Mas basta alguém seguir Trump ou governo Trump pelo X para perceber que essa perspetiva está completamente errada.
Sobre a Rússia, Trump recentemente chamou Putin de louco e disse que ele estava brincando com fogo.
Sobre a China, já denunciou o regime comunista, aumentou em muitos as tarifas contra a China (e a China teve que se rebaixar), e hoje o governo Trump anunciou que está revogando o visto de estudantes chineses nos Estados Unidos, especialmente de estudantes com conexões com o Partido Comunista e de estudantes em áreas sensíveis, que devem ser estudos relacionados às forças armadas ou a inteligência artificial.
Sobre Israel, Trump declarou apoio diversas vezes e persegue até estudantes antisemitas nas universidades americanas, mas Trump já mostrou que estava descontente com as ações de Israel em Gaza, interferiu nos planos que Israel tem para Gaza e alertou Israel para que não faça nenhum ato militar contra Irã, antes de consultá-lo.
Os inimigos mais temidos por Trump não estão fora dos Estados Unidos e sim dentro (assim como acontece com os inimigos do Brasil). Trumpo inclusive foi persguido por juízes na tentativa de evitar que ele se candidatasse (já vi isso em outros países também).
Nos Estados Unidos, os juízes são normalmente ideologizados pelo Partido Democrata, que não vota em nada a favor do governo Trump, mesmo que o voto seja de apoio econômico aos próprios americanos.
Vários juízes, por exemplo, quiseram barrar a posição de Trump de deportação de ilegais nos Estados Unidos, mesmo se o ilegal é criminoso perigoso.
E agora três juizes se juntaram para proibir que Trump deternmine tarifas contra outros países, incluindo China. Governo Trump ja disse que vai recorrer.
São juízes achando que são ilustres sabedores da verdade, que foram eleitos pelo povo, e que podem mandar em um presidente.
Onde eu já vi isso, mesmo?
Sim, o poder judiciário é o mais perigoso de todos. Ele pode tirar tudo que você construiu em uma canetada e, niguém, nem mesmo o presidente dos Estados Unidos, tem poder sobre ele, a não ser recorrendo dentro do próprio poder judiciário. O povo pode, em regume minimamente democrático (não sei se o caso do Brasil) tirar líderes do legislativo e do executivo, mas não do judiciário. E este pode determinar a vida dos líderes do legislativo e do executivo.