sexta-feira, 4 de agosto de 2017

Neymar, PSG, Catar e Terrorismo Islâmico


O site "O Antagonista" revelou hoje que havia um manifestante na porto do hotel onde estava Neymar com um cartaz que dizia: "O Catar Compra Tudo: Jogadores e Jihad".

É verdade, ponto final.

Aliás, muito provavelmente as coisas estão relacionadas.

Como eu costumo dizer aos meus alunos, a corrupção política ou a lavagem de dinheiro (para o terrorismo ou para as drogas) é, em geral, movimentada por "consultorias", "agência de marketing", tudo em que a medição de preço é difícil, tudo que é difícil comparar.

Isso se aplica claramente a jogador de futebol.

Quanto vale um jogador de futebol? Como se mede isso?

O Catar é conhecido financiador do terrorismo internacional. E que diz isso não é apenas os Estados Unidos e Israel, mas também os próprios países muçulmanos. Recentemente, a Arábia Saudita, O Bahrein e o Egito cortaram os laços diplomáticos com o Catar acusando o país justamente de financiar o terrorismo.

O jornalista Claudio Zaidan explica a entrada do Catar no futebol, que começou justamente com o Barcelona, ex-clube do Neymar.

Os donos do PSG não são franceses, apesar do símbolo do time ter a torre Eiffel e a flor de Lis, mas sim do Catar.

O dono do PSG é Nasser Ghanim Al-Khelaifi (na foto acima com o Neymar), que é muito próximo do Emir do Catar. Ele comprou Neymar com o dinheiro do seu fundo de investimentos Qatar Sports.

E hoje temos a perspectiva de uma Copa do Mundo do Futebol no Catar em 2022.

Finalmente, o nome Saint Germain é relativo ao bairro onde o clube foi fundado e a Saint Germain, bispo de Paris, canonizado em 754. Já ouvi falar que os donos do Catar querem mudar as cores e os símbolos do time.




quinta-feira, 3 de agosto de 2017

O Islã na Europa e na Austrália - 3 Notícias que Li Hoje


Vejamos a agressividade do avanço do Islã no Ocidente em três notícias.

1) A primeira vem do Reino Unido e observa o sistema jurídico britânico lidando com o Islã. O artigo do jornal Independent Journal Review compara dois casos. Um deles é que um grupo de três pessoas que detestam o avanço do Islã resolveram jogar sanduíches de bacon em uma mesquita. Foram presos, e um deles foi encontrado morto. O outro caso é de um muçulmano que abusou sexualmente de uma criança de 11 anos. O muçulmano foi liberado porque ele sustentava a casa e sua esposa não falava inglês. Tá nas ruas. Sanduíche de bacon (porque os muçulmanos detestam porcos) não pode. Abusar sexualmente de criança, se você for muçulmano, pode.

2) O segundo vem da Alemanha. Este país ia expulsar um muçulmano que estava prestes a cometer um ataque terrorista, mas a Corte de Justiça da Europa proibiu que o país fizesse isso. O muçulmano fica. Vejam o relato do caso no jornal Daily Caller.

3) O terceiro vem da Austrália. A Austrália proibiu a construção de uma sinagoga porque seria alvo de muçulmanos. Vejam o relato do caso no site Jihad Watch.

Assim, por medo, pela estupidez, e por anti-cristianismo e anti-judaísmo, o Ocidente vai deixando o Islã ficar, e ele não tem motivos para se tornar mais pacífico entre nós.


quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Dr. Ricardo Felício (climatologista da USP) e Eu Combatendo o tal "Aquecimento Global"


Ontem, eu enviei um link sobre mais uma fraude climática para o meu amigo Dr. Ricardo Felício, renomado climatologista da USP, e ele resolveu traduzí-lo e ao final mencionou meu nome disponibilizando vários links do meu outro blog Bloco 11, Cela 18, além de um link deste blog (Thyself, O lord).

Dr. Ricardo disponibilizou o texto traduzido com os links no site Fake Climate.

Mas aqui vai o texto que ele fez novamente:

Austrália: Escritório do Clima Pego Adulterando Dados Climáticos
Por: Chris White, Tradução: Dr. Ricardo Felício

Cientistas australianos do Bureau of Meteorology (BOM) solicitaram uma revisão dos instrumentos de gravação de temperatura depois que a agência governamental foi pega adulterando registros de temperatura em vários locais.

As autoridades da Agência admitem que o problema com os instrumentos que registraram baixas temperaturas (que desapareceram dos dados) provavelmente aconteceu em vários locais em toda a Austrália, mas eles se recusam a admitir a manipulação de leituras de temperatura. A BOM deu falta de blocos de registros em Goulburn e Snow Mountains, ambos em Nova Gales do Sul.

O meteorologista Lance Pidgeon observou a gravação de 13 graus Fahrenheit em Goulburn desaparecendo do site da agência a partir de 2 de julho. As leituras de temperatura flutuaram brevemente e depois desapareceram do site do governo.
"A temperatura caiu para -10,0 graus Celsius (14 graus Fahrenheit), ficou lá por algum tempo e depois mudou para -10,4 graus Celsius (13 graus Fahrenheit) e depois desapareceu", disse Pidgeon, acrescentando que notificou a cientista Jennifer Marohasy sobre o problema, o que acabou chamando a atenção das leituras para a agência.

O gabinete mais tarde restauraria a leitura original de 13 graus Fahrenheit depois de uma breve sessão de perguntas e respostas com Marohasy.
"O sistema de controle de qualidade da agência, projetado para filtrar valores falsos ou baixos falsos, foi ajustado em -10,0 graus Celsius de mínima para Goulburn, e é por isso que o registro foi ajustado automaticamente", disse uma porta-voz da mesa aos repórteres na segunda-feira. BOM acrescentou que há limites em relação a quão baixas temperaturas podem ocorrer em algumas áreas muito frias do país [nota do trad.: como podem se estabelecer mínimas por filtros para registros de Estações Meteorológicas de Superfície? Ainda mais se no local essas temperaturas são plausíveis?].

O chefe-executivo do BOM, Andrew Johnson, disse ao ministro australiano do Meio Ambiente, Josh Frydenberg, que a falta de registro das baixas temperaturas em Goulburn, no início de julho, deveu-se à equipamentos defeituosos. Uma falha semelhante eliminou uma leitura de 13 graus Fahrenheit em Thredbo Top em 16 de julho, embora as temperaturas naquela estação tenham sido registradas tão baixas quanto 5,54 graus Fahrenheit (-14,7 graus Celsius).

A falta de observação das baixas temperaturas "foi interpretada por um membro da comunidade de forma a implicar que o escritório procurou manipular o registro de dados", disse Johnson, de acordo com o jornal The Australian. "Eu rejeito categoricamente essa implicação".

Marohasy, por sua vez, disse aos repórteres que as afirmações de Johnson são quase impossíveis de acreditar, dado que existem capturas de tela que mostram as temperaturas muito baixas antes de serem "asseguradas pela qualidade". Pode demorar várias semanas antes do equipamento ser testado, revisado e voltar a ficar pronto para o serviço, disse Johnson.

"Eu tomei medidas para garantir que o equipamento neste local seja substituído imediatamente", acrescentou. "Para assegurar que eu tenha uma garantia total sobre esses assuntos, eu acionei uma revisão interna de nossa rede de AWS (Automatic Weather Station - Estação Meteorológica Automática) e os processos associados de controle de qualidade de dados para observações de temperatura".

BOM foi colocado sob o microscópio antes em manipulações semelhantes. A agência foi acusada em 2014 de adulterar o registro de temperatura do país para que pareça que as temperaturas se aqueceram ao longo das décadas, de acordo com relatórios em agosto de 2014.

Marohasey afirmou no momento que os registros de temperatura ajustados da BOM são "propaganda" e não ciência. Ela analisou os dados brutos de temperatura de vários lugares da Austrália, comparou-os com os dados da BOM e descobriu que os dados da agência criaram uma tendência de aquecimento artificial.

Marohasey disse que os ajustes da BOM alteraram os registros de temperatura australiana de uma leve tendência de resfriamento para um "aquecimento dramático" ao longo do século passado.

Link da matéria:

Comentários extras do Prof. Ricardo:
O pior é que não pára por aí... a coisa está cada vez pior. No fechamento das Estações Meteorológicas de Superfície, muitas destas se situavam em lugares frios, como por exemplo, algumas da Sibéria, que no desmonte soviético, foram encerradas e passaram a não fazer mais parte da média global, seja lá que abstração isto se configure para o clima. Assim também foi fácil produzir um "aquecimento" nas séries para média global, quando se encerrou as medições das estações em lugares frios. Um exemplo brasileiro foi o encerramento do projeto Meteoro do INPE, em 2011, que desde o final dos anos 80 vinha registrando os dados meteorológicos na Estação Antártica Comandante Ferraz. A série começou a mostrar redução dos valores de temperatura, daí, não se tornou mais interessante que apresentassem tais informações.
Os cientistas do clima do século XXII, se é que teremos ciência até lá, não poderão utilizar os dados de temperatura do século XXI por contaminação "política". Ao invés de termos registros fidedignos para o melhor entendimento da atmosfera e os climas regionais, as informações vem descaradamente sendo adulteradas, deixando de ter a confiabilidade para os registros climatológicos de longo período.
Enfim, as fraudes são várias. 

Algumas foram elencadas pelo Dr. Pedro Erik Carneiro. Disponibilizo alguns links muito interessantes abaixo:
Paraguai:
Mais países:
Documentário:
Apenas minoria dos cientistas acredita em mudança climática:
Erros de "Previsão":
Mudança Climática é só estupidez humana:
Admissão de que não vai haver aquecimento:

Tem muito mais, mas essas são bem relevantes.
Ricardo Augusto Felicio

Prof. Climatologia


terça-feira, 1 de agosto de 2017

Bill Clinton , em 1994, disse: Resolvemos a Ameaça da Coréia do Norte, Demos U$ 4 Bilhões para Eles.



Vejam o vídeo acima, é de outubro de 1994. Clinton prometeu que a ameaça nuclear da Coréia do Norte estava resolvida, os Estados Unidos e os países da região iriam fornecer ajuda financeira e técnica para a Coreia do Norte e este país deixaria de ameaçar o mundo.

Hummm...não deu certo. Dinheiro para pária não costuma fazer o pária deixar de ser pária, pelo contrário.

Na ocasião, a Coreia do Norte zombou e enganou Clinton e também um ex-presidente, Jimmy Carter, que era o negociador de Clinton.

A Coreia do Norte pegou o dinheiro do Ocidente, embolsou, mas não fez sua parte, manteve o desenvolvimento nuclear.

Obama não observou os erros de Clinton, e fez um acordo com o Irã que segue a mesma estupidez de Clinton.

Recentemente, Trump condenou os líderes do passado que lidaram com a Coreia do Norte, chamando-os de idiotas (fools), quem deixaria de dar razão para ele?

O site Lifezette explica porque as ações de Clinton de 1994 são agora tidas sobre exemplo de como não agir quando se lida com ameaças do tipo da norte-coreana.

Bill Clinton Paved the Way for a Nuclear North Korea

Democratic president's 1994 dealmaking with Pyongyang started a process that led to ICBM capabilities




Former U.S. intelligence officials are sounding alarm bells as North Korea inches closer to having a nuclear missile capable of reaching Hawaii or the West Coast of the United States.
Bruce Klingner, a former CIA deputy division chief for Korea, told Fox News the rogue regime in Pyongyang is closer than people realize to adding operational ICBM missiles to its arsenal — large-range weapons capable of carrying a nuclear payload that could cross the ocean and strike America.
“We can expect an [intercontinental ballistic missile] test this year with full capability within the next few years,” Klingner said.
North Korea recently fired ballistic missiles into the Sea of Japan in violation of the United Nations Security Council.
An ICBM from a rookie nuclear-league nation in the Pacific Rim could at least hit Hawaii or Los Angeles. Pyongyang is apparently reacting to its feeling of being surrounded by mortal foes: South Korea, Japan, and the United States.
At least one foreign-policy expert said he traces North Korea’s current saber-rattling to a nuclear deal made two decades ago by President Bill Clinton.
On Oct. 18, 1994, Clinton approved a plan to arrange more than $4 billion in energy aid to North Korea over the course of a decade, in return for a commitment from the country’s Communist leadership to freeze and gradually dismantle its nuclear weapons development program, according to The New York Times.
The “complex” deal was to de-escalate the situation on the Korean peninsula, where the two Korean nations never negotiated a peace treaty after the Korean War ended in armistice in 1953.
“This agreement is good for the United States, good for our allies, and good for the safety of the entire world,” said Clinton in 1994. “It’s a crucial step toward drawing North Korea into the global community.”
The drawing-in never happened. North Korea has become more isolated and dangerous. And after years of furtive activity in North Korea, attempts to placate the Communist state seem to have only encouraged its dangerous leaders.
“The North Korean deal of 1994 is the prototype for why open societies should not negotiate arms control agreements with rogue regimes,” said Robert Kaufman, professor of public policy at Pepperdine University. “The North Koreans duped Jimmy Carter — an emissary of Clinton — and the Clinton administration to subsidize the North Korean nuclear program in exchange for the counterfeit promise that North Korea would limit itself to civilian nuclear power.”
Kaufman said the agreement tranquilized the West while the North Koreans proceeded to cross the nuclear threshold, which they announced in 2002 after pocketing billions from the West.
But nuclear weapons are far less a threat without the capability to deliver them to another continent. That the North Koreans could have an ICBM means they could soon threaten most nations on the planet. It would force a higher level of negotiation from nations reluctant to negotiate with the tyrannical regime.
And it could mean a greater degree of “blackmail.” North Korea is a cash-poor nation that often takes money from its enemies. An ICBM could allow the nation to begin arranging all kinds of new agreements meant to extort South Korea, Japan, the United States, and others for cash.
But it could just be talk. On Jan. 2, President Donald Trump said North Korea's threats were aimed at improving its power and negotiating position.
"North Korea just stated that it is in the final stages of developing a nuclear weapon capable of reaching parts of the U.S.," Trump tweeted. "It won't happen!"
But over time, it's likely the North Koreans will test and test until they can gather the technology to build an ICBM with a nuclear weapon.
Kaufman says the 1994 deal shows the folly of nuclear talks with rogue states. The 1994 deal appears to be the same mistake former President Obama made with Iran before his tenure expired.
"[President] Obama's feckless nuclear deal [with Iran] is the sequel," said Kaufman. "We have lifted sanctions on Iran, infusing that tottering economy with much-needed cash, in exchange for an agreement that enables Iran to cross the nuclear threshold — even in the unlikely event the Iranians abide by it. Worse, we can [not] verify Iranian compliance reliably. Nor can we enforce the agreement even if we detect unambiguous violation because enforcement depends on the U.N. Security Council."
Kaufman said the United States should have never bet on North Korea and Iran disarming.
"Arms control works best when needed least — when both sides wish to disarm," said Kaufman. "Arms control with rogue regimes is, on the contrary, a triumph of hope over experience."



segunda-feira, 31 de julho de 2017

Muçulmanos e Esquerdistas Querem A Posse da Catedral de Córdoba



A Catedral de Córdoba é conhecida como "mesquita-catedral". Originalmente, o local era a Basílica de São Vicente, com o domínio muçulmano da Espanha, o local se tornou uma mesquita, e, finalmente, com a Reconquista católica da Espanha, a mesquita voltou a ser um local católico, com a construção da Catedral.

Os muçulmanos e os socialistas espanhóis do Partido Socialista, além de jornalistas socialistas do El País, querem que a Catedral deixe de ser da Igreja Católica e se torne um local de ninguém, de nenhuma religião, de posse do estado. A Igreja, para afirmar seu domínio sobre a Catedral, teve que registrar a Catedral em seu nome, mas o fez isso apenas em 2006.

No início dos anos 2000, os muçulmanos espanhóis queriam que a Igreja permitisse que eles rezassem dentro da Catedral. A Igreja não permitiu, e eles costumam ir toda sexta-feira ao local, para orar para Alá.

Em 2013, muçulmanos e socialistas, empurrados pelos jornais, fizeram uma petição assinada por 350 mil pedindo que se retirasse a Catedral da posse da Igreja.

É uma luta cultural enorme, que une dois inimigos naturais (esquedistas e muçulmanos) contra um inimigo comum (a Igreja Católica, Jesus Cristo)

Viva a Espanha Católica! Salve-nos Santiago Matamouros!

Espero que a Igreja e os espanhóis lutem até o fim pela Espanha católica

Vejam parte do artigo da Catholic Citizens.

The Spanish Left Targets the Catholic Church
07/28/2017 at 2:31 PM Posted by Mary Anne Hackett


The cathedral of Córdoba should welcome people of all faiths, but it belongs in the hands of the Catholic Church.
By Jeff Cimmino               — July 27, 2017
The Spanish Left, in conjunction with Muslim activists in southern Spain, is trying to seize control of the Cathedral of Córdoba from the Catholic Church. Local politicians affiliated with the Spanish Socialist Workers’ Party (PSOE) contend that the cathedral belongs to the world, rather than to a private owner. Catholic officials disagree, however, believing the Church rightfully owns the cathedral.
The cathedral has a long and storied past. It was built as a mosque soon after Muslim soldiers conquered Spain in the eighth century and was transformed into a cathedral during the Reconquista, the period in which Christian rulers retook control of the country. The Basilica of Saint Vincent, an ancient Christian church, originally stood in the place where the mosque was constructed.
In the early 2000s, Spanish Muslims appealed to the Catholic Church to permit them to pray in the cathedral. In 2006, after the Church rejected the prayer petition, the former president of the Córdoba-based Islamic Council, Mansur Escudero, “began performing his Friday prayers outside the mosque-cathedral as a protest against the Church’s decision.”
The Catholic Church officially registered ownership of the cathedral in 2006, although it has controlled it since the 13th century. In 2013, “an organization called the ‘Platform for the Mosque-Cathedral of Córdoba’ secured more than 350,000 names for a petition demanding the seizure of the cathedral, a push heavily promoted by the Spanish socialist newspaper El Pais.” The Economist reported in 2015 that the mayor, a member of the PSOE, promised to place the cathedral under public ownership. Last year, Córdoba’s city council issued a report claiming neither the Church nor any other body could own the property, because it belongs to “each and every citizen of the world from whatever epoch and regardless of people, nation, culture or race.”
The city council cannot outright expropriate the property, but the Wall Street Journal reports that “Andalusian law would permit expropriation if a court determined the diocese had failed properly to maintain and conserve the property.” According the same report, the pope has told the bishop of Córdoba, Demetrio Fernández González, that he would support the diocese if a legal battle ensues.
A questionable historical narrative informs a significant component of the Spanish Left’s case against the Church. The cathedral, or mosque-cathedral as it is sometimes called, represents “a universal paradigm of concord between cultures” according to the platform’s petition. When Spain was under Muslim control, interreligious harmony and tolerance supposedly reigned. Therefore, as a symbol of interreligious concord, the cathedral shouldn’t belong to any one religious body.
Darío Fernández-Morera, an associate professor in the department of Spanish and Portuguese at Northwestern University, has argued that medieval Spain was not an interreligious paradise. In an interview with National Review, he deconstructed this largely fictionalized historical narrative, saying that “the life of a Christian was close to the value of the life of a Muslim woman, which in turn was about half the value of a Muslim man.”
According to Professor Fernández-Morera, if a Christian killed a Muslim, even in self-defense, the Christian had to be killed, but if a Muslim killed a Christian, even intentionally, the Muslim could not be killed. Moreover, Christians couldn’t testify against a Muslim in court because his testimony wouldn’t be valid. “There is simply no legal basis,” he said, “for the idea that this was a tolerant community.”
Professor Fernández-Morera also pointed out that the cathedral building “hasn’t been a mosque for eight centuries.” In 1236, King Ferdinand III oversaw the transformation of the mosque into a Christian church. One might even say that he returned it to its former status, for the mosque had been built where the Basilica of Saint Vincent once stood. The Cathedral of Córdoba has been a Catholic place of worship since the mid-13th century, and to suggest it should be publicly owned because it symbolizes an era of interreligious tolerance defies history.
In the midst of this controversy, the Church has been accused of abusing its power to register ownership of land in Spain. One person interviewed by The Economist called it “the largest real-estate scandal that Spain has ever seen.” This, in turn, has resulted in some people questioning the Church’s tax-exempt status:
Since the economic crisis of 2008, however, hard-pressed town halls have increasingly questioned the fiscal exemptions as well as the lack of transparency around what assets the church actually registered and owns.
There is reason to believe, however, that opponents of the Church are using the cathedral controversy to paint the Church as more fiscally and politically powerful than it truly is in Spain. Javier Ruperez, the former ambassador of Spain to the United States, told National Review that although “the Church was extremely powerful” in Spain a couple of centuries ago, “this is no longer true.”
Ruperez also suggested that the alliance of secular left-wing forces and Muslim activists was a marriage of convenience. “They coincide in one thing,” he said, “which is to try to go against the Catholic church.” The National Catholic Register reported similar comments by Nina Shea, the director of the Center for Religious Freedom at the Hudson Institute:
What is unique in this case is it is not an Islamist government doing this, but a left-leaning one — left-leaning officials who are anti-Catholic, and maybe anti-Muslim too, but they see this as a convenient way of suppressing religion; suppressing Catholicism in Spain.

sexta-feira, 28 de julho de 2017

LGBT e Suicídio: Lady Gaga Quis Reagir Contra Trump.


Donald Trump fez o óbvio e proibiu "transexuais" nas forças armadas dos Estados Unidos. Daí, o pessoal de sempre reagiu agressivamente contra Trump. Um deles foi Lady Gaga.

Ela disse (imagem acima): "POTUS (Presidente dos Estados Unidos), você sabia que o grupo que você condenou hoje, 45% (entre 18 e 24 anos) já tentou suicídio?"

Bom, para Lady Gaga seria bom termos pessoas com tendências suicidas dentro das forças armadas. Imagina você ir trabalhar em uma ambiente sem armas em volta e ter uma pessoa com tendências suicidas. Agora imagine que você trabalha em um ambiente com armas e explosivos por perto.

Realmente, os "transexuais" são bastante propensos a tendências suicidas. E isso também é meio óbvio, uma vez que a pessoa não se "encontra no próprio corpo", nem respeita religiões que ressaltam a natureza humana. Os LGBT, segunda as pesquisas, têm muito mais chance de tentarem suicídio ou de já terem tentado suicídio.

Recentemente, eu li um ótimo artigo sobre o assunto, escrito por Chad Greene no site The Public Discourse.

Chad faz considerações óbvias:

1) Se o pessoal LGBT diz que o Estado deve prover cirurgia de troca de sexo porque caso contrário os transsexuais se matarão, então o LGBT é doença.

2) Se LGBT precisa de tratamento então não pode ser uma tendência natural.

3) Se o pessoal LGBT deseja ser do "sexo oposto", ele quer ser outra pessoa, tem raiva de si mesmo. Então exigir cirurgia paga pelo Estado é admitir que se encontra em erro, doente, anormal.

4) Como a biologia corporal tem que ser vencida constantemente para que um sexo se transforme em outro, a transformação não é natural.

5) Pesquisas mostram que a taxa de suicídio entre os LGBT permanecem elevadas após cirurgias sexuais. Pesquisa da Suécia mostrou que LGBTs depois de cirurgias tem 19 vezes mais chance de cometer suicídio do que o resto da população.

Vejam agora as repostas que a Lady Gaga recebeu, divirtam-se:





quinta-feira, 27 de julho de 2017

Arcebispo Sorondo: "Temos que Limitar Nascimentos e Acreditar na Mudança Climática"


Se você pensa que só Al Gore que é estúpido o bastante para achar que os governos devem limitar a vida humana e que devemos fazer tudo para salvar a "Mãe Terra".

Saiba que isso é que o pensa o presidente da Pontifícia Academia de Ciência do Vaticano, o argentino arcebispo Marcelo Sanchez Sorondo (na foto acima com o Papa argentino).

Ele diz que não sabe o que a Igreja pensa sobre fecundidade humana e que os estados devem educar as mulheres para que elas tenham menos filhos. Ele acha até que a Igreja deve ensinar ao mundo a ter menos filhos!

Ele diz que aqueles que desconfiam da culpa do ser humano no aquecimento global são iguais àqueles que achavam que o Planeta Terra era achatado.

Para ele, todos deveriam aceitar o aquecimento global. Ele nem defende a "mudança climática", mas é o aquecimento global mesmo, o que até muitos agressivos ambientalistas não fazem mais.

O que ele pensa, na verdade, não é ciência, nem muito menos teologia católica.

Ai, meu Deus.


quarta-feira, 26 de julho de 2017

Medalha Comemorativa do Papa Francisco Chama Imigrantes para a Europa


Acima é a medalha comemorativa dos cinco anos de pontificado do Papa Francisco. Na imagem aparece alguém que lembra Cristo de um lado de uma mulher com uma criança como que chegando em um barco e sendo recebido por um homem. A mensagem diz "Hopes eram et Collegistis me" que é uma passagem de Mateus 25:35, que diz "Era forasteiro e me recolhestes".

É o Papa mais uma vez estimulando a imigração na Europa. Imigração que vem desfigurando a cultura e a religião cristã na Europa há décadas e piorou muito a partir da chamada "Primavera Árabe", com a entrada maciça de muçulmanos. Imigração que tem piorado em muito o risco de terrorismo na Europa. Imigração que tem trazido tantos problemas na sociedade europeia, a ponto da região se tornar uma região que sofre a ditadura do politicamente correto que é autodestrutiva. Qualquer um que critique o Islã na Europa atualmente corre o sério risco de ser preso. Mas o Papa Francisco não quer saber de proteger o cristianismo europeu.

Hoje, por exemplo, eu li sobre a perseguição que o Reino Unido faz contra o que chama de "islamofobia"

Claro que devemos acolher a quem precisa. Mas quem é acolhido deve respeitar e agradecer à cultura do dono da casa que o recebeu, e não querer destruí-la. E quando se é um país, deve-se saber que um país só existe sob determinada cultura. Não lembro de ler na Bíblia que os judeus deveriam receber os pagãos e deixá-los culturalmente livres dentro de Israel. Lembro de muitas passagens dos judeus condenando e atacando os ritos pagãos. Não lembro também de Cristo dizendo que Israel deveria se diversificar e se abrir para outras culturas e outras religiões. O acolhimento de Cristo foi sempre um acolhimento que mantinha a religião judaica intacta.

Vejam o relato da medalha feita pelo Vatican Insider News.

Medal celebrating Pope Francis’ fifth anniversary available after July 28


DOMENICO AGASSO JR
ROME
On July 28, a medal celebrating Pope Francis’ fifth year of Pontificate will be available at the Vatican City Administration and Vatican Bookshop. 
Here are some of the medal’s features: on the obverse side there is Pope Francis’ emblem and around it the words “Franciscus P.P. Anno V MMXVII ». Below, the name of the artist. On the edge the words “E civitate Vaticana” with the number of the medal. On its reverse: an engraving with a stretched out hand, a sign of welcome to those fleeting from their homeland in search of a better future: hospes eram et collegistis me (Mt 25,35). 

Sitting on the ground amidst people, looking somewhat confused there is a man who resembles Christ: whatever you did to one of the least of these brothers and sisters of mine, you did to me (Mt 25: 40). 

The medal was designed by Mariangela Crisciotti. Each specimen has its own numbered certificate with a dry stamp of the State Secretariat, the Polygraphic Institute and the Mint of the Italian State. The following quantities of medals have been forged : triptych: n. 50; Gold: n. 50; Silver: n. 1,000; Bronze: n. 1,500.