terça-feira, 17 de novembro de 2015

Guerra Cultural é Sempre Guerra Religiosa


O filosofo brasileiro Olavo de Carvalho costuma ressaltar como a esquerda passou a dominar a cultura brasileira ainda durante a ditadura militar. O livro acima vai mais longe sobre os Estados Unidos revela um domínio histórico da esquerda mesmo quando ela perde eleição.

Bem interessante. O autor, Stephen Prothero, ressalta uma coisa que eu também defendi em um artigo que publiquei. A guerra cultural é sempre uma guerra teológica. A religião determina a cultura e também a esquerda e a direita.

Em tempos de avanço do Islã é importante saber que o Ocidente deixou um vácuo religioso, ateu, em que o Islã se apóia culturalmente e politicamente. Basta ouvir o Obama falar se esquivando de falar sobre religião.

Parece bem informativo esse livro, vejam descrição do livro abaixo.

In this timely, carefully reasoned social history of the United States, the New York Times bestselling author of Religious Literacy and God Is Not One places today’s heated culture wars within the context of a centuries-long struggle of right versus left and religious versus secular to reveal how, ultimately, liberals always win.

Though they may seem to be dividing the country irreparably, today’s heated cultural and political battles between right and left, Progressives and Tea Party, religious and secular are far from unprecedented. In this engaging and important work, Stephen Prothero reframes the current debate, viewing it as the latest in a number of flashpoints that have shaped our national identity. 

Prothero takes us on a lively tour through time, bringing into focus the election of 1800, which pitted Calvinists and Federalists against Jeffersonians and “infidels;” the Protestants’ campaign against Catholics in the mid-nineteenth century; the anti-Mormon crusade of the Victorian era; the fundamentalist-modernist debates of the 1920s; the culture wars of the 1980s and 1990s; and the current crusade against Islam.

As Prothero makes clear, our culture wars have always been religious wars, progressing through the same stages of conservative reaction to liberal victory that eventually benefit all Americans. Drawing on his impressive depth of knowledge and detailed research, he explains how competing religious beliefs have continually molded our political, economic, and sociological discourse and reveals how the conflicts which separate us today, like those that came before, are actually the byproduct of our struggle to come to terms with inclusiveness and ideals of “Americanness.” To explore these battles, he reminds us, is to look into the soul of America—and perhaps find essential answers to the questions that beset us.

6 comentários:

Flávio disse...

Sim, porque o ateísmo é uma religião e o marxismo cultural é o movimento "carismático" do ateísmo (aquele barulho,militância aguerrida, apelo à emoção e tal). Só que a religião ateísta se agarra na teologia secularista, que não preenche a longo prazo as aspirações humanas, leva a sociedades decadentes e sem futuro.....contexto perfeito para os salvadores da pátria e radicais ocuparem espaço. E sempre que sociedades se autodestroem, elas não se destroem completamente - são absorvidas por um novo poder.

Anônimo disse...

Olá!
O domínio histórico da esquerda vem desde N. Senhor: Ele nos advertiu que o "mundo jaz no maligno".
Um abraço,
Gustavo.

Pedro Erik disse...

Verdade, meu amigo.
Abraço,
Pedro Erik

Pedro Erik disse...

Salvadores da pátria e do mundo ( Obama) se abraça com o Islã realmente, caro Flavio.
Abraço,
Pedro Erik

Pedro Erik disse...

Verdade, meu amigo.
Abraço,
Pedro Erik

Pedro Erik disse...

Salvadores da pátria e do mundo (ver Obama) se abraçam com o Islã realmente, caro Flavio.
Abraço,
Pedro Erik