Cristãos dos Estados Unidos divulgaram ontem um Manifesto pedindo o fim da perseguição aos cristãos no Oriente Médio. O Manifesto se chama Pledge of Solidarity & Call to Action on Behalf of Christians and Other Small Religions Communities in Egypt, Iraq and Syria (que poderia ser traduzido por Manifesto de Solidariedade e Chamada de Ação em Nome dos Cristãos e Outras Comunidades Religiosas no Egito, Iraque e Síria).
O Manifesto é assinado por dezenas de líderes cristãos de várias denominações, entre eles dois importantes e conhecidos cardeais católicos: cardeal Charles Chaput e cardeal Donad Wuerl, além de renomados escritores católicos como George Weigel e Michael Novak.
Não há uma condenação ao Islã, como ideologia, o que é um erro (o Islã foi condenado por inúmeros santos), mas imagino que o Manifesto procurou o máximo de assinaturas, então evitou condenar o Islã.
O texto diz que os ataques aos cristãos Oriente Médio ocorrem "apesar da rejeição da maioria dos muçulmanos e condenação de proeminentes vozes muçulmanas como o príncipe jordaniano Ghazi Mohammed e o Grã Aitotlá Sistani do Iraque".
No entanto, se a maioria dos muçulmanos é contra, eles são silenciosos e também não conhecem (ou não respeitam) as condenações explícitas aos cristãos e judeus no Alcorão. E o Manifesto não cita os milhares de líderes religiosos islâmicos que estimulam a perseguição e morte de cristãos diariamente nas mesquitas pelo mundo (incluindo mesquitas do Ocidente).
Sobre a tomada de ação, o Manifesto sugere:
1) Designação de um Enviado Especial sobre Minorias Religiosas no Oriente Médio pelo governo americano;
2) Revisão da Ajuda Internacional para financiar a liberdade religiosa no Oriente Médio;
3) Estabelecimento de um Programa para Refugiados e Reconstrução, para garantir a segurança dos cristãos;
São medidas paliativas, não atacam o cerne da questão: o Islã em si. Mas o Manifesto é um começo, bem atrasado, mas é um começo.
Rezemos pelos cristãos do Oriente Médio.
(Agradeço a informação do manifesto a Mark Movsesian)







