sábado, 5 de abril de 2014

Os 10 Argumentos dos Ateus e Como Respondê-los.


Quantas vezes eu debati com um ateu ou agnóstico? Eu lembro da primeira vez que fiz isso, era um grande amigo agnóstico, eu era muito novo (acho que tinha uns 18 anos), mas o debate foi em público e lembro que de repente tinha em gente em volta de nossa mesa ouvindo. Ao fim da noite, a amizade ficou ferida. Depois disso tenho mais cuidado, mas continuo firme na defesa da fé cristã, usando o método que chamo de "caritas in veritate", caridade na verdade.

Hoje, li um excelente texto de Eric Hyde que responde aos 10 mais importantes argumentos dos ateus. Apesar de ser um texto que apenas resume as respostas cristãs, é muito bom para discutir com nossos irmãos ateus, que geralmente não sabem nada de religião, mas têm muita sede de saber. É muito bom também para ajudar muitos cristãos que têm sua fé diminuída pelos ataques de ateus.

Eu não tenho tempo para traduzir o texto. Leiam o excelente texto de Hyde clicando aqui.

O texto irá ajudá-los durante toda a vida.

Sobre este assunto, eu recomendo também o livro On Guard de William Craig.


(Agradeço a indicação ao site Big Pulpit)

sexta-feira, 4 de abril de 2014

Cardeal da Nigéria ataca Islã


No país em que centenas de cristãos são mortos e dezenas de igrejas cristãs são destruídas pelo grupo terrorista islâmico Boko Haram, uma voz se levantou, a do cardeal John Onaiyekan (foto abaixo).


Onayekan falou para a Conferência dos Bispos da Alemanha e disse:

"Além de ataques verbais feitos por alguns pastores, até agora eu não conheço nenhum grupo violento que clame inspiração cristã. Para mim, isto põe uma grande responsabilidade na comunidade islâmica para fazer mais para colocar rédeas nos seus cachorros loucos. Não está muito claro quanto eles estão se esforçando para isso".

O cardeal também disse que o uso da Sharia (lei islâmica) por algumas partes da Nigéria é um impedimento para tornar a Nigéria em "um país, uma lei".

Ele disse tudo isso em um país se referindo a um país que tem 50% de muçulmanos e apenas 15% de católicos. Muitos, inúmeros, padres, bispos e cardeais não falam isso, nem em países com população de 1% de muçulmanos.

Certa vez eu me encontrei com dois professores e passamos a conversar sobre religião, até chegarmos sobre o Islã, Foi quando eu falei do terrorismo islâmico. Daí, um dos professores disse que todas as religiões fazem guerra. Foi quando eu retruquei que o problema com o Islã é que a base teológica para guerra e terrorismo indiscriminado contra infiéis é bem clara. Não se pode matar indiscriminadamente e dizer que Cristo deu aval, como lembrou Onayekan, mas se pode matar infiéis indiscriminadamente e dizer que Alá deu aval.

(Agradeço a informação ao site Weasel Zippers)

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Rebatendo o cardeal Kasper, que defende liberalização da Eucaristia


O grande especialista em lei canônica, Edward Peters, escreveu recentemente que a vontade de dar comunhão para divorciados que se casaram de novo esbarra nos seguintes princípios canônicos e do catecismo:
  1. Cânones 915, 916 - Católicos que se casam novamente após se divorciarem persistem em pecado grave manifesto;
  2. Catecismo da Igreja 2380, 2381. 2384 - Católicos vivendo casamentos pós-divórcios estão pecando de forma pública e objetiva;
  3. Cânones 1055, 1134, 1141 - Estes segundos casamentos são adúlteros porque o verdadeiro casamento é uma união exclusiva até a morte.
Confiram os preceitos canônicos e do catecismo ditos por Peters, clicando aqui para a lei Canônica aqui para o Catecismo da Igreja, como o cânone 915 e o parágrafo 2380 do Catecismo:

Cân. 915 — Não sejam admitidos à sagrada comunhão os excomungados e os  interditos, depois da aplicação ou declaração da pena, e outros que obstinadamente perseverem em pecado grave manifesto.

2380. O adultério. É o termo que designa a infidelidade conjugal. Quando dois parceiros, dos quais pelo menos um é casado, estabelecem entre si uma relação sexual, mesmo efémera, cometem adultério. Cristo condena o adultério, mesmo de simples desejo (131). O sexto mandamento e o Novo Testamento proíbem absolutamente o adultério (132). Os profetas denunciam-lhe a gravidade. E vêem no adultério a figura do pecado da idolatria (133).

Leiam o excepcional, como é recorrente, texto de Peters, clicando aqui.

Mas ontem, eu li um outro excelente texto sobre o assunto que contrapõe o argumento de que no passado, os Padres da Igreja aceitam mais o divórcio. O texto é de John Rist, especialista em filosofia patrística da Catholic University of America. Foi publicado no jornal National Catholic Register.

Rist ataca os argumentos do cardeal Kasper da Alemanha. Este cardeal defendeu entre os cardeais e o papa Francisco que a Igreja liberalizasse a Eucaristia para os divorciados que se casaram novamente.

Traduzo parte do texto de Rist, em azul, abaixo.


Em 20 de fevereiro, o cardeal Walter Kasper da Alemanha fez um discurso, "O Evangelho da Família", para o Consistório extraordinário sobre a Família chamado pelo Santo Padre. Muito do discurso trata das dificuldades atuais para os casais - mobilidade maciça, imigração, custos da educação dos filhos, o envelhecimento da população, o individualismo, a alienação da vida urbana, o divórcio civil, etc.

 
Um católico casado como eu iria supor que essas circunstâncias, ao invés de clamarem por uma flexibilização das regras e liberar a comunhão para divorciados e "re-casados", iriam exigir que os padres devem estar mais atentos nas instruções a serem dadas para aqueles que querem se casar, cientes dessas dificuldades do casamento na sociedade contemporânea, no sentido de resolver ou pelo menos diminuir o problema e aliviar a pressão sobre o casamento.

No entanto, o cardeal propõe que a regra sobre a Eucaristia seja liberalizada para dois grupos de católicos divorciados e recasados: aqueles que realmente acreditam que se casaram sem nenhuma firme intenção em relação às regras de validade; e em segundo lugar, para aqueles que contraíram uma segunda união civil, porque o casamento católico falhou "irremediavelmente". 
Não é a minha intenção ensinar ao cardeal sobre casamento, mas, sim, tratar dentro da minha competência: o ensinamento dos Padres da Igreja. O cardeal Kasper diz que as evidências da Igreja na sua formação são suficientemente incertas e isto apoiaria a ideia de que os Padres da Igreja apoiariam o relaxamento das regras da Eucaristia.

Para mostrar o quão fraco é essa afirmação, deixe-me abordar os poucos textos que o cardeal oferece em apoio da sua posição - limitando-me ao período anterior ao século VI. 

O cardeal sabiamente não oferece nada dos primeiros 150 anos do cristianismo, presumivelmente aceitado que as regras desta época inicial eram estritas e apostolicamente defendidas. O primeiro texto que ele cita é de Orígenes (Comentário sobre Mateus 14:23-24 ), relatando que os bispos de certas igrejas locais " não sem razão " permitem a comunhão aos divorciados novamente casados​​. No entanto, também Orígenes diz - não uma, mas três vezes - que esta prática é contrária às Escrituras: dificilmente endossando a tolerância! Concílios à parte, o cardeal Kasper oferece mais uma prova somente a partir do século IV, observando que Basílio (Cartas 188 e 199 ), Gregório de Nazienzen ( Oratio 37) e Agostinho estão cientes que a prática ocorre; o que ele omite notar é que não há nenhuma indicação de qualquer um deles concordando com o que claramente contraria o ensino comum. 

Indo além dos teólogos, o Cardeal Kasper afirma que uma atitude mais pastoral é evidenciada pelo Concílio de Nicéia (325) - presumivelmente pelo Cânone 8 do Concílio, que ( para que ele e para outros) a abordagem mais relaxada é "confirmada ". Embora isso às vezes foi lido no texto, a sua certa intenção é permitir a Eucaristia não ao divorciados novamente casados​​, mas para a viúva que casou-se novamente; por que precisamos ter em mente que um cristão se casar duas vezes em qualquer circunstância - incluindo viuvez - foi muito debatida, dando razão para o Concílio resolver esta incerteza. O argumento do cardeal Kasper também não é reforçada pela aplicação errada a noção paulina de metanoia e presumindo erradamente que os patriarcas consideravam o "arrependimento" do fracasso do primeiro casamento para justificar contrair um segundo casamento.

Para concluir, os argumentos do cardeal dependem de uma mal interpreatação de um pequeno número de textos, negligenciando muitos outros que os contradizem. Como isso pode ter acontecido? 

A meu ver, temos aqui um exemplo de um procedimento muito freqüente na academia, mais especialmente quando o trabalho é motivado por conveniência ou ideologia: Há uma enorme quantidade de evidências em uma direção e um ou dois textos que poderiam concebivelmente ser lido de outro modo; a partir do qual é derivada a conclusão desejada, ou pelo menos deixa o assunto aberto.
 
Talvez o cardeal Kasper tem mais textos para citar; certamente, ele será capaz de citar alguns poucos estudiosos, cuja liderança ele tem seguido. Mas vários exemplares de uma prática acadêmica enganadora não são logicamente mais convincentes do que apenas um!

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Em resumo, os argumentos do cardeal Kasper são estupidamente frágeis.

Rezemos pela Igreja.


quarta-feira, 2 de abril de 2014

Estupros nos Países Escandinavos. (Lá não é o Paraíso)


Nós, brasileiros, temos a mania de achar que nosso país é uma grande porcaria e que os países desenvolvidos são um paráíso. Os países que nos parece mais idílicos e maravilhosos são os países escandinavos. Parece-nos que eles, suecos e noruegueses, por exemplo, encontraram o paraíso na Terra. Estes países são conhecidos pela adoção do politicamente correto, pelo enorme tamanho do estado (altíssima tributação) e também por grande número de ateus entre os nativos.

Bom, destes dois países, eu conheço apenas a Suécia, e garanto a vocês que não é o paraíso.

Você pode ficar em um bairro e não ver nenhum sueco, os nativos estão se eliminando (pelo politicamente correto do aborto ou por simples abandono do país) e deixando o país para os imigrantes, que são na grande maioria muçulmanos, especialmente provenientes do Iraque, Somália e Afeganistão.

Hoje, li sobre as estatísticas de estupro na Suécia e na Noruega. O problema destes dois países é a imigração muçulmana.

Uma pesquisa conduzida pela Orebro County Council mostrou que 38% das mulheres têm medo de sair de casa com medo de serem molestadas ou roubadas.

Em 2013, 17.400 ofensas sexuais, dos quais 5.900 foram estupros foram reportadas. E sabe-se que apenas 23% dos estupros são relatados para a polícia.

Calcula-se que os estupros atinjam 75 mil crimes por ano na Suécia, um país que tem uma população metade da cidade de São Paulo (9,5 milhões de habitantes).

Sobre a Noruega, o site Jihad Watch aponta que 100% dos estupros ocorridos em Oslo nos últimos 5 anos foram provocados por imigrantes de países não-ocidentais.

Em outro países escandinavo, na Dinamarca, 41% de todos os somalis forma condenados por crimes em  2012. E os somalis são os que mais recebem apoio do estado dinamarquês.

As notícias de que a Europa se torna cada dia mais muçulmana são diárias. Outro dia, eu li que em Vienna  há mais muçulmanos nas escolas primárias e secundárias do que católicos!

É a Eurábia surgindo. Quem sofrerá? Cristãos, principalmente, mas também os ateus (e gays, e mulheres...).



terça-feira, 1 de abril de 2014

Ambientalismo virou Religião, diz o Pai da Hipótese de Gaia.


Diante da loucura da ONU em pregar o fim dos tempos pela mudança climática, escondendo os próprios erros de previsão dos últimos relatórios do clima, que há 17 anos não se tem aquecimento global e que os neste período as emissões de gases de efeito estufa só aumentaram, é muito bom ouvir uma voz sensata de dentro do ambientalismo.

James Lovelock é o pai da Hipótese de Gaia que vê o planeta Terra como um organismo vivo. Ele deu uma entrevista para o jornal The Gaurdian (o que é de se admirar pois este jornal é muito esquerdista e defensor ds teorias de aquecimento global).

Lovelock diz que o ambientalismo virou religião, não se observa mais os fatos.  E que há muito incerteza sobre o clima e ele mesmo não tem certeza de suas próprias análises. Além disso, ele disse que "é tão estúpido ser um cético da teoria da mudança climática quanto ser um seguidor desta teoria". E ainda defendeu a energia nuclear e disse que fontes de energia renováveis não funcionam no Reino Unido, há pouco sol e pouco vento!

Há muito tempo eu não acredito em aquecimento global do jeito que a ONU e gente como Al Gore defendem. O gás carbono tem sim o feito estufa, mas o resultado é tão complexo, com tantas variáveis, benéficas e maléficas, que o ser humano (e os computadores) não conseguem prever com acuidade. A idéia de aquecimento global além de virar religião, virou fonte de renda de inúmeros ambientalistas, muitos deles nem têm formação própria de climatologista. Esta gente são os novos malthusianos.

Prefiro a "ecologia humana" do Papa Bento XVI.

Leiam a entrevista de Lovelock clicando aqui.



(Agradeço a indicação da entrevista ao site Watts Up With That)

segunda-feira, 31 de março de 2014

Que tal Estado Único para Israel vs. Palestina? Apenas Israel.


Quero ver algum líder político defender isso! Será atacado de forma visceral, aniquilado pela mídia global. Carolina Glick, editora do jornal The Jerusalem Post, no livro The Israeli Solution, propõe que a única solução possível, que gerará paz, entre Israel e Palestina é um estado único israelense e não dois estados (Israel e Palestina) como propõem todos (os dois partidos americanos, a ONU, a mídia, etc.).

Em um debate, Caroline se juntou a Robert Spencer (especialista em Islã, autor de inúmeros livros sobre o Alcorão) e Raymond Ibrahim (também especialista em Islã, autor de Crucified Again, e que tem a qualidade de entender árabe, por isso pode ler o que os muçulmanos dizem entre eles).

O vídeo do debate vai abaixo. Não vou traduzir tudo por que não tenho tempo. Vou colocar aqui apenas o ponto central da argumentação de cada um.

Caroline Glick foca sua crítica na solução "dois estados", defendida tanto pelo partido Republicano de George Bush, como pelo partido Democrata de Barack Obama. Diz que a presença de Israel é a grande garantia de segurança na região, é o único estado democrático. E que os palestinos nunca reconhecerão um estado israelense.

Raymond Ibrahim foca sua análise na hipocrisia da mídia. Ele aponta que a narrativa da imprensa mundial é defender os palestinos pois eles sofreriam opressão de Israel, ele seriam os "under dogs" (ppobrezinhos) cuja única solução é enfrentar o império perverso israelense. Ibrahim levanta a questão da perseguição aos cristãos feita pelos muçulmanos. A mídia não quer tratar desta perseguição pois ela não se encaixa na narrativa. Se a mídia fosse tratar desta perseguição, o público juntaria os fatos e veria que os ataques palestinos a Israel também não podem ser justificados pela opressão.

Robert Spencer foca seu discurso no que ocorreu com Gaza e no diz o Alcorão. Quando Israel liberou a Faixa de Gaza para os palestinos, a mídia dizia que iria ocorrer paz na região, que os muçulmanos iriam se dedicar a suas vidas e não em atacar Israel. Nada disso ocorreu, os palestinos usam a região para atacar Israel regularmente e a paz continua distante (sem falar que os palestinos brigaram entre eles pelo poder e expulsaram uma parte para Cisjordânia). Sobre o Alcorão, Spencer diz que o livro é claro no fato de que os muçulmanos devem atacar e expulsar os judeus sempre que os verem (verso 2:191). Spencer também critica o governo americano e lembra que Obama declarou que quer uma palestina "contígua". Isso significaria que Israel seria separado em duas partes.

Há muito mais dito no vídeo. É bem interessante para o debate sobre este conflito milenar.





(Agradeço o vídeo ao site Jihad Watch)

domingo, 30 de março de 2014

Monsenhor Tomas Halik. Convertido por Chesterton. Vencedor do Prêmio Templeton.


O monsenhor Tomas Halik teve o privilégio de estar junto de João Paulo II na noite que caiu o muro de Berlim. O Papa assistia pela televisão e disse: "isto é o fim do comunismo". Halik teve a petulância de retrucar dizendo que não era, que a infalibidade do papa não incluía questões políticas, e que a perestroika ainda iria ter cinco anos. João Paulo II respondeu: "não, o comunismo cairá em 10 dias".

O papa estava certo! Em 10 dias, o comunismo caiu na terra de Halik: a República Theca.

Monsenhor Halik é professor da Charles University em Praga onde ensina psicologia da religião. E apesar de ser fruto de uma família sem religião, virou católico a partir de leituras de livros de G.K. Chesterton. Vivendo em país de ateus comunistas, teve que estudar e se ordenar padre em segredo, escondido das autoridades comunistas.

Tomas Halik é o vencedor do Prêmio Templeton deste ano. O Prêmio Templeton premia quem "contribuiu de forma excepcional para a afirmação da vida espiritual". O primeiro premiado pelo Templeton foi Madre Teresa, e também foram premiados os católicos Chiara Lubich e Michael Novak. Por outro lado, Templeton também premiou figuras religiosas que prezam pelo gosto do esquerdismo, da ONU, como Desmond Tutu e Dalai Lama, que são figuras religiosas que "não fazem mal a ninguém", como disse Francis Phillips.

Halik irá dedicar ao prêmio a todos seus companheiros religiosos que morreram vítimas do comunismo.

Ele tem realmente uma vida fascinante. O PrêmioTempleton justifica assim o prêmio:

Tomas Halik, um padre tcheco e filósofo que arriscou ser preso para avançar ilegalmente liberdades religiosas e culturais após a invasão soviética de seu país, e desde então se tornou um líder internacional para o diálogo entre as diferentes religiões e não crentes ganhou o Prêmio Templeton 2014 .

Condenado pelo governo comunista de seu país como um "inimigo do regime" em 1972, Halik, de 65 anos, passou quase duas décadas organizando e construindo uma extensa rede secreta de acadêmicos, teólogos, filósofos e estudantes dedicados a cultivar os fundamentos intelectuais e espirituais para o estado democrático que ele e outros imaginavam.

Esses anos de trabalho de base e orientação para os líderes de libertação, como Vaclav Havel e o Cardeal Frantisek Tomasek ajudou  a Tchecoslováquia na transição para a democracia após a "Revolução de Veludo " de 1989.

Desde aquela época, Mons. Prof Tomas Halik defendeu a tolerância religiosa e a compreensão através de seus escritos e palestras, compartilhando idéias e crenças entre os seguidores de grande variação nas tradições culturais e espirituais e entre, principalmente, os não- crentes. Suas abordagens do diálogo inter-religioso, designadamente, inclui o pensamento que a longa tradição intelectual do catolicismo se posiciona bem como uma ponte entre os diversos secularismos ocidentais, as religiões tradicionais e a cultura islâmica. Na conferência de imprensa, Halik anunciou que vai continuar esses esforços com os proventos do Prêmio.

Leiam mais sobre Halik no jornal The Catholic Herald, clicando aqui e aqui. Os dois artigos lembram a importância de Chesterton para Halik.

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A conversão de Halik é mais uma na extensa lista de milhões de católicos trazidos por Chesterton. Continuo rezando pela santificação de GK Chesterton.


(Agradeço a informação ao site Big Pulpit)

sábado, 29 de março de 2014

Você está com mau pressentimento sobre a Igreja Católica? Será o Fim dos Tempos?


Será que o mundo se aproxima do fim do mundo?  Vivemos tempos de heresias que preparam para a chegada do Anti-Cristo?

Steve Skoje está com o que chamou de dor espiritual. Uma dor que algumas pessoas sentem quando têm maus pressentimentos, quando algo de ruim vai acontecer, dores ou coceiras em algumas partes do corpo. Ele acha que estas dores espirituais têm a ver com atual situação da Igreja Católica e com as condições sociais do mundo. Ele agregou várias informações, como previsões de Nossa Senhora e infiltrações de comunistas na Igreja para apoiar suas dores espirituais. 

Skoje escreveu um texto interessante que serve bastante para reflexão.

Não vou traduzir o texto todo, pois é bastante longo. Mas vou descrevê-lo em azul.

Primeiro, Skoje explica que toda vez que vai acontecer algo de ruim (temporal ou espiritual) ele sente uma dor no braço esquerdo. Depois ele conta que diversos amigos têm sentido estas dores ou sonhado com guerras e ataques a cristãos.

Daí, ele lembra do pedido de Nossa Senhora de Fátima para que a Igreja consagrasse a Rússia ao Imaculado Coração dela. Skoje disse que não sabe se a Igreja cumpriu o que a Nossa Senhora pediu, mas pelos últimos acontecimentos, ele diz que a Rússia não apresenta os frutos desta consagração. E que os erros do marxismo continuam se espalhando pelo mundo.

Eu falei desse pedido de Nossa Senhora aqui no blog. Escrevi que o pedido de Nossa Senhora sobre a consagração da Rússia inclui o Rosário e a dedicação dos primeiros sábados dos meses para oração. Isto é, a conversão da Rússia não depende só dos papas.

Em todo caso, é verdade que os erros do marxismo, especialmente o ateísmo, continuam se espalhando pelo mundo.

Skoje então cita as previsões de Nossa Senhora de Akita (que apareceu para a freia Agnes Sasagawa em 1973). Nossa Senhora de Akita novamente pediu a adoção do Rosário e que se os homens não se arrependessem, as obras do demônio se infiltrarão dentro da Igreja, fazendo cardeais contras cardeais, bispos contra bispos. E que o demônio será especialmente implacável contra os consagrados a Cristo.

Depois descreve as previsões de Nossa Senhora do Bom Sucesso que apareceu no Equador no século 16. 

Estas previsões são realmente extraordinárias e são um relato dos dias que vivemos.

Nossa Senhora do Bom Sucesso previu os ataques a instituição do casamento, previu que o ensino secular iria tentar destruir as vocações das pessoas que se tornariam padres e freiras, previu que o sacramento da comunhão seria ridicularizado e que o demônio iria perseguir os padres.

Para finalizar as previsões de Nossa Senhora, Skoje menciona uma frase de Nossa Senhora de La Salette: "Roma perderá a fé e se tornará a sede do Anti-Cristo".

Em seguida, Skoje cita as passagens bíblicas de 2 Tessalonicenses 2:2-12, em que São Paulo diz:


2. não vos deixeis perturbar tão facilmente! Nem vos assusteis, como se o Dia do Senhor estivesse para chegar em breve, mesmo que isso esteja a ser veiculado por alguma suposta inspiração, palavra, ou carta atribuída a nós.
3.Não vos deixeis enganar de nenhum modo! Primeiro deverá chegar a apostasia. Depois aparecerá o homem ímpio, o filho da perdição:
4.ele é o adversário que se opõe e se levanta contra todo o ser que se chama Deus ou é adorado, chegando até mesmo a sentar-se no templo de Deus e a proclamar-se Deus.
5.Não vos recordais de que eu já dizia essas coisas quando estava convosco?
6.E agora vós já sabeis o que impede a manifestação do adversário, que acontecerá a seu tempo.
7.O mistério da impiedade já está em acção. Falta apenas desaparecer aquele que o segura até agora.
8.Só então se manifestará o ímpio. O Senhor Jesus destruí-lo-á com o sopro da sua boca e aniquilá-lo-á com o esplendor da sua vinda.
9.A vinda do ímpio vai acontecer graças ao poder de Satanás, com toda a espécie de falsos milagres, sinais e prodígios,
10.e com toda a sedução que a injustiça exerce sobre os que se perdem, por não se terem aberto ao amor da verdade, amor que os teria salvo.
11.Por isso Deus manda agir neles o poder da sedução, para que acreditem na mentira.
12.Deste modo serão condenados todos os que não acreditaram na verdade, mas preferiram permanecer na injustiça.


Depois, Skoje lembra que Satanás conseguiu destruir o conhecimento da Doutrina Católica, hoje em dia mesmo os clérigos defendem posições contrárias a Doutrina ou nem mesmo a conhecem. Skoje cita vários papas que perceberam a infiltração do demônio dentro da Igreja, como Leão XIII.

E também menciona Bella Dodd, uma ex-comunista, que testemunhou no Congresso americano e disse que o Partido Comunista infiltrou de propósito vários de seus membros dentro da Igreja Católica. 

Em seguida, Skoje aponta o Concílio Vaticano II em que muitas forças malignas dentro da Igreja se levantaram para destruí-la por dentro. 

E cita posteriormente a chamada revolução sexual, que tem destruído as famílias e o catolicismo.

É aí que Skoje começa a fazer diversas críticas ao Papa Francisco, começando pelo o que o Papa disse sobre os ensinamentos de Paulo VI em Humanae Vitae. Para o Para estes ensinamentos "teriam que ser lidos dentro da situação atual das pessoas". 

As outras críticas envolvem a fragilidade das palavras do Papa Francisco na defesa da Doutrina Católica que tem trazido o caos para a Igreja. Skoje lembra especificamente das mudanças que quer promover o cardeal Kasper, que quer dar comunhão para quem permanece em pecado ao fazer um segundo casamento. E que também defende que a Igreja não tem que fazer missões para atrair católicos pois outras religiões também levam a Deus.

Skoje conclui lembrando um cardeal que disse ao um repórter que o Papa Bento XVI não deveria ter se aposentado. E pede orações para a Igreja.


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Rezemos pela Igreja. Rezemos. Rezemos.


(Agradeço o texto de Skoje ao site Pewsitter)