo com 98% do que disse O'Reilly. Acho apenas que não se pode dizer que é culpa do Obama, como O´Reilly parece supor. Não foi tão rápido.

A revolução sexual e a exaltação do consumismo são as grandes pragas americanas. Qualquer um que vá a Nova Iorque percebe o desespero das pessoas com o consumo.

Sinto dizer para os meus amigos que exaltam o capitalismo, mas este sistema também afasta o homem de Deus. O comunismo abandona Deus por princípio, o capitalismo permite a presença, mas tende a tratá-lo como mais um bem de consumo.

Para finalizar, eu não uso mais o Mozilla. Não sei se a Internet Explorer ou o Chrome fariam a mesma coisa que a Mozilla, mas a Mozilla fez. E está sofrendo com isso.

É interessante ver a estupidez do mercado e da mídia mundiais em se rebaixarem para o movimento gay e para o movimento ateísta. Os gays representam apenas 3% dos consumidores nos Estados Unidos. Não sei quanto os ateus representam, mas não deve ser grande coisa. Isto tudo pode mudar, é claro. E o mundo se tornar uma grande Sodoma.


domingo, 6 de abril de 2014

Na Jerusalém chinesa, chineses defendem Igreja Cristã contra governo.


O cristianismo cresce na China, o governo odeia, tenta controlar e destruir, mas o povo vai se levantando. O maior exemplo disso veio esta semana. Chineses cercaram uma igreja cristã para evitar que ela fosse demolida (foto acima). Tudo isso ocorreu em uma cidade chamada Jerusalém Chinesa. É o que conta o jornal inglês The Telegraph.

Vou traduzir parte do que diz o jornal.

Milhares de cristãos chineses fizeram uma extraordinária defesa, cercaram uma igreja em uma cidade conhecida como a " Jerusalém do Oriente", depois que autoridades do Partido Comunista ameaçou demolir a igreja.

Em um episódio que sublinha a fricção feroz e de longa data entre o oficialmente ateu Partido Comunista da China e o rápido crescimento congregação cristã, em que os crentes na Bíblia foram para a igreja Sanjiang em Wenzhou na esperança de protegê-la dos tratores.

A ação de 24 horas começou no início desta semana, quando um aviso de demolição foi colocado na igreja recém-construída, que fiéis dizem custar cerca de 30 milhões de yuans ( £ 2.910.000 ) e quase seis anos para construir.

Oficiais do governo afirmaram a igreja tinha sido construída ilegalmente e usaram tinta vermelha para escrever as palavras: "destruir " e "construção ilegal" na fachada imponente da igreja.

A ameaça provocou uma reação furiosa em Wenzhou, uma cidade portuária em expansão conhecida pela sua vibrante comunidade cristã, que dizem ser a maior da China.

Centenas de pessoas, incluindo mulheres com deficiência e idosos, já ocuparam a igreja para impedir que as equipes de demolição se movessem.



Wenzhou, uma cidade costeira rica cerca de 230 quilômetros ao sul de Xangai , na província de Zhejiang , tem cerca de sete milhões de habitantes. Os cristãos locais dizem que mais de 15 por cento deles são freqüentadores da igreja, a maioria protestante.

A vida melhorou desde os tempos de Mao Tse -Tung, que via a religião como "veneno" e presidiu a Revolução Cultural de uma década , quando as igrejas foram saqueadas e queimadas.

No entanto, os ativistas dizem que, embora a Constituição garanta a liberdade de religião, Pequim ainda mantém um controlo apertado sobre o que muitos líderes consideram como um desafio potencial à sua autoridade.



(Agradeço ao texto de The Telegraph ao site Weasel Zippers).

sábado, 5 de abril de 2014

Os 10 Argumentos dos Ateus e Como Respondê-los.


Quantas vezes eu debati com um ateu ou agnóstico? Eu lembro da primeira vez que fiz isso, era um grande amigo agnóstico, eu era muito novo (acho que tinha uns 18 anos), mas o debate foi em público e lembro que de repente tinha em gente em volta de nossa mesa ouvindo. Ao fim da noite, a amizade ficou ferida. Depois disso tenho mais cuidado, mas continuo firme na defesa da fé cristã, usando o método que chamo de "caritas in veritate", caridade na verdade.

Hoje, li um excelente texto de Eric Hyde que responde aos 10 mais importantes argumentos dos ateus. Apesar de ser um texto que apenas resume as respostas cristãs, é muito bom para discutir com nossos irmãos ateus, que geralmente não sabem nada de religião, mas têm muita sede de saber. É muito bom também para ajudar muitos cristãos que têm sua fé diminuída pelos ataques de ateus.

Eu não tenho tempo para traduzir o texto. Leiam o excelente texto de Hyde clicando aqui.

O texto irá ajudá-los durante toda a vida.

Sobre este assunto, eu recomendo também o livro On Guard de William Craig.


(Agradeço a indicação ao site Big Pulpit)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cardeal da Nigéria ataca Islã


No país em que centenas de cristãos são mortos e dezenas de igrejas cristãs são destruídas pelo grupo terrorista islâmico Boko Haram, uma voz se levantou, a do cardeal John Onaiyekan (foto abaixo).


Onayekan falou para a Conferência dos Bispos da Alemanha e disse:

"Além de ataques verbais feitos por alguns pastores, até agora eu não conheço nenhum grupo violento que clame inspiração cristã. Para mim, isto põe uma grande responsabilidade na comunidade islâmica para fazer mais para colocar rédeas nos seus cachorros loucos. Não está muito claro quanto eles estão se esforçando para isso".

O cardeal também disse que o uso da Sharia (lei islâmica) por algumas partes da Nigéria é um impedimento para tornar a Nigéria em "um país, uma lei".

Ele disse tudo isso em um país se referindo a um país que tem 50% de muçulmanos e apenas 15% de católicos. Muitos, inúmeros, padres, bispos e cardeais não falam isso, nem em países com população de 1% de muçulmanos.

Certa vez eu me encontrei com dois professores e passamos a conversar sobre religião, até chegarmos sobre o Islã, Foi quando eu falei do terrorismo islâmico. Daí, um dos professores disse que todas as religiões fazem guerra. Foi quando eu retruquei que o problema com o Islã é que a base teológica para guerra e terrorismo indiscriminado contra infiéis é bem clara. Não se pode matar indiscriminadamente e dizer que Cristo deu aval, como lembrou Onayekan, mas se pode matar infiéis indiscriminadamente e dizer que Alá deu aval.

(Agradeço a informação ao site Weasel Zippers)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Rebatendo o cardeal Kasper, que defende liberalização da Eucaristia


O grande especialista em lei canônica, Edward Peters, escreveu recentemente que a vontade de dar comunhão para divorciados que se casaram de novo esbarra nos seguintes princípios canônicos e do catecismo:
  1. Cânones 915, 916 - Católicos que se casam novamente após se divorciarem persistem em pecado grave manifesto;
  2. Catecismo da Igreja 2380, 2381. 2384 - Católicos vivendo casamentos pós-divórcios estão pecando de forma pública e objetiva;
  3. Cânones 1055, 1134, 1141 - Estes segundos casamentos são adúlteros porque o verdadeiro casamento é uma união exclusiva até a morte.
Confiram os preceitos canônicos e do catecismo ditos por Peters, clicando aqui para a lei Canônica aqui para o Catecismo da Igreja, como o cânone 915 e o parágrafo 2380 do Catecismo:

Cân. 915 — Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os  interditos, depois da aplicação ou declaração da pena, e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto.

2380. O adultério. É o termo que designa a infidelidade conjugal. Quando dois parceiros, dos quais pelo menos um é casado, estabelecem entre si uma relação sexual, mesmo efémera, cometem adultério. Cristo condena o adultério, mesmo de simples desejo (131). O sexto mandamento e o Novo Testamento proíbem absolutamente o adultério (132). Os profetas denunciam-lhe a gravidade. E vêem no adultério a figura do pecado da idolatria (133).

Leiam o excepcional, como é recorrente, texto de Peters, clicando aqui.

Mas ontem, eu li um outro excelente texto sobre o assunto que contrapõe o argumento de que no passado, os Padres da Igreja aceitam mais o divórcio. O texto é de John Rist, especialista em filosofia patrística da Catholic University of America. Foi publicado no jornal National Catholic Register.

Rist ataca os argumentos do cardeal Kasper da Alemanha. Este cardeal defendeu entre os cardeais e o papa Francisco que a Igreja liberalizasse a Eucaristia para os divorciados que se casaram novamente.

Traduzo parte do texto de Rist, em azul, abaixo.


Em 20 de fevereiro, o cardeal Walter Kasper da Alemanha fez um discurso, "O Evangelho da Família", para o Consistório extraordinário sobre a Família chamado pelo Santo Padre. Muito do discurso trata das dificuldades atuais para os casais - mobilidade maciça, imigração, custos da educação dos filhos, o envelhecimento da população, o individualismo, a alienação da vida urbana, o divórcio civil, etc.

 
Um católico casado como eu iria supor que essas circunstâncias, ao invés de clamarem por uma flexibilização das regras e liberar a comunhão para divorciados e "re-casados", iriam exigir que os padres devem estar mais atentos nas instruções a serem dadas para aqueles que querem se casar, cientes dessas dificuldades do casamento na sociedade contemporânea, no sentido de resolver ou pelo menos diminuir o problema e aliviar a pressão sobre o casamento.

No entanto, o cardeal propõe que a regra sobre a Eucaristia seja liberalizada para dois grupos de católicos divorciados e recasados: aqueles que realmente acreditam que se casaram sem nenhuma firme intenção em relação às regras de validade; e em segundo lugar, para aqueles que contraíram uma segunda união civil, porque o casamento católico falhou "irremediavelmente". 
Não é a minha intenção ensinar ao cardeal sobre casamento, mas, sim, tratar dentro da minha competência: o ensinamento dos Padres da Igreja. O cardeal Kasper diz que as evidências da Igreja na sua formação são suficientemente incertas e isto apoiaria a ideia de que os Padres da Igreja apoiariam o relaxamento das regras da Eucaristia.

Para mostrar o quão fraco é essa afirmação, deixe-me abordar os poucos textos que o cardeal oferece em apoio da sua posição - limitando-me ao período anterior ao século VI. 

O cardeal sabiamente não oferece nada dos primeiros 150 anos do cristianismo, presumivelmente aceitado que as regras desta época inicial eram estritas e apostolicamente defendidas. O primeiro texto que ele cita é de Orígenes (Comentário sobre Mateus 14:23-24 ), relatando que os bispos de certas igrejas locais " não sem razão " permitem a comunhão aos divorciados novamente casados​​. No entanto, também Orígenes diz - não uma, mas três vezes - que esta prática é contrária às Escrituras: dificilmente endossando a tolerância! Concílios à parte, o cardeal Kasper oferece mais uma prova somente a partir do século IV, observando que Basílio (Cartas 188 e 199 ), Gregório de Nazienzen ( Oratio 37) e Agostinho estão cientes que a prática ocorre; o que ele omite notar é que não há nenhuma indicação de qualquer um deles concordando com o que claramente contraria o ensino comum. 

Indo além dos teólogos, o Cardeal Kasper afirma que uma atitude mais pastoral é evidenciada pelo Concílio de Nicéia (325) - presumivelmente pelo Cânone 8 do Concílio, que ( para que ele e para outros) a abordagem mais relaxada é "confirmada ". Embora isso às vezes foi lido no texto, a sua certa intenção é permitir a Eucaristia não ao divorciados novamente casados​​, mas para a viúva que casou-se novamente; por que precisamos ter em mente que um cristão se casar duas vezes em qualquer circunstância - incluindo viuvez - foi muito debatida, dando razão para o Concílio resolver esta incerteza. O argumento do cardeal Kasper também não é reforçada pela aplicação errada a noção paulina de metanoia e presumindo erradamente que os patriarcas consideravam o "arrependimento" do fracasso do primeiro casamento para justificar contrair um segundo casamento.

Para concluir, os argumentos do cardeal dependem de uma mal interpreatação de um pequeno número de textos, negligenciando muitos outros que os contradizem. Como isso pode ter acontecido? 

A meu ver, temos aqui um exemplo de um procedimento muito freqüente na academia, mais especialmente quando o trabalho é motivado por conveniência ou ideologia: Há uma enorme quantidade de evidências em uma direção e um ou dois textos que poderiam concebivelmente ser lido de outro modo; a partir do qual é derivada a conclusão desejada, ou pelo menos deixa o assunto aberto.
 
Talvez o cardeal Kasper tem mais textos para citar; certamente, ele será capaz de citar alguns poucos estudiosos, cuja liderança ele tem seguido. Mas vários exemplares de uma prática acadêmica enganadora não são logicamente mais convincentes do que apenas um!

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Em resumo, os argumentos do cardeal Kasper são estupidamente frágeis.

Rezemos pela Igreja.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Estupros nos Países Escandinavos. (Lá não é o Paraíso)


Nós, brasileiros, temos a mania de achar que nosso país é uma grande porcaria e que os países desenvolvidos são um paráíso. Os países que nos parece mais idílicos e maravilhosos são os países escandinavos. Parece-nos que eles, suecos e noruegueses, por exemplo, encontraram o paraíso na Terra. Estes países são conhecidos pela adoção do politicamente correto, pelo enorme tamanho do estado (altíssima tributação) e também por grande número de ateus entre os nativos.

Bom, destes dois países, eu conheço apenas a Suécia, e garanto a vocês que não é o paraíso.

Você pode ficar em um bairro e não ver nenhum sueco, os nativos estão se eliminando (pelo politicamente correto do aborto ou por simples abandono do país) e deixando o país para os imigrantes, que são na grande maioria muçulmanos, especialmente provenientes do Iraque, Somália e Afeganistão.

Hoje, li sobre as estatísticas de estupro na Suécia e na Noruega. O problema destes dois países é a imigração muçulmana.

Uma pesquisa conduzida pela Orebro County Council mostrou que 38% das mulheres têm medo de sair de casa com medo de serem molestadas ou roubadas.

Em 2013, 17.400 ofensas sexuais, dos quais 5.900 foram estupros foram reportadas. E sabe-se que apenas 23% dos estupros são relatados para a polícia.

Calcula-se que os estupros atinjam 75 mil crimes por ano na Suécia, um país que tem uma população metade da cidade de São Paulo (9,5 milhões de habitantes).

Sobre a Noruega, o site Jihad Watch aponta que 100% dos estupros ocorridos em Oslo nos últimos 5 anos foram provocados por imigrantes de países não-ocidentais.

Em outro países escandinavo, na Dinamarca, 41% de todos os somalis forma condenados por crimes em  2012. E os somalis são os que mais recebem apoio do estado dinamarquês.

As notícias de que a Europa se torna cada dia mais muçulmana são diárias. Outro dia, eu li que em Vienna  há mais muçulmanos nas escolas primárias e secundárias do que católicos!

É a Eurábia surgindo. Quem sofrerá? Cristãos, principalmente, mas também os ateus (e gays, e mulheres...).



terça-feira, 1 de abril de 2014

Ambientalismo virou Religião, diz o Pai da Hipótese de Gaia.


Diante da loucura da ONU em pregar o fim dos tempos pela mudança climática, escondendo os próprios erros de previsão dos últimos relatórios do clima, que há 17 anos não se tem aquecimento global e que os neste período as emissões de gases de efeito estufa só aumentaram, é muito bom ouvir uma voz sensata de dentro do ambientalismo.

James Lovelock é o pai da Hipótese de Gaia que vê o planeta Terra como um organismo vivo. Ele deu uma entrevista para o jornal The Gaurdian (o que é de se admirar pois este jornal é muito esquerdista e defensor ds teorias de aquecimento global).

Lovelock diz que o ambientalismo virou religião, não se observa mais os fatos.  E que há muito incerteza sobre o clima e ele mesmo não tem certeza de suas próprias análises. Além disso, ele disse que "é tão estúpido ser um cético da teoria da mudança climática quanto ser um seguidor desta teoria". E ainda defendeu a energia nuclear e disse que fontes de energia renováveis não funcionam no Reino Unido, há pouco sol e pouco vento!

Há muito tempo eu não acredito em aquecimento global do jeito que a ONU e gente como Al Gore defendem. O gás carbono tem sim o feito estufa, mas o resultado é tão complexo, com tantas variáveis, benéficas e maléficas, que o ser humano (e os computadores) não conseguem prever com acuidade. A idéia de aquecimento global além de virar religião, virou fonte de renda de inúmeros ambientalistas, muitos deles nem têm formação própria de climatologista. Esta gente são os novos malthusianos.

Prefiro a "ecologia humana" do Papa Bento XVI.

Leiam a entrevista de Lovelock clicando aqui.



(Agradeço a indicação da entrevista ao site Watts Up With That)