terça-feira, 11 de novembro de 2014

Bispos do Quênia acusam ONU de Programa de Infertilização Disfarçado em Vacina para Tétano.


A ONU é conhecida por estimular o aborto e a agenda gay, isto faz parte da cultura da morte que tanto nos falou João Paulo II, e agora os bispos do Quênia acusam a Organização Mundial da Saúde e a UNICEF, que deveria se preocupar para que as crianças vivam e não em matar crianças, de fazer esterilização disfarçada em mulheres.

Vejamos o que disse Matthew Archbold do jornal National Catholic Register, traduzo em azul:

Os bispos católicos do Quênia estão questionando publicamente se a Organização Mundial de Saúde e a UNICEF estão usando uma vacinação contra o tétano como uma cobertura para um programa chocante de controle populacional involuntário e disfarçado.

Em uma carta pública, os bispos levantaram questões sobre se a vacina contra o tétano foi atado com hormônio Beta-HCG que provoca infertilidade e abortos múltiplos em mulheres. Depois de levantar as suas preocupações sobre um possível programa de controle populacional nefasto com funcionários do governo, nada foi feito. Assim, os bispos "lutaram e adquiriram vários frascos da vacina", que foram, então, enviados para vários laboratórios.

Terrivelmente, os bispos descobriram que "todos os testes mostraram que a vacina utilizada no Quênia em março e outubro 2014 foi de fato contaminada com o hormônio Beta-HCG."

Os bispos disseram que estavam "chocados com o nível de desonestidade e maneira casual em que uma questão tão séria está sendo tratado pelo Governo", cujo Ministério da Saúde já havia declarado que tinham testado a vacina e que estava limpa do hormônio Beta-HCG . Os bispos chamaram "uma tentativa deliberada de distorcer a verdade e enganar 42 milhões de quenianos." Assim, ou os bispos estão mentindo ou foram seriamente enganados por vários laboratórios, ou o governo está encobrindo um maciço programa de esterilização.

Este é realmente um escândalo e deveria alarmar a todos. Estas organizações internacionais parecem estar operando um programa de controle de esterilização involuntária e destruindo os direitos das mulheres como seres humanos. Infelizmente, eu não vi nenhum clamor sobre isso a partir dos típicos "direitos reprodutivos" destas organizações. Espero que essas alegações inspirem uma investigação internacional.

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Eu tendo a achar que os bispos estão corretos. Acho que a ONU é sim capaz do que eles acusam. Quem quiser acompanhar a agenda de cultura da morte da ONU basta seguir o que faz o C-FAM, uma organização que combate esta cultura da morte dentro da ONU.

Será que algum país do mundo vai pedir investigação? Será que o Vaticano vai pedir investigação?

Duvido. Infelizmente.


(Agradeço a indicação do texto ao blog Creative Minority Report)

3 comentários:

Anônimo disse...

Que notícia terrível!

Alguém vai parar essa barbárie no Quênia ou os bispos estão sozinhos?

Um abraço.

Gustavo.

Pedro Erik disse...

Temo que estejam sozinhos, Gustavo, se considerarmos que países cristãos e instituições cristãs silenciam.

Parece que a ONU tem o domínio moral até sobre o Vaticano.

Rezemos pelos bispos do Quênia.

Abraço,
Pedro Erik

Ivan disse...

Vocês pensam que é só na Quênia? Penso que a vacina contra rubéola aqui no Brasil também está infectada. Houve a campanha em 2009 ou 2010 e até hoje continuam aplicando-a após partos. Fiquem atentos e não permitam vacinação contra rubéola no dia do parto e em dia nenhum.