quinta-feira, 7 de maio de 2020

Esquerdistas Católicos: Bento XVI deve Calar a Boca. Está Sabotando Francisco


Saiu no jornal Express, que esquerdistas católicos que defendem mudanças radicais na Igreja Católica, em favor de mulheres, gays e divorciados estão furiosos com o novo livro de Seewald em que novamente Bento XVI deu entrevista.

Eles acham que Bento XVI se intromete demais, fala demais, ainda mora no Vaticano e não abandonou realmente o pontificado. Para eles, Bento XVI está sabotando o pontificado de Francisco. Eles dizem que têm pena de Francisco por causa disso.

Hummm...Bem, em um aspecto eles têm razão: em pedir que Bento XVI se retire realmente depois da renúncia. Bento XVI insiste em falar sobre as questões mais nevrálgicas da Igreja, escrevendo textos, dando entrevistas, etc., como sobre casamento gay, ordenação de mulheres, eucaristia para adúlteros. Realmente, é difícil negar que Bento XVI não esteja interferindo (quase mesmo sabotando o pontificado de Francisco). O último papa que renunciou e foi execrado por Dante Alighieri por isso (Celestino V), tirou a indumentária de papa e voltou ao monastério. Mas Bento XVI não seguiu Celestino V, que ele já declarou admirar.

Com relação aos dogmas católicos, Bento XVI tem razão? Sim, claro que sim. Francisco, muitas vezes, está do lado daqueles que detestam a fé católica, sejam em relação aos dogmas ou à doutrina social da Igreja. Mas Bento XVI abandonou a liderança da Igreja, e entregou para aqueles que disputavam a posição de papa desde, pelo menos, a eleição dele em 2005 (assim, ele devia saber que ala católica teria muitas chances de o suceder).

É bom termos Bento XVI defendendo a fé católica? Sim, claro, qualquer um com importância frente aos católicos é relevante na defesa da fé, e um ex-papa vivo (coisa que é muito estranha, apesar de não ser inédita) é muito importante. Mas era melhor com ele no poder. Não estaríamos tão ameaçados. Por causa disso, não sei se ele é o mais indicado para enfrentar o atual pontificado. Pois ele abandonou o cargo. Ideal seria que defesa da fé fosse feita pela maioria do cardeais, mas se isso fosse caso provavelmente Francisco não teria sido eleito. Sobrou para nós leigos, nos levantarmos.

Defendamos nossa fé!




quarta-feira, 6 de maio de 2020

OMS Começa a Tirar Corpo Fora e Atacar a China




Trump anunciou investigação sobre como a OMS agiu com a pandemia, enquanto a China proibiu a OMS e qualquer outro país de investigar os laboratórios chineses. 

Daí, agora pode-se ler uma entrevista do representante da OMS na China, na qual ele diz basicamente que, no começo da pandemia, a China escondeu fatos, mentiu sobre números de mortes, não passou amostras de casos da doença entre humanos, e que a OMS só descobriu a transmissão humana quando a China permitiu que a organização fosse a Wuhan (essa última pode ser mentira da OMS).

Hummm...triste é saber que não foram milhares  de mortes que fizeram o representante da OMS reagir. A expectativa de apenas uma morte já obrigaria a OMS a reagir. Mas depois de seis meses de pandemia, com milhares de mortes, é que a OMS  admite o que gente com dois neurônios já sabia em janeiro.

Vejam o relato da entrevista do Dr Gauden Galea, representante da OMS para a China, disponível no site da Sky News.




terça-feira, 5 de maio de 2020

As Terríveis "Tele-Missas".



O vídeo acima faz sátira do  "catolicismo" que vivemos nos dias de hoje, no qual palavras vazias nos cercam enquanto a realidade é de igrejas fechadas. Eu costumo caminhar com minha família para irmos à missa, nos último domingo não consegui nem entrar na Igreja, pois estava sendo gravada a "missa". No domingo anterior eu até assisti a gravação do lado de fora, tentando que meus filhos não fizessem barulho. Terrível.

O engraçado é que o próprio Francisco declarou em homilia recente que detesta tele-missas!!!

Missas sem gente, nem sacramentos.

Hoje eu li um artigo no site do jornalista Sandro Magister, que relembra a homilia de Francisco sobre "tele-missas" e traz a opinião do historiador católico Leonardo Lugaresi sobre essas missas televisionadas.

O ponto do artigo é dizer que as "tele-missas" não têm substância real, são espetáculos, que podem até excitar, mas são descoladas da realidade e do próprio Corpo de Cristo.

Vocês podem ler todo o artigo de Lugaresi no site de Magister, clicando aqui.

Vou traduzir algumas partes.

A Missa é um Evento, Não uma Performance
por Leonardo Lugaresi
Sobre as "tele-missas", você, Magister, tocou em um problema de importância vital para a Igreja Católica, uma discussão de grande interesse para a qual gostaria de tentar fazer uma pequena contribuição, do ponto de vista de uma pessoa que há muito estuda o julgamento da Igreja antiga em relação ao mundo do entretenimento.
Na concepção dos Padres da Igreja, as performances teatrais são caracterizadas pela presença paradoxal de uma "plenitude" de poder emocional e de um "vazio" de substância real.
De fato, os espetáculos, por um lado, têm o poder de excitar os espectadores e, às vezes, de levá-los a um estado de exaltação (pode-se pensar em certos excessos entre os fãs de esportes ou na intensa emoção que pode capturar o público na presença de uma performance teatral particularmente forte), mas, por outro lado, são por natureza "falsas", no sentido de que não têm substância real ou, se preferir, pertencem a uma ordem de realidade completamente diferente daquela da vida cotidiana de homens - e este é um argumento crucial dos Padres da Igreja - pela impossibilidade de um verdadeiro relacionamento entre o espectador e o ator.
A esse respeito, Agostinho - em uma famosa passagem do livro III das “Confissões” - faz uma reflexão muito aguda, quando observa que “no teatro, o homem quer sofrer ao contemplar incidentes tristes e trágicos que ele não gostaria de suportar ele mesmo."
Mas da "tristeza" da cena teatral o que surge é o prazer, o que para Agostinho, é uma “mirabilis insania”, uma loucura assombrosa, porque na vida real, diante da miséria do homem, a única resposta adequada é a  misericórdia...
O que isso tudo tem a ver com as tele-missas? Muito, na minha opinião, se pensarmos primeiro naquilo que a Missa é em sua essência: um evento e não uma performance.
Para ser mais preciso: a Missa é o evento por excelência, “o próprio sacrifício do Corpo e Sangue do Senhor Jesus”. Toda missa, de fato, “torna presente e atual o sacrifício que Cristo ofereceu ao Pai na cruz, de uma vez por todas em favor da humanidade. [...] O sacrifício da cruz e o sacrifício da Eucaristia são um e o mesmo sacrifício "(Compêndio do Catecismo da Igreja Católica, nº 280).
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A representação de um evento na mídia implica, por si só - independentemente das intenções daqueles que o montam e dos que o recebem, como também do “formato” usado - um showbusinessficação, que é em grande parte incompatível com a natureza do evento em si. Sem entrar no lugar dramático em que é realizado, ou seja, sem nos entregar ao tempo e espaço que o delimita, permanece-se sempre, em grande parte, um espetáculo.
As centenas de milhares de missas que são celebradas todos os dias no mundo não são "reprises" produzidas em lotes a partir de um protótipo, mas cada uma delas constitui a atualização do único sacrifício de Cristo, que ocorre de uma vez por todas. A lógica da representação da mídia, em vez disso, é a da repetibilidade e serialização: nessa perspectiva, não há diferença real entre seguir a missa ao vivo ou gravada.

A missa assistida em casa certamente pode constituir um exercício útil de piedade, a par dos outros, mas seria terrível se a fé católica a sobrepusesse ou até confundisse as tele-missas com a participação no sacramento. No passado, a autoridade eclesiástica estava muito atenta a essa distinção, e hoje eu gostaria que muito atenta também.

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Bom, é isso exatamente.

Detesto, assim como diz Francisco, as "tele-missas". Que Francisco saiba que estava e está nas mãos dele reprovar esse circo. Foram as mãos dele que aprovaram.


segunda-feira, 4 de maio de 2020

Foi Só Ele na História?


Pela enésima vez, Bento XVI reafirma que renunciou porque estava se sentido velho, frágil e que não tinha condições de viajar para o Brasil para o Encontro Mundial da Juventude. Negou novamente qualquer teoria da conspiração.

Eu me lembro perfeitamente daquele 11 de fevereiro de 2013 e como os meus colegas de trabalho sabendo que eu era católico me questionavam sobre a renúncia e criavam várias teorias da conspiração, mesmo aqueles que nem acompanhavam os assuntos da Igreja.

Eu respondia com um ar de tristeza e assombro que ele tinha renunciado, segundo ele mesmo, porque estava velho.

Mas peraí, como eu me perguntava desde então...

- Quantos papas podiam dizer o mesmo na história para justificar a renúncia e apenas 1 vez isso em 400 anos? E este que renunciou, colocou sua roupa de monge e voltou ao monastério. Bento XVI vive com o branco papal (qual seria a justificativa para esse branco? Papa Emérito é coisa que não existe no Catecismo, nem na história. Inventou moda?)

- Quantos papas ficaram até a morte no cargo e tiveram vivas bem menos confortáveis do que Bento XVI?
- Os papas são obrigados a fazerem viagens mesmo estando com saúde debilitada?
- Quantos papas na história sabiam mais história do papado do que Bento XVI?

- Se houve alguma pressão para a renúncia, coisa que ele nega, quantos papas na história sofreram pressão para deixar o cargo? Quantos morreram por conta dessa pressão? Sei que teve até papa que morreu em cativeiro depois de ser sequestrado, por exemplo.
- Quantos papas morreram mártires?

Sinto muito. Mas ele terá que contar outra para mim ou dizer que cometeu um dos maiores erros da história da Igreja.

Fora isso, não vejo justificativa.

domingo, 3 de maio de 2020

Vaticano Pede que Católicos que "se possível" Participem do Ramadã Muçulmano

Para o Vaticano de Francisco, os católicos deveriam participar do Ramadã e inclusive cear com os muçulmanos, durante o chamado "itfar", que quebra o jejum do Ramadã. O documento diz que "se possível", os católicos participem da ceia. Hummm...se possível.

O documento do Vaticano vem até em árabe, mas não tem a versão em português, nem a de espanhol (por enquanto).

O documento fala ainda que o Ramadã é um período para a proteção dos templos, citando Papa Francisco. O texto diz que quem ataca igrejas, mesquitas e sinagogas são "pessoas más".

Hummm...quem são estas pessoas más?

Se você é muçulmano e mata cristãos e destrói as igrejas cristãs, gritando Allahu Akbar, você não é muçulmano, para o Vaticano, você é apena suma pessoa má. Vaticano se concebe o direito de retirar a fé dos muçulmanos.

Muçulmanos protegendo templos cristãos e católicos? Alguém conhece algum caso importante? Será que a gente pode reaver a nossa Hagia Sofia?

Meu Deus, o que dizer? Que tempos tenebrosos estúpidos, fundo do poço da defesa da fé, tempos de apostasia de dentro do Vaticano.

O que será que diz o Alcorão sobre os católicos e cristãos?

O que será que diz o Alcorão sobre Cristo?

O que será que diz o Alcorão sobre infiéis?

O que será que Maomé disse sobre os cristãos?

Como será que Maomé tratou os cristãos?

O que será que a história nos fala sobre a relação dos muçulmanos com os cristãos?

O Ramadã deste ano vai do dia 23 de abril e a 23 de maio. E costuma ser o período em que se concentra os ataques terroristas contra...o que representa cristianismo e judaísmo.

Aqui vai a versão do documento em inglês.

Christians and Muslims: Protecting together the places of worship

Dear Muslim brothers and sisters,

The month of Ramadan is so central in your religion and therefore dear to you at personal, familial and social levels. lt is a time for spiritual healing and growth, of sharing with the poor, of strengthening bonds with relatives and friends.

For us, your Christian friends, it is a propitious time to further strengthen our relationships with you, by greeting you, meeting you on this occasion and, where possible, by sharing in an iftar with you. 

Ramadan and 'Jd al-Fitr thus are special occasions to foster fraternity between Christians and Muslims. It is in this spirit that the Pontifical Council for Interreligious Dialogue offers its prayerful best wishes and hearty congratulations to you all.

The thoughts we like to share with you this year following our cherished tradition are about the protection of the places of worship.

As we all know, the places of worship occupy an important place in Christianity and Islam, and in other religions as well. For both Christians and Muslims, churches and mosques are spaces reserved for prayer, personal and communitarian alike. They are constructed and furnished in a way that favours silence, reflection and meditation. They are spaces where one can go deep in himself/herself, so favouring for God-experience in silence. A place of worship of any religion therefore is "a house of prayer" (Isaiah, 56, 7).

Places of worship are also spaces for spiritual hospitality, where believers of other religions also join for some special ceremonies like weddings, funerals, feasts of the community etc. While they participate in the events in silence and with due respect to the religious observances of the believers of that particular religion, they also savour the hospitality accorded to them. Such practice is a privileged witness to what unites believers, without diminishing or denying what distinguishes them.
In this regard, it is worthwhile to recall what Pope Francis said when he made a visit to the Heydar Aliyev Mosque, in Baku (Azerbaijan) on Sunday, 2 October 2016: "Meeting one another in fraternal friendship in this place of prayer is a powerful sign, one that shows the harmony which religions can build together, based on personal relations and on the good will of those responsible".

In the context of recent attacks on churches, mosques and synagogues by wicked persons who seem to perceive the places of worship as a privileged target for their blind and senseless violence, it is worth noting what the Document on "Human Fraternity for World Peace and Living Together", signed by Pope Francis and the Grand Imam of Al-Azhar, Dr. Ahmad Al-Tayyeb, in Abu Dhabi, on 4 February 2019, said: "The protection of places of worship - synagogues, churches and mosques - is a duty guaranteed by religions, human values, laws and international agreements. Every attempt to attack places of worship or threaten them by violent assaults, bombings or destruction, is a deviation from the teachings of religions as well as a clear violation of international law".

While appreciating the efforts done by the international community at different levels for the protection of the places of worship worldwide, it is our hope that our mutual esteem, respect and cooperation will help strengthen the bonds of sincere friendship, and enable our communities to safeguard the places of worship to assure for coming generations the fundamental freedom to profess one's own beliefs.

With renewed esteem and fraternal greetings, in the name of the Pontifical Council for Interreligious Dialogue, we convey friendly wishes for a fruitful month of Ramadan and a joyous 'Id al-Fitr.
From the Vatican, 17 April 2020
Miguel Angel Cardinal Ayuso Guixot, MCCJ
President
Rev. Msgr. Indunil Kodithuwakku Janakaratne Kankanamalage
Secretary


Os "Cinco Olhos" Confirmam: China é Culpada pela Disseminação e Mortes do Covid-19


Os "Five Eyes" ("Cinco Olhos") é uma aliança das agências de inteligências de países anglófonos (Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia).

Relato dos Five Eyes concluiu que a China escondeu ou destruiu intencionalmente evidências da pandemia de coronavírus.

O documento de 15 páginas das agências de inteligência dos EUA, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia foi obtido pelo jornal Saturday Telegraph da Austrália.

O dossiê, que provavelmente aumentará ainda mais a pressão sobre o governo chinês para explicar suas ações e declarações precoces, aponta para a negação inicial do governo de que o vírus pudesse  ser transmitido entre humanos, para o silenciamento de médicos, para a destruição de evidências e para a recusa em fornecer amostras a cientistas que trabalham com uma vacina.

O dossiê dos “Cinco Olhos” conclui que a China começou a censurar as notícias do vírus nos mecanismos de busca e nas mídias sociais a partir de 31 de dezembro, excluindo termos como “variação da SARS”, “mercado de frutos do mar de Wuhan” e “pneumonia desconhecida de Wuhan”.

Três dias depois, em 3 de janeiro, a Comissão Nacional de Saúde da China ordenou que amostras de vírus fossem transferidas para instalações de teste designadas ou destruídas, ao mesmo tempo em que emitiam uma "ordem de não publicação" relacionada à doença.

Em 5 de janeiro, por exemplo, a Comissão Municipal de Saúde de Wuhan parou de lançar atualizações diárias sobre o número de novos casos e não os retomaria por 13 dias.

Em 12 de janeiro, o laboratório de um professor de Xangai foi fechado após compartilhar dados sobre a seqüência genética do vírus com o mundo exterior. Em 24 de janeiro, as autoridades chinesas impediram o Instituto de Virologia de Wuhan de compartilhar amostras de vírus com um laboratório da Universidade do Texas.

O dossiê também conclui que as autoridades chinesas negaram que o vírus pudesse se espalhar entre humanos até 20 de janeiro "apesar das evidências de transmissão humano-humano a partir do início de dezembro".


O arquivo é igualmente crítico sobre a Organização Mundial da Saúde (OMS), afirmando que esta seguiu o que dizia a China, apesar do fato de que "as autoridades de Taiwan levantaram preocupações desde 31 de dezembro, assim como especialistas em Hong Kong. em 4 de janeiro.”

O dossiê afirma que, ao longo de fevereiro "Pequim [pressionou] os EUA, Itália, Índia, Austrália, vizinhos do sudeste asiático [sic] e outros a não se protegerem por meio de restrições de viagem, mesmo que a China imponha severamente restrições em casa ".

O documento ainda afirma que: "Milhões de pessoas [deixaram] Wuhan após o surto e antes de Pequim trancar a cidade em 23 de janeiro".

Embora a inteligência dos EUA não confirme a existência do documento de 15 páginas, um alto funcionário disse à Fox que os relatórios do documento estão alinhados com a inteligência dos EUA de que a China conhecia a disseminação entre humanos mais cedo do que disse, que sabia que era um novo coronavírus antes.  e que este se espalhou mais amplamente do que relataram à comunidade internacional nas primeiras semanas do surto.

Uma fonte de inteligência sênior disse à Fox News no sábado que a maioria, entre 70 e 75%, das 17 agências de inteligência dos EUA acredita que a pandemia veio de um laboratório, mas as demais agências ainda não podem concordar, pois não há ainda uma pista determinante.

A fonte disse que as agências chegaram a duas origens em potencial para o acidente - transmissão animal-humano, ou um erro no laboratório, a maioria acredita na última opção.

A fonte de inteligência disse que:"Todo mundo está furioso com os chineses".

Li sobre isso ontem na Fox News

Bem, o modelo social, econômico e político chinês é basicamente fundamentado na falsificação, não se poderia esperar algo diferente.


sábado, 2 de maio de 2020

Novo Livro: Bento XVI Barrou Máfia de Francisco. Mas Depois se Entregou a Ela.


Novo livro de Peter Seewald sobre Bento XVI. Peter Seewald é tipo um confidente de Bento XVI, já escreveu vários livros sobre ele. O último acaba de ser lançado e se chama "Ein Leben" (Uma Vida).

O livro já está fazendo certo rebuliço por contar sobre a eleição de Bento XVI para papa em 2005. Uma eleição que foi disputada entre ele e o atual papa Francisco.

Segundo o livro, Francisco (cardeal Bergoglio à época) foi levado a disputa pela máfia de St Gallen, formada por muitos cardeais tendo como líderes Martini (falecido em 2012), Danneels (falecido em 2019), Lehmann (falecido em 2018), Kasper (ainda vivo), Murphy-O'Connor (falecido em 2017)  e Maradiaga (ainda vivo).

O próprio Martini chegou a disputar votos, mas a máfia teria se concentrado em Francisco, que ficou  a 30 votos de Bento XVI, até desistir do páreo, depois de três votações.

A vitoria de Bento XVI ocorreu depois que o cardeal Joachim Meisner denunciou a máfia St Gallen em favor de Bergoglio (atual Francisco).

O jornalista alemão Paul Badde havia obtido informação de um clérigo de que a máfia estava querendo impedir por todos os meios a eleição de Bento XVI e passou essa informação a Meisner. Ele perguntou a Meisner se devia publicar. Meisner disse que ele seguissse a consciência dele.

Badde publicou e Meisner usou o artigo do jornal para influenciar a eleição em favor de Bento XVI.

Dessa forma, Meisner é o grande responsável pela eleição de Bento XVI.

Foi feito gigantesco esforço para conter a máfia de St Gallen e eleger Ratzinger. Mas Bento XVI jogou isso tudo fora no dia 11 de fevereiro de 2013 ao renunciar. E Francisco pode, então, chegar ao poder, junto com Kasper e Maradiaga.

Essa descrição dessa parte do livro de Seewald está no site do jornalista Marco Tossatti em italiano. Cliquem aqui e vejam.




Ética Católica para Economia