terça-feira, 18 de agosto de 2015

Um Cardeal disse a Verdade sobre a Imigração Muçulmana na Europa


Qualquer um que já viveu na Europa sabe que a presença dos muçulmanos altera fortemente a cultura da região e que eles, na grande maioria, não se misturam com a população. Isto é fato.Qualquer um consegue ver o risco cultural de se receber muitos imigrantes muçulmanos. O impacto cultural já é enorme em países como França, que tem a maior população muçulmana da Europa, onde há cidades com bairros inteiros dominados pelos muçulmanos, onde impera a lei islâmica, onde a justiça comum e a polícia não entram. Da mesma forma, acontece em cidades como Londres e Berlim.

O site Manhound Paradise lembrou as palavras de um cardeal italiano, chamado Giacomo Biffi, que falou exatamente sobre o risco cultural islâmico.

Biffi publicou um relatório em 2000 sobre o assunto, condenando a imigração exagerada e sem critérios religiosos.

Sobre o caso dos muçulmanos, ele disse, antes dos ataques às torres gêmeas de Nova Iorque:

The case of the Muslims
It is obvious that the case of Muslims must be treated separately. And it is to be hoped that the people in charge will not be afraid to confront it with eyes wide open and no delusions.
Muslims—the vast majority of them, with few exceptions—come here determined to remain foreign to our “humanity,” whether individual or in groups, in what is most essential to it, most precious and most “secularly” indispensable: more or less openly they come to us determined to remain substantially ‘different,’ in the expectation of substantially remaking us into something similar to them.

They have a different kind of food (not much of a problem in of itself), a different holiday, family laws that are incompatible with ours, a concept of women vastly different from ours (to the point of polygamy). Above all they have a rigorously fundamentalistic view of public life, so much so that the perfect interpenetration between religion and politics is a part of their indubitable and unrenounceable faith, even if they are wise enough to wait until they are a numerical majority before imposing it on us.    

So it is not the men of the Church but the modern states of the West who must do some wise book-keeping in this regard. Further, if our State really believes in the importance of civil liberties (among which is religious freedom) and in democratic principles, it should work on spreading them, having them practiced and accepted more and more, everywhere. A little tool which could be of use to achieve this purpose could be “reciprocity,” a request that this not be just an empty word in the countries of origin of the immigrants who come here. [….]

However foreign to our mentality and even paradoxical it may seem, the only effective way of promoting the “principle of reciprocity” on the part of a truly “secular” State wishing to spread human liberties would be for the authorized institutions to allow  to Muslims here only what Muslim countries actually allow to others over there.

É isso, ele viu que os muçulmanos têm uma visão completamente diferente de família, de mulher, de democracia, de política e de religião. E que não se misturam com os cristãos.

Por que este assunto é importante hoje?  Porque muitos muçulmanos fogem de áreas de conflito e tentam chegar na Europa, que já tem uma enorme quantidade de muçulmanos, onde há países europeus que constroem mais mesquitas que igrejas cristãs.

Muitos muçulmanos que fogem, acabam morrendo no mar, o que é uma desgraça para a humanidade.

O Papa Francisco reagiu ontem dizendo que os países europeus devem abrir suas portas para os imigrantes muçulmanos.

Mas ele infelizmente não ressaltou a necessidade deles se adaptarem à cultura cristã europeia, nem vê que os países europeus já tem sérios problemas com imigrantes ilegais. Uma pequena passeada pelas ruas de cidades como Roma ou Nápoles é suficiente para ver isso. Ele deveria pelo menos dizer que os países ou a ONU deveriam cuidar para que os países de origem dos muçulmanos resolvessem seus problemas e tentar cuidar destes que fogem para que eles retornem a seus países de origem com uma vida melhor.

Imagine se alguém tentasse invadir sua casa fugindo de um conflito nas ruas. Você deveria abrir as portas, mas gostaria que a pessoa saísse logo de sua casa e exigira que a polícia (ONU) cuidasse deles e do conflito. Não gostaria que um estranho, que quer permanecer estranho, ficasse na sua casa.

Por que que a Igreja de hoje não reconhece mais o que significa o islã? Algo que muitos santos já revelaram? Trato disso no livro que estou escrevendo.

(Agradeço os textos ao site Pewsitter)

4 comentários:

Anônimo disse...

Porque a "igreja" já não é mais a IGREJA.
Cloacas de imundice são seus cléricos (N. Srª de La Salette)

O liberalismo, a maçonaria, o socialismo/comunismo, a pederastia, o paganismo e até o satanismo é hoje sua bandeira travestida de mensagens cristãs e anticristãs.

Tal como toda a Europa, ela virou a Babilônia mencionada em Apocalipse. (Sai dela povo meu para não participardes de sua destruição).

Eduardo

Adilson disse...

Novamene, Pedro>

De tudo que já li, vi e ouvi, a única conclusão a que tenho chegado é: tem ou não tem um grupo de ENGENHEIROS jogando com a Europa so para apara a cristandade da Europa?
Ora, só a Igreja foi capaz de salvar e preservar as tradições gregas, romanas e hebraicas... para onde estamos indo?

Pedro Erik disse...

Os inimigos da Igreja estão no poder há bastante tempo, meu caro Adilson.
Abraço

Nicolae Sofran disse...

Esse "Papa" é um comunista tipico da América do Sul!Ele deveria mandar esses invasores africanos na Europa para a sua Argentina que tem um teritório enorme e pouca população.