São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus: “Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?" São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
quinta-feira, 31 de julho de 2025
Cardeal Newman: Doutor da Igreja?
terça-feira, 29 de julho de 2025
O Caso João XXII: Papa Herético Condenado por Teólogos e Igreja Apoiou Teólogos
O papa Francisco ainda não morreu, muito por conta das vacilantes posições do papa Leão XIV, que ainda não disse a que veio. Então, a nova onda que vejo no X é ainda o velho debate se Francisco foi herético ou não. De um lado aqueles que defendem que um papa não pode ser herético e do outro aqueles que mostram os casos históricos e provam o contrário.
Hoje, Roberto De Mattei, teólogo especialista em Igreja, escreveu sobre o caso Papa João XXII (1316-1334) que tentou uma heresia e foi condenado por teólogos por isso. No fim, a Igreja ficou do lado da posição dos teólogos. O papa teve que se retratar. Que mostra que a verdade da Igreja e de Cristo não está necessariamente com o papa do momento.
No caso de Francisco, creio que os teólogos terão muito mais facilidade de provar heresias em palavras e atos de Francisco. A questão herética de João XXII é muito mais obscura, os erros de Francisco são completamente evidentes. O que mostra que os cardeais e os líderes católicos de nossa época são bem mais fracos do que os da época de João XXII, pois silenciam. Na época de João XXII cardeais, teólogos e mesmo reis resistiram à heresia de João XXII.
A descrição histórica de De Mattei mostra que a Igreja por vezes depende de um simples rei, de um simples cardeal, ou de um leigo.
Mas vejamos o texto de Roberto de Mattei. Traduzo abaixo:
UM PAPA QUE CAIU NA HERESIA, UMA IGREJA QUE RESISTIU: João XXII e a Visão Beatífica
por Roberto de Mattei
Entre as verdades mais belas e misteriosas da nossa fé está o dogma da Visão Beatífica das almas no Céu. A Visão Beatífica consiste na contemplação imediata e intuitiva de Deus, reservada às almas que passaram para a vida após a morte em estado de Graça e foram completamente purificadas de toda imperfeição. Esta verdade de fé, enunciada na Sagrada Escritura e confirmada ao longo dos séculos pela Tradição, é um dogma irreformável da Igreja Católica. O novo Catecismo reafirma isso no n.º 1023: “Aqueles que morrem na graça e na amizade de Deus e são perfeitamente purificados, vivem para sempre com Cristo. São como Deus para sempre, pois ‘o veem como Ele é’ (1Jo 3,2), ‘face a face’ (1Cor 13,12).
No início do século XIV, um Papa, João XXII, contestou essa tese em seu magistério ordinário e caiu na heterodoxia. Os católicos mais fervorosos da época o corrigiram publicamente. João XXII – escreveu o Cardeal Schuster – “tem as mais graves responsabilidades perante o tribunal da história (...), pois ‘ofereceu a toda a Igreja o espetáculo humilhante dos príncipes, do clero e das universidades guiando o Pontífice pelo caminho correto da tradição teológica católica, colocando-o na difícil situação de ter que se contradizer’”. (Alfredo Idelfonso Schuster o.s.b. Jesus Cristo na História Eclesiástica, Editora Beneditina, Roma 1996, pp. 116-117).
João XXII, cujo nome verdadeiro era Jacques Duèze, foi eleito para o trono papal em Lyon em 7 de agosto de 1316, após uma sede vacante de dois anos após a morte de Clemente XV. Ele se viu diante de um período turbulento na história da Igreja, entre a "rocha" do rei francês, Filipe, o Belo, e a "posição difícil" do imperador, Luís IV, o Bávaro, ambos adversários do Primado de Roma. Assim, para reafirmar a supremacia do Romano Pontífice contra os audaciosos galicanos e os tortuosos secularistas, o agostiniano Agostinho Trionfo (1243-1328), por ordem do Papa, compôs sua Summa de ecclesiastica potestate entre 1324 e 1328.
João XXII, porém, entrou em conflito com a Tradição da Igreja em um ponto de importância primordial. Em três sermões que proferiu na Catedral de Avignon, entre 1º de novembro de 1331 e 5 de janeiro de 1332, sustentou a opinião de que as almas dos justos, mesmo após sua perfeita purificação no Purgatório, não desfrutavam da Visão Beatífica de Deus. Somente após a ressurreição da carne e o julgamento geral seriam elevadas por Deus à glória. Colocadas “sob o altar” (Apoc. 6,9), as almas dos santos seriam consoladas e protegidas pela Humanidade de Cristo, mas a Visão Beatífica seria adiada até a ressurreição de seus corpos e o juízo geral (Marc Dykmans, em Les sermons de Jean XXII sur la vision beatifique, Universidade Gregoriana, Roma 1973, publicou os textos completos dos sermões pronunciados por João XXII; cf. também Christian Trottman, La vision béatifique. Des disputes scolastiques à sa définition par Benoit XII, École Française de Rome, Roma 1995, pp. 417-739).
O erro segundo o qual a Visão Beatífica da Divindade seria concedida às almas não após o primeiro julgamento, mas somente após a ressurreição da carne, era antigo, mas já no século XIII havia sido refutado por São Tomás de Aquino, principalmente em De veritate (q. 8, a. 1) e na Summa Theologica (I, q. 12, a. 1). Quando João XXII repropôs esse erro, foi abertamente criticado por muitos teólogos. Entre os que intervieram no debate, estavam Guilherme Durand de Saint Pourcain, Bispo de Meaux (1270-1334), que acusou o Papa de repropor as heresias cátaras; o dominicano inglês Thomas Waleys (1318-1349), que, como resultado de sua resistência pública, foi julgado e preso; o franciscano Nicola da Lira (1270-1349) e o Cardeal Jacques Fournier (1280-1342), teólogo pontifício e autor do tratado De statu animarum ante generale iudicium.
Quando o Papa tentou impor essa doutrina errônea à Faculdade de Teologia de Paris, o Rei da França, Filipe VI de Valois, proibiu seu ensino e, segundo relatos do Chanceler da Sorbonne, Jean Gerson [chegou] ao ponto de ameaçar João XXII com a fogueira se ele não se retratasse. Os sermões de João XXII "totus mundum christianum turbaverunt", assim disse Tomás de Estrasburgo, Mestre dos Eremitas de Santo Agostinho (em Dykmans, op. cit., p. 10).
Na véspera da morte de João XXII, ele declarou que se expressara simplesmente como um teólogo particular, sem qualquer vínculo com o magistério que detinha. Giovanni Villani relata em sua Crônica a retratação que o Papa fez sobre sua tese em 3 de dezembro de 1334, um dia antes de sua morte, a pedido do Cardeal Dal Poggetto, seu sobrinho e alguns outros parentes.
Em 20 de dezembro de 1334, o Cardeal Fournier foi eleito Papa, assumindo o nome de Bento XII (1335-1342). O novo Pontífice quis encerrar a questão com uma definição dogmática, a constituição Benedictus Deus de 29 de janeiro de 1336, onde assim se expressa: “Nós, com autoridade apostólica, definimos o seguinte: Segundo a disposição geral de Deus, as almas de todos os santos [...] já antes de retomarem seus corpos e antes do juízo geral, estiveram, estão e estarão com Cristo no céu [...] e essas almas viram e veem a essência divina com uma visão intuitiva e até mesmo face a face, sem a mediação de qualquer criatura.” (Denz-H, n. 1000). Tratava-se de um artigo de fé mencionado novamente em 6 de julho de 1439, pela Bula Laetentur coeli, no Concílio de Florença (Denz-H, n. 1305).
Após essas decisões doutrinárias, a tese sustentada por João XXII deve ser considerada formalmente herética, mesmo que, naquela época, o Papa sustentasse que ela ainda não estava definida como dogma de fé. São Roberto Belarmino, que tratou amplamente desta questão em De Romano Pontifice (Opera omnia, Venetiis 1599, Livro IV, cap. 14, col. 841-844), escreve que João XXII apoiou uma tese herética, com a intenção de impô-la como verdade aos fiéis, mas morreu antes de poder definir o dogma, sem, portanto, minar o princípio da infalibilidade pontifícia com seu comportamento.
O ensinamento heterodoxo de João XXII foi certamente um ato de magistério ordinário em relação à fé da Igreja, mas não infalível, pois era desprovido de natureza definidora. Se tivéssemos que aplicar à letra a Instrução Donum Veritatis (24 de maio de 1990), este ensinamento autêntico, ainda que não infalível, teria que ser acolhido como um ensinamento dado por Pastores que, através da Sucessão Apostólica, falam “com o dom da verdade” (Dei Verbum n. 8), “dotados pela autoridade de Cristo” (Lumen Gentium, n. 25), “pela luz do Espírito Santo” (ibidem). Sua tese teria exigido o grau de adesão denominado “oferecer a plena submissão da vontade e do intelecto, enraizada na confiante assistência divina ao magistério” e, portanto, “dentro da lógica da fé, sob o impulso da obediência à fé”. (Monsenhor Ocariz “Osservatore Romano”, 2 de dezembro de 2011).
Os defensores da ortodoxia católica, em vez de resistirem abertamente às doutrinas heréticas do Papa, teriam que se curvar ao seu "magistério vivo", e Bento XII não teria que opor à doutrina de seu predecessor o dogma de fé que declarava que as almas dos justos, após a morte, desfrutam da Essência Divina com visão intuitiva e direta. Mas, graças a Deus, alguns bons teólogos e prelados da época, movidos por seu sensus fidei, recusaram publicamente seu assentimento à autoridade suprema. Uma verdade importante de nossa fé pôde, assim, ser conservada, transmitida e definida.
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Rezemos pela Igreja.
segunda-feira, 28 de julho de 2025
Economistas com Modelo Matemático: O Vaticano II Desencadeou Forte Declínio de Fiéis Mudialmente.
Dr. Robert J. Barro é economista da Universidade de Harvard. Dr. Edgard Dewitte é professor da Universidade de Oxfrod e Dr. Laurence Iannaccone é professor da Universidade Chapman.
Realmente, vale muito à pena a leitura. Especialmente, pela hierarquia católica, após o mais radical fruto do Vaticano II: papa Francisco.
O texto é uma análise bem completa, mas não tenho nenhum tempo para a leitura do momento, a não ser que fosse pago para isso, hehehe. Aqui vai o link para o texto completo.
Vou traduzir aqui o resumo do artigo feito pelos autores, um pequeno trecho destacado pelo site Rorate Caeli sobre o Vaticano II, e a parte da conclusão do texto que trata do Vaticano II.
Resumo:
A taxa de frequência a serviços religiosos é uma variável importante para a sociologia e a economia da religião, mas dados globais e de longo prazo são escassos. Questões retrospectivas do Programa Internacional de Pesquisa Social (ISSP) permitem a construção de taxas de frequência a serviços religiosos que remontam à década de 1920 em 66 países, metade dos quais do "Sul Global". Diversas verificações comprovam a confiabilidade das informações retrospectivas. Um exercício demonstra a consistência entre dados retrospectivos e contemporâneos de pesquisas quando os dois se sobrepõem. Outro procedimento mostra que os valores retrospectivos são semelhantes quando gerados a partir de pesquisas individuais do ISSP para 1991,1998, 2008 e 2018; ou seja, não há uma dependência clara da memória em relação ao número de anos de recordação. Os novos dados documentam uma "Grande Divergência Religiosa" de um século entre o Norte e o Sul. Usamos os dados para realizar estudos de eventos para avaliar os efeitos na frequência a serviços religiosos de dois grandes eventos. O Vaticano II, entre 1962 e 1965, desencadeou um declínio na frequência católica mundial em relação à de outras denominações. Em contraste, o fim do comunismo no início da década de 1990 não afetou sistematicamente a frequência aos serviços religiosos. Por fim, em uma amostra ampla, a frequência aos serviços religiosos responde positivamente a guerras e depressões.
Parte do Artigo sobre Vaticano II:
Utilizando um delineamento de estudo de eventos, constatamos que as taxas de frequência a serviços religiosos em países predominantemente católicos começaram a diminuir em relação às de todos os outros países e às de outros países cristãos precisamente após o Vaticano II. Esse resultado se aplica à frequência de adultos e crianças a serviços religiosos e também se aplica quando se utiliza a proporção de adeptos católicos de um país como medida contínua da exposição do país. No geral, a taxa de frequência relativa católica caiu quatro pontos percentuais por década entre 1965 e 2015. Esse padrão é consistente com a religião modelada como um bem de clube (Iannaccone [1992]) e com a visão de que o Vaticano II destruiu a percepção de uma Igreja imutável e defensora da verdade (Greeley [2004], MacCulloch [2010]). De forma mais geral, esses resultados podem explicar por que muitas autoridades religiosas relutam em modernizar sua doutrina ou reduzir as barreiras à participação religiosa.
Conclusão:
A principal contribuição deste estudo é utilizar as questões retrospectivas do ISSP para construir medidas de longo prazo das taxas de frequência a serviços religiosos de adultos e crianças em 66 países, metade deles fora do Ocidente. Esses dados remontam a 1920. Geramos taxas de frequência mensais e semanais, discriminadas por gênero e por adultos versus crianças. Acreditamos que esses dados serão úteis para muitos pesquisadores em sociologia e economia da religião.
Já constatamos que eles permitem análises de importantes questões pendentes relativas aos determinantes das taxas de frequência a serviços religiosos: o Concílio Vaticano II, encerrado em 1965, teve grandes efeitos negativos nas taxas de frequência a serviços religiosos de adultos por católicos; enquanto o fim do comunismo em 16 países no início da década de 1990 não mostra efeitos claros na frequência a serviços religiosos de adultos.
segunda-feira, 21 de julho de 2025
Se a Teoria da Evolução é FALSA, por que ela é Adotada?!
sexta-feira, 18 de julho de 2025
Israel, Cristãos e Drusos
As forças de Israel bombardearam a única igreja católica na Faixa de Gaza, a Igreja da Sagrada Família, no último dia 17. O bombardeio matou três e deixou 10 feridos.
Os patriarcas das igrejas cristãs de Jerusalém denunciaram como um crime contra um local de fé que abrigava desabrigados, especialmente crianças.
Entre aqueles que denunciam Israel, destaca-se o Cardeal Pizzaballa, que questionou a sinceridade das palavras do Primeiro-Ministro Netanyahu, que atribui o ataque a um erro.
Israel disse que foi um erro de um tanque.
O tiro atingiu a Igreja mas não derrubou a cruz, o que foi visto como um sinal pelo padre Vierling.
Trump ligou também para Netanyahu, condenou também o ataque e reiterou a necessidade de cessar fogo.
A primeira-ministra da Itália também condenou os ataques.
Recentemente, eu li que o cardeal Pizzaballa estava também condenando "terroristas israelitas" por atacarem um igreja na cidade de Taybeh (ou Tayibe) na Cisjordânia. Achei que ele fez uma mensagem bem forte. Ele isolou os israelitas e disse que a cidade é o ultimo reduto totalmente cristão. Fiquei um pouco desconfiado de uma cidade cristã na Cisjordânia. O Grok nega que seja uma cidade crisrã, diz que é muçulmana. Pode ser um erro de tradução. E eu não conheço Israel, muito menos a região da Cisjordânia.
Além desse ataque à Igreja Católica na Faixa de Gaza, Israel atacou a Síria, supostamente para proteger a seita muçulmana dos Drusos, que não é aceita nem por sunitas, nem por xiitas. Outeos dizem que o ataque é uma tentativa de criar o "Grande Israel", invadindo terras.
Mas vi que um membro do clero católico da Síria aplaudiu a ação de Israel e pede para que Israel derrote os terroristas islâmicos. Enquanto os muçulmanos sunitas sírios se armam para expulsar os drusos.
O arcebispo Viganò, enquanto isso, diz que Israel é um estado terrorista.
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A relação entre judeus e cristãos é naturalmente longuíssima. A crise entre essas duas religiões está mesmo escrita na Bíblia e nas palavras de Cristo, ao mesmo tempo em que Ele disse que não ia tirar nenhum ponto do i do Velho Testamento, de ter nascido dentro da família de Davi, de ter dito que veio inicialmente para o "povo de Israel" e não para "os cachorrinhos", Cristo atacou verbalmente e mesmo com chicote os judeus e disse que o povo escolhido não servia mais.
Os judeus foram os primeiros a perseguir os cristãos na história. Isso está descrito na Bíblia e nos livros judeus. E seguramente há alguns grupos de judeus que até hoje perseguem e odeiam cristãos.
Mas depois de 1948, como os cristãos devem pensar o Estado de Israel? Se é que podemos confundir o Estado de Israel com a política de Netanyahu, ou com o judaismo.
Difícil assunto. Mas, sim, algumas ações do Estado de Israel são puramente terroristas, enquanto outras ações lutam contra o terrorismo islâmico que mata até bebês inocentes. Os judeus são inimigos da fé ou são parceiros contra o terror muçulmano, que é tanto anti judeu como anti cristão?
O que é o Judaísmo hoje em dia? Como é o Judaísmo dentro e fora do Estado de Israel?
Muitas pessoas querem discutir esse assunto à luz da escatologia católica ou das profecias da Igreja. Justo. Mas eu costumo dizer que meu cérebro é muito limitado, não consigo entender o pensar de Deus, que é eterno e bem mais justo. Tanto a escatologia cristã como as profecias ultrapassam em muito o que posso compreender. Por isso, me concentro em fatos históricos e do momento.
Detesto parecer estar em cima do muro. Mas este não é um assunto que eu me dedique profissionalmente e é muito difícil, por isso evito conclusões.
terça-feira, 15 de julho de 2025
Padre René de Naurois - Padre, Capelão de Guerra Condecorado e "Mais Justo entre as Nações"
domingo, 13 de julho de 2025
Inteligência Artificial Geral e Super Inteligência Artificial
Primeiro definições:
AGI (Inteligência Artificial Geral): AGI refere-se a um tipo de inteligência artificial capaz de realizar qualquer tarefa intelectual que um humano possa realizar. Ela possui habilidades cognitivas gerais, permitindo-lhe aprender, raciocinar e se adaptar em diversos domínios sem se limitar a tarefas específicas. AGI pode compreender e resolver problemas de forma flexível e semelhante à humana, igualando ou superando a inteligência humana na maioria das áreas.
ASI (Superinteligência Artificial): ASI é um nível hipotético de inteligência artificial que supera a inteligência humana em todos os aspectos, incluindo criatividade, resolução de problemas e inteligência emocional. ASI não apenas se destacaria em domínios específicos, mas também possuiria capacidades cognitivas superiores, potencialmente levando a um rápido autoaperfeiçoamento e inovação além da compreensão humana.
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A ética deles é a mesma: superar o ser humano em tudo. O ser humano torna-se desnecessário.
Produtividade e criatividade exponenciais.
Nova Torre de Babel.
O mundo está bem perto do AGI. Dizem que, depois do AGI, o ASI será um pulo muito rápido, não leva nem meses.
Hoje já temos melhores diagnósticos médicos feitos por IA e decisões jurídicas feitas por IA diariamente.
O que devemos ensinar nossos filhos se a própria IA já se autoestimula e melhora sua programação?
Rezemos.
sábado, 12 de julho de 2025
Chesterton, Papa Francisco e os Pobres.