terça-feira, 17 de setembro de 2019

Quem é Nosso Inimigo nestes Tempos Terríveis para a Fé? - Texto de Anthony Esolen


Recentemente, eu coloquei aqui um vídeo de Michael Matt, clamando para que os clãs conservadores católicos se unam na defesa da Igreja que anda sendo atacada por dentro de forma nunca vista.

O grande pensador e tradutor católico Anthony Esolen (recomendo qualquer livro dele) resolveu escrever sobre o mesmo tema, para o Crisis Magazine. Ele trouxe o seu conhecimento de história da República Romana para isso.

Esolen mostra que alguns poderosos da república da Roma antiga se odiavam, mas tinham um princípio básico: defender e desenvolver a Republica Romana. Entre estes estavam Cato e Cipião. Outros poderosos, por outro lado, como César e Catilena, tinham outros objetivos, tentaram ( e conseguiram) derrubar a república.

Devemos nos unir aos primeiros e esses primeiros podem ser encontrados, entre aqueles:

1) Que não concordam com o tipo de liturgia (Nous Ordo ou Rito Tridentino), mas acreditam que no que a Igreja ensina sobre a Missa: é o sacrifício de Cristo encenado; é orientar-se para a adoração a Deus e não para os bons sentimentos dos adoradores; e deve ser celebrado com reverência e solenidade, não negligência e informalidade.

2) Que defendem a vida, mesmo discordando sobre pena de morte, pois todos concordam que que a Igreja não ensina falsidade ou maldade, e que defender a pena de morte não é ser contra o ensinamento da Igreja.

3) Que acreditam que um estado deve ser generoso ao aceitar imigrantes e refugiados, mas dentro dos limites estabelecidos por lei, que acreditam que a primeira responsabilidade do estado é para com os seus próprios pobres e que é necessária cautela em matéria de imigração. Ambos devem defender que o Estado não deve realizar mudança fundamental no caráter ou no eleitorado da nação e que deve proteger realmente os salários da classe trabalhadora.

4) Que acreditam que o casamento é, pelo desígnio do Criador, uma união exclusiva e vitalícia de um homem e uma mulher, mas que pedem decência no tratamento dos pecadores, sendo que a decência não deve implicar aprovação ou indiferença ou menosprezo aos danos que o pecado causa. Pois as pessoas entendem que os ensinamentos da Igreja sobre sexo e casamento são libertadores e devem ser celebrados com gratidão e alegria; e que os pecados contra eles são perniciosos, causando dano imediato e inexorável (como todos os pecados) às pessoas que os cometem.


Esolen conclui:

"Princípios são a chave. Se você diz que a vida humana inocente pode ser destruída deliberadamente, você não é Cato, mas Catilina. Se você diz que a missa é principalmente sobre aqueles que participam, você não é Cipião, mas César. Se você diz que a Igreja ensinou o mal, você passou dos limites. Se você diz que as leis justas de uma nação podem ser desrespeitadas, ou que os pobres de outras nações devem apenas ser mandados embora quando pedirem para vir ao seu país, você está causando problemas.

Lutas haverá. Cato estava certo ao chamar Cipião por sua leniência, e Cipião teve razão ao reclamar de Cato como censor. Eles estavam errados ao deixar essas diferenças caírem em inimizade. Ao mesmo tempo, os princípios nunca devem ser comprometidos e os meios nunca devem ser tomados como princípios.


Agora, meus colegas católicos, podemos começar o trabalho em mãos? Há mais do que suficiente e é urgente."


Vejam o brilhante texto original de Esolen, clicando aqui.


segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O "Novo Humanismo" do Papa Francisco. Se Você Ainda Defende este Papa, Você é Parte do Problema.



Francisco quer reunir líderes mundiais para defender um pacto da educação que forme um "novo humanismo", no "sonho de um humanismo solidário".

Novo humanismo? Onde eu ouvi isso? Ah, lembrei, no comunismo, no nazismo e na maçonaria. Ah, também está nas previsões do anticristo e também na literatura, ver o livro do padre Robert Benson, "O Senhor do Mundo". 

Na primeira entrevista como Papa, para o Fantástico, no Brasil, Bergoglio disse que "não importava a religião da escola o que importa é que as crianças fossem educadas".

Aí, eu já disse para mim mesmo: esse cara não presta, como pode jogar a preciosidade do ensino católico no lixo dessa forma? Como pode dizer que a religião não faz parte fundamental da formação de uma criança? O vídeo acima, de Michael Matt, fala que não dá mais para lidar com Bergoglio, como líder da Igreja.

Temos a honra de lutar contra este "novo humanismo".

Vejam o texto abaixo onde o Papa lança seu "novo humanismo". Vejam se isto lembra a Igreja de Cristo.


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O LANÇAMENTO DO PACTO EDUCATIVO

Caríssimos,
Na carta encíclica Laudato si’, convidei a todos para colaborar na salvaguarda da nossa «casa comum», enfrentando juntos os desafios que nos interpelam. Passados alguns anos, visto que toda a mudança precisa duma caminhada educativa para fazer amadurecer uma nova solidariedade universal e uma sociedade mais acolhedora, renovo o convite para se dialogar sobre o modo como estamos a construir o futuro do planeta e sobre a necessidade de investir os talentos de todos.
Com esta finalidade, desejo promover um encontro mundial no dia 14 de maio de 2020, que terá como tema «Reconstruir o pacto educativo global»: um encontro para reavivar o compromisso em prol e com as gerações jovens, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e mútua compreensão. Nunca, como agora, houve necessidade de unir esforços numa ampla aliança educativa para formar pessoas maduras, capazes de superar fragmentações e contrastes e reconstruir o tecido das relações em ordem a uma humanidade mais fraterna.

O mundo contemporâneo está em transformação contínua, vendo-se agitado por variadas crises. Vivemos uma mudança epocal: uma metamorfose não só cultural mas também antropológica, que gera novas linguagens e descarta, sem discernimento, os paradigmas recebidos da história. A educação é colocada à prova pela rápida aceleração – a chamada rapidación –, que prende a existência no turbilhão da velocidade tecnológica e digital, mudando continuamente os pontos de referência. Neste contexto, perde consistência a própria identidade e desintegra-se a estrutura psicológica perante uma mudança incessante que «contrasta com a lentidão natural da evolução biológica» (Francisco, Carta enc. Laudato si’, 18).

Ora cada mudança precisa duma caminhada educativa que envolva a todos. Por isso, é necessário construir uma «aldeia da educação», onde, na diversidade, se partilhe o compromisso de gerar uma rede de relações humanas e abertas. Como afirma um provérbio africano, «para educar uma criança, é necessária uma aldeia inteira». Mas, esta aldeia, temos de a construir como condição para educar. Antes de mais nada, o terreno deve ser bonificado das discriminações com uma inoculação de fraternidade, como defendi no Documento que assinei com o Grande Imã de Al-Azhar, em Abu Dhabi, no passado dia 4 de fevereiro.

Numa aldeia assim, é mais fácil encontrar a convergência global para uma educação que saiba fazer-se portadora duma aliança entre todos os componentes da pessoa: entre o estudo e a vida; entre as gerações; entre os professores, os alunos, as famílias e a sociedade civil, com as suas expressões intelectuais, científicas, artísticas, desportivas, políticas, empresariais e solidárias. Uma aliança entre os habitantes da terra e a «casa comum», à qual devemos cuidado e respeito. Uma aliança geradora de paz, justiça e aceitação entre todos os povos da família humana, bem como de diálogo entre as religiões.

Para atingir estes objetivos globais, a caminhada comum da «aldeia da educação» deve dar passos importantes. Primeiro, ter a coragem de colocar no centro a pessoa. Por isso, é preciso assinar um pacto para dar uma alma aos processos educativos formais e informais, que não podem ignorar o facto de que tudo, no mundo, está intimamente conexo e é necessário encontrar – segundo uma sã antropologia – outros modos de compreender a economia, a política, o crescimento e o progresso. Num percurso de ecologia integral, coloca-se no centro o valor próprio de cada criatura, em relação com as pessoas e com a realidade que a rodeia, e propõe-se um estilo de vida que rejeite a cultura do descarte.

Outro passo é a coragem de investir as melhores energias com criatividade e responsabilidade. A ação propositiva e confiante abre a educação para uma projetação a longo prazo, que não encalhe na tendência estática das condições. Assim, teremos pessoas abertas, responsáveis, disponíveis a encontrar o tempo para a escuta, o diálogo e a reflexão, e capazes de construir um tecido de relações com as famílias, entre as gerações e com as várias expressões da sociedade civil de modo a constituir um novo humanismo.

Um novo passo é a coragem de formar pessoas disponíveis para se colocarem ao serviço da comunidade. O serviço é um pilar da cultura do encontro: «significa inclinar-se sobre quem é necessitado e estender-lhe a mão, sem cálculos nem receio, com ternura e compreensão, como Jesus Se inclinou para lavar os pés dos Apóstolos. Servir significa trabalhar ao lado dos mais necessitados, estabelecer com eles, antes de tudo, relações humanas, de proximidade, vínculos de solidariedade» (Francisco, Discurso na visita ao Centro Astalli de Roma ao serviço dos refugiados, 10 de setembro de 2013). No serviço, experimentamos que há mais alegria em dar do que em receber (cf. Atos dos Apóstolos 20, 35). Nesta perspetiva, todas as instituições se devem deixar interpelar acerca das finalidades e métodos com que desempenham a sua missão formadora.

Por isso, desejo encontrar-vos em Roma a todos vós que, pelos mais variados títulos, trabalhais no campo da educação em todos os níveis da lecionação e da pesquisa. Convido-vos a promover em conjunto e ativar, através dum pacto educativo comum, as dinâmicas que conferem um sentido à história e a transformam de maneira positiva. Juntamente convosco, dirijo idêntico apelo a personalidades públicas que ocupem, a nível mundial, lugares de responsabilidade e tenham a peito o futuro das novas gerações; espero que acolham o meu convite. E faço apelo também a vós, jovens, para que participeis no encontro e sintais plena responsabilidade de construir um mundo melhor. O encontro será no dia 14 de maio de 2020 em Roma, na Aula Paulo VI do Vaticano. Uma série de seminários temáticos, em várias instituições, acompanhará a preparação do encontro.
Juntos, procuremos encontrar soluções, iniciar sem medo processos de transformação e olhar para o futuro com esperança. Convido a cada um para ser protagonista desta aliança, assumindo o compromisso pessoal e comunitário de cultivar, juntos, o sonho dum humanismo solidário, que corresponda às expetativas do homem e ao desígnio de Deus.

Fico à vossa espera e, desde já, vos saúdo e abençoo.

Vaticano, 12 de setembro de 2019.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Você Tem Medo de Cisma na Igreja Católica?


O Papa Francisco respondeu que não tem medo de cisma na Igreja, ele disse que já ocorreram muitos cismas, ele acha que um cisma não é uma coisa boa, nem cristã, mas não tem medo de mais um.

Isso está dando muito o que falar.

O escritor católico Phil Lawler respondeu que ele tem sim muito medo de cisma, e consequentemente, ele tem medo do Papa Francisco. Phil Lawler disse que um Papa que não teme um cisma na Igreja favorece a própria ocorrência do cisma.

Eu diria o seguinte: eu também não tenho medo de cisma, eu tenho medo é de não obedecer a Cristo. Eu tenho temor a Deus. Para mim, a falta de temor a Deus é a raiz de todos os males individuais e sociais do mundo.

No caso do Papa Francisco, eu acho que ele propaga outra coisa que não é o catolicismo, nem mesmo o cristianismo. E ele é rígido no seu pensamento. Ele acusa seus adversários de serem rígidos, peças de museu, ortodoxos, inescrupulosos, mas, na verdade, é ele que é rígido, radical no seu pensamento que em alguns aspectos é herético mesmo. 

Assim, neste aspecto, eu concordo com Lawler devemos ter medo do Papa Francisco, e mais do que isso, devemos combater seu anti-cristianismo, porque temos o medo mais importante, o medo de Deus. 

O artigo de Phil Lawler é bem interessante, traduzo um pequena parte abaixo, em azul:

"Não tenho medo de cismas", disse o Papa Francisco a repórteres durante sua última conferência de imprensa de avião.

Bem, eu tenho. E eu tenho medo de qualquer Pontífice que não tenha medo de dividir a Igreja universal.

O que significa que sim, eu tenho medo do papa Francisco.

...
Quando os bispos americanos exigiram uma explicação do envolvimento do Vaticano no escândalo de McCarrick, o papa prometeu uma resposta completa sobre o assunto - mas um ano depois, essa resposta nunca apareceu. Quando o cardeal Müller manifestou preocupação com as declarações papais, o papa repentinamente o dispensou de seu papel de principal vigilante doutrinário do Vaticano; mais recentemente, ele descartou o cardeal alemão dizendo que ele era "como uma criança".

Essas não são as palavras nem as ações de um líder que recebe críticas honestas. Elas são sinais reveladores de uma vontade de passar por cima dos críticos. E como eles vêm de um pontífice que demonstrou ao mesmo tempo vontade de acreditar que forças americanas poderosas estão conspirando contra ele, provavelmente podemos esperar ver mais sinais de hostilidade papal ainda este ano, enquanto os bispos dos Estados Unidos ad limina visitam Roma.

Ao encerrar sua declaração surpreendente, o Papa Francisco finalmente expressou alguma simpatia por seus críticos, porque "eles estão passando por um momento difícil" e encerrou dizendo: "nós os acompanhamos muito gentilmente". Um momento difícil, sim; isso é um eufemismo. Mas como podemos realmente acreditar que o Papa planeja nos acompanhar gentilmente - que ele realmente não planeja continuar ignorando nossas preocupações, questionando nossos motivos, denunciando nossas crenças?"

Vejam texto completo de Lawler clicando aqui.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Cardeal Burke e Bispo Schneider - 6 Heresias Propagadas pelo Documento do Sínodo da Amazônia


Cardeal Burke e bispo Athanasius Scheneider divulgaram hoje (saiu ontem em primeira mão no National Catholic Register) texto de 8 páginas em que pedem a Deus que não permita que as heresias escritas em um documento preparatório  do sínodo da Amazônia (chamado instrumentum laboris) perverta a Igreja Católica.

Você pode ler o texto  clicando aqui. Não existe versão em português para o texto.

Aqui vão os pontos principais:

1) Primeiro, os prelados afirmam que vários clérigos e leigos já mostraram que o documento preparatório do Sínodo da Amazônia está cheio de heresias;

2) Pedem que o Papa Francisco rejeite esses erros;

3) Pedem 40 dias de cruzada em orações contra essas heresias, começando dia 17 de setembro até dia 26 de outubro;

4) Descrevem 6 heresias do documento preparatório para debater a Amazônia:

a) Panteísmo implícito - documento do Sínodo propaga ideias do tipo Mãe Terra,  paganismo indígena e "mantra" do Papa Francisco;

b) Superstições pagãs - documento do Sínodo ver Deus se comunicando por meio do "povo", do "grito da natureza", da "região Amazônica como lugar teológico especial" e contra "doutrinas petrificadas da Igreja";

c) Diálogo intercultural  e não evangelização - Documento exclui a evangelização cristã em nome de um diálogo intercultural sem Cristo.

d) Errônea concepção dos sacramentos da Igreja - Documento sugere um novo tipo de padre que serviriam para as culturas indígenas (como padres casados), além de pedir a ordenação de mulheres. Esses clérigos também fariam os rituais pagãos indígenas;

e) Ecologia integral  - Documento reduz a integridade humana em nome da ecologia. O ser humano perde seu caráter especial como criação divina;

f) Coletivismo tribal - Documento da Amazônia propõe um coletivismo tribal onde o valor do indivíduo se perde. 


5) Burke e Schneider concluem dizendo:

"Os erros e heresias teológicos, implícitos e explícitos no Instrumentum Laboris da iminente
Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos para a Pan-Amazônia são uma manifestação alarmante da confusão, erro e divisão que assolam a Igreja em nossos dias. 

Todos devem se informar sobre o assunto e tomar as medidas apropriadas por amor a Cristo e de Sua vida conosco na Igreja. Acima de tudo, todos os membros do Corpo Místico de Cristo, diante de tal ameaça à sua integridade, devem orar e jejuar pelo bem eterno de seus membros que escandalizado é levado a confusão, erro e divisão por este texto para o Sínodo de Bispos. 

Além disso, todo católico, como verdadeiro soldado de Cristo, é chamado a salvaguardar e promover a verdades da fé e da disciplina pela qual essas verdades são honradas na prática, para evitar que a solene assembléia dos Bispos no Sínodo traia a missão do Sínodo, que é “ajudar o Papa com seus conselhos na preservação e crescimento da fé e da moral e na observância e fortalecimento da disciplina eclesiástica ”(cân. 342)." 

6) Eles ainda lembram o beato Cardeal Newman, que será canonizado no dia 13 de outubro. Cardeal Newman alertou para os tipos de heresias que o documento do Sínodo propaga, como o esquerdismo que é contrário a acepção de que uma religião possa ser verdadeira.


Padres Jesuítas Respondem: Papa Francisco é Marxista?



Essa é boa. Padres jesuítas resolveram responder às questões mais comuns que estão no Google sobre a Igreja Católica.

A primeira pergunta é se o Papa Francisco é jesuíta? Sim, é

Daí vem a segunda pergunta.

O Papa Francisco é marxista? Deve ter a ver coma primeira pergunta, mas a resposta do padre jesuíta é hilária ou trágica.

Eles respondem que Papa Francisco não é um "marxista estrito", é "apenas alguém que acredita profundamente na teologia da libertação".

Isso seria bom para os padres jesuítas, pois o Papa tem preferência pelos pobres.🙈

Depois tem a quarta pergunta sobre se Francisco perdoou Judas Iscariotes. O padre não responde, diz apenas que Francisco deve imitar Cristo (Ufa).

Depois vem a pergunta sobre se Francisco usa sapatos vermelhos (tradição comum aos papas que Francisco aboliu). Eles respondem que Francisco não se importa com vestimentas. E sobre a tradição de usá-los? Eles não respondem, dizem que são pessoas preocupadas com moda que se preocupam com os sapatos de Francisco.

Oh, meu Deus, esse pessoal saiu da onde? Não responda essa, Senhor, essa eu sei: saíram do ordem jesuíta.


Os Abusos de Crianças em Nome da Estupidez Ambiental



Eu tenho acompanhado isso na minha casa, os ambientalistas radicais espalhados nas escolas, na mídia, nos filmes, chegam ao ponto de usar crianças. Meu filho de quatro anos já chegou em casa desesperado por conta de animais ou lixos nos oceanos. Certa vez, eu tive que pedir a Deus inspiração para contornar o tormento dele. Perguntei se ele já tinha visto algum bicho comer plástico, se ele acha que se der borracha para um passarinho comer ele iria comer.

O caso mais recente e até doentio (que se percebe até no rosto dela) é o caso de Greta Thunberg (do vídeo acima) que divulga o pavor a todos em nome do ambientalismo e da hipótese do aquecimento global.

Mas o site Weasel Zippers lembrou de outros vídeos de crianças desesperadas e apavoradas em nome de uma hipótese científica ambiental. Vejam clicando no link.

Essas crianças vão acabar defendendo a morte de outras crianças e possivelmente até a morte delas mesmas.

Estamos no mês do combate ao suicídio. Essas crianças neste nível de desespero é assustador.

E as taxas de suicídio são mais elevadas em países ricos, sinal que há algo muito doentio que o dinheiro não cura.



quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Convite aos Amigos de Brasília. Lançamento do livro "Contos sobre a Escola Moderna e Alunos e Cristãos" (Editora Appris)




Caríssimos,

Gostaria de convidar a todos de Brasília (e imediações) ao lançamento do meu livro "Contos sobre Escola Moderna e Alunos Cristãos" que ocorrerá nos próximo sábado (14 de setembro), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, às 17h.

O livro tem prefácio do Dr. Miguel Nagib, líder da associação Escola sem Partido.


Até lá.

Abraço,
Pedro Erik


terça-feira, 10 de setembro de 2019

Papa Responde a Pergunta sobre os "Americanos que Querem Derrubá-lo"


O Papa Francisco acaba de responder a um repórter do New York Times que perguntou o que Francisco quis dizer quando disse que "se sentia honrado em receber críticas dos americanos" e se tinha medo de um cisma.

Francisco respondeu primeiro que adora receber críticas, que sabe que as críticas vem de todo lado, mas que não gosta de críticas "em forma de ácido arsênico que não espera as respostas das críticas" e que os críticos dele "se escondem atrás da ortodoxia para atacá-lo e não seguem o espírito do evangelho, mesmo assim disse que os trata com docilidade".Diz que age exatamente como João Paulo II. Sobre cisma na Igreja, sua resposta foi muito confusa, mas ele disse que não tem medo de cisma.

Hummm... será?

Ele adora críticas? O que será ter docilidade? Quanto tempo devemos esperar por suas respostas?


  • Não lembro dele responder ao Dubia dos cardeais, vai completar três anos este mês.
  • Não lembro dele responder ao arcebispo Vigano. que anda até escondido.
  • Não lembro dele responder a inúmeros que pediram para ele reverter as decisões no Instituto João Paulo II. Destruir o Instituto é agir como João Paulo II?
  • Não lembro dele responder a inúmeros padres e bispos que criticaram o sínodo da Amazônia.
  • Não lembro dele responder às críticas que ele recebe do próprios conterrâneos na Argentina sobre os abusos sexuais do bispo Gustavo Zanchetta (que ele empregou no Vaticano) ou do seu amigo Gustavo Vera (acusado de tráfico sexual).
  • Não lembro dele responder sobre a mudança que fez no catecismo sobre Pena de Morte.
  • Não lembro dele responder a inúmeros apelos de leigos para ele reverter suas ações consideradas heréticas. 


Será que ser dócil deixar cardeais, arcebispos, bispos, padres e leigos sem resposta?

Veja a resposta abaixo ou clicando aqui.

Pope Francis Addresses Criticism of His Pontificate and Discusses ‘Schism’
On the papal plane from Madagascar on Tuesday, Pope Francis said he always welcomes constructive criticism but not ‘pills of arsenic’ which he says can come from ‘rigid’ critics who hide behind orthodoxy and should be treated ‘with meekness.’

Jason Horowitz (New York Times): Good morning, Holy Father. On the plane to Maputo, you acknowledged being under attack by a sector of the American Church. Evidently, there are strong criticisms, and there are even some cardinals and bishops, TV [stations], Catholics, American web sites — many criticisms. Even some very close allies have spoken of a plot against you, some of your allies in the Italian curia. Is there something these critics don’t understand about your pontificate, or is there something that you have learned from the criticisms [coming from] the United States? Another thing, are you afraid of a schism in the American Church and if yes, is there something that you could do, dialogue to help avoid it?

Answer: 

Pope Francis: First of all, criticisms always help, always, when one receives a criticism, immediately he should make a self-critique and say this: to me, is it true or is it not true, until what point? Of criticisms, I always see the advantages. Sometimes you get angry, but the advantages are there. 
Then on the trip going to Maputo, one of you came... it was you who gave me the book?... One of you gave me that book... in French... yours? In French... The American Church attacks the pope... the Americans... No, the pope under attack by Americans... [Ed. note: he refers to the French book “How America Wanted to Change the Pope” by Nicolas Seneze of La Croix]. [A reporters’ voice: “How the Americans want to change the Pope”]. This is the book that you gave me a copy of, I’d heard of the book, I’d heard of it, but I have not read it. The criticisms are not only from Americans, they are a little from everywhere, even in the curia, at least those who tell me, who have the advantage of honesty to say it, and I like this. I do not like it when critics are under the table. They smile, they let you see their teeth and then they stab you in the back. This is not loyal, not human. Criticism is an element of construction and if your critic is not right, you [must be] prepared to receive the response and to dialogue, [to have] a discussion and arrive at a fair point. This is the dynamic of the true criticism instead of the criticism of arsenic pills, which this article that I gave to Fr. Vuela was talking about — throwing the stone but hiding the hand. This isn’t necessary, it doesn’t help, help the little closed groups that don’t want to hear the response to the criticism. A criticism that does not want to hear the response is throwing a stone and hiding the hand. Instead, a fair criticism, I think this, this, this... It is open to a response, and you build, help. 
Before the case of the pope, "But I don’t like this of the Pope," I criticize and wait for the response, I go away from him and I speak and I write an article and I ask him to respond. This is fair, this is love for the Church. To criticize without wanting to hear the response and without dialogue is not wanting the good of the Church. It is to go backward to a fixed idea, to change the pope, to change the style, to create schism, this is clear no? A fair criticism is always well received, at least by me.
Second, the problem of schism: in the Church there [have been] many schisms. After Vatican I, the last vote, that of infallibility, a significant group left. They separated from the Church, founded the Old Catholics, to be really honest to the traditions of the Church. Then they discovered a different development and now ordain women, but in that moment they were rigid. They were going backward to an orthodoxy that they were thinking the council had gotten wrong. Another group went without voting, silent silent, but not wanting to vote.

Vatican II created these things, maybe the best known break is that of Lefebvre. There is always schismatic action in the Church, always, no? It is one of the actions that the Lord always leaves to human freedom. I don’t fear schisms, I pray they don’t exist because there’s the spiritual health of many people [to consider], right? [I pray] there will be dialogue, that there will be correction if there is some mistake, but the path of schism is not Christian.
But let’s think back to the beginning of the Church, how the Church began with many schisms, one after another, it is enough to read the history of the Church. The Arians, the Gnostics, the Monophysites, all of these. Then it comes to me to recall an anecdote that I have told a few times: it was the people of God who saved [the Church] from schisms. Schismatics always have one thing in common: they separate [themselves] from the people, from the faith of the people, from the faith of the People of God. And when, at the Council of Ephesus, there was a discussion on the maternity of Mary, the people — this is historic — were at the entrance of the cathedral and when the bishops entered for the Council, they had sticks, they showed them the sticks and yelled: "Mother of God, Mother of God." As if to say, if you do not do this, here's what awaits you. The People of God always mend and help.
A schism is always an elite condition of an ideology separated from doctrine. An ideology may be right, but that enters into doctrine and separates and becomes 'doctrine' in quotes, but for a time. For this, I pray that there are no schisms. But I am not afraid.
To help, but what I am saying now, you are not afraid I respond to criticism, I do all this, maybe if someone comes to him, something I have to do, I will do it. To help.
But this is one of the results of Vatican II. It is not from this Pope or from another Pope or that other pope. For example, the social things that I say are the same that John Paul II said, the same. I copy him. "But the Pope is very communistic, huh?" Ideologies and doctrine enter, and when the doctrine strays into ideology, there is the possibility of schism.
And also there is the behaviorist ideology, that is, the primacy of a sterile morality over the morality of the People of God, who even the pastors should guide, the flock, between grace and sin. This is evangelical morality.  

Instead, a morality of ideology, such as Pelagianism, to put it that way, makes you rigid and today we have many, many schools of rigidity inside the Church. They are not schism, but they are pseudo-schismatic Christian paths that in the end finish badly. When you see rigid Christians, bishops, priests, behind them are problems; there isn’t the holiness of the Gospel. For this we should be meek, not severe, with people who are tempted by these attacks, because they are going through a problem, and we should accompany them with meekness.