quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Alemanha Reverte Política sobre Refugiados: Ao Invés de Aceitá-los, quer Devolvê-los para a África.


No começo desse mês, refugiados brigaram entre si em ruas elegantes de Paris. Eles usaram paus e pedras (foto acima).

Li ontem no Gstestone Institute sobre as áreas de Berlim e outras cidades alemãs que nem os policiais vão, porque que vai lá corre risco de vida como se entrassem em outro país. São as chamadas "no-go zones" (zonas que ninguém devem ir) .Como ocorre em quem entra inadvertidamente em algumas favelas brasileiras. A poliicia se diz "alamarda" pela violência praticada por moradores dessas regiões, os policiais dizem que esses moradores parecem tratar o crime como se fosse diversão. E é ilegal coletar informações de quem mora nessas regiões, a lei alemã diz que poderia ser usada para o preconceito, mas sabe-se que são áreas de imigrantes.

O ministro do Interior do país declarou que vai pedir que a União Europeia que ao invés de receber os barcos com refugiados, pegue os refugiados os leve de volta para a África!! A desculpa da Alemanha é de que está havendo muitas mortes na travessia do mar, então a devolução de refugiados agiria comomo incentivo para que eles não tentassem ir para a Europa.

Essa é uma notícia que deveria ser capa de jornais pelo mundo.

A Alemanha, o país, que mais recebe refugiados muçulmanos da Europa decidiu reverte sua política e agora quer devolvê-los a seus países. A Alemanha sugere a pior política possível entre as soluções para os refugiados.

Receber os refugiados sem qualquer critério é uma política estúpida. Perdão, Papa Francisco, mais é verdade.

Devolvê-los simplesmente, como quer a Alemanha, é mais estúpido ainda.

Que tal a sugestão do primeiro-ministro da Áustria: não receber nenhum refugiado, ajudá-los em seus próprios países? É a melhor, mais óbvia e mais eficaz política de refugiados.


4 comentários:

Isac disse...

HÃHÃÃÃÃNNN...
ACORDARAM PRO "FORA MUÇULMANOS E ASSECLAS"?
ESQUECERAM QUE O ALCORÃO OS CONTEMPLA COMO RAÇA SUPERIOR?
Estão é sentindo no lombo, né, seus otarios e caixas-de-pancada, o que é receber seus inimigos muçulmanos que os odeiam, darem-lhes guarida, tratando-os como hóspedes merecedores de afeto e carinho, né?
Tá; agora notam que a PEGIDA alemã e outros movimentos na França estão dispostos a barrarem esses anarquistas e até os devolverem de onde vieram!
Aportaram aqui para crescerem numericamente, meterem-lhes oportunamente o pé no traseiro, trucidá-los ou os mandarem prás cucuias!
Efeito Trump? Admissível; parece ter refreado a NOM!
Reagirá o papa Francisco? Se o fizer, não resultaria em nada .
Só em 2016, quase 150 000 ocorrencias policiais na Alemanha de "imigrantes"!

RICARDO LIMA disse...

O Primeiro-Ministro da Áustria é bem mais lúcido que 80% dos políticos mundiais. Ponto pra ele (e eu concordo com a sugestão dele: ajudar os necessitados em seus próprios países, e não trazê-los para a Europa).

Cumprimentos, caro Pedro.

Adilson disse...

Ontem eu não quis comentar sobre a eleição de Trump, pois o blog já estava bem servido. Com relação a hoje: nas minhas orações do Santo Rosário tenho oferecido especialmente pelos irmãos que foram e tem sido perseguidos pelos muçulmanos, especialmente pelo ISIS. Esses dias cometi o pecado de desejar o pior para os alemães, pois fiquei indignado com a burrice a o desprezo deles pelo cristianismo. Mas tenho pensamento muito sobre isso. A Alemanha já sofreu demais, embora não aprenda a lição; mas há uma explicação para isso, mas não quero falar. Creio mesmo que, embora os alemães em geral estejam doentes mentalmente, é necessário rezarmos por esta nação, pois se a Alemanha pena, consequentemente nossos irmãos também penarão. Aliás, os conservadores de lá já têm penado muito com a ascensão do politicamente correto, especialmente nas escolas e no trabalho. Nossa Senhora se compadeça da Igreja de Seu Filho por la. Abraço.

flavio disse...

Já prefiro Victor Orban. E continuemos a orar e pedir nos rosários a destruição dos regimes islâmicos e a conversão dos maometanos a fé cristã.