quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Nigéria: Boko Haram (terrorismo) e Corrupção

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Ontem foi divulgado mais uma ação do grupo terrorista Boko Haram da Nigéria. Em um ataque em um mercado, o grupo matou 30 pessoas na cidade de Maiduguri. No Natal, o grupo já tinha atacado cristãos que estavam em Igrejas e ocorreram outros ataques deste então. O número de pessoas mortas pelo grupo se conta em centenas.

Na semana passada, a Rome Reports fez um excelente vídeo sobre o grupo terrorista nigeriano Boko Haram. É curto, mas a entrevista com o jornalista Eugene Ohu ajuda bastante a entender não só o Boko Haram como a própria Nigéria - mistura de corrupção, divisão cultural e terrorismo.

Abaixo, vai o vídeo da Rome Reports com a tradução em azul.





(Romereports.com) Era agosto de 2011, quando um edifício das Nações Unidas foi atacado na Nigéria. Então, poucos meses depois, em dezembro, os ataques se voltaram contra os civis, quando as igrejas cristãs foram bombardeadas.  

Os ataques foram creditados ao grupo terrorista chamado "Boko Haram", que se traduz como "educação ocidental é proibido." Os críticos dizem que o grupo radical islâmico quer impor a sua religião, mesmo se for feito por meio da violência.

Eugene Ohu 
Jornalista (Nigéria) 
"O chefe do Boko Haram foi preso. Ele era saudável no momento, mas de noite ele tinha morrido. Quem o matou? As pessoas pensaram que a polícia nigeriana matou o chefe da Boko Haram, de modo que isto provocou mais uma razão para os ataques: Vingança "

Os ataques vão de encontro a convivência pacífica entre cristãos e muçulmanos na Nigéria. Os muçulmanos são a maioria no Norte e cristãos do Sul.  

Mais recentemente, a brutalidade dos ataques também têm provocado divisões entre os terroristas.

Eugene Ohu:
"Houve um ataque no estado de Kano, que já matou muitos muçulmanos, mais de duas centenas de pessoas. Bem, os muçulmanos que fazem parte do Boko Haram não acho que é certo matar "seu povo" por assim dizer. Então, aparecem outras questões dentro do grupo como "qual é o nosso propósito." Há diferença interna dentro Boko Haram. "

Desde 1999, em sua maior parte, os presidentes da Nigéria tem sido cristãos. Então, como uma forma de se opor ao presidente, alguns políticos do Norte têm usado argumentos Boko Haram para fazer com que os jovens defendam a lei Sharia publicamente. Mesmo se eles não concordam com o grupo terrorista, os políticos usam-o como uma ferramenta para enfraquecer o presidente e suas políticas.

Eugene Ohu 
"Quando há um choque entre dois políticos, um do Norte e um do Sul, é muito fácil para este político do Norte dizer aos seus seguidores que o outro é um inimigo do Islã, vamos ataque". As razões são políticas mas o instrumento que é usado é a religião. "

Manipular a religião está junto de outro problema na Nigéria: a corrupção.O principal suspeito no atentado que matou mais de 40 Católica no Natal passado foi preso, mas fugiu no dia seguinte em plena luz do dia.

Eugene Ohu 
"Existe corrupção na Nigéria? Sim. Existe corrupção em os EUA? Sim, claro. Existe corrupção em todos os países? Sim, mas qual é a diferença: talvez em outros países, a lei funcione. As coisas estão melhorando lentamente na Nigéria. "

O
jornalista Eugene Ohu diz que para entender a Nigéria é preciso levar em conta várias questões. Todas as razões políticas, étnicas, sociais e religiosas. Ele diz que o conflito e os ataques do Boko Haram é muito mais complicado do que apenas uma "guerra de religiões".

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Fakegate: Mais um Escândalo Ambientalista.

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O assunto está em todos os jornais dos Estados Unidos e Europa, mas ainda não chegou no Brasil. 

Peter Gleick (foto acima) é um reconhecido cientista com PhD de Berkeley, membro da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos, especialista em água (hidroclimatologista), chefe do Instituto Pacífico e chefe da Força Tarefa para ética da ciência do Sindicato Geofísico Americano. Em resumo, o cara tem bastante formação para ser cientista e é preocupado com a ética na ciência.

Acontece que Gleick fez algo incrivelmente anti-ético. Confessou, pediu desligamento da Academia Nacional de Ciências e foi desligado, e foi retirado do Sindicato Geofísico Americano.

Gleick recebeu de forma inadvertida alguns documentos do Heartland Institute, que é um instituto que tem uma posição cética com relação a mudança climática provocada pelo homem, mas costuma convidar aqueles que defendem a mudança climática para seus debates, incluindo Gleick, que nunca aceitou o convite.

Gleick criou um email falso com o nome de um membro da Heartland  para pedir ao Instituto outros documentos. Os documentos traziam os nomes de doadores do Hearland. Além disso, havia um memorando em que supostamente seria da Heartland no qual o Instituto faz um programa para passar a visão cética para as escolas.

Gleick jogou tudo na internet. A Heartland teve que pedir desculpas para os seus doadores, pois havia um contrato de privacidade.

Passou-se o tempo, o cerco foi apertando e Gleick confessou que pediu os documentos se fazendo passar por outra pessoa. Ele queria provar que aqueles que não acreditam na mudança climática eram anti-éticos, acabou provando o contrário.

Como disse, o site EU Referendum, por que os ambientalistas estão preocupados com um obscuro instituto que tem poucos recursos enquanto a ONU tem tantos recursos para forçar a idéia de que o ser humano é culpado pela mudança climática? A resposta é que o mundo está cada vez mais incrédulo sobre isso, muitos cientistas ambientalistas dependem de recursos públicos, para isso é importante que o público acredite que o homem é culpado.

Na declaração da Heartland sobre o assunto, o Instituto disse que ainda espera que Gleick confesse que forjou o memorando. O próprio Gleick teria escrito o memorando. Heartland planeja processar Gleick.

Quem quiser ler sobre o caso, pode ver no Wall Street Journal, New York Times, Fox News, Daily Mail, no jornal inglês The Telegraph (blog de James Delingpole), no blog EU Referendum.

Delingpole chamou o caso de Fakegate, acrescentando mais um gate a discussão da mudança climática (já falei aqui no site do Climategate e do Climategate II, mas ainda tem o Amazongate, Greenpeacegate, Glaciergate e o Africa-gate, pesquisem na internet). A própria Heartland adotou o nome.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Otan Queima Corão no Afeganistão

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Um incidente que pode ter consequências terríveis ocorreu no Afeganistão. Foram encontrados exemplares de livros muçulmanos, incluindo o Corão, entre os objetos queimados da base militar da Otan no Afeganistão. O general norte-americano, John Glenn, o maior comandante no Afeganistão, pede mil desculpas, diz que ocorreu de forma inadvertida e ainda afirmou que vai investigar o caso. Os livros eram de prisioneiros da base militar. Mas a população não quer nem saber e pede morte para os estrangeiros (foto de manisfestação contra a base militar acima).

A guerra do Afeganistão trouxe certa paz, mas o país ainda permance sob ameaça do Talibã, e isto não tem perspectiva para acabar, dadas as condições extremamente difíceis da região. O incidente só joga muita lenha na fogueira.

Quantos terroristas serão estimulados pelo incidente? Quantos líderes radicais islãmicos usarão o incidente para estimular o ódio?

E se quem jogou os livros no lixo tiver sido algum muçulmano para aumentar o ódio aos americanos, quem irá acreditar nesta história?

Acho que não adiantaria a Otan distribuir milhares de Corão, nem seria ético fazer isso. Em suma, não há solução possível sem que haja uma mudança cultural no país.

Mesmo que o presidente Karzai peça calma a população, ele está longe de dominar a população. E isto pode fazer com que ele perca apoio. O que acho que ele deve fazer é usar o incidente contra a Otan  para ganhar apoio do povo afegão. Em um momento, que o Obama está louco para sair do Afeganistão, isto deve ajudar nesta tarefa, mas ele deixará o país a beira do caos, pronto para ser dominado pelo Talibã de novo.

Para finalizar, o site Weasel Zippers lembra um fato interessante de 2009. Uma base militar americana no Afeganistão recebeu bíblias de uma Igreja e queimou todas as bíblias porque os soldados não podem fazer proselitismo de uma  religião quando em serviço. Naquela momento não houve nenhuma reação contra a destuição do livro sagrado dos cristãos.

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

Apedrejamento de Cristãos em Jerusalém

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O Jornal Israel Today divulgou ontem que um grupo de 50 palestinos atacaram com pedras turistas cristãos que estavam visitando o Templo do Monte no domingo. A polícia israelense tentou proteger os turistas e também recebeu pedradas.  Mas conseguiu prender 11 palestinos, sendo muitos menores de idade.

Acredita-se que o ataque foi estimulado pelo ex-líder islâmico de Jerusalém, Ektama Sabri, que disse na mídia palestina que os judeus iriam ocupar e profanar as mesquitas no final de semana.

Isto é de certa foma comum, palestinos costumam dizer que Israel irá destruir o Domo da Rocha e a Mesquita Al Aqsa de Jerusalém. A mesquista Al-Aqsa e o Domo da Rocha foram construídos no século 7 dC, depois que muçulmanos dominaram Jerusalém.

Mas, mesmo o Templo do Monte sendo o lugar mais sagrado para os judeus, local do Templo de Salomão, de  957 a.C, Israel proíbe que judeus e cristãos carreguem bíblias quando visitem o local, para evitar confronto com palestinos. Cristãos e Judeus não podem nem rezar em silêncio no local.

Eu, graças a Deus, tive a oportunidade de conhecer muitos locais no mundo. Mas ainda não conheço Jerusalém. É sempre bom saber onde se está pisando. Deve-se conhecer a história do local para melhor apreciar a visita. E deve-se ler os jornais para se preparar contra problemas modernos.

Agora, como diz o Weasel Zippers, imaginem se o apedrejamento fosse contra muçulmanos que estivessem rezando próximos a igrejas cristãs em algum país ocidental. O assunto seria capa de todos os jornais do mundo. Estaria no New York Times, por exemplo, e não em apenas um jornal local, como é o caso do apedrejamenro de cristãos.

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Cristo Existiu? Quem é Ele?

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Eu já tinha lido um excelente texto de James Hannam sobre o mito de que Cristo não existiu.  Hannam é físico e historiador e escreveu um livro excepcional que eu recomendo fortemente, chamado God's Philosopher: How Medieval World Laid out the Modern Science. Mas ontem eu li outro texto excepcional, desta vez de Carl Oslon sobre quem foi Cristo. Muitos dizem que foi ele foi apenas um homem ou é apenas um guru.Olson é teólogo e autor de vários livros, um deles detona o livro Código Da Vinci.

Leiam estes dois textos para entender o Cristo histórico e as comprovações de sua existência. Aqui vou traduzir apenas partes dos dois textos.


1. James Hannam - O Mito de que Cristo Não Existiu (escrito em 4 partes)

As pessoas perguntam por que não há registro de Jesus nos arquivos romanos. A resposta é que não há registros de sobreviventes romanos. Tudo o que temos são ilustres paroquiais historiadores romanos que tinham pouco interesse nas idas e vindas de cultos menores e eram muito mais preocupados com imperadores e reis. Jesus fez um impacto muito pequeno, enquanto ele estava vivo e não havia nenhuma razão para os historiadores romanos observá-lo.O cristianismo é mencionado pelo historiador Tácito no início do século 2. Mas ele fala sobre a religião só porque os cristãos tiveram a infelicidade de ser transformados em bodes expiatórios pelo imperador Nero para o grande incêndio de Roma. Tácito está interessado no Imperador, não nas vítimas. Ele apenas dá informações muito limitadas sobre Cristo e os cristãos. Ainda assim, ele nos diz que Jesus existiu e foi crucificado sob Pôncio Pilatos.

O historiador de quem poderíamos esperar mencionar Jesus é Flávio Josefo, um judeu que escreveu uma história de seu povo até 66 dC, o que é chamado de Antiguidades Judaicas. Na verdade, Josefo menciona Jesus duas vezes, e assim Cristos Mitologistas têm que dedicar muita atenção a atacar as passagens relevantes. Seu trabalho é facilitado porque Josefo, um fariseu, provavelmente não sentiu nada além de desprezo por Jesus. Isso significou mais tarde que os cristãos tentaram "corrigir" seu fraseado negativo.

Quando publiquei este texto, foi levado a sério, embora, em retrospecto, parece absurdo. [Mas] gostaria de convidar qualquer Cristo Mitologista para me explicar as diferenças substanciais entre a teoria dele e a teoria espúria abaixo.

Na verdade, embora há muito textos sobre Aníbal (líder de Cartago), nada disso é contemporâneo e não há nenhuma evidência arqueológica que ele tenha existido (não é surpreendente dado que os romanos arrasaram a cidade de onde ele veio). Além disso, ele não é mencionada em nenhuma fonte cartaginese, o que é incrível, dado que ele era suposto ser o seu maior líder.

No final, se Jesus não existisse, a ascensão do cristianismo é ainda mais incrível e quase impossível de explicar.


2) Carl Olson - Três Cristos Falsos - o Mito, o Mortal e o Guru.

Albert Schweitzer, nas páginas iniciais do seu famoso e influente livro 1906 A Busca do Jesus Histórico, escreveu: "E assim cada época encontrou suas próprias idéias sobre Jesus... Não só épocas encontraram diferentes cristos. Cada indivíduo por vezes recria a sua própria imagem"
 
Os exemplos abundam:
• Os ateus insistem que Jesus não existiiu
ou que, se ele existiu, ele é perdido nas brumas do tempo ou usurpada por cristãos fanáticos.
• Os racionalistas tendem a retratar Jesus como um filósofo de boas ou questionáveis intenções.
• Socialistas freqüentemente apresentam Jesus como um protoMarxista e líder de libertação cuja luta foi, em última análise política e não religiosa ou espiritual. Outros esquerdistas pintam um retrato de Jesus organizador da comunidade ou de um agitador.
• Os habitantes do reino da Nova Era regularmente igualam Jesus com Buda e falam de "consciência de Cristo."
• Alguns cristãos falam de um amigável Jesus, que não está interessado em adoração e outros falam que Cristo que não estar interessado em caridade ou discípulos, apenas julga.
  
Alguns desses "Cristos" são apenas falsos outros são também heréticos. "Toda heresia tem sido um esforço para estreitar a Igreja", escreveu G. K. Chesterton em St. Francisco de Assis.

Mais recentemente, a mesma idéia mitológica de Cristo foi trazida pelo Christopher Hitchens em seu livro best-seller 2007 God Is Not Great: How Religion Poisons Everything. Hitchens nega que os quatro Evangelhos têm qualquer valor histórico e diz que os relatos da vida de Jesus são "lenda". [Não de se assutar que Histchens diga isso] considerando o quão preso Hitchens está nos textos do século 19 [em que foi  publicado muitos livros que são completamente desacreditados hoje] . Hitchens cita os argumentos de apenas um estudioso cristão dos últimos cem anos, o apologista anglicano e autor C. S. Lewis.

Hitchens desconhece ou despreza a abundância de estudos a partir de informações tanto cristãos e não cristãos que Jesus de Nazaré realmente existiu e que os Evangelhos, de fato, fronecem informações que os historiadores levam a sério como prestação de contas reais de pessoas reais fazendo coisas reais. Nenhum historiador moderno respeitável do mundo antigo nega que Jesus de Nazaré existiu, é por isso que Graham Stanton, nos Evangelhos e Jesus (Oxford University Press, 2002), escreveu: "Hoje quase todos os historiadores, se os cristãos ou não, aceitam que Jesus existiu e que os Evangelhos contêm muitas evidências valiosas, que tem de ser ponderado e avaliado criticamente. "A quantidade de evidência textual para a existência de Jesus é impressionante, especialmente para uma antiga figura histórica. 

Que Jesus era meramente mortal é agora tarifa padrão entre aqueles que não se pode negar a evidência histórica básica, mas rejeitam a singularidade do homem de Nazaré. As variações são muitas: Jesus era apenas um profeta equivocado, um filósofo cínico, um rabino judeu, um fanático político, um guru itinerante, um agitador para a mudança social. Isto não é novo. Desde o início, alguns duvidaram ou ridicularizam "alegação de divindade:" Eles disseram, 'Não é este Jesus, o filho de José, cujo pai e mãe nós conhecemos Como ele diz agora "Eu desci do céu" ? '"(Jo 6:42). Judeus, romanos e outros pagãos dos primeiros séculos zombaram dos primeiros cristãos para a sua crença de que Jesus é o Filho de Deus.

Modernos variações sobre este tema são numerosas e aparecem em romances históricos apresentados, bem pesquisado e teologicamente sofisticado. O  historiador Leigh Teabing, um personagem principal de O Código Da Vinci, diz: "[Jesus foi] um profeta mortal ... um grande e poderoso homem, mas um homem, no entanto. Um mortal." Ele e o herói do romance, Robert Langdon, declarar que Jesus foi "feito" divino no Concílio de Nicéia no AD 325 e que antes desse tempo, ninguém, nem mesmo os seguidores de Jesus, acreditavam que ele era o Filho de Deus. Não importa a evidência óbvia ao contrário (ver Mt 1:23, 3:16-17; Jo 1:1 ss, 5:18, 8:56 e ss, Jo 20, etc.).

Jesus, para dar apenas um exemplo, afirma: "Em verdade, em verdade vos digo: antes que Abraão existisse, Eu sou" (Jo 8:58)

Os judeus discutindo com Jesus entenderam Suas palavras, "pegaram em pedras para atirar contra ele." Que opções existem, então, para o cético? C. S. Lewis ofereceu o "trilema" de "mentiroso, Senhor, ou lunático", ao que Peter Kreeft acrescentou "professor guru /."  

Algo semelhante pode ser encontrada no Cristo do movimento da Nova Era, um movimento que geralmente engloba panteísmo ou monismo, a crença de que "tudo é Um" e este é impessoal. Um exemplo excelente e recente pode ser encontrada nos escritos do prolífico Deepak Chopra, especialmente em seu livro best-seller O Terceiro Jesus (2008, ver "Chopra Cristo: A Criação mítica de um Panthevangelist Nova Era" para uma revisão detalhada e crítica .) Chopra propositadamente procura primeiro a remover Jesus a partir de qualquer contexto histórico ea realidade, em seguida, destaca Jesus de reflexão teológica e formulação doutrinária. O "Jesus em primeiro lugar", então, "é histórico e sabemos quase nada sobre ele." Claro, Chopra passa a dizer coisas específicas sobre o Jesus histórico, mas ainda insiste em que ele é completamente desconhecido.Reais estudos históricos e as provas não são consideradas ou mesmo reconhecidas, em vez disso, esta abordagem anti-histórica é um dado adquirido, como algo de um ato de fé cega. O "segundo Jesus", diz Chopra, é "o construído por teólogos e outros estudiosos." Este Jesus, Chopra insiste, "nunca existiu" . Novamente, nenhuma evidência é oferecida e não há envolvimento em tudo com a rica tradição teológica da Igreja Católica. Mas isso não é surpreendente, como Chopra, como a maioria dos novos aderentes, é anti-teológica e anti-metafísico. Ele considera a teologia a ser um inútil ou propaganda. 

O "terceiro Jesus" é o Cristo de Chopra, o epítome de um salvador subjetivo, embora Chopra não tem necessidade de ser salvo do pecado e do mal. Pelo contrário, "Jesus pretendia salvar o mundo, mostrando aos outros o caminho para a consciência de Deus." Esta jornada a "consciência de Deus" acontece através de "consciência de Cristo," a ambigüidade do que pode ser refinado e moldado como se deseja para um de gostos pessoais. Cristo, o "guia" é um ser espiritualmente avançado que ajuda a atingir candidatos a "evolução espiritual". Ele é comparado a ou mesmo entrou em alguma forma de Buda. Chopra, tendo acabado com a história e teologia convenientemente não vê diferença entre os dois, afirmando que "o buscador cristão que quer chegar a Deus não é diferente da budista. Ambos são dirigidos para a sua própria consciência."

Uma vez que a ênfase no gnosticismo e no movimento da Nova Era é sobre o ensino de elite, a morte de Jesus e a sua ressurreição dos mortos são de pouca ou nenhuma importância. O resultado é que uma parte significativa dos Evangelhos, cerca de um quarto dos textos
é simplesmente ignorada ou rejeitada como irrelevante. Desde contexto histórico não é de interesse, os detalhes específicos dos Evangelhos são ignorados ou mal interpretado descontroladamente.
 
Em última análise, este falso Cristo é parte do tema cansado, mas popular, "A religião é ruim, a espiritualidade é bom."

Esses três falsos cristos estão enraizados em três visões defeituosas de Deus e do mundo: o ateísmo, o deísmo, e o panteísmo. Todos falham, em aspectos essenciais, a não levar a sério os eventos históricos, o que é descrito nos Evangelhos e proclamado pela Igreja. A importância da história é sublinhada pelo Papa Bento XVI no primeiro volume de Jesus de Nazaré: "Pois é da essência da fé bíblica se cercar de acontecimentos reais, acontecimentos históricos. Ela não conta estórias simbolizando verdades suprahistóricas, mas se baseia na  história, que teve lugar aqui na terra. " 

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Rick Santorum em Primeiro Lugar

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Depois de 47 semanas com no máximo 5% de popularidade, Rick Santorum assumiu a ponta na pesquisa para candidato a presidente do partido republicano, e com 12 pontos percentuais na frente do segunda colocado. Santorum tem 39%, contra 27% de Mitt Romney. É o que diz o Rasmussen Reports.

Não sou eleitor americano, mas já declarei meu voto aqui para Santorum, desde que ele tinha apenas 1% de popularidade.

Torço com muita sinceridade para ele, acho, inclusive, que o mundo precisa da visão que Santorum tem da economia (que ela também precisa seguir valores morais).

No Brasil, só se lê muita bobagem sobre as eleições americanas. Por vezes, tenho a impressão que eles mandam os piores analistas para os Estados Unidos e eles devem trabalhar dentro do New York Times, pois eles sempre repetem o que diz este jornal de Nova Iorque, que é reconhecido por odiar qualquer candidato do partido republicano.

Por exemplo, a revista Veja, que supostamente seria de direita no Brasil, trata Santorum como "ultraconservador", o que para o eleitor brasileiro seria quase Hitler. Santorum não é ultraconservador no sentido imaginado pelas pessoas, ele apela tanto para os conservadores (pelos valores morais) como para os de esquerda (pela defesa dos mais necessitados).

Eu tenho muita dificuldade com o jornalista Andre Petry que escreve assuntos internacionais na Veja e também com o que escreve para o site da revista, Caio Blinder. Eles seguramente trabalham para o New York Times. A Veja, como o New York Times, nunca defende valores morais e sempre se posiciona como um ateu se posicionaria e sem colocar a posição que um cristão teria.


Não sei se Santorum se sustentará, Romney (o da esquerda na foto acima) tem uma máquina de guerra. Romney é riquíssimo e usa muito dinheiro em campanhas difamatórias contra os oponentes. Além disso, a imprensa do tipo New York Times detesta candidato falando em questões morais, vão procurar atacá-lo de todos os lados. Em suma, Santorum será atacado dentro e fora do partido republicano com muita força.

Mas GO SANTORUM 2012!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Act of Valor: Um Filme Feito por Soldados Reais

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Está sendo lançado nos Estados Unidos o filme The Act of Valor (Ato de Bravura). É uma ficção, mas baseada em relatos reais de ações militares da tropa de elite das froças armadas americanas e com atores que são do próprio exército norte-americano. Interessante. Vejam trailer abaixo:





Tenho muito respeito por soldados. Que Deus abençoe aqueles que estão do lado do bem para a humanidade.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Filha do Avô com a Mãe Defende a Vida

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Kristi Hofferber (foto) teve uma infância feliz, mas como tinha sido adotada, procurou saber quem eram seus pais. Os pais adotivos, então, decidiram contar uma verdade muito dura. Ela era filha de uma relação incestuosa entre sua mãe e o pai de sua mãe. Sua mãe biológica tinha sido abusada pelo pai durante a juventude e ficou grávida diversas vezes dessa relação incestuosa, apenas ela não foi abortada.

Ela decidiu procurar a mãe natural. Kristi diz que (traduzo em azul):

“My biological mother was very surprised that I had chosen to find her even after knowing the truth about my biological father. This is when I let her know my faith and how I felt about who I was. He may share my DNA, but God created me. No matter the circumstance, it is of God’s will and purpose that I was conceived.  I do not want anything from my biological father, nor will I ever. I cringe when someone says they’re pro-life but they believe in exceptions for rape and incest,” Kristi told WND recently. “Then I step in and say, ‘Wait a minute. I was conceived in incest, and I’m just as human as you are. The option of abortion allowed him to punish my innocent brothers and sisters with death. This is wrong in so many ways. God has a plan for each and every child, including those of us conceived in incest and rape. To have abortion as a legal choice hurts everyone involved."

(Minha mãe biológica ficou muito surpresa que eu tinha decidido conhecer a verdade sobre meu pai biológico. Então, eu revelei minha fé para ela e como eu me sentia sobre mim mesma. Ele me deu metade do meu DNA, mas foi Deus que me a vida. Não importa as circunstâncias, foi desejo de Deus que eu fosse concebida. Eu não quero nada do meu pai biológico, jamais. Eu tremo quando alguém diz que eles são pró-vida, mas eles acreditam em exceções para estupro e incesto. Então eu entro e digo: 'Espere um minuto. Eu fui concebido no incesto, e eu sou tão humano quanto você. A opção do aborto permite punir os meus irmãos e irmãs inocentes com a morte. Isso é errado, de muitas formas. Deus tem um plano para cada criança, incluindo aqueles de nós concebidos em estupro e incesto. Ter o aborto como uma escolha legal fere todos os envolvidos)

Sensacional. Que Deus abençoe Kristi.

Eu sempre pensei em quantas pessoas estão por aí que são filhas de relações incestuosoas. E fico muito chateado quando vejo católicos, como o jornalista Reinaldo Azevedo, defenderem o aborto no estupro. A vida só vale para eles se for relação consensual? Onde está escrito isso no ensinamento católico ou na Bíblia?

(Agradeço o tópico ao site LifeSiteNews)