segunda-feira, 9 de junho de 2014

Bispo Schneider: " A Igreja vive Tremenda Confusão". Esquerdistas trazem Paganismo.


O bispo Athanasius Schneider viajou para a Inglaterra e na oportunidade disse que a Igreja vive a 4a Crise.  Esquerdistas estão levando a Igreja para o paganismo e isto vai acabar em cisma.

Bom, para começar que nome ele tem, heim? Atanasius. Aquele que lutou contra o mundo para defender que Cristo era da mesma substância de Deus, que Cristo não tinha sido criado por Deus. Cristo é Deus.

Schneider compara a crise atual àquela que enfrentou Santo Atanásio. Acho que ele usou a retórica do exagero. pois o mundo de Santo Atanásio era um mundo pagão, enquanto o mundo de hoje conhece muito mais a Cristo, e no tempo de Santo Atanásio 80% dos bispos eram arianos. Santo Atanásio estava praticamente sozinho,  enquanto a opinião do bispo Schneider é compartilhada por muitos, leigos, padres e cardeais. Santo Atanásio morreu abandonado no exílio, o bispo Schneider não corre este risco, caso contrário, inúmeros correriam.

E o próprio Schneider reconhece que a "maioria dos bispos defende a verdadeira Doutrina católica". Muito diferente do tempo de Santo Atanásio. E Schneider não é pessimista, confia no Espírito Santo.

E ele não critica o Papa Francisco, ao contrário, exalta o novo pontífice.

Eu concordo plenamente com ele que a Igreja vive uma grande crise. Santo Atanásio se preocupava em mostrar o verdadeiro Cristo, o bispo Schneider se preocupa também com isso: que as pessoas reconheçam Cristo nos sacramentos.

Vejamos o que disse o bispo Schneider descrito no site do The Catholic Herald. Vou traduzir partes do texto (em azul), leiam todo o artigo clicando no link.

Os liberais, colaborando com o "novo paganismo", estão levando a Igreja Católica no sentido de uma divisão, de acordo com o bispo Atanásio Schneider, especialista em liturgia que está conduzindo uma luta contra "abusos" na Igreja.

Tão grave são os problemas que Dom Schneider disse em uma entrevista na semana passada, de que esta é o quarta grande crise na história da Igreja, comparável à heresia ariana do século IV em que uma grande parte da hierarquia da Igreja foi implicada.

Se você ainda não ouviu falar deste bispo nascido nos tempos da União Soviética, você vai. O sincero, clérigo erudito é bispo auxiliar da Arquidiocese distante de Santa Maria, em Astana, Cazaquistão. Mas este mês, ele fez turnê na Inglaterra.

Seus pontos de vista não são populares com todos, especialmente alguns de seus colegas liberais, ou, segundo ele, com a grande mídia do mundo secular. Mas seu público conta outra história.

Dom Schneider é mais conhecido por argumentando que a Santa Comunhão deve ser recebida na língua enquanto ajoelhado, que ele insiste é a maneira mais eficiente para promover o respeito pelo Sacramento e para prevenir o abuso das Hóstias.

Em sua entrevista, o bispo Schneider disse que o tratamento "banal" e casual do Santíssimo Sacramento é parte de uma grande crise na Igreja em que alguns leigos e clérigos, incluindo alguns em posições de autoridade, estão do lado da sociedade secular. Dom Schneider disse: "Eu diria que, estamos na quarta grande crise [da Igreja], em uma tremenda confusão sobre doutrina e liturgia. Já estamos nesta crise há 50 anos ".

Quanto tempo vai durar? "Talvez Deus tenha misericórdia de nós dentro de 20 ou 30 anos."

No outono, o sínodo de bispos vão se reunir em sessão extraordinária para debater a família, à luz do questionário que o Papa Francisco convidou os fiéis para completar, dando as suas opiniões sobre o casamento e a sexualidade. As expectativas estão crescendo de que as regras serão relaxadas em uma série de questões sexuais e em termos de pessoas divorciadas receber a comunhão como um sinal de "misericórdia" da Igreja.

Tais pontos de vista, de acordo com Dom Schneider, revelam a profundidade do problema. "Eu acho que esta questão da recepção da Sagrada Comunhão pela casou novamente vai explodir e mostrar a verdadeira crise da Igreja. A verdadeira crise da Igreja é o antropocentrismo e o esquecimento de Christo-centrismo ...

"Este é o mal mais profundo: o homem, ou o clero, colocando-se no centro, quando eles estão comemorando liturgia e quando mudam a verdade revelada de Deus, por exemplo, sobre o Sexto Mandamento e a sexualidade humana".

Embora ele diz que a conversa de mudança é principalmente vinda da "mídia anti-cristã", ele vê o clero e os leigos católicos "colaborarem" com o que ele chama de novo paganismo. Dom Schneider é particularmente crítico em relação à idéia de que essas mudanças devem ser feitas de modo a ser misericordioso para com aqueles atualmente impedidos de receber os Sacramentos. "[Este é] uma espécie de sofisma", disse ele. "Isto não é a misericórdia, isto é cruel."

Ele sugeriu que isso era "um falso conceito de misericórdia", dizendo: "É comparável a um médico que dá açúcar para diabéticos, embora ele sabe que vai matá-lo."

O bispo acredita que há claros paralelos com grandes crises do passado, quando líderes clérigos foram cúmplices com as heresias. Na heresia ariana, disse ele, nomeamos nos dedos os que resistiram. "Nós [os cristãos] somos uma minoria. Estamos cercados por um mundo pagão muito cruel. A tentação e desafio de hoje pode ser comparada com os primeiros séculos."

Papa Francisco é percebido como na vanguarda de uma nova atitude liberal vindo de Roma. Mas Dom Schneider diz: "Graças a Deus, o Papa Francisco não se expressou dessa maneira que a mídia de massa espera dele. Ele tem falado até agora, nas suas homilias oficiais, uma doutrina católica muito bonita. Espero que ele continue a ensinar de uma forma muito clara a doutrina católica ".

O bispo disse que espera "a maioria dos bispos ainda têm espírito católico suficiente e fé."

No tumulto, Dom Schneider, teme que católicos tradicionais sejam perseguidos e discriminados, mesmo a mando de quem tem "poder nas estruturas exteriores da Igreja". Mas ele acredita que as pessoas envolvidas com a "heresia" não prevalecerão contra a Igreja". E, na esperança, o bispo disse: "O Magistério Supremo certamente irá emitir uma declaração doutrinária inequívoca, rejeitando qualquer colaboração com as idéias neo-pagãos."

Ele acrescentou: "A popularidade é falsa ... Grandes santos da Igreja, tais como Thomas More e John Fisher, rejeitaram popularidade ... aqueles que hoje estão preocupados com a popularidade dos meios de comunicação e a opinião pública ... serão lembrado como covardes e não como heróis da Fé ".

Mas, apesar de suas preocupações, Dom Schneider não é pessimista e acredita que já há uma onda de apoio para os valores tradicionais que, com o tempo, renovarão a Igreja: "pequeninos na Igreja foram descidos e negligenciadas", disse ele. "[Mas] eles têm mantido a pureza de sua fé e representam o verdadeiro poder da Igreja aos olhos de Deus e não aqueles que estão na administração."

Ele acrescentou: "Eu não estou preocupado com o futuro. A Igreja é a Igreja de Cristo e Ele é o verdadeiro chefe da Igreja, o Papa é apenas o vigário de Cristo. A alma da Igreja é o Espírito Santo e Ele é poderoso ".

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Grandes palavras do bispo Schneider.

domingo, 8 de junho de 2014

Fotos do Encontro entre Francisco, Peres e Abbas


Acabo de assistir ao vivo toda a cerimônia de oração pela paz entre judeus, muçulmanos e cristãos, nos jardins do Vaticano, pelo site da Rome Reports.

Vou dar minhas impressões sem ler qualquer avaliação.

O que eu achei? Resposta inicial: não sei dizer muito, pelo simples fato de que não entendo árabe, nem hebraico. Parece-me que a cerimônia correu tranqüila sem incidentes aparentes. Mas o mais importante é o que foi dito nas orações, mas isralenses falaram em hebraico e muçulmanos em árabe.

Pelas imagens, pareceu-me que o encontro foi amistoso, mas achei a postura de Mahmoud Abbas durante as orações um pouco desreipeitosa, ele nunca seguia o livrinho e a linguagem do corpo dele dizia que queria ir embora. O Papa passou o tempo todo lendo o livrinho.

Pelo o que entendi do italiano (que reconheço algumas palavras) e inglês (que entendo bem) é que o Papa e Shimon Peres disseram que é preciso coragem para a paz. As orações dos cristãos, foram em geral pedindo a Deus e Jesus Cristo (o Papa citou Nossa Senhora) que trouxesse paz aos israelenses e palestinos e ao Oriente Médio. Não entendi nada do discurso de Abbas (ele falou completamente em árabe, enquanto Peres falou em inglês em alguns pedaços).

Repito o que eu disse no post anterior: rezou-se para Alá pela primeira vez no Vaticano.

Resultado: encontro agradável. Impacto na paz? Só Deus sabe, mas não espero nada relevante. Pois como já disse no post anterior Peres não manda em nada e vai deixar o cargo em julho e o histórico de Abbas é péssimo.

Vejamos as fotos que tirei do vídeo do Rome Reports:

































sábado, 7 de junho de 2014

Rezando para Alá no Vaticano pela Primeira vez na História.


O Papa Francisco, ansiando pela paz no Oriente Médio, ofereceu "sua casa" para orações "conjuntas" entre judeus, cristãos e muçulmanos. O fato ocorrerá amanhã a noite em Roma e será a primeira vez na história que será rezado para Alá dentro do Vaticano.

Interessante é que hoje um líder muçulmano, Aitolá Khamenei, do Irã, disse que "a falta de conhecimento do Alcorão pode fazer com que se coopere com judeus".

Ele tem razão. O Alcorão condena fortemente judeus e cristãos, infiéis, em diversos versos.

Na explicação dada pelo Vaticano sobre como será o fato, não será bem uma oração conjunta e sim cada delegação de judeus, cristãos e muçulmanos terá um momento para oração nos jardins da residência do Papa. Isto mesmo, nos jardins, qual local seria apropriado para juntar estas três religiões?

Por questões óbvias, não há como judeus, muçulmanos e cristãos rezarem conjuntamente. Judeus e cristãos, por terem o mesmo Deus, na palavras do próprio Cristo, que era judeu, poderiam rezar de forma conjunta em uma sinagoga, como o próprio Cristo fez. Mas ao se ter muçulmanos, a oração conjunta se torna impossível.

Rezar para Alá dentro do Vaticano, para mim, é um acinte histórico, esta religião mata cristãos há séculos, desde que foi criada por Maomé. O Vaticano apenas legitima os líderes do Islã. Como será que eles rezarão pela paz,? Irão se manter dentro dos limites de respeito ou irão recitar os versos do Alcorão que pedem a aniquilação de judeus e cristãos?

Basta os muçulmanos dizerem "que Alá traga sua paz para a terra", que isto significará a morte de infiéis, dentro do islamismo.

O Vaticano está alertando para não se esperar que a paz chegue depois das orações. E isto também é óbvio, mesmo porque Shimon Peres, que representará os judeus não tem poder político e deixará o cargo de presidente em julho, e Mahmoud Abbas tem uma carreira de terrorismo, e quer completo fim do estado judeu, além de ter se juntado ao Hamas, grupo que domina a Faixa de Gaza, e que é uma denominação terrorista.

As orações mudarão os corações ou legitimarão as ações? Será que os muçulmanos não usarão o "apoio do Papa" para conseguir vantagens?

Como será que Abbas seria recebido no mundo muçulmano se depois das orações ele dissesse: "olha pessoal, eu acho que a gente deve amar os judeus"?

Entre os cristão, até onde eu sei, as orações contarão com o patriarca Bartolomeu da Igreja Ortodoxa, mas me pergunto que, já que é para abrir a porta para representantes das três religiões, por que não se convidou representantes protestantes?

O que eu penso do gesto do Papa Francisco em poucas palavras é que é mais um gesto midiático do Papa e eu não gosto de abrir as portas de minha Igreja para inimigos da fé cristã.

Por outro lado, nunca desprezo o poder das orações.

Por isso, rezemos pela Igreja, que ela saiba defender a fé cristã e rezemos pela paz, que só se encontra em Cristo.

Vejamos o vídeo da Rome Reports sobre a cerimônia que ocorrerá nos jardins do Vaticano:





sexta-feira, 6 de junho de 2014

O que perdemos, se abandonamos o Cristianismo?


Eu sou mestre em economia, e por vezes me assusto de ver como a formação dos economistas atualmente despreza completamente o poder da cultura. Olhando para minha graduação, eu diria que aprendi tão pouco na minha graduação que eu diria que me formei em nada. Fui aprender economia apenas no mestrado, e a economia que aprendi despreza a cultura, a moral e a ética. É o que eu chamo de efeito Adam Smith que colocou o egoísmo em um pedestal e o idolatrou. Hoje o economista só se preocupa com o custo de oportunidade (como lucrar mais do que outros).

Outro dia eu estava conversando com um aluno de mestrado de economia sobre o mercado financeiro, e ele se mostrou muito preocupado com a atuação de governos. Para ele, os governos tinham obrigação de salvar os grandes bancos, pois caso contrário, tudo seria um caos. Eu disse que eu estava longe de ser comunista, mas não acreditava nesta teoria de que o povo (governo) tem de salvar banqueiro, que não acreditava nesta teoria do caos dele.

Eu acredito no caos se não protegemos nossa cultura, nosso cristianismo, coisa bem mais profunda do que o mercado financeiro que se ajusta pela necessidade humana. Por que o mundo ocidental salva banqueiro e abandona o cristianismo?

Porque há décadas o ocidente enfraquece os valores cristãos, a economia como disciplina apenas reflete isso, o cristianismo no ocidente virou apenas mais uma religião.

Quando irão derrubar o Cristo Redentor?

Certa vez, eu falei aqui no blog que os próprios membros da Academia de Ciências da China reconhecem: a chave do sucesso do ocidente é cristianismo.

Mas por que falo disto hoje?

Porque hoje eu li que o presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko (foto abaixo), disse que devemos proteger o cristianismo no mundo "a qualquer custo", pois se "perdemos o cristianismo, perdemos tudo".


Ele tem toda razão.

Hoje eu também li que mais de 60 igrejas cristãs já foram destruídas na Síria. A Síria já era majoritariamente muçulmana, mas tem (ainda) um presidente que protege a minoria cristã que é cristã desde os primórdios do cristianismo. Uma Síria sem cristãos é um aberração histórica e teremos outro país.

Rezemos para que o mundo ocidental ouça o presidente da Bielorrússia que fala o que nem os papas têm dito.

Os papas até pedem proteção aos cristãos no mundo, mas pedem que os países procurem protegê-los de forma incisiva, com uso de força. Em suma, os papas tÊm abandonado os cristãos aos próprios governos e terroristas a que estão sujeitos.


quinta-feira, 5 de junho de 2014

Ah, o Amor. O Diabólico Amor que Justifica Tudo.


Costumo dizer que uma das armas mais poderosas do demônio é a perversão do sentimento, a perversão do amor.

Por exemplo, gosto de fazer uma pesquisa prática entre meus alunos quando o assunto começa a ser religião. Pergunto a eles: Digam-me o que para vocês justifica o casamento gay. Eles sempre respondem a mesma coisa: "professor, eles se amam. O amor justifica".

Daí, eu respondo: "então, basta ter amor, que está justificado? E se eu amar uma criança, posso fazer sexo com ela, e se eu amar minha irmã e se eu amar oito mulheres, e se eu amar um bicho, e se eu amar matar uma pessoa, e se eu amar matar uma raça de pessoas..." Se o amor justifica, o ódio também.

A charge acima me lembrou este comportamento. As pessoas hoje baseiam a Bíblia inteira no amor e esquecem todo o resto. Não lembram que Cristo disse: "Quem me ama, segue meus mandamentos". Deve-se saber quais são estes mandamentos, não basta apenas amar.

Li também recentemente um bom texto sobre a perversão do sentimento, escrito por Kevin O' Brien. O texto se chama The Pornography of Sentiment (A Pornografia do Sentimento). Ele fala o óbvio, mas hoje o óbvio é excepcional.

Traduzo abaixo parte do texto de O' Brien, em azul, leiam todo o texto no site do Saint Austin Review.

Quanto mais velho fico, menos eu confio no sentimento, menos eu acho que a simpatia é genuína.

Nós amamos ter nossos sentimentos despertados. Grande parte da religião é assim. Para muitos, a religião é como um romance ou como um filme Hallmark sem os cavalos. A oração só é válida se você "sentir" ela; adoração só digna se " move" você. Claro, não há nada de errado com sentimento ou com sendo movido - mas essas coisas são supostamente para indicar algo mais profundo: a fé , o amor , a lealdade. E muitas vezes elas não fazem. Muitas vezes temos sentimentos por causa do sentimento. O sentimento é suposto ser um meio para um fim, não um fim em si .

E esse hábito popular de buscar sentimento pelo sentimento é uma espécie de pornografia - queremos o sentimento, sem a obrigação de que o sentimento implica.

Mesmo certas amizades podem ser assim. Podem ocorrer afinidades quando está tudo bem. Mas ninguém gosta de Timon de Atenas quando ele está sem sorte. A maioria dos nossos conhecidos são amigos no bom tempo, mas abandonam o navio quando os mares ficam difíceis.

Há algo na tradição cristã que aborda isso. É a noção de purificação pelo fogo, de luz e calor e do sofrimento revelar a verdade sobre quem somos e queimam nossos falsos pretextos.
A obra de cada um se manifestará; para o dia do Senhor que a declarará, porque será revelada no fogo; e o fogo provará o trabalho de cada homem, de que tipo é. (1 Coríntios. 3:13)

Isto é verdade não só dos mistérios de Deus, mas do homem. Toda comédia literária é sobre mascaramento e desmascaramento, e às vezes o pobre é revelado como o rei disfarçado, e o imperador é revelado como um tolo nu. 


(Agradeço o texto de Brien ao site Big Pulpit e a charge ao site Creative Minority Report)

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Arcebispo Chaput escreve sobre Papa Francisco e São Francisco.


Recentemente, eu fui ao Reino Unido apresentar um artigo e tive a graça de visitar em Londres a National Gallery. Pouco depois de entrar no museu me deparei com o quadro acima. Fiquei extasiado. O quadro é do pintor espanhol Francisco de Zubarán e se chama São Francisco Meditando. Fiquei admirando especialmente a roupa, as mãos e o rosto de São Francisco no quadro de Zubarán.

Neste post, irei descrever o que o arcebispo americano Charles Chaput falou sobre o Papa Francisco e sobre São Francisco. Resolvi, agregar mais um francisco ao post: Francisco de Zubarán.

O membro do clero que mais gosto nos Estados Unidos, torço que para um dia se torne papa, é o cardeal Raymond Burke. Mas gosto muito também do arcebispo Chaput, este descendente de índios é muito inteligente e reconhece o atual momento da Igreja. Chaput tem toda a capacidade para falar de São Francisco, uma vez que é capuchinho franciscano. Rezo para que Chaput se torne logo cardeal e se aproxime do papado também.

Vou traduzir (em azul) parte do que ele escreveu em um texto chamado "Francis of Assisi and Western Catholicism" (Francisco de Assis e o Catolicismo Ocidental) publicado na revista Crisis Magazine. Leiam todo o texto clicando no link.

No texto, Chaput desmonta o que a imaginação popular (usada pelo Papa) pensa de São Francisco. Não tem conversa com lobo, nem mesmo a Oração de São Francisco. Se fosse vivo hoje, São Francisco não seria visto como ambientalista e pobrezinho, mas como um religioso fundamentalista exigente na eucaristia e no comportamento dos outros. A parte do texto de Chaput sobre São Francisco deixa transparecer nas entrelinhas críticas ao Papa Francisco.

Vejamos (lembro novamente o aviso ao lado, minha tradução é feita sem muitos cuidados, pois não tenho tempo):

Quero começar com uma simples declaração de um fato. Toda a vida cristã é um paradoxo. O que eu quero dizer com isso é o seguinte.

Em Isaías 55, Deus diz: " Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos os meus caminhos, diz o Senhor. Porque assim como os céus são mais altos do que a terra , assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos , e os meus pensamentos [ maior ] do que os vossos pensamentos " (8-9). Em seguida, no Evangelho de Mateus , Jesus diz a seus discípulos: "Seja, portanto, perfeito, [ mesmo ] como o vosso Pai celeste é perfeito" ( 5:48) .

A Escritura nos diz que Deus é totalmente diferente de nós, muito maior do que nós. Em seguida, ele nos diz para nos tornar igual a ele. É aí que reside o paradoxo. A tarefa parece impossível. E, no entanto, sabemos que é possível. Sabemos através do testemunho dos santos.

Sagrado (Holy) significa "diferente" Significa diferente do mundo; separado do profano. Os santos são homens e mulheres comuns - pessoas com todo o tipo de talento, fraqueza e personalidade, que tomou um caminho diferente, um passo de cada vez, longe dos hábitos rotineiros do mundo. Eles se apaixonaram por Deus. 

Digo tudo isso porque o meu trabalho hoje é falar sobre " São Francisco e catolicismo ocidental". Eu sou um franciscano capuchinho, por isso estou feliz em fazer isso. Mas eu quero fazê-lo, colocando três perguntas: Quem é Francisco, este papa? Quem foi Francisco, o homem de Assis? E depois de 800 anos, o que, se alguma coisa, pode um homem da Idade Média nos ensinar sobre estar vivo, livre e humano?

Então, primeiro: quem é Francisco, este papa? A resposta curta é, eu não sei. Eu acho que ninguém sabe ainda, a não ser os amigos do Santo Padre e colegas de trabalho mais próximos. Um certo número de bispos latino-americanos me disseram o quão diferente o Papa agora parece de seus anos como bispo na Argentina, muito mais extrovertido e efervescente do que eles se lembram. Mas estes são os seus pensamentos, não meus. Eu tive o privilégio de trabalhar com ele por um mês, em novembro e dezembro de 1997, quando éramos delegados para a Assembleia Especial para a América, em Roma. Ele era um homem impressionante. Ele tinha uma inteligência aguçada, um realismo saudável sobre os problemas enfrentados pela Igreja em nosso continente e uma forte ênfase na evangelização. Mas estes são apenas remanescências de um longo tempo atrás.

Eu acho que podemos tirar algumas conclusões a partir do exemplo que ele já nos dá. Ele tem um profundo sentido da continuidade da Igreja. O respeito que ele mostra a Bento, o Papa Emeritus , literalmente, não tem precedentes. E o seu afeto por Bento claramente vem do coração. No domingo, ele vai canonizar dois de seus antecessores ; os dois maiores homens do Concílio Vaticano II, o Papa João XXIII, que teve a visão e a coragem para convocá-lo ; e o Papa João Paulo II , que ajudou a redigir alguns de seus principais documentos e que incorporou o significado do Concílio Vaticano II na vida da Igreja pós- conciliar.

João XXIII e João Paulo II são perfeitamente emparelhado em santidade. Em canonizar -los juntos, o Papa Francis coloca-os como suportes de livros para um dos eventos centrais na vida católica desde a Reforma 

João XXIII salvou judeus do Holocausto como um diplomata do Vaticano. Ele irradiava calor , humor e uma preocupação para a paz. Ele trabalhou uma revolução no pensamento e na vida católica. E ele também franziu a testa sobre o movimento operário-sacerdote na França e proibiu os católicos de votar para o Partido Comunista. João Paulo II ajudou a derrubar o bloco soviético. Ele trabalhou vigorosamente para a pureza da doutrina católica. Ele defendeu os direitos dos trabalhadores, o sofrimento e os nascituros. 

Papa Francisco está nesta linha de grandes papas recentes. Mas na escolha do nome "Francisco ", ele também torna -se distinto.

Até agora, todos os papas nos últimos 200 anos, não importa quão talentosos ou santos - foram, em certo sentido, prisioneiros de guerra. A Igreja se centrou na Europa. A guerra civil na Europa que começou no chamado Iluminismo, se estendeu durante o mais sangrento dos séculos (século XX), continua hoje em negação de suas raízes cristãs e nas batalhas que buscam destruir casamento, família, identidade sexual e trazer a eutanásia para a Europa.

Europa se esgotou. Europa esgotou o mundo. 

Francisco parece ser algo diferente. Ele encarna um espírito cristão mais antigo que a guerra civil da Europa e mais jovem do que sua fadiga e perda de esperança. Ele é uma surpresa, improvável, o tipo de homem que ninguém poderia ter previsto, uma surpresa que se mantém trazendo mais surpresas.

Perguntei a alguns momentos atrás, quem é Francisco, este papa ? A resposta é uma anomalia. Ele é um jesuíta com um coração franciscano. O que significa isso ?

Os primeiros jesuítas desempenharam um papel imenso na Contra-Reforma e da renovação intelectual da vida católica . Seu legado vai muito além da Companhia de Jesus. Ele ainda ajuda a moldar a vida da Igreja. Nossos dois últimos papas - Karol Wojtyla e Joseph Ratzinger , eram de classe mundial, mentes formidáveis ​​por qualquer padrão secular.

Mas vivemos numa época em que a ciência , em nome da razão, parece minar a credibilidade da própria razão. Vivemos em um tempo em que não é apenas anti- ideológica , mas de muitas maneiras anti- intelectual. 

Papa Francis é tão intensamente popular , porque ele encarna o que o mundo imagina que foi São Francisco: um mendigo e trovador, não um juiz e se estudos. 

Se essa popularidade do Papa pode durar em face dos desafios pastorais da Igreja é uma questão para o futuro. 

Isso me leva à segunda das três perguntas que fiz para essa conversa : Quem foi Francisco, o homem de Assis?

Francisco Bernadone - nascido 1181 ou '82 , morreu em 1226- tem sido um ímã para histórias piedosas quase desde o dia de sua morte. O lobo de Gubbio é uma lenda adorável, mas não é verdade. E não há nenhuma evidência de que o santo disse: " pregue o Evangelho sempre, se necessário use palavras". E a famosa Oração de São Francisco - " Senhor, fazei de mim um instrumento de vossa paz " - datas apenas de 1912, quando apareceu em La Clochette , uma pequena revista espiritual francesa.

Nós justamente lembramos de Francisco por sua alegria e liberdade de espírito. Estas qualidades profundamente marcaram o homem. E através do homem,  deixaram uma marca duradoura no cristianismo ocidental. Mas havia muito mais para Francisco que um amor suave da natureza. Um amigo capuchinho meu disse uma vez que se o real Francisco estivesse vivo hoje, algumas modernos iriam vê-lo como um excêntrico religioso. Ele era exigente de si mesmo e exigente com seus irmãos. A pobreza, castidade e obediência são ideais maravilhosos quando lemos sobre eles no passado nebuloso. Vivê-las é outra questão. Ele esperava que seus irmãos a fizessem o mesmo que ele.

Na verdade, Francis lutou com seus irmãos, muitas vezes, especialmente quando eles queriam diluir a inspiração que Deus lhe dera. No ano de 1221, apenas alguns anos após a comunidade franciscana começar, cerca de 3.000 frades se reuniram com Francisco para um capítulo geral. E os ministros - os irmãos que levaram a mudar a regra queria na comunidade. Eles queriam modificá-lo às vezes, e torná-la menos exigente.

Francis lutou que vigorosamente. Ele escolheu o seguinte versículo da Escritura como tema para sua pregação naquele dia . "Bendito seja o Senhor, meu Deus , que treina as minhas mãos para a guerra". Ele falou essas palavras aos seus irmãos , quando ele começou o seu sermão . E ele ganhou o dia. A regra foi posteriormente modificada de qualquer maneira, mas não naquele dia, porque Francisco sabia lutar zelosamente para o que ele acreditava ser certo. Como Madre Teresa e tantos outros santos durante todo a história da Igreja, Francis era santo e bom e gentil , mas quando se tratava de assuntos de fé e princípios, ele nunca foi mole.

Ele gostava de dizer que " os santos viveram vidas de virtude heróica , [ mas ] estamos satisfeitos de falar sobre eles . " O próprio Francisco nunca se sentia com palavras piedosas . Ele queria agir sobre as coisas que ele acreditava. Ele chamou seus irmãos para viver o Evangelho com simplicidade e honestidade. E é por isso que ele usou as palavras - sine glossa " sem brilho" em seu testamento . Ele viu que o Evangelho não era complicado, mas era exigente e difícil. 

Francisco viveu em uma época de confusão política na Europa; um tempo de grande heresia, desumana do catarismo em França e Itália, e guerra constante entre cristãos e muçulmanos ao redor do Mediterrâneo. Foi também um momento de profunda corrupção e infidelidade clerical dentro da Igreja. Mas a medicina que Francisco usava contra a corrupção era uma testemunha da obediência, do incentivo, reverência e serviço não rebelião. Ele sabia instintivamente que as pessoas são convertidas por amor, não por rejeição, medo ou raiva.

Em sua biografia de Francisco, Agostinho Thompson disse que Francis tinha uma devoção apaixonada ao Santíssimo Sacramento. Foi o coração de sua vida. A missa foi o aterramento de toda a sua obra. Ele teve palavras duras para aqueles que oprimiram os pobres , mas as palavras ainda mais duras para aqueles que ignoraram a presença eucarística . Francis tinha um horror especial de cálices baratos e lençóis imundos que [muitos sacerdotes de seu tempo] considerados bons o suficiente para uso no culto. 

Mais uma vez : Quem foi Francisco, o homem de Assis? G.K. Chesterton, outro grande biógrafo , disse as  palavras:

São Francisco [ era ] um amante . Ele era um amante de Deus e ele era realmente e verdadeiramente um amante de homens ... [e] como São Francisco não amava a humanidade, mas os homens , de modo que ele não amava o cristianismo, mas Cristo ... [ Para Francis ] sua religião não era uma coisa como uma teoria, mas uma coisa como um caso de amor .... O que lhe deu seu poder pessoal extraordinária foi esta: que, desde o Papa ao mendigo , desde o Sultão da Síria no seu pavilhão para os ladrões esfarrapadas rastejando para fora da madeira , nunca houve um homem que olhou para aqueles olhos castanhos queimando sem ser certo que Francisco Bernadone estava realmente interessado nele; em sua própria vida individual interior do berço à sepultura; que ele próprio estava sendo valorizado e levado a sério e não está sendo adicionado aos despojos de alguma política social ou os nomes em algum documento clerical.

O que Francisco pode nos ensinar hoje.
Esse termo " Idade Média " é curiosa. É implicitamente negativo. 

O filósofo Rémi Brague escreveu uma vez que o cristianismo foi fundado por pessoas que não poderiam se importar menos sobre a "civilização cristã" O que importava para eles era o Cristo, e as reverberações de sua vinda em toda a existência humana. Os cristãos acreditavam em Cristo, não no próprio cristianismo; eram cristãos , não " Christianists ".

Precisamos lembrar esta lição simples. A fé católica não é uma ideologia . É um romance. É um caso de amor com Deus. Nós somos um povo que acredita em Jesus Cristo, não nas idéias, mas na pessoa de Jesus Cristo, crucificado e ressuscitado por nós puramente por seu amor por nós. E viver a fé católica deve ser uma experiência de gratidão e alegria que brota de um encontro pessoal diário com o filho de Deus e um relacionamento comum com o povo de Deus.

A Escritura diz: "Buscai primeiro o seu reino e a sua justiça e todas estas coisas vos serão bem" (Mt 6:33). Precisamos considerar duas perguntas simples : Em primeiro lugar , acreditamos na Palavra de Deus ou não? E em segundo lugar, se nós acreditamos , então o que é que vamos fazer a respeito? Renovamos o testemunho da Igreja , não com técnicas ou programas ou recursos , mas com o zelo e pureza e obediência de nossas próprias vidas. Esse caminho leva ao tipo de liberdade e alegria que ninguém pode tirar de Francisco, e ninguém pode tirar de nós .


Da cruz de São Damião, Jesus disse a São Francisco: conserte minha casa, que está em ruínas. Essas mesmas palavras são destinadas para a vida de cada cristão e lar e paróquia. Como nós respondemos depende de nós.

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Rezemos para que o verdadeiro São Francisco ilumine a Igreja. E não a aquele lendário que fala com lobos.

http://www.crisismagazine.com/2014/without-gloss-francis-assisi-western-catholicism


terça-feira, 3 de junho de 2014

Obama troca 5 terroristas por 1 Traidor


Sinceramente, eu nunca vi nada pior sobre como um presidente tem de se comportar em guerra. Obama consegue trazer o pior para o comportamento de um presidente. Ele além de negociar com terroristas, coisa que nunca deve ser feita, fez um péssimo negócio: recebeu um traidor e entregou cinco inimigos. E Obama ainda fez isso passando por cima da lei, que o obrigava a pedir apoio do Congresso sobre o acordo. Obama não notificou os parlamentares.

A foto acima mostra os cinco terroristas libertados por Obama em troca por um soldado americano que desertou, chamado Bowe Bergdhal.  A foto abaixo mostra estes terroristas sendo recebidos em abraços no Catar. Os cinco terroristas libertados por Obama estão entre os mais perigosos.




Depois que Bergdalh fugiu de sua base no Afeganistão, pelo menos 6 soldados americanos morreram na busca por ele. 

O soldado Bowe Bergdahl era conhecido entre os companheiros de fardas como crítico ferrenho aos Estados Unidos, dizia, por exemplo, que os "Estados Unidos eram nojentos", e como quem queria se aproximar dos terroristas do Talibã.

O vídeo abaixo mostra o que os soldados que conviveram com Bergdahl pensam dele. Para eles, Bergdahl é no mínimo um desertor e no máximo um traidor. Uma investigação aponta que Bergdahl pode ter colaborado com o Talibã. O vídeo também mostra os soldados americanos que morreram na tentativa de resgatar Bergdahl.

O sargento que fala no vídeo abaixo está desafiando o próprio exército americano que obrigou que soldados assinassem um documento dizendo que não iam comentar o caso Bergdahl publicamente.





O pai de Bowe fez uma saudação a Alá do lado de Obama no anúncio da troca de prisoneiros. E costuma escrever no twitter contra os americanos e saudando os terroristas do Talibã.

Vejamos alguns exemplos do que Robert Bergdhal, pai do soldado, escreveu:



No primeiro tweet acima, Robert lamenta os presos em Guatanamo. Na segunda, ele lamenta o banimento de uma "mujahideen" (terrorista islâmico) da internet.

Isso é Obama. Eu considerava Obama disparado o pior presidente dos Estados Unidos. Mas agora ele está muito bem cotado para pior presidente do mundo.

Imagino o que o Putin faria com um desertor nas hostes inimigas.


(Agradeço os tweets ao site Weasel Zipper)

sábado, 31 de maio de 2014

Aprenda a Defender o Catolicismo com a Bíbilia


Esta semana eu combati os argumentos do jornalista Reinaldo Azevedo que defendia o fim do celibato usando as partes da Bíblia mais importantes que reforçam a importância do celibato, a necessidade dos "castrados" em nome do Reino dos Céus.

Eu acho muito importante relatar quais são as fontes dos meus posts. Aliás, um dos grandes problemas da internet é que as pessoas roubam os argumentos dos outros e escrevem como se fossem delas. A explicitação das fontes é um sinal de respeito a quem lhe ensinou algo. Toda vez que alguém me pede para replicar meu post, eu digo que basta a pessoa me citar como fonte que ela pode replicar à vontade.

Eu não precisei fazer uma grande pesquisa sobre celibato na Bíblia para rebater Reinaldo Azevedo. Eu sou membro do New Saint Thomas Institute (NSTI) e lá é disponibilizado um arquivo com tópicos e fontes na Bíblia.

Para fazer parte do NSTI é preciso pagar US$ 25 todo mês. Por isso, eu não vou disponibilizar este arquivo aqui senão eu estaria roubando minha fonte.

Mas vou colocar aqui alguns exemplos deste arquivo, como forma de incentivar que mais brasileiros (acho que há três brasileiros membros atualmente) se inscrevam no NSTI.

1) Aprovação de batismo de crianças, veja as seguintes passagens:
  • Atos 2:38-39  
  • Atos 16:15, 16:33, 18:8; 
  • 1 Cor 1:16 
  • John 3:5
  • Rom 6:4
  • Col 2:11-12 – (Novo Testamento substitui circuncisão pelo batismo, circuncisão é feita em crianças)
2) Se você quer defender que a vida começa na concepção. Veja as passagens:
  • Jó 31:15 
  • Salmo 22:9-10 
  • Salmo 139:13-16  
  • Isaías 44:2 e  Is 49:5
  • Is 46:3-4 
  • Jer 1:4-5 
  • Lucas 1:41 
3) Contra a Homossexualidade:
  • Gen 1:27 
  • Gen 19
  • Levíticos 18:22
  • Lev 20:13
  • Rom 1:27
  • 1 Cor 6:9 
  • 1 Tim 1:9-10 – homosexuals called “sinners” 

4) Adoração de Imagens e Ícones:
  • Ex 25:18-22, 26:1, 31 
  • Num 21:8-9 
  • 1 Reis 6:23-29, 35, 7:29 -

Para entender os vídeos e textos do NSTI é preciso saber inglês. Se você sabe e tem condições de pagar US$ 25 mensais, recomendo fortemente o NSTI.

Estudemos a Bíblia