terça-feira, 9 de setembro de 2014

Vídeo: A Ignorância dos Americanos sobre Terrorismo


No meu outro blog eu falei que pesquisas dizem que as pessoas no mundo estão ficando mais estúpidas. Não se sabe quais são as razões para isso, e muitos usam ideologia para diagnosticar o problema. Eu levantei algumas hipóteses, como a piora no ensino, uma praga que assola o mundo todo. Além disso, temos a razões que se aproximam do que disse Aldous Husley em Admirável Mundo Novo, as pessoas estão ligadas em divertimento: facebook, twitter, etc. O conhecimento perdeu valor, em uma sociedade que não valoriza mais tanto o saber, mas o poder, a fama, o ter bens materiais. No mundo ocidental, as pessoas hoje se matam pelo novo par de tênis da Nike. A política hoje virou marketing, imagens.

O programa de tv a cabo mais assistido nos Estados Unidos se chama The Factor (Bill O'Reilly show). Uma sessão deste programa se chama Watters World, no qual o repórter Jesse Watters por vezes sai às ruas do pais fazendo perguntas da atualidade para pessoas para testar os conhecimentos mais básicos dos americanos

No último Watters World, o repórter foi a uma praça em Nova York chamada Bryant Park perguntar sobre o ISIS, o grupo terrorista que assola o mundo com matanças na Síria e no Iraque. O objetivo era entrevistar aleatoriamente 20 pessoas sobre o assunto para ver o que as pessoas sabiam do assunto. Das 20 pessoas, Watters disse que "sendo generoso" 8 tinham algum conhecimento. Mas O'Reilly disse que na verdade apenas 2 responderam de forma a mostrar conhecimento. Temos que na cidade que já sofreu o maior atentado terrorista, em termos de efeito global, do país que acabou de ter dois jornalistas decapitados pelo ISIS, apenas um pequena minoria sabe o que é ISIS.

Watters também testou as resposta das pessoas sobre o que ser feito com o ISIS. Uma disse que deveria se conversar com eles em uma sala. Daí, Watters perguntou se ela se juntaria em uma sala com pessoas que fazem decapitações. A pessoa respondeu: é, não, melhor seria um reunião por telefone?

Outra disse, que a solução era a paz e o amor. Daí, Watters perguntou se ela amava os terroristas que decapitaram os jornalistas americanos. Então, respondeu, que não.

Outra disse que dever-se-ia atacar o ISIS até as portas do inferno. Bom, esta resposta é mais plausível.

Vejam o vídeo do Watters World.




Eu costumo dizer para meus alunos que os problemas vistos no Brasil também aparecem nas outras partes do  mundo. Apenas aqui são mais pronunciados.

Quantas pessoas no Brasil sabem o que é o ISIS?

Quantas pessoas no Brasil sabem o que é o STF?

Quantas pessoas no Brasil sabem da participação do governo na Petrobras, no Banco do Brasil, na Caixa Econômica, no BNDES...?

O programa eleitoral no Brasil é feito para gente ignorante. Quem sabe o que acontece sabe que o que se diz ali é 90% mentira, em qualquer partido.


segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Vídeo: Salve os Cristãos Agora (Save Christians Now)


A organização Save Christians Now junta forças do mundo todo para ajudar os cristãos perseguidos. Você pode fazer doações e se inscrever para colaborar. Acessem o site da organização.

Abaixo, vai um vídeo da Save Christians Now que mostra parte da perseguição aos cristãos no século passado, relata especialmente a perseguição russa e a perseguição turca, faltou descrever muitas outras (como em outros países que fizeram revolução comunista, como a perseguição nazista, a guerra civil espanhola e a perseguição no México), mas serve para nos alertar que os cristãos continuam sendo muito perseguidos e o inimigo mais forte do momento (Islã) é velho.

Eu vou fazer minha contribuição para a organização e me inscrevi para colaborar.





(Agradeço a indicação do vídeo ao site Big Pulpit)

sábado, 6 de setembro de 2014

Islã Apoia Decapitações? Um Debate entre Dois Católicos.


Costumo dizer que discutir Islã com Robert Spencer é perder. Eu aprendi imensamente com ele sobre Islã e jamais o vi perder um debate sobre islamismo. Ele aceita qualquer desafio para debater, de líderes muçulmanos a acadêmicos esquerdistas. Eu coloquei aqui no blog, por exemplo, um debate entre Spencer o renomadíssimo teólogo católico Peter Kreeft, sobre Maomé e Jesus. Kreeft foi destruído.

Aqui no blog, já indiquei dois livros de Spencer, aqui e aqui.

Se você for uma pessoa relativamente influente e for escrever sobre o Islã nos Estados Unidos, deve estar preparado para sofrer críticas de Spencer.

É o que aconteceu na semana passada com o padre Longenecker (eu também já mencionei textos de Longenecker aqui no blog, como aqui e aqui).

Na semana passada, o padre Longenceker resolveu escrever sobre se o Islã apoia ou não o terrorismo, mais especificamente se o Islã apoia ou não as decapitações de infiéis.

No primeiro texto (ele acabou escrevendo dois, depois que Spencer reagiu), o padre Longenecker considerou que os terroristas estavam seguindo equivocadamente uma passagem do Alcorão (verso 8:12), pois este verso não dizia para os muçulmanos decapitarem os infiéis.

Longenecker ainda disse que os muçulmanos agiam como agiriam cristãos que seguissem partes da Bíblia como I Samuel 15:3, em que que Deus manda o rei Saul destruir toda a comunidade e tudo que pertence aos Amalequiitas. Na Bíblia, os Amalequitas são odiados por Deus, pois atacaram o povo de Deus quando este fugiu do Egito.

A passagem (8:12) do Alcorão diz o seguinte:

"E de quando o teu Senhor revelou aos anjos: Estou convosco; firmeza, pois, aos fiéis! Logo infundirei o terror nos corações dos incrédulos; decapitai-os e decepai-lhes os dedos!"

Spencer reagiu ao texto, dizendo que o padre está desinformando aos cristãos, pois apesar do verso 8:12 realmente não mandar decapitar os infiéis, há versos no Alcorão que mandam fazer justamente isso, como o verso 47:4, verso muito usado pelos terroristas. 

O verso 47:4 diz o seguinte:

"E quando vos enfrentardes com os infiéis, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado."

Daí, o padre Longenecker escreveu outro texto em reação ao que disse Spencer e acabou se enrolando.

O novo texto se enrolou porque o padre Longenecker reconheceu que Alcorão e Maomé "recomendam" a decapitação dos infiéis. Mas o padre alega que o Alcorão não "obriga" a decapitação. 

Em suma, o padre, para salvar seu texto, entrou em debate linguístico, não observado por terroristas.

Spencer respondeu a este segundo texto de Longenecker e destruiu o argumento do padre. Leiam. Spencer lembrou, por exemplo, que não existe nenhum lunático cristão decapitando gente seguindo I Samuel 15:3.

Bom, o padre Longenecker deveria simplesmente falar que está errado, e que Spencer (também católico, como o padre), novamente, está certo.


sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Hoje, o blog fica com o Isaiah (5 anos).


Quando escrevo para blog, a minha preocupação central é informar, sob a luz de Cristo, assuntos relevantes para o mundo e para a Igreja. Daí que dificilmente falo de Brasil. Como digo para meus alunos, infelizmente, o Brasil não é um país relevante para o que tem importância na Igreja e no mundo.

No blog procuro alertar para os problemas mais graves que eu reconheço, sob a luz de Cristo.

Hoje, corri a internet vi coisas que me deixam triste, como ver a Igreja Católica se rebaixar para a agenda gay e para as práticas abortivas.

Certa vez, eu li que São Bruno, que fundou a Ordem dos Cartuxos, pensava que havia duas maneiras de se enfrentar os pecados da Igreja: enfrentando-os ou se isolando em contemplação. A Ordem escolheu a segunda opção, se isolou do mundo, apesar de que por vezes o mundo vai até os membros da ordem (como mostra um livro que acaba de sair). As pessoas gostam de dizer "se a montanha não vai a Maomé, Maomé vai até a montanha". Eu acho que agora vou dizer "se os Cartuxos não vão ao mundo, o mundo vai até eles".

Eu prefiro a primeira opção, enfrentar os problemas. Mas acho que hoje vou ficar com a segunda.

O que eu quero dizer é que ao invés de falar das coisas terríveis que ocorrem dentro da Igreja ou fora dela, eu vou ficar hoje em contemplação, vendo o pequeno Isaiah rezar uma missa.

Eu já falei aqui do Isaiah, quando ele tinha três anos (foto acima), Ele cresceu e continuando amando a Igreja e a liturgia.

Eu fico muito feliz em ver Isaiah, minha fé se fortifica.

Vejam o vídeo abaixo:







quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Padre James Schall e o Silêncio do Ocidente (e dos muçulmanos) sobre Terrorismo Islâmico.



A americana Cathy Spears escreveu no seu facebook (imagem acima) que "muitos líderes muçulmanos denunciam a violência do Islã", mas pede para alguém explicar por que o Islã está por trás de tantos ataques terrroristas. Ela lista vários ataque terroristas feitos por muçulmanos, mas a lista é muito mas muito mais extensa, praticamente há um diariamente.

Eu já discuti no Brasil e no exterior sobre se o Islã é culpado pelos ataques terroristas ou não. Recentemente, eu sugeri duas leituras para um blogueiro católico que mencionou que "líderes muçulmanos estão condenando as ações do ISIS".

Eu costumo sugerir o seguinte, de forma bem simplória: que tal a gente checar no Alcorão e na vida de Maomé para ver se estas duas principais fontes islâmicas apoiam o terrorismo. E geralmente eu argumento que estes "líderes muçulmanos" que atacam a violência do Islã são de menor calibre em termos de influência no mundo muçulmano e eles sempre fogem de debater o que diz o Alcorão e a vida do profeta maior do Islã, na sua plenitude, no máximo citam apenas uma pequena passagem.

Por exemplo, hoje leio que o ISIS disse que a brutalidade que ele usa é a mesma usada por Maomé, que cortou braços, pernas e arrancou os olhos a ferro quente de um traidor. Bom, os Hadith que contam a história de Maomé relatam isso e muito mais, decapitações, roubos, etc.

Uma das leituras que recomendei ao blogueiro católico foi a que discute se o Islã apoia ou não o terrorismo nas páginas do Alcorão e nos Hadith. A fonte é o site Jihad Watch, cujo dono é um católico, Robert Spencer.

A outra leitura é um texto do padre James Schall, no qual ele discute o silêncio do Ocidente e dos muçulmanos frente às atrocidades dos islâmicos. Vou traduzir aqui parte do artigo do padre jesuíta James Schall (em azul).

A Missa do Espírito Santo geralmente dá início ao segundo semestre na Universidade Católica da América. Na missa deste ano, o cardeal Donald Wuerl fez a homilia. Depois da homilia, ele queria adicionar umas poucas palavra sobre um assunto que tinha lhe perturbado. 

As pessoas se perguntam: Como é que tais atrocidades que vemos no Oriente Médio ocorrem? Wuerl sugeriu duas razões para tais crimes: 1) Algumas pessoas cometem estes crimes. 2) Outras pessoas silenciam sobre eles. O que ocorre na Síria e no Iraque, não é "algo que que podemos ignorar, todos nós temos que levantar a nossa voz." 

E as pessoas específicas que cometem esses crimes? Quem são eles? Eles não fazem segredo de suas opiniões e intenções. Os líderes do Estado Islâmico querem que todos no mundo saibam exatamente do que se trata. Eles nos dizem exatamente quem eles são e o que eles vão fazer com a gente. 

Os líderes do Califado afirmam que eles estão seguindo o Alcorão. Asseguram-nos que o mundo não estará em paz até que todos estejam sob a lei muçulmana.Seus meios não têm limites. Terror é simplesmente o meio que Alá permite que contra os infiéis. Não há intérprete autorizado do Alcorão então esta visão pode ser aceita, especialmente se Alá é considerado vontade pura que pode fazer mal ou bem de acordo com suas necessidades. Neste teologia, o terror infligido sobre os cristãos é justo. Ninguém tem qualquer justificação para não ser muçulmano. 

O segundo ponto de Wuerl é que esses crimes ocorrem porque as pessoas estão em silêncio. Ele acrescenta que ele não pode, em consciência, ficar em silêncio. Em seguida, ele pergunta, com eloqüência considerável: "E eu me pergunto, onde estão essas vozes? Onde estão as vozes dos parlamentos e congressos? Onde estão as vozes das universidades? Onde estão as vozes de líderes comunitários? Onde estão as vozes dos talk-show e programas de rádio? Onde estão as vozes dos jornais da noite e da tarde? Onde estão as vozes de colunas editoriais? Onde estão as vozes de artigos de opinião? Por que o silêncio? "

Esta mesma pergunta de silêncio foi dirigida ao jesuíta egípcio, Padre Samir Samir Kalid, talvez o líder da Igreja sobre o Islã, por Fausta Speranza na Rádio Vaticano. Samir respondeu: "Chegamos agora a brutalidade mais feroz na história do Islã. Nunca tínhamos testemunhado esse grau de barbárie. A pergunta é: Isso é o Islã? Ou é uma aberração? Certamente isso se originou na tradição islâmica."

Samir pensava que grandes pensadores islâmicos se opuseram a violência. Mas ele continuou: "A tragédia é que os muçulmanos não se atrevem a se envolver em auto-crítica; as pessoas silenciosamente se juntam a ela." Portanto, não é só o Ocidente que está em silêncio, mas também o próprio Islã. 

Por que o silêncio? "A resposta, essencialmente, eu acho, vai voltar para a questão levantada por Bento XVI em seu discurso de Regensburg, a questão do imperador grego colocar ao senhor persa:" Será que Deus aprova a violência? "Claramente, o Estado Islâmico, seus teóricos e seguidores, acham que sim. 

Na minha juventude, havia um ditado que diz "paus e pedras podem quebrar meus ossos, mas palavras, não." No entanto, sem palavras, nunca saberemos porque temos de usar paus e pedras ou o que devemos fazer com eles. O que temos são as palavras daqueles que pretendem nos atacar e os resultados sangrentos que surgem quando eles mantêm a palavra.


(Agradeço o twitter de Spears e a informação do que disse ISIS sobre a sua brutalidade ao site Weasel Zippers. E agradeço o texto de Schall ao site Big Pulpit)

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Você sabe por que você é Cristão? Só sabendo pode-se defender a Fé.


Se um muçulmano lhe questionar dizendo que Cristo foi apenas um profeta, você saberia responder? Se um ateu lhe disser que Cristo não existiu, você saberia reagir? Se um muçulmano lhe disser que Cristo não foi crucificado? Se um ateu lhe disser que Cristo não ressuscitou?

Ontem, um amigo do Blog, Estanislau Bozi, me informou que vai ser aberta uma mesquita no Espírito Santo, os cristãos capixabas sabem defender a fé deles? Eles vão precisar. Ao contrário, dos cristãos que não podem fazer proselitismo (sob o risco de serem presos ou até mortos) em terras muçulmanas, nós, do ocidente, permitimos que os muçulmanos façam em nossos países.

Como diz Peter Kreeft: a única coisa que pode sustentar uma fé é a verdade. Então, todos os cristãos deveriam estar prontos para responder a estes questionamentos. Acreditem em mim, eles não são difíceis de responder,os historiadores (inclusive ateus) já atestaram a existência de Cristo e da sua ressurreição, quem fala que Cristo não existiu ou não ressuscitou não conhece história e quem fala que Cristo foi apenas um profeta não conhece a Bíblia. .

Mas um ex-lutador de Kickboxing, com vários títulos em shootboxing, faixa preta de Jiu-Jitsu, além de ser PhD em Filosofia e professor de filosofia e lógica em várias universidades, chamado Scott Sullivan, que se converteu ao catolicismo, resolveu combater a ignorância cristã. E lançou um programa de ensino que reponde todas aquelas perguntas e ainda usa 15 especialistas renomados, incluindo Peter Kreeft e Scott Hahn, dois especialistas em teologia que citei várias vezes aqui no blog.

O curso se chama Christ 101 (que poderia ser traduzido por Introdução a Cristo). O curso custa 97 dólares para acessar em seu computador ou 147 dólares se você deseja os dvds.

Sullivan deu uma entrevista ao renomado blogueiro católico americano Brandon Vogt sobre o curso.

E parece sensacional. Vou comprá-lo.

No vídeo abaixo, Sullivan apresenta o curso Christ 101.





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Eu tenho um colega de trabalho, que assim como Sullivan fez várias lutas marciais, mas, ao contrário de Sullivan, é ateu. Eu estou me coçando para indicar o curso de Sullivan para ele, mas acho que não tenho amizade o suficiente, conheço-o há apenas 1 mês. Vou esperar a melhor oportunidade, com ajuda do Espírito Santo.



terça-feira, 2 de setembro de 2014

De onde são os Terroristas do ISIS? Do mundo todo.


A revista The Economist fez uma reportagem relevante mostrando de onde são os terroristas do ISIS que matam e destroem na Síria e no Iraque. Há muitas notícias de pessoas que saem da Europa e dos Estados Unidos para se juntar aos terroristas. Nem sempre essas pessoas são descendentes de muçulmanos. Por exemplo, ontem eu li que uma cantora britânica resolveu se juntar ao ISIS e agora anda ameaçando decapitar gente no Oriente Médio. Nos Estados Unidos, o Islã tem especial influência sobre negros, muitos se juntaram e querem fazer parte do ISIS.

A The Economist mostra que os principais países ocidentais que fornecem terroristas ao ISIS são Bélgica (país que passou muito tempo sem nenhum governo e adota leis mais esquerdistas em termos religiosos), Dinamarca, França e Austrália (vejam tabela acima).

Vejamos o que diz a The Economist (traduzo parte do texto em azul).

Os ocidentais não fogem das batalhas. Alguns têm tomado parte em assassinatos de kuffars (infiéis), incluindo sunitas considerado muito moderados, bem como os muçulmanos xiitas, que são todos considerados apóstatas. Eles ajudam a lutar por barragens, bases militares e campos de petróleo. Eles realizam missões suicidas como o bombardeio em Aleppo, a segunda cidade da Síria, perpetrado em fevereiro por Abdul Waheed Majid, um britânico. 

Ocidentais são úteis, por outras razões, também. Reféns libertados das garras de ISIS dizem que foram guardados por três pessoas que falavam inglês. Jihadistas estrangeiros podem mandar e-mails às famílias dos reféns na sua própria língua para pedir resgates. 

O Grupo Soufan, uma instituição de inteligência baseada em Nova York, estima que até o final de maio até 12 mil combatentes de 81 nações tinham entrado no conflito, entre eles cerca de 3.000 do Ocidente. O número, hoje, é provável que seja muito mais alto. 

A decapitação em torno de 19 de agosto de James Foley, um jornalista americano, por um terrorista encapuzado, com um sotaque de Londres, colocou um holofote sobre a Grã-Bretanha. Na década de 1990 Londres era um refúgio para muitos extremistas, incluindo muitos muçulmanos. Pregadores radicais estavam livres de espalhar o ódio. Grã-Bretanha continua a ser, em muitos aspectos, o centro de gravidade para as redes jihadistas europeus, diz Thomas Hegghammer do Norwegian Defence Research Establishment. "A comunidade radical na Grã-Bretanha ainda é a exportação de idéias e métodos."

Enquanto a grande maioria dos combatentes estrangeiros na Síria são árabes, os britânicos formam um dos maiores grupos de combatentes ocidentais. Mas os belgas, dinamarqueses e outros têm uma taxa mais elevada por pessoa. A França, que tem leis mais rígidas contra o extremismo, também tem visto mais de seus cidadãos vão para a jihad. 

A maioria dos terroristas ocidentais são homens com menos de 40, mas esta guerra tem atraído mais mulheres do que causas passadas. Alguns 10-15% das pessoas que viajam para a Síria a partir de alguns países ocidentais são do sexo feminino, avalia Peter Neumann, do Centro Internacional para o Estudo da Radicalização (ICSR), um think-tank com sede em Londres.


IS não é o único grupo de ocidentais a participar, mas são as mais atraentes para sua perspectiva global, o que inclui a divulgação do califado em todo o mundo, para suas tentativas de implementar a lei sharia e pelo o brilho de seu sucesso militar. Em um documentário de cinco partes filmado em Raqqa pelo Vice, um site de notícias, como convidado da ISis, polícia religiosa do grupo é mostrada correndo tribunais, doutrinando crianças e fazendo em entretenimento público. 

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Eu coloquei aqui no blog, a reportagem do Vice, citada pela The Economist, em três partes, aqui, aqui e aqui.

O Ocidente não defende sua herança cristã, a religião para a elite ocidental é bobagem. Agora, o ocidente convive com inimigos bem perigosos dentro de casa. Estes inimigos não são apenas os muçulmanos, são também todos que procuram diminuir a importância do cristianismo (inclusive vindo de religiosos cristãos)  para a vida ocidental.


(Agradeço o texto da The Economist ao site Zero Hedge)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Arcebispo para Cuba fala o que é viver na Ilha de Fidel Castro


Eu ia dizer: atenção Frei Betto, olhe o que diz o arcebispo Musaró. Mas tenho certeza que o chamado Frei Betto sabe muito bem do que diz o arcebispo.

O arcebispo para Cuba (nuncio apostólico), Bruno Musaró, nomeado em 2011 pelo Papa Emérito Bento XVI, descreveu como é viver em Cuba, a ilha de Fidel Castro (foto acima)

Aqui vai o que disse Musaró (Traduzo em azul).

In Cuba you die. 
In Cuba eating is a luxury.
The Cuban people live in conditions of absolute poverty and degradation without human or civil rights. They are the victims of a socialist dictatorship that has kept them enslaved for fifty-six years.
Only freedom can give hope to the Cuban people.
The only hope Cubans can have for a better life is to leave their island.
Italians who complain about many things in Italy should know that in Cuba a physician only earns 25 euros per month and that in order to live with dignity many Cuban professionals have to work as waiters at night.
In Cuba everything is controlled by the government, even milk and meat. Beef is a luxury and anyone who dares to slaughter a cow in order to eat it is arrested and sent to prison.
After more than half a century, praise is still being heaped on this Revolution, but, in the meantime, the Cuban people don’t have proper work and don’t have a way of feeding their own children.
I’m grateful that the pope sent me to that island, and I hope to be there when the socialist regime comes to an end.

Em Cuba, você morre. 
Em Cuba, comer é um luxo. 
O povo cubano vive em condições de pobreza absoluta e degradação, sem os direitos humanos e civis. Eles são vítimas de uma ditadura socialista que os manteve escravizados por 56 anos. 
Só a liberdade pode dar esperança ao povo cubano. 
A única esperança que cubanos podem ter uma vida melhor é deixar esta ilha. 
Os italianos que se queixam de muitas coisas na Itália deve saber que em Cuba um médico só ganha 25 euros por mês e que, a fim de viver com dignidade muitos profissionais cubanos têm de trabalhar como garçons durante a noite. 
Em Cuba tudo é controlado pelo governo, mesmo leite e carne. A carne bovina é um luxo, e quem se atreve a matar uma vaca para comer é preso e enviado para a prisão.
Depois de mais de meio século, a revolução ainda é exaltada, mas, enquanto isso, o povo cubano não têm trabalho próprio e não tem uma maneira de alimentar seus próprios filhos. 

Eu sou grato que o papa enviou-me para esta ilha, e espero estar lá quando o regime socialista chegar ao fim.


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Tem vídeo sobre o que disse Musaró.

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Frei Betto (e muitos esquerdistas pelo mundo afora) sabem que é verdade o que disse o arcebispo, mas publicamente deve dizer que o nuncio está sendo influenciado pelo imperialismo, e assim se mantém a exaltação da destruição do povo cubano.

Que o povo cubano se livre da estupidez socialista. 

Que atraso é continuar socialista quando as ex-potências socialistas já abandonaram há muito tempo esta ideia ateia estúpida, que matou milhões e milhões na história!

Cuba hoje depende de socialistas sul-americanos para sobreviver (além da ajuda de cubanos que trabalham nos Estados Unidos).


(Agradeço a informação ao site The American Catholic)