sexta-feira, 12 de abril de 2013

"Por que a Igreja não se Preocupa com o Divórcio ao invés do Casamento Gay?"


Algumas pessoa perguntam por que a Igreja Católica não concentra suas críticas ao divórcio ao invés de ficar agindo contra o casamento gay que envolve menos de 5% da população, enquanto a população
divorciada é imensamente maior e tem também efeitos deletérios para a família.

Bom, primeiro gostaria de dizer que acho que quem fala isso deve ser americano, pois no Brasil não vejo a Igreja Católica (CNBB) se lavantar firmemente contra nada, aborto, divórcio ou casamento gay.

Mas um dos maiores especialistas de direito canônico do mundo, Edward Peters, respondeu à pergunta que dá título a este post.

A resposta dele é bem simples, divórcio e casamento gay são coisas distintas. Para começar, algumas vezes o divórcio independe da vontade da pessoa, o casamento gay, não, ele é totalmente dependente da vontade da pessoa. Dentro do magistério da Igreja (Catecismo da Igreja Católica, parágrafos 2382 e 2383) há casos em que a "separação " dos conjuges é permitida, mas não há qualquer permissão para casamento gay. Não se pode agregar duas coisas diferentes, simplesmente por questões de número. Peters exemplifica dizendo que morre muito mais gente no mundo por desnutrição do que por assasssinatos, será que alguém diria que a desnutrição é uma ameaça maior para a humanidade? Não, assim como divórcio e casamento gay, assassinatos e desnutrição são coisas distintas.

Isto tudo não quer dizer, claro, que a Igreja não deva criticar o divórcio como fonte de destruição da família e sofrimento para os mais carentes (as crianças). Mas não deve-se reduzir a crítica ao casamento gay por conta da preocupação com o divórcio.

Assinem o blog de Edward Peters, é sempre uma aula de lei canônica deuma maneira bem didática.


quinta-feira, 11 de abril de 2013

Para que serve o Paraíso e o Inferno?


Hoje em dia, se você falar que alguém ou algo é demoníaco  você é tachado de religioso fanático. Por quê? Eu acho que é resultado do que chamo "Efeito Imagine", que mencionei ontem. A música de John Lennon domina a mente moderna, muito especialmente de jornalistas e sociólogos.

A mente moderna tenta eliminar qualquer aspecto religioso. Viveríamos um mundo sem Deus, no qual não há céu ou inferno. O que permite o "tudo é permitido" em nome da "verdade de cada um". Cada um busca "sua própria felicidade" o que geralmente traz muita infelicidade para muitos outros, como uma mãe que "busca sua felicidade" nos braços de um amante, deixando um rastro de tristeza no pai e nos filhos. Ou como um filho que mata os pais em "busca da felicidade" de ter mais posses para se divertir e deixa um rastro de morte e tristeza na família.

Interessante sobre isso é que ontem o filósofo católico Peter Kreeft escreveu um texto chamado What Difference Does Heaven Make? (Que Diferença faz a Existência do Paraíso?). O texto me lembrou muito o "Efeito Imagine". Kreeft não fala de John Lennon, mas dos filósofos que adicionaram ausência de Deus e subjetivismo ao mundo.

Vou traduzir partes do texto do grande Kreeft, em azul


Que Diferença faz a Existência do Paraíso? ( por Peter Kreeft)

Se uma coisa não faz diferença, é um desperdício de tempo pensar sobre isso. Devemos começar, então, com a pergunta: "Qual a diferença que faz o céu em nossas nossas vidas?"

A resposta para a questão é apenas a diferença entre a esperança e o desespero,entre duas visões totalmente diferentes da vida. 

Na morte, nós descobrimos que a visão tem a verdade: vai tudo por água abaixo no final, ou são amarrados todos os fios soltos em uma tapeçaria gloriosamente perfeita? Será que os caminhos entrelaçados através da floresta de vida levam ao castelo dourado ou para o abismo? É a morte uma porta ou um buraco?

Na época medieval, o mundo era além do mundo que fez toda a diferença do mundo para este mundo. O Céu além do sol fez a terra "sob o sol" algo mais do que "vaidade das vaidades". Terra era o ventre do Céu, berçário do Céu, o ensaio do Céu vestido. Céu era o sentido da terra.

Nietzsche ainda não tinha popularizado alternativa tentadora da serpente: "Você é o sentido da terra." Kant ainda não havia divulgado o "veneno do subjetivismo" com sua "revolução copernicana na filosofia", em que a mente humana não descobre a verdade, mas faz a verdade, como faz  a mente divina. Descartes ainda não havia substituído o divino EU SOU com o ser humano "Penso, logo existo", como o "ponto de Arquimedes", ainda não tinha substituído teocentrismo com o antropocentrismo.

O homem medieval era ainda criança de seu Pai, no entanto pródigo, e seu mundo tinha sentido porque  era "mundo de meu Pai" e ele acreditou na promessa de seu Pai, para levá-lo para casa após a morte.

Essa confiança para a morte lhe deu uma confiança para a vida, que a estrada da vida o levasse para algum lugar. A mansão celestial no final da peregrinação terrena fez uma enorme diferença para a estrada em si. Signos e imagens de glória Celestial estavam espalhados por todo o caminho terrestre. Os "sinais" foram (1) a natureza e (2) a Escritura, dois livros de Deus, (3) providência geral, e (4) milagres especiais. (A palavra traduzida "milagre" no Novo Testamento [semeion], literalmente, significa "sinal".)

Nós, modernos perdemos muito da fé da cristandade medieval no céu porque perdemos a esperança do céu, e nós perdemos a esperança do céu porque perdemos o amor pelo céu. E nós perdemos o amor do Céu, porque perdemos o senso de glória celestial.

Imaginário medieval (que é quase totalmente imaginário bíblico) de luz, jóias, estrelas, velas, trombetas e anjos já não se encaixa em nosso estilo de rancho, mundo supermercado. 

É certamente um triunfo satânico de primeira ordem ter tirado o fascínio que se tinha da doutrina que deve ser ou uma fascinante mentira ou um fato fascinante. Mesmo que as pessoas pensam no céu como uma mentira fascinante, elas são, no mínimo, fascinadas por ele, e que pode estimular ainda mais o pensamento, o que pode levar à crença. Mas se é chato, não importa se é uma mentira maçante ou uma verdade maçante. Desinteresse, não a dúvida, é o mais forte inimigo da fé, assim como a indiferença, não o ódio, é o mais forte inimigo do amor.


Para a salvação ser "boa notícia", deve haver a "má notícia"  do inferno. Se todos os caminhos da vida levam ao mesmo lugar, não faz diferença final que caminho que nós escolhemos. Mas se eles levam a lugares opostos, para a felicidade infinita ou miséria infinita, glória inimaginável ou tragédia inimaginável, se o espírito tem estradas como realmente e objetivamente diferente como estradas do corpo e estradas da mente, e se esses caminhos levam a destinos realmente e objetivamente diferentes como duas cidades diferentes ou duas diferentes conclusões matemáticas - porque a vida é um caso de vida ou morte, o fio da navalha, e nossa escolha de estradas é infinitamente importante.

Nós não vivemos mais no fascínio da paisagem medieval mental. 

No entanto, mesmo neste coração frio acende um fogo estranho às vezes - algo de outra dimensão, um outro tipo de emoção - quando nos atrevemos a abrir a questão do Céu, a questão do encontro com Deus, com a mente e o coração juntos. Como Ezequiel no vale de ossos secos, nós experimentamos o choque dos mortos voltando à vida.

Nós sentimos uma queima estranha no coração, como os discípulos no caminho de Emaús.  Que diferença isso faria?




(Agradeço a indicação do texto de Kreeft ao site New Advent)

quarta-feira, 10 de abril de 2013

"Sexo entre Gays = Incesto". É o que diz Quem defende Incesto


David Epstein (foto acima) é "renomado" professor de ciência política da Universidade de Columbia, já ensinou em Harvard e em Stanford. sua especialidade é direitos eleitorais. Acontece que ele fez sexo com sua própria filha durante três anos. A filha era maior de idade, mas resolveu levar o caso aos tribunais da Suiça. 

O advogado, Matthew Galluzo, que defende Epstei, fez as seguintes declarações (traduzo em azul e comento em vermelho):

1) 'It's ok for homosexuals to do whatever they want in their own home. How is this so different? (Não tem problema para homossexuais fazerem o que eles quiserem em suas casa. Como isto é diferente?).  
Eu não sabia que homossexuais poderiam fazer tudo o que eles quisessem dentro de suas casas. Eu não posso fazer tudo que quero dentro de minha casa. Se o critério é a liberdade dentro de casa, por que não se pode fazer sexo com crianças, alugar minha casa para consumo de drogas, ou tráfico de órgãos?

2) 'We have to figure out why some behaviour is tolerated and some is not.' (Nós temos que definir qual comportamento é tolerável e aquele que não é).  
Bom, a Bíblia já os definiu e o mundo cristão costumava seguí-la. Na Bíblia, há condenação tanto de sexo homossexual como de incesto.

3) 'If we assume for a moment that both parties [involved in incest] are consenting, then why are we prosecuting this?' (Se nós assumimos por um momento que as duas partes involvidas no incesto estavam consentindo, então por que estamos processando o professor?)
Se o caso é definido pelo consentimento, então para a adoção de pedofilia basta definir que crianças têm capacidade de consentir.

4) 'Professor Epstein is well-respected by his peers and students and he asks that his friends in the Columbia community support him and give him the benefit of the doubt during this trying time,'(Professor Epstein é bem respeitado entre seus pares eestudantes e ele pediu que seus amigos da comunidade de Columbia o apoiasse e o desse o benefício da dúvida durante este período difícil)
A frase do advogado é escorregadia. Se o professor admite o incesto, os coloegas e estudantes devem continuar apoiando o professor ou apenas com o benefício da dúvida de que ele possa não ter cometido?

O texto do Daily Mail diz no final que alguns países aceitam legalmente o incesto consensual. Isto realmente é uma desgraça.

Tudo é resultado do que chamo "Efeito Imagine", da música de John Lennon. É a idéia de que as pessoas devem "procurar sua própria verdade", não existe este negócio de religião, de Deus que diz o certo e o errado. As pessoas devem "procurar a felicidade" sem se preocupar com seus efeitos. Em suma, é a exaltação do egoísmo que destrói o mundo. Por que que eu vou me preocupar com a minha esposa e minha família se eu estou querendo ser feliz tendo um caso extra-conjungal? Por que eu não destruo a carreira de alguém com mentiras, já que este alguém está me impedindo de ser feliz ao não deixar que eu suba  na profissão? Por que eu não mato meus pais, já que para que seja feliz eu preciso do dinheiro da herança?

O mundo está perdendo a culpa, tudo é permitido. Resultado: destruição.

Ontem, comentei um post do jornalista Celso Arnaldo no site da Veja, Celsio Arnaldo estava criticando o Pastor Feliciano. Eu critiquei o texto do Celsoi Arnaldo e citei o que chamo de "efeito imagine". Vejam o texto de Celso Arnaldo e meu comentário, clicando aqui.

Vejamos agora a estúpida e destrutiva música de John Lennon, comento em vermelho.

Imagine (John Lennon)

Imagine there's no heaven (Imaginar que não haja céu, é imaginar que não há Deus, é imaginar que não há o certo)
It's easy if you try
No hell below us (Imaginar que não haja inferno, é imaginar que não há o errado, tudo é permitido)
Above us only sky
Imagine all the people living for today (As pessoas vivendo para o hoje, esquecem dos efeitos de seus erros amanhã, é uma estupidez contra ela e os outros)

Imagine there's no countries (Certamente perderíamos muito da cultura mundial)
It isn't hard to do
Nothing to kill or die for (Não ter nada por que morrer ou matar, é o fim dos princípios, se alguém matar sua família, nem assim você se importaria?)
And no religion too (Mundo sem religião, é um mundo sem moral)
Imagine all the people living life in peace (Como viver em paz, se tudo é permitido?)

You, you may say
I'm a dreamer, but I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will be as one (o mundo será um inferno)

Imagine no possessions (Um mundo em que tudo é de todos perde-se o incentivo ao trabalho)
I wonder if you can
No need for greed or hunger (Como disse Cristo: "Pobres vocês sempre terão")
A brotherhood of man (Uma irmandade em que tudo é permitido não é possível)
Imagine all the people sharing all the world

You, you may say
I'm a dreamer, but I'm not the only one
I hope some day you'll join us
And the world will live as one

terça-feira, 9 de abril de 2013

Ajude a Revogar uma das Maiores Idiotices da Humanidade


Em 2009, Obama não tinha ainda esquentado a cadeira de presidente, estava no primeiro ano de governo, mas o mundo lhe deu o Prêmio Nobel da Paz, baseado em quê? O Comitê disse que ele ganhou por conta de seus "extradordinários esforços pela diplomacia". Eu fiquei na época estupefato com a notícia. Não sabia que o mundo era estúpido a este ponto. O cara não tinha nem um ano de governo, mantinha todas as guerras do antecessor e ainda não tinha cumprido a primeira medida que prometera: fechar a Prisão de Guatanamo (até hoje não conseguiu cumprir). Posteriormnente, o governo Obama ainda aumentou o contingente militar no Afeganistão e entrou em outras guerras.

E o pior, Obama, apesar de não conseguir fechá-la, não usa mais a Prisão de Guatanamo para prender terroristas, agora ele os mata com aviões não pilotados, levando terroristas, mulheres e crianças para a morte. Se fosse o Bush, o mundo estaria louco gritando nas ruas contra estes aviões, mas é o Obama, o cara "cool", amigo dos artistas de Hollywood. 

Está na hora do mundo revogar a estupidez do Prêmio Nobel da Paz para Obama. É o que pretende uma petição internacional. Se você quiser assinar, clique aqui.

Eu sei, muita gente ruim ganhou o Prêmio Nobel da Paz, como Yasser Arafat (pai do terrorismo moderno), Al Gore (um cara que ficou riquíssimo com a ilusão do aquecimento global). Além disso, o Comitê do Prêmio por vezes foi muito repetitivo ao dar muitas vezes o Prêmio para  a Cruz Vermelha ou para a ONU, com tanta gente lutando pela paz no mundo. Sem falar que sempre esqueceu a maior instituição de caridade do mundo, a Igreja Católica. Mas temos na lista de ganhadores, muita gente boa como Madre Teresa de Calcutá, Liu Xiaobo, Carlos Ximenes Belo, Nelson Mandela e Lech Walesa.

Agora, dar o Prêmio para um conto de fadas, só para Obama, mesmo para Arafat tinha-se alguma base.

Assine a petição, normalmente não dá em nada, mas é um grito contra uma enorme estupidez.


(Agradeço a indicação da petição ao blog do Mark Shea. Este blog é muito lido nos Estados Unidos, tenho certeza que a petição ganhará muitas assinaturtas hoje)

segunda-feira, 8 de abril de 2013

"Tentando Segurar o Dilúvio com um Copo de Papel"


Por vezes, na defesa do cristianismo, aparentemente tentamos segurar o dilúvio com um copo de papel (try to catch the deluge in a paper cup). Há muitas batalhas pela frente e muitas parecem perdidas (there's a battle ahead, many battles (seem) lost). Quando o mundo vem, ele parece construir obstáculos intransponíveis. Mas, nós sabemos que o mundo não vencerá (we know they won't win).

Hoje, publico meu post de número 1.000. Falei de muitos problemas que me preocupam, mas "combati o bom combate" (II Timóteo 4,7). Algumas pessoas me acompanham desde maio de 2010 (quase dois anos de blog), em quase um post por dia, outros entraram no barco depois. Agradeço a todos meus leitores e seguidores. Muito obrigado, fazem eu acordar todo dia com vontade de escrever.

E tenham certeza, nós não perderemos, pois ICXC NIKA (Cristo vence).

Abaixo, a música do grupo Crowded House, Don´t Dream it´s Over, na voz de Susan Boyle, que inspirou este post 1.000, com a letra abaixo.




There is freedom within, there is freedom without
Try to catch the deluge in a paper cup
There's a battle ahead, many battles are lost
But you'll never see the end of the road
While you're travelling with me

Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win

Now I'm towing my car, there's a hole in the roof
My possessions are causing me suspicion but there's no proof
In the paper today tales of war and of waste
But you turn right over to the T.V. page

Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win

Now I'm walking again to the beat of a drum
And I'm counting the steps to the door of your heart
Only the shadows ahead barely clearing the roof
Get to know the feeling of liberation and relief

Hey now, hey now
Don't dream it's over
Hey now, hey now
When the world comes in
They come, they come
To build a wall between us
We know they won't win
Don't let them win

sábado, 6 de abril de 2013

Revista Veja e Casamento Gay


Já fui assinante da Veja, não sou mais, o anti-cristianismo da revista me enoja. Acho que a Veja é muito boa para criticar o Lula. É tão boa nisso que, paradoxalmente, chega a proteger a Dilma. No resto, e no que mais importa (questões culturais e religiosas),  ela é como qualquer outro meio de comunicação esquerdista.

Nesta semana, ela traz a capa do casamento gay. Como não sou assinante, nem compro a revista nas bancas, vou fazer um teste cego com o assunto casamento gay. Não é um teste do tipo "não li mais eu acho" não. 

Eu vou colocar aqui as razões mais bobas para defender o casamento gay e meus leitores podem ver se há algumas destas razões na revista. Tenho certeza que estão.

Para isso , eu vou ser ajudado por Matthew Archbold, que escreveu um artigo no jornal National Catholic Register, chamado The 7 Most Hilarious Bad Argments for Gay Marriage (podemos traduzir por Os 7 Hilários Argumentos Ruins para Defender o Casamento Gay).

Além destes 7 argumentos, eu vou adicionar 3 argumentos.

Vamos aos 10 argumentos. Os três primeiros são adicionados por mim.

1) "Se eu amo uma pessoa do mesmo sexo, por que não posso casar com ela?"

Tenho certeza que a Daniela Mercury que está na capa da Veja vai dizer que ama a sua parceira, e não eu sou eu quem vai criticar o amor de ninguém. Mas casamento não é apenas amor. Se amo uma cabra, não quer dizer que posso me casar com ela. Se eu amo uma criança não quer dizer que posso me casar com ela, se eu amo três ou quatro mulheres não quer dizer que posso casar com elas. Se o amor for a única variável, você pode se casar de qualquer forma.

E mesmo se fosse apenas amor, o amor é divino. Lembram da música da Rita Lee?:

"Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal"

O amor é divino, é de Deus, envolve sacrifício, compreensão, doação.

O casamento é semelhante ao amor divino,  deve gerar frutos, Deus condena o relacionamento homossexual por ser contra a natureza humana (já falei das passagens da Bíblia que condenam o relacionamento homossexual), e não gera frutos.

Sem falar que toda criança precisa de um pai e de uma mãe.

2) "Há estudos que comprovam que filhos de casamento gay são tão saudáveis quanto os filhos de casais heterossexuais"

Não caiam nessa, não há estes estudos pelo simples fato de que o casamento gay é recente, e os filhos de casais gays que se abrem para responder pesquisas são poucos e rigorosamente deveriam ter idade suficiente para responder sem medo dos pais.

Nelson Lund falou sobre isso no jornal Wall Street Journal.

Eu já falei disso aqui também no blog e até mostrei estudos que mostram o contrário, que filhos de casais gays são extremamente mais propensos a serem gays também, especialmente de lésbicas, o que mostra a influência exagerada dos gays.

3) "O que eu tenho a ver com isso, deixem os gays se casarem".

Você, o governo e todos nós devemos nos preocupar com a sociedade, especialmente com as crianças. Quem fala isso msotra que desconhece a diferença entre um pai e uma mãe na formação de uma criança e o impacto que isto tem no desenvolvimento dela e na sociedade. Basta olhar para as crianças de pais divorciados, o que elas mostram de resultado na vida escolar e na sociedade (carências, distúrbios, etc.)

Agora vamos aos argumentos de Archbold:

4) "Meu filho é gay, então defendo o casamento gay"

Filhos fazem muitas coisas que não gostamos, se o seu filho matar uma pessoa, você defende o assassinato?

A justificativa não serve, a não ser para entender melhor o comportamento, não para defendê-lo. Como entederia a mãe do "Meu Guri" de Chico Buarque.

5) "Se casamento é para procriar, então velhinhos não poderiam se casar também."

O casamento deve seguir a natureza humana, mas um homem e uma mulher não são apenas seus órgãos sexuais. A sociedade, e não apenas os filhos, precisam desta união entre um homem e uma mulher.

6) "A Bíblia não é contra casamento gay."

Eu já falei das passagens da Bíblia que condenam o relacionamento homossexual.

7) "Jesus era gay"

Archbold fala de um idiota da televisão americana que falou esta estupidez, baseado supostamente em um evangelho apócrifo, não merece maiores comentários,

8) "Você é homofóbico".

Isso não chega nem a ser um argumento, é uma falácia, é no máximo um cala a boca, se você é contra o casamento gay deve ficar calado.

9) "As pesquisas mostram que a maioria das pessoas defendem o casamento gay".

Nem tudo que a maioria deseja é bom. Basta lembrar da eleição do Lula ou do Chávez ou mesmo de Hitler. Além disso, como mostra Archbold, quando as pessoas tem de votar mesmo sobre o tema, elas ainda mostram ser contra o casamento gay.

10) "As temperaturas mudam, então nós também devemos mudar para aceitar o casamento gay."

Apesar de Archbold brincar com a falta de lógica deste argumento, esta afirmação me lembra aquelas pessoas que defendem o casamento gay por supostamente ser uma "evolução da sociedade". Mas, obviamente, nem toda mudança é boa, caso contrário, o comunismo e o nazismo teriam sido uma evolução benéfica.

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Qual destas respostas têm mais chances de aparecer na Veja? Eu diria que a primeira, a segunda, a nona e a décima.

Finalmente, o anti-cristianismo da Veja não é de se surpreender. Afinal, a Revista Veja é da mesma editora da Revista Playboy, se a Veja fosse realmente cristã deveria abandonar a editora. Mas a Veja poderia pelo menos colocar a posição cristã sempre que falar de assuntos relacionados a religião, para não cometer tantas aberrações, que muitas vezes eu tentei comentar mas não recebi publicação na carta do leitor da revista.

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Cristianismo como Religião Oficial

 

Por que um país que nasce formado por cristãos e a grande maioria do seu povo continua cristão fica tão pressionado contra sua religião que se vê tentado a colocar nas suas leis que é um país cristão? É fácil ver a resposta disso.

Tomemos o caso do Brasil. Certamente, o Brasil é um país cristão. O maior símbolo do Brasil é o Cristo Redenetor. Tanto é verdade que a propaganda da Coca-Cola para a Copa do Mundo do Brasil usa várias imagens de Cristo Redentor espalhadas pelo Brasil, vejam abaixo.




Em quantas cidades do Brasil, há imagens de Nossa Senhora nas Praças Públicas? Da próxima vez que eu me atrever a andar pelas estradas do Brasil, eu vou contar algumas.

Na sala de audiência do Supremo Tribunal Federal, há uma cruficixo, apesar dos ministros não respeitarem muito o que disse Jesus Cristo (foto abaixo):


No local que eu trabaho, eu e muitos colegas temos imagens de santos em nossas mesas, assim é em muitos salas do setor privado ou setor público.

Mas no Brasil, o Ministério Público já ameaçou obrigar todos os órgãos públicos e funcionários públicos a não exibir nenhum objeto (crucifixo, imagens, etc.) que lemberm o cristianismo, na Revista Veja, o colunista Roberto Pompeu de Toledo já escreveu contra o Cristo Redentor, falando que um país "laico" não deveria usar a imagem (será que ele apoiaraia a demolição?).

Tentar destruir o cristianismo no Brasil só irá conseguir destruir o Brasil, transformá-lo em outra coisa (bem pior), não conseguirá destruir o cristianismo. O México já tentou isso no final da década de 20, os inúmeros mártires dos ataques ao cristianismo, como o padre Miguel Pro (foto abaixo durante sua execução), gritam até hoje e o país continua cristão.

 

Pois é, ontem li, que nos Estados Unidos, dois deputados (Carl Fordf e Harry Warren) do estado da Carolina do Norte, vendo as ameças do secularismo e do ateísmo contra o cristianismo, resolveram iniciar um projeto de lei que afirma que o estado é cristão.

A Primeira Emenda da Cosntituição Federal americana defende a liberdade religiosa, então para que a lei na Carolina do Norte tenha validade, ela tem que eliminar o efeito desta Primeira Emenda no estado.

Os americanos se vriam impelidos a fazer isso, por causa de ações do tipo do Ministério Público do Brasil. Ateus querendo que se eliminem qualquer vestígio público da cruz de Cristo, querendo que estudantes nunca rezem publicamete, querendo eliminar o significado cristão do Natal e da Páscoa.

Se a Carolina do Norte apovar a lei, poderá exibir o cristianismo publicamente e defender sua história religiosa.

Você pode criticar o que faz a Carolina do Norte, mas eu acho que este é o futuro, caso contrário geraremos mais mártires cristãos.

Se nós não defendermos o cristianismo, não ficaremos sem religião, outra religião tomará conta, como o ateísmo que não passa de uma religião que tem crença naquilo que é mais propenso ao erro, o homem. 


quinta-feira, 4 de abril de 2013

Respondendo às Perguntas que Realmente Importam.

 

O que é Verdade? Deus Existe? Qual o significado da vida? O que é o Amor? O filósofo Peter Kreeft responde estas perguntas passo a passo em 10 degraus, no livro Jacob's Ladder: Ten Steps to Truth (o que remete à escada sonhada por Jacó em Gênesis 28:10-13, onde os anjos desciam e subiam em direção ao Céu).

Eu não li ainda, mas o autor é Peter Kreeft, já falei dele aqui no blog muitas vezes (como por exemplo aqui ou aqui ou aqui). Comprem! Certamente é bem escrito, didático e firme na filosofia e teologia.

Muitas vezes eu tenho reuniões sobre economia brasileira ou internacional e fico me perguntando, diante das previsões dos economistas, por que eles esquecem aquilo que é mais importante, inclusive para as previsões, nas suas análises: vida, família, cultura, pecados (cobiça, orgulho,..) e Deus. No passado, na fundação da chamada ciência econômica, os economistas (juristas e filósofos da época) estudavam teologia, filosofia e direito, hoje o foco é apenas em modelos do tipo VAR (value at-risk) que nem se sequer conseguem prever nada, nem evitam crises econômicas mais óbvias.

Costumo dizer que o chamado "pai da economia" era filósofo e professor de moral (Adam Smith), mas ele fez uma grande destruição da ciência econômica, ele colocou o egoísmo acima dos valores humanos, supondo que o egoísmo seria bom para todos ("mão invisível"). Acho, inclusive, que Adam Smith é um dos pais do comunismo, pela defesa do materialismo.

Veja o vídeo abaixo sobre do livro de Kreeft.