sábado, 19 de setembro de 2015

Ainda sobre o Garoto Muçulmano do Relógio


A foto acima é do menino Ahmed Mohammed que supostamente "inventou um relógio"e foi preso por isso. A pessoa que acompanha o menino na foto não é mãe dele, nem sua advogada, e sim uma representante de um grupo muçulmano americano chamado CAIR, que é muito conhecido por lutar radicalmente contra a "islamofobia". Isto é, CAIR está usando politicamente o menino e a família do menino sabe disso. Na entrevista que deu ao lado da representante da CAIR, o menino diz que foi chamado de menino bomba por causa da religião dele. Fez um discurso político.

E o pai do garoto já debateu se o Islã respeita Direitos Humanos com Robert Spencer. Spencer é um católico especialista em Islã. Depois do debate, no qual Spencer destruiu o argumento do pai do garoto, os muçulmanos proibiram debate com Spencer. O pai do garoto está no debate público, deve ter ensinado ao filho coisas políticas.

E o menino disse que "inventou" o relógio com partes de coisas que viu no quarto dele. O que parece ser uma mentira, pois quem conhece diz que o que ele fez foi usar partes de um relógio e o resultado não é uma invenção e nem é relógio.

Vejam também que o "relógio" não parece ser tão inocente, bombas já tiveram o mesmo formato, como mostra o site Wikipedia



Outra coisa interessante também é que o "relógio" foi feito e levado para escola sem ser a pedido. Ele mostrou para um professor de eletrônica que disse para ele não mostrar para ninguém. Mas o menino resolveu levar para uma aula de inglês e o no momento da aula o "relógio" deu beep, assustou a professora, que  não entende nada do assunto, e também os alunos. Chamaram a polícia.

Daí para complicar Ahmed foi bastante evasivo em suas respostas para a polícia dando respostas implausíveis e sendo agressivo. Além de não explicar porque fez e levou o "relógio" sendo que não é tarefa de casa e por que desobedeu seu professor de engenharia.

Vejamos texto do site Breibart, volto depois.



Here’s what we know. On Monday, Mohammed brought a homemade clock to school. For those who don’t know the ins-and-outs of electronics, the device looked like a possible incendiary device. Ahmed told the media that he made the clock last weekend and brought it to school to show his engineering teacher. He explained to local news, “It was the first time I brought an invention to school to show a teacher.”
He didn’t explain that to police, however, according to the authorities. And he didn’t just show the device to his engineering teacher. In fact, the engineering teacher told him not to carry the device around after Mohammed showed him, according to The New York Times:
He said he took it to school on Monday to show an engineering teacher, who said it was nice but then told him he should not show the invention to other teachers. Later, Ahmed’s clock beeped during an English class, and after he revealed the device to the teacher, school officials notified the police, and Ahmed was interrogated by officers. “She thought it was a threat to her,” Ahmed told reporters Wednesday. “So it was really sad that she took a wrong impression of it.”
Why was the device in English class in the first place, especially after the engineering teacher told him not to show it around? When confronted by police and his English teacher, why didn’t Mohammed just tell them to talk to the engineering teacher? When police asked Ahmed what the device was and why he brought it to school, according to WFAA:
Officers said Ahmed was being “passive aggressive” in his answers to their questions, and didn’t have a “reasonable answer” as to what he was doing with the case. Investigators said the student told them that it was just a clock that he was messing around with. “We attempted to question the juvenile about what it was and he would simply only say it was a clock. He didn’t offer any explanation as to what it was for, why he created this device, why he brought it to school,” said James McLellan, Irving Police.
Here’s the statute Ahmed Mohammed authorities originally suspected Mohammed of violating (Texas Penal Code Section 46.08):
(a) A person commits an offense if the person knowingly manufactures, sells, purchases, transports, or possesses a hoax bomb with intent to use the hoax bomb to:
(1) make another believe that the hoax bomb is an explosive or incendiary device; or
(2) cause alarm or reaction of any type by an official of a public safety agency or volunteer agency organized to deal with emergencies.
(b) An offense under this section is a Class A misdemeanor.
Nobody said Mohammed built an actual bomb. They suspected that he had wanted to frighten or alarm officials with a hoax-bomb. When they found out he didn’t intend to do that, they released him.
Given the limited evidence available, this is not far-fetched. Again, where was the engineering teacher to vouch for Mohammed’s story? Why didn’t Mohammed simply explain himself? The police said that initially, it was “not immediately evident” that the clock-in-a-case was a class experiment – perfectly plausible, given that Mohammed built the clock-in-a-case voluntarily, without assignment, and in conjunction with no science fair.
Chief Larry Boyd said simply and correctly, “You can’t take things like that to school” without explanation or assignment in today’s world without it receiving scrutiny.
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No Texas, como em todos os Estados Unidos, é crime criar falsas bombas.

E nós brasileiros lembramos do caso de três brasileiros: um foi preso por  brincar nos Estados Unidos mandando ameaças de bomba e os outros dois foram presos por brincar no aeroporto dizendo que estavam carregando uma bomba.

Por que brincar com isso no país que teve 11 de setembro e o ataque na maratona de Boston, além de inúmeros outros ataques, foram os que foram frustrados pela polícia?

Além de outras razões e ideologias mais estúpidas ainda, porque a idiotice do mundo é gigantesca e a vontade de aparecer também.


3 comentários:

Adilson disse...

BOA tarde, Pedro, meu jovem.

Novamente, postagem super informativa. Como sempre, o bom e velho Spencer detona os hipócritas e mentirosos, e nos dá alívio. Como sempre, a esquedopatia cresce nos EUA e é importada para o Brasil e desembocando nas escolas e universidades.
Os casos de má brincadeiras que você cita no fim da postagem, de certa forma nos deixa aliviados, pois é o trabalho cuidadoso e sério dos profissionais de segurança que coloca os gaiatos em seu devido lugar: usar de sarcasmo para com a terrível dor americanos do 11/9 é insustentável. Eu lembro do caso da má brincadeira de estar "carregando uma bomba' (que era hidráulica); se eu não conhecesse esse tipo de brasileiros, eu até me deixaria enganar pelas desculpas idiotas que tentaram dar.

Voltando ao caso do garoto: pela imagem do "relógio" supostamente inventado pelo garoto, nem em sonho é um relógio.

Abraços.

Anônimo disse...

Boa Noite, Pedro !!!

Veja esse artigo:

http://www.adelantelafe.com/el-sinodo-esta-arreglado-edward-pentin-relata-las-ultimas-etapas-de-la-revolucion/

Viva Cristo Rei !!!

Emanoel

Pedro Erik disse...

Obrigado, amigo, lerei quando chegar em casa.
Edward Petin está seguindo caninamente o sínodo, vale à pena le-lo.

Grande abraço,
Pedro Erik