quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Polícia do Papa Francisco Expulsa Sem Tetos do Vaticano


O site Infovaticana não perdoou. "Ele não é um Papa que pede que todos acolham os mendigos  incondicionalmente"? Aliás, a InfoVaticana ressalta que os mendigos e sem tetos estão lá, morando e fazendo suas necessidades básicas nas colunas do Vaticano, justamente porque o próprio Papa os convidou.

Eu complementaria: ele não é um Papa que pede que todos acolham imigrantes muçulmanos?

O Papa aceitaria uma Praça de São Pedro cheio de imigrantes muçulmanos rezando para Alá? Por que ele deseja que os outros países e bairros europeus aceitem? 

É a mesma hipocrisia de riquinhos e artistas de Hollywood que pregam em favor dos imigrantes, enquanto moram em mansões, localizadas em bairros murados (como o Muro do Vaticano), cercados de segurança. 

Finalmente, quem vai querer visitar o Vaticano em meio a lixos e sujeiras?

Aceitar mendigos e imigrantes não é solução, nem para os mendigos, nem para quem os recebe. A Igreja é a instituição mais caridosa do mundo, mas nunca pregou, antes de Francisco, que mendigos e imigrantes devam agir livremente sem qualquer controle.

Vejam texto da InfoVaticana

La policía del Papa expulsa a los ‘sintecho’ que dormían en la columnata del Vaticano

Carlos Esteban
20 septiembre, 2017
La operación para ‘limpiar’ la columnata de la Plaza de San Pedro de mendigos y vagabundos ha coincidido con las palabras del Papa en la misa de Santa Marta pidiendo que nos acerquemos a los pobres “aunque apesten”.
Que lo que haga tu mano derecha no lo sepa tu mano izquierda es, naturalmente, un excelente consejo evangélico, pero, mal entendido, puede tener consecuencias poco vistosas. Es lo que ha sucedido en la Ciudad del Vaticano, que la operación para ‘limpiar’ la columnata de la Plaza de San Pedro de mendigos y vagabundos por parte de la policía ha coincidido con las palabras de Su Santidad pidiendo que nos acerquemos a los pobres “aunque apesten”.
Bueno, la policía ciertamente se ha acercado a ellos, pero nos tememos que no sea exactamente a eso a lo que se refería Francisco.
Ayer se lo preguntaba en Santa Marta: “Ante el necesitado, ¿somos capaces de verdadera compasión”. No basta, añadí el Papa, con ayudarle “desde lejos” porque hiede, sino que hay que acercarse a él.
Mientras, hacia las seis, la Gendarmería -los hombres del Papa, aunque en principio sería una labor que corresponde a la policía italiana- iniciaban una operación largamente prevista hacia las 6 para expulsar -¿podría hablarse de ‘deshauciar’, tratándose del único refugio que conocen?- a las decenas de indigentes que han hecho de las columnas de Bernini su hogar cuasi permanente.
La compasión, decía a pocos metros el Papa, es la respuesta justa a las tragedias de nuestro tiempo, un “sentimiento que remueve, un sentimiento del corazón, de las vísceras, que remueve todo”.
Más que removidos, han quedado perplejos por esta operación estrictamente vaticana los sintecho, a quienes ha atraído el propio Francisco, que ha hecho instalar para ellos letrinas y duchas, e incluso un servicio de peluquería.
Es necesario, ha añadido el Papa, “acercarse y tocar la realidad. Tocar. No mirarla de lejos”.
Pocas horas antes, si no simultáneamente, sus gendarme seguían literalmente sus palabras “acercándose” a la realidad de los mendigos y, muy probablemente, “tocándola”.
A un tiro de piedra, insistía Su Santidad en que debemos hacer lo mismo que Cristo, acercarnos al que sufre, “no ayudarlo desde lejos porque quizá está sucio, no se ducha, hiede”.
Como sin duda debía apestar entre las hermosas columnas después de que un sintecho defecara y orinara entre ellas a plena luz del día mientras un romano grababa el desahogo con su móvil y lo subía a las redes en un vídeo que pronto dio la vuelta al mundo y que probablemente esté tras la operación limpieza de la Gendarmería.
“Cuando veo estas cosas, que me las traen a casa a través de los medios, ¿se conmueven mis vísceras?”, exclamaba Su Santidad no lejos de donde al citado mendigo se le habían removido las vísceras en un sentido harto diferente. Y concluía el Pontífice haciendo votos por que ayudemos a la gente que sufre para restituirlos a la sociedad, a la “vida de familia”, en suma, “a la vida cotidiana”.
Y si no “restituirles a la sociedad”, al menos alejar a los indigentes de la zona es el objetivo de la operación iniciada por la Gendarmería que se retomará con nuevas acciones hoy miércoles. La perplejidad de los afectados se debe a que si están allí es precisamente porque el Papa insistió en que se abrieran las puertas de la columnata pese a los riesgos de seguridad.
Lo que pedantemente suele llamarse ‘opción preferencial por los pobres’ no es algo inventado anteayer por la malhadada ‘Teología de la Liberación’, sino una consecuencia evidente del Evangelio y un práctica que se ha mantenido constante -con sus tropiezos- a lo largo de toda la Historia de la Iglesia.
Pero si hay un aspecto de la doctrina donde sea tentadora la demagogia es precisamente este de la compasión hacia los más necesitados, que ocupa a decenas de miles de voluntarios católicos en el mundo. El mundo -en el sentido teológico- ha hecho de esta doctrina, pervertida en mera ‘empatía’, excusa para regímenes que han amado tanto a los pobres que los han multiplicado hasta el extremo, y aun hoy es más usada como instrumento del debate político que como preocupación real.
Parte de esa preocupación ha degenerado en un ‘miserabilismo’ descerebrado que deifica al pobre en lugar de ayudar a que deje de serlo, y la consecuencia es, no pocas veces, algo parecido al espectáculo de un individuo haciendo sus necesidades sin pudor ni consideración sobre uno de los tesoros del arte cristiano.

terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Discurso Histórico de Trump na ONU, Chamou Terrorismo e Socialismo pelos Verdadeiros Nomes



Vejam, a partir de 5 minutos de vídeo, o primeiro discurso de Trump na ONU. No qual ele:

1) Chamou terrorismo pelo nome: "radical islâmico";

2) Chamou o ditador da Coreia do Norte pelo nome: "homem bomba" (rocket man)

3) Chamou o Socialismo pelo nome: "Venezuela não aplicou mal o socialismo, ela aplicou o socialismo fielmente".

4) Chamou o Irã pelo nome: "regime perverso" (rogue regime)

Dentre outras coisas.

Histórico e sensacional, ponto final.


1 Ano de Desprezo do Papa Francisco a Quatro Cardeais


No dia 19 de setembro de 2016,  há exatamente um ano, quatro cardeais apresentaram ao Papa Francisco cinco questões sobre a encíclica Amoris Laetitia, no qual o Papa deveria responder apenas sim ou não.

O Papa, que sempre fala que a solução para tudo é o diálogo, desprezou os quatro cardeais e não respondeu até hoje.

Dois desses cardeais morreram nesse 1 ano. Antes de morrer, o cardeal Caffarra, um dos quatro, escreveu ao Papa, pedindo audiência, mas foi sumariamente desprezado.

O Papa, claramente, não quer diálogo sobre o assunto, prefere a confusão.

Ele também não quer diálogo nas questões políticas que ele defende, como imigração e aquecimento global.

Outro dia eu li que ele desprezou pedido de audiência da Heartland para debater aquecimento global. Sobre imigração, ele simplesmente acusa aqueles que querem defender a cultura de suas pátrias de retrógrados e medrosos.

Enquanto, por outro lado, o Papa pede ao mundo que dialogue com o Estado Islâmico, com os ditadores da Coreia do Norte, da Venezuela e do Irã. O que o Estado Islâmico pediria em um diálogo? Será que os ditadores querem dialogar? Eles não são ditadores justamente porque odeiam o diálogo?

Neste aniversário de 1 ano de desprezo do Papa aos cardeais, o site Life Petitions fez uma petição ao Papa Francisco, assine clicando aqui.




segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Lady Gaga Posta Foto com Rosário e Diz que Sofre


Em um texto bem forte, Lady Gaga (acima) diz que sofre. Devemos acreditar. Se alguém pede oração, devemos oferecer.

Ela diz que tem problemas físico e mentais. E mostra um rosário na foto.

O site Church Pop diz que não é a primeira vez que ela posta foto católica. Já colocou foto com um padre segurando uma Bíblia.



Que ela leve mais luz ao mundo. Suas músicas e performances não ajudam ao mundo.

Que ela encontre mais Cristo.

Recentemente, ela cancelou show no Brasil.

Não sei, mas pelo visto, vim ao Brasil traz algumas dúvidas existenciais. O Papa Bento XVI deveria ter vindo ao Brasil, mas antes renunciou. Nossa Senhora. Apenas uma coincidência, deve ser.




sexta-feira, 15 de setembro de 2017

Vídeo: Roger Scruton: "Se Você Não Sabe o Que é Belo, Não Sabe o Que Significa Viver"



O grande Roger Scruton explica a feiúra  das artes de nossos tempos, que não sabe o que é bom, nem belo, nem verdadeiro, e assim valoriza a morte, morte tão destruidora como a arte do Santander na exposição "queer"

A beleza importa como uma necessidade humana objetiva, seja nas artes, seja na liturgia da missa, viu Papa Francisco?


(Agradeço a indicação do vídeo ao facebook do Veritatis Catholicus)


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

Arte, Santander, Chico Buarque e Roberto Carlos


Muito debate está ocorrendo no Brasil por conta de uma exposição realizada pelo Santander que faz apologia à pedofilia e à zoofilia. Alguns dizem que a arte deve "transgredir", outros dizem que a arte devem trazer beleza.

Entre esses dois extremos, eu me coloco do lado daqueles que dizem que a arte deve trazer a beleza. Mas beleza tem um significado teológico muito forte. É preciso definí-la.  Para engrandecer o ser humano, a arte deve ter uma verdadeira beleza. Os desfiles militares nazistas e comunistas são muito belos, mas qual o caminho para o ser humano que traçam?

Nada é imparcial, as coisas têm lados teológicos. A arte leva pessoas para algum lado no espectro do que é bom e mal. E aí chegamos na necessidade de dizer o que é bom e mal, e seguramente, teremos de falar de Deus, pois sem ele não há base para se dizer o que é bom e mal.

Eu vou dar um exemplo, usando duas músicas, de dois ilustres compositores brasileiros, Chico Buarque e Roberto Carlos. Eles são, vamos dizer assim, teologicamente bem diferentes em suas músicas. Eles têm também origens bem diferentes. Chico é filho ilustre de um escritor, Roberto Carlos não tem família ilustre, nasceu modesto em Cachoeiro de Itapemirim.

Eles possuem uma música sobre o mesmo tema: cotidiano (ou rotina) da vida de um casal.

A música de Chico Buarque se chama "Cotidiano" e o personagem da música quer escapar todos os dias das garras do casamento e detesta a rotina que têm. Detesta até os carinhos da esposa. A esposa dele é apenas como "toda mulher". O que isso significa? Que a rotina é péssima, se afaste de casamento, o bom seria estar livre disso.

Veja abaixo:




A música de Roberto Carlos se chama Rotina e exalta a rotina, exalta o amor do marido pela esposa, exalta o casamento, o quanto o marido deseja estar perto da esposa. E o quanto ele detesta ter de trabalhar e se afastar da rotina do casamento.





Qual é mais bonita? Qual é a melhor em termos teológicos? Qual é a que ensina o que é divino?



quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Papa Francisco: "Nenhuma Guerra é Justa. Só a Paz é Justa"


Ao dizer que não existe guerra justa, o Papa simplesmente pregou a eliminação de qualquer forma de polícia ou exército. Cristo, quando esteve entre nós, disse que ninguém tinha mais fé nele do que um centurião do exército romano. Não há nenhuma palavra de Cristo ou em toda a Bíblia condenando exércitos. 

A Teoria da Guerra Justa, como eu explico no meu livro, é a teoria mais consolidada, constante e imutável da história da Igreja, desde Santo Agostinho, passando por São Tomás de Aquino, São Francisco de Assis, Santa Joana D'arc, canonistas e papas. É uma teoria que não há nenhuma alteração significante desde que Santo Agostinho tratou do tema em diversos livros e cartas.

Mais um vez, o Papa Francisco age de forma irresponsável, dizendo palavras que desprezam santos e mártires da Igreja.

É incrível e ao mesmo tempo,infelizmente, imbecil.

Os santos também trataram do que ele chamou de "paz justa". Bom, em poucas palavras, eles disseram que isso só é encontrado no Paraíso. Não é possível paz justa na Terra. Aqui, no máximo, nós temos a justiça junto com a caridade, uma boa definição de guerra justa.

No meu livro, eu trato das opiniões do Papa Francisco. E acreditem em mim, durante esse breve e confuso pontificado, ele já defendeu a guerra, sendo sempre de forma confusa e desinformada sem que se possa levar a sério a opinião dele, infelizmente.

No meu livro, além de santos, mártires,  e papas, trago até a defesa da guerra justa feita por Cervantes e Dante. Vejam lá.



terça-feira, 12 de setembro de 2017

Quem é Mais Pró-Vida: Trump ou Papa Francisco?


Ontem, o Papa Francisco alegou que Trump não deve ser pró-vida porque ele deseja rever uma lei (inconstitucional, diga-se de passagem) feita por Obama que permite que imigrantes ilegais que entraram como crianças ou jovens nos Estados Unidos fiquem no país. Trump quer elaborar uma nova lei que respeite a Constituição do país. Tanto democratas como republicanos já declararam que a lei de Obama é inconstitucional.

Por incrível que pareça o Papa atacou Trump mesmo declarando que não conhecia a lei. Aliás, na entrevista que deu ele disse desconhecer vários assuntos (aquecimento global, Coreia do Norte e Venezuela) mas deitou a comentar todos. Não é comportamento de homem de Estado, nem muito menos de um Papa, se declarar tão desinformado e ao mesmo tempo falar sobre o assunto e atacar um presidente de república.

O site católico The Remnant ficou estupefato com as palavras de Francisco contra Trump, porque Trump tem nomeado vários membros pró-vida para seu gabinete, nomeou um juiz da Suprema Corte que é pró-vida e acabou o financiamento internacional ao aborto dado pelos Estados Unidos. O site questionou quem é mais pró-vida se Trump ou o Papa. Trump não é um perfeito católico, nem católico é, mas o Papa está se comportando como cachorrinho dos que odeiam a Igreja, dos que pregam o aborto. Isso é fato, infelizmente. Rezemos por ele e pela Igreja

Vejamos o texto do The Remnant


The Pope doesn’t agree with the President’s policies on immigration, so naturally, he attacks Trump’s pro-life values…?

REMNANT COMMENT: I wonder if it’s possible for Pope Francis be any more in the tank for the Far-Left than he is now.  For the purposes of this Remnant Comment, it makes no difference what one thinks about President Trump's personal beliefs on the pro-life issue.  The point is this: A massive disruption in global pro-death politics came about in November of 2016 when a man named Donald Trump convinced pro-life, pro-God, pro-family America that he'd take up their cause.Was it just politics? Who knows!  But Trump rode to the White House on the shoulders of pro-lifers. This is why the Left hate him, because he convinced good people that although his pro-life cred was far from established, he'd nevertheless make their cause part of his cause, along with the core issues that have long defined him—Second Amendment rights, education choice (including home-schooling), appointing conservative judges, tightening up the national borders, making America user unfriendly to the George Soros, NWO, EU whackos, etc.  


And so far Trump gets a B+ for effort, despite overwhelming opposition from the "conservative" GOP who've been lying to and exploiting the same group of voters for nearly half a century. At least Trump is trying to make good on his word to regular God-fearing Americans. 


So, for the Pope to continue to blast this particular President while obstinately ignoring what's going on at the level of pro-life America reveals a positively Titanic Leftist keeling over of the Barque of Francis.  


And for Francis to suggest some sort of moral equivalence between the slaughter of millions of babies in their mothers' wombs on the one hand, and the MSNBC caricature of Trump’s DACA decision on the other, is beyond scandalous. Even if Trump were really planning to send illegal kids back to Mexico without their families (and he’s not, of course), this would not come close to the satanic depravity of murdering millions of unborn babies every year. I realize the Holy Father is no great theologian, but even he should be able to glean the difference between killing millions of kids in their mothers’ wombs and sending a few thousand home every year.


It's so obscene, in fact, that even those of us here at The Remnant who defend the Church's teaching against the separation of Church and State are tempted to encourage the Holy Father to begin listening to his own blather on the great merits of the secular state and the need to maintain proper separation from the Church.  In the case of Francis, good idea!   Perhaps the Holy Father could be persuaded to give pro-life America a break, in fact, and stay out of our politics altogether.  


Really, Holiness, you’ve done enough. It’s time to stop talking.



Filme: "Não Podemos Falar Sobre Terrorismo Islâmico?"



Começou a ser apresentado nos Estados Unidos o filme "Can´t We Talk About This?"  que traz ilustres estudiosos, políticos e líderes descrevendo as ações do terrorismo islâmico e de como a mídia, as organizações internacionais e os políticos não querem falar sobre o assunto. Os produtores do filme mostram até como a própria polícia persegue quem quer denunciar o terrorismo islâmico.Vejam o trailler acima.



O filme é uma produção da AFDI - American Freedom Defense Iniative.

Vejam uma descrição do filme feita pelo site Jihad Watch:

Can’t We Talk About This? The Islamic Jihad Against Free Speech is a shocking new film and follow-up video series detailing the concerted effort by international organizations to compel the U.S. and other Western countries to curtail freedom of speech and criminalize criticism of Islam.
Featuring exclusive interviews with Pamela Geller, Ayaan Hirsi Ali, Geert Wilders, Mark Steyn, Milo Yiannopolous, Raheem Kassam, Robert Spencer, Douglas Murray, Ezra Levant, Lars Vilks, Garland Muhammad cartoon contest winner Bosch Fawstin, and many other heroes of freedom, this web series will be the first ever to expose the war on free speech. It is certain to shock the American public and awaken many. These interviews reveal events at Garland and its aftermath that have never before been made public and demonstrate how far advanced the war on free speech really is.
“In this film, we’re setting the record straight about our Garland free speech event, at which we were not only targeted by Islamic jihadis but apparently by the FBI as well,” Pamela Geller wrote at Breitbart News. “But we’re doing much more as well: we’re telling the whole, as-yet-untold truth about the war on free speech.”


segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Vídeos: Hoje é 11 de Setembro: Que Tal Lembrar a Alegria dos Muçulmanos com a Queda das Torres Gêmeas?







O que se verá no mundo muçulmano se um avião for jogado na Catedral de São Pedro no Vaticano?



Lista de Férias de Ricos na Europa: 1) Contratação de Segurança Armada; 2) Hotel; 3) Passeios.


O jornal New York Post revela como os ricaços passam suas férias na Europa em tempos de terrorismo islâmico. Primeiro eles contratam seguranças armadas, depois eles olham se tem hotéis. As firmas europeias que oferecem segurança armada para turistas não conseguem mais fornecer tanto pois a demanda está muito alta.

Bom,isso explica porque o Brasil recebe tão poucos turistas. A violência aqui é enorme e mais diária que os atos terroristas na Europa e nossos serviços para turistas de muito pior qualidade.

Em todo caso, esses ricaços muitas vezes são os mesmos que defendem por aí que a população deve andar desarmada e que a Europa deve receber cada vez mais imigrantes muçulmanos. Eles devem escrever sobre isso nas redes sociais enquanto estão cercados de seguranças armados.

Vejam o relato do New York Post:

The one percent’s new status symbol: Armed bodyguards on vacation


By Doree Lewak

When Upper East Side dad Michael planned a French getaway for his family this summer, his first move wasn’t to book a hotel. Instead, he contacted armed guards.
Each morning in Paris, Michael (who requested a pseudonym because of privacy concerns), his wife and their 10-year-old son would stroll out of the Hotel George V, where suites can go for $5,000 a night, to meet their personal security detail: two strapping ex-military men who cost $2,000 a day.
“I’m not a worrywart,” said the 38-year-old, who runs a lending fund. “But once you start having kids, [you want] peace of mind against terrorism.”
Wealthy New Yorkers are increasingly turning to hard bodies to protect them during European vacations, particularly in cities such as London, Paris and Berlin that have been hit with high-profile terrorism, say security experts.
“I can’t fill them fast enough,” said CASS Global Security founder Shawn Engbrecht of requests for vacation bodyguards.
Rich people are hiring bodyguards to go to Disney World
“Our summer was huge . . . on the heels of what happened in Paris and London,” said Paul Viollis, CEO of Viollis Group International, a global security firm. “We’ve gotten maybe 20 new clients.”
His firm offers multiple layers of protection — from security drivers and armored vehicles with bulletproof glass to vacation bodyguards. But in the case of a suicide bomber or a truck plowing into a crowd, what can a bodyguard even do?
Engbrecht says it’s all about intel and prevention.
“The venues [where terrorists have struck in these cities] are absolutely predictable. We make sure [the client] is not sitting in an outdoor cafe at [the wrong] times,” based on intelligence gathered from governmental and private contacts, said Engbrecht, who charges up to $1,500 per day per guard. “When we go to Paris, we avoid the large concerts or venues where there are people in a concentrated area. We avoid anything that can be a target.”
Guards are also trained to take down an active shooter, if need be.
“They can’t predict a terrorist attack, but they can advise you to avoid an area where you shouldn’t be,” said Michael.
His team acted as “sweepers,” with one walking in front of the family and one behind. Each day, the guards would go over the family’s itinerary and warn them against vulnerable spots such as the Eiffel Tower on certain days.
“They’re in touch with people there,” said Michael, who deferred to the recommendations.
Popular spots such as museums were done in the early morning, when they were less crowded. “We skirted certain streets — anywhere we didn’t have access to a car within 90 seconds, they advised against,” he said.
So what’s it like traveling with guards 10 to 16 hours a day? “They’re very friendly,” said Michael. “But they don’t sit and eat when you’re eating. They’re posted outside the restaurant.”




sábado, 9 de setembro de 2017

Documentário Norueguês: Homens e Mulheres NÃO São Iguais - O Paradoxo da Igualdade



É um documentário norueguês fantástico em 7 partes que detona com simplicidade e obviedades a "ideologia de gênero".

Assistam a primeira parte acima, com legenda em português. O resto pode ser assistido, clicando aqui.

A Noruega tenta  muito igualar os dois sexos, para isso investe muito dinheiro público, mas os homens continuam homens e as mulhees também.

Agradeço a indicação do documentário ao facebook da Editora Ecclesiae. A editora explicou assim o documentário:

Documentário norueguês abala credibilidade da ideologia de gênero
Teóricos do gênero chegam a afirmar que "não se interessam nem um pouco" pelas pesquisas científicas que os desmentem
Em 2011, um documentário transmitido em rede nacional na Noruega abalou a credibilidade dos defensores da ideologia de gênero nos países da Escandinávia.
O Conselho Nórdico de Ministros, que inclui autoridades da Noruega, da Suécia, da Dinamarca, da Finlândia e da Islândia, determinou a suspensão dos financiamentos até então concedidos ao Instituto Nórdico de Gênero, entidade promotora de ideias ligadas às chamadas “teorias de gênero“. A medida veio após a exibição, em 2010, do filme “Hjernevask” (“Lavagem Cerebral”), que questionava os fundamentos científicos dessas teorias – que, de fato, não passam de teorias sem comprovação empírica. Na Noruega, o documentário gerou intenso debate público sobre essa ideologia, que, mundo afora, Brasil incluso, vem sendo imposta de modo quase inquestionável por programas governamentais amparados em vasto respaldo midiático.
A produção do sociólogo e ator Harald Eia contrapõe as afirmações dos defensores da teoria de gênero com outras de estudiosos das neurociências e da psicologia evolutiva. Enquanto os teóricos do gênero afirmam que não há fundamento biológico nas diferenças de comportamento entre homens e mulheres e que elas se devem meramente a construções sociais, os outros cientistas mostram resultados de testes empíricos que constatam diferenças inatas nas preferências e comportamentos de homens e mulheres.
Os estudiosos das neurociências admitem que a cultura exerce influência nos comportamentos, mas demonstram que os genes são determinantes para algumas condutas. Já os teóricos do gênero afirmam que “não veem verdade” nas pesquisas dos neurocientistas, embora toda a base dos seus estudos de gênero seja apenas teórica e não empírica.
No vídeo, a “filósofa do gênero” Catherine Egeland, uma das entrevistadas, chega a afirmar que “não se interessa nem um pouco” por esse tipo de ciência e que “é espantoso que as pessoas se interessem em pesquisar essas diferenças” (!)


sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Vídeo: Monge Budista: "Todas as Religiões Podem Coexistir, Menos o Islã, Que Destrói Tudo"




Como eu digo no meu artigo "Trying to Catch Deluge" e também no meu livro "Teoria e Tradição da Guerra Justa", no Islã não há: 1) amor ao inimigo (doutrina essencialmente cristã), 2) "Regra de Ouro" (não faça aos outros aquilo que não quer que se faça a você); nem 3) Direito Natural.

No vídeo acima, um monge budista descreve o conflito entre muçulmanos e budistas e afirma que não é possível o convívio pacífico com muçulmanos.

Ele compara os muçulmanos a carpas africanas que se reproduzem rapidamente e têm comportamento violento, comem a si próprias e a outros peixes, e ainda destroem os recursos naturais, mesmo quando são minoria.

O que esse monge diria ao Papa Francisco, a Merkel e a outros líderes europeus que querem importar muçulmanos em milhões?



quinta-feira, 7 de setembro de 2017

A Confusão da Renúncia de Bento XVI. Renunciou à Atividade de Papa, Mas Não ao Papado


Eu considero a renúncia de Bento XVI como um dos maiores erros dos papas da história, possivelmente o maior erro, pois, em simples, ele renunciou a Cristo de forma terrível. Deveria ter seguido exemplo de Celestino V, que renunciou e voltou ao monastério.

Parece que ele renunciou apenas à atividade de papa, mas não ao ofício de papa, o que explicaria ele andar de branco por aí e com anel de papa.

E ainda pior, possivelmente a eleição dele tenha gerado um papa, ou um Antipapa, herético, que é o Papa Francisco. Eleito por uma eleição ilegal.

Tudo isso é muito bem explicado por  David Martin no site Canada Free Press.

Vejamos apenas parte do texto de Martin, abaixo, leiam todo clicando no link

The dubia surrounding Pope Francis’ election


With all the controversy that surrounded the election of Pope Francis upon the resignation of Pope Benedict in 2013, it seems that Catholics may have lost sight of a very key element of this episode, namely, that Benedict XVI never resigned his papal office, but only the active exercise thereof.
On the eve of his resignation, he said: “Anyone who accepts the Petrine ministry no longer has any privacy. He belongs always and completely to everyone, to the whole Church… “The ‘always’ is also a “forever”—there can no longer be a return to the private sphere. My decision to resign the active exercise of the ministry does not revoke this.” (General Audience, February 27, 2013)
According to these words, Benedict XVI remains pope, with no revocation of his office having occurred. According to Church law, a pope must give up “his office” for his resignation to be valid. (Canon 332) Pope Benedict clearly chose to retain his office “forever,” which means he is still pope, which means that Francis cannot be pope, since there cannot be two popes. The late Fatima expert Fr. Nicholas Gruner points this out in a rare video on Benedict XVI’s resignation. If Francis is the pope, then Benedict’s office is revoked, but Benedict insists it was not revoked.

To explain away the papal chimera that was born of the historic 2013 conclave, Archbishop Georg Gänswein who serves as prefect of the Pontifical Household told the press that Benedict XVI’s resignation announcement on February 11, 2013, marked the introduction of a new institution into the Catholic Church: “a de facto enlarged ministry, with both an active and a contemplative member.” He said the Petrine office is now a “common papacy” comprising more than one member, i.e. Benedict and Francis.
Unfortunately, there is no such thing as a “shared papacy,” and Gänswein no doubt must realize that this is an argument used by heretics to undermine the Primacy of Peter, but his explanation to the press apparently was the best he could do to cover for a very embarrassing situation that caused the man he honored to be dethroned.
What it boils down to is that Benedict XVI was forced into abdicating, i.e. to give up the “active ministry,” but this was done under the guise of a resignation so as to not split the Barque asunder with controversy. Credible reports from 2015 indicate that Benedict XVI was coerced into stepping down, which was providentially foreshadowed in Pope Benedict’s inaugural speech of April 24, 2005, when he said: “Pray for me, that I may not flee for fear of the wolves.”
We know from Cardinal Danneels of Brussels that he was part of a radical “mafia” reformist group opposed to Benedict XVI. Danneels, known for his support of abortion, LGBTQ rights, and gay-marriage, said in a taped interview in September 2015 that he and several cardinals were part of this “mafia” club that was calling for drastic changes in the Church, to make it “much more modern,” and that the plan was to have Cardinal Jorge Bergoglio head it.  This infamous clique—which is documented in Austen Ivereigh’s book the Great Reformer—comprised key members of the Vatican “gay lobby” that had clamored for Pope Benedict’s resignation, the same members who stirred up so much chaos at the October 2014-15 Synods on the Family.
Ivereigh’s book brings to light the intense lobbying campaign that was spearheaded by Cardinal Murphy O’Connor to get Cardinal Bergoglio elected as pope. Up to 30 cardinals were involved.  According to Ivereigh, “they first secured Bergoglio’s assent” and then “they got to work, touring the cardinals’ dinners to promote their man.” This was confirmed, in the case of Cardinals Murphy-O’Connor and Cardinal O’Malley, in the Wall Street Journal report from August 6, 2013
As the conclave neared, they held a series of closed meetings, known as congregations, one of which featured Cardinal Bergoglio as the keynote speaker. Ivereigh points out that “because the organizers of his campaign stayed largely below the radar, the Bergoglio bandwagon that began to roll during the week of the congregations went undetected by the media.”
Clearly, there was intense politics and vote canvassing at work in and around the time of the conclave, but this directly violated Pope John Paul II’s Apostolic Constitution Universi Dominici Gregis, which lays down the rules for conducting conclaves. Therein he makes it clear that vote canvassing among cardinal electors is strictly forbidden, and that it *renders the election “null and void.” Key passages are as follows:
81. The Cardinal electors shall further abstain from any form of pact, agreement, promise or other commitment of any kind which could oblige them to give or deny their vote to a person or persons. If this were in fact done, even under oath, I decree that such a commitment shall be null and void and that no one shall be bound to observe it; and I hereby impose the penalty of excommunication latae sententiae upon those who violate this prohibition…
82. I likewise forbid the Cardinals before the election to enter into any stipulations, committing themselves of common accord to a certain course of action should one of them be elevated to the Pontificate. These promises too, should any in fact be made, even under oath, I also declare null and void.
76. Should the election take place in a way other than that prescribed in the present Constitution, or should the conditions laid down here not be observed, the election is for this very reason null and void, without any need for a declaration on the matter; consequently, it confers no right on the one elected.
Clearly, “the conditions laid down” by the Holy Father were not observed, so it’s only proper to say (or to at least consider) that the 2013 election conferred “no right on the one elected.” Should one retort by saying it is up to a committee of bishops to declare this nullity, let him remember the pope’s ruling that vote canvassing renders the election “null and void, without any need for a declaration on the matter.” Universi Dominici Gregis (February 22, 1996) | John Paul II
Bearing this in mind, let us consider now the prophecy of St. Francis of Assisi concerning a future pope. This is found in the Opuscula or Works of St. Francis, which was published by the preeminent Franciscan historian Fr. Luke Wadding in 1621.
Shortly before his death in 1226, St. Francis of Assisi called together the friars of his Order and detailed this prophecy of what was to come upon the Church in the latter days. The following is an excerpt taken from Works of the Seraphic Father St. Francis of Assisi, R. Washbourne, 1882, pp. 248-250, with imprimatur by His Excellency William Bernard, Bishop of Birmingham.
“At the time of this tribulation, a man, not canonically elected, will be raised to the Pontificate, who, by his cunning, will endeavor to draw many into error…. Some preachers will keep silence about the truth, and others will trample it under foot and deny it. Sanctity of life will be held in derision even by those who outwardly profess it, for in those days Jesus Christ will send them not a true pastor, but a destroyer.”
The clearest evidence of “an uncanonically elected pope” would be his success in drawing “many into error.” Because of the perfidious errors that Francis has preached in the name of the Church’s Magisterium, we see Catholics today dignifying adultery, praising Luther, and preaching that we should never try to convert non-Catholics. And whereas some will argue that this heresy is material, and not formal, how do they explain the blatant formal heresy contained in paragraph 297 of Francis’ Apostolic Exhortation Amoris Laetita?
“No one can be condemned forever, because that is not the logic of the Gospel! Here I am not speaking only of the divorced and remarried, but of everyone, in whatever situation they find themselves.” (AL 297)

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Leiam o resto clicando no link.

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Oração de Santo Agostinho ao Espírito Santo para Homenagear Cardeal Caffarra



No dia em que faleceu mais um cardeal que se levantou para defender a Igreja, Cardeal Carlo Caffarra, defendendo o matrimônio, devemos reforçar nossa crença no Espírito Santo. Cardeal Caffarra disse que vivemos a última batalha contra o demônio, pois o demônio agora se infiltra na Igreja para destruir a família cristã, com abortos, casamento gay, etc.

O vídeo acima, que usa a belíssima Catedral de Milão onde Santo Agostinho foi batizado, traz a Oração ao Espírito Santo de Santo Agostinho.

O vídeo diz:

Breathe in me, O Holy Spirit, that my thoughts may all be holy. Act in me, O Holy Spirit, that my work, too, may be holy. Draw my heart, O Holy Spirit, that I love but what is holy. Strengthen me, O Holy Spirit, to defend all that is holy. Guard me, then, O Holy Spirit, that I always may be holy. Amen.


Tradução:

Respirai em mim,
ó Espírito Santo,
para que todos os meus pensamentos
possam ser santos.

Agi em mim,
ó Espírito Santo,
para que meu trabalho
também possa ser santo.

Aproximai-vos do meu coração,
ó Espírito Santo,
para que eu só ame
o que for santo.

Fortalecei-me,
ó Espírito Santo,
para que eu defenda
tudo o que for santo.

Guardai-me, pois,
ó Espírito Santo,
para que eu sempre
possa ser santo.

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Rezemos pela alma de Caffarra, que ele nos inspire e interceda por nós.

Não confiemos no Espírito Santo. Não façamos resistência a Deus.


terça-feira, 5 de setembro de 2017

Papa Francisco como Antipapa


Se alguém me perguntasse como eu definiria o Papa Francisco, eu diria que o Papa Francisco é o papa que não ama os católicos.

Se você lê o que ele costuma dizer em entrevistas, longe dos textos oficiais não escritos por ele, fica claro que ele não ama os católicos ou o catolicismo, e isso por consequência significa que ele não ama Cristo.

Bergoglio já atacou as beatas que rezam os terços nas igrejas,  já atacou católicos leigos que estudam catolicismo, já atacou Cardeais que defendem a doutrina da Igreja, já atacou os bens da Igreja. Ele já falou mal até de Nossa Senhora. E por outro lado, ele costuma elogiar e se inspirar  em todos os que odeiam a Igreja, como muçulmanos, comunistas e abortistas.

Além disso, ele costuma se manifestar nas sombras, recebendo pessoas que atacam a história da Igreja e escrevendo cartas elogiosas a quem quer destruir a doutrina da Igreja.

Finalmente, o desprezo que ele tem pela história e pela doutrina da Igreja é gritante, é aterrorizante. Ele aparenta dizer: "Não sei e tenho raiva de quem sabe" o que significa ser Católico. E assim despreza completamente os ensinamentos de Cristo, defendidos por séculos de tradição.

Hoje, leio mais um artigo que declara que o Papa Francisco é um Antipapa, que o verdadeiro Papa seria ainda Bento XVI.

Em geral, eu não gosto desse tipo de artigo porque despreza o gigantesco erro de Ratizinger, de renunciar ao papado. Talvez tenha sido o maior erro de um papa na história. E assim, ele tem culpa nas confusões feitas por Bergoglio.

Mas aqui vai a argumentação de Jonathan Byrd, que diz que Bergoglio é Antipapa. Byrd é blogueiro do falecido Padre Peter Carota.

O texto é bom porque traz as fontes para se dizer que o Papa Francisco é Antipapa. Serve como base de estudo sobre o tema.

Vejamos o que diz Byrd abaixo:

(Father Peter Carota) was quick to point out things that were contrary to God and didn’t shy away from posting them on this blog.  The most notable one that quickly comes to my mind is his post of: Pope Francis Is Not Saving Souls, But Losing Them.
It seems his entire life was one of stepping on toes and he seemed to be comfortable doing that if he knew what he was saying was Truth.  I don’t believe he would classify what he wrote as Polemics, but they were, most definitely, “hard hitting” and holding nothing back.
It is within this vein, I think the time has come to post something that could be considered Polemic, but in reality, it is not.  The goal of this blog, as Father Carota envisioned, was to help save souls and This continues to be the primary objective.
With that in mind (the good of souls), I think the point has come to publicly comment on Jorge Bergoglio the man that most refer to as Pope Francis.  I do not intend to get into a lengthy discourse concerning him, but to publicly put on record and state my opinion on this matter as I think the time has long since passed and I can no longer be silent on the matter.
In my estimation, for what it is worth, Jorge Bergoglio is an Anti-Pope and Pope Benedict is still the reigning pontiff.  This is a position I have held for at least the last year but wanted to wait for a time to make it publicly.  As time has passed, I have become even more convinced of this.
One of the main line of arguments that is used against those who believe Jorge Bergogio is an Anti-Pope are character attacks against the blogger or person who states the facts.  I have yet to read a clear – concise – rebuttal of any of the bloggers who have raised this.  In fact, it has been quite the opposite which is the usual for Modernists.
I am not going to outline, all of my reasons for my belief, but I will link to others that have done so you can read it for yourself.
I will provide you with four resources that you can view to see the rationale behind this belief.
The first I will point you to is an extremely long post on the RadTrad Thomist site by Fr. Kramer.  You can read that one here.  He goes into great length to show the invalid nature of the resignation of Pope Benedict (with excerpts from his actually address) but also the manifest heresy that come forth from the mouth of Jorge Bergoglio on a seemingly daily basis.
The next one is a shorter post, but the blog also points to the year long battle that it took to come to this conclusion and you can read that one here.
Louie Verrechio at the AKACatholic.com blog has also come out publicly in support of this position.  You read his post here.
And finally, I would like to point out Ann Barnhardt.  She was one of the original bloggers (if not the only one initially) to publicly put this forth and she has several blog posts that are worth reading.
The above bloggers have put together enough on the topic for you to come to a conclusion. There are many more that I could site but they all use the same basic arguments.  I couldn’t say anything else other than what they have already written, so it seems pointless to outline it all over again on this blog.
It still seems surreal to me to have to even make a post like the above. However, these are the times in which we live.  Our Lord said you will know them by their fruit and I can tell you, the fruit is rotten and putrid.
Reading prophecy which has been approved of by our Holy Mother The Church, one gets the impression, that we are living in the times most of them were speaking about.  The outlook, for the long term, is wonderful as we know that Mary’s Immaculate Heart will triumph and she shall crush the head of Satan.  The outlook for the short term is nothing but the pathway to Golgotha. The mystical bride of Christ is heading to her crucifixion.  Luke 18:18 “…But yet the Son of man, when he cometh, shall he find, think you, faith on earth?
I will leave you with a few quotes which seem appropriate.
Saint Vicent Of Lerins once said:
“If one yields ground on any single point of Catholic doctrine, one will later have to yield later in another, and again in another, and so on until such surrenders come to be something normal and acceptable. And when one gets used to rejecting dogma bit by bit, the final result will be the repudiation of it altogether.”
And
“All novelty in faith is a sure mark of heresy.”
And
“True piety admits no other rule than that whatsoever things have been faithfully received from our fathers the same are to be faithfully consigned to our children; and that it is our duty, not to lead religion whither we would, but rather to follow religion whither it leads; and that it is the part of Christian modesty and gravity not to hand down our own beliefs or observances to those who come after us, but to preserve and keep what we have received from those who went before us.”
And
“I cannot sufficiently be astonished that such is the insanity of some men, such the impiety of their blinded understanding, such, finally, their lust after error, that they will not be content with the rule of faith delivered once and for all from antiquity, but must daily seek after something new, and even newer still, and are always longing to add something to religion, or to change it, or to subtract from it!”
And Finally…
“What, then, shall a Catholic Christian do … if some novel contagion attempt to infect no longer a small part of the Church alone but the whole Church alike? He shall then see to it that he cleave unto antiquity, which is now utterly incapable of being seduced by any craft or novelty.”



segunda-feira, 4 de setembro de 2017

O Cardeal que Elegeu Papa Francisco, Segundo livro de Catherine Pepinster


O livro (capa acima) só vai estar disponível em novembro, mas o jornal inglês The Telegraph fez uma reportagem ontem sobre uma parte do livro que diz que o cardeal Cormac Murphy-O'Connor foi o cardeal que arrumou os votos para eleger seu amigo, cardeal Jorge Bergoglio. Murphy O'Connor morreu na semana passada.

Antes do Conclave, Murphy-O'Connor fez uma recepção na embaixada britânica em Roma, que supostamente era para convidar todos os cardeais do commonwealth (comunidade de nações ou comunidade britânica, que tem 52 países, com destaque para Canadá e Austrália).

Para esse jantar, no entanto, Murphy-O'Connor não convidou alguns cardeais conservadores, como o cardeal Pell da Austrália e cardeal Ouellet do Canadá.

Nesse jantar, Murphy-O'Connor fez lobby para Bergoglio.

Além de ser de linha esquerdista, Murphy-O'Connor teria detestado a eleição de Ratizinger e usou todos os seus conhecimentos de política do Vaticano para eleger um cardeal da sua linha. Foi com o discurso de que o Vaticano não pode mais ter um papa conservador que ele fez lobby para Bergoglio.

Murphy-O'Connor e Bergoglio teriam se tornado amigos, quando foram eleitos para serem cardeais no mesmo dia, pelo Papa João Paulo II.

Depois de eleito, Bergoglio teria dito "tuo e colpevole" (você é o culpado) para Murphy-O'Connor. É dito que os cardeais arregimentados por Murphy-O'Connor foram essenciais para eleger Bergoglio.

Bom que se diga que a lei canônica proíbe lobby e conluio para se eleger um papa.




sábado, 2 de setembro de 2017

Espiritismo Nega Bíblia, Trindade, Jesus Cristo, Nossa Senhora, Crucificação, Juízo Final...


Sensacional, o texto sobre o Espiritismo do Frei Boaventura Kloppenburg, disponibilizado no site do Padre Paulo Ricardo. Leiam. Divulguem. Eu considero o espiritismo uma verdadeira erva daninha brasileira.

Vou colocar aqui um resumo, leiam todo no site do Padre Paulo Ricardo.


O espiritismo tem alguma coisa a ver com o Evangelho de Cristo?

Da Santíssima Trindade à fé na Igreja, da divindade de Cristo ao juízo final, o espiritismo renuncia a praticamente todo o credo cristão. Em que consiste, pois, seu anunciado “cristianismo”?

Por Frei Boaventura Kloppenburg 
No Brasil, o movimento criado por Allan Kardec (AK) é mantido e divulgado pela Federação Espírita Brasileira, fundada em 1884, que a propõe sistematicamente não apenas como "a religião", mas também como "espiritismo cristão" [...].
Embora o próprio AK jamais tenha usado esta expressão, tomada de J. B. Roustaing (1865), ofereceu-lhe, no entanto, um bom fundamento para isso quando proclamou que o espiritismo é a realização das promessas de Jesus Cristo acerca do Consolador e a apresentou como "a Terceira Revelação" [...]. Em O Evangelho segundo o espiritismo (cito agora a 90.ª ed., p. 59) escreve AK: "Assim como o Cristo disse: 'Não vim destruir a lei, porém cumpri-la', também o espiritismo diz: não venho destruir a lei cristã, mas dar-lhe execução. Nada ensina em contrário ao que ensinou o Cristo".
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Veremos agora como se fez esta fundamental operação libertadora:
1) A revelação divina. — Para a generalidade dos cristãos de todos os tempos, sejam eles católicos, ortodoxos ou protestantes, os livros da Sagrada Escritura são divinamente inspirados. É um princípio inconcusso ("dogma") dos cristãos. No credo espírita de AK não entra este ponto fundamental. Jamais o afirma em nenhuma de suas obras. Mas com freqüência se compraz em mostrar o que ele considera absurdos e contradições da Bíblia. No órgão oficial da Federação Espírita Brasileira, Reformador, janeiro de 1953, p. 23, encontramos a posição bem definida dos nossos espíritas perante a Bíblia: "Do Velho Testamento já nos é recomendado somente o Decálogo e do Novo Testamento apenas a moral de Jesus; já consideramos de valor secundário, ou revogado e sem valor algum, mais de 90% do texto da Bíblia. Só vemos na Bíblia toda um livro respeitável pelo seu valor cultural, pela força que teve na formação cultural dos povos do Ocidente". [...]
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2) A doutrina sobre Deus. — Os conceitos de AK sobre a existência de Deus e seus atributos coincidem de fato com a doutrina cristã. Duas vezes, em seus escritos, AK se refere expressamente ao panteísmo, para rejeitá-lo ( O livro dos espíritos, 22.ª ed., p. 53; Obras póstumas, 10.ª ed., p. 179). E contra os panteístas chega a afirmar positivamente uma nítida distinção entre Deus e o Universo, acusando o panteísmo de "confundir o Criador com a criatura"; e, por isso, declara inequivocamente: "As obras de Deus não são o próprio Deus" (O livro dos espíritos, p. 54). Não obstante, por vezes tem expressões com sabor panteísta. Assim quando diz que "ignoramos" se a inteligência é uma "emanação da Divindade" (O livro dos espíritos, p. 56); ou quando o "fluido universal" toma qualidades panteístas; ou quando esclarece que os espíritos "se acham mergulhados no fluido divino" (cf. A gênese).
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3) A Santíssima Trindade. — Todos os cristãos, católicos, ortodoxos e protestantes, professam sua fé na Santíssima Trindade. É o mistério central da fé e mensagem cristã, desde os primórdios do cristianismo. Mas o credo espírita proposto por AK desconhece totalmente a Santíssima Trindade. A posição de AK, no conjunto de suas obras, é de absoluto e sistemático silêncio com relação a esta doutrina cristã. Seu silêncio era apenas oportunista. Na realidade, em seu sistema de pensamento não cabia este mistério cristão, não só porque para ele "absolutamente não há mistérios" ( Obras póstumas, p. 201), mas porque não há lugar para uma intensa vida divina intratrinitária, dado que, segundo AK, o Deus que não cria incessantemente, desde toda a eternidade, seria um Deus solitário e ocioso (cf. O livro dos espíritos, p. 56).
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4) A doutrina sobre Jesus. — Professam os cristãos que Jesus é verdadeiramente Deus e verdadeiramente homem. A afirmação da divindade de Jesus é fundamental para a fé cristã. Mas este Jesus não entra no credo espírita formulado por AK. Ele nos deixou entre suas Obras Póstumas um "Estudo sobre a natureza de Cristo", de 41 páginas, todo ele tendenciosamente orientado para provar que Jesus não era Deus. Com este objetivo nega, sucessivamente, o valor dos milagres, das palavras de Jesus, da opinião dos Apóstolos e das profecias messiânicas.
Mas nos dias de AK surgiu um advogado de Bordéus chamado João Batista Roustaing, que teve seu primeiro contato com o espiritismo em 1861 e em 1865 publicou sua obra: Espiritismo Cristão ou Revelação da Revelação, em três volumes. Sua tese central: o corpo de Jesus não era real, de carne e osso, mas aparente e meramente fluídico. Repetia o docetismo do primeiro século cristão. Sua tese não foi aceita por AK. Mas no Brasil a Federação Espírita, desde sua fundação, propaga a obra de Roustaing. Bittencourt Sampaio, Sayão, Bezerra de Menezes, Guillon Ribeiro e outros conhecidos dirigentes da Federação Espírita são rusteinistas professos. Guillon Ribeiro, que foi presidente da Federação em 1920-1921 e de 1930 a 1943 e tradutor das obras de AK, compendiou a cristologia espírita no título que deu ao livro: Jesus, nem Deus nem homem, reeditado e divulgado pela Federação Espírita.
5) A doutrina sobre a redenção. — "É pelo sangue de Jesus Cristo que temos a redenção, a remissão dos pecados, segundo a riqueza de sua graça que ele derramou profusamente sobre nós", explicava São Paulo ( Ef 1, 7). Nossa redenção pela paixão, morte e ressurreição de Jesus é outra verdade fundamental da fé cristã. Nisso consiste propriamente a "boa nova" ou o "evangelho". Mas nem esta verdade tão central entra no credo espírita de AK. Segundo ele cada um deve ser seu próprio redentor através do sistema das reencarnações.
Por isso no espiritismo a soteriologia (ou doutrina sobre a redenção ou salvação do homem) é deslocada da cristologia para a antropologia. Leão Denis ( foto acima) o enuncia cruamente quando escreve: "Não, a missão de Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. É o que os espíritos, aos milhares, afirmam em todos os pontos do mundo" ( Cristianismo e Espiritismo, p. 88). E o Reformador, órgão máximo da propaganda reencarnacionista no Brasil, ensina em seu número de outubro de 1955 (p. 236): "A salvação não se obtém por graça nem pelo sangue derramado por Jesus no madeiro", mas "a salvação é ponto de esforço individual que cada um emprega, na medida de suas forças".
Daí esta doutrina de AK: "Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes" ( O céu e o inferno, 16.ª ed., p. 88). Ele reconhece a necessidade e o valor do arrependimento; mas este arrependimento não basta ao pecador para obter o perdão divino. Segundo ele, a contrição é apenas o início da expiação e tem como conseqüência o desejo de "uma nova encarnação para se purificar" (O livro dos espíritos, p. 446).
...
6) A doutrina sobre a Igreja. — "Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica." É a profissão cristã. Nem esta profissão entra no credo espírita. Com a negação da doutrina cristã sobre a redenção e santificação dos homens, contestam-se conseqüentemente também todos os meios instituídos por Jesus Cristo para a salvação e santificação.
  • A começar pelo Batismo. Jesus mandou aos Apóstolos ir pelo mundo inteiro, ensinar a todos tudo quanto ele lhes ordenara, batizando a todos "em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo" (Mt 28, 19-20), esclarecendo: "Aquele que crer e for batizado será salvo; o que não crer será condenado" (Mc 16, 16). No Brasil, os espíritas, fiéis à doutrina codificada por AK, já não batizam nem fazem batizar seus filhos. Nem teria sentido. Pois é pelas reencarnações que os homens devem alcançar a perfeição.
  • Na última ceia Jesus instituiu a Eucaristia e ordenou aos Apóstolos: "Fazei isto em minha memória" (Lc 22, 19). Mas os espíritas não o fazem. Nem teria sentido. Pois, segundo eles, o mistério pascal não tem valor de sacrifício pelos pecados dos homens.
  • Jesus disse aos apóstolos: "Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados" (Jo 20, 23). Mas os espíritas não procuram receber o perdão divino que lhes é generosamente oferecido. Nem teria sentido. Pois somente mediante as reencarnações se alcança o perdão.
  • Jesus disse a Pedro: "Tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. Eu te darei as chaves do reino dos céus e o que ligares na terra será ligado nos céus e o que desligares na terra será desligado nos céus" (Mt 16, 18-19). Mas os espíritas não dão nenhuma importância nem a Pedro e seus sucessores, nem à Igreja que Jesus dizia "sua", nem ao poder das chaves que o Senhor Jesus entregou ao chefe do colégio apostólico.
  • Jesus declarou aos Apóstolos: "Quem vos ouve a mim ouve, quem vos despreza a mim despreza, e quem me despreza, despreza aquele que me enviou" (Lc 10, 16). Para os espíritas tudo isso já está superado. Pois eles vão receber as orientações dos espíritos que baixam em seus centros.
Proclamando a nulidade dos sacramentos, quer AK que o espiritismo não tenha "nem culto, nem rito, nem templos" ( Obras póstumas, p. 235). E o Conselho Federativo Nacional dos espíritas, em sua reunião de 5 de julho de 1952, declarou, "por unanimidade, que o espiritismo é religião sem ritos, sem liturgia e sem sacramentos". Proclama-se assim a total inutilidade da Igreja, que será substituída pelo espiritismo. No livro Depois da Morte (p. 80), profetiza Leão Denis: "Chegará a ocasião em que o catolicismo, seus dogmas e práticas não serão mais do que vagas reminiscências quase apagadas da memória dos homens, como o são para nós os paganismos romanos e escandinavos".
Não seria difícil continuar a lista de negações. Assim, para dar apenas mais alguns exemplos, o espiritismo:
  • nega a criação da alma humana;
  • recusa a união substancial entre corpo e alma;
  • afirma que não há anjos e demônios;
  • repudia os privilégios de Maria Santíssima;
  • não admite o pecado original;
  • contesta a graça divina;
  • abandona toda a doutrina do sobrenatural;
  • rejeita a unicidade da vida humana terrestre;
  • ignora o juízo particular depois da morte;
  • não concede a existência do purgatório; ridiculariza o inferno; reprova a ressurreição da carne;
  • e desdenha o juízo final.
Em uma palavra: renuncia a todo o credo cristão. Em que consiste, pois, seu anunciado "cristianismo"? Tudo é simplesmente reduzido à aceitação de alguns princípios morais do Evangelho, tal como AK aprendera em sua juventude, no Instituto de Pestalozzi, em Yverdun, na Suíça. Seu manual "cristão" é unicamente O Evangelho segundo o Espiritismo, "com a explicação das máximas morais do Cristo em concordância com o espiritismo e suas aplicações às diversas circunstâncias da vida", que AK publicou em 1864.