sexta-feira, 8 de abril de 2016

Teólogo e Canonista Ed.Peters Não Gostou do Amoris Laetitia. Robert Royal viu Problemas Também.



Eu suma, eu até fiquei aliviado que o Papa Francisco não desprezou os ensinamentos da Igreja sobre casamento e aborto. Mas novamente temos problemas enormes em argumentos do Papa Francisco, alguns desses problemas podem ser considerados erros básicos de Doutrina Católica. E ambiguidade é uma característica perigosa do Papa Francisco, o que também é problemático.

Quando eu quero saber sobre os aspectos canônicos de um documento da Igreja, eu recorro a Edward Peters no site In the Light of the Law. Peters é renomado mundialmente, acostumado a dar aulas para bispos e cardeais até em Roma. Procuro fugir da falácia da autoridade, olhando outras fontes, mas em geral Peters é mais convincente e profundo que o resto. Aqui mostro a opinião de Peters e também de Robert Royal.

Fica evidente que Peters não gostou de Amoris Laetitia. Robert Royal, outro católico renomado, autor de diversos livros, também viu coisas muito preocupantes no texto do Papa.

Primeiro vamos aos argumentos de Peters. vou fazer um resumo:

1. Primeiro, Peters achou que o texto não estava tão bem escrito, nem tão lógico, e com muitas platitudes, mas disse que o Papa Francisco é assim mesmo, não é claro e apela para platitudes;

2. Depois, ele trata dos problemas canônicos do texto. Eu ressalto as letras "a",  "d" e "e". O erro mais crasso para mim é a letra "e":

a) Sobre comunhão para divorciados que se casaram novamente - Peters diz que o Papa Francisco não aprovou a comunhão, mas também o Papa não reiterou claramente o ensinamento da Igreja. Outro problema é que o Papa usa a expressão "casamento irregular", quando a Igreja usa a expressão "pseudo-casamento" para uniões que não são reconhecidas pela Igreja. Além disso, o Papa colocou a palavra irregular entre parênteses, como querendo dizer que ele não considerava irregular.

b) O Papa Francisco ainda falando sobre os divorciados que vivem em segunda união civil comentou sobre a sugestão canônica de que eles vivessem como irmãos, e usa uma passagem de Gaudium et Spes que trata do período de abstinência sexual entre casamentos reconhecidos pela Igreja. Peters disse que o Papa Francisco usou de "forma errada e perigosa" (serious misuse) o Gaudium et Spes, uma vez que a Igreja considera adultério a segunda união.

c) O Papa Francisco falando de casamentos cristãos, como reflexo da união entre Cristo e a Igreja, disse que algumas formas de casamentos contradizem essa união e outras realizam essa união pelo menos em parte. Peters disse que o Papa deveria ter elaborado mais, pois formas de união que contradizem a união de Cristo e a Igreja são adúlteras e pseudo-casamentos e formas de união que realizam pelos menos em parte são todas formadas pelo casamento natural entre homens e mulheres. Essas duas formas não são variações de um mesmo tema, são dois tipos completamente diferentes. O Papa parece não entender isso;

d) O Papa Francisco disse que alguns casamentos de divorciados podem exibir fidelidade, generosidade e compromisso cristão". Peters disse que muitos podem se perguntar como um casamento considerado adúltero pela Igreja pode exibir fidelidade e compromisso cristão.

e) O Papa diz que "ninguém pode ser condenado para sempre, porque essa não é a lógica do Evangelho". Peters disse que pelo contrário: é justamente a lógica do evangelho que alguém pode sim ser condenado para sempre.

f) Na passagens sobre a educação sexual dos jovens, Peters ressalta que o Papa não faz nenhuma menção sobre os direitos dos pais nessa importante área. Ele deveria ter feito pela circusntâncias atuais.

Leiam todo o texto de Peters, clicando no link.

Robert Royal achou o texto "Bonito, Emocionante, mas Divisivo".

Os dois últimos parágrafos de Royal são fantásticos. Ressaltam que o texto do Papa Francisco é muito ambíguo e por isso traz problemas para a Igreja.

Vejamos esses dois últimos parágrafos de Robert Royal, que dizem que o Papa Francisco em Amoris Laetitia não segue o que disse o cardeal Newman, que afirmou que a Igreja deve ser clara nos seus ensinamentos, e que o Papa parece mais interessado em trazer conforto para as pessoas do que em buscar a conversão para o que Cristo ensinou sobre casamento. O beato Newman condenou aquele que busca demasiadamente o conforto das pessoas esquecendo o caminho da santidade.

When he was embroiled in controversies that eventually led him to the Catholic Church, the great Cardinal Newman warned his Anglican brothers and sisters about mere verbal solutions to concrete differences in faith and morals: “There are no two opinions so contrary to each other, but some form of words may be found vague enough to comprehend them both.” And added: “If the Church is to be vigorous and influential, it must be decided and plain-spoken in its doctrine. . . .To attempt comprehensions of opinion. . .is to mistake arrangements of words, which have no existence except on paper for. . .realities.” We know where that led for Anglicans.

For all his claims to the contrary in these many pages, Francis seems more interested in bringing people comfort than full conversion to what Christ clearly taught on marriage. Newman had seen that too: “Those who make comfort the great subject of their preaching seem to mistake the end of their ministry. Holiness is the great end. There must be a struggle and a trial here. Comfort is a cordial, but no one drinks cordials from morning to night.”



quinta-feira, 7 de abril de 2016

Mulher Iraquiana diz ao Ocidente: "Salvem-nos do Estado Islâmico ou nos Bombardei Logo para uma Morte Melhor"


Que mente é capaz de prender crianças em uma gaiola, colocá-las em roupa que preparam para a morte, e acenderia uma tocha para apenas bater uma foto (na melhor das hipóteses)? 

O que o mundo deve fazer com o tipo de gente que faz isso? Dialogar?

Essa foto veio junto da reportagem do site Christian Post que relata que o Estado Islâmico queimou 15 pessoas vivas, na cidade iraquiana de Fallujah.

Isso mesmo, o Estado Islâmico fez fogueira com 15 pessoas vivas!

O texto também conta que há um vídeo de uma mulher presa pelo Estado Islâmico (na melhor das hipóteses), que apela para os países ocidentais:

"Salvem-nos ou joguem bombas químicas sobre a gente para morrermos com menos sofrimento!!".

O mundo e a Igreja Católica respondem a ela dizendo: "calma aí, precisamos primeiro resolver a mudança climática".

Vejam o texto do Christian Post que explica a matança de civis e o grito da mulher ao mundo.

Aqui vão algumas fotos que retratam de forma fiel o porquê do desespero da mulher.






quarta-feira, 6 de abril de 2016

China, Rússia e Arábia Saudita Aumentam Gastos Militares, Estados Unidos Diminuem



O instituto Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI) divulgou seu relatório de gastos militares em 2015. Os quatro países que mais fazem gastos militares no mundo são Estados Unidos, China, Arábia Saudita e Rússia. Os Estados Unidos vem constantemente diminuindo seus gastos militares em termos reais, enquanto os outros três estão constantemente aumentando seus gastos, também em termos reais.

Desde 2006, a China aumentou seus gastos militares em 132%, a Arábia Saudita em 97% e a Rússia em 91%, enquanto os Estados Unidos diminuíram em 3,9%. Em termos de tamanho da carga dos gastos militares em relação ao PIB, dos quatro países, as maiores cargas estão na Arábia Saudita e na Rússia.

Os Estados Unidos ainda têm de longe o maior orçamento militar do mundo, mas hoje em dia não é o tamanho que conta, mas sim o tipo de arma.

A Europa também diminui seus gastos militares com exceção daqueles com fronteira com a Rússia.

Os Estados Unidos e a Europa começaram a diminuir seus gastos militares com Obama e com a crise financeira, em 2009. Obama é um cara pacífico, que fica jogando bombas de aviões não pilotados, que já deixou muitas mortes pelo mundo, incluindo a de um embaixador. Sem falar nas mortes por inação, como a de cristãos no Oriente Médio.

Os países que estão mais próximos de China, Arábia Saudita e Rússia, com receio de que esses países façam ações militares, também estão aumentando seus gastos militares. Assim, o instituto observa que em 2015 ocorreu o primeiro aumento global de gastos militares desde 2011.

A Igreja Católica, desde pelo menos Paulo VI, costuma pedir que o mundo diminua seus gastos militares. alguns não estão ouvindo. Que mundo teremos com China, Rússia e Arábia Saudita dominando militarmente?

Vejamo algumas tabelas e gráficos do relatório:








Vejam abaixo o resumo em espanhol do relatório do SIPRI.


EL GASTO MILITAR MUNDIAL RETOMA EL CURSO ASCENDENTE, SEGÚN EL SIPRI

(Estocolmo, 5 de abril de 2016) El gasto militar mundial llegó casi a los 1,7 billones de dólares en 2015, un incremento del l% en términos reales desde 2014, según las nuevas cifras del Stockholm International Peace Research Institute (SIPRI). Los datos se presentan hoy, coincidiendo con el inicio del Foro de Estocolmo sobre Seguridad y Desarrollo. La amplia y completa actualización anual de la base de datos del SIPRI sobre gasto militar es accesible desde hoy en www.sipri.org. El gasto militar mundial creció un 1% en 2015. Es el primer incremento en gasto militar desde 2011.* El aumento refleja un crecimiento continuado en Asia y Oceanía, en Europa central y oriental, y en algunos estados de Oriente Medio. La reducción del gasto en occidente también se está estabilizando.

 Asimismo, el gasto disminuyó en África y en América Latina y el Caribe. Por lo tanto, la imagen del gasto militar mundial es variada. En 2015, los Estados Unidos se mantuvieron, con diferencia, como el país con el mayor gasto militar del mundo, a pesar de que cayó un 2,4%, hasta los 596.000 millones de dólares. Entre los otros países con un mayor gasto, China creció un 7,4% hasta los 215.000 millones de dólares, Arabia Saudí aumentó un 5,7% hasta los 87.200 millones —situándose como tercer país con un mayor gasto— y Rusia creció un 7,5% hasta los 66.400 millones de dólares.

 La caída del precio del petróleo señala recortes en el gasto militar Una combinación del alto precio del crudo y del descubrimiento y explotación de nuevos focos de petróleo, ha contribuido al aumento del gasto militar en muchos países de todo el mundo en la última década. Pero la caída del precio del petróleo iniciada en 2014 empezó a revertir esta tendencia en muchos países que dependen de los ingresos petroleros. De cara a 2016, se esperan más recortes en el gasto. Las disminuciones más significativas de gasto en 2015, relacionadas con la reducción de los ingresos por petróleo, fueron en Venezuela (-64%) y en Angola (-42%). También se registraron disminuciones en Bahrein, Brunei, Chad, Ecuador, Kazajstán, Omán y Sudán del sur, entre otros. A pesar de la disminución de ingresos por petróleo, otros países exportadores de crudo continuaron incrementando su gasto militar en 2015.

 Muchos de estos países — principalmente Argelia, Arabia Saudí, Azerbaijan, Rusia, y Vietnam— estaban implicados en algún conflicto o encaraban tensiones regionales crecientes. Aún así, el gasto de Rusia fue más bajo de lo que había proyectado en su presupuesto y el gasto de Arabia Saudí habría caído si no fuera por el coste adicional de 5.300 millones de dólares de su intervención en Yemen.

Rusia y Arabia Saudí están planificando recortes para 2016. ¿La disminución del gasto militar de occidente, llega a su fin? El gasto militar de América del norte y de Europa central y occidental ha ido disminuyendo desde 2009, en gran parte como resultado de la crisis económica global, así como por la retirada de la mayoría de tropas aliadas de los EE.UU. de Afganistán y de Irak. De todos modos, en 2015 hubo signos de que este declive llegaba a su fin. El gasto militar de EE.UU. bajó un 2,4% en 2015, una proporción de disminución muy inferior a la de los últimos años. Esto fue como resultado de las disposiciones aprobadas por el Congreso norteamericano para proteger parcialmente el gasto militar de las medidas presupuestarias de reducción del déficit acordadas previamente.

El gasto militar de los EE.UU. se prevé que se mantenga más o menos al mismo nivel, en términos reales, en 2016. Nota de premsa Embargada fins el 5 d’abril del 2016, 00:01 AM CET Tomado en su conjunto, el gasto en Europa occidental y central bajó tan sólo un 0,2% en 2015. En cambio, sólo en Europa central el gasto subió un 13%. Hubo aumentos particularmente significativos en países fronterizos con Rusia y Ucrania —a saber, Eslovaquia, Estonia, Letonia, Lituania, Polonia y Rumania— los más preocupados por las intenciones de Rusia después de la crisis de Ucrania.

En contraste, el gasto de Europa occidental bajó un 1,3%, aunque fue la proporción anual de disminución más baja desde que empezó la reciente reducción del gasto, iniciada en 2010. El Reino Unido, Francia y Alemania han anunciado planes para un modesto incremento del gasto en los próximos años debido a la preocupación por Rusia y la amenaza que plantea Estado Islámico. “El gasto militar en 2015 presenta tendencias contrastantes”, afirma el Dr. Sam PerloFreeman, jefe del proyecto sobre gasto militar del SIPRI.

“Por un lado, las tendencias de gasto reflejan la escalada de conflictos y tensiones en muchas zonas del mundo; del otro, muestran una clara ruptura con el aumento impulsado por el petróleo en el gasto militar de la última década. Esta volátil situación económica y política crea una imagen incierta para los próximos años.” Otros datos relevantes

 • El gasto militar en Asia y Oceanía creció un 5,4% en 2015, muy influenciado por China. Las crecientes tensiones entre China y varios países de la región contribuyeron al sustancial crecimiento en el gasto militar en Indonesia, Filipinas y Vietnam, y desencadenaron el inicio de la inversión de la larga tendencia a la baja en el gasto militar de Japón.

• El SIPRI no publica ninguna estimación de 2015 sobre Oriente Medio, dado que no hay datos disponibles de muchos países. De aquellos estados de los que sí hay, el gasto creció un 4,1% en 2015. El gasto militar de Irak creció un 536% entre 2006 y 2015, el incremento más grande del mundo durante aquel periodo.

• El gasto militar en América Latina y el Caribe disminuyó un 2,9%, y se explica principalmente por la enorme caída del gasto en Venezuela. El gasto de Brasil también bajó ligeramente como resultado de la crisis económica. El gasto continuó aumentando en América central debido a la creciente militarización de la guerra contra la droga.

• El gasto militar en África cayó un 5,3%, después de 11 años de crecimiento continuado. El motivo principal fue el gran recorte de Angola, el país que más gastaba de África subsahariana, como consecuencia de la fuerte caída del precio del petróleo.

* Tos los incrementos y disminuciones de porcentajes se expresan en términos reales (precios constantes del 2014).


terça-feira, 5 de abril de 2016

Quantos Muçulmanos Terroristas Podem Atacar a Europa? Um Cálculo Assustador.


Giulio Meotti, no site Gatestone Institute, fez uma avaliação, usando várias pesquisas, de quantos são os possíveis muçulmanos terroristas que podem atacar a Europa, seja como cidadãos europeus ou como refugiados. É o que se chama de "Zona Cinzenta"  (Gray Zone) dentro da Europa.

Meotti traz dados desesperadores!!

Vejam alguns desses dados que Meotti colocou:

- Entre os jovens muçulmanos europeus, 42% (!) na França, 35% na Grã-Bretanha, 29% na Espanha e 22% na Alemanha, apoiam terrorismo suicida;

- 27% dos muçulmanos jovens britânicos têm simpatia pelos terroristas que atacaram a revista Charlie Hebdo;

- Em dezenas de escolas francesas houve minuto de silêncio em favor dos terroristas que atacaram em Paris;

- Analisando comentários no Facebook, twitter e blogs, os mais entusiastas com o Estado Islâmico estão no Catar (47%) e Paquistão (35%), mas em terceiro lugar vem a Bélgica (31%), na frente da Líbia, Omã, Arábia Saudita e Iraque. A Grã-Bretanha, Espanha e França também ganham da Arabia Saudita e do Iraque em comentários favoráveis ao Estados Islâmico.

- Na Holanda, 80% dos turcos holandeses não veem nada de errado com o Estado Islâmico;

- No Reino Unido, um em cada cinco muçulmanos apoiam a ideia de um califado;

- Tem mais muçulmano britânico no Estado Islâmico do que no exército do País;

- 42  milhões de pessoas no mundo árabe simpatizam com o Estado Islâmico;

- Depois do ataque à revista Charlie Hebdo, a rede de televisão Al-Jazeera perguntou se as pessoas apoiavam o Estado Islâmico, 81% responderam que sim.

- Há 1,6 bilhão de muçulmanos no mundo, vamos supor que apenas 10% tenham raiva do Ocidente ou se considere inimigo de infiéis, isso equivale a 160 milhões de pessoas. Se imaginarmos que 10% desses 10% tenham vontade de se juntar a uma jihad, equivale a 16 milhões de pessoas. assumindo que apenas  10% dos 10% dos 10% realmente se juntariam a um grupo terrorista, isso equivale a 1,6 milhão de pessoas.

Vejam abaixo parte do texto de Guido Meotti.


  • Among young European Muslims, support for suicide bombings range from 22% in Germany to 29% in Spain, 35% in Britain and 42% in France, according to a Pew poll. In the UK, one in five Muslims have sympathy for the Caliphate. Today more British Muslims join ISIS than the British army. In the Netherlands, a survey shows that the 80% of Dutch Turks see "nothing wrong" in ISIS.
  • Even if these polls and surveys must be taken with some caution, they all indicate a deep and vibrant "gray zone," which is feeding the Islamic jihad in Europe and the Middle East. We are talking about millions of Muslims who show sympathy, understanding and affinity with the ideology and goals of ISIS.
  • How many Muslims will this ISIS virus be able to infect in the vast European "gray zone"? The answer will determine our future.
In the 1970s and '80s, Europe was terrorized by a war declared by Communist armed groups, such as the Germany's Baader Meinhof or Italy's Red Brigades. Terrorists seemed determined to undermine democracy and capitalism. They targeted dozens of journalists, public officials, professors, economists and politicians, and in Italy in 1978, even kidnapped and executed Italy's former prime minister, Aldo Moro.

The big question then was: "How deep is the 'gray zone'?" -- the sympathizers of terrorism in the industrial factories, labor unions and universities.

In the last year, the Islamic State's henchmen slaughtered hundreds of Europeans and Westerners. Their last assault, in Brussels, struck at the heart of the West: the postmodern mecca of NATO and the European Union.

We should now answer the same question: How deep is the "gray zone" of the Islamic State in Europe?
Peggy Noonan recently tried to give an answer in the Wall Street Journal:
"There are said to be 1.6 billion Muslims in the world. ... Let's say only 10% of the 1.6 billion harbor feelings of grievance toward 'the West', or desire to expunge the infidel, or hope to re-establish the caliphate. That 10% is 160 million people. Let's say of that group only 10% would be inclined toward jihad. That's 16 million. Assume that of that group only 10% really means it — would really become jihadis or give them aid and sustenance. That's 1.6 million."
That is a lot.

According to a ComRes report commissioned by the BBC, 27% of British Muslims have sympathy for the terrorists who attacked the Charlie Hebdo office in Paris (12 killed). An ICM poll, released by Newsweek, revealed that 16% of French Muslims support ISIS. The number rises to 27% percent for those aged 18-24. In dozens of French schools, the "minute of silence" to commemorate the murdered Charlie Hebdo's journalists was interrupted by Muslim pupils who protested it.

How deep is ISIS's popularity in Belgium? Very deep. The most accurate study is a report fromVoices From the Blogs, which highlights the high degree of pro-ISIS sympathy in Belgium. The report monitored and analyzed more than two million Arabic messages around the world via Twitter, Facebook and blogs regarding ISIS's actions in the Middle East.

The most enthusiastic comments about ISIS come from Qatar at 47%; then Pakistan, at 35%; third overall is Belgium, where 31% of tweets in Arabic on the Islamic State are positive -- more than Libya (24%), Oman (25%), Jordan (19%), Saudi Arabia (20%) and Iraq (20%). This shocking data exposes the success of the network and its easy pro-ISIS recruitment in Belgium.

In other European countries, after Belgium, Britain is at 24%, Spain 21%, France 20%.

In the UK, one in five Muslims have sympathy for the Caliphate. Today more British Muslims join ISIS than the British army.

In the Netherlands, a survey conducted by Motivaction shows that the 80% of Dutch Turks see "nothing wrong" in ISIS.

Among young European Muslims, support for suicide bombings range from 22% in Germany to 29% in Spain, 35% in Britain and 42% in France, according to a Pew poll.

The level of ISIS's popularity in the Arab world has been exposed by many surveys: the Clarion Project published a report based on multiple sources a March 2015 poll by the Iraqi Independent Institute for Administration and Civil Society Studies, a November 2014 poll by Zogby Research Services, a November 2014 poll by the Arab Center for Research and Policy Studies, and an October 2014 poll by the Fikra Forum. The result: 42 million people in the Arab world sympathize with ISIS.

After the massacre at Charlie Hebdo, Al-Jazeera conducted a survey asking, "Do you support Isis's victories?" 81% of respondents voted "yes."
Giulio Meotti, Cultural Editor for Il Foglio, is an Italian journalist and author.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Vídeo: A Igreja Espiritual mas não Religiosa. E os católicos do Brasil.



Semana passada, eu debati religião com dois colegas de trabalho. Isso é bastante recorrente comigo, mesmo que eu não queira.

A primeira se diz católica, e estava falando para todos na sala, que ela gostava muito do Papa Francisco, pois ele tinha dito a algumas crianças que se pudesse fazer um milagre iria proibir que crianças ficassem doentes. Eu fiquei calado, mas daí, ela se dirigiu a mim, talvez porque saiba que eu escrevo sobre religião e perguntou a minha opinião. Eu então respondi que o Papa Francisco era o líder da minha Igreja, que eu rezo por ele,  mas eu não verdade não tinha muito apreço pelo seu método e o achava perigosamente fraco na sua pregação.  A pessoa ficou irritada com meus comentários, e daí, eu fiz um desafio: "me diga uma coisa, se eu lhe disser que o Papa Francisco é mais frágil teologicamente e mais político que o Papa Paulo VI, você vai entender meu comentário?". A pessoa não respondeu (brasileiro tem pavor admitir que não sabe das coisas), ficou repetindo apenas que gostava da áurea e do carisma do Papa Francisco.

A segunda pessoa, veio me dizer que fez um teste no site da CNN para saber em que ele votaria para presidente dos Estados Unidos, e essa pessoa é uma pessoa boa e também se diz católica. O resultado do teste dele deu Hillary Clinton, Eu respondi que não gostava de Hillary e que a CNN é tida nos Estados Unidos como uma emissora que tenta ficar no meio entre democratas e republicanos, mas tende para a esquerda, então eu mostrei que desconfiava do teste. Ele me desafiou a fazer o teste. Eu esqueci por uns dias, mas depois que ele insistiu novamente, eu fui fazer o teste. O resultado para mim deu Trump, entre os que ainda concorrem à presidência dos Estados Unidos, em segundo lugar, deu Rick Santorum, entre os que abandonaram a disputa. Eu costumo dizer que seria eleitor de Santorum, então o teste se aproximou da realidade.

Mas eu fiquei assustado com o resultado do meu colega de trabalho, pois bastam as primeiras perguntas para se afastar o voto em Hillary, as primeiras falam de aborto e casamento gay. Eu disse isso pra ele, e ele reconheceu que era um "mal cristão".

Hoje, eu vejo um vídeo satírico sobre o que seria uma "Igreja Espiritual", igreja voltada para aquelas pessoas que não estão nem aí para religiões, que querem mais é viver a vida delas, fazer o que acham que é bom para elas, mas sentem um certo "apelo ao espiritual", que gostam de falar de "carisma", "áurea", "sei lá, entende". Pessoas que acreditam mais em signos, do que nas palavras de Cristo, mesmo porque nem sabe o que Ele falou.

Acho que essa igreja faria um enorme sucesso no Brasil.

Vejam o vídeo abaixo:






sábado, 2 de abril de 2016

Vice-Primeiro Ministro Belga Admite que Muçulmanos da Bélgica Fizeram Festa com os Ataques Terroristas


Dormindo com o inimigo. E o inimigo é ajudado por quem divulga os fatos.

Dizem que muçulmanos em Nova York, quando dos ataques de 11 de setembro, festejaram nas ruas. Agora, Jam Janbon,o vice-primeiro ministro da Bélgica diz que muçulmanos, e não apenas muçulmanos pobres, festejaram nas ruas os ataques terroristas que mataram 35 pessoas na Bélgica no dia 22 de março. O primeiro-ministro da região de Flemish também confirma as celebrações dos muçulmanos.E pior, assim como aconteceu, em Nova York, a imprensa não mostrou as celebrações. É sabido também que a polícia foi atacada por muçulmanos quando a polícia encontrou e prendeu o terrorista de Paris nas ruas de Bruxelas.

A informação é do jornal Jewish Telegraph Agency.

Belgian vice PM acknowledges street celebrations following Brussels attacks


THE HAGUE, Netherlands (JTA) – In the days following terrorist attacks in Brussels, street celebrations broke out in several places in Belgium, the county’s vice prime minister said.
Jan Jambon made the statement about the March 22 bombings, which killed 35 people, on Wednesday during a symposium titled “Terrorism, Israel and International Law” and organized by the Dutch anti-racism and pro-Israel lobby group CIDI, or the Center of Information and Documentation on Israel, in The Hague.
Jambon, a rightist politician, made the remark while acknowledging Belgium has a jihadism problem. One of Europe’s smallest countries, Belgium is the continent’s biggest per capita source of jihadists fighting in Syria and Iraq, CNN reported. In February, Jambon revealed Belgium’s intelligence services have flagged 451 citizens as jihadists.
But, Jambon said, racial profiling of jihadists is ineffective. He also said jihadists hail from various backgrounds, “including doctors, lawyers, and common criminals,” and not only from poor environments. Only one in six jihadists comes from a poor home in Belgium, he said. Jambon urged better pan-European cooperation on terrorism.
Jambon’s statement on street celebrations follows criticism of the media’s failure to cover such events, including by the prime minister of the Flemish Region, one of the federal Belgian state’s three autonomous states. Flemish Prime Minister Geer Bourgeois said that shortly before the attacks, which are believed to have been the work of Islamic State terrorists, his region’s public broadcaster did not report on riots by Muslims. The attacks happened four days after the arrest of Salah Abdelslam, a suspected terrorist alleged to have been involved in terrorist attacks that killed 130 people in Paris last November.
“It is, to me, highly shocking that after Abdelslam’s arrest, 200 young people of foreign origins hurled spontaneously bottles and stones on our police,” Bourgeois said. “It is regrettable that we saw nothing of these images on national television news.”
VRT, the Flemish public broadcaster, said it did not report about the incident for technical reasons ad not out of a desire to silence it.


quinta-feira, 31 de março de 2016

Cerimônia de Lava-Pés: Uma Explicação Histórica. Pode Lavar Pés de Mulheres, Muçulmanos, Hindus...?


O Dr. Taylor Marshall explicou história da cerimônia de lava-pés dentro da Igreja e se é possível lavar os pés de mulheres ou muçulmanos.

A cerimônia tem como inspiração Jesus Cristo que lavou os pés de seus discípulos, descrito em João 13. Antes de ver o que disse Marshall, vejamos, em azul essa passagem da Bíblia:

Ora, antes da festa da páscoa, sabendo Jesus que já era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim.
E, acabada a ceia, tendo já o diabo posto no coração de Judas Iscariotes, filho de Simão, que o traísse,
Jesus, sabendo que o Pai tinha depositado nas suas mãos todas as coisas, e que havia saído de Deus e ia para Deus,
Levantou-se da ceia, tirou as vestes, e, tomando uma toalha, cingiu-se.
Depois deitou água numa bacia, e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido.
Aproximou-se, pois, de Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, tu lavas-me os pés a mim?
Respondeu Jesus, e disse-lhe: O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois.
Disse-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Respondeu-lhe Jesus: Se eu te não lavar, não tens parte comigo.
Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não só os meus pés, mas também as mãos e a cabeça.Disse-lhe Jesus: Aquele que está lavado não necessita de lavar senão os pés, pois no mais todo está limpo. Ora vós estais limpos, mas não todos.


Marshall explica que a cerimônia de lava-pés sendo um ato litúrgico é coisa muito recente, foi determinada em 1955, pelo Papa Pio XII.

Antes de 1955, a cerimônia não fazia parte da liturgia da missa, mas muitos papas e reis lavavam os pés dos pobres como sinal de humildade na quinta-feira santa.

No passado, santos e teólogos viam o lava-pés de forma diferente. São Jerônimo achava que Jesus lavou os pés dos discípulos como abençoando os pés daqueles que iam pregar o evangelho pelo mundo. Eu gosto muito dessa noção.

Santo Ambrósio associava o lava-pés com a ideia de limpeza do pecado original, pois eram com os pés que o Messias ia esmagar a serpente do pecado.

Santo Agostinho achava que o lava-pés não podia ser visto como batismo, pois Jesus negou a São Pedro que lavasse seu corpo todo (passagem em negrito acima). O lava-pés para Santo Agostinho significava limpeza de pecados menores, pecados veniais.

Taylor Marshall não vê impedimento em lavar os pés de mulheres cristãs, uma vez que Cristo disse que todos devem pregar o evangelho. 

Mas Marshall não acha correto que se lave os pés de quem não pretende se converter ao catolicismo, como muçulmanos, hindus, etc. Discordando do ato do Papa Francisco esse ano.

Na opinião de Marshall muita confusão foi feita com esse cerimônia, para ele, dever-se-ia voltar ao período antes de 1955, em que a cerimônia não fazia parte da liturgia da Igreja, e era apenas um ato de humildade, desse modo pode-se lavar o pé de qualquer um.

Eu tendo a concordar com o que disse Marshall vendo a confusão que o Papa Francisco esta fazendo com isso, mas acho que a cerimônia é muito bonita, ela pode ficar na liturgia, se feita apenas para católicos.

Leiam o texto de Marshall, no site dele, clicando aqui.


quarta-feira, 30 de março de 2016

Associação "Catholic Vote" Apoia Ted Cruz para Presidente dos Estados Unidos


Essa semana, uma ex-amante do ex-presidente Bill Clinton disse ele próprio disse que a Hillary fez vários abortos e só tem uma filha para se projetar politicamente. Em caso da Hillary, para quem a acompanha sabe que isso tem boa chance de ser verdade. Bern Sanders é um velho socialista stalinista. Donald Trump não é nada confiável. John Kasich não se apresenta como conservador.

A Catholic Vote tem razão. Não há como discutir,  se você é realmente católico e eleitor nos Estados Unidos deve votar em Ted Cruz. Sem sobra de dúvida, ele é único candidato confiável que está na disputa, que é contra o aborto e em favor do casamento tradicional e da liberdade religiosa que Obama tenta destruir com seu sistema de saúde (Obamacare), que tem obrigado a freiras da Little Sisters of the Poor a irem para a justiça contra o governo Obama.

Ted Cruz tem um histórico de defesa da vida no Congresso dos Estados Unidos. Ele não é católico, e por  vezes mostra que não entende bem do catolicismo, mas é cristão o suficiente para entender que se deve proteger o catolicismo. Já provou isso.

Se eu fosse, eleitor dos Estados Unidos, eu votaria com certeza nele, não de forma tão eufórica como eu votaria em Rick Santorum, que deixou a disputa, mas com confiança.

Vejam a justificativa da Catholic Vote.

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