sexta-feira, 29 de julho de 2016

Lista de Mortes Ordenadas Por Maomé.


O Papa Francisco disse que "toda religião quer a paz". Como disse o site The American Catholic: "a característica mais marcante do pontificado de Francisco é  a maneira sorridente com que o Papa diz coisas que são mentiras repetidas vezes". 

O autor do blog ainda disse que "o Papa, a menos que seja um completo idiota, deve saber que nem toda religião quer a paz. E se ele sabe disso, ele está mentindo. Se ele realmente acredita no que ele diz, depois de tantas evidências em contrário, então temos ainda mais razões para ficar preocupados".

No Islã, que dá suporte para quase 100% dos ataques terroristas do mundo, o ser humano perfeito, aquele que deve ser imitado é Maomé. Ele deve ser imitado em tudo. Nada em Maomé é imperfeito. Ele é o perfeito muçulmano e é recomendado que todo muçulmano siga o exemplo dele. O Alcorão segue a vida de Maomé (quando Maomé quis paz, quando Maomé quis guerra, quando quis casar...) e segue o que o Maomé disse que é certo. Alá fala por Maomé e vice-versa.

Se todos os muçulmanos seguissem o exemplo de Maomé que mundo teríamos?

Na internet, no site Wikislam, há uma lista das mortes que Maomé ordenou ou apoiou. São centenas de mortes. O site colocou a razão das mortes e a fonte (Alcorão ou Hadith, que conta a vida de Maomé).

Aumentem o tamanho do página ou acessem o Wikislam para ver a lista de mortes sob as ordens de Maomé abaixo.


List of Killings Ordered or Supported by Muhammad



















quinta-feira, 28 de julho de 2016

Papa Francisco versus Patriarca da Síria. Terrorismo é Economia ou é Islã?


Enquanto o Papa Francisco continua insistindo que o terrorismo é uma questão econômica (e ambiental), o patriarca Ignatius Youssiff III Younan (foto acima) da Igreja Católica Síria diz que o problema é o Islã. O patriarca conhece muito de perto o desespero dos católicos na Síria, como eles morrem e perdem seus bens em um conflito interminável.

Em uma entrevista para The National Catholic Register, o patriarca:

1) Diz que o mundo ocidental deveria exigir que os países islâmicos reformassem o Alcorão, pois o livro sagrado do Islã promove a violência e a morte.

2) Diz que o problema na Síria em suma é um conflito islâmico entre sunitas e xiitas;

3) Culpa os sunitas pela invasão da Síria, que é dominada pelo presidente Bashar Assad, que é da seita alawita (uma vertente xiita);

4) Culpa os Estados Unidos e a Europa por se juntar com países sunitas como Arábia Saudita e Catar para destruir a paz da Síria;

5) Diz que a democracia não pode ser exportada para cultura islâmica.

6) Diz que os países ocidentais não têm coragem de dizer para a Arábia Saudita para aceitar refugiados, mesmo sabendo que a Arábia Saudita quer tirar Assad;

7) Diz que Obama, Merkel e líderes ocidentais não estão preocupados com a vida do povo sírio, apenas em se manter no poder;

8) Diz que ao contrário do que diz Obama não existe oposição "moderada" ao regime de Assad, os opositores são terroristas;

9) Diz que está cansado das mentiras que sai na mídia e que pode ter um encontro com o Papa Francisco para lhe contar sobre o que realmente acontece com a Síria.

10) Ele agradece a ajuda financeira que recebe do povo católico no mundo, mas diz que que não é isso que está precisando, ele diz que o é importante é que "o povo católico se levante sobre os princípios dos santos padres fundadores da religião e defenda a verdade frente aos países islâmicos".

Leiam a reportagem do The Catholic Register clicando aqui.


quarta-feira, 27 de julho de 2016

Sobre Terrorismo Islâmico: "Precisamos de Políticos que Falem como Churchill" (Rémi Brague).


Rémi Brague é meu historiador preferido. Recomendo qualquer livro dele. Brague ganhou o "prêmio nobel de teologia" do Vaticano em 2012. Brague é especialista em Islã. Ele é professor emérito da Sorbonne e da Universidade de Munique.

Ele deu uma entrevista sobre como lidar com o terrorismo islâmico.

Na entrevista, ele mencionou a necessidade de termos políticos como Winston Churchill que disse ao povo britânico enfrentando os nazistas que não tinha nada a oferecer como primeiro-ministro apenas "sangue, sacrifícios, suor e lágrimas". Isto é, preparem-se cidadãos, nós vamos para a guerra.

Pouca gente sabe e Brague não menciona mas Churchill também comentou sobre o Islã. Duas frases de Churchill são conhecidas em se tratando de Islã:

- "Individual Muslims may show splendid qualities, but the influence of the religion paralyzes the social development of those who follow it. No stronger retrograde force exists in the world". (traduzindo: Indivíduos muçulmanos podem ter qualidades esplêndidas, mas a influência da religião paraliza o desenvolvimento social daqueles que a seguem. Nenhuma influência é mais retrograda no mundo do que essa religião).

- "Islam is a dangerous in a man as rabies in a dog" (Islã é tão perigoso em um homem como a raiva em um cachorro).

Brague também deixou claro que o objetivo do terrorismo islâmico é o estabelcimento da Sharia globalmente. E ressalta que perdoar os terroristas não os desarmam.  Os cristãos devem lutar, devem lutar com coragem, mas sem ódio.

Vejamos parte da entrevista de Brague, publicada no First Things.

WITH COURAGE, BUT WITHOUT HATRED”
AN INTERVIEW WITH A FRENCH HISTORIA
by 
7 . 20 . 16


What accounts for the fact that our political leaders, from Francois Hollande on down, have a hard time naming our enemy? There is a strange panicky fear of conflating Islam with Islamism. Why?
Do we have any political leaders? Is there a pilot on this airplane? It would be a pleasant surprise to discover that anyone is in control.
The fear of putting a name to the enemy goes back a long way. Who, before the Berlin Wall came down, dared to give a true name to Marxist-Leninism or the Soviet Union? People preferred to mumble vaguely about “ideologies.” The plural was a convenient fog.
That happens again today when people talk about “religions.” In the same way, some people prefer to use the acronym “DAESH,” which only Arabic scholars understand, rather than saying “the Islamic State,” because the adjectival form refers us back to “Islam.” And there is no true dividing line between Islam and Islamism. It is a matter of degree, not of kind. That is why it is necessary truly and firmly to distinguish between on the one hand, Islam, with all its inflections and levels of intensity, and on the other hand real flesh-and-blood Muslims. The legitimate refusal to conflate Islam with Islamism entails distinguishing these concrete people from the religious system that prevails in their country of origin.
The feeling of speechlessness and of distress produced by the outrage in Nice (weaponizing a truck, killing children)—is it a mark of a culture that has lost its sense of tragedy, its awareness of evil and of death?
People say that we are at war. But no one has the courage to do as Churchill did, and tell us that he has nothing to offer us except blood, sweat, and tears. Since the end of the War into which Churchill led his country, there have been seventy years of internal peace and prosperity. That has become our normal, and we think of it as our right, as a fact that goes without saying. War, famine, and so on is what happens to other people. Our proverb tells us that “happy people have no history.” But we have not made ourselves any happier by imagining that we have escaped from history.
These outrages are intended to render us speechless, and the media giving it non-stop coverage are helping them achieve that aim. We forget that violence is principally a means, and that we need to take our eyes off the violence itself and ask what it was aiming to achieve. The aim is to establish throughout the world a legal system that is some form of Sharia and that legislates the behavior of individuals, of families, of the economy, and in the long run the whole political system. We are fixated on the spectacular aspects of the outrages, on the decapitations and such like which the Islamic State lays before us with so much care and skill. But all of that is distracting us from the real question, which is that of the purpose of these things. This end could be achieved by means that are more discreet but equally effective, such as throwing culpability onto the enemy, social pressure, incessant propaganda warfare, every kind of trick.
Violence is perhaps a means, without necessarily entailing much action. All it takes is a menace great enough to force the adversary to surrender without a fight. In one way, using physical violence could perhaps be an error and be counter-productive, to the extent that it could provoke the enemy into an uprising. It would be smarter to tranquillize people with nice words or to show one's power without using it.
....
What can Christian faith bring to these new times of war? One has the impression that forgiveness of enemies is not only impossible but counter-productive.
Many people imagine that the forgiveness of wrongs, and even Christ's fantastically paradoxical demand that we love our enemies, means that we must refuse to see that we have any enemies. A German proverb says, “The most pious man cannot live in peace if that is not what his wicked neighbor wants.” Forgiveness of enemies is never counter-productive. But we need to see what it does produce. It does not disarm our enemies' hatred, as Tolstoy imagined. That only happens once in a while. It happened with Gandhi. But he was dealing with the English, who, even though they would do much to safeguard their interests and their power (as we all would), had no ideology. It takes an ideology to convince oneself that the opposed camp are not just our adversaries, but “aristocrats” (Robespierre), a class opposed to progress (Marx), “insects” (Lenin), an inferior race (Hitler), or, in relation to those “on the side of God” (Koran V.56), “the worst of animals” (Koran VIII.22).
When forgiving one's enemies really overthrows people, it’s by the conversion of our own heart, the refusal to get caught up in the cycle of revenge, in the escalation to the extremes of violence. The person who is ready to forgive will ask himself first whether the one who calls himself his enemy and who wants enmity has any reason for doing so. He will compel him to put things to right, without issuing blame. He will fight, because he must fight, and he will do so with courage, but without hatred.

terça-feira, 26 de julho de 2016

História e Fotos do Padre (Mártir) Jacques Hamel, Decapitado Hoje por Terroristas Islâmicos na França.



Assim, como Thomas Becket e Oscar Romero, padre Jacques Hamel foi morto enquanto celebrava a missa.

Padre Hamel tinha 86 anos. Foi decapitado hoje pela manhã na igreja na cidade de Saint-Étienne-du-Rouvray perto da cidade de Rouen. Ele já tinha se aposentado, mas realizava a missa hoje. Hamel celebrou 50 anos de sacerdócio em 2008.

Os dois terroristas islâmicos fizeram o padre ficar de joelhos, decapitaram Hamel enquanto filmavam a atrocidade e filmaram eles mesmos rezando em árabe no altar. Depois os dois terroristas foram mortos pela polícia francesa.

Um dos terroristas vivia na cidade e em 2015 tentou se juntar ao Estado Islâmico, mas foi pego na Turquia e ficou preso na França, mas foi liberado em março. Vejam a descrição detalhada do ataque terrorista feita pelo jornal The Guardian.

O Estado Islâmico assumiu a autoria do atentado.

Hamel muito provavelmente não será o último padre a ser morto pelo Islã. Agora mesmo há outros sequestrados. Os primeiros padres mortos pelo Islã foram foram do surgimento dessa religião. 





Aqui vai uma descrição do padre mártir Jacques Hamel, também feita pelo jornal The Guardian.

Father Jacques Hamel: 'A good priest … who did his job to the very end'

Described as modest, dedicated and always available for his parishioners, Father Jacques Hamel, 84, who was murdered in his Normandy church while celebrating morning mass, had been retired for nearly a decade.
He still officiated regularly as auxiliary at the church in St Étienne-du-Rouvray, near Rouen, and in neighbouring Elbeuf, local media reported, stepping in when the parish’s regular priest, Father Auguste Moanda-Phuati, was busy.
The priest’s throat was slit by two men armed with knives who took five people – Hamel, two nuns and two worshippers – hostage in the church. The two men were later shot by police. Three hostages were freed unharmed but one is in a critical condition.
Born in the same département of Seine-Maritime in 1930 and ordained in 1958, Hamel spent most of his working life in north-west France, including more than 30 years at St-Étienne. He celebrated 50 years in the clergy in 2008.
After officially retiring at 75, he had asked to remain in the parish and continue to help when necessary, the archdiocese of Rouen said. “This man was a good man,” said the president of the regional council, Hervé Morin.
Parishioners said they were devastated by the murder. “My family have been here for 35 years and we have always known him,” the manager of a beauty parlour down the road from the church told L’Express magazine.
Hamel was “very discreet”, said the woman, who came to know him when she took catechism classes with him as a young girl. “He did not like to put himself forward. He was someone who was very much appreciated in the local community.”
Another neighbour told the magazine: “This was a man who did his job to the very end. He was old, but always available for everyone. He was a good priest. He had been here for many years; he lived in the rectory here. Many parishioners knew him very well.”
Moanda-Phuati told Libération of his shock. “I could not possibly imagine anything like this happening,” said the priest. “We have never received any threats.” The Vatican spoke of a “barbaric killing” and “horrific violence … in a church, a sacred place where the love of God is declared”.
Dominique Lebrun, the archbishop of Rouen, said in a statement from Krakow, where he was attending an international gathering of young Catholics, that he would be returning to France on Tuesday evening and would visit the parish.
“The Catholic church has no other arms than prayer and fraternity among men,” the bishop said. “I will leave behind here hundreds of young people who are the future of humanity, of true humanity. I ask them not to give up in the face of such violence and to become apostles for a civilisation of love.” 
Already on Tuesday, calls went up for Hamel to be put on a fast-track to sainthood. The hashtag #santosubito, which translates effectively as “make him a saint immediately,” began circulating on Twitter.
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Rezemos pelo padre Hamel e por nós.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Um Gay Pode Ser Contra o Aborto? Os "Conservadores" Americanos e Europeus


Eu acho muito estúpido no Reino Unido chamarem o ex-primeiro ministro David Cameron e a atual primeira-ministra Theresa May de conservadores. Ambos apoiam e promovem "com orgulho" o casamento gay e o aborto.

Na Europa o chamado "conservador" muitas vezes é um esquerdista. O verdadeiro conservador é chamado por lá de radical ou fundamentalista.

Sobraram os Estados Unidos, em que um candidato republicano ainda tem pelo menos de apoiar a luta contra o aborto, deve ser pró-vida.

Mas na última convenção republicana que indicou Donald Trump não se falou na luta contra o aborto, apesar de Trump se declarar pró-vida. Falou-se muito no entanto sobre defender a "comunidade LGBT". Inclusive, um famoso discurso da convenção foi de Peter Thiel (foto acima), fundador da Paypal. Ele declarou ter orgulho de ser gay e de ser republicano.

Thiel não disse que ele também lutaria contra o aborto. Então, não se sabe.

Então, ao a que parece o Partido Republicano vai deixando de ser conservador.

É ainda muito melhor que o Partido Democrata de Obama e de Hillary Clinto, é claro. Os Democratas apoiam o aborto até quando a criança nasce viva das tentativas do aborto, odeiam cristianismo, aprovam eutanásia, aprovam casamento gay, aprovam banheiros sem identificação de sexo, etc. Sem falar nos inúmeros casos de corrupção. No caso de Hillary Clinton, ela talvez seja o candidato a presidente dos EUA mais corrupto e mentiroso da história dos Estados Unidos. Se Lula ganhou dinheiro corrupto fazendo palestras, a Hillary vale mais de 10 Lulas sobre isso. Se Lula fez conluio com poderosos banqueiros, Hillary tem muito maior experiência sobre isso. Se Lula se juntou com ditadores e assassinos pelo mundo, a Hillary é financiada por muitos deles. Pena que a imprensa do Brasil não divulgue nada disso. A imprensa do Brasil e do mundo só odeia o Donald Trump.

Bom, mas voltando ao que importa: "os conservadores", será que um gay pode ser também defensor da vida, pode ser contra o aborto.

Em geral, não há nada que impeça. afinal um pecado que possuímos não nos impede de ser contra os outros pecados. Mas a ideia de ser gay carrega em si uma imoralidade condenável que, como disse São Pedro Damião no seu livro Book of Gomorrah, contamina toda a pessoa e essa pessoa contamina os outros. Em suma, existem pecados e pecados, uns são piores do que outros. No Catecismo da Igreja o ato homossexual é um "pecado que clama aos céus por vingança".

Timothy Wlliams escreveu sobre se um gay pode ser pró-vida.

É um texto excelente, Ele conta, por exemplo, sua experiência de jovem ativista pela vida, quando os gays eram os que mais odiavam os defensores da vida, Williams não entendia o porquê pois os gays não iam ter, nem querem ter filhos.

Posteriormente, Williams descobriu que os gays detestavam que defende a vida, pois a defesa da vida vem junto da defesa da castidade e do casamento.Vem junto do cristianismo.

Williams até fala que existe uma organização gay em favor da vida, mas que não funciona há anos e muitas vezes o que essa organização quer é o fim dos movimentos a favor da vida como movimentos cristãos.

Em suma, o movimento gay é intrinsecamente contrário à defesa da vida. Pois o gayzismo prega um liberalismo sexual contrário à vida, separa a procriação do casamento.

Vejam abaixo parte do texto de Timothy Williams publicado na Crisis Magazine.


Is “Pro-life and Gay” Possible?



Can someone who promotes the LGBT agenda ever truly be considered an ally of the pro-life movement? The question may be of considerable importance for Catholic voters in the upcoming elections. The Republican Party has just adopted what has been called the “most pro-life platform ever.” However, if you watched the RNC Convention, you would have noticed two conspicuous “firsts” for the self-proclaimed “party of life.” For the first time since 1984, a Republican nominee for president said not a word in his acceptance speech about protecting the unborn, but he did mention that he would protect the rights of LGBT citizens. Earlier in the convention, Peter Thiel, the founder of PayPal, gave a mostly pro-business and foreign policy speech, but he received the loudest applause when he gratuitously proffered: “I am proud to be gay.” He also appeared to trivialize the current debate about who belongs in a men’s or women’s restroom. One could only conclude that for many at the convention, the protection of the unborn and the promotion of the LGBT agenda must be unrelated issues. But I would argue that they are not.
The question seems to come up every year now at the annual March for Life in the nation’s capital. I recall a few years ago, a heated controversy erupted when a group of women calling themselves “Lesbians for Life” was refused permission to march with their banners. I was surprised at the outrage of many pro-life college students who were sympathetic to the group’s participation. At least among the young, the general feeling seemed to be that the group should be welcomed, since the pro-life movement ought to cultivate alliances wherever they can be found. One adjunct instructor at my institution even posted a blistering critique on her Facebook page about the “narrow-mindedness” of pro-life marchers.
There was a time, long ago, when I shared the views of my young students. But personal experiences quickly made me rethink the position. In graduate school, as a recent “revert” to the Catholic Church, I was somewhat active in the pro-life movement at the University of Kansas. Along with a few other like-minded students, we would set up a table in an area with a lot of pedestrian traffic, display a subdued pro-life sign, and hand out informational brochures to anyone who was receptive. The majority of students were polite, if unresponsive. Some would stop to argue with us, but without excessive antagonism. A few were friendly and thanked us for our efforts. Faculty members were invariably dismissive, and either smirked, frowned, or looked away.
But the homosexual students—both men and women—were a different story altogether. (Yes, it was easy to recognize who they were, even when they did not openly broadcast it, which was seldom.) The gays and lesbians were universally hostile, and since the city of Lawrence prides itself on being a sort of “Midwestern San Francisco,” this population was large, loud, and militant. They would accept brochures from us only to throw them in our faces, curse us in vile and explicit language, and sometimes spit on us, or just pelt us with whatever garbage was handy.
At first, I had been quite perplexed by the hostility coming from the homosexual community. Why, I wondered, was the pro-life cause so intensely repugnant to them? After all, they surely did not have to worry about “unplanned pregnancies,” no matter how “unrestrained” their weekends might have been. Why did they care if we encouraged heterosexual students to think about the consequences of their actions? Above all, why such hostility to the protection of the unborn? If their own belief about the inborn nature of homosexuality was true, didn’t abortion also strike at the heart of the gay community?
Of course, with maturity and growth in the Faith, I realized that I had been asking the wrong questions. Homosexuality, completely divorced from the natural ends of human sexuality, is all about self-gratification, using sex for sterile pleasure, emotional release, ephemeral affective bonding. And here we were, tying to convince heterosexual students that it is wrong for them to use their bodies for just such purposes, and that abortion is a violent, egotistical act. But this carries an implicit judgment against homosexuals behaving the same way, even if they do not have to worry about pregnancy. In short, those engaged in unashamed homosexual activity usually harbor a very natural antipathy for the sacredness of unborn life, that reminder of why we have sexuality in the first place. The very last thing most homosexuals care about is the welfare of the next generation, even the next generation of potential “gays.” If you doubt this hostility, take a good look at any pro-abortion rally. The rainbow flags of the LGBT movement almost always flutter there in abundance. This makes the existence of pro-life homosexual groups all the more puzzling.
Almost two years ago, LifeNews.com addressed the issue, conducting interviews with pro-life members of the LGBT community. This resulted in some very thoughtful and beautiful reflections about the need to protect the unborn. I don’t wish to question the sincerity of these particular individuals, nor most of those who are involved in PLAGAL, the national Pro-Life Alliance of Gays and Lesbians. The editorials and postings on thewebsite and Facebook page of PLAGAL are generally well thought-out and convincingly make the point that life begins at conception.
However, some of the documents on the PLAGAL website seethe with anger, their authors demanding to be taken as normal, ordinary members of the pro-life movement. It is impossible to avoid the impression that some gay and lesbian writers are merely using the pro-life issue to lobby for acceptance of their lifestyle. Some of the material posted is profoundly hostile to virtue and Christianity. For example, one of PLAGAL’s brochures strongly criticizes those who (it is claimed) want the pro-life movement to remain “Christian, homophobic, reactionary, anti-pagan, [and] pro-chastity.” Why wouldn’t any pro-life person be alarmed at a resurgence of paganism? When was abortion ever a problem in pagan cultures? Since the earliest days of the Church, Christians were known for their “extreme” views on the sanctity of the unborn. And can anyone seriously believe that a pro-life ethic can thrive in a promiscuous society? If chastity is not the aspirational norm, but is regarded as a hateful imposition of “reactionaries,” we will never have enough abortion clinics to eliminate the unintended consequences of recreational sex.
Still, I am willing to accept that most of the pro-life homosexuals are sincere when they express their rejection of our abortion culture. Through the grace of God, our favorite sin does not necessarily blind us to the evil of other sins, even our own. However, it certainly doesn’t help. So the question is, just how widespread is a pro-life ethic among homosexuals in general? There is strong reason to believe that such sentiments are not shared by any sizeable part of this population.
... The advancement of the LBGT agenda can only weaken families, erode a Christian ethic, and further break the link between sexuality and procreation, the foundation of all respect for life in the womb.



sexta-feira, 22 de julho de 2016

Psiquiatra que Pesquisa Sexo há 40 anos: "Não Existe Fator Biológico para Ser Gay! Existem Fatores Sociais Apenas"




O site CNSNEWS entrevistou o renomado Dr. Paul McHugh, professor da Johns Hopkins University e ex-chefe do Johns Hopkins Hospital, psiquiatra que há 40 anos estuda sexualidade.

Na entrevista, ele deixa as coisas bem claras:

1. Não existe gene gay!! NINGUÉM NASCE GAY.

2. Fatores sociais do meio que a pessoa vive são de fato importantes. Ele menciona uma pesquisa (Framingham Study) que diz por exemplo:

 - Se você foi criado em área metropolitana você tem quatro vezes mais chance de ser gay do que alguém criado na zona rural;

- Se a menina é lesbica as chances são enormes de que ela frequenta ou frequentou faculdade.

McHugh argumenta que há um pandemônio hoje em termos de sexualidade, culpa da confusão que Freud fez entre amor e desejo.

Ele também ressalta as estupidezes das igrejas cristãs que caem no discurso gayzista. Argumenta que elas deviam enfatizar o que diz a Bíblia

Vejam abaixo parte do texto da entrevista, para ver tudo clique aqui.


Johns Hopkins Psychiatrist: ‘There Is No Gay Gene’


By Michael W. Chapman | July 21, 2016 | 12:11 PM EDT

Dr. Paul R. McHugh, the Distinguished Service Professor of Psychiatry at Johns Hopkins University and former psychiatrist–in-chief for Johns Hopkins Hospital, who has studied sexuality for 40 years, said it is a scientific fact that “there is no gay gene.”
“Environment,” however, “is very important,” said Dr. McHugh, author ofThe Mind Has Mountains: Reflections on Society and Psychiatry. He also explained that the permissive sexual culture in the United States today has confused “desire” with “love,” and that homosexuality is a false or “erroneous desire.”
In an interview with Virtue Online: The Voice for Global Orthodox Anglicanism, reporter Lydia Evans asked Dr. McHugh, “How do you view the popular assumption that science has somehow proven that sexual orientation is determined early in childhood, if not before birth?”
Dr. McHugh, who ended the sexual reassignment surgery program at Johns Hopkins because it was not helping the patients, answered, “Well, as I have said, there is no gay gene. And there are factors more influential than biology.”
“The best data, of course, [comes from the Framingham Study],” said Dr. McHugh.  “If you are a man and you grow up in a rural environment, you are four times less likely to have homosexual relationships than if you grow up in a metropolitan area. That's not left-handedness.
“If you are a lesbian, you are much more likely to be college-educated,” he said.  “That's not something that happens at conception.”
“My point is that we now know that the environment is very important,” said Dr. McHugh.
Lydia Evans then asked, “On another front, as the sexuality debate within mainline churches seems to have shifted so profoundly in favor of the left, how do you see the debates of the broader culture changing in the next five to ten years?”
(AP) 
Dr. McHugh said, “It really is amazing -- I mean, 50 years ago [homosexual behavior] was a crime, and now we're talking about [same-sex marriage]. Anyone who wants to stick with the tradition is accused of being a biblical literalist or a homophobic racist, because, in part, of the more fundamental change in our society towards permissiveness, that is, easy divorce, cohabitation and concubinage, abortion, pornography ... and euthanasia.”
“The issue of the homosexual is not separate,” he said. “It's all part and parcel of the pandemonium that the permissive movement has brought. We have just licensed all kinds of behavior."

...
“You see, what has happened with the permissive movement is that it has picked up the Freudian confusion of desire and love, making them the same,” said Dr. McHugh. “And with the implication, for example, that I must desire my mother. I don't desire my mother. I love my mother.”

...

When Lydia Evans asked about how the environment of a church, or religious-minded community, could affect people’s behavior, Dr. McHugh said, “This is the point. You've got to get the churches -- not just the Anglican churches, but the Roman Catholics and the Presbyterians.”

“They've got to start talking again about their foundational opinions,” he said.  “There's an idea of there being different kinds of laws in our world: the natural law, the law of desire -- but there is scriptural law that comes out of the Old Testament. And they've got to get all of this straight.”When Lydia Evans asked about how the environment of a church, or religious-minded community, could affect people’s behavior, Dr. McHugh said, “This is the point. You've got to get the churches -- not just the Anglican churches, but the Roman Catholics and the Presbyterians.”

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Um Famoso Amigo Católico me Traiu Hoje. Traiu a Igreja Hoje.


Não sei se tenho intimidade suficiente para lhe chamar de amigo, mas  no ano passado, eu passei uma semana em uma conferência nos Estados Unidos e tive o prazer de quase todo dia, nos intervalos da conferência, conversar em particular com ele. Falamos sobre os mais diversos assuntos católicos (lembro-me que conversamos sobre Papa Francisco, Papa João Paulo II, situação da Igreja no momento, sobre Dietrich von Hildebrand, sobre filmes católicos e sobre o padre polonês Jerzy Popieluszko). E nessas conversas concordamos em praticamente tudo.

Certa vez, discutimos com mais gente sobre o Papa Francisco, quando um conferencista mexicano exaltou Francisco e eu expus minhas preocupações com o Papa. Buttiglione tomou a palavra e disse que entendia minhas preocupações.

Foi fantástico para mim conversar em particular com alguém que conheceu tão de perto João Paulo II e é um filósofo católico e político italiano tão famoso. Agradeci muito a Deus por isso.

A foto acima foi eu que tirei em um dos últimos dias da conferência. Eu estou falando de Rocco Buttiglione, que está no centro da foto.

Mas hoje eu acordei e vi em vários sites que Buttiglione estava apoiando o que o Papa Francisco disse no documento Amoris Laetitita sobre comunhão para recasados. Fiquei assustado, pois já tinha lido vários cardeais e especialistas renomados condenando o que diz esse documento.

Resolvi ler quais eram as justificativas que Buttiglione dava para a aceitação de Amoris Laetitia.

Buttiglione, em resumo, tem o seguinte argumento: "O Papa Francisco realmente quer uma mudança de doutrina sobre casamento na Igreja. É verdade que Francisco está contradizendo o Papa João Paulo II que não queria que o sacramento da eucaristia fosse dado para divorciados, mas João Paulo II tinha eliminado a excomunhão para os divorciados que se casaram novamente, então  agora o Papa Francisco está dando mais um passo adiante, que irá permitir, se os padres e as conferências episcopais dos países quiserem, a comunhão para esses divorciados. É mais um passo na doutrina, que traz riscos, mas o divórcio é uma praga mundial e a Igreja deve lidar com isso."

Eu me senti traído por esse que considero amigo, ao ler isso. E acho que ele traiu a Igreja também.

Quanta confusão sua sugestão trará para a Igreja!!!! 

É óbvio que o casamento e a família sairão  destruídos desse raciocínio. E a Igreja não será mais vista como valorizando o casamento. Basta encontrar um padre que libere geral. Não será nada difícil.

A Igreja vai se igualar às denominações protestantes em que a fé é apenas um compromisso particular entre a pessoa e Deus. A fé dependerá apenas do subjetivismo da pessoa.

A sugestão não respeita aquelas famílias que enfrentam tantos problemas para sustentar uma família em honra com o que Cristo ensinou.

As palavras de Cristo sobre o casamento virarão pó.

Fiquei realmente triste com Rocco.  Os argumentos dele não param em pé. Vou rezar por ele e pela Igreja.

Inúmeros sites católicos hoje trazem as palavras de Rocco Buttiglione.

Tudo começou a partir de um texto de Buttiglione no L'Osservatore Romano, jornal do Vaticano, publicado ontem. Cliquem aqui para ele esse texto em inglês.

Aqui há uma entrevista de Buttiglione justificando sua (terrível) posição.

HÁ UMA GUERRA NA IGREJA HOJE SOBRE O CASAMENTO. ISSO ESTÁ CLARO.

45 TEÓLOGOS DO MUNDO ESTÃO CONDENANDO O AMORIS LAETITIA. ENVIARAM CARTA PARA TODOS OS CARDEAIS DO MUNDO.

É dentro dessa guerra que Buttiglione entrou, e escolheu o lado errado.


quarta-feira, 20 de julho de 2016

Os Rebeldes Sírios Financiados por Obama. Tão Terríveis Quanto Estado Islâmico


Vejam essa criança da foto acima. Ela foi decapitada. Quem decapitou foram esses   estão tirando uma "sefie" com ela. Esses caras são do grupo rebelde sírio Zinki e são  financiados pelos Estados Unidos para derrubar Bashar Assad na Síria. Todos recebem dinheiro dos Estados Unidos.

Quando os Estados Unidos souberam da decapitação ficaram gagos e disseram que iam averiguar para ver se era verdade.

Mas os rebeldes já confirmaram. Disseram que iam processar os responsáveis, etc..

Sei, sei.

Obama odeia Assad, um ditador terrível mas que protegia os cristãos e os muçulmanos da Síria. Obama acha que esses rebeldes vão ser melhor que Assad.

Para ler sobre essa história terrível cliquem aqui.

Rezemos pela criança e pelas outras crianças da Síria.