sexta-feira, 23 de setembro de 2016

O Muro da França e da Inglaterra Contra Refugiados em Construção.



França, com dinheiro da Inglaterra, começou a construir um muro contra refugiados em Calais, na França, para que eles não consigam chegar na Inglaterra.

Esses imigrantes também costumam atacar aminhões que chegavam a Calais,para entrar em caminhões e entrar nos barcos.

E saibam que já morreu gente, inclusive crianças filhos de imigrantes, tentando entrar em barcos de transporte indo da França para a Inglaterra.

Mais de 84 mil imigrantes já foram pegos tentando entrar ilegalmente na Inglaterra, a partir de Calais.

Apenas 1% desses imigrantes de Calais são da Síria, o resto são do Sudão (45%), Afeganistão (30%), Paquistão (7%), Eritréia (6%), segundo algumas pesquisas.



Os campos de refugiados de Calais, pela confusão, desordem e número de pesssoas são chamados de Calais Jungle (Selva de Calais)

França e Inglaterra se acusam por conta dos problemas em Calais.

Ah, mas o mundo só quer saber de um muro que ainda não foi feito, um tal de muro do Trump contra os imigrantes mexicanos e afins. 

Por sinal, hoje um professsor de Direito dos Estados Unidos já fala em impeachment de Donald Trump. E ele nem foi eleito ainda, e ainda está, supostamente, atrás nas pesquisas eleitorais, apesar de ter encostado em Hillary Clinton.

Como eu falei no post de ontem, o esquerdismo se rebaixa a todos os níveis para vencer na guerra cultural.

Ainda sobre o tal suposto muro de Trump, que até o Papa Francisco condenou (o Papa não falou nada sobre o muro na França, até onde eu sei), um blog católico falou hoje, em tom cômico (mas com fundo de verdade) que há uma manifestação no México em favor do casamento tradicional, sendo assim os esquedistas americanos passaram a ser favor do muro contra o México, hehe.


quinta-feira, 22 de setembro de 2016

Por Que o Esquerdismo Sempre Ganha?


O escritor é estatístico genial, William William Briggs respondeu a pergunta acima de forma bem clara e simples.

E a resposta dele tem muito a ver com o post anterior sobre o "evangelho da paz" do Papa Francisco.

O esquerdismo sempre ganha o debate mídia e nas universidades, porque os esqierdistas entram  guerra contra seus oponentes e atacam seus traidores. Os esquerdistas não são pacíficos na guerra cultural, eles avançam, tentam destruir seus oponentes com meus legais e ilegais.

No artigo, Briggs lembra que perguntaram ao grande filósofo católico, Peter Kreeft, por que muçulmanos e gays estão juntos na guerra cultural quando têm ideologias tão distintas. Kreeft respondeu que muçulmanos e gays são atualmente os únicos dois grupos que estão dispostos morrer por suas causas.

Briggs lembra um fato óbvio: não se vence nenhuma guerra sem lutar.

Leiam o excelente texto dele publicado em seu blog.

Os cristãos devem entrar na guerra cultural em todas as esferas da vida, em casa, na família, nos colégios, nas universidades, nos jornais, nos partidos, na televisão, nos cinemas. Tentando usar meios legais sempre, e até ilegais se as leis oprimem os cristãos.

Quando eu li o Pacem in Terris de João XXIII, a primeira coisa que me chamou atenção foi que achei o texto bem frágil teologicamente, tem um pacifismo exagerado e confia ma ONU.

 Por outro lado,  a segunda coisa que me chamou atenção a, foi que João XXIII defendeu que cristãos entrassem na guerra cultural contra programas de TV, cinemas, etc.

A guerra cultural tem muito a ver com a guerra real. Cristãos também são chamados por vezes a entrar na guerra real, a pegar em armas.

Se o jornal ou Tv ou revista é anticristão critique e não compre. Se o seu professor é anticristão, critique-o abertamente, não o deixe falar sozinho.






quarta-feira, 21 de setembro de 2016

O "Evangelho da Paz" do Papa Francisco Serve à Guerra.


O Papa Francisco declarou seu "evangelho de paz" novamente hoje. Dizendo coisas como "só a paz é santa, a guerra nunca é santa" e "não há amanhã nas guerras".

Acho que milhões e milhões de soldados que lutaram em guerras em defesa do cristianismo e contra diversas ideologias destrutivas, como o nazismo e o comunismo, estão rolando em seus túmulos.

Essas palavras não passam pelo crivos de doutores da Igreja como Santo Agostinho, que é o pai teórico da ideia de Guerra Justa, e São Tomás de Aquino, seguidor de Agostinho.

Inúmeros santos e papas foram para guerras, incluindo São Francisco de Assis. Por sinal, o Papa estava em Assis quando disse aquelas palavras.

Sem falar que esse "evangelho da paz" não passa pelo crivo da Bíblia. Para começar, Cristo declarou que ninguém tinha mais fé Nele do que um soldado romano.  E Cristo disse que ele não vinha para trazer paz, mas divisão. A Bíblia, em inúmeras passagens, chamou Deus de Senhor dos Exércitos e falou sobre a Ira de Deus.

Esse tipo de discurso do Papa não serve à paz, alimenta a guerra, fortelece os inimigos do cristianismo.

Esse é o assunto do meu livro que deve sair em Novembro, pela grande Editora Ecclesiae. Comento muito o que diz Papa Francisco sobre guerras no livro, em contraponto à Bíblia, à história da Igreja, aos doutores e santos da Igreja.

Que São Lorenço de Brindisi, São João Capistrano e Santa Joana D'Arc nos protejam.


terça-feira, 20 de setembro de 2016

O (Não) Legado de Obama_Historiador Victor Davis Hanson


Obama, para mim, é o retrato da estupidez do mundo. Do mundo rasteiro, ignorante em fatos e em história, que vive de imagens, de discursos, que aprende história em filmes de Hollywood,  e não consegue nenhum feito substancial. O mundo deu o Prêmio Nobel da Paz para Obama em 2009, no primeiro ano de mandato de Obama (foto acima). Baseado em quê? Em nada, apenas em discursos. E Obama desprezou esse prêmio, continuou as guerras de Bush. Mas Obama continuou sendo aplaudido pelo mundo, que o adora, com base em...nada.

Obama fez seu último discurso na ONU hoje, como presidente. Novamente defendeu um globalismo ateu para o mundo. Ressaltou, baseado sabe Deus em quê, que o mundo está muito melhor que já teve em toda a história da humanidade (supostamente ele seria o maior responsável por isso), mas que teria alguns pequenos problemas no Oriente Médio, com um negócio chamado mudança climática e principalmente com aqueles que não aceitam as ideias dele.

Victor Hanson, historiador norte-americano, no seu blog hoje, detalhou o que seria o legado de Obama: nada.

Hanson ressalta como Obama é um presidente que detesta a própria história do seu povo e sai por aí atacando o povo americano e defendendo o globalismo ateu. Obama chegou a chamar o povo americano de preguiçoso.

Hanson sempre nos esclarece e escreve de maneira divertida tambpem. Até lembrou umas gafes clássicas de Obama, como quando Obama disse que o Havaí (terra em que supostamente nasceu) ficava na Ásia, quando disse que austríacos falavam um tal de língua austríaca nunca vista e quando disse que as ilhas Falklands eram as ilhas Maldivas.

Hanson também lembrou os péssimos conhecimentos históricos de Obama em relação ao Islã, religião que Obama vive elogiando.

E mostra a falência da principal bandeira do governo Obama, o sistema de saúde conhecido como Obamacare que está em caminho de falência e que nem a Hillary diz que irá mantê-lo.

Para Hanson, o legado de Obama não poderá ser encontrado nem no exterior, nem dentor dos Estados Unidos. Muito provavelmente ele será visto apenas como um "crítico do sistema cultural  e do país que permitiu que ele chegasse a presidência da república".

Para Hanson, o possível legado de Obama será Donald Trump, que quer fazer o avesso que Obama fez. Como Obama não fez nada, há muito a ser feito.

Hanson não fala sobre o legado econômico de Obama. Não precisou, ninguém no partido dele defende o legado de desemprego e de dívida de Obama.

Leiam artigo de Victor Hanson Davies clicando aqui.


segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Bispo Mexicano Pode Ir para Cadeia por Ser Contra Casamento Gay.


O governo do Estado de Morelos no México, liderado pelo o socialista Graco Ramírez, está investigando judicialmente o bispo Ramón Castro, por ele ser contra a decisão do goveerno de apoiar o casamento gay. O bispo também está sendo perseguido judicialmente por associações de defesa de gays.

No México, país em que os cristãos já tiveram que pegar em armas contra o ateísmo do governo federal na Guerra Cristeros (tão brilhantemente descrita no filme For Greater Glory, chamado de Cristiada no Brasil), os padres, por conta dessa Guerra, não podem participar da política, nem apoiando a oposição, nem a situação.

Assim, os padres devem ficar calados diante de decisões anti-cristãs de governantes? A justiça terá que decidir.

O bispo Ramón Castro continua defendendo a posição cristã e que não participa de política.  Ele é bispo de uma das regiões mais violentas do México, Cuernavaca.

O mundo cada vez mais fecha o cerco contra os cristãos, eu mesmo tenho de lutar contra o avanço do secularismo destruidor dentro da escola dos meus filhos, que é um escola católica.

Vejam a descrição do caso, disponibilizada pelo site LifeSite:

Mexican bishop says he’ll evangelize in prison if he’s locked up for ‘homophobia’

September 16, 2016 (LifeSiteNews) – The Catholic bishop of Cuernavaca, Mexico, is being investigated in response to his opposition to the gay agenda, according to national and local media sources, but he says if he goes to prison he’ll take advantage of the opportunity to bring the Gospel of Christ to the inmates there.
Bishop Ramón Castro has been informed that he’s being investigated in response to a complaint by the socialist governor of the state of Morelos, Graco Ramírez, for speaking out against the creation of homosexual “marriage,” which was recently passed by the state legislature and signed into law by Ramírez. He is accused of “homophobia,” according to Mexican news outlets.
The bishop is reportedly accused of “meddling in politics” for denouncing the gay agenda on numerous occasions, as well as for organizing a meeting at the Cathedral of Cuernavaca for the purpose of hearing the complaints of various civil organizations about the crisis of violence and criminality affecting the state. His accusers reportedly claim that he used the meeting to organize opposition to homosexual “marriage.”
“If I go to prison, no problem, I’ll do the work of evangelization there,” the bishop told his flock during a sermon at the cathedral in mid-August, and added that he wished to “thank the Bar Association of Cuernavaca, which has shown solidarity by coming to my defense.”
The bishop told worshippers that the kingdom of God is not established without opposition because it denounces injustice, corruption, and poverty, according to the local Sol de Cuaulta newspaper.
“Jesus said, ‘I have come to bring fire and divisions,’ referring to the consequences of living a firm and real commitment to the Gospel,” the newspaper quoted Castro as saying. “The presence of Jesus in our lives isn’t a matter of indifference to us, nor to those who surround us. If it were, we would have to doubt that it was anything but a superficial veneer.”
The Mexican constitution prohibits religious ministers from “entering in associations for political purposes,” supporting or opposing candidates for public office, or opposing government institutions or laws. The provisions are the remnants of the strongly anti-clerical provisions of Mexico’s 1917 constitution, which helped to incite civil war in the country in the 1920s and 30s.
Castro denies that he violated the law and says he merely agreed to hear the complaints of various civil organizations over problems suffered in the state, particularly problems related to violence and corruption, and that the meeting was not called to address the issue of homosexual “marriage.”
“The Church has a mission to carry out. I in no way have meddled in politics. I only received people in the cathedral to listen to them. I didn’t convoke anyone,” Castro said in a television interview.
Castro also had a complaint lodged against him by the homosexual Movement for Equality in Mexico (MOViiMX) to the National Council for the Prevention of Discrimination (CONAPRED) about HIS participation in a recent “March for Peace” in Morelos. The group quoted him as saying that state representatives “sold their consciences” in approving the state’s homosexual “marriage” constitutional amendment.
The accusations have not discouraged Bishop Castro from expressing his opposition to the gay agenda, however. He was notably present at the recent March for the Family in Cuernavaca organized to protest against a national homosexual “marriage”constitutional amendment proposed by the nation’s president.
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Rezemos por ele.

domingo, 18 de setembro de 2016

Vídeo: Paris Virou Grande Campo de Refugiados


Imaginem eles invadindo o seu bairro...O problema deles não é resolvido fora da casa deles. E eles levarão seus problemas para onde forem

O que é Paris, agora?







(Agradeço  o terrível vídeo ao site Zero Hedge)

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Quem criou o Estado Islâmico?


A Câmara dos Comuns, câmara baixa do parlamento britânico, fez um relatório sobre a intervenção militar desastrosa do Reino Unido (junto com a França) na Líbia em 2011 e detonou o primeiro-ministro da época, David Cameron.

Ao ponto de dizer que ele com essa intervenção é responsável pelo surgimento do Estado Islâmico.

Eu detesto David Cameron, o primeiro post desse meu blog, inclusive, foi feito quando eu morava no Reino Unido na eleição de Cameron.

A intervenção militar foi desastrosa mesmo, por conta da visão tacanha e historicamente estúpida de que basta derrotar o ditador do país Islâmico que os muçulmanos irão fazer uma democracia do tipo ocidental.

Mas acho que se foi longe demais ao dizer que um líder ocidental pode criar um grupo terrorista islâmico. Isso faz parte da história do Islã. O relatório também mostra uma visão errada do Islã.


quinta-feira, 15 de setembro de 2016

Cardeal da Áustria: "Muçulmanos querem Conquistar a Europa". E os outros 11 de Setembro da Guerra Cristãos vs Islã.


O cardeal da Áustria, Christoph Schonborn, disse ontem que os muçulmanos querem conquistar a Europa. Ele disse que era terceira tentativa da jihad islâmica de conquistar a Europa. E que a Europa está arriscando perder sua herança cristã.

As palavras do cardeal são as mesmas que muitos bispos e santos cristãos disseram sobre o Islã ao longo da história.

Os cristãos lutaram contra os avanços militares dos muçulmanos desde Maomé. Como será a próxima luta contra os muçulmanos, já que os muçulmanos moram nos mesmos países que os cristãos, são vizinhos, e por vezes estão em maior número em cidades de países cristãos?

Em outras palavras como será o próximo 11 de setembro?

No dia 11 de setembro de 2001, o Islã atacou o país cristão faz forte do mundo, destruindo as torres gêmeas de Nova Iorque, atacando o Pentágono e jogando um avião no chão na Pensivalnia.

Eu já falei aqui de outro 11 de setembro, quando os cristãos se defenderam dos muçulmanos, em 1683.  Aqui vou colocar um vídeo explicativo de 11 de setembro de 1683 quando um rei polonês salvou a cristandade dos muçulmanos.

Mas para minha surpresa Steve Skojec do site One Peter Five trouxe outros 11 de setembros de guerra entre cristãos e muçulmanos na história.

Vejamos.


1. 11 de Setembro de 1683.





2. The Great Siege of Malta (September 11th, 1565)

At dawn on May 18th, 1565, one of the largest armadas ever assembled appeared off the Mediterranean island of Malta. Its 200 ships had been sent by Suleiman the Magnificent, sultan of the vast Ottoman empire to destroy the Knights of Malta who had long been a thorn in his side. Aboard were crammed some 40,000 fighting men, including 6,000 of Suleiman’s elite infantry, the Janissaries, not to mention another 9,000 cavalry and seventy huge siege cannon, one or two of which were capable of hurling 600lb stones a mile and a half. Opposing this force were just 600 knights, a few thousand mercenaries and a few thousand Maltese irregulars – in all between 6,000 and 9,000 men. Once Malta fell, which Suleiman’s commanders thought should take a week, the Turks would evict the Spanish from Tunis and then invade Sicily and Italy.
James Jackson, who wrote a novel about the siege, paints a picture of the do-or-die tactics that ensued during the four-month long battle:
A hot and fetid June night on the small Mediterranean island of Malta, and a Christian sentry patrolling at the foot of a fort on the Grand Harbour had spotted something drifting in the water.
The alarm was raised. More of these strange objects drifted into view, and men waded into the shallows to drag them to the shore. What they found horrified even these battle-weary veterans: wooden crosses pushed out by the enemy to float in the harbour, and crucified on each was the headless body of a Christian knight.
This was psychological warfare at its most brutal, a message sent by the Turkish Muslim commander whose invading army had just vanquished the small outpost of Fort St Elmo – a thousand yards distant across the water.
Now the target was the one remaining fort on the harbour front where the beleaguered, outnumbered and overwhelmed Christians were still holding out: the Fort St Angelo. The Turkish commander wished its defenders to know that they would be next, that a horrible death was the only outcome of continued resistance.
But the commander had not counted on the mettle of his enemy – the Knights of St John. Nor on the determination of their leader Grand Master Jean Parisot de la Valette, who vowed that the fort would not be taken while one last Christian lived in Malta.
On news of the grotesque discovery of the headless knights – many of them his personal friends – Grand Master Valette quickly ordered that captured Turks imprisoned deep in the vaulted dungeons of the fort be taken from their cells, and beheaded one by one.
Then he returned a communiquè of his own: the heads of his Turkish captives were fired from his most powerful cannon direct into the Muslim lines. There would be no negotiation, no compromise, no surrender, no retreat.
We Christians, the Grand Master was saying, will fight to the death and take you with us.
The Siege of Malta in 1565 was a clash of unimaginable brutality, one of the bloodiest – yet most overlooked – battles ever fought. It was also an event that determined the course of history, for at stake was the very survival of Christianity.
The battle at last came to a close on September 11th, 1565, as a small army from Sicily joined the Maltese knights and routed the remaining Turks, who had already suffered great casualties after a series of strategic errors:
Of the 40,000 troops that had set sail in the spring from Constantinople, only some ten thousand made it home. Behind them they had left a scene of utter devastation.
Almost the entire garrison commanded by Jean Parisot de Valette – after whom the city of Valletta is named – had perished. Now, after 112 days of siege, the ragged handful of survivors limped through the blitzed wreckage of their lines.
Malta was saved, for Europe and Christianity. The Knights of St John had won.

3. The Muslim Expulsion from Spain (Announced September 11th, 1609)

After the nearly 800-year Muslim conquest and occupation of Spain, the Spaniards were at long last victorious in taking their country back in 1492.  The next century was spent, in large part, figuring out what to do with the embedded Muslim population that was now part of Spain. It was determined that due to the deceptive practice of taqiyya and the unsuccessful attempts at missionary work (which had been advocated by St. Juan de Ribera in his earlier years before he became convinced it would bear no fruit) and the ongoing difficulties between Spanish Catholics and Muslims that the situation had to be remedied.
In April, 1609, King Philip II signed the decree of explusion of the Moriscos (“little Moors”) from Spain. A fleet of ships was prepared in secret, and on September 11th, 1609, the expulsion order was read aloud by town criers in Valencia. The first convoy left Spain’s shores on October 2nd. It is estimated that some 300,000 Moriscos (but possibly more) were expelled from Spain in the following years.

4. The Battle of Zenta (September 11th, 1697)

Even after the tide-turning victory at the Battle of Vienna in 1683, the war between European forces and the Ottoman Turks still continued for decades. In what is considered to be one of the most decisive victories against the Turks, the combined forces of the Holy League of 1684 (commissioned by Blessed Pope Innocent XI) overtook and surprised Sultan Mustafa II and the Ottoman army at the crossing of the Zenta river in what is now Senta, Yugoslavia. The Grand Vizier was killed, the Ottoman artillery was lost, and an estimated 30,000 Turkish soldiers were killed or drowned. Prince Eugene of Savoy, who led the Holy League forces, lost only 300 men.
The Sultan was forced to surrender and sue for peace. This victory ultimately resulted in the Treaty of Karlowitz (1699), which gave the Hapsburgs all of Hungary and most of Transylvania and expanded their empire by some 60,000 square miles.
It’s impossible to know for certain how much stock groups like the Islamic State or Al Qaeda put in historical dates like these, but they mark significant turning points in the history of their centuries-long battle with the forces of the Christian West. Would a resurgent Islam look to dates of importance in their quest to right past wrongs and follow a path they believe is one of divinely-ordained destiny?
It doesn’t seem too far-fetched.