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Por que criar um estado palestino? Hoje, não se tem nem concordância de quem é o líder político da Palestina e de qual território terá este estado. Quem manda é o Hamas, na Faixa de Gaza, ou é o Fatah, na Cisjordânia. O território incluirá toda a Cisjordânia? Será permitido a presença de judeus na Palestina, como existem árabes em Israel?
Se os palestinos querem um estado por formarem um povo distinto, então deve-se fornecer também um estado para os curdos, os bascos, os chechenos, os flamengos, os irlandeses, e tantas outras tribos africanas que convivem em um mesmo país.
O atual presidente da Autoridade Palestina, que só manda em partes da Cisjordânia, declarou que a idéia de criar um estado palestino observador nas Nações Unidas é tornar o conflito na região uma questão internacional e assim forçar Israel a assumir posições desejadas pelos palestinos. Israel poderá então ser condenado nas cortes internacionais por ocupar território em outro estado, mas os palestinos também não poderão atacar Israel sem serem condenados judicialmente.
Alguém aí irá conseguir segurar o Hamas na Faixa de Gaza? Irá os Estados Unidos que tanto ajuda os palestinos financeiramente continuar contribuindo com um estado beligerante? Como Israel reagirá com a expulsão de seus compatriotas da Cisjordânia? Qual foi o resultado da entrega da Faixa de Gaza aos palestinos? Virou um região indenpendente de Israel e pacífica?
Além disso, Abbas disse:
"We are going to complain that as Palestinians we have been under occupation for 63 years"(Nós iremos reclamar que a Palestina está sob ocupação nos últimos 63 anos).
Ora, está claro que se os palestinos reclamam de 63 anos de ocupação, eles estão dizendo que Israel não tem direito de existir pois há exatos 63 anos que existe o estado de Israel. E em 1948, nem mesmo existia o que chamamos de Palestina, que é fruto das guerras com os vizinhos, pós 1948.
Em suma, acho que o mundo não tem nada a ganhar com isso, nem mesmo a Palestina.
São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus: “Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?" São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
domingo, 18 de setembro de 2011
Ameaças do Mundo Islãmico aos Cristãos
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A foto acima mostra cristãos chorando por seus parentes que morreram durante o ataque a Igreja cristã copta em Alexandria (Egito), que estava em missa celebrando o ano novo no dia 1 de janeiro deste ano. Foram 21 cristãos mortos.
Mostro esta foto, pois ela promete ser ainda mais repetida. Ontem, li mais quatro notícias que demonstram a situação dos cristãos no munco islâmico.
1) Na Arábia Saudita, os livros didáticos distribuídos para as escolas continuam ensinando que os Judeus são macacos e os Cristãos, porcos e clama por morte para estes infiéis. A reportagem da Catholic News Agency ainda revela que a idéia de Jihad é ensinada como trazendo pela força os incrédulos para o Islã ou lutando contra os infiéis. 5 milhões de estudantes recebem este ensinamento no país. Mas lembremos que a Arábia Saudita financia muitas escolas chamadas madrassas ao redor do mundo, que só ensinam o Islã para as crianças. Também é bom lembrar que dos 19 que atacaram no 11 de setembro de 2001, 15 eram da Arábia Saudita, país considerado amigo do Ocidente.
2) O sheik da Síria Adnan al Aroor, que está exilado na Arábia Saudita porque é opositor ao regime de Bashar al-Assad, disse, em uma transmissão muito popular na Síria, que todos os apoiadores do regime, incluindo os cristãos, deveriam ser rasgados, cortados e serem usados como alimentos para cachorros. Os cristãos na Síria são considerados protegidos pelos regime de Assad, e já estão vendo suas Igrejas sendo destruídas.
3) Na Tunísia, a ameaça recente é de que a Basília de Kef seja transformada em uma mesquita. O país se prepara para escrever uma nova constituição depois da queda Zine Ben Ali, que governava o país desde 1987. A Tunísia é considerada o país com mais chance de realmente estabelecer uma democracia, dentro do mundo árabe, mas o partido islâmico Ennahda já consegue o dobro do apoio popular do que o Partido Democrático (segundo mais popular). O país decidiu fazer eleições parlamentares para estabelecer a nova constituição.
4) Para finalizar as ameaças aos cristãos mesmo na Índia, onde 81% é hindu, 13% é muçulmana e 2,3% é cristã. Ver vídeo abaixo da Rome Reports:, onde monsenhor Bernard Moras, arcebispo de Bangalore, fala das ameaças aos cristãos nas escolas na Índia, pois o cristianismo é visto como algo estrangeiro. E se houvesse grupos cristãos que atacassem escolas muçulmanas no Ocidente, qual seria a reação da imprensa?
(Agradeço as notícias contra os cristãos aos sites Weasel Zippers e Rome Report)
A foto acima mostra cristãos chorando por seus parentes que morreram durante o ataque a Igreja cristã copta em Alexandria (Egito), que estava em missa celebrando o ano novo no dia 1 de janeiro deste ano. Foram 21 cristãos mortos.
Mostro esta foto, pois ela promete ser ainda mais repetida. Ontem, li mais quatro notícias que demonstram a situação dos cristãos no munco islâmico.
1) Na Arábia Saudita, os livros didáticos distribuídos para as escolas continuam ensinando que os Judeus são macacos e os Cristãos, porcos e clama por morte para estes infiéis. A reportagem da Catholic News Agency ainda revela que a idéia de Jihad é ensinada como trazendo pela força os incrédulos para o Islã ou lutando contra os infiéis. 5 milhões de estudantes recebem este ensinamento no país. Mas lembremos que a Arábia Saudita financia muitas escolas chamadas madrassas ao redor do mundo, que só ensinam o Islã para as crianças. Também é bom lembrar que dos 19 que atacaram no 11 de setembro de 2001, 15 eram da Arábia Saudita, país considerado amigo do Ocidente.
2) O sheik da Síria Adnan al Aroor, que está exilado na Arábia Saudita porque é opositor ao regime de Bashar al-Assad, disse, em uma transmissão muito popular na Síria, que todos os apoiadores do regime, incluindo os cristãos, deveriam ser rasgados, cortados e serem usados como alimentos para cachorros. Os cristãos na Síria são considerados protegidos pelos regime de Assad, e já estão vendo suas Igrejas sendo destruídas.
3) Na Tunísia, a ameaça recente é de que a Basília de Kef seja transformada em uma mesquita. O país se prepara para escrever uma nova constituição depois da queda Zine Ben Ali, que governava o país desde 1987. A Tunísia é considerada o país com mais chance de realmente estabelecer uma democracia, dentro do mundo árabe, mas o partido islâmico Ennahda já consegue o dobro do apoio popular do que o Partido Democrático (segundo mais popular). O país decidiu fazer eleições parlamentares para estabelecer a nova constituição.
4) Para finalizar as ameaças aos cristãos mesmo na Índia, onde 81% é hindu, 13% é muçulmana e 2,3% é cristã. Ver vídeo abaixo da Rome Reports:, onde monsenhor Bernard Moras, arcebispo de Bangalore, fala das ameaças aos cristãos nas escolas na Índia, pois o cristianismo é visto como algo estrangeiro. E se houvesse grupos cristãos que atacassem escolas muçulmanas no Ocidente, qual seria a reação da imprensa?
(Agradeço as notícias contra os cristãos aos sites Weasel Zippers e Rome Report)
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
As Ameaças da Turquia a Israel
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Ao mesmo tempo, foi anunciado ontem que Turquia e Estados Unidos irão chefiar um novo orgão global contra o terrorismo que será lançado na ONU. Quer dizer, um país pró-Hamas e outro (supostamente, Obama é meio vacilante) pró-Israel irão chefiar um organismo contra o terror. O novo órgão chamado Global Counterterrorism Forum (GCTF) foi criado em maio passado, durante uma reunião do G8 em Deauville na França, como o objetivo de encontrar consenso na luta contra o terror.
Mas dos 30 membros fundadores do Global Conuterterrorism Forum (GCTF), 11 fazem parte da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), que costuma reafirmar que ataques violentos motivados pela ocupação de território não são atos terroristas. Em suma, pode-se até defender que se um terrorista atacar os Estados Unidos porque parte do exércio americano está na Arábia Saudita (que era o que dizia bin Laden) isto não seria ato de terror. Israel não é membro do GCTF. O Brasil também não faz parte, da América do Sul, apenas a Colômbia.
Além dos Estados Unidos e da Turquia fazem parte do GCTF os membros da OIC: Argélia, Egito, Indonésia, Jordânia, Marrocos, Nigéria, Paquistão, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes. E Reino Unido, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, Suiça, União Européia, Canadá, Austrália, China, Índia, Colômbia, Japão, Nova Zelândia, Russia e África do Sul.
Bom, em resumo, o GCTF é apenas mais um foro para combater o terrorismo fadado ao fracasso. Mas a crescente reislamização da Turquia e discurso agressivo de Erdogan contra Israel deveriam preocupar muito o mundo.
(Agradeço o achado do discurso de Erdogan ao site Weasel Zippers)
O primeiro-ministro da Turquia, Recep Endorgan (foto), disse ontem que Israel não pode fazer o que quer no Mediterrâneo oriental e que os navios de guerra turcos têm direito de estarem lá neste momento. Foram as mais recentes palavras de ameaça de Endorgan contra Israel, que matou 9 turcos que estavam a bordo de um navio supostamente de ajuda aos palestinos da Faixa de Gaza que invadiu as águas territoriais de Israel sem autorização no ano passado. Israel disse que não pedirá desculpas pelo incidente.
As tensões aumentam entre os dois países, com a Turquia prometendo proteger outros navios que queiram quebrar o bloqueio ao Hamas na faixa de Gaza. Erdogan está fazendo um tour por países árabes (Tunísia, Egito e Líbia) e está sendo recebido com entusiasmo com o discurso anti-Israel.
Mas dos 30 membros fundadores do Global Conuterterrorism Forum (GCTF), 11 fazem parte da Organização de Cooperação Islâmica (OIC), que costuma reafirmar que ataques violentos motivados pela ocupação de território não são atos terroristas. Em suma, pode-se até defender que se um terrorista atacar os Estados Unidos porque parte do exércio americano está na Arábia Saudita (que era o que dizia bin Laden) isto não seria ato de terror. Israel não é membro do GCTF. O Brasil também não faz parte, da América do Sul, apenas a Colômbia.
Além dos Estados Unidos e da Turquia fazem parte do GCTF os membros da OIC: Argélia, Egito, Indonésia, Jordânia, Marrocos, Nigéria, Paquistão, Catar, Arábia Saudita e Emirados Árabes. E Reino Unido, Dinamarca, França, Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, Suiça, União Européia, Canadá, Austrália, China, Índia, Colômbia, Japão, Nova Zelândia, Russia e África do Sul.
Bom, em resumo, o GCTF é apenas mais um foro para combater o terrorismo fadado ao fracasso. Mas a crescente reislamização da Turquia e discurso agressivo de Erdogan contra Israel deveriam preocupar muito o mundo.
(Agradeço o achado do discurso de Erdogan ao site Weasel Zippers)
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Rome Sweet Home.
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Em tempos de grandes heresias, dentro e fora da Igreja, é muito bom ver o vídeo abaixo. É o melhor vídeo que já vi em defesa da fé Católica - "Nós somos Católicos!"
Traduzo em azul abaixo a frase do Papa que vai no final do vídeo.
Dear Friends, may no adversity paralyze you. Be afraid neither of the world, nor of the future, nor of your weakness. The Lord has allowed you to live in this moment of history so that, by your faith, His name will continue to resound throughou the world.
(Queridos Amigos, que as adversidades não paralisem vocês. Não temam nem o mundo, nem o futuro, nem suas fraquezas. Deus permitiu que vocês vivessem neste momento da história para que, por meio da fé, o nome Dele continue ressoando pelo mundo).
(Agradeço o achado do vídeo ao blog Catholic and Enjoying it)
Em tempos de grandes heresias, dentro e fora da Igreja, é muito bom ver o vídeo abaixo. É o melhor vídeo que já vi em defesa da fé Católica - "Nós somos Católicos!"
Traduzo em azul abaixo a frase do Papa que vai no final do vídeo.
Dear Friends, may no adversity paralyze you. Be afraid neither of the world, nor of the future, nor of your weakness. The Lord has allowed you to live in this moment of history so that, by your faith, His name will continue to resound throughou the world.
(Queridos Amigos, que as adversidades não paralisem vocês. Não temam nem o mundo, nem o futuro, nem suas fraquezas. Deus permitiu que vocês vivessem neste momento da história para que, por meio da fé, o nome Dele continue ressoando pelo mundo).
(Agradeço o achado do vídeo ao blog Catholic and Enjoying it)
terça-feira, 13 de setembro de 2011
Um Muçulmano Contra Jihad
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Um grande documentário foi preparado pelo site Radical Islam para celebrar o 11 de setembro. O filme é apresentado por Zuhdi Jasser (foto abaixo) que tem um site chamado American Islamic Forum for Democracy. Jasser é um médico muçulmano que trabalhou para a marinha americana e para o Congresso dos Estados Unidos. Ele reconhece que talvez seja a única voz dentro do Islã a se levantar contra o radicalismo. E por isso o documentário é cheio de contradições.
O documentário se chama The Third Jihad - Radical Islam's Vision for America (A Terceira Jihad - A Visão Radical do Islã para a América). Ele está disponível no site do Radical Islam.
Basicamente, Jasser, um muçulmano, mostra o perigo do avanço do Islã no mundo, na chamada Terceira Jihad. A Primeira Jihad ocorrreu depois da morte de Maomé, quando o Islã avançou sobre terras cristãs no Norte da África, chegando até a Espanha, e sobre a Pérsia (terra do zoroastrismo). A Segunda Jihad ocorreu com a queda de Constantinopla, chegando até às portas de Viena. Agora vemos a Terceira Jihad.
Jasser argumenta sob o ponto de vista de que há um Islã do mal, o radical, e que o dele é pela democracia. Na verdade, acho que aí está o erro de Jasser, só existe um Islã e a doutrina islâmica não é pela democracia, não é pela convivência com outras religiões. Todos os casos históricos do Islã mostram isso. E basta ler um pouco o Corão ou as tradições do Hadith (que conta a vida de Maomé).
Não vou baixar o vídeo aqui, porque o vídeo está a venda, apesar de ser possível assistí-lo no site do Radical Islam. Vale muito a pena vê-lo, recomendo fortemente.
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Um grande documentário foi preparado pelo site Radical Islam para celebrar o 11 de setembro. O filme é apresentado por Zuhdi Jasser (foto abaixo) que tem um site chamado American Islamic Forum for Democracy. Jasser é um médico muçulmano que trabalhou para a marinha americana e para o Congresso dos Estados Unidos. Ele reconhece que talvez seja a única voz dentro do Islã a se levantar contra o radicalismo. E por isso o documentário é cheio de contradições.
O documentário se chama The Third Jihad - Radical Islam's Vision for America (A Terceira Jihad - A Visão Radical do Islã para a América). Ele está disponível no site do Radical Islam.
Basicamente, Jasser, um muçulmano, mostra o perigo do avanço do Islã no mundo, na chamada Terceira Jihad. A Primeira Jihad ocorrreu depois da morte de Maomé, quando o Islã avançou sobre terras cristãs no Norte da África, chegando até a Espanha, e sobre a Pérsia (terra do zoroastrismo). A Segunda Jihad ocorreu com a queda de Constantinopla, chegando até às portas de Viena. Agora vemos a Terceira Jihad.
Jasser argumenta sob o ponto de vista de que há um Islã do mal, o radical, e que o dele é pela democracia. Na verdade, acho que aí está o erro de Jasser, só existe um Islã e a doutrina islâmica não é pela democracia, não é pela convivência com outras religiões. Todos os casos históricos do Islã mostram isso. E basta ler um pouco o Corão ou as tradições do Hadith (que conta a vida de Maomé).
Não vou baixar o vídeo aqui, porque o vídeo está a venda, apesar de ser possível assistí-lo no site do Radical Islam. Vale muito a pena vê-lo, recomendo fortemente.
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domingo, 11 de setembro de 2011
Pai Nosso em Aramaico para as Vitimas do Terrorismo Islâmico
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Neste dia 11 de setembro de 2011, dez anos após os ataques ao World Trade Center, o blog Thyself O Lord dedica um Pai Nosso especial a todos os que morreram em qualquer lugar por causa do terrorismo islâmico. Abaixo, o Pai Nosso na língua que Jesus Cristo nos ensinou. Vejam o vídeo e sigam a letra abaixo (traduzo em azul):
O papa Bento XVI fez dedicou uma oração quando visitou o Ground Zero (local do Wolrd Trade Center) em 2008. Vejam aqui.
(Agradeco o video ao blog Vivificat)
Neste dia 11 de setembro de 2011, dez anos após os ataques ao World Trade Center, o blog Thyself O Lord dedica um Pai Nosso especial a todos os que morreram em qualquer lugar por causa do terrorismo islâmico. Abaixo, o Pai Nosso na língua que Jesus Cristo nos ensinou. Vejam o vídeo e sigam a letra abaixo (traduzo em azul):
aboon dabashmaya
Pai Nosso que estâs no ceu,
nethkadash shamak
Santificado seja Vosso nome.
tetha malkoothak
Venha a nós o Vosso Reino,
newe tzevyanak
Seja feita a Vossa vontade
aykan dabashmaya
Assim na Terra como no céu
af bara hav lan lakma dsoonkanan
Pão nosso de cada dia nos dai hoje.
yamana washbook lan
Perdoai as nossas ofensas
kavine aykana daf
Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido.
hanan shabookan lhayavine oolow talahn lanesyana
Não nos deixei cair em tentaçao.
ela fatsan men beesha
Mas livrai-nos do mal.
O papa Bento XVI fez dedicou uma oração quando visitou o Ground Zero (local do Wolrd Trade Center) em 2008. Vejam aqui.
(Agradeco o video ao blog Vivificat)
terça-feira, 6 de setembro de 2011
O outro 11 de Setembro (1683)
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Houve na história outro 11 de setembro no qual o Islã atacou terras cristãs. Este outro 11 de setembro talvez seja tão ou mais importante que o 11 de setembro de 2001. Em julho de 1683, 150 mil tucos otomanos de fé islâmica, liderados por Kara Mustafa e ajudados por protestantes húngaros, cercaram Viena e começaram a provocar fome aos habitantes da cidade. A idéia era vencer a capital do império de Habsburgo, do Rei Leopoldo I, pela fome e pelo cansaço. Leopoldo I era defensor da contra-reforma e os protestantes de partes da Hungria eram contra o Rei.
O papa Inocêncio XI implorou para que as terras católicas ajudassem Viena. Mas os cristãos, assim como ocorre hoje, estavam divididos. E a França lutou para que não houvesse ajuda ao império de Habsburgo, querendo aumentar seu poder na Europa. O Papa então apelou para o Rei Polonês Jan III Sobieski (ou João III Sobieski). Este Rei agregou 40 mil soldados entre poloneses e alemães e rumou para Viena. Sobieski chegou na cidade no dia 11 de setembro de 1683 a noite, e logo na manhã do dia 12, começou a atacar os muçulmanos. A vitória ocorreu em apenas três horas apesar do maior número de turcos.
O quadro de Jan Matejko acima mostra Jan III enviando uma carta ao Papa Inocêncio XI, comunicando a vitória.
Então, no dia 11 de setembro de 1683 o mundo cristão estava sob forte ameaça. Uma vitória otomana teria transformado toda a Europa, certamente eles tomariam o sul da Alemanha e enfretariam tropas francesas.
O Rei Polonês e o Papa Inocêncio XI tinham plena consciência disso. Jan III disse: "To proceed the Holy War, and with God's Help to give back the old freedom and to besieged Viena, and thereby help wavering Christendom" ( Realizo a Guerra Santa, com a ajuda de Deus, para trazer a liberdade de volta para a cercada Viena e ajudar a vacilante cristandade).
Abaixo, Viena em 1683 com sinais que mostram onde ocorreu o cerco pelas tropas otomanas. A Catedral de São Estevão ainda existe e é belíssima, tive a graça de conhecê-la.
Depois da derrota, Kara Mustafa foi executado em Belgrado. Os turcos otomanos foram deixando a Europa. Jan III foi recebido como herói em Viena e na sua Polônia e a Austria reconquistou o resto de seus domínios. O papa Inocêncio XI foi beatificado em 1956.
Hoje, o mundo não depende só de uma batalha como em 1683. A guerra avançou para nossos bairros, entre nossos vizinhos. A ideologia muçulmana, religiosa e política, se entranha cada vez mais na nossa sociedade e ameaça eliminar nossa liberdade e destruir nossa religião.
E hoje o mundo despreza os cristãos sendo assassinados por milícias muçulmanas. Todo dia praticamente, cristãos são mortos por estas milicias. Ontem, por exemplo, uma família de oito pessoas cristãs foi assassinada por muçulmanos na Nigéria.
No inicío deste mês, foi anunciado que na na cidade de Salt, perto de Barcelona, onde 40% dos habitantes são muçulmanos!, foi aprovado pela primeira vez um banimento para que parassem de construir mesquistas na cidade por um ano, porque a população reagiu ao saber de planos para construir uma grande mesquita.
Os muçulmanos planejam manifestações no dia 11 de setembro. Durante o silêncio que será feito no dia 11 de setmebro, por exemplo, em Londres, para lembrar os 67 britânicos mortos naquele dia, os manifestantes planejam fazer muito barulho.
Eles dizem que o Ocidente perdeu a guerra. Vejam que cartaz ofensivo eles usam abaixo:
Houve na história outro 11 de setembro no qual o Islã atacou terras cristãs. Este outro 11 de setembro talvez seja tão ou mais importante que o 11 de setembro de 2001. Em julho de 1683, 150 mil tucos otomanos de fé islâmica, liderados por Kara Mustafa e ajudados por protestantes húngaros, cercaram Viena e começaram a provocar fome aos habitantes da cidade. A idéia era vencer a capital do império de Habsburgo, do Rei Leopoldo I, pela fome e pelo cansaço. Leopoldo I era defensor da contra-reforma e os protestantes de partes da Hungria eram contra o Rei.
O papa Inocêncio XI implorou para que as terras católicas ajudassem Viena. Mas os cristãos, assim como ocorre hoje, estavam divididos. E a França lutou para que não houvesse ajuda ao império de Habsburgo, querendo aumentar seu poder na Europa. O Papa então apelou para o Rei Polonês Jan III Sobieski (ou João III Sobieski). Este Rei agregou 40 mil soldados entre poloneses e alemães e rumou para Viena. Sobieski chegou na cidade no dia 11 de setembro de 1683 a noite, e logo na manhã do dia 12, começou a atacar os muçulmanos. A vitória ocorreu em apenas três horas apesar do maior número de turcos.
O quadro de Jan Matejko acima mostra Jan III enviando uma carta ao Papa Inocêncio XI, comunicando a vitória.
Então, no dia 11 de setembro de 1683 o mundo cristão estava sob forte ameaça. Uma vitória otomana teria transformado toda a Europa, certamente eles tomariam o sul da Alemanha e enfretariam tropas francesas.
O Rei Polonês e o Papa Inocêncio XI tinham plena consciência disso. Jan III disse: "To proceed the Holy War, and with God's Help to give back the old freedom and to besieged Viena, and thereby help wavering Christendom" ( Realizo a Guerra Santa, com a ajuda de Deus, para trazer a liberdade de volta para a cercada Viena e ajudar a vacilante cristandade).
Abaixo, Viena em 1683 com sinais que mostram onde ocorreu o cerco pelas tropas otomanas. A Catedral de São Estevão ainda existe e é belíssima, tive a graça de conhecê-la.
Depois da derrota, Kara Mustafa foi executado em Belgrado. Os turcos otomanos foram deixando a Europa. Jan III foi recebido como herói em Viena e na sua Polônia e a Austria reconquistou o resto de seus domínios. O papa Inocêncio XI foi beatificado em 1956.
Hoje, o mundo não depende só de uma batalha como em 1683. A guerra avançou para nossos bairros, entre nossos vizinhos. A ideologia muçulmana, religiosa e política, se entranha cada vez mais na nossa sociedade e ameaça eliminar nossa liberdade e destruir nossa religião.
E hoje o mundo despreza os cristãos sendo assassinados por milícias muçulmanas. Todo dia praticamente, cristãos são mortos por estas milicias. Ontem, por exemplo, uma família de oito pessoas cristãs foi assassinada por muçulmanos na Nigéria.
No inicío deste mês, foi anunciado que na na cidade de Salt, perto de Barcelona, onde 40% dos habitantes são muçulmanos!, foi aprovado pela primeira vez um banimento para que parassem de construir mesquistas na cidade por um ano, porque a população reagiu ao saber de planos para construir uma grande mesquita.
Os muçulmanos planejam manifestações no dia 11 de setembro. Durante o silêncio que será feito no dia 11 de setmebro, por exemplo, em Londres, para lembrar os 67 britânicos mortos naquele dia, os manifestantes planejam fazer muito barulho.
Eles dizem que o Ocidente perdeu a guerra. Vejam que cartaz ofensivo eles usam abaixo:
Nós perdemos?
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Europa Árabe - Islã Invade Concertos Musicais no Ocidente
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Como diz Pamela Geller, é a degração islâmica da sociedade civil ocidental. A BBC foi obrigada a cancelar pela primeira vez a transmissão de um concerto na London's Royal Albert Hall, porque manifestantes pró-Palestina interrompiam a perfomance da Filarmônica israelense. A BBC disse que no momento que Zubin Metha se levantava e iniciava uma música um pequeno grupo de manifestantes tentava interromper.
A audiência reagiu a eles. Vejam o vídeo abaixo em que as pessoas que queriam assistir ao show gritaram para que aqueles manifestantes fossem retirados, dizendo: "out, out".
30 pessoas foram retiradas do concerto pelos distúrbios programados pela Campanha de Solidariedade a Palestina. Mas não houve prisões. Havia ainda 20 manifestantes do lado de fora gritando contra Israel.
Outro exemplo, ocorreu na Holanda no dia 3 de setembro, quando um manifestante interrompeu um concerto dedicado a Rainha Beatrix para discursar em defesa do Islã. Vejam no vídeo que a orquestra deixa o palco e a polícia retira o cara.
É de assustar a incompetência da polícia holandesa, como esse cara chegou ao palco e pegou um microfone na presença da Rainha?
A Europa vai deixar ser invadida? Vai permitir interrupção de sua liberdade? Ou vai defender seus princípios?
(Agradeço os vídeos ao próprio site de Pamela Geller)
Como diz Pamela Geller, é a degração islâmica da sociedade civil ocidental. A BBC foi obrigada a cancelar pela primeira vez a transmissão de um concerto na London's Royal Albert Hall, porque manifestantes pró-Palestina interrompiam a perfomance da Filarmônica israelense. A BBC disse que no momento que Zubin Metha se levantava e iniciava uma música um pequeno grupo de manifestantes tentava interromper.
A audiência reagiu a eles. Vejam o vídeo abaixo em que as pessoas que queriam assistir ao show gritaram para que aqueles manifestantes fossem retirados, dizendo: "out, out".
30 pessoas foram retiradas do concerto pelos distúrbios programados pela Campanha de Solidariedade a Palestina. Mas não houve prisões. Havia ainda 20 manifestantes do lado de fora gritando contra Israel.
Outro exemplo, ocorreu na Holanda no dia 3 de setembro, quando um manifestante interrompeu um concerto dedicado a Rainha Beatrix para discursar em defesa do Islã. Vejam no vídeo que a orquestra deixa o palco e a polícia retira o cara.
É de assustar a incompetência da polícia holandesa, como esse cara chegou ao palco e pegou um microfone na presença da Rainha?
A Europa vai deixar ser invadida? Vai permitir interrupção de sua liberdade? Ou vai defender seus princípios?
(Agradeço os vídeos ao próprio site de Pamela Geller)
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