Semana passada, o Vaticano publicou texto de um Grupo do sínodo com duas testemunhas gays, exaltando o gayzismo com apoio de padres e até atacando a instituição católica mais renomada do mundo, Courage, que procura lutar contra a inclinação gay.
Padres verdadeiramente católicos, como padre Murray e Cardeal Muller reagem, a própria Courage também reage, mas nada do Papa escolher lado e a efeminizacao continua a crescer.
Estou a tentar publicar um livro sobre a Masculinidade de Cristo, ando a pedir apoio de amigos e editoras, mas até agora só recebi silêncio. Vou continuar a tentar. Peço orações para isso.
Certa vez, fui apresentar um artigo em Budapeste, e a organização nos levou para um mosteiro antiquissimo, a maravilhosa Abadia de Pannonhalma, fundada em 996.
Ao caminhar nos jardins da Abadia, avistei pela primeira vez um cultivo de lavanda. É algo realmente maravilhoso e o cheiro é espetacular. Inesquecível.
A Máfia da Lavanda quer se apoderar desta beleza e sujar de lama e fezes.
É dito que o termo "Máfia da Lavanda" foi criado pelo padre e sociólogo Andrew Greeley no final dos anos 80. Ele usou a expressão para descrever o que via como um grupo de padres e bispos homossexuais que formavam uma espécie de "máfia" dentro da Igreja, especialmente nos seminários e na hierarquia, cobrindo uns aos outros e influenciando a formação do clero.
Essa máfia realmente chegou no poder máximo desde o pontificado de Francisco.
Hoje leio que pelo menos 16 faculdades católicas nos Estados Unidos estão realizando "formaturas lavanda" — cerimônias separadas da cerimônia principal, destinadas a celebrar estudantes que se "identificam" como lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer ou que se enquadram no espectro LGBTQ+.
As "formaturas lavanda" afirmam os estudantes em uma identidade enraizada em desejos sexuais desordenados ou confusão sobre a pessoa humana, em vez de sua identidade mais profunda como filhos e filhas de Deus.
Ninguém na Igreja que tenha poder vai se levantar contra.
Sodoma avança.
Protejam os seus filhos.
Ola, dr Pedro.
ResponderExcluirEstava pensando como comentar essa postagem; as últimas postagens, me parece, vêm se mantendo nesse tema: a gravidade do que está lentamente substituindo a Igreja (não destruindo, mas substituindo).
Eu não sabia o que comentar, pois ultimamente só tenho comentando indignação. Então, navegando pelo o youtube, achei vídeo (é um short) onde um católico youtuber explica de forma simples, mas pontual: ele diz que também foi vítima de uma ignorância plantada, pois ocultaram o BEM MAIS PRECIOSO DA IGREJA.
Não vejo outra resposta pra tudo isso: um grupinho de ímpios mafiosos estão liderando e controlando o Vaticano, enquanto todo o clero do mundo inteiro simplesmente assistem com submissão "sei lá que tipo". O medo é a regra de perder não sei o quê.
Uns acreditam porque não querem deixar os fiéis sem missa, ou sem bispos, ou sem padre, ou sei lá o quê, pois acreditam que ficar calados e cuidando do que é mais sensato. Será que os que foram martirizados pelos romanos e judeus nos primeiros séculos pensaram assim, mesmo sabendo que filhos, filhas, mulheres, bens seriam trucidados impiedosamente? Será que os ousaram enfrentar Saulo (depois são Paulo) pensaram o mesmo?
Do que essa gente tem medo? Comer pouco ou comer alimentos de baixa qualidade tal como os pobres? De passar fome? De não ter carros luxuosos ou bons para levá-los a locais? De não ter uma casa bem decorada ou aquecida ou uma vasta biblioteca? De não ter ninguém para lhes fazer faxina ou lavar suas roupas? De rezar ou celebrar missas em tempos de friou ou forte calor? De convier apenas com pobres, entre pessoas sem destaque ou sem nomes conhecidos e respeitados nos altos círculos? Será que a justificativa do "eu não fiz voto de pobreza" tem o poder de mudar a realidade do mal em andamento, ou de tornar essa gente moralmente mais superior que aqueles que mesmo sem obrigação alguma optar por perder tudo?
Bom, Viganô só decidiu enfrentar o problema quando Francisco já tinha causado muita destruição. Hoje sabemos a situação dele.
De qualquer forma Viganò perdeu muito tarde o que poderia ter perdido antes, mas ter realizado o que realizou depois, coisa que muitos já vinham fazendo. Pior: Viganò decidiu falar tardiamente (e com pouco domínio) de muitas coisas que ele poderia ter se tivesse enfrentado todo esse mal quando ainda era mais jovem e mais forte; exemplo: o globalismo, deep state, engenharia social global, entre outros temas.