terça-feira, 7 de agosto de 2018

"Papa Francisco é Herético como Papa João XXII e Papa Honorius. Mas Há Esperança"


Dan Hitchens sempre procura ser moderado em suas argumentações. Mas a mudança que o Papa Francisco fez no Catecismo fez ele ter uma posição direta, como eu nunca vi. Dan Hitchens é vice editor do jornal inglês The Catholic Herald e costuma escrever regularmente para vários meios católicos como o renomado First Things.

Dan Hitchens chegou a comparar o Papa Francisco com os famosos papas heréticos da Igreja: Papa João XXII (herético sobre a visão divina)  e Papa Honorius (herético sobre as vontades de Cristo).

E ao fim concluiu com uma voz de esperança, usando o historiador católico Christopher Dawson, dizendo que quando a Igreja está em seus piores momentos é porque a glória estaria perto.

Eu gosto muito de Dawson, até já pensei em escrever sobre ele, por vezes, no entanto, achei que faltava profundidade aos livros dele. Sobre história dos papas, acho que Eamon Duffy é melhor. Mas tudo bem, vale a nota de esperança.

Rezemos e lutemos por isso, para que a Igreja supere esta heresia do Papa Francisco e tantas palavars e ações desastrosas dele.

Vejam parte do texto de Dan Hitchens, escrito no jornal The Catholic Herald:

The Catechism and the death penalty: are Catholics right to be worried?


hursday’s update to the Catechism, in which the death penalty was redescribed as “inadmissible”, has troubled more than a few Catholics. Friends who don’t normally bother with Church politics have brought it up in conversation. The news has dominated social media, helped by headlines like “Pope changes Church teaching”. Those headlines are misleading: the edit does not change any teaching. But it has created confusion and anxiety.
To recap, the Catechism previously said that “the traditional teaching of the Church does not exclude recourse to the death penalty”, while recommending that it be “very rare, if not practically non-existent”. But this was practical guidance, rather than a firm doctrinal statement. Cardinal Ratzinger, the Vatican’s doctrinal chief when the Catechism was issued, said there was a “legitimate diversity of opinion even among Catholics” about whether, and how much, modern states should employ capital punishment.
Pope Francis’s tweak to the Catechism changes that guidance into something apparently much stronger: the death penalty is now said to be “inadmissible”. This is confusing because “inadmissible” is a vague, non-technical term. It could mean “inadmissible in today’s societies, in the Pope’s view”. On this reading, the Pope wasn’t talking about the theoretical legitimacy of the death penalty; he was just making a statement that today’s political regimes are so universally awful that they can’t be trusted to administer it.
...
The problem is that Church teaching on this point is remarkably well-established. As Edward Feser reminded us yesterday, the saints and the popes (up to St John Paul II and Benedict XVI) have consistently taught that the death penalty is in principle legitimate. Some popes have seen it as a litmus test for orthodoxy.

...
Two kinds of overreaction are possible here. The gloomy will ask, “Why should I believe the Church about anything, if popes can just contradict each other?” The blasé will say, “I’m sure Pope Francis has called this one correctly – he’s the Pope, after all, so we should just trust him.”
Both reactions ignore doctrine and history. It is part of Church teaching that popes can sometimes wander into error. It happens. If in the 1330s you had gloomily asked, “Why should I believe the Church about anything, if Pope John XXII can contradict such well-established doctrine on the beatific vision?” you would have had the surprise, a little while later, of hearing Pope John shamefacedly withdraw his statements.
If in the 630s you had cheerfully said, “I’m sure Pope Honorius has called this one correctly on Monothelitism – he’s the Pope, after all, so we should just trust him,” you might have lived to hear, a half-century later, the Third Council of Constantinpole solemnly declare: “To the heretic Honorius, anathema!”
So it’s more than possible for a pope to be in tension with Church teaching. Nevertheless, given that the Pope is the successor of St Peter, you can see why Catholics find the situation distressing.
Matthew Walther, a columnist for The Week whose writing will also be very familiar to Catholic Herald readers, once praised Pope Francis as “a good and pious shepherd of souls”. On Thursday Walther retracted those words, saying that while he still admired much of Francis’s pontificate, “he has undermined my faith today”.
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Some people will be able to say, serenely, that God protects His Church from error, and that a highly ambiguous form of words, in a not-very-authoritative context, is no big deal. To those finding it harder to stay calm, maybe it’s worth reflecting on the testimony of Catholics who have contemplated history most deeply. They tend to say that, when things look really bad, a glorious recovery is imminent. As the historian Christopher Dawson put it, “When the Church possesses all the marks of external power and success, then is its hour of danger; and when it seems that no human power can save it, the time of its deliverance is at hand.



7 comentários:

Adilson disse...

Pelo que vejo, o papa realmente, como diz os nossos amigos evangélicos, agitou a figueira! Vejamos esse trecho da postagem: "Dan Hitchens sempre procura ser moderado em suas argumentações. Mas a mudança que o Papa Francisco fez no Catecismo fez ele ter uma posição direta". Realmente, a coisa é séria; e se Dan Hitchens está agindo assim é porque o negócio está esquentando e já passou dos limites. Como ele e muitos outros que o blog sempre nos trás são pessoas muito sérias e profissionais em seus trabalhos, então é bom rezarmos e acompanharmos tudo. Graças a Deus existe este blog para nos manter centrados.

Pedro Erik disse...

Obrigado, meu amigo, pela confiança. Fique com Deus e Nossa Senhora.

Abraço,
Pedro

Isac disse...

Se houver intervenção divina, aí sim, findou-se a tentativa de tentarem em vão destruirem a Igreja, usando o papa Francisco!
Admitir-se-ia que a maçonaria teria se plantado de tal forma no Vaticano que teria controle total sobre a situaçao, incl. comandariam o papa Francisco que desde B Ayres a agrada plenamente, como ele quando cardeal tomando parte de Hanukkah e com outros procedimentos de inimigos da Igreja nela infiltrados!
Pope Franci's puppet Mass and Tango Mass.
https://www.youtube.com/watch?v=HIaI666yUYg



Padre Cássio SSouza disse...

Boa Noite!
Fiz um outro comentário sobre o tema mas parece que não foi aprovado!
Obrigado

Pe. Cássio

Pedro Erik disse...

Caríssimo, eu nunca apaguei comentário seu. Apenas demoro a ver seção de comentários, meu amigo.

Tem vezes que por descuido demoro dias.

Perdão, pela demora.

Abraço

Padre Cássio SSouza disse...

Caríssimo Pedro!
Talvez não compreendestes o que disse, mas, falei que “talvez” o meu comentário não foi “aprovado”.
Pelo que acompanho em vosso bloguer sei que não apagas e compreendo a demora em ler e aprovar.
Deus abençoe
Pe. Cassio

Pedro Erik disse...

Amém. Obrigado por sua benção.
Que nossa Senhora o ampare sempre.

Abraço