quarta-feira, 16 de abril de 2014

Padre Paolo Padrini, o iPriest, anuncia evangelização em árabe.


O padre Paolo Padrini (foto acima) é conhecido como o iPriest, pela seus conhecimentos técnicos sobre as novas tecnologias de informação e sobre a insistência em evangelizar por meio destas novas mídias.

Esta semana, ele lançou o iBreviário, um aplicativo que contém as orações diárias católicas, em árabe. É um tentativa de que o catolicismo chegue aos católicos de língua árabe e também serve como um meio de escapar da censura religiosa do mundo muçulmano.

O iBreviário já é grátis e é um sucesso entre os padres e também entre os leigos. O lançamento em árabe faz parte da luta pela liberdade religiosa no mundo muçulmano. Eu tenho no meu iPad.

Padre Padrini diz que "com o lançamento da versão em árabe, o aplicativo pode ser usado por aqueles no mundo muçulmano onde o breviário (em papel) não pode vendido e onde, em alguns países, não se pode nem possuir um breviário (comprado em outro lugar)."

Rezemos pelo cristãos em terras muçulmanas. Eles sofrem demais por carregarem a cruz de Cristo.


(Agradeço a informação ao site Jihad Watch)

terça-feira, 15 de abril de 2014

Obama escolhe o Bispo Homossexual.


Gene Robinson (foto acima com seu "esposo" Mark Andrew) é o primeiro bispo abertamente gay da Igreja Episcopal. Sua eleição como bispo da Igreja Episcopal gerou um cisma na Igreja e dissidentes fundaram a Igreja Anglicana da América do Norte.

Robinson era casado e tinha filhos quando decidiu "sair do armário". Divorciou-se da esposa e se juntou a Mark Andrew.

Na segunda-feira passada, ocorreu uma cerimônia na Casa Branca para celebrar a páscoa. Obama escolheu Robinson para concluir a cerimônia.

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Bom, para começar, que foto terrível acima, heim?

Sobre a escolha do Obama, ele não cansa de defender o ativismo gay. É apenas mais um ato.

Rezemos pelo mundo. Há uma praga demoníaca dominando as instituições globais, a política  e a mídia, que procura destruir a família.


(Agradeço a informação ao site Weasel Zippers)

segunda-feira, 14 de abril de 2014

Cristianismo e Judaísmo são tão violentos quanto Islã?


Esta pergunta já é debatida sempre, por inúmeros políticos, sociólogos, pessoas comuns. Mas em teologia a resposta é simples: Islã, Judaísmo e Cristianismo não compartilham o mesmo Deus. Pode-se argumentar com bastante firmeza que o Deus cristão e judaico é amor ("all-loving God) a todos os seres humano. Alá é outro Deus completamente diferente, ele divide a humanidade entre fiéis e infiéis (ler por exemplo o livro On the God of the Christians de Rémi Brague). O Deus cristão, mesmo quando enviou Israel para atacar cananeus, era um comando apenas dedicado aos cananeus e era devido às perversidades deles (como explica William Craig). Alá, por outro lado, comanda o ataque indiscriminadamente a qualquer infiel.

Os relatos da Bíblia sobre comandos de Deus para a guerra são descritivos e não prescritivos. Acontece o contrário no Alcorão. O Islã vive em guerra perpétua. É o que explica Raymond Ibrahim, especialista em Islã.

O texto dele é muito bom porque rebate argumentos feitos até por cristãos, que relativizam as religiões, tornando-as todas iguais em matéria de guerra e até de Deus. E é um texto autorizativo, por Ibrahim fala árabe. No texto ele explica os termos do Alcorão. E também fala sobre as Cruzadas, que são sempre usadas por muçulmanos e até por cristãos, para dizer que o cristianismo é violento.

Uma frase dele é sensacional e detona qualquer debate sobre o assunto:

"Whereas first-century Christianity spread via the blood of martyrs, first-century Islam spread through violent conquest and bloodshed." (Enquanto o cristianismo do primeiro século foi espalhado pelo sangue dos mártires, o Islã do primeiro-século foi espalhado através da conquista violenta e do derramamento de sangue).

Leiam o texto de Raymond Ibrahim. É um texto definitivo, sela o debate,  que também é esclarecido por William Craig e Rémi Brague.


(Agradeço o texto de Ibrahim ao próprio autor. Ele disponibilizou um link para o texto em outro artigo)

domingo, 13 de abril de 2014

Vídeo: A causa de Santificação de Chesterton chega a Roma



A Rome Reports fez um vídeo sobre a causa de santificação de Chesterton que foi submetida no final de 2013. Todos que amamos Chesterton estamos ansiosos com isso.

Traduzo vídeo abaixo:





Gilbert Keith Chesterton, um dos autores cristãos mais lidos de todos os tempos, está a um passo para a santidade.

O bispo de Northampton, Inglaterra, apresentou o pedido no final de 2013 para abrir a causa de beatificação do escritor Inglês. Chesterton é conhecido por suas obras, O Homem Eterno e a série Padre Brown .

A obra de Chesterton é contundente, mas eloqüente. Seus textos foram escritos há 100 anos, mas continuam a ser muito relevantes hoje.

MARCO SERMARINI
Presidente da Sociedade Chesterton da Itália
"Chesterton é conhecido pela clareza do seu raciocínio, pela profundidade de seu julgamento. Percebemos que o que ele escreveu há mais de 100 anos continua pertinente. As coisas sobre o que ele escreveu são ainda mais relevantes hoje em dia."

O autor escreveu mais de 80 livros e dezenas de poemas, contos, artigos e ensaios. Mas além de seu lado intelectual, muitas pessoas hoje se debruçam sobre o seu testemunho cristão.

MARCO SERMARINI
Presidente da Sociedade Chesterton da Itália
"Ele tem uma frase famosa: "Deus ama as pessoas comuns, porque Ele fez tantas" Chesterton adorava estar com as pessoas porque elas o faziam pensar na realidade, e a realidade lembra Deus. Isto gerou dentro dele um grande senso de gratidão. Isso é algo que todos nós temos que aprender com ele também, porque toda a sua vida tem sido uma maneira de dizer 'obrigado'. Eu acho que não há maneira melhor de viver o catolicismo, do que dizendo obrigado".

Seu modo de vida chamou a atenção de muitos cristãos, incluindo o Papa Francisco. Dias antes de viajar para Roma para o conclave, como o arcebispo de Buenos Aires, ele aprovou uma oração privada para pedir a intercessão do autor Inglês.

MARCO SERMARINI
Presidente da Sociedade Chesterton da Itália
"Pelo que sabemos, o Papa Francisco sempre foi interessado em Chesterton. Ele até participou de um simpósio organizado pelo Instituto Chesterton para Fé e Cultura na Argentina, vários anos atrás. Ele foi um dos convidados de honra."

Gilbert Keith Chesterton nasceu em 1874, em Londres. Ele se converteu ao catolicismo com 48 anos, um fato incomum na Inglaterra da época.

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Rezemos pela santificação de Chesterton, este escritor divino que converteu tanta gente. Outro dia, eu falei aqui da conversão do vencedor do Prêmio Templeton.

Minha vida mudou completamente depois que eu li "Ortodoxia" de Chesterton. Eu já era católico e devoto de Nossa Senhora das Graças, mas Chesterton me fez vestir as armaduras para defender a fé cristã.


sábado, 12 de abril de 2014

O Papa é Argentino, lembra um jornal argentino.


Nicolás Tereschuk escreve no jornal Buenos Aires Herald dizendo que para entender o papa Francisco deve-se saber o que é ser um argentino.

No início do texto, Tereschuk diz que o papa Francisco costumava ser visto como conservador na Argentina, mas como papa, para surpresa de muitos, ele está mais esquerdista. Para se entender o pensamento do papa, segundo Tereschuk, deve-se saber que ele pensa em como dominar e não em como impor suas ideias (achei esta definição terrível).

Mas o ponto central do artigo é mostrar os movimentos políticos do papa para influenciar a política em seu país natal. Tereschuk diz que o papa Francisco é muito popular na Argentina, mas não tem conseguido influenciar as ações políticas. Em geral, as ações políticas do papa Francisco são erráticas, confusas, contraditórias e sempre deixam muita coisa sem definição.

Tereschuk  conclui dizendo que "Francisco não é Bergoglio, mas ele ainda é como qualquer argentino obcecado com política".

Leiam todo o texto de Tereschuk.

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Eu já fui a Argentina, umas duas vezes, e sempre fico surpreso com a força do peronismo, que não deixa ver a luz do sol no país. É assustador ver aquele país sendo dominado por políticas malígnas por tanto tempo.

Eu acho um país angustiante.

Rezo, que longe da Argentina, o papa tenha sua mente mais livre.


(Agradeço a indicação do texto ao site American Catholic)

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Mais uma controvérsia do Papa Francisco


O papa Francisco tem trazido muita confusão para Igreja, com o seu método de lançar controvérsias de forma descuidada, até desleixada. Dessa vez foi em um encontro com o bispo de Xingu no Brasil, Erwin Krautler. E o assunto é o celibato dos padres.

O bispo Krautler teve um encontro reservado com o papa no dia 4 de abril e reclamou da falta de padres, para as 800 igrejas da sua diocese, só tinha 27 padres. Daí o papa, não se sabe bem o porquê, disse que ele não podia resolver tudo, que os bispos locais estavam mais preparados e "deveriam ser corajosos". Para o papa Francisco as conferências de bispos deveriam procurar consenso para trazer sugestões de reforma para Roma.

Perguntaram a Krautler se ele levantou a questão do celibato na Igreja, se a Igreja poderia permitir que homens reconhecidamente casados e puros (viri probati) poderiam ser ordenados padres. Krautler disse que sim e que "o assunto apareceu quando falávamos das lutas de nossas comunidades." Krautler acrescentou que o papa lembrou um caso do México que havia muitos diáconos mas nenhum padre.

Krautler perguntou ao papa se as reformas na Igreja dependiam das conferências de bispos. O papa respondeu que sim.

O texto do site The Tablet lembrou que em 2006, o cardeal brasileiro Claudio Holmes disse que o celibato na Igreja é apenas uma disciplina, não é um dogma.

Daí, esta questão do celibato ser "apenas uma disciplina" levou ao grande especialista em direito canônico Edward Peters a falar sobre o encontro entre Krautler e o papa.

Edward Peters é extremamente conhecido, é sempre lembrado com um dos maiores especialistas em direito canônico no mundo e está cada vez mais chateado com o papa Francisco. Ele deixa revelar este descontentamento no seu texto.

Peters começa o seu texto dizendo:

"Na esteira do mais recente comentário ambíguo, desleixado, privado do papa Francisco, que dever ser alardeado em todo o mundo como um prenúncio de mudança iminente, noto que, pela enésima vez que cabeças solenes estão concordando que o celibato clerical é "meramente disciplinar."

Peters competa dizendo que todo mundo sabe que o celibato dos padres é meramente disciplinar, mas que centenas de outras coisas também são.

O texto de Peters revela então muitas coisas que são "apenas disciplinas":

  1. Praticamente tudo em matéria litúrgica;
  2. O colégio de cardeais e conclaves.
  3. Exigência da forma canônica no casamento;
  4. Encontro ad limina de bispos em Roma;
  5. Abstinência na sexta-feira santa;
  6. Observância das missas aos domingos;

Em suma, dizer que o celibato é "apenas disciplina" não nos diz nada da importância que ele tem na Igreja.

Leiam todo o texto de Peters.

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Rezemos pela Igreja.

Rezemos para que o papa entenda sua importância, a importância de suas palavras;


quinta-feira, 10 de abril de 2014

Quem matou o Padre? O Appeasement da Igreja


Chama-se de "appeasement" a política inglesa de satisfazer os desejos de Hitler para que não houvesse guerra. Bom, não deu certo de maneira nenhuma. A guerra veio, milhões foram mortos e a Inglaterra quase foi destruída.

Esta semana, eu falei aqui de um padre holandês e 13 cristãos que foram mortos na Síria por terroristas islâmicos.

O papa Francisco falou sobre o assunto.

Ele disse que o padre sempre tinha realizado boas obras para todos e por isso "era admirado por cristãos e muçulmanos."

E completou dizendo:

"Sua morte brutal me encheu de profunda dor e me fez pensar novamente das muitas pessoas que sofrem e morrem naquele país torturado, minha amada Síria que há muito tempo é dominada por um conflito sangrento, que continua a gerar morte e destruição. Eu também estou pensando nas muitas pessoas sequestradas, cristãos e muçulmanos, sírios e os de outros países, que incluem bispos e sacerdotes ".

"Do meu coração, peço a todos para se juntarem na minha oração pela paz na Síria e na região, e eu envio um apelo para os responsáveis ​​na Síria e para a comunidade internacional: baixem as armas, acabem com a violência! Não à guerra! Não mais a destruição."

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Bom, com o discurso do papa não se sabe quem matou o padre e quem seqüestra "cristãos e muçulmanos". A culpa não parece ser nem de cristãos, nem de muçulmanos. Como se os cristãos não fossem os mais perseguidos no mundo, especialmente no Oriente Médio.

Se o mundo conhecia a doutrina de dominação de Hitler antes da Segunda Guerra, a Igreja conhece há mais de 1000 anos a doutrina de dominação islâmica. Quantos santos e mártires são vítimas do Islã na história? Só para dar um exemplo, o último ato de Bento XVI foi beatificar 800 italianos que morreram vítimas de islâmicos.

Quem matou o padre, Igreja Católica?