segunda-feira, 4 de novembro de 2019

Tradução: Alexander Tschugguel Explica Por que Jogou Pachamama no Rio Tibre



No vídeo acima, o ilustre professor Roberto de Mattei apresenta o austríaco Alexander Tschugguel (26 anos) que teve a graça  e a coragem de representar milhões e milhões de católicos e jogar as pachamamas no rio Tibre, tirando-as da casa de Deus (Igreja Santa Maria in Transpontina) em Roma.

No vídeo, ele explica por que jogou o ídolo no rio. Vou relatar o que ele disse (não vou traduzir palavra por palavra, apenas dizer o que ele nos conta);

Primeiro, ele começa dizendo que acompanhava de sua casa o que acontecia Sínodo da Amazônia, e decidiu ir para Roma, para seguir mais de perto o que acontecia com o Sínodo e ir para algumas conferências.

Durante o período, ele visitou a Igreja Santa Maria in Transpontina que é próxima do Castel Sant'Angelo e da Basílica de São Pedro. Ele disse que na Igreja Santa Maria havia duas capelas preparadas para o visitantes do Sínodo que continham diferentes símbolos dos povos da amazônia, e também havia imagens chamadas de Pachamama, que supostamente representa fertilidade, "mãe terra" e "integral ecologia". Daí, ele disse que percebeu que o Sínodo não era sobre religião era um sínodo político.

Ele perguntou se as pessoas na Amazônia eram batizados pelos missionários, e eles disseram que "normalmente não, pois isso não faz parte da cultura amazônica". Dessa forma, Alexander conta que ficou extremamente chateado.

Em seguida, ele entrou de novo na Igreja com um amigo que fala português para conseguir mais informações.

Depois de pegar todas as informações, ficou totalmente claro para ele que o que acontecia no Sínodo era contra o Primeiro Mandamento (Eu sou teu Deus, você não deve adorar outros deuses além de Mim).

Ele também assistiu aos vídeos da dança para Pachamama nos jardins do Vaticano.

Daí, ele voltou para Áustria e ficou refletindo com um amigo o que deveriam fazer diante daquilo que viram.

E decidiram voltar para Roma, retirar essas imagens que não pertencem ao culto católico de dentro da Igreja de Santa Maria.

Então, em Roma, eles estavam na Igreja por volta de 6:30h da manhã, mas a Igreja não estava aberta ainda, então ficaram em volta, e começaram a rezar o rosário, próximo da Igreja. Daí, "quando a última Ave Maria foi recitada a Igreja estava aberta".

Então, eles entraram na Igreja e tentaram tirar tantos ídolos Pachamama fosse possível. Ele pegou 5 pachamamas.

Então, próximo ao Castel Sant'Angelo, na "ponte dos anjos" eles jogaram as pachamamas no rio Tibre.

Ele disse que entendeu depois de duas ou três horas que o ato foi um sucesso, teve enorme impacto em todo o mundo católico e também no Sínodo.

Todos começaram a se questionar que diabos é essa Pachamama.

Eles conseguiram enorme apoio, e receberam muitas orações.

Então, ele decidiu que não ia ficar escondido, como um covarde. Alexander que decidiu se mostrar só agora (depois de duas semanas), porque não queria que eles fossem o centro das atenções, mas sim o porquê que eles  jogaram as pachamamas no rio.

Hoje, ele disse: "estamos aqui para mostrar para todos que existem leigos que não deixarão que façam isso com a Igreja".

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Rezemos em agradecimento a Alexander e seus amigos (tem até um que fala português).

Aqui vai uma entrevista com Alexander.

Interessante na entrevista é que ele diz que é católico convertido, era luterano há 10 anos, pois o bisavô dele se converteu a Igreja Luterana, mas ele converteu de volta parta o catolicismo e toda a sua família também se converteu ao catolicismo (aliás, ele diz, a Áustria é um país muito católico).

Para ele, é inimaginável não ser católico, ele ama e divulga muita o catolicismo.

Ele conta que recebeu milhões de apoio, também entre padres, bispos e até cardeais. Então, ele viu que o tamanho dos fiéis católicos é enorme.

Ele está ótimo na entrevista, mas não tenho tempo para traduzir mais.









7 comentários:

Adilson disse...

Assisti aos dois vídeos: INCRÍVEL! INCRÍVEL. Agora analisemos tudo essa situação da Igreja de um ponto de vista cosmopolita: um jovem vem da Áustria, se esforça por compreender todo esse quadro da Igreja inerte perante um sínodo pagão dirigido por um grupelho de hereges. Então, toma uma decisão que, catolicamente observando, deveria ser dos católicos romanos. O que podemos tirar disso tudo é simples: serão católicos leigos de qualquer lugar que terão de tomar as decisões mais corajosas, pois NÃO HÁ mais sacerdotes para inspirar os católicos em bravura, coragem e altivez.

Rafael P. disse...

Adilson/Pedro,

Estou um pouco ausente das últimas postagens por conta de uma viagem de trabalho.
Já pedi orações ao meu irmão ao seu apostolado aqui pelo site Pedro.

Padre Paulo Ricardo realizará uma live hoje sobre "Os Apóstolos dos Últimos Tempos". Assistirei mais tarde, porém creio que ele falará um pouco sobre os tempos atuais.

https://www.youtube.com/watch?v=Gc7hu-76hMY

Um abraço e fiquem com Deus.

Pedro Erik disse...

Ok, meu amigo, Rafael.
Muito obrigado pelas orações, preciso demais, especialmente porque ando muito cansado.

Hoje infelizmente eu tenho que dar aulas não poderei acompanhar Padre Paulo Ricardo ao vivo, espero que ele sobre a tribulação que vivemos.

Abraço,
Pedro

Rafael P. disse...

Pedro, recomendo que assista quando puder. Sei que existem as normais divergências mas, creio que a live de hoje seja uma visão ponderada sobre o tempo que vivemos. Em alguns momentos lembrei de você, e sobre esse seu cansaço.

Rezamos uns pelos outros meu amigo.

Um forte abraço!

Pedro Erik disse...

Ok, vou tentar ver, Rafael.

Sim, meu caro, você e seu irmão estão nas minhas orações.

Grande abraço,
Pedro

Adilson disse...

Obrigado, Rafael, pela informação. É bom saber que nossos últimos dias será abordado pelo pe Paulo Ricardo.

Pedro Erik disse...

Não consegui ver tudo ainda, Rafael, o vídeo é muito longo. É bom vídeo, mas vi alguns problemas na lógica de raciocínio dele.

Em todo caso, creio que o padre Paulo Ricardo é fonte de ensinamentos e de amor pela Igreja, mesmo que lhe escape um pouco o momento da Igreja ou mesmo fuja de dar nome aos bois.

Abraço,
Pedro Erik