segunda-feira, 18 de junho de 2018

Camisa de Salvini na Itália "Meu Papa é Bento XVI"


Consigo entender por que um político italiano tem desprezo pelo Papa Francisco. Pois Bergoglio está muito agressivo na sua defesa da imigração na Europa se esquecendo de tentar resolver ou minorar os problemas dos países de origem dos imigrantes e apoiando uma transformação cultural anticristã na Europa.

Li, neste final de semana, que há algum tempo o atual ministro do interior, Matteo Salvini, da Itália apoiou a distribuição de camisas escritas: "Meu Papa é Bento XVI" (foto acima).

Minha posição, dita várias vezes aqui, é que apesar de eu ter bastante respeito por muito do que Bento XVI escreveu, eu acho que Bento XVI cometeu um dos maiores erros da história da Igreja ao renunciar. Ele abandonou os católicos. Detesto também muitas vezes como ele se comporta e o fato dele se vestir como Papa ainda. Neste sentido, Bento XVI não é mais meu papa, ele não quis ser.

Por outro lado, entendo a angústia e até a raiva que muitos católicos têm do Papa Francisco, ele tem feito e falado coisas absurdas e até mesmo heréticas.

O escritor Antonio Socci recentemente escreveu sobre essa camisa de Salvini e sobre as diferenças entre Francisco e Bento XVI. O texto está em italiano, usem o Google Translate.

Aqui vai a tradução do início do texto de Socci, em que ele fala da camisa e elogia um livro de Bento XVI:

Há alguns anos, Matteo Salvini - em Pontida - elogiou uma camiseta onde escrevia "Meu Papa é Bento XVI".

Ele já tinha feito em polêmicas implícitas com a migração de Bergoglio. Salvini recordou o ensinamento do papa Ratzinger e de João Paulo II de que, antes do direito de emigrar, deveria ser reafirmado o direito de não emigrar. E a identidade dos povos deve ser defendida. Mas muito mais extenso do que esse tema em particular é a sobreposição entre as batalhas políticas de sua Liga e os ensinamentos de Bento XVI (e João Paulo II).

O último livro recém-lançado pelo papa emérito Liberare la libertà mostra-o dramaticamente. Fé e política no terceiro milênio. Deve ser dito que é um livro cheio de reflexões e idéias que imediatamente nos lembra o encanto e a vastidão do pensamento de Ratzinger. Um pensamento que é gigantesco quando comparado à miséria e ao conformismo superficial do tempos...



sexta-feira, 15 de junho de 2018

Vídeos: Assistam Minha Palestra sobre Guerra Justa _São Paulo (28/5)_IPCO



Caríssimos, no último 28 de maio, eu tive a honra de apresentar meu livro sobre Guerra Justa para Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança e membros do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira (IPCO), em São Paulo.

O vídeo acima é a primeira parte, em que apresento os quatro primeiros capítulos do livro. Não houve tempo para que eu apresentasse os três últimos capítulos.

Abaixo, vão os vídeos da parte de perguntas e o vídeo em que S.A.I.R Dom Bertrando comenta minha palestra e meu livro, em que eu tive a honra de vê-lo recomendando vivamente meu livro.

Espero que gostem dos vídeos.










Gostaria de agradecer imensamente ao membros do IPCO, em especial à S.A.I.R Dom Bertrand e ao Dr. Nelson Barretto.

Salve Maria!



quinta-feira, 14 de junho de 2018

Dois Casos do "Carinho" dos Esquerdistas com a Humanidade.


Dois casos que mostram o "carinho" dos esquerdistas com a humanidade:

1) Pesquisa em um programa da comediante Michelle Wolf perguntou aos seus telespectadores esquerdistas (por causa do viés da comediante)  se eles desejavam que o acordo nuclear entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte não desse certo porque se der certo Trump vai levar o crédito por isso.

71% dos telespectadores preferem que pelo menos 52 milhões de pessoas (que vivem na Coreia do Sul) vivam sob a ameaça de uma bomba nuclear do que Trump ser vitorioso na busca pela paz.

Esse é o mesmo pessoal que grita pela paz nas ruas. 

2) Nos Estados Unidos, a Suprema Corte decidiu que um confeiteiro não precisa fazer bolo para casamento gay, se não quiser, se isso ofender sua crença religiosa.

O pessoal do Campus Reform perguntou aos estudantes americanos se eles acharam a decisão correta.

Esquerdistas responderam que a decisão foi errada, porque, para eles, o confeiteiro deve ser obrigado a fazer o bolo para o casal gay, pois quem tem empresa deve servir a todos, o cara perde a suas crenças, não tem mais direito a elas.

Daí, o repórter perguntou se o confeiteiro fosse um negro e o casamento fosse de membros do grupo Ku Klux Klan (que perseguia negros).

Aí, os estudantes viram a falta de lógica de seus argumentos, mudaram e apoiaram o confeiteiro.

Depois o repórter perguntou se o confeiteiro fosse um judeu e fosse um casal de palestino.

Esquerdistas mostraram que não defendem direitos humanos, eles defendem ditadura de pensamento idiota, sem lógica.

Vejam o vídeo abaixo do Campus Reform.






quarta-feira, 13 de junho de 2018

A Doutrina Internacional "Fuck Obama" de Trump.


Outro dia, eu li que um amigo jornalista do presidente Trump descreveu a doutrina internacional dele usando palavras de baixo calão. Disse que a doutrina internacional de Trump se chama ou "We are American, Bitches" (algo como "Nossos somos Americanos, Porra) ou "Fuck Obama Doctrine" (Doutrina Foda-se Obama).

Hummm..para mim,não precisava dos palavrões, mas gosto muito da ideia de afastar completamente a política internacional de Obama, que foi um desastre do começo ao fim.

Ontem, li uma ótima análise do historiador Victor Davis Hanson da negociação desastrosa, desonesta e sorrateira de Obama com o Irã no acordo nuclear desse país, fazendo o Irã dominar completamente os países ocidentais, receber muito dinheiro, enquanto mantém seu programa nuclear e oprimi a população do país. Trump usou a "Fuck Obama Doctrine" e saiu do acordo, o que fez muito bem. Leiam a análise de Hanson é muito boa.

Hoje leio que a doutrina internacional de Trump para o Oriente Médio vai mudar para muito melhor a região. O artigo é do Gatestone Institute, vejamos parte do texto:

The "Trump Doctrine" for the Middle East


After three successive American Presidents had used a six-month waiver to defer moving the US Embassy to Jerusalem for more than two decades, President Donald J. Trump decided not to wait any longer. On December 7, 2017, he declared that the United States recognizes Jerusalem as the capital of Israel; the official embassy transfer took place on May 14th, the day of Israel's 70th anniversary.

From the moment of Trump's declaration, leaders of the Muslim world expressed anger and announced major trouble. An Islamic summit conference was convened in Istanbul a week later, and ended with statements about a "crime against Palestine". Western European leaders followed suit. Germany's Chancellor Angela Merkel said that President Trump's decision was a "serious mistake" and could have huge "consequences". French President Emmanuel Macron, going further, declared that the decision could provoke a "war".

Despite these ominous predictions, trouble remained largely absent. The Istanbul statement remained a statement. The "war" anticipated by Macron did not break out.
The Islamic terrorist organization Hamas sent masses of rioters from Gaza to tear down Israel's border fence and cross over, to force Israeli soldiers to fire, thereby allowing Hamas to have bodies of "martyrs" to show to the cameras. So far, Hamas has sent 62 of its own people to their death. Fifty of them were, by Hamas's own admission, members of Hamas.

Pundits who predicted more violent reactions have been surprised by the relatively quiet reaction of the Palestinian and Muslim communities. The reason might be called the "Trump Doctrine for the Middle East".

One element of it consisted of crushing the Islamic State in Syria and Iraq. President Trump had promised quickly to clear the world of what had become a main backbone of Islamic terrorism. He kept his promise in less than a year, and without a massive deployment of American troops. Trump has shown the strength of the United States and restored its credibility in a region where strength and force determine credibility.

Another element of it was put in place during President Trump's trip to Saudi Arabia in May 2017. President Trump renewed ties which had seriously deteriorated during the previous 8 years. Trump more broadly laid the foundation for a new alliance of the United States with the Sunni Arab world, but he put two conditions on it: a cessation of all Sunni Arab support for Islamic terrorism and an openness to the prospect of a regional peace that included Israel.

Both conditions are being gradually fulfilled. In June 2017, Saudi Arabia's King Salman chose his son Mohammed bin Salman (MBS) as heir to the throne. MBS started an internal revolution to impose new directions on the kingdom. The Islamic Military Counter Terrorism Coalition, created on December 15, 2015, was endorsed by the United States; it held its inaugural meeting on November 26, 2017. In addition, links between Israeli and Saudi security services were strengthened and coordination between the Israeli and Egyptian militaries intensified.

An alliance between Israel and the main countries of the Sunni Arab world to contain Iran also slowly and unofficially began taking shape. MBS, calling calledHamas a terrorist organization, saying that it must "be destroyed". He toldrepresentatives of Jewish organizations in New York that Palestinian leaders need to "take the [American] proposals or shut up."

Palestinian Authority leader Mahmoud Abbas was summoned to Riyadh twice -- in November and December 2017; and it appears he was "asked" to keep quiet. Never has the distance between Palestinian organizations, and Saudi Arabia and the Sunni Arab world, seemed so far. The only Sunni Arab country to have maintained ties with Hamas is Qatar, but the current Emir of Qatar, Sheikh Tamim ben Hamad Al Thani, has been under pressure to change his stance.

Immediately after President Trump left Riyadh, a third element emerged. The US presidential plane went directly from Riyadh to in Israel: for the first time, a direct flight between Saudi Arabia and Israel took place. President Trump went to Jerusalem, where he became the first sitting US President to visit the Western Wall, the only historical remains of a retaining wall from the ancient Temple of King Solomon. During his campaign, Trump had referred to Jerusalem as "the eternal capital of the Jewish people", implicitly acknowledging that the Jews have had their roots there for 3,000 years.

After his visit to the Wall, President Trump went to Bethlehem and told Mahmoud Abbas what no American President had ever said: that Abbas is a liar and that he is personally responsible for the incitement to violence and terror. In the days that followed, the US Congress demanded that the Palestinian Authority renounce incentivizing terrorism by paying cash to imprisoned Palestinian terrorists and families of terrorists killed while carrying out attacks. President Trump's Middle East negotiators, Jared Kushner and Jason Greenblatt made it clear to Palestinian leaders that US aid to the Palestinian Authority could end if the US demand was not met. Nikki Haley told the United Nations that the US could stop funding UNWRA if Palestinian leaders refused to negotiate and accept what the US is asking for. Since it was founded in 1994, the Palestinian Authority has never been subjected to such intense American pressure.

The fourth element was President Trump's decision to leave the Iran nuclear deal. President Trump immediately announced he would restore "the harshest, strongest, most stringent sanctions" to suffocate the mullahs' regime. Secretary of State Mike Pompeo has since presented to Iran a list of 12 "basic requirements" for a new agreement.

President Trump's decision came in a context where the Iran regime has just suffered a series of heavy blows: the Israeli Mossad's seizure in Tehran of highly confidential documents showing that Iran has not ceased to lie about its nuclear program; the revelation by Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu of the Mossad operation, and the Israeli army's decisive response to an Iranian rocket barrage launched from Syrian territory. By it, Israel showed its determination not to allow Russia to support Iran when Iran uses its bases to attack Israel.

...
Ambassador John Bolton, now National Security Advisor, mentioned in January that the "strategic interest of the United States" is to see the regime overthrown.

Referring recently to the situation in the Middle East and the need to achieve peace, Pompeo spoke of the "Palestinians", not of the Palestinian Authority, as in Iran, possibly to emphasize the distinction between the people and their leadership, and that the leadership in both situations, may no longer be part of the solution. Hamas, for the US, is clearly not part of any solution.



terça-feira, 12 de junho de 2018

Vídeo de Trump para Kim


Vejam o vídeo que Trump exibiu para Kim Jong Un.

Você tem uma escolha, Kim, a fazer. Faça a certa.

Cliquem aqui e vejam o vídeo. 



"Deixou Poça de Sangue aos Pés de Nossa Senhora"


Padre Richmond Nilo foi morto a tiros no altar de uma igreja católica na cidade de Zaragoza, nas Filipinas.

É o terceiro padre morto nos últimos meses no país. Muçulmanos terroristas são os principais suspeitos.

A morte do padre Nilo deixou uma poça de sangue embaixo da estátua de Nossa Senhora.

Rezemos.

Muçulmanos fazem uma matança de cristãos pelo mundo enquanto o Papa Francisco diz que o Islã é uma religião de paz.

Vejam relato do New York Times.


ZARAGOZA, Philippines — Two gunmen killed a Roman Catholic priest as he prepared to celebrate Mass at the altar of a chapel in the northern Philippines, in the latest deadly attack on a priest in Asia's largest predominantly Catholic nation, police said Monday.
The two men shot the Rev. Richmond Nilo with pistols Sunday night in the chapel in Zaragoza town in Nueva Ecija province. The gunmen, who fired through a chapel window, fled on a motorcycle and were being hunted by police.
The Catholic Bishops Conference of the Philippines said Nilo was the third Catholic priest to be killed in the country in recent months, and condemned the "outrageously evil act." The killing left a pool of blood below the statue of the Virgin Mary.
President Rodrigo Duterte's administration condemned the killing. Police created a special force to investigate the attack, determine the motive and identify and capture those responsible.
Many priests and missionaries in the dominant Catholic church have fallen victim to violence by Muslim extremists, criminal syndicates and groups affected by their involvement in the fight against corruption, environmental threats and political abuses.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

50 Mil Cristãos da Coreia do Norte Esperam Trump


Li recentemente que a população norte-coreana não está nem sabendo do encontro entre Trump e Kim. A ditadura é tão tacanha e abrangente que a população não sabe nada do que ocorre ao seu redor.

Mas a Coreia da Norte é o pior país do mundo em perseguição religiosa, é o pior país do mundo para ser cristão.

Será que Trump amanhã na reunião com o ditador Kim Jong Un lembrará dos cristãos perseguidos e presos na Coreia do Norte?

Organizações de direitos humanos dizem que existem 50 mil cristãos presos na Coreia do Norte em prisões piores do que Auschwitz. Há detalhes terríveis dessas prisões: crianças recém nascidas sendo comidas por cachorros, abortos, estupros, torturas...

Eles estão nas mãos de Trump, mesmo sem terem nenhuma ideia do que está ocorrendo no mundo.

Vejam relato do site Aleteia.

50,000 Christians imprisoned in North Korea could be hot topic in Trump-Kim meeting

by Zelda Caldwell 


Donald Trump and Kim Jong Un’s historic meeting on June 12 raises the possibility of ending a 70-year period of high tension between the United States and North Korea, which only recently seemed to place the two countries on brink of a nuclear war.
While the official North Korean press agency has reported that Kim is prepared to talk about “denuclearization,” the repressive treatment of Christians under the communist regime could come into focus during negotiations in which the North Korean dictator may be looking for a relaxation of sanctions placed on his regime.
Open Doors, a religious freedom watchdog organization, ranks North Korea first among 50 countries for the worst persecution of Christians, a position it has held for 16 straight years. According to Open Doors, an estimated 50,000 Christians are currently being held in prison and hard labor camps under what they call “Auschwitz-like conditions.”
report released late last year by the International Bar Association War Crimes Committee detailed those atrocities, which one of the committee’s members, Thomas Buergenthal, a survivor of Auschwitz, said were “as terrible or even worse” that the Nazi concentration camps he lived through.
In the report, North Korean defectors told of prison guards feeding a prisoner’s newborn baby to dogs, the execution of starving prisoners caught digging plants to eat, rape, and forced abortions of prisoners, including via the injection of motor oil into women’s wombs.
For religious freedom advocates, the meeting represents an opportunity to ease the repression of these Christians and others imprisoned for their political and religious views.
...
According to a State Department report on religious freedom that was released last year, the North Korean regime deals harshly with those who practice religion, subjecting those who do so to executions, torture, beatings, and arrests.
By the North Korean government’s own account, the free practice of religion has largely been eradicated from the country. A UN report using the government’s data found that the proportion of religious adherents among the population dropped from close to 24 percent in 1950 to 0.016 percent in 2002.
Estimates of political prisoners in North Korea range from 80,000 to 250,000, and according to a Christian Solidarity Worldwide (CSW) report, using data from 2012, 10-45 percent of those imprisoned in detention camps are Christians.


sábado, 9 de junho de 2018

Verde Papa Francisco: "Petroleiras Estão Destruindo o Planeta". Ai, meu Deus.


La vai o Papa de novo, em seu tema preferido: aquecimento global. Dessa vez,o Papa disse que as petroleiras podem destruir a civilização!!!

Sim, as petroleiras!! Ai, meu Deus. O mundo em crise social gigantesca e o cara querendo combater um elemento químico (carbono), em uma bobagem que só vai enriquecer ainda mais gente muito rica!!

Ele disse que a mudança climática é um problema de "proporções épicas".

Para ele, o mundo está sofrendo de "aumento catastrófico de temperatura". Tenho a impressão que os termômetros no Vaticano andam com defeito há algum tempo.

Ele disse também que a pobreza do mundo está conectada com a mudança climática.

Daqui a pouco ele vai falar como um socialista francês que li recentemente, que disse que a Europa deveria "importar" 250 milhões de pessoas dos países pobres que sofrem com mudança climática. Eu não sabia que a Europa ficava em outro planeta, para mim a Europa também supostamente sofreria com a tal mudança climática.

Vejam o texto do The Hill sobre a fala do Papa Francisco deste sábado.

Pope warns oil executives: Climate change may ‘destroy civilization.


Pope Francis on Saturday issued a dire warning to top oil executives, saying that climate change could “destroy civilization.”

At a two-day conference at the Vatican, the pope called climate change a challenge of “epochal proportions,” according to Reuters.
He also said that the world must move toward using clean energy and a reduction in the use of fossil fuels.
“Civilization requires energy but energy use must not destroy civilization,” Francis said.
The conference, organized by the University of Notre Dame in the United States, brought together executives from asset manager BlackRock, BP and Norwegian oil and energy company Equinor, among others.
The event was prompted by Francis’s 2015 papal encyclical blaming humans for climate change and criticizing world leaders for not acting swiftly enough to address it.
The conference comes a little less than a year after President Trump pulled the U.S. out of the Paris climate accord. Trump has referred to global warming as a “hoax” and drawn criticism from the scientific community for stacking his administration with officials who deny the human role in climate change. During a meeting with Trump, the pope gave him a copy of the encyclical.
The pope told the group Saturday that global issues like poverty are “interconnected” to concerns about global warming and access to electricity.
“We know that the challenges facing us are interconnected,” he said, according to Reuters. “If we are to eliminate poverty and hunger ... the more than one billion people without electricity today need to gain access to it.”
But that energy should also be clean, by a reduction in the systematic use of fossil fuels,” he added. “Our desire to ensure energy for all must not lead to the undesired effect of a spiral of extreme climate changes due to a catastrophic rise in global temperatures, harsher environments and increased levels of poverty.”