quinta-feira, 15 de maio de 2014

As Igrejas em Casa (House Churches) na China, na Inglaterra e no Egito.


Como alguns de vocês sabem, no começo desta semana, eu participei da conferência Law and Religion Scholars, em Cardiff (Reino Unido). Apresentei meu texto Missing Tradition: The Holy See and Christian Persecution. Na oportunidade eu assisti um chinês falando sobre as Igrejas em Casa (House Chuches) ou Igrejas Subterrâneas (Underground Churches) na China. Para completar, li hoje um texto sobre Igrejas cristãs em Casa no Egito.

Eu sou economista de formação, com mestrado em economia, mas tenho PhD em Relações Internacionais, o que me deu certa liberdade para estudar e participar de conferências acadêmicas não relacionadas a economia. Eu sempre gostei de estudar teologia, mas academicamente apenas desde 2009 eu escrevo textos relacionados a religião.

Participar de conferências sobre religião é muito, mas muito mais interessante do que conferências em economia. Eu costumo dizer, especialmente no meu outro blog (Bloco 11, Cela 18), que a economia foi destruída a partir da exaltação ao egoísmo feita pelo professor de moral Adam Smith. Por outro lado, conferências sobre religião é bem mais arriscadas para quem apresenta um texto, você está mexendo com um assunto muito mais sensível.

Eu considero que esta última conferência foi a melhor que já participei do ponto de vista pessoal, as pessoas gostaram da minha apresentação e fiz ótimos contatos com professores e editores de journals. Não foi a melhor conferência em termos de papers apresentados, mas tiveram alguns textos muito bons.

O que mais gostei foi o de um chinês de Hong Kong que falou sobre  Igrejas em Casa (House Chuches) ou Igrejas Subterrâneas (Underground Churches). Depois que ele apresentou, eu perguntei se ele tinha notícia de algum líder chinês que foi acusado ou era membro de uma igreja cristã. Ele me olhou admirado pela pergunta, como que respondendo que as coisas na China são muito mais secretas e silenciosas e disse simplesmente que para ser líder na China você deve ser comunista (o que implicaria que a pessoa era ateu), mas que muito líderes locais na China seguiam um certo budismo e que o Estado chinês aceita o budismo. 

Respondendo a outra pergunta de outra pessoa, ele disse que na China a Igreja Católica é bem menos aceita que as Igrejas protestantes, pois o Estado dizia que a Igreja Católica representava um outro pais, o Vaticano.

Dai, eu me lembrei que este era o mesmo argumento feito por anglicanos durante a Reforma Protestante da Inglaterra. 

Interessante, depois que sai do País de Gales, resolvi passar um dia em Londres, cidade que conheço ao ponto de não precisar ir conhecer pontos turísticos e me concentrar naquilo que gosto de fazer em Londres. Eu gosto de visitar a Catedral Católica de Westminster, visitar sua loja de souvenir e ir a uma pequena livraria próxima da Catedral que pertence a Catholic and Truth Society.

Na loja de souvenir da Catedral eu encontrei o último exemplar disponível de um vídeo chamado Faith of Our Fathers, que mostra a história dos mártires católicos durante a Reforma Protestante da Inglaterra. Saibam que centenas de católicos, especialmente padres, foram mortos das formas mais brutais durante este conflito. Há muitos santos relacionados ao caso, como São Thomas More, São John Fisher, São Edmund Campion and Santa Margareth Clitherow. Por exemplo, São Edmundo, que era padre jesuíta, foi enforcado, mutilado, teve seus restos mortais arrancados e expostos. Santa Margareth, que era uma simples dona de casa, foi morta colocando pedras sobre o corpo dela.

São Edmund Campion e Santa Margareth Clitherow são conhecidos por fazerem missas em casas.

Hoje, leio que no Egito um cristão copta foi preso porque muçulmanos locais afirmaram que ele mantinha missas cristãs em casa. O homem de 55 anos de idade, conhecido apenas pelas iniciais "BH", é um trabalhador na área de Al -Minya, no Alto Egito, onde os cristãos são especialmente atacados. Foi em 2011 que o copta transformou sua casa em uma igreja, o que teria irritado os muçulmanos. Ele foi preso pela polícia, mas liberado mais tarde depois de concordar que ele nunca mais usaria sua casa como uma igreja. Mas ele voltou a realizar cerimônias cristãs e foi preso de novo.

Raymond Ibrahim, que é egípcio de origem, diz que no Egito, assim como na maioria dos outros países muçulmanos, os cristãos precisam de autorizações especiais, muitas vezes da própria presidência para construírem igrejas. Estas autorizações são quase impossíveis de serem obtidas.

Rezemos pelos cristãos da China e do Egito, que São Edmund e Santa Margareth os iluminem.


(Agradeço a informação do Egito ao site Jihad Watch)

sábado, 10 de maio de 2014

Descoberta Científica sobre Santo Sudário.


Recentemente eu falei aqui da história do ombro de Cristo.São Bernard Chairvaux, em oração, perguntou a Cristo qual era o ferimento Dele que ninguém conhecia e que mais doía. Cristo respondeu que o ferimento no ombro de direito por carregar a cruz era o ferimento mais doloroso que Ele tinha. Cristo prometeu perdão dos pecados veniais para quem adorasse este ferimento.

Leio agora que quatro cientistas analisando o Santo Sudário descobriram que o homem do Santo Sudário sofreu uma luxação do úmero,  paralisia de um braço e um trauma violento no pescoço e no peito.

O úmero é o osso do braço que se liga ao ombro.



Leiam sobre a descoberta dos cientistas.

Eu já tive a grande graça de visitar o Santo Sudário em Turim em 2010. Assim como Patrick Archbold que falou sobre os ombros de Cristo e sobre a descoberta, para mim também o Santo Sudário mostra Jesus Cristo e deve ser adorado, mas minha fé Nele não depende disso.

São Bernard Chairvaux já sabia dos que os cientistas descobriram.

Eu vou viajar para apresentar um artigo (já falei aqui en passant deste artigo) e não devo postar nada até quinta-feira.

Se puderem, rezem pela meu sucesso na apresentação.

Até mais.

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Manifesto nos EUA: Salvem os Cristãos do Oriente Médio!


Cristãos dos Estados Unidos divulgaram ontem um Manifesto pedindo o fim da perseguição aos cristãos no Oriente Médio. O Manifesto se chama Pledge of Solidarity & Call to Action on Behalf of Christians and Other Small Religions Communities in Egypt, Iraq and Syria (que poderia ser traduzido por Manifesto de Solidariedade e Chamada de Ação em Nome dos Cristãos e Outras Comunidades Religiosas no Egito, Iraque e Síria).

O Manifesto é assinado por dezenas de líderes cristãos de várias denominações, entre eles dois importantes e conhecidos cardeais católicos: cardeal Charles Chaput e cardeal Donad Wuerl, além de renomados escritores católicos como George Weigel e Michael Novak.

Não há uma condenação ao Islã, como ideologia, o que é um erro (o Islã foi condenado por inúmeros santos), mas imagino que o Manifesto procurou o máximo de assinaturas, então evitou condenar o Islã.

O texto diz que os ataques aos cristãos Oriente Médio ocorrem "apesar da rejeição da maioria dos muçulmanos e condenação de proeminentes vozes muçulmanas como o príncipe jordaniano Ghazi Mohammed e o Grã Aitotlá Sistani do Iraque".

No entanto, se a maioria dos muçulmanos é contra, eles são silenciosos e também não conhecem (ou não respeitam) as condenações explícitas aos cristãos e judeus no Alcorão. E o Manifesto não cita os milhares de líderes religiosos islâmicos que estimulam a perseguição e morte de cristãos diariamente nas mesquitas pelo mundo (incluindo mesquitas do Ocidente).

Sobre a tomada de ação, o Manifesto sugere:

1) Designação de um Enviado Especial sobre Minorias Religiosas no Oriente Médio pelo governo americano;

2) Revisão da Ajuda Internacional para financiar a liberdade religiosa no Oriente Médio;

3) Estabelecimento de um Programa para Refugiados e Reconstrução, para garantir a segurança dos cristãos;

São medidas paliativas, não atacam o cerne da questão: o Islã em si. Mas o Manifesto é um começo, bem atrasado, mas é um começo.

Rezemos pelos cristãos do Oriente Médio.


(Agradeço a informação do manifesto a Mark Movsesian)

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Igreja Católica ou Partido Católico? ou o "Positivismo Papal"


Partido político, em geral, é uma máfia, já dizia Santo Agostinho em Cidade de Deus. Como máfia, não se pode questionar as decisões do "padrinho". A Igreja Católica não pode ser como um partido político. Deve-se sim questionar decisões, textos, encíclicas etc dos papas, cardeais, bispos, padres..

Michael Dougherty, não lembrou Santo Agostinho, mas argumentou que a Igreja Católica não é um partido político em um excelente texto publicado no The Week.

Dougherty faz uma crítica a um blogueiro muito bom, chamado Jimmi Akin, que sempre leio mas que piorou muito depois da eleição do Papa Francisco, pois está ultrapassando limites lógicos e teológicos para defender o Papa Francisco.

Vou traduzir aqui parte do texto de Dougherty, em azul:

Papa Francis tem um jeito engraçado de nomear e envergonhar certas tendências na igreja, usando insultos que são inventivos, gerando confusão. Seu ouvido está afinado para a forma como a fé católica pode ser distorcida pela ideologia. E eu gostaria de imitar o seu exemplo, quando eu digo isto: A maioria dos católicos são completamente despreparados para um papa perverso. E eles podem não estar preparados para o Papa Francisco também. Eles são mais leais a um partido católico imaginado que para a fé católica ou a Igreja.

Especulações teológicas do pontífice romano são de quase nenhum interesse para os católicos ao longo da história, e nunca se tornaram assim a menos que ele fosse um grande teólogo, ou houvesse uma grande controvérsia que a autoridade da Igreja Romana pudesse resolver. Para a média de centenas de católico que vivem quilômetros de Roma, a fé era a fé, se o papa era zelosamente ortodoxo como São Bento II ou um criminoso sexual como o Papa João XII.

Durante as revoltas contra Vaticano II na década de 1970, 80 e 90 , os católicos conservadores desenvolveram uma arquitetura mental que lhes disse que, mesmo se o seu pároco ou bispo local fosse negligente, imoral ou mesmo vagamente herético, havia praticamente um santo vivendo em Roma, cuja ortodoxia era inatacável, tinha carisma pessoal, e boas obras. A solidez da mensagem que vem de Roma tem sido por muitos católicos a experiência prática dessa verdade sobre a igreja.

A quase onipresença que o papado moderno alcança através da mídia me faz me preocupar que a instituição do papado já devia estar em grave crise, se não fosse pela capacidade incomum teológica de Joseph Ratzinger, primeiro como cardeal e depois como papa Bento XVI , na qualidade de um balastro. A mídia moderna , especialmente a mídia católica moderna, trouxe o papa em nossas casas, através do rádio, na televisão e em nosso mundo da mídia de nicho. Ele está no navegador de muitos católicos a cada dia. E a mídia conservadora católica baseia-se fortemente sobre o papel imaginativo inflado do papado, como tablóides britânicos contam com a realeza. A pompa , mistério e fama ligada ao escritório são uma ótima maneira de vender revistas , recebendo cliques, ou captação de recursos. Ele é a celebridade mundial que representa o " nós". Ele é a razão da Fé.

Quando você adiciona a isso o fato de que a formação cultural dos católicos mais engajados é principalmente o combate ideológico de facções políticas e culturais, tendem a tratar o papa como seu " líder do partido ", e para o tratamento do "mundo" como um opositor. É difícil descrever como distorcida esta imagem mental é a verdadeira fé, mas alguns exemplos podem bastar.
Olhem, por exemplo, para a reação dos católicos conservadores ao telefonema do papa para Jaquelina Lisbona, uma mulher na Argentina civilmente casada como uma divorciada, em que Francisco supostamente aconselhou-a a ignorar praticamente a doutrina da Igreja sobre o divórcio, o adultério , confissão e comunhão.

Phil Lawler em Cultura Católica especulou , "Por tudo que sabemos, ela e seu marido estão agora a viver como irmão e irmã, caso em que não haveria nenhuma razão para que ela não poderia continuar a receber os sacramentos." 

Jimmy Akin lembrou aos seus leitores no National Catholic Register que o papa tem o poder de agir como chefe legislatura da igreja e executar juízos de imediato, e assim, portanto, ele poderia anular o primeiro casamento e radicalmente sancionar o segundo, tudo isso poderia ser feito por telefone. Se tivesse feito isso, o Papa teria eliminado todo o processo jurídico da igreja, minando a fé na disciplina da Igreja. 


Deixe-me sugerir que estes dois homens bons católicos estão agindo não como homens de igreja, mas como os homens do partido, e caindo em que Hillary Jane White apropriadamente diagnosticou como "positivismo papal." Lawler e Akin não está sozinhos. 

Membros do Partido e membros da igreja não são iguais em tudo. Partido pede aos seus membros que minimizem e expliquem supostas contradições entre um dirigente partidário e o próximo, para ocultar desvios pelos líderes partidários da plataforma do partido. Crimes de membros do partidos são tratados como muito menos graves do que os do partidos de oposição.

Ao contrário de um partido, a igreja já sabe o resultado da sua eleição; o reino abençoado, e não o maldito. A igreja já tem a vitória. E assim a Igreja e seus fiéis não dependem da justiça do papa. O papado e a Igreja dependeM da justiça de Cristo. A fé católica ensina que o papa tem o mesmo dever de manter-se constante na fé como nós, o Espírito Santo não o transforma em máquina após a sua eleição. Se ele mente, devemos repreendê-lo na caridade. Se ele falhar em alguma coisa, devemos ajudá-lo. Ele não é apenas o católico mais importante, ele é nosso irmão.

O Partido Católico eclipsando a Igreja Católica tem um efeito de distorção na percepção do mundo também. Se os mais altos e mais proeminentes membros ortodoxos da Igreja nos meios de comunicação tratam o papa como um líder do partido e são tão rápidos em racionalizar as enormes mudanças na prática da fé ao longo dos últimos 50 anos, por que eles deveriam ficar surpresos quando o mundo concebe as doutrinas e dogmas da Fé como plataformas de partidos, mutáveis, que deveriam ser atualizadas?

Como a igreja poderia possivelmente honrar os mártires ingleses como St. Thomas More, se eles morreram apenas por uma "política de partido", e não por uma verdade sobre os sacramentos?

Se o Papa aprovar [a mudança no sacramento do casamento para favorecer os divorciados que se casarem novamente, algo proibido pelo próprio Cristo], será tempo para os membros da Igreja Católica se levantarem e afirmarem aos seus prelados um gosto do sensus fidelium [que não depende do que pensa a maioria]

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Sensacional artigo. Nada a acrescentar.

Rezemos pela Igreja.

(Agradeço o texto ao site Big Pulpit)

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Terrorismo Islâmico contra....Arábia Saudita!


Há expressões que encontro tanto em inglês como em português, uma delas é "ele mordeu a mão que alimenta". Outra no mesmo sentido que encontro só em português é "ele cuspiu no prato que comeu". Elas têm o mesmo sentido: traição.

Facilmente pode se lembrar destas expressões quando se lê a notícia que a Arábia Saudita evitou um ataque terrorista islâmico de grande proporção contra o país. E a maioria dos terroristas eram sauditas.

Arábia Saudita? Aquele país que espalha madrassas pelo mundo estimulando o terrorismo islâmico? Aquele país que formou Bin Laden? Aquele país que contribuiu com 15 dos 19 terroristas de 11 de setembro? Aquele país que envia milhares de terroristas para a Síria para derrotar o regime Assad?

Diz o jornal Al Arabiya:

O Ministério do Interior da Arábia Saudita afirmou ontem que desmantelou uma importante "organização terrorista ", com links com elementos extremistas na Síria e no Iêmen que estavam planejando ataques contra instalações governamentais e interesses estrangeiros.

De acordo com um comunicado do ministério, 62 supostos integrantes do grupo - entre eles três estrangeiros, um palestino, um iemenita e um paquistanês - foram presos.

Entre os detidos, há 35 sauditas que já tinham sido detidos anteriormente por acusações relacionadas com a segurança, mas liberados.

As autoridades ainda estão à caça de 44 outras pessoas cujos nomes foram submetidos a Interpol.

O porta-voz do Ministério do Interior Major General Mansour al- Turki disse a repórteres em Riad que a organização também fez contato "direto" com o Estado islâmico do Iraque e da Síria (ISIS ) .

O grupo havia sido alvo " do governo e os interesses estrangeiros " e tinha planejado " assassinatos em grande escala . "

Segundo o comunicado, " atividades suspeitas em redes sociais " tinha facilitado as prisões , sem fornecer mais detalhes.

Al- Turki disse que o objetivo do grupo terrorista era espalhar o caos no reino.

Faris Bin Hizam, especialista saudita em movimento islâmico disse que a Arábia Saudita tem sido alvo constante de grupos terroristas sediados em países vizinhos, especialmente o Iraque e a Síria.

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Bom, na verdade, não é de se admirar, os muçulmanos criaram dissidências e se matam desde Maomé. A tradição islâmica conta que o último discurso de Maomé foi pedir que os muçulmanos não lutem entre si, ele já estava presenciando isto e o aviso não deu certo.

Arábia Saudita planta sementes de destruição em vários países, inclusive nela mesma.


(Agradeço a informação do Al Arabiya ao site Zero Hedge)

terça-feira, 6 de maio de 2014

Pedofilia em Hollywood (parte 2)


Eu já falei aqui da Pedofilia em Hollywood. Mas uma nova acusação de pedofilia ao diretor de X-Men (Bryan Singer) e um novo filme reiniciam o debate (Kill your Darlings, estrelado pelo garoto que fez Harry Porter). Um debate muito mais silencioso, como fala Andrew Klavan abaixo. Se os problemas fossem de padres católicos o debate seria gigantesco. Quando os problemas são relacionados a amados pela esquerda como atores e ONU, a mídia simplesmente esconde os fatos.

Klavan é bem claro, sobre o que acontece em Hollywood, a pedofilia é um doença enorme dentro de Hollywood. Klavan conclui dizendo:

“If these [people accused of pedophilia] were conservatives, if these were priests, if they were religious people, this would be a huge story. But as it is, it’s gonna get swept under the rug unless more people come forward.

(Se estes acusados de pedofilia fossem conservadores, se fosse padres, se eles fosse pessoas religiosas, seria um um enorme história na mídia. Mas sendo em Hollywood, o assunto é jogado para debaixo do tapete, até que pessoas mais se levantem contra isso.")




Mark Judge escreveu sobre os problemas com o filme Kill your Darlings que retrata um relacionamento pedófilo homossexual.

Vou traduzir aqui parte do texto de Judge (em azul):

O caso mais interessante envolve o filme Kill Your Darlings, dirigido por John Krokidas , um ativista gay conhecido. É estrelado por Daniel Radcliffe - o próprio Harry Potter - e Dane DeHaan, que atualmente aparece como o Duende Verde no novo filme do Homem-Aranha. O filme conta a história dos primeiros anos dos escritores beat - Allen Ginsberg, William S. Burroughs, Jack Kerouac e Lucien Carr. A história central envolve Lucien Carr, um artista provocador, bonito e carismático que, enquanto na Universidade de Columbia, reúne o grupo de escritores que mais tarde iria ganhar fama como a Geração Beat.

Carr também foi, de acordo com muitas testemunhas - Jack Kerouac e William Burroughs, que escreveram um livro sobre o incidente, e da família de Carr -  vítima de abuso sexual prolongado e perseguição por um homem mais velho chamado David Kammerer. Kammerer tinha vinte e seis e Carr tinha doze, quando os dois homens se encontraram; uma diferença de 14 anos. Kammerer era líder escoteiro da tropa de Carr. Ele seguiu Carr onde o jovem foi, cidades mudando sempre que Carr mudava. Então , em 13 de agosto de 1944, Carr matou Kammerer em uma briga de fim de noite. A arma do crime foi uma faca de escoteiro. Carr passou dois anos na prisão, o juiz foi brando com Carr quando a extensão da obsessão de Kammerer foi revelada.

Material elétrico para um grande filme sobre a sexualidade, a pedofilia e obsessão, certo? Não em Hollywood. Kill Your Darlings retrata Lucien Carr como um homossexual em conflito e David Kammerer não como um perseguidor, mas como um professor brilhante que escreve artigos de Carr para ele. Carr também é atraído para o poeta Allen Ginsberg , interpretado por Daniel Radcliffe. Em uma cena , os dois homens se beijam.

Como um fã dos beats e alguém familiarizado com a sua história, isso para mim é apenas mentira, mas também uma espécie de encobrimento do abuso de crianças. Algumas semanas atrás, entrei em contato com Caleb Carr, filho de Lucien Carr e autor do livro best-seller O Alienista. Caleb Carr confirmou o que eu suspeitava: Kill Your Darlings é uma farsa completa da história. A família Carr nunca foi contactada pelo diretor do filme ou os atores. O filme é uma defesa do perseguidor e abusador de Lucien Carr, e a apoteose de Allen Ginsberg, que não fez segredo sobre seu amor de meninos e chegou a defender a pedofilia. No filme Ginsberg é visto como o rebelde corajoso que não vai deixar a administração da Columbia mentir sobre o amor gay entre Kammerer e Carr.

Isto é uma mentira a serviço do abuso infantil. Caleb Carr diz isso muito claro. 

No jornalismo , três eventos semelhantes deve indicar um padrão. No ano passado, Corey Feldman detalhou o abuso sexual de jovens em seu livro de memórias, Coreyography. Aí Caleb Carr passou o registro sobre Kill Your Darlings. E agora Bryan Singer é acusado de pedofilia, e não sem uma grande quantidade de provas circunstanciais.

Andrew Klavan está certo. Se fossem padres suas carreiras estariam terminadas.

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Eu concluiria com termos ainda mais fortes. Hollywood não só abafa casos de pedofilia, o cinema americano exalta a pedofilia, como está claro no filme Kill Your Darlings. Ou no filme sobre Milk (que retratou um ativista gay que também tem acusações de ter sido pedófilo).


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Oração do Ombro Direito de Cristo.


Kathy Schiffer conta uma bonita história que relaciona Jesus Cristo, São Bernard Chairvaux e Padre Pio.

São Bernard Chairvaux, em oração, perguntou a Cristo qual era o ferimento Dele que ninguém conhecia e que mais doía. Cristo respondeu que o ferimento no ombro de direito por carregar a cruz era o ferimento mais doloroso que Ele tinha.

Cristo prometeu perdão dos pecados veniais para quem adorasse este ferimento.

Muito tempo depois, o livro Il Papa e Il Frate, relatou que o futuro papa Karol Wojtyla perguntou ao Padre Pio qual era o ferimento das estimagtas que mais doía. Padre Pio respondeu que era um ferimento no seu ombro, que ninguém sabia e que ele nunca conseguiu curar ou tratar.

Em 2008, Frank Rega relatou que o Irmão Modestino, que cuidava dos pertences do Padre Pio, encontrou uma camisa dele no qual havia uma mancha de sangue no ombro direito. Irmão Modestino pediu em oração ao Padre Pio que ele respondesse se aquela marca representava a cruz carregada por Cristo. O Irmão Modestino teve um resposta dolorida, acordou de madrugada com uma dor enorme no ombro direito, mas que logo passou, e ele passou a sentir um aroma de flores.

São Bernardo de Claraval, depois de receber a mensagem de Cristo a respeito da dor que Ele experimentou em seu ombro, procurou promover a devoção ao ferimento no ombro de Cristo, e escreveu a seguinte oração (não se existe em português):

Prayer to the Shoulder Wound of Christ
Most loving Jesus, meek Lamb of God, I, a miserable sinner, salute and worship the most Sacred Wound of Thy Shoulder on which Thou didst bear Thy heavy Cross which so toreThy flesh and laid bare Thy Bones as to inflict on Thee an anguish greater than any other wound of Thy Most Blessed Body.  I adore Thee, O Jesus most sorrowful; I praise and glorify Thee, and give The thanks for this most sacred and painful Wound, beseeching Thee by that exceeding pain, and by the crushing burden of Thy heavy Cross to be merciful to me, a sinner, to forgive me all my mortal and venial sins, and to lead me on towards Heaven along the Way of Thy Cross. Amen.
(Imprimatur: +Thomas D. Beven, Bishop of Springfield.)

Rezemos, Cristo entende todas as línguas e o que está em nossos corações.



sábado, 3 de maio de 2014

Igreja Católica vende Igreja para Muçulmanos: A Mesquita Jesus


Na cidade de Siracusa, no estado de Nova Iorque, a Igreja Católica vendeu a Igreja da Santíssima Trindade para um grupo muçulmano. Eles dizem que vão chamar a mesquita de Mesquita Jesus, mas a primeira coisa que fizeram foram tirar todas as cruzes da Igreja, por que?

Ora, o Jesus dos muçulmanos não morreu crucificado, não ressuscitou, nem era Deus, e além disso ensinou que um profeta maior do que ele viria: Maomé. Jesus pede adoração a Alá. Jesus, para muçulmanos, não é nem judeu, nem muito menos cristão, Jesus é muçulmano. Jesus, no Alcorão, é pouquíssimo lembrado, não há o Sermão da Montanha, por exemplo. Se o evangelho do Sermão da Montanha fosse colocado no Alcorão (capítulo 5 de São Mateus), excederia em tamanho tudo que o Alcorão fala de Jesus. No Alcorão, não se sabe onde Jesus nasceu, nem se ele tinha discípulos. Mesmo a Maria, mãe de Jesus, também não é a mesma, nem nasceu na mesma época.

Além das cruzes, os vitrais da Igreja que mostram a ressurreição e a trasnfiguração devem sair, pois muçulmanos não acreditam nisso, nem pode haver ilustração de profetas do islã, como Jesus.

Quem conta esta triste história é William Kilpatrick.

Que triste notícia, ver a Igreja Católica não tendo nenhum critério nem para vender nem suas casas de adoração a Deus, que nem deveriam ter sido vendidas.


(Agradeço a informação ao site Real Clear Politics)