quinta-feira, 6 de agosto de 2026

O Caso Jason Arday na Universidade de Cambridge

 



Eu já morei em Cambridge, fui professor visitante da Universidade de Cambridge. A cidade é maravilhosa. A Universidade representa a elite universitária do Reino Unido, juntamente com a Universidade de Oxford. Mas a universidade é um antro profundo esquedista. 

Meus melhores amigos na universidade, um inglês e um dinamarquês, eram super esquerdistas, do tipo adoradores de Cuba e ambientalistas radicais. Logo percebi que a conversa com eles era só sobre amenidades. Não se podia perguntar nem se gostavam de cerveja "Ale" (tipo que mais gosto). Os professores mais próximos com quem convivi na universidade só me chamaram para uma reunião com cada um deles. Eles perceberam logo que eu não compartilhava da ideologia deles e me afastaram do convívio com seus alunos. Na sala de reunião de professores, não se podia comentar em favor de nada que se aproximasse do que Margaret Thatcher pensava, sob o risco do professor se levantar agressivamente e ir embora, como vi certa vez. Nas janelas da universidade podiam-se ver bandeiras da Palestina. Então, falar contra o Islã ou em defesa de Israel era a morte do convívio universitário.

Isso foi em 2009, há 15 anos.

Hoje, o mundo descobriu o caso de Jason Arday, negro de cabelo dread, filho de ganeses, que conseguiu chegar ao cobiçado cargo de professor de sociologia da educação em Cambridge.

A maior acusação é de plágio generalizado em tudo o que Arday escreveu, mas tem coisas muito absurdas que ele disse que não se pode acreditar que os ilustres professores ou qualquer pessoa com 2 neurônios não vissem ser mentiras absurdas. Isso sem falar que não se sabe onde ele estudou na infância, nem na adolescência.

Claro que Arday não chegou ao seu cargo sozinho, há uma máquina ideológica por trás. Falarei disso em seguida, mas antes vamos ao caso do próprio Arday.

As coisas que li sobre o que ele disse são tão absurdas que pedi a duas inteligências artificiais que as confirmassem. Vejam o que perguntei e o que responderam.

Disse ao Grok e ao Copilot: Confirme: Jason Arday disse: 1. Correu 30 maratonas em 35 dias; 2. Participou de um seriado de TV antes de ele nascer; 3. Foi atacado por um homem mascarado; 4. Seus pais receberam uma cabeça de porco porque ele tinha sido admitido na Universidade de Cambridge. Há outras alegações absurdas dele?

Resposta do Grok confirmada pelo Copilot:

*Sim, as quatro alegações são reais (ele as fez publicamente), e todas foram fortemente contestadas ou desmentidas por falta de evidências.* Jason Arday (professor britânico de sociologia da educação, ex-Cambridge, nascido em 1985) tornou-se alvo de intensa verificação em 2026 após acusações de plágio e exageros biográficos. Ele renunciou ao cargo em Cambridge. Aqui está a confirmação ponto a ponto, com base em reportagens e checagens:

1. *Correu 30 maratonas em 35 dias*  

   Sim, ele afirmou isso repetidamente (incluindo em bios e discursos). Há cobertura contemporânea de 2010 no Richmond & Twickenham Times sobre um desafio self-run (não em provas oficiais com chip/GPS) em rotas de Londres, com elevação de cerca de £6.285 para caridades (Shelter e Shooting Star). Ele alegou lesão (fratura + crise epiléptica) no 21º dia e mesmo assim completar as restantes. Especialistas em ultra-running questionam a proeza (e feats maiores relacionados), e não há registros oficiais robustos.

2. *Participou de um seriado antes de nascer*  

   Sim. Em uma palestra de 2022, ele disse ter participado do documentário Seven Up! (série da BBC/Michael Apted que começou em 1964, seguindo crianças a cada 7 anos). Ele nasceu em 1985 — impossível. A BBC negou qualquer envolvimento. Ele depois tentou reenquadrar como uma “iniciativa comunitária”.

3. *Foi atacado por um homem mascarado*  

   Sim. Ele alegou ter sido abordado (duas vezes) no campus de Cambridge por um homem mascarado, uma delas com faca, em contexto de ameaças racistas. Não há evidências: sem CCTV, sem relatos imediatos a colegas ou polícia corroborados, e a história foi questionada em reportagens (incluindo do Guardian).

4. *Seus pais receberam uma cabeça de porco*  

   Sim. Ele contou (em discursos e entrevistas) que uma cabeça de porco (ou “porcos mutilados”) foi enviada à casa dos pais em Londres, e que a polícia investigou e rastreou até um açougueiro. A Metropolitan Police negou categoricamente qualquer investigação. Açougueiros citados negaram visitas policiais. Ele não apresentou fotos, mensagens ou registros.

### Outras alegações absurdas ou fortemente contestadas

Sim, há várias outras que foram desmentidas, infladas ou sem suporte:

- *Corrida de 600 milhas em 6 dias* (Edimburgo-Londres, nível quase recorde mundial de ultra): depois revisada para 12 dias com descanso; sem registros independentes e questionada por especialistas.

- *Levantou £5–5,5 milhões para caridade* (dezenas de causas): evidências mostram valores muito menores (ex.: ~£6k nas 30 maratonas); ele depois disse que era um “sindicato” de ~100 pessoas sob NDA. Bios e discursos foram editados silenciosamente.

- *Trabalho com WaterAid* instalando pontos de água na América do Sul e África Ocidental: a própria WaterAid afirmou que não envia voluntários para o exterior.

- *Cargos de professor visitante/honorário* em universidades como Glasgow, Ohio State, Nelson Mandela e Durham: várias instituições negaram os títulos reivindicados.

- Outras: semi-profissional de futebol/snooker (sem evidências fortes); livro Being Young, Black and Male... listado como publicado (só houve proposta, nunca saiu); ameaças adicionais (balas, banana, substâncias corrosivas) sem comprovação.

Em resumo: as quatro alegações que você listou são autênticas (ele as fez), mas carecem de evidências sólidas e foram desmentidas ou severamente questionadas por polícia, instituições, imprensa e especialistas. O padrão geral apontado por reportagens (Spectator, Telegraph, Guardian, Free Beacon etc.) é de exageros autobiográficos significativos, além das acusações de plágio no PhD e trabalhos. Arday negou ser mentiroso e atribuiu parte das críticas a motivação racial, mas as checagens factuais permaneceram negativas. 

Depois pedi para detalhar as acusações de plágio.

Resposta: 

*As evidências de plágio nos trabalhos de Jason Arday centram-se principalmente na sua tese de doutorado (PhD) de 2015 e, em menor grau, em artigos posteriores.* Elas foram levantadas publicamente em julho de 2026 por Nathan Cofnas (ex-pesquisador de Cambridge) e reforçadas por análises do The Telegraph, Times Higher Education (em investigação interna), Retraction Watch e acadêmicos independentes. Abaixo está um resumo baseado nos relatos disponíveis.

### Tese de PhD (2015 – Liverpool John Moores University)

Título: “An Exploration of Peer-Mentoring among Student Teachers’ to Inform Reflective Practice within the Context of Action Research” (cerca de 401 páginas).

- *Principal fonte de sobreposição: Tese de 2009 de Paula Zwozdiak-Myers (Brunel University), intitulada *“An analysis of the concept reflective practice and an investigation into the development of student teachers’ reflective practice within the context of action research”. Os temas são muito próximos (prática reflexiva e formação de professores via pesquisa-ação).

- *Extensão das semelhanças*:

  - Análises (Cofnas com software Copyleaks; Telegraph; outros) identificaram *mais de 100 passagens* (relatórios posteriores apontam cerca de *180–188 frases*) idênticas ou quase idênticas.

  - Muitas vezes com edição mínima (às vezes mantendo erros de revisão do original).

  - Zwozdiak-Myers é citada cerca de 17 vezes e aparece na bibliografia, mas várias passagens sobrepostas *não têm aspas nem atribuição clara* do texto específico.

  - Análise estatística citada pelo Telegraph: probabilidade de sobreposição por acaso estimada em *1 em 100 bilhões*.

- Outras fontes também foram flagradas (teses e artigos de pesquisadores dos EUA, Austrália, Emirados Árabes e Reino Unido), incluindo sobreposições com trabalhos como a tese de Christina P. Ligadu (University of Wollongong). Relatórios de Turnitin e comparações lado a lado foram divulgados por críticos.

Acadêmicos como Dave Harris (emérito, Plymouth Marjon), David Sanders (bioquímico da Purdue que revisou dossiês) e John Preston (emérito, Essex) descreveram o padrão como *plágio extensivo* ou parafraseamento próximo/cópia quase literal, além de passagens isoladas.

### Artigos posteriores e outras questões

- Em 2023, a revista Social Sciences exigiu correção de um artigo de Arday (2018) para incluir referências a dois trabalhos que teriam sido usados extensivamente sem citação adequada.

- Alegações de citações de entrevistas (apresentadas como originais) que coincidem com textos de outros estudos.

- Alguns casos de sobreposição com trabalhos anteriores do próprio Arday sem citação clara (autoplágio).

- Retraction Watch destacou que correções publicadas não reconheciam plenamente a extensão das mudanças.

Um jornalista do Times Higher Education (Jack Grove) montou um dossiê de 63–97 páginas de comparações textuais e enviou às universidades; a matéria foi suspensa após carta de advogados de Arday (firma Carter-Ruck).

### Investigações e resposta das instituições

- *Liverpool John Moores University (LJMU)*: Investigou as acusações (após denúncias a partir de 2023). Concluiu que não houve má conduta acadêmica. As semelhanças foram atribuídas a “erro honesto e razoável” e consideradas “dentro da faixa aceitável de conformidade com os padrões acadêmicos da época”. O PhD permanece válido.

- *Cambridge*: Inicialmente remeteu o caso à LJMU e descreveu as acusações como parte de uma “campanha vil para minar sua credibilidade”. Após novas informações (incluindo sobre qualificações e cargos honorários), abriu investigação própria em agosto de 2026. Arday renunciou “com efeito imediato”.

- Revistas emitiram correções pontuais.

### Posição de Arday

Ele admitiu “erros” no trabalho, atribuindo-os a autismo, dificuldades de aprendizagem, falta de supervisão adequada e um estilo de aprendizagem baseado em mimetismo. Negou ser plagiador ou mentiroso, afirmou que múltiplas investigações o inocentaram e caracterizou a escrutínio como campanha coordenada (com motivação racial) para desacreditá-lo.

### Resumo do estado atual

As evidências públicas são principalmente *comparações textuais documentadas* (software de detecção + análise manual) que mostram alto grau de similaridade sem atribuição adequada em escala significativa. As universidades oficiais o inocentaram formal de má conduta, mas o volume e a natureza das sobreposições continuam sendo contestados por acadêmicos e pela imprensa. Não há retratação da tese nem do grau. O caso se misturou a questionamentos sobre alegações biográficas, o que intensificou a pressão pública e levou à renúncia.

Fontes principais incluem o Substack de Cofnas (com exemplos lado a lado), reportagens do Telegraph, Times, Guardian, Retraction Watch e Wikipedia (atualizada com referências). As comparações detalhadas estão disponíveis nos materiais públicos dos críticos.

 Agora, vamos ao caso da máquina ideológica dentro da Universidade de Cambridge e, mesmo fora dela, que sustentou Arday.

Eric Rasmusen escreveu sobre isso, no Substack, dando nomes, e um email que pretende enviar a todos os envolvidos. A foto dos envolvidos está acima. Foram essas fotos que o Rasmusen mostrou e eu conferi nome por nome. Vemos a participação ativa de muitas mulheres brancas, grupo étnico considerado em várias pesquisas como mais radical no esquerdismo dentro das universidades e na política. Mas há também homens.

Traduzo o que Rasmusen disse sobre quem é responsável pela ascensão acadêmica de Arday e o email que pretende enviar:

Quem contratou o ridículo Jason Arday em Cambridge? Eu tenho os nomes.

Eric Rasmusen

05 de agosto de 2026

Jason Arday foi nomeado Professor de Sociologia da Educação (na Faculdade de Educação) da Universidade de Cambridge em 2023. Desde então, descobriu-se que ele é um mentiroso compulsivo e um acadêmico medíocre. 

Sei de coisas incríveis que ele diz ter feito — alguém no fórum X tem uma lista de 37 itens, embora mais tenham surgido desde então — mas não pretendia escrever sobre Arday, e sim sobre aqueles que o nomearam. As fotos deles estão acima. David Wooton nos conta que:

O Conselho que nomeou Arday era composto por: Baronesa Sally Morgan (Fitzwilliam); Professores Anoop Nayak (Newcastle); Louise Archer (UCL); Jo Dillabough (Cambridge); Tim Harper (Magdalene); Michalinos Zembylas (OU Cyprus); Karen Coats (Homerton); Martin Mills (UCL); Paul Ramchandani (Wolfson).

Este não é um conselho qualquer. Zembylas é o que tem mais citações; todos possuem um sólido currículo acadêmico em educação, sociologia e história. Então, será que eles leram a obra? E se leram, como puderam se convencer de que era do nível apropriado para uma cátedra em Cambridge?

A professora Hilary Cremin é chefe da Faculdade de Educação e provavelmente esteve envolvida.

Arday é professor da Universidade de Cambridge e membro do Jesus College. Segundo informações que recebi, ele foi eleito pelos membros do Conselho: o Reitor, o Presidente, o Tutor Sênior, o Tesoureiro, doze membros ou membros eméritos (eleitos pela Sociedade) e quatro membros estudantes. Sonita Alleyne (também referida como Sra. Sonita Alleyne OBE) é Reitora desde 2019.

Abaixo, incluo informações biográficas sobre todas essas pessoas. Também incluo endereços de e-mail. Pretendo enviar um e-mail para cada uma delas. Aqui está minha carta:

Prezado(a) Professor(a) X,

Escrevo para tentar entender como Jason Arday foi nomeado professor da Universidade de Cambridge. Sou um professor de economia aposentado da Universidade de Indiana, com um currículo bastante sólido, mais conhecido pelo meu livro "Games and Information", publicado pela Blackwell. Não sou de primeira linha, mas estudei em Yale e no MIT e fui pesquisador visitante em Oxford-Nuffield, Harvard Law (duas vezes), Harvard Econ, Yale Law e Chicago Business. Portanto, espero que me levem a sério.

Você votou a favor da contratação? Se sim, como justificaria sua decisão? Leu algum trabalho de Arday? Sabia de suas alegações fantasiosas, como as 30 maratonas? Arrepende-se da sua decisão?

Sem saber as respostas, eu e todos os outros acreditaremos que você não tem justificativa para a contratação de Arday, exceto por sua raça, que você não leu seus trabalhos, que não se importa com a qualidade acadêmica e que não se importa em mentir. Se você se opôs à contratação, esta é a sua chance de tornar isso público. Eu mesmo teria renunciado à comissão de contratação se ela recomendasse alguém assim.

Incluí esta carta em um post do Substack que escrevi em https://ericrasmusen. substack.com/p/who-hired-the-ridiculous-jason-arday. Terei prazer em adicionar qualquer coisa que você escreva sobre o assunto.

Este pode ser o seu principal legado. Gostamos de pensar que nossos artigos e livros são o que ficará na memória, mas quando alguém pesquisar seu nome no Google daqui a 50 anos, é este caso que provavelmente aparecerá.


A Universidade de Cambridge é renomadíssima por ter tido como alunos e professores ilustres como Isaac Newton, Charles Darwin, Alan Turing, John Keynes, Karl Popper, Bertrand Russell e  Ludwig Wittgenstein. 

Hoje, ela é dos Arday. 

Quando eu morei lá, a universidade completava 800 anos. 

É bem triste, mas a academia em todo o mundo se deteriorou demais nos últimos, sei lá, 50 anos. 


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

100 Anos da Guerra Cristera. Viva Cristo Rei!

 


Hoje,  faz 100 anos que se iniciou a Guerra Cristera, em que católicos se levantaram contra os poderes da maçonaria no México. Peter Kawsniewski no recomendou este livro do padre Javier Olivera Ravasi. 

Viva São Jose Sanchez del Rio, que está na caoa do livro. 

Precisamos desesperadamente da coragem dele na Igreja. 

Viva Cristo Rei!