quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Padres Jesuítas Respondem: Papa Francisco é Marxista?



Essa é boa. Padres jesuítas resolveram responder às questões mais comuns que estão no Google sobre a Igreja Católica.

A primeira pergunta é se o Papa Francisco é jesuíta? Sim, é

Daí vem a segunda pergunta.

O Papa Francisco é marxista? Deve ter a ver coma primeira pergunta, mas a resposta do padre jesuíta é hilária ou trágica.

Eles respondem que Papa Francisco não é um "marxista estrito", é "apenas alguém que acredita profundamente na teologia da libertação".

Isso seria bom para os padres jesuítas, pois o Papa tem preferência pelos pobres.🙈

Depois tem a quarta pergunta sobre se Francisco perdoou Judas Iscariotes. O padre não responde, diz apenas que Francisco deve imitar Cristo (Ufa).

Depois vem a pergunta sobre se Francisco usa sapatos vermelhos (tradição comum aos papas que Francisco aboliu). Eles respondem que Francisco não se importa com vestimentas. E sobre a tradição de usá-los? Eles não respondem, dizem que são pessoas preocupadas com moda que se preocupam com os sapatos de Francisco.

Oh, meu Deus, esse pessoal saiu da onde? Não responda essa, Senhor, essa eu sei: saíram do ordem jesuíta.


Os Abusos de Crianças em Nome da Estupidez Ambiental



Eu tenho acompanhado isso na minha casa, os ambientalistas radicais espalhados nas escolas, na mídia, nos filmes, chegam ao ponto de usar crianças. Meu filho de quatro anos já chegou em casa desesperado por conta de animais ou lixos nos oceanos. Certa vez, eu tive que pedir a Deus inspiração para contornar o tormento dele. Perguntei se ele já tinha visto algum bicho comer plástico, se ele acha que se der borracha para um passarinho comer ele iria comer.

O caso mais recente e até doentio (que se percebe até no rosto dela) é o caso de Greta Thunberg (do vídeo acima) que divulga o pavor a todos em nome do ambientalismo e da hipótese do aquecimento global.

Mas o site Weasel Zippers lembrou de outros vídeos de crianças desesperadas e apavoradas em nome de uma hipótese científica ambiental. Vejam clicando no link.

Essas crianças vão acabar defendendo a morte de outras crianças e possivelmente até a morte delas mesmas.

Estamos no mês do combate ao suicídio. Essas crianças neste nível de desespero é assustador.

E as taxas de suicídio são mais elevadas em países ricos, sinal que há algo muito doentio que o dinheiro não cura.



quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Convite aos Amigos de Brasília. Lançamento do livro "Contos sobre a Escola Moderna e Alunos e Cristãos" (Editora Appris)




Caríssimos,

Gostaria de convidar a todos de Brasília (e imediações) ao lançamento do meu livro "Contos sobre Escola Moderna e Alunos Cristãos" que ocorrerá nos próximo sábado (14 de setembro), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, às 17h.

O livro tem prefácio do Dr. Miguel Nagib, líder da associação Escola sem Partido.


Até lá.

Abraço,
Pedro Erik


terça-feira, 10 de setembro de 2019

Papa Responde a Pergunta sobre os "Americanos que Querem Derrubá-lo"


O Papa Francisco acaba de responder a um repórter do New York Times que perguntou o que Francisco quis dizer quando disse que "se sentia honrado em receber críticas dos americanos" e se tinha medo de um cisma.

Francisco respondeu primeiro que adora receber críticas, que sabe que as críticas vem de todo lado, mas que não gosta de críticas "em forma de ácido arsênico que não espera as respostas das críticas" e que os críticos dele "se escondem atrás da ortodoxia para atacá-lo e não seguem o espírito do evangelho, mesmo assim disse que os trata com docilidade".Diz que age exatamente como João Paulo II. Sobre cisma na Igreja, sua resposta foi muito confusa, mas ele disse que não tem medo de cisma.

Hummm... será?

Ele adora críticas? O que será ter docilidade? Quanto tempo devemos esperar por suas respostas?


  • Não lembro dele responder ao Dubia dos cardeais, vai completar três anos este mês.
  • Não lembro dele responder ao arcebispo Vigano. que anda até escondido.
  • Não lembro dele responder a inúmeros que pediram para ele reverter as decisões no Instituto João Paulo II. Destruir o Instituto é agir como João Paulo II?
  • Não lembro dele responder a inúmeros padres e bispos que criticaram o sínodo da Amazônia.
  • Não lembro dele responder às críticas que ele recebe do próprios conterrâneos na Argentina sobre os abusos sexuais do bispo Gustavo Zanchetta (que ele empregou no Vaticano) ou do seu amigo Gustavo Vera (acusado de tráfico sexual).
  • Não lembro dele responder sobre a mudança que fez no catecismo sobre Pena de Morte.
  • Não lembro dele responder a inúmeros apelos de leigos para ele reverter suas ações consideradas heréticas. 


Será que ser dócil deixar cardeais, arcebispos, bispos, padres e leigos sem resposta?

Veja a resposta abaixo ou clicando aqui.

Pope Francis Addresses Criticism of His Pontificate and Discusses ‘Schism’
On the papal plane from Madagascar on Tuesday, Pope Francis said he always welcomes constructive criticism but not ‘pills of arsenic’ which he says can come from ‘rigid’ critics who hide behind orthodoxy and should be treated ‘with meekness.’

Jason Horowitz (New York Times): Good morning, Holy Father. On the plane to Maputo, you acknowledged being under attack by a sector of the American Church. Evidently, there are strong criticisms, and there are even some cardinals and bishops, TV [stations], Catholics, American web sites — many criticisms. Even some very close allies have spoken of a plot against you, some of your allies in the Italian curia. Is there something these critics don’t understand about your pontificate, or is there something that you have learned from the criticisms [coming from] the United States? Another thing, are you afraid of a schism in the American Church and if yes, is there something that you could do, dialogue to help avoid it?

Answer: 

Pope Francis: First of all, criticisms always help, always, when one receives a criticism, immediately he should make a self-critique and say this: to me, is it true or is it not true, until what point? Of criticisms, I always see the advantages. Sometimes you get angry, but the advantages are there. 
Then on the trip going to Maputo, one of you came... it was you who gave me the book?... One of you gave me that book... in French... yours? In French... The American Church attacks the pope... the Americans... No, the pope under attack by Americans... [Ed. note: he refers to the French book “How America Wanted to Change the Pope” by Nicolas Seneze of La Croix]. [A reporters’ voice: “How the Americans want to change the Pope”]. This is the book that you gave me a copy of, I’d heard of the book, I’d heard of it, but I have not read it. The criticisms are not only from Americans, they are a little from everywhere, even in the curia, at least those who tell me, who have the advantage of honesty to say it, and I like this. I do not like it when critics are under the table. They smile, they let you see their teeth and then they stab you in the back. This is not loyal, not human. Criticism is an element of construction and if your critic is not right, you [must be] prepared to receive the response and to dialogue, [to have] a discussion and arrive at a fair point. This is the dynamic of the true criticism instead of the criticism of arsenic pills, which this article that I gave to Fr. Vuela was talking about — throwing the stone but hiding the hand. This isn’t necessary, it doesn’t help, help the little closed groups that don’t want to hear the response to the criticism. A criticism that does not want to hear the response is throwing a stone and hiding the hand. Instead, a fair criticism, I think this, this, this... It is open to a response, and you build, help. 
Before the case of the pope, "But I don’t like this of the Pope," I criticize and wait for the response, I go away from him and I speak and I write an article and I ask him to respond. This is fair, this is love for the Church. To criticize without wanting to hear the response and without dialogue is not wanting the good of the Church. It is to go backward to a fixed idea, to change the pope, to change the style, to create schism, this is clear no? A fair criticism is always well received, at least by me.
Second, the problem of schism: in the Church there [have been] many schisms. After Vatican I, the last vote, that of infallibility, a significant group left. They separated from the Church, founded the Old Catholics, to be really honest to the traditions of the Church. Then they discovered a different development and now ordain women, but in that moment they were rigid. They were going backward to an orthodoxy that they were thinking the council had gotten wrong. Another group went without voting, silent silent, but not wanting to vote.

Vatican II created these things, maybe the best known break is that of Lefebvre. There is always schismatic action in the Church, always, no? It is one of the actions that the Lord always leaves to human freedom. I don’t fear schisms, I pray they don’t exist because there’s the spiritual health of many people [to consider], right? [I pray] there will be dialogue, that there will be correction if there is some mistake, but the path of schism is not Christian.
But let’s think back to the beginning of the Church, how the Church began with many schisms, one after another, it is enough to read the history of the Church. The Arians, the Gnostics, the Monophysites, all of these. Then it comes to me to recall an anecdote that I have told a few times: it was the people of God who saved [the Church] from schisms. Schismatics always have one thing in common: they separate [themselves] from the people, from the faith of the people, from the faith of the People of God. And when, at the Council of Ephesus, there was a discussion on the maternity of Mary, the people — this is historic — were at the entrance of the cathedral and when the bishops entered for the Council, they had sticks, they showed them the sticks and yelled: "Mother of God, Mother of God." As if to say, if you do not do this, here's what awaits you. The People of God always mend and help.
A schism is always an elite condition of an ideology separated from doctrine. An ideology may be right, but that enters into doctrine and separates and becomes 'doctrine' in quotes, but for a time. For this, I pray that there are no schisms. But I am not afraid.
To help, but what I am saying now, you are not afraid I respond to criticism, I do all this, maybe if someone comes to him, something I have to do, I will do it. To help.
But this is one of the results of Vatican II. It is not from this Pope or from another Pope or that other pope. For example, the social things that I say are the same that John Paul II said, the same. I copy him. "But the Pope is very communistic, huh?" Ideologies and doctrine enter, and when the doctrine strays into ideology, there is the possibility of schism.
And also there is the behaviorist ideology, that is, the primacy of a sterile morality over the morality of the People of God, who even the pastors should guide, the flock, between grace and sin. This is evangelical morality.  

Instead, a morality of ideology, such as Pelagianism, to put it that way, makes you rigid and today we have many, many schools of rigidity inside the Church. They are not schism, but they are pseudo-schismatic Christian paths that in the end finish badly. When you see rigid Christians, bishops, priests, behind them are problems; there isn’t the holiness of the Gospel. For this we should be meek, not severe, with people who are tempted by these attacks, because they are going through a problem, and we should accompany them with meekness.






Cientista Sueco Propõe Canibalismo para Derrotar Mudança Climática


Mas não contem ao Papa nem aos clérigos do Sínodo da Amazônia, eles podem apoiar a ideia.

Meu Deus, daqui a pouco até o demônio vai abandonar o mundo.

O cientista Magnus Soderlund sugeriu que comer as pessoa depois que eles morrem é uma maneira de combater da mudança climática.

Para ele, existe um taboo em comer pessoas, que deveria ser abolido. E ele não está sozinho, em apoio ao canibalismo. O texto do Breibart nomeia outros cientistas. Para eles, os conservadores é que são uma pedra no sapato, pois não gostam da ideia.

Certamente, outro brilhante cientista ou clérigo do Vaticano da Academia de Ciência vai dizer: que tal as pessoas nem nascerem?  E outro renomado vai querer matar os vivos mesmo, deve sugerir começar matando os conservadores.

Esses suecos são tão civilizados.🙈

Vejam parte do texto do Breibart.

Swedish Scientist Proposes Cannibalism to Fight Climate Change



Swedish behavioural scientist Magnus Söderlund has suggested that eating other people after they die could be a means of combatting climate change.

The scientist mentioned the possibility of cannibalism during a broadcast on Swedish television channel TV4 this week about a fair in Stockholm regarding “food of the future”.
Söderlund is set to hold seminars at the event, entitled “Gastro Summit — about the future of food” where he intends to discuss the possibility of eating people in the name of cutting down greenhouse emissions.
According to his research, the main problem with the idea is the widespread taboo of eating human flesh and said that conservative attitudes could make it hard to convince Swedes at large to take up the practice of cannibalism.
Regardless of the likely immense resistance to the idea of eating people, Söderlund said it was important to examine different options in the name of sustainability.
Söderlund is not alone in his call to reject the taboo of cannibalism. Last year, noted atheist and evolutionary scientist Richard Dawkins advocated for lab-grown meat and suggested it may be used to “overcome our taboo against cannibalism”.
Psychologists Jared Piazza and Neil McLatchie of Lancaster University also questioned the taboo on cannibalism in an article for Newsweek last month but ultimately did not endorse breaking it.


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Vídeo: Economia (Finanças) como Ciência Virou Paródia.



A economia, como ciência, está tão doente quanto a moral do mundo. E muito provavelmente é por conta dessa queda da moral que a economia está nesta forma. No vídeo acima do Financial Times, tenta-se explicar por que os juros (yield) dos títulos alemães (chamados "bunds", títulos soberanos de longo prazo, 10 ou 30 anos) estão com juros negativos.

A moça explica que os preços e os yields possuem relação inversa. Isto é, quanto mais você paga por um título de renda fixa menos juros você ganha. De forma mais simples ainda, se um título custa 1.000 reais e você paga 998 reais, você ganha menos juros de que alguém que paga apenas 900 reais por ele (todos vão receber 1.000 reais no final do prazo).

A Alemanha, assim como o Japão, a França, a Suíça e a Holanda, vende seus títulos soberanos pagando juros negativos. Isto é, por exemplo, você compra por 1.003 reais e recebe apenas 1.000 ao final do período. Recebe menos que você gastou, por uma coisa que deveria lhe render juros.

Por que isso?

Ela explica usando três razões: 1) O Banco Central Europeu cobra juros negativos dos bancos para ficarem com o dinheiro em caixa; 2) Os títulos alemães são seguros (possuem risco muito baixo ) e líquidos (podem ser transformados rapidamente em dinheiro); 3) O Banco Central Europeu está ameaçando comprar mais títulos soberanos e isso aumentará ainda mais os preços dos títulos e baixará ainda mais os yields.

Isto tudo faz sentido? Não, claro que não.

A primeira razão nos diz que o Banco Central Europeu fala para os bancos: se você não emprestar ao público e às empresas, eu vou lhe dar mais dinheiro! Dinheiro é o quê? Lixo? Se dinheiro é lixo na Alemanha, é lixo na Grécia ou em Portugal? Se o dinheiro é lixo, por que será importante para o desenvolvimento? Se o dinheiro é lixo, como pode ser usado para diminuir as igualdades globais?

Os monetaristas vão dizer que o dinheiro não serve para o crescimento econômico. Tratar dinheiro como lixo serve? Não está dando certo desde a crise de 2008.

A segunda razão diz que os títulos alemães são tão seguros que o governo alemão lhe devolve menos do que você gastou com eles. Mas na verdade o governo alemão está querendo que os investidores não comprem títulos alemães, deseja que os investidores façam investimentos mais arriscados. Eu tenho algumas dicas de investimento: Argentina e Grécia, por exemplo. Mas nestes países o dinheiro não chega, e os consumidores alemães ficam só girando o dinheiro dentro do próprio país sem qualquer efeito até para a própria Alemanha.

A terceira razão é de perspectiva econômica, quer nos dizer que os compradores desses títulos acham que o juro negativo pode ser ainda mais negativo. Um ótimo sinal de que os juros negativos não funcionam.

Em suma, a economia virou uma grande paródia, seus cálculos financeiros e custos de oportunidades se auto-alimentam em círculos. Os economistas ou financistas podem ser substituídos por algoritmos e robôs.




sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Esther Ballestrino - O Passado e Presente Comunista do Papa Francisco


O jornalista George Neumayr continua seu percurso em Buenos Aires nos passos de Jorge Bergoglio, o Papa Francisco. Dessa vez, ele destacou a mulher que o Papa Francisco disse que lhe ensinou marxismo e política: Esther Ballestrino (foto acima).

Em resumo, a  história é a seguinte: Ballestrino foi chefe de Francisco em Buenos Aires quando este trabalhou em um laboratório, e nas palavras do Papa Francisco, ela lhe iniciou nas leituras marxistas e nos jornais marxistas, que Francisco declarou que adorava lê-los.

Francisco também disse que quando Ballestrino foi perseguida pela repressão, ele ajudou Ballestrino a esconder sua biblioteca marxista, colocando os livros dentro de uma biblioteca jesuíta.

Ballestrino foi morta pela repressão, em 1977, quando encontraram o corpo (depois de 30 anos), Francisco aceitou enterrar Ballestrino na Igreja de Santa Cruz em Buenos Aires, a pedido da filha de Ballestrino (Neumayr mostra uma foto das sepulturas na Igreja). Até hoje em dia, a Igreja de Santa Cruz serve de abrigo para clérigos e leigos de tendência marxistas e local de idolatria dos perseguidos marxistas na época de repressão argentina, cerimônias em homenagens a eles são comuns lá. Há cartazes permanentes em homenagens a eles por lá.

O texto de Neumayr tem um complemento muito importante. Ele diz que os argentinos afirmam que  a atitude de Francisco em apoio a família de Ballestrino foi usada por ele para ficar bem com os esquerdistas. Pois Francisco foi acusado de ajudar a repressão na perseguição e morte de dois jesuítas marxistas. Diante dessa acusação, Ballestrino ajudou o Papa a ficar bem entre os marxistas.

Mas também diante dessa acusação a veracidade das informações anteriores fica sobre suspeita, seria Francisco marxista ou apoiador da repressão? Ou as duas coisas, como um peronista?

O texto de Neumayr traz vários depoimentos de Francisco sobre Ballestrino. Entre eles, Francisco disse:  "a ajuda dessa pessoa corajosa e honesta foi útil. Eu percebi algumas coisas, um aspecto do social, que então encontrei na doutrina social da Igreja. ” Muito parecido com aquela declaração do Paulo Freire de que viu Cristo nos escritos de Karl Marx.

Leiam todo o texto de Neumayr clicando aqui, é muito importante para entender a relação Bergolgio-marxismo-Argentina. O texto se chama "Where Bergoglio Buried his Communist Mentor" (Onde Bergoglio Enterrou sua Mentora Comunista) e foi publicado no The Spectator.



quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Papa Francisco Ofende Católicos Americanos. Eles Reagem.



O livro Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano descreveu por vezes muito bem uma mentalidade muito presente entre nós, com nossas teologia da libertação e teorias da dependência, uma mania de ficar do lado do bandido e de desprezar os vitoriosos e mais ricos. Além de uma enorme preguiça intelectual.

O Papa Francisco me lembrou essa descrição do livro, quando um escritor francês chamado Nicholas Seneze, que escreveu um livro com a teoria conspiratória de que "os americanos" conspiram contra o Papa, se aproximou de Francisco e o Papa respondeu que desejava muito ler o livro, que o livro é uma "bomba" e que "é uma honra ser criticado pelos americanos".

Realmente, uma resposta estúpida de Francisco, não há meias palavras. Típica da preguiça intelectual e do preconceito latino-americano. Um papa não deve ofender ninguém dessa maneira, descuidada, sarcástica, irônica e rasteira. Ainda mais todo um povo.

Os críticos do Papa estão em todos os lugare, é claro, em especial, na terra dele na Argentina.

O fato ocorreu dentro do avião em direção a Moçambique. Depois que o Francisco disse isso, o porta-voz, Matteo Bruni, tentou concertar dizendo o "Papa sempre considera ser uma honra ser criticado por uma importante nação".

Uma idiotice de retoque de fala, só mesmo um porta-voz sob pressão para se sujeitar a isso.

Os americanos reagiram, como no vídeo acima, com Dr. Marshall e Timothy Gordon, que mostram como as palavras do Papa foram traiçoeiras para quem deve ser "papa" (pai).

O site The American Catholic também reagiu . Mostrou gráficos de como os americanos estão vendo o Papa atualmente e também disse que "a honra é nossa, Papa, em lhe criticar".

Os gráficos mostram que os americanos estão entendendo quem é Francisco, vejam abaixo: