sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Critério Mortes: Que tal Medir Cristianismo, Islã e Ateísmo?


Geralmente os cristãos não gostam do critério número de mortes para medir ideologias, pelo simples motivo que o valor de apenas uma vida é incomensurável. Mas que tal saber que em 6 séculos a Inquisição da Igreja Católica matou muito menos do que os mortos dos ataques de 11 de setembro?

Isto mesmo. Os especialistas apontam que a Inquisição matou entre 1 mil e 3 mil pessoas em 6 séculos (!), o que significa entre 2 pessoas ou 5 pessoas por ano. Apenas os ataques de um único dia, em 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, mataram 2.996 pessoas. Ou podemos ver do ponto de vista que só em 2014 os muçulmanos mataram mais de 4.300 cristãos, isto deve ser mais do que o dobro de mortes da Inquisição em 600 anos.

É este tipo de comparação que fez David Barton, que nem católico é. Comparou as mortes do cristianismo, como as do ateísmo (comunismo e nazismo) e do islamismo.

Ontem, o caríssimo leitor do blog Jonas lembrou que alguns posts do blog eram bons para defender a Igreja, acho que este se enquadra muito bem neste critério.

O texto de Barton é espetacular. Steve Skojec considerou este texto a melhor resposta para Obama que viu semelhança entre Inquisição e as matanças do Estado Islâmico.

Vejamos parte do que David Barton escreveu:

Significantly, if one tabulates the loss of lives occasioned by so-called Christian governments over the 2,000 year history of Christianity (such as the Inquisition, and even the Crusades – which were largely Christian attempts to repel militant Muslim jihadist invasions made into Judeo-Christian regions), a very generous count of the total deaths that may be laid at the doorstep of Christianity is about five million. But the number of lives lost at the hands of secular, non-, and anti-Christian leaders and governments in just the 20th century alone is well over 100 million.

That includes the 1.5 million Christian Armenians massacred by Muslim Turks on just one occasion beginning in 1915; the 62 million killed by the secular Soviet Communists; the 35 million by the secular Chinese Communists; the 1.7 million by the secular Vietnamese Communists; the 1 million in the Polish Ethnic Cleansing; the 1 million in Yugoslavia; the 1.7 million in North Korea, and other non- or anti-Christian regimes.

And the number of deaths perpetrated by such leaders is enormous, including the murder of 42.7 million by Joseph Stalin; Mao Tse-tung, 37.8 million; Adolf Hitler, 20.9 million; Vladimir Lenin, 4 million; Tojo Hideki, 4 million; Pol Pot of the Khmer Rouge, 1 million; Yahya Khan, 1.5 million; and so forth. Thus the number of lives lost at the hands of anti-Christians in just the past century is more than 20 times greater than those lost at the hands of Christians in the entire previous twenty centuries.
And since the president mentioned the Inquisition, over its six century span, between 1,000 and 3,000 individuals were put to death, which averages from two to five deaths a year across that span. But last year alone (2014), Muslims executed 4,344 Christians thus killing more in one year than Christians did in six full centuries! Additionally, when including just the publicized incidents, Muslims have killed some 11,334 innocents in terrorist attacks since 1980, with thousands if not tens-of-thousands more dead as a result of the non-reported killings in Egypt, Libya, Syria, Afghanistan, and other countries as groups such as the Muslim Brotherhood, Al Qaeda, and Islamic State have attempted to take control in recent years.
And regarding the president’s specific allusion to Christianity and slavery, Jewish writer and national news editor Ben Shapiro correctly noted:
Christians obliterated slavery. Christians obliterated Jim Crow. Modern slavery is largely perpetrated by Muslims. Modern Jim Crow is certainly perpetrated by Muslims under Sharia law.
By the way, if the president’s defenders wish to invoke the American witch trials of 1692-1693 (which the president did not mention, but which American academics often do), then you can include 27 lost lives at the hands of Christians over that two-year span (but you must also note that it was Christian ministers who took the lead in bringing those trials to a close). Yet 27 American lives lost over two years is hardly an equivalent comparison to the 3,000 American lives lost on just one day in September 2001 at the hands of Muslim terrorists.
Sorry, Mr. President, but there is absolutely no moral equivalency with your comparison. You have failed to recognize the reality of history and its consistent lesson that the application and practice of the Bible and its teachings elevates a society and civilizes its institutions. By comparing modern Muslim terrorists with medieval Christians you have, once again, totally missed the mark.

(Agradeço o texto de Barton ao site Big Pulpit)

3 comentários:

Adilson J. da Silva disse...

Muito bom dia!
Mais uma vez, e como não poderia deixar de ser, o Thyself nos enriquece com suas postagens. A publicação de hoje significa: mais informação, mais literatura e mais cultura. Enfim, mais material para estudarmos, aprendermos e compreendermos que os inimigos da Igreja são específicos: são aqueles que são porta-voz de ideologias sanguinárias, que condenam o cristianismo e querem impor suas crenças sob um manto de mentiras grotescas. Em seu filme "Estelar" (embora carregado de gnosticismo), há uma fala do personagem principal, Cooper, que diz algo tipo: 'é com se tivéssemos esquecido tudo'. Ele fala isso, após ouvir da professora de sua filha que a viagem dos norte-americanos à lua foi pura propaganda contra para fazer os russos cair. Cito esse exemplo, para dizer que o conhecimento da História do Ocidente (e consequentemente a história do Cristianismo) há muito se tornou uma prática particular, do lar. Ou seja, os que desejam saber a verdade devem estudar por si mesmos, para não nos tornarmos iguais a esses zumbis, intelectóides e Obamas da vida, reverenciados como deuses da inteligência. Certamente Obama não ousaria falar toda aquela porcaria perante um grupo de pessoas decentes e intelectualmente honestas, pois seria aplaudido com gargalhadas e xingamentos tipo “vai estudar seu idiota”.
Abraços, nobre Pedro.

Pedro Erik disse...

Muito obrigado, caríssimo Adilson, pelos elogios ao blog.
Você proporcionou ao blog um ótimo comemtario sobre os intelectodes.
Aliás acho que vi no texto de Skojec uma ótima frase de Chesterton, que diz que o demônio não cria apenas falsos deuses mas também falsos males.
Um pouco de estudo sobre inquisição e cruzadas é suficiente para ver que são falsos males.
Abraço
Pedro Erik

Anônimo disse...

Atribuem=se aos comunistas mais de 150 000 000 de mortos em guerras internas para se imporem, apenas no século XX, como os maiores carniceiros conhecidos quantitativamente Stálin e Mao, pois onde adentra a bandeira vermelha do martelo e da foice do obsoleto e fracassado comunismo, da destruição e morte e da estrela de 5 pontas que é o pentagrama satânico - aliás, os comunistas são satanistas da pesada - estão garantidos atraso, miséria extrema, violência sem fim e chantagens gerais e a Venezuela tem sido o retrato diário do que sucede onde a desgraça do comunismo adentra.
Os últimos 10 papas até Bento XVI censuraram-no veementemente - menos o atual.
"Os comunistas, socialistas e niilistas são uma peste mortal que como a serpente se introduz por entre as articulações mais íntimas dos membros da sociedade humana, e a coloca num perigo extremo" Leão XIII - Encicl. QAM
Fidel Castro teria uns 200 000 mortos para dar contas e admite que irá para o inferno ficar ao lado de Stálin e similares...
Henoc