sexta-feira, 27 de julho de 2018

Filme sobre o Maior Serial Killer dos Estados Unidos.



Eu já falei desse terrível serial killer aqui. Ele matou 16 mil crianças, muitas vezes com toques de horror. Eu descrevi a história dele como a história mais horrenda e deplorável que já tratei.

Dr. Kermit Gosnell mantinha uma clínica de aborto na Filadélfia. As crianças que ele matou, por vezes, nas palavras do próprio Gosnell, podiam "ir caminhando com ele até o ponto de ônibus", ou nas palavras dos assistentes de Gosnell, eram tão grandes que se tirava foto do celular. Isto é, ele matava crianças dentro ou fora do útero em qualquer período de gravidez e com métodos terríveis.

As descrições dos abortos praticados pelo Dr. Gosnell são horrendas. Em 2010, o FBI invadiu a clínica dele e o mundo descobriu os horrores. Vejam mais no meu post

Gosnell foi preso e pegou prisão perpétua.

Hoje, eu descobri que foi feito um filme sobre esse que é considerado o maior serial killer dos Estados Unidos, produzido por John Sullivan, que vai estrear no dia 12 de outubro nos Estados Unidos.

Sullivan passou por diversos problemas para realizar o filme, problemas que sãop comuns com produtores de cinema conservadores. Teve falta de financiamento, que foi coberto por crowfunding, que conseguiu arrecadar dinheiro récorde (graças a Deus) e um juiz quis interromper o filme.

Certamente o filme vai sofrer desprezo da mídia quando for lançado.

Como o filme traz fatos horrendos, o próprio produtor disse que fez o filme de forma mais palatável  para que os cristãos possam assistir e divulgar o filme.

Aqui vai minha contribuição para divulgação do filme.



quinta-feira, 26 de julho de 2018

Pesquisa: Crianças de 4 Anos Detestam Comunismo e Aprovam Caridade.



No vídeo acima, o brilhante e divertido Andrew Klavan explica o que significa "igualdade" na cabeça de esquerdistas.

Essa semana, eu li sobre uma pesquisa que mostra que crianças detestam comunismo.

A igualdade para os esquerdistas, como explica Klavan, aprova que pessoas que não contribuíram para a realização de algo recebam os ganhos obtidos pelos outros.

Crianças de 4 a 10 anos detestam isso.

Elas detestam quem consegue as coisas sem ter contribuído para isso. Elas estão prontas para punir as crianças que fazem isso.

E essas crianças entendem também quando a entrega de bens é feita em nome da caridade. E elas aprovam quando isso é feito.

Na pesquisa, crianças tinham que desistir de parte de seus chocolates para obterem bolo ou sementes. Quando algumas crianças recebiam o bolo ou as sementes sem ter dado os chocolates, as crianças reagiam contra. Mas quando uma criança perdeu seus chocolates sem ter culpa (um cachorro comeu os chocolates), elas tendiam a aceitar que a criança recebesse a recompensa.

Hummm...São Paulo não nos cansa de provar que a lei divina está inserida no coração humano (Romanos 2:15).

Vejam reportagem sobre a pesquisa do jornal Daily Wire

4-Year-Olds Are Smarter Than Democrats. Study Finds Toddlers Dislike Freeloaders.



"Children as young as age 4 express dislike of and are willing to punish those who freeload off the work of other group members, a new Yale University study has found," reported Yale News.
But kids also make a clear distinction between those who freeload intentionally and those who have good reasons why they can’t contribute.
“This expectation of cooperation emerges by pre-school and maybe even earlier,” said Yarrow Dunham, assistant professor of psychology and senior author of the paper published in Psychological Science.
Psychologists have long wondered why humans tend to be cooperative and are willing to make sacrifices to sustain cooperation. We pay taxes, stop at red lights, help elderly neighbors — and dislike and are willing to punish those who violate these social norms. Psychologists have debated whether this occurs naturally or arises during socialization.
Dunham and Fan Yang, a Yale postdoc, designed a series of experiments to determine whether the very young — who by definition are not contributing members of a group — share this feeling about freeloaders.
Children from ages 4 to 10 were presented with scenarios in which they had to give up chocolates in order to get a cake or plant seeds in a garden to get tomatoes. All children expressed dislike for those who did not contribute and were even willing to give up stickers to punish them. The youngest subjects exhibited a stronger aversion to free-riders than 9- and 10-year-olds.
However, when a freeloader has a good excuse for not contributing — e.g. her pet ate her chocolate — the aversion was greatly reduced, the researchers report.
“Even young children expect cooperation and are willing to work to sustain it even at cost to themselves,” Dunham said. “I find this very positive. The seeds that sustain cooperation seem to emerge early on, and while as a society we need to sustain and nurture these values, we may not need to instill them in the first place.”


quarta-feira, 25 de julho de 2018

50 Anos da Humanae Vitae. Roberto de Mattei Avalia.


O renomado historiador católico Roberto de Mattei fez uma interessante análise da Humanae Vitae que celebra 50 anos hoje, no dia de Santiago Matamoros (Santiago de Compostela).

De Mattei argumentou que a Humanae Vitae deve ser exaltada pois ficou do lado do “imutável direito natural”, no momento em que a Igreja estava sob forte pressão de dentro e de fora para liberar medidas contraceptivas e até abortivas. 


Mas ele considera que a Humanae Vitae não foi profética, não previu o futuro iluminado pela graça divina, pois o problema atual não é o aumento populacional, mas, pelo contrário, o colapso demográfico e a Humanae Vitae aceitou que as famílias fizessem restrição à procriação por meio de “paternidade responsável”. 


Ele tem razão nesse aspecto. Inclusive, "paternidade responsável" hoje em dia é um dos termos preferidos dos defensores do aborto. Até a maior clínica de aborto dos Estados Unidos lembra esse termo, é chamada Planned Parenthood. E a ONU vive usando esse termo para defender aborto e métodos contraceptivos.


Mattei também considera que Paulo VI errou ao colocar no mesmo patamar o caráter unitivo do casamento (relacionamento do casal) com o caráter procriador. De Mattei ressalta que o caráter de procriação vem em primeiro lugar, respaldado pela Bíblia e pelas próprias palavras de Paulo VI previamente à Humanae Vitae. 


Acho que a Humanae Vitae pode ser defendida neste último aspecto pois logo no início mostra que o ponto é a defesa da procriação dentro da família.

Ele também comentou sobre como foi o processo de elaboração da Humanae Vitae, em que a Igreja brigava internamente, entre aqueles que defendiam os métodos de contracepção e até o aborto e aqueles que ficavam do lado da Tradição e da Bíblia na defesa da vida e do casamento.

Muito interessante. Leiam a entrevista de Mattei no site Life News.

Aqui vai parte do texto do site:

Humanae Vitae was courageous, but not prophetic: Catholic historian

LifeSite: Professor de Mattei, on July 25, 1968 Paul VI promulgated the encyclical Humanae Vitae. Fifty years later, what is your historical judgment on this event?
De Mattei: Humanae Vitae is an encyclical of great historical importance, because it recalled the existence of an immutable natural law at a time when the benchmark for culture and customs was a denial of lasting values amid historical change. Paul VI’s document was also a response to the ecclesiastical revolution that attacked the Church from within after the close of the Second Vatican Council. We must be grateful to Paul VI for not yielding to extremely strong pressure from media and ecclesiastical lobbies that wanted to change the teaching of the Church in this regard.
Unlike many people today, you claim that Humanae Vitae was not a prophetic document. Why?
In common parlance, prophetic is defined as the ability to foresee future events in the light of reason illumined by grace. In this respect, during the years of the Second Vatican Council, the 500 Council Fathers who demanded that communism be condemned were “prophets” in their prediction that this “intrinsic evil” would soon collapse. Those instead who opposed this condemnation — in the conviction that communism contained something good and would last for centuries — were not “prophets.”
In those same years, the myth of the demographic explosion was spreading, and everyone was talking about the need to reduce the number of births. Those like Cardinal Suenens, who asked that contraception be authorized in order to limit births, were not prophets; while Council Fathers like Cardinals Ottaviani and Browne, who opposed such requests by recalling the words of Genesis: “Be fruitful and multiply” (Gen. 1:28), were prophets. 
The problem facing the Christian West today is certainly not one of overpopulation but of demographic collapse.  Humanae vitae was not a prophetic encyclical, because it accepted the principle of controlling births in the form of “responsible parenthood,” even though it was a courageous document in reiterating the Church’s condemnation of contraception and abortion. In this respect it deserves to be celebrated.
Some have suggested that Humanae Vitae offered a new teaching in recalling the inseparability of the two ends of marriage, the procreative and the unitive, and put these ends on an equal footing? Do you agree?
The inseparability of the two ends of marriage is part of the doctrine of the Church, and Humanae Vitae rightly recalls this. However, in order to avoid any misunderstanding, we have to remember that there is a hierarchy of ends. According to doctrine of the Church, marriage is, by its very nature, a juridical-moral institution elevated by Christianity to the dignity of a Sacrament. Its principal end is the procreation of offspring, which is not a simple biological function and cannot be separated from the conjugal act. 
Indeed, Christian marriage is aimed at giving children to God and to the Church, so that they might be future citizens of Heaven. As Saint Thomas teaches (Summa Contra Gentiles 4, 58), marriage makes the spouses “propagators and preservers of spiritual life, according to a ministry at once corporal and spiritual,” which consists in “generating offspring and educating them in divine worship” (Eph. 5: 28). Parents do not directly communicate supernatural life to their children, but must ensure its development by passing on to them the inheritance of faith, beginning with baptism. For this reason, the principal end of marriage also involves the education of children: a work — as Pius XII affirms in an address on May 19, 1956 — which by its scope and consequences far surpasses that of generation.
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You note in your article that one of the new elements included in Monsignor Marengo’s book is the complete text of the first draft of the encyclical, which was titled De nascendi prolis. You also note how, through a series of events, this encyclical was transformed into Humanae Vitae. Can you tell us more about how this transformation occurred?  
The history of Humanae Vitae is complex, and it caused great anguish. The beginning of this story is the Council Fathers’ rejection of the preparatory schema on family and marriage, drawn up by Vatican II’s preparatory commission and approved by John XXIII in July 1962. The chief architect of the turning point was Cardinal Leo-Joseph Suenens, the Archbishop of Brussels, who had a profound influence on Gaudium et Spes and “piloted” the ad hoc commission on the birth control established by John XXIII and enlarged by Paul VI. 
In 1966, this commission produced a text in which the majority of experts expressed their support for contraception. The following two years were controversial and confusing, as the new documents published by Monsignor Gulfredo Marengo confirm. The majority opinion, announced by the National Catholic Reporter in 1967, was countered by a minority opinion opposing the use of contraceptive methods. Paul VI then appointed a new study group, directed by his theologian, Monsignor Colombo. 
After much discussion, they arrived at De nascendi prolis. But then another unexpected turn of events occurred, because the French translators expressed strong reservations about the document. Paul VI made new modifications, and finally, on July 25, 1968, Humanae Vitae was published. 
The difference between the two documents was that the first was more “doctrinal,” while the second had a more “pastoral” character. According to Monsignor Marengo, they felt “the wish to avoid that the search for doctrinal clarity be interpreted as insensitive rigidity.” The traditional doctrine of the Church was confirmed, but the doctrine on the ends of marriage was not expressed with sufficient clarity.
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terça-feira, 24 de julho de 2018

As Acusações de Padres Marxistas contra Papa Francisco


O Papa Francisco vive sendo acusado de ser marxista, seja porque se coloca politicamente muito mais próximo de líderes políticos de tendência marxista (Morales, Raul Castro, Kirchner, Maduro, etc) ou porque ataca líderes políticos de direita como Trump ou Salvini ou seja nporque continuamente defenda casa, trabalho,yerras para todos enquanto ataca os "capitalistas poderosos" (ver Laudato Si).

Mas hoje eu li no site One Peter Five acusações de padres marxistas contra o Papa Francisco quando ele era líder provincial jesuíta na Argentina, durante o governo militar do país (1976-1983).

Os padres acusam o Papa de mentir reiteradamente para eles e de entregá-los para os militares. Os padres foram presos e torturados.

Parece uma contradição e isso provaria que o Papa não é marxista? Não, basta lembrar de Dom Hélder Câmara, que foi integralista e depois quis substituir São Tomás de Aquino por Marx.

As denuncias foram feitas em 2010 quando Bergoglio não era Papa ainda.

As denúncias devem ser tratadas com muita desconfiança. Mas creio que a imagem que tenho do Papa Francisco como uma pessoa que não merece confiança, em termos do que diz, está refletida. Infelizmente. É muito comum o Papa falar pelas costas contra quem não gosta, vide os cardeais da Dúbia.

Podem ler as denuncias em espanhol clicando aqui. Abaixo vai uma parte.

MENTIRAS Y CALUMNIAS”. ACUSACIONES DE YORIO Y JALICS CONTRA EL CARDENAL BERGOGLIO‏


Un libro de Jalics, una carta de Yorio a la Compañía de Jesús, una entrevista de Jalics con Emilio Mignone, el testimonio de una monja y una entrevista con los hermanos de Yorio describen en forma elocuente los procedimientos de Bergoglio, antes y después del secuestro de los dos jesuitas.
En su libro de 1986 Iglesia y dictadura, Emilio Mignone mencionó a Bergoglio como uno de “los pastores que entregaron sus ovejas al enemigo sin defenderlas ni rescatarlas”.
En 1995, el jesuita Francisco Jalics publicó un libro, Ejercicios de meditación.
Al narrar su secuestro dice que “mucha gente que sostenía convicciones políticas de extrema derecha veía con malos ojos nuestra presencia en las villas miseria. Interpretaban el hecho de que viviéramos allí como un apoyo a la guerrilla y se propusieron denunciarnos como terroristas. Nosotros sabíamos de dónde soplaba el viento y quién era responsable por estas calumnias. De modo que fui a hablar con la persona en cuestión y le expliqué que estaba jugando con nuestras vidas. El hombre me prometió que haría saber a los militares que no éramos terroristas. Por declaraciones posteriores de un oficial y treinta documentos a los que pude acceder más tarde pudimos comprobar sin lugar a dudas que este hombre no había cumplido su promesa sino que, por el contrario, había presentado una falsa denuncia ante los militares”.
En otra parte del libro agrega que esa persona hizo “creíble la calumnia valiéndose de su autoridad” y “testificó ante los oficiales que nos secuestraron que habíamos trabajado en la escena de la acción terrorista.
Poco antes yo le había manifestado a dicha persona que estaba jugando con nuestras vidas. Debió tener conciencia de que nos mandaba a una muerte segura con sus declaraciones”.
La identidad de esa persona se revela en una carta que Orlando Yorio escribió en Roma en noviembre de 1977, dirigida al asistente general de la Compañía de Jesús, padre Moura. Ese texto permite conocer el resto de la historia, por testimonio directo de una de las víctimas. En esa recapitulación escrita 18 años antes que el libro de Jalics, Yorio cuenta lo mismo, pero en vez de “una persona” dice Jorge Mario Bergoglio.
Cuenta que Jalics habló dos veces con el provincial, quien “se comprometió a frenar los rumores dentro de la Compañía y a adelantarse a hablar con gente de las Fuerzas Armadas para testimoniar nuestra inocencia”.

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sexta-feira, 20 de julho de 2018

Os 10.000 Tweets Pedófilos do Diretor da Disney



Ele tentou apagar 10 mil de tweets, mas a internet guarda. Entre esse tweets há inúmeros de exaltação da pedofilia, com criança de até 3 anos. Trata-se do diretor da Disney James Gunn, que dirigiu os Guardiões da Galáxia. Para vocês verem mais desses tweets, acessem o facebook de Mike Cernovich.

Não acho que ele se arrependeu, nem me parece que realmente seja contra pedofilia. Quando se "desculpou", ele disse basicamente que mudou seu humor com o tempo e que ele nem mesmo acha que melhorou com o tempo, apenas disse que não faz mais esse tipo de "piada". E ele próprio reconhece que a declaração de "desculpas" dele é "weird" (esquisita, esdrúxula).

Vejam as "desculpas" do Gunn abaixo:








quinta-feira, 19 de julho de 2018

O "CattoCommunismo" Italiano - Católico Comunista no Vaticano e no Poder Italiano


A jornalista católica canadense Hilary White explicou os padres comunistas italianos, conhecidos como adeptos do "cattocommunismo" em italiano, cathocommunism em inglês e que seria "catocomunismo" em português.

Foi em uma seção de comentários de um artigo do site One Peter Five que ela fez várias considerações sobre esse padres. O texto comentava sobre um padre que declarou que preferia mesquitas a igrejas católicas.

White mostrou como os catocomunistas são uma imensa parte dos padres na Itália. É a Teologia da Libertação na Itália, coisa que não é nova. Deve-se entender que a Teologia da Libertação não nasceu na América Latina, houve décadas e décadas de comunismo infiltrado na Igreja na Europa muito antes do livro seminal da Teologia da Libertação  de 1971 do padre peruano Gustavo Gutierrez.

White fala de padres que abertamente declaram que não acreditam na fé católica até durante homilias de Natal, que preferem livros comunistas, abordagens hippies e até religião islâmica.

Ela ressalta que esses padres SÃO a igreja na Itália, não são uma minoria, possuem muito poder midiático e muito poder político, a ponto dos dois últimos presidentes da Itália serem catocomunistas.

São principalmente esses padres que estão presentes no Vaticano. Rezemos pela Igreja. Como disse Belloc, só mesmo o Espírito Santo para mantê-la viva.

Vejamos alguns textos de Hillary White:

Their time is almost up. In Italy when we talk about a "communist" priest, it's not a rhetorical flourish. They actually are real communists. If you go to their rallies - including Rome "gay pride" - you will see whole contingents of people carrying hammer and sickle flags. There is none of the reticence in Italian or European politics about this that there is in the US; the communist parties here are completely open, and it is a very common thing to see these organisations founded and led by priests.
They become quite famous, these Italian commie priests, media personalities. The word for it is "Cattocommunismo", Catho-communism. There's a whole set of journalistic nomenclature you have to learn when you start reporting on it. You have to know what "bella ciao" means in its political context. You have to know what "the social movements" and "social centres" are and what "street priests" are.
Even outside this extreme fringe likeFr. Zanotelli, it is taken for granted that priests simply don't have the Faith. Last Christmas it made the news when a parish priest in Turin stood up at Midnight Mass and announced they would be skipping the Creed because he didn't believe it. The parish church of San Rocco di Torino, Fr. Fredo Olivero, replaced the Creed with a song called Dolce Sentire, a kind of hippified, sentimentalised and materialised version of St. Francis Canticle of the Creatures. This story made the news, but it is normal in Italy. In an ordinary country or suburban parish they might not drop significant parts of the Mass, (or they might, but no one cares) but you do not hear about the Catholic religion at all from the pulpit.
The biggest problem we always had with reporting on this to an American audience was the complete inability of the readers to believe this. "Why doesn't the Church do something??" was a standard response. The only answer is, "This IS the Church in Italy." Catholics in the Church in this country are a tiny minority and completely shut out of the structures of the institutions. "Corruption" is a word you really can't understand fully until you've lived here a while.
So it's important to understand what the new government is up against when a guy like Salvini talks about the evils of "cattocommunismo". Among the hierarchy, this stance is the norm. It is radically materialist, it rejects a supernatural christology, it rejects the creed. And nearly all Italian bishops are either part of it or are smilingly tolerant of it.
In Italy the President of the republic is the head of state, but not the head of government. It's a bit like a ceremonial position, but it still has influence. Both the last two presidents of the republic have been Catho-communists.

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Vídeo Fantástico: O Avanço do Cristianismo na História




A partir de Cristo e de 12 apóstolos em uma pequeníssima região de Israel, vimos o extraordinário avanço do cristianismo na história. Ocorreram épocas terríveis como o avanço do Islã na Europa e dos mongóis a partir da Ásia. Em alguns locais, o cristianismo avançou e depois desapareceu, como em certas regiões da África (em que o Islã conseguiu se manter) e na Ásia. E vemos também como o cristianismo demorou muito tempo para tomar toda a Europa, mil e quinhentos anos. Finalmente devemos lembrar que o avanço do cristianismo pode não significar força do cristianismo. Devemos ver se a população realmente segue o cristianismo. No Brasil, o país mais católico do mundo, quantos por cento da população segue minimamente os preceitos de Cristo?

O vídeo foi produzido pelo Western Conservatory of the Arts and Sciences


terça-feira, 17 de julho de 2018

Livraria Nando Moura - Aprenda Sobre a Relação entre Guerra e Cristianismo.


Meu livro está disponível na Livraria Nando Moura por apenas R$ 28,00. É o preço mais barato que já vi.

Acessem a Livraria do Nando Moura e aprendam sobre a teoria de guerra dos cristãos que foi estabelecida há séculos por Santo Agostinho e mantida por São Tomás de Aquino, São Francisco de Assis, Santa Joana D'arc e tantos outros e que ainda está presente no Catecismo da Igreja, apesar dos seus inúmeros inimigos, dentro e fora da Igreja.

Meu livro se chama Teoria e Tradição da Guerra Justa: do Império Romano ao Estado Islâmico.



A promoção tem prazo para acabar e é dedicada ao dia dos pais.