terça-feira, 7 de novembro de 2017

Vídeo - Edward Pentin: "Vaticano Está Pior do Que Você Sabe ou Imagina."



Alguns dos jornalistas que cobrem o Vaticano, eu confio plenamente. Um deles é Edward Pentin, jornalista inglês que cobre o Vaticano há mais de 15 anos. No vídeo acima, ele deu uma palestra sobre o que ele está vendo e ouvindo sobre o pontificado de Francisco durante a Catholic Identity Conference.

Vou traduzir os highlights do que ele falou, de forma rápida (não tenho tempo pra uma tradução mais cuidadosa), mas acho que serve para o entendimento do que ele disse:

1. As pessoas católicas comuns, e mesmo padres, não sabem, nem acompanham o que ocorre na Igreja;
2. A mídia católica conhece alguns fatos, mas muitas vezes prefere não reportar, não quer lavar roupa suja em público, esperando que as coisas se resolvam por si mesmas;
3. A Igreja não está com problema apenas por conta de seus inimigpos seculares mas também por conta de seus próprios líderes;
4. A situação atual tem seguramente colocado as almas das pessoas em risco.
5. O Sínodo da Família foi manipulado de forma desonesta ("mendacious") nunca vista, e na direção de derrubar a ortodoxia católica;
6. Apesar de o Papa Francisco dizer que chamou o Sínodo para que ajudasse a pastoral da Igreja a lidar com os fiéis, o Sínodo foi na direção de destruir essa pastoral ao emudecer e diminuir a doutrina da Igreja sobre a família. trazendo muita confusão;
7. Parte do documento do Sínodo que aprovava vagamente os homossexuais foi liberado para a Igreja sem aprovação dos bispos e ignorando o magistério do João Paulo II sobre a família;
8. Pentin relata a disputa entre cardeais sobre a comunhão para recasados;
9. O Sínodo era um cavalo de Tróia para aprovação do homossexualismo, coabitação e outras práticas imorais;
10. Papa Francisco desprezou a posição de dois terços dos bispos, quebrando uma tradição, e manteve a proposta de Kasper nos documentos do Sínodo;
11. Papa Francisco e Vaticano desprezam e reduzem os ensinamentos de João Paulo II sobre casamento e Eucaristia;
12. Pentin diz que alguns membros do sínodo votaram pensando que apoiavam uma proposição que respeitava a doutrina  do documento Familiaris Consortio de João Paulo II e viram depois que foram enganados no voto;
13. O escritor que estava por trás do documento Amoris Latittia do Papa Francisco é arcebispo argentino Victor Fernandez, que a Congregação da Doutrina da Fé (CDF) já conhecia e tinha um arquivo contra ele por suspeita de divulgar teses errôneas.
14. As críticas da CDF ao documento Amoris Laetitia foram desprezadas pelo Papa Francisco;
15. Se o Amoris Laetitia é inspirado pelo Espírito Santo, como dizem seus defensores, porque foi preciso tanta manipulação e métodos ditatoriais para aprová-lo?
16. Por que o Papa Francisco é tão intransigente e não responde aos seus críticos, especialmente aos cardeais da Dubia?
17. As pessoas na Curia no momento vivem com medo, se elas dizem algo considerado crítico ao papa, alguns espiões levam a informação para o Papa e elas são afastadas. As pessoas dentro da Curia estão se acusando e se atacando.
18. Pentin diz que nunca viu essa ambiente na Curia, de monitoramento de um "reino de terror".
19. O reino de monitoramento e fofocas se espalha por todas as dioceses do mundo. Qualquer um visto como ortodoxo é perseguido.
20. Papa Francisco destruiu o Instituto João Paulo II, que estuda família e casamento, sem qualquer consulta.
21. Padres são esperados ensinar uma doutrina com contradições e fluídas.
22. Um oficial do Vaticano disse a Pentin que se sentia tão triste e tão aterrorizado ao ponto de ficar doente de ver o Papa tentar destruir a Igreja e a fé católica.
23. O Papa e seus defensores parecem defender uma Igreja menos universal(menos católica). Há uma vontade de descentralizar o poder da Igreja;
24. Padres frustrados perguntam a Pentin por que se tornar padres se não podem mais se levantar em defesa da verdade;
25. O Vaticano não parece preocupado com as almas, mas com problemas políticos terrenos.
26. Um oficial do Vaticano disse que quando os meios mandam os fins são intercambiáveis, isso acontece com Amoris Laetitia, em que se permite o mal para supostamente obter o bem.
27. Papa Francisco deve liberar mais poder para tradução de textos litúrgicos para bispos, contra o conselho do Cardeal Sarah, encarregado da questão.
28. Papa Francisco por vezes coloca um cardeal mais alinhado com Bento XVI em uma elevada posição e um membro do clero mais alinhado com ele em uma posição mais baixa, mas o poder fica com o da posição mais baixa, o cardeal é desprezado.
29. Há um desprezo pelo supernatural, pelo transcendente, dentro do Vaticano do Papa Francisco, e um foco em política, em coisas humanas. Uma exaltação do homem em detrimento de Deus.
30. O Papa Francisco parece crer em uma "evolução" da religião, a verdade é mutante.
31. O Pontificado de Francisco é marcado pela confusão e contradição. O Papa exalta a colegialidade em sua fala, mas é ditatorial e faz atos sem consultar ninguém, enquanto usa a mídia para defender suas posições. O Papa sempre exalta o diálogo, mas despreza e não responde aos próprios cardeais, que considera opositores ao que ele pensa. Papa Francisco sempre está pronto para conversar com os mais radicais que são contra a Igreja.
32. Se a fé católica não é mais clara em sua doutrina, como atrairia as pessoas para a fé?
33. Papa demitiu sem nenhuma justificativa o cardeal Muller e alguns assessores dele.
34. Enquanto isso o Papa aponta cardeal heterodoxos mesmo aqueles com problemas de esconder casos de pedofilia;
35. O Papa Francisco não cansa de falar como despreza o ensino tradicional da fé católica.
36. É dito que o Papa não ensina o evangelho mas política.
37. O Papa Francisco parece acreditar que o que faz é para o bem da Igreja, não ver nenhuma maldade no que ele faz.
38. Os casos homossexuais dentro do Vaticano parecem que nunca foram tantos como agora.
39. O website da La Stampa tem se tornado o veículo de comunicação do Papa, junto com Antonio Spadaro, que lidera publicação jesuíta. Esses meios de se comunicar do Papa regularmente recorrem a ataques pessoais para dissuadir os críticos do pontificado. E quando os fatos os dementem, esses meios dizem simplesmente que é fake news.Essas publicações mais radicalmente defendem o Papa, como se fosse um Pravda, do que o Osservatore Romano.
40. Cristo está se tornando um taboo no pontificado de Francisco. Não se pode usar o nome Dele, mas fala-se em defesa da ONU e da Mudança Climática como entes quase divinos.
41. Papa Francisco se submete e submete a fé ao mundo.
42. Lembremos, no entanto, que Deus não abandona seus filhos nem a sua Igreja.










segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Catalunha (Parte 4) - O Regime Constitucional Após Franco.


Hoje relembra-se o beato Victor Chumillas-Fernández (foto acima), ele é um dos 498 mártires da Guerra Civil espanhola que foram beatificados juntos em 2007. Mais de 6.800 bispos, padres, diáconos e freiras foram martirizados durante o "terror vermelho" que ocorreu nessa guerra civil. Relativos a essa guerra, até hoje, 1.815 foram beatificados e 11 foram canonizados.

Rezemos por Victor Chumillas-Fernández, ele conheceu o poder da fé cristã e o quanto essa fé pode atrair o ódio a Cristo por parte de ateus.

Como sabem, pedi ao Fuentecalada para escrever para o blog sobre a questão da Catalunha, sua história e tentativas de independência.

Fuentecalada já me passou três partes do seu texto. Para ler a primeiro parte, que trata da história da Catalunha,  clique aqui, para a segunda parte, que trata da Catalunha durante a Guerra Civil, clique aqui e para a terceira parte, que a trata da Catalunha durante o governo Franco, clique  aqui.

Abaixo temos a quarta parte que trata da transição do governo Franco e da anistia total aos comunistas.

Nessa parte, Fuentecalada fala, inclusive, sobre a influência dos anarquistas/comunistas na América Latina e de como os padres, especialmente jesuítas, apoiaram a formação e as ações do grupo terrorista ETA.

A princípio, eram para ser apenas quatro partes, mas combinei com Fuentecalada de dividir essa última parte em duas. Então, teremos mais um ótimo texto dele nos próximos dias.

Para quem já leu qualquer dos textos de Fuentecalada,  não perderá tempo, pois conhece a qualidade e o conhecimento dele e imediatamente lerá o que vai abaixo


"O regime constitucional estabelecido após o período franquista".
Autor: Fuentecalada


Naquela manhã de vinte de dezembro de 1973, como fazia diariamente, o almirante acabara de sair da missa na Igreja de São Francisco de Borja, a paróquia dos jesuítas situada defronte à embaixada dos EUA em Madrid. Ángeles, a filha caçula, desta vez não o acompanhara. O neto, nascido há poucos meses, passara a noite inquieto. Pouco antes de sair para a missa, Ángeles telefonara para avisar que não iria com ele. Estava “morta de sono”. Acomodado no banco traseiro do Dodge 3700 GT, o almirante passaria em casa para tomar o desejum e, em seguida, dar início a mais um dia de trabalho. Naquele dia teria início o julgamento dos dirigentes das “Comisiones Obreras (CC. OO.), a organização clandestina que era o principal fruto visível do “trabalho de base” organizado pelo “Partido Comunista de España” (PCE) para infiltrar a direção dos sindicatos de trabalhadores e insuflar greves. Dentre os dirigentes subversivos detidos, um sacerdote jesuíta: Francisco García Salve, um dos novos “padres operários”, que haviam ressurgido após a reabilitação concedida pelo Papa Paulo VI, em 1965, ao movimento que tivera origem na Juventude Operária Católica (JOC). Os dirigentes das CC. OO., todos filiados ao PCE, haviam sido presos quando realizavam uma reunião no Convento dos Missionários Oblatos de Maria Imaculada, em um subúrbio de Madrid. Um sacerdote jesuíta..., o que possivelmente trouxe ao almirante a lembrança da antiga igreja de São Francisco de Borja, incendiada pela turba, em 1931, nos tumultos que se seguiram à queda da monarquia. “¡Los conventos! ¡Los conventos!”. Talvez também lhe tenha vindo à lembrança o Capitão José, seu irmão, executado pelas milícias republicanas em 1936, quando estalou a Guerra Civil. O refúgio na embaixada, a fuga para a França, o retorno à Espanha para ingressar no combate ao lado de Franco. Haviam se tornado amigos próximos. A opção pela neutralidade. A aspiração acalentada por tantos anos...restauração. O carro contornou a igreja e ingressou na Calle de Claudio Coello. Um sacerdote jesuíta... Há tempos o almirante declarara em uma entrevista: “El católico sirve a la Iglesia de la que forma parte, pero si para sus fines políticos o de cualquier otro orden, se sirve de la Iglesia poniéndose una etiqueta de católico, no obra, a mi juicio, como buen católico…”. Mais um Natal se aproximava. A longa conversa que tivera na véspera com Kissinger. Espanha terá a bomba? Um sacerdote jesuíta... Pensara, então, na Opus Dei? Comungara há pouco. E se...
Quando os dois membros da escolta que seguia o carro do almirante recobraram os sentidos, uma nuvem de poeira e detritos cobria a rua. Cheiro de gás. Saíram cambaleantes do carro. Mais à frente, pararam à borda de uma enorme cratera inundada. “Onde está o carro do presidente?”, perguntou um deles. “Não sei, deve ter passado antes da explosão”... Na realidade, o carro fôra arremessado a uma altura de quinze metros e se espatifara no interior do pátio do convento dos jesuítas.
Em decorrência da explosão, provocada por um dispositivo acionado por cabos elétricos, morreram o motorista José Luis Pérez Mogena, o inspetor de polícia Juan Antonio Bueno Fernández e o pai da jovem Ángeles, o Almirante Luis Carrero Blanco, chefe de governo espanhol. Seis outras pessoas que se encontravam nas imediações ficaram feridas.
Naquela noite, a programação em espanhol da Rádio Paris (RTF), controlada por exilados anti-franquistas, em grande parte membros ativos do PCE, divulgou um comunicado atribuído ao grupo terrorista ETA - “Euskadi Ta Askatasuna” (vasco para "Pátria Vasca e Liberdade"), que assumia a responsabilidade pelo atentado, classificando-o como “um avanço na luta contra a opressão nacional, pelo socialismo em Euskadi e pela liberdade de todos os explorados e oprimidos dentro do Estado espanhol”.
No dia seguinte, antes de presidir a reunião do Ministério, Franco confidenciou a seu ajudante de ordens, o Capitão de Marinha Antonio Urcelay: “Cortaram o último fio que me unia ao mundo”. Mais tarde, perante o Ministério reunido e tal como ocorreria depois, ao cumprimentar a viúva durante o funeral, Franco fez algo inesperado e que até então nunca fora visto em público: caiu em prantos e soluçou desconsoladamente.

Franco no funeral do Almirante Carrero Blanco com a viúva.
A presença de outro visitante no velório realizado no dia anterior teria causado mais do que surpresa à viúva, aos familiares e autoridades presentes: o Cardeal Vicente Enrique y Tarancón, Arcebispo de Madrid e presidente da “Conferencia Episcopal Española”. Tarancón fôra elevado à honra cardinalícia por Paulo VI, em 1969, e se fizera o principal expoente na Espanha do aggiornamento conciliar. Acompanhado de seu ajudante, o padre jesuíta José María Martín Patino, o cardeal insistia caber a ele celebrar a missa de corpo presente. Terminada a missa, saíram os dois por uma porta lateral, sob escolta da polícia, enquanto da rua lhes gritavam: “Assassinos!”.
O Cardeal Tarancón e o padre jesuíta José María Martín Patino.


Às quatro da tarde, o cortejo fúnebre partiu em direção ao cemitério de El Pardo, encabeçado pelo cardeal Tarancón, acompanhado do padre Martín Patino e de outros bispos sob os apupos da multidão: ¡Queremos obispos católicos!”. “¡Obispos rojos no!”. Segundo o jornal Folha de São Paulo, tratou-se de um “ataque à Igreja”.
Três dias depois do ataque terrorista, a polícia já havia identificado seis suspeitos, todos pertencentes ao ETA. O ETA fôra constituído no final dos anos cinqüenta e teria iniciado suas atividades terroristas em 1960, explodindo a bomba que matou uma jovem de 22 anos em uma estação ferroviária. Sua primeira “assembléia” ocorreu no mosteiro beneditino de Nossa Senhora de Belloc, em Urt (França). Na “assembléia IV”, realizada em agosto de 1965 na Casa de Exercícios Espirituais dos jesuítas, em Azpeitia, foi aprovado, em definitivo, o uso da violência armada como meio de ação habitual, além de afirmar o caráter revolucionário de cunho comunista e “terceiro mundista” (!) da organização.
Em 22 de maio de 1965, o padre jesuíta Pedro Arrupe (1907-1991), espanhol de origem vasca, fôra eleito o superior geral da Companhia de Jesus. Em 1923, Arrupe ingressara no curso de medicina em Madrid, onde teve como professor Juan Negrín, o político socialista que assumiria em maio de 1937 a presidência do Conselho de Ministros do governo republicano com o apoio do PCE. Quando Negrín soube que Arrupe abandonara o curso de medicina para ingressar na Companhia de Jesus, empreendeu uma longa viagem de trem, treze horas na época, para demovê-lo. Vislumbrava um brilhante futuro para seu aluno. Arrupe, porém, manteve a decisão. Despediram-se com um abraço: “Pedrito, sempre simpatizei muito com você”, disse-lhe Negrín. Em 1932, o governo republicano expulsaria da Espanha a Ordem dos Jesuítas.
Arrupe havia estreado no Concílio Vaticano II, já na condição de superior da Ordem, afirmando que, ao fim de dois mil anos, a Igreja ainda não tinha encontrado uma maneira eficaz de defender a sua mensagem. Defendeu, então, ao abordar o avanço do “ateísmo”, que a Igreja não poderia continuar “isolada e como que fechada num gueto, mas imersa no mundo” (de Mattei, Roberto in “O Concílio Vaticano II – Uma História nunca escrita”. Caminhos Romanos. Porto – Portugal : 2012, p. 426). A declaração foi refutada por diversos prelados que defendiam a necessidade de o Concílio proferir uma clara condenação ao comunismo, dentre os quais, o brasileiro D. Antônio de Castro Mayer, cuja intervenção foi reproduzida pela revista “Catolicismo” (Catolicismo n° 178-179, outubro-novembro de 1965, p. 16).
A “assembléia V” do ETA se reuniria entre dezembro de 1966 a março de 1967, primeiramente na Casa Paroquial de Gaztelu e depois na Casa de Exercícios Espirituais, em Guetaria, sendo ambas as instalações pertencentes aos jesuítas.
Dentre as invariáveis dissensões internas que resultavam desses encontros, surgiria o grupo que assumiria o controle da organização e viria a executar o atentado que matou Carrero Blanco.  Porém, eram cada vez mais fortes os indícios de que o ETA não agira sozinho.
Em 1974 foi publicado na França o livro “Operación Ogro: Cómo y por qué ejecutamos a Carrero Blanco”, cuja autoria era atribuída a um personagem inexistente, Julen Aguirre. Revelou-se mais tarde que a verdadeira autora era Eva Forest (1928-2007), natural de Barcelona e filha de um casal de anarquistas, uma ativa militante do PCE que tivera participação direta no planejamento e execução do atentado. O livro, apesar de relatar fatos verídicos, fôra publicado com a intenção de indicar pistas falsas e confundir a investigação policial. Dez anos depois, em uma nova edição, Eva Forest assumiria não só a autoria do livro, mas também o papel ativo que desempenhou na “Operación Ogro”.


Tão logo veio a luz a vinculação partidária de Eva Forest, o PCE apressou-se a afirmar que Eva Forest teria se tornado uma dissidente do partido e, portanto, não reconhecia qualquer vinculação de algum de seus membros com o atentado. Contudo, Eva Forest era presença constante nos atos promovidos pelo PCE. Em 1966, Eva Forest fez a primeira de suas várias viagens a Cuba. No retorno, publicou o livro “Los Nuevos Cubanos”, uma peça de propaganda para o regime de Castro, além de criar o “Comitê de Solidariedade a Cuba”. Logicamente, criou logo depois o “Comité de Solidaridad con Vietnam”. Em 1970, criaria também um “Comitê de Solidariedade” aos dezesseis terroristas do ETA, dentre os quais dois padres, que estavam sendo processados como responsáveis por três assassinatos, além de atentados e assaltos, o chamado “Processo de Burgos”. No contexto de agitação e propaganda a pretexto desse julgamento, cerca de trezentos “artistas e intelectuais” se trancaram na abadia beneditina de Montserrat, na Catalunha, e lançaram um manifesto em que pediam anistia total, liberdades democráticas e direito de autodeterminação, sob as bênçãos do abade Cassià Just, que se tornaria conhecido com “o abade vermelho”.
Em 1977, Eva Forest declarou que havia conhecido em Cuba várias pessoas interessadas em impulsionar um “movimento de libertação vasco”, dentre eles um argelino, que seria o seu contato com a KGB. Na ilha estabeleceu-se a conexão internacional que resultaria na criação por ela do “Comitê de Solidariedade” ao ETA, do qual participariam grande número de intelectuais, membros do PCE e pessoas ligadas à revista “Cuadernos para el diálogo”, uma publicação de “católicos progressistas” que surgira tecendo loas ao Concílio Vaticano II e que, ao longo de sua existência, entre 1963 a 1978, adotaria uma linha de crescente oposição ao regime franquista.   
Na foto abaixo, Eva Forest, ao lado do marido Alfonso Sastre, em uma de suas viagens a Cuba, em um jantar com o Ministro da Cultura com a presença do “comandante” Fidel Castro.

O assassinato do Almirante Carrero Blanco, denominada pelos terroristas de “Operación Ogro”, é considerado o fato que deu início ao processo de “transição à democracia”, pois teria impedido a continuidade do regime franquista. Desde 1969 o príncipe Juan Carlos fora designado para suceder Franco na chefia de Estado, com o título de rei, em caso de morte ou incapacidade do caudillo. Contudo, o príncipe Juan Carlos, apesar de haver jurado lealdade a Franco, aos princípios do Movimiento Nacional e às leis do Reino, pretendia iniciar um processo de “abertura política” e fazer profundas mudanças, dentre as quais a legalização do PCE, conforme fizera saber a Santiago Carrillo através de Nicolae Ceasescu, líder comunista da Romênia. A legalização do PCE ocorreria em 1977, durante a Semana Santa.
  

  
             Nicolae Seasescu e Santiago Carrillo com as esposas.                            Santiago Carrillo e outros líderes políticos são recebidos pelo Rei Juan Carlos em 1980.

Os assassinos de Carrero Blanco nunca seriam levados a julgamento. O inquérito que investigou o caso desapareceu. Tampouco os autores do atentado na Cafetería Rolando em Madrid, perpretado em setembro de 1974, explosão que resultou em treze mortos e mais de setenta feridos e mutilados. As investigações apontaram o ETA-V, Eva Forest e sua rede de colaboradores que seria desmantelada pela polícia, vários deles membros ativos do PCE. Santiago Carrillo negou participação e determinou aos advogados do partido que não patrocinassem a defesa dos suspeitos detidos, o que gerou algumas vozes relutantes, mas foi disciplinadamente cumprido pelos militantes.
O “processo de transição para a democracia” que se seguiu à morte de Franco, em 1975, resultaria em “anistia total”, aprovada em 1977, na qual foram libertados, entre outros envolvidos em atos de terrorismo, Eva Forest, que, ao sair da cadeia, posou para os fotógrafos com punho erguido, o gesto de saudação comunista (foto abaixo).

Durante aqueles anos surgiram diversos grupos terroristas e “braços armados” dos vários partidos e grupelhos de orientação revolucionária, dentre os quais os “Grupos de Resistencia Antifascista Primero de Octubre” (GRAPO), ligados ao “Partido Comunista de España (reconstituido)”, mais uma das dissidências do PCE que rejeitavam a liderança de Santiago Carrillo e a linha política de “reconciliação nacional” e aproximação com o “eurocomunismo” que o antigo dirigente imprimira ao partido. O PCE “marxista-leninista”, outra dissidência do PCE, por sua vez, manteria em ação, até 1978, o grupo terrorista “Frente Revolucionario Antifascista y Patriota” (FRAP) e, no “campo cultural”, a publicação “Viento del Pueblo”, em que teria colaborado Alfonso Sastre, casado com Eva Forest e que aparece ao seu lado na foto acima.
Em 1979, o cineasta italiano Gillo Pontecorvo, ex-membro do “Partito Comunista Italiano” (PCI), mas ainda um marxista convicto, lançou um filme sobre a “Operación Ogro” baseado no livro de Eva Forest, uma peça de propaganda revolucionária em que se propunha refletir, inconclusivamente, sob o dilema existencial de se manter a “luta armada” em uma sociedade democrática. Para embaraço do diretor, o filme foi lançado quando a Itália estava sob o impacto do seqüestro e assassinato do Primeiro Ministro Aldo Moro pelo grupo terrorista “Brigadas Vermelhas”. Na cena que reproduz a explosão, Pontecorvo excluiu os transeuntes inocentes que foram atingidos no atentado. A verdade nem sempre é revolucionária.  
O jesuíta Francisco García Salve, “padre operário” que fora dirigente das CC. OO. e militava no PCE, beneficiado pela anistia de 1977, largou o sacerdócio, casou-se e virou advogado trabalhista. Expulso do PCE, em 1981, ajudou a fundar o “Partido Comunista de los Pueblos de España” (PCPE), onde integrou o Comitê Central. Em 1981 lançou o livro “Por qué somos comunistas”. Sua carreira literária, porém, havia começado em 1965, quando lançou sua obra de estréia: “Yoga para jóvenes”...
Eva Forest morreu em 2007, na região vasca. Lá chegou a se eleger senadora, em 1989, pela coalizão esquerdista “Herri Batasuna” (HB; literalmente, ‘Unidad Popular’ em língua euskera/vasca), que não subscrevera o “Pacto de Ajuria Enea” pela paz e contra o terrorismo. Eva Forest cultivou a fama de escritora e gostava de se apresentar como a precursora do movimento feminista na Espanha e uma “defensora dos direitos humanos”.
Santiago Carrillo elegeu-se deputado em 1977, 1979 e 1982. Porém, o PCE colheria sucessivos fracassos eleitorais após a volta à legalidade, o que resultou em novas dissensões internas que culminaram na expulsão de Carrillo do PCE em 1985. No ano seguinte, Carrillo fundaria o “Partido de los Trabajadores de España-Unidad Comunista” (PTE-UC), denominação que uma vez mais refletiria o involuntário efeito humorístico dos nomes escolhidos para os partidos comunistas. Colhendo resultados cada vez mais inexpressivos nas urnas, o PTE-UC optaria por integrar-se ao PSOE como uma “corrente” dentro do partido socialista que denominaram de “Unidad de la Izquierda”... Carrillo, porém, preferiu abandonar a política. Entretanto, não conseguiu evitar que fosse invariavelmente recebido com protestos hostis em suas aparições públicas, sob as acusações de assassino e genocida. Lembranças de seus “feitos” durante a Guerra Civil, quando estava à frente da Secretaria-Geral das “Juventudes Socialistas” do PSOE, mas já atuando sob orientação do PCE. Fôra então nomeado “Consejero de Orden Público”, sendo o organizador e responsável pelo massacre de milhares de prisioneiros nas imediações de Madrid (Paracuellos de Jarama e Torrejón de Ardoz). Negou sempre. Morreu em casa, em 2012, aos 97 anos, fazendo a “siesta”.
A Igreja “imersa no mundo”, tal como propusera o padre Arrupe, resultaria do entendimento de que “O mundo avança mesmo sem nós, disse ele, de nós depende que avance conosco!", o que impulsionaria o compromisso com a “Teologia da Libertação” e teria encorajado o envolvimento de vários jesuítas em grupos terroristas e “movimentos de libertação”, entre outros em países como El Salvador (Frente Farabundo Martí de Libertação Nacional – FMLN), Angola (Movimento Popular de Libertação de Angola - MPLA), Nicarágua (Frente Sandinista de Libertação Nacional – FSLN) e Argentina (Montoneros), além de, naturalmente, no “País Vasco” (ETA).
Em viagem a Portugal, Arrupe rezou de joelhos diante da estátua do Marquês de Pombal, em “sinal de reconciliação” com o homem que no século XVIII expulsou a Ordem dos Jesuítas do Reino, confiscou suas posses, perseguiu e aprisionou sacerdotes, dentre os quais o padre Gabriel Malagrida, sendo este condenado ao garrote e à fogueira. Não há registro de que a estátua de Pombal tenha retribuído o gesto. Dez anos depois, o fato seria saudado pelo socialista Mário Soares (Franco, José Eduardo. “O mito dos jesuítas para além do tempo do mito: no período do Estado Novo e do regime democráticoin Mutações religiosas na época contemporânea: figuras e pensamento Volume 2; Volume 16 de Lusitania sacra. Editor Universidade Católica Portuguesa. Centro de Estudos de História Religiosa : 2004, p. 423-424). Miguel Lamet, admirador de Arrupe, a quem considerava um “profeta”, escreveria uma biografia do jesuíta vasco, dando ao livro o sugestivo título de “Arrupe: uma explosão na Igreja”.


Arrupe ajoelha-se ao pés do monumento
ao Marquês de Pombal.
O “aggiornamento” eclesial e a “opção preferencial pelos pobres” teriam grande impulso na Espanha, especialmente nas regiões vasca e catalã, mas não apenas entre os jesuítas. Da Catalunha viria em missão ao Brasil, em 1968, Pedro Casaldáliga. Ordenado sacerdote em Montjuïc, Barcelona, o claretiano seria nomeado por Paulo VI, em 1971, bispo prelado de São Félix do Araguaia (MT). Adepto da “teologia da libertação”, ajudou a fundar o “Conselho Indigenista Missionário” (Cimi). Avesso ao uso dos tradicionais trajes eclesiásticos, em vez da mitra, preferia o chapéu de palha, em vez de um anel de ouro, até hoje utiliza um anel de tucum. Em 1980 foi homenageado em evento realizado no teatro da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – TUCA, durante a realização de uma “Semana de Teologia” subordinada ao título de “A Igreja na América Latina”, quando lhe foi outorgado um uniforme de guerrilheiro sandinista. “Nicarágua nos deu o exemplo: todos nós, todos os povos da América Latina, todos os povos do Terceiro Mundo, vamos atrás!”, assim concluiu o prelado o seu discurso de agradecimento, já envergando a jaqueta do uniforme de guerrilheiro (Catolicismo n° 355-356, julho-agosto de 1980, p. 14-15). Em 1994, Dom Pedro Casaldáliga apoiou a sangrenta revolta comunista de Chiapas, no México, afirmando que “quando o povo pega em armas deve ser respeitado e compreendido”. Em 1999 publicou a "Declaração de Amor à Revolução Total de Cuba". Retirou-se em 2005. Crítico do governo Lula, por considerar que este gosta mais dos ricos do que dos pobres, apóia o MST e a Via Campesina. Defende o “diálogo” em vez da excomunhão e proibições. Apóia a ordenação de mulheres e se declara contrário ao celibato sacerdotal. Ecologista, recentemente se fez fotografar abraçado a uma árvore.
Na Espanha, a “transição” se concluíra, dentre outras mudanças, com a legalização do jogo e do divórcio. A nova Constituição foi aprovada em 1978 e submetida a referendo popular, obteve aprovação de 58,97% do eleitorado. As primeiras eleições sob a nova Carta foram realizadas no ano seguinte. Em 1981, um grupo de militares tentou dar um golpe, sufocado em menos de 24 horas pela atuação decisiva do rei Juan Carlos. No ano seguinte, o PSOE ganharia as eleições. O Papa João Paulo II, em visita à Espanha, comunicou ao Cardeal Tarancón que havia aceitado sua demissão. Em encontro anterior, João Paulo II havia aplicado uma severa reprimenda ao Cardeal por sua atuação à frente da Conferência Episcopal.

Em 1985, o governo do PSOE, sob a liderança de Felipe Gonzalez, conseguiu aprovar a “descriminalização do aborto”, passando a ser permitido para os casos de estupro, até doze semanas de gravidez; má-formação do feto, até 22 semanas de gravidez e a qualquer momento em caso de “risco de saúde física ou mental da mulher”. 

O Assassino da Igreja Batista Pregava Ateísmo


Qual o motivo leva alguém a entrar em uma igreja cristã e sair matando todos, até crianças de dois anos?

O que se poderia supor hoje em dia?

É um muçulmano? Se sim, então estaria justificado.

É um negro matando brancos ou é um branco matando negros? Se sim, é uma questão de racismo.

O caso de Devin Patrick Kelley, que matou 26 pessoas dentro de uma igreja Batista na cidade de Sunderland Springs no Texas ontem deixou muita gente apreensiva por várias horas, pois a polícia não revelava os motivos.

Enquanto os familiares das vítimas choravam em desespero.

Os esquerdistas de plantão não esperavam muito e já saíram condenando o uso de armas, mesmo sabendo que dias antes um terrorista usou um caminhão para matar em Nova York. E apesar de que o atirador teve negado a posse de arma.

Depois que saiu o nome do assassino tudo que se sabia era que ele tinha sido expulso da aeronáutica, tiinha dado "curso de Bíblia" por um breve período e também que tinha atacado sua mulher e filhos.

Bom, agora se revela que Kelley era um ateu "creepy and weird".

Difícil traduzir creepy e weird, mas todo mundo conhece uma pessoa que não se contém em tentar de toda forma defender seu argumento em qualquer momento, sem nenhuma sensibilidade com relação às pessoas. Na verdade, despreza as pessoas e suas opiniões.

Será que os ateus, vão se levantar e dizer que não é assim que se faz, que a "sua fé" não defende ataques violentos contra cristãos?

Vejamos parte do texto do Daily Mail.



EXCLUSIVE: 'Creepy, crazy and weird': Former classmates say Texas gunman was an 'outcast' who 'preached his atheism' online before killing 26 in the state’s worst ever mass shooting




  • Walked into First Baptist Church of Sutherland Springs in Texas and opened fire 
  • He was wearing black, tactical gear and carrying a military style assault rifle
  • Kelley was shot by local Stephen Willeford, 55, and died after a car chase
  • Former classmates have described him as an 'outcast', 'creepy' and 'weird'
  • Another said he talked 'about how people who believe in God were stupid'
  • LinkedIn reveals Kelley was an Air Force veteran and ex-Bible studies teacher
  • He was court martialed in 2014 for two counts of assault on his spouse and child
  • He was living in New Braunfels, a suburb of San Antonio, and was married 


    The Texas church shooter who shot dead 26 people and injured 24 others was an 'outcast' who 'preached his atheism' online.
    Former classmates say Devin Patrick Kelley, 26, who stormed First Baptist Church of Sutherland Springs in Texas and opened fire on Sunday, was 'creepy', 'crazy' and 'weird'.
    Patrick Boyce, who attended New Braunfels High School with the killer, told DailyMail.com: 'He had a kid or two, fairly normal, but kinda quiet and lately seemed depressed.
    'He was the first atheist I met. He went Air Force after high school, got discharged but I don't know why. 
    'I was just shocked [to hear the news]. Still haven’t quite processed how he could have done that.'
    Nina Rose Nava, who went to school with the gunman, wrote on Facebook: 'In (sic) in complete shock! I legit just deleted him off my fb cause I couldn't stand his post. 
    'He was always talking about how people who believe in God we're stupid and trying to preach his atheism' 
    Christopher Leo Longoria replied: 'I removed him off FB for those same reasons! He was being super nagtive (sic) all the timd (sic).' 

domingo, 5 de novembro de 2017

"O Iluminismo é um Parasita, Matará seu Hospedeiro. Mas Faz Isso com Alegria pois Odeia Cristo."


Quem estuda história da filosofia e tem uma boa formação em teologia cristã consegue ver claramente a destruição que se iniciou com as tentativas de destruição do pensamento escolástico iniciadas por Guilherme de Ockham e Descartes. A semente do Iluminismo tinha sido lançada e o mal iria ter mais força contra Cristo. Hoje vivemos tempos terríveis iniciados há séculos que resultou em adoração do aborto, do homossexualismo e do ateísmo e até do satanismo (que está presente até dentro dos muros do Vaticano como dizem alguns).

Eu costumo dizer simplesmente que "o erro vai dar errado". Isto é, esquerdismo, islamismo, comunismo, fascismo, ensinamento herege, ideologia de gênero, vão dar errado, eles trarão destruição e se  destruirão sozinhos. Mas eles não se importam, quem defende isso quer ver mesmo é a destruição de Cristo.

Acho que Dr. Alan Fimister disse isso tudo em seu excelente artigo publicado no Dailly Caller sobre o que é o Islã frente a Cristandade.

Por vezes, sinto que não é apropriado reproduzir todo o texto no meu blog, pois assim evito que acessem o local original.

Vou colocar aqui apenas partes leiam todo no site do Dailly Caller

Christianity Is Just A Better Religion Than Islam
Posted By Alan Fimister On 1:15 AM 11/02/2017


One of the most important, really the only, consideration in whether a religion is any good or not is whether it’s true. After all, the first requirement of the moral law is to worship God in the manner He has appointed....

Islam is the basis of a great world civilization with much to admire. But, just as Cortez and his conquistadors stared in wonder at Mexico City for the first time, admiration does not necessarily imply approval. The followers of Mohammed had an advantage over Medieval Christendom when they descended upon the Roman Empire and swept half of it away in the space of a few decades. 
...

But then that is what makes the achievement of medieval civilization so remarkable. When you show people a picture of some great Byzantine Church they often say “it looks like a mosque” but it’s really the other way around. The mosques are copied off the Byzantine churches and they are a metaphor for much of the rest of Islamic civilisation...


What was Christendom’s secret? It understood God, so far as this is given to human reason and faith. God is one, God is reasonable and God is free. God consequently doesn’t like people being forced to worship Him, He can’t and won’t make 2+2=5, He has bestowed a single set of laws upon nature, He doesn’t like tyranny and if you want to find out what those laws are you will just have to do some experiments. God is also Three so plurality is not an unfortunate side-effect of being a creature that can be stamped out if we just have a big enough government...If you want to look at what the elements without the Triune God produce just look at Islam.

But again, one must be fair: the capricious monotheism of Mohammed may provide the religious basis for forced conversion, brutality, anti-intellectualism, dictatorship and technological stagnation. But it does represent a sustainable civilizational model compared to the cultural cringe of the ‘renaissance’ and the cultural suicide of the ‘Enlightenment’ and its fascist, communist and liberal successors. This is the West’s problem: in itself Christendom, armed with truth and right and freedom, has more than enough resources to resist and overcome any rival civilization. But the ‘renaissance’ injected into western man an absurd inferiority complex in regard to pagan antiquity and then the ‘Enlightenment’ insisted on eliminating from public policy and public law the very Christian revelation which defined and ennobled western man. 

The ‘Enlightenment’ is a parasite, it will not survive the death of its host. But it is strong enough to weaken the West to the point where its traditional external enemy the Islamic Ummah can strike the killer blow. Deep down the liberals know this is case, as they contracept and abort and legislate our civilisation into extinction, but in the end they don’t care. 

Their ultimate motive was always less the love of ‘liberty’ and more the hatred of Christ.

Dr. Alan Fimister is assistant professor at Saint John Vianney Theological Seminary.

sexta-feira, 3 de novembro de 2017

Papa Francisco no Cemitério Militar me Lembrou Música de Bon Jovi.


Essa semana, o Papa Francisco foi a um cemitério militar na Itália, o cemitério é dedicado a quase 8 mil americanos que morreram na Segunda Guerra na luta contra o nazismo e fascismo na Itália. Esses soldados deram a própria vida, deixando suas famílias sem eles, para salvar outro país da destruição ideológica.

Mas o Papa Francisco usou o momento para falar contra a guerra em geral, dizendo que a guerra SÓ traz morte.

Nossa Senhora, que ofensa ele fez aos soldados. 

E não a guerra não produz SÓ morte, ela pode ser a SALVAÇÃO de um povo. Toda a Europa sabe que a guerra pode ser a salvação contra o avanço de uma ideologia da morte.

O ato dos soldados foi um ato de amor. Eles NÃO morreram em vão, Papa. Além de jogar rosas brancas em túmulos, vossa Santidade deveria ter lembrado disso. Como disse Santo Agostinho: "Guerra pode ser um ato de caridade (de amor)".

Será que o Papa queria que o nazismo tivesse prevalecido?

Será que o mundo deveria deixar o nazismo florescer ao invés de lutar contra?

O Papa ainda deitou a condenar aqueles que hoje querem fazer a guerra. Todo mundo sabe que ele deve estar querendo atacar o Trump.

Será que o Trump deve deixar a Coreia do Norte atacar os vizinhos?

Japão não tem armas nucelares, nem mesmo um exército para se defender, fruto de sua estupidez imperialista durante a Segunda Guerra, em que apoiou Hitler. A capital da Coreia do Sul fica a apenas 70km da fronteira da Coreia do Norte, onde existe mísseis apontadas para ela, cidade em que habitam milhões de pessoas.

Será que Trump deve deixar eles se resolverem por lá?

Será que o Papa deseja que o mundo deixe de importunar o líderzinho da Coreia da Norte, que mata até familiares, deixa o povo com fome e faz campos de concentração para cristãos?

E o Irã, será que o Papa deseja que esse país que toda sexta-feira nas mesquitas promete destruir Israel tenha armas nucleares?

Eu escrevi um livro sobre Guerra Justa e comecei o livro justamente por uma frase terrível do Papa Paulo VI: "guerra nunca mais", que o Papa Francisco vive repetindo.

Para comprar o livro, acesse qualquer site de livraria no Brasil, como a livraria Saraiva (onde o achei mais barato).



Se a "Guerra pode ser um ato de amor", como disse Santo Agostinho, o pai da teoria da Guerra Justa, então o Papa Francisco estraga o que se define por amor, quando fala de guerra.

Por isso, quando vi a notícia do Papa Francisco no cemitério militar, eu mais uma vez lembrei de uma música de Bon Jovi: "You Give Love a Bad Name". Para mim, é a melhor música de Bon Jovi. O nome da música pode ser traduzido como "Você Estraga o que se Sabe sobre Amor". Assim, faz o Papa com seu exagero herege sobre misericórdia.

Vejam Bon Jovi abaixo cantando a música.






Imagine um Cantor Branco com um Capa Promovendo Morte de Obama


Essa é a capa de um album de um tal de Snoop Dog. No qual, ele está do lado do morto Trump. Imagine se fosse um cantor branco do lado do corpo de Obama.

Certamente, diriam o cantor promove a morte do presidente americano, ele seria preso, estaria em todos os jornais do mundo e o Papa o condenaria no Angelus.


quarta-feira, 1 de novembro de 2017

Filme: "Lutero e a Revolução Protestante"



Enquanto o Papa Francisco celebra Martinho Lutero, o anti-semita que odiava a Igreja Católica até as entranhas, a Polônia se levanta mais uma vez e produz um filme para mostrar quem era Martinho Lutero e a quem ele influenciou (Bismarck, Hitler e Honecker).

O filme vai ser exibido pela primeira vez na Polônia no dia 12 de novembro, mas ainda precisa de apoio para sua promoção. No vídeo acima o diretor do filme, Grzegorz Braun, explica o filme e pede apoio.

Mais explicação sobre o filme, clique aqui.

O site The Church Militant detalhou o filme, vejam parte abaixo:

POLISH FILM EXPOSES PERNICIOUS INFLUENCE OF MARTIN LUTHER

DETROIT (ChurchMilitant.com) - On the 500th anniversary of the Protestant Reformation, a Polish filmmaker is producing a film exposing the truth about Martin Luther, including his pernicious influence on dictators like Adolf Hitler and Erich Honecker. Catholic Grzegorz Braun is leading the creation of Luther and the Protestant Revolution, set to premiere on November 12 in Poland. 
"It will be aimed at identifying today's protracted Protestant revolutions," reads the description on the film's website, "echoes of events half a thousand years old, the devastating effects of the 'shockwave' of Protestantism in the horrors and absurdities of the 20th/21st centuries." 
We asked the filmmakers about the premiere, which will take place in the Palace of Culture and Science in Warsaw.
"We invited many journalists and media representatives," Braun told Church Militant. "However, we do not know yet how many of them will arrive. The final list will be known just before the premiere."
Although the film will be originally released in Polish, Braun Movies will also make an English-language version. They hope to make it available on Blu-Ray and DVD. 
Martin Luther was a Catholic priest who left the Church and kick-started the Protestant revolution. According to legend, he nailed 95 theses to the door of the Wittenberg Cathedral in 1517. Some of his "theses" condemned the abuses of the day but others espoused theological errors about grace, salvation, the Sacraments and Holy Scripture. 
In producing content for the movie, the filmmakers traveled to eight countries throughout Europe. They had on-camera interviews with experts in various academic fields and captured footage at historical sites associated with the early days of Protestantism. According to Braun, the team "interviewed 15 specialists from seven different countries." He noted that among the experts, "one American is also included." 
"The viewers will be able to learn how far the popular, politically correct Luther is from the real historical one," Braun said.
Luther has been criticized — and not just by Catholics — for virulent anti-Semitism and for stirring people to violence against his political adversaries. 
In the research and shooting for the film, the most surprising thing the filmmakers learned was Martin Luther's profound influence on "Bismarck, Hitler and Honecker." 
These three German leaders, according to Braun, all drew inspiration from Martin Luther's rebellion against the Catholic Church. The filmmakers, while working on the movie, were stunned when they realized that the "majority of the memorials, monuments, museums and academic narrations about Luther and his revolution were produced for propaganda purposes by those brutal regimes." 


A "Loteria da Diversidade" que Permitiu Ataque Terrorista em Nova York.



Pois é, eu também não sabia, mas há uma "loteira da diversidade" para permitir entrada de pessoas nos Estados Unidos. O terrorista de Nova York de ontem que matou 8 pessoas é ganhador dessa loteria.

Ao que parece essa loteria é cheia de fraude, mesmo porque não é possível verificar as informações daqueles que tentam ganhar na loteria. Nem mesmo a identidade daqueles que aplicam são verificadas.

50 mil pessoas conseguem ganhar essa loteria todo ano. Não parece ser difícil ganhar. E os Estados Unidos se sujeitam ao vencedor.

Apesar de parecer no vídeo acima que foi Obama que criou isso, não foi ele não. Foi apenas durante a presidência dele que o terrorista ganhou a loteria. Mas o partido de Obama e seus acólitos na mídia se apegam fortemente ao programa, que cegamente permite a entrada de pessoas nos Estados Unidos.

Trump desde agosto quer acabar com essa estupidez, mas o partido de Obama e alguns estúpidos republicanos (como John McCain) querem manter. Que loucura.

Vejam texto do Breibart:

Report: NYC Foreign Terror Suspect Entered U.S. with ‘Diversity Visa’ Trump Wants to End


According to ABC New York, 29-year-old Sayfullo Saipov — the man who allegedly mowed down pedestrians in the Tribeca neighborhood of New York City — entered the U.S. in 2010 from Uzbekistan under the Diversity Visa Lottery before obtaining a Green Card.
The Diversity Visa Lottery gives out 50,000 visas every year to foreign nationals from a multitude of countries, including those with known terrorist problems – such as Afghanistan, Algeria, Egypt, Iraq, Lebanon, Libya, Nigeria, Saudi Arabia, Somalia, Syria, Trinidad and Tobago, Venezuela, Yemen, and Uzbekistan.
Trump, though, along with Sen. Tom Cotton (R-AR) and Sen. David Perdue (R-GA), has been calling for an end to the Diversity Visa Lottery program since August. Under the RAISE Act, introduced in February and endorsed by Trump in August, the Diversity Visa Lottery would be eliminated altogether.
The Trump administration took eliminating the Diversity Visa Lottery even more seriously earlier this month when they introduced the president’s immigration priorities, which like the RAISE Act called for the elimination of the program.
In an interview with Breitbart News, Cotton said the Diversity Visa Lottery does not serve the national interest, as it arbitrarily rewards random foreign nationals with visas to come to the U.S.
“The diversity lottery serves no discernible humanitarian or economic interest,” Cotton explained to Breitbart News. “It is a policy that has far outlived its usefulness and it really doesn’t even serve diversity since Europe is one of the primary uses of it. Even in past efforts at amnesty-first comprehensive immigration reform like we saw in 2013 and 2007, most people agree we should eliminate the diversity lottery. I think it’s a policy that has far outlived its usefulness if it ever had any utility and it’s time to eliminate the diversity lottery.”
In 2011, just a year after the New York City foreign terror suspect, Saipov, entered the U.S. from Uzbekistan through the Diversity Visa Lottery, Center for Immigration Studies National Security Policy Director Janice Kephart testified before Congress about the security risks associated with the visa program.
“The Diversity Visa Program is an unfortunate blind spot in our immigration system that has outlived whatever purpose it might have had,” Kephart explained in her testimony in 2011. “The applicants for these 50,000 ‘visa lottery’ immigration slots require few skills. Neither their qualifications nor identity can be properly vetted. The program does not know, really, who these applicants are or their true purpose in coming to the United States. The program is a national security vulnerability and has been used by terrorists and organized criminals to not only enter the United States but to bring others in as well.”
“According to unofficial statements from the State Department, the program is rife with fraud in part because application standards are so low,” Kephart continued. “The program claims to have strict eligibility requirements, but only calls for a high school education or its equivalent or two years of work experience within the past five years in an occupation requiring at least two years of training or experience.”
In most of the countries eligible for a diversity visa, neither education nor work experience can be verified, let alone identity,” Kephart stated. “Consular officers in U.S. embassies abroad thus spend an inordinate amount of time attempting to determine if people are who they say they are and actually qualify for the program. Checking watch lists based on names or prior U.S. immigration histories thus often has little bearing on making a solid determination of identity, qualifications, or legitimate national security concerns.”
Democrats, the Republican establishment, the mainstream media, and the big business lobby have slammed the RAISE Act and Trump’s immigration priorities that would eliminate the Diversity Visa Lottery, Breitbart News reported.
In a statement following Trump’s detailed list of immigration priorities, Democratic leaders released a statement saying the White House “can’t be serious” with such reforms.
Soon after the Democrats’ statement on Trump’s immigration priorities, the mainstream media followed tune, with NBC News, the New York Times, POLITICO, and the Washington Post slamming the reforms as “hard-line” and a “posion pill.”
Just this week, Sen. John McCain (R-AZ) admitted that he did not even bother reading Trump’s immigration priorities, calling the 70-point list that included ending the Diversity Visa Lottery “non-starters.”

As Breitbart News reported, the elimination of the Diversity Visa Lottery was supported by Civil Rights icon Barbara Jordan, whose 1995 immigration subcommittee found that the program did not serve the national interest of the American people.