sábado, 28 de março de 2020

As Previsões de Morte pelo Vírus Chinês. Modelo e Realidade. De 500 mil para 20 mil no Reino Unido



Cada vida não tem preço, mas é preciso que a ciência esteja correta na previsão de impacto de uma doença. Ao que parece as previsões de mortes do vírus chinês não estão corretas.

A doutora Deborah Birx, médica que coordena a força tarefa contra o coronavírus nos Estados Unidos, fez um discurso ontem que mostrou como as previsões de morte pelo vírus chinês caíram assustadoramente recentemente. Não é coisa do governo Trump, é uma doutora mostrando as chances de morte, que caíram assustadoramente nas previsões ao redor do mundo, no Reino Unido, na Itália e na Coréia do Sul.

Se Deus quiser.

O vídeo acima dela mexeu muito com os Estados Unidos.

Eu mostro a tradução do vídeo abaixo:

DR. DEBORAH BRIX: Tenho certeza que vocês viram o relatório recente do Reino Unido sobre eles ajustando completamente suas necessidades. Isso é realmente muito importante. Se você se lembra, esse foi o relatório que diz que haveria 500.000 mortes no Reino Unido e 2,2 milhões de mortes nos Estados Unidos. Eles ajustaram esse número no Reino Unido para 20 mil. Vejam saíram de meio milhão para 20 mil. Estamos analisando isso detalhadamente para entender esse ajuste.

Vou dizer algo um pouco complicado, mas de uma maneira que possamos entender juntos. No modelo, você precisa ter um grande grupo de pessoas assintomáticas, que nunca se apresentaram para nenhum teste para ter o tipo de número previsto. Para atingir 60 milhões de pessoas infectadas, você precisa ter um grande grupo de sintomáticos. Não vimos uma taxa de ataque acima de 1 em 1.000. Então, ou estamos medindo o iceberg e, por baixo dele, há um grande grupo de pessoas. Então, estamos trabalhando duro para fazer o teste de anticorpos e descobrir quem são essas pessoas e se elas existem. Ou temos a transmissão completamente errada.

Então, é isso que estamos vendo, porque as previsões do modelo não coincidem com a realidade na China, Coréia do Sul ou Itália. Temos cinco vezes o tamanho da Itália. Se fôssemos a Itália e fizemos todas essas divisões, a Itália deveria ter perto de 400.000 mortes. Eles não estão nem perto disso.

Modelos são modelos. Nós somos - existem dados suficientes da experiência real com o coronavírus no local para realmente tornar essas previsões muito mais sólidas. Portanto, quando as pessoas começam a falar que 20% da população está infectada, é muito assustador, mas não temos dados que correspondam aos que são baseados em nossa experiência.

E a situação sobre ventiladores. Temos a certeza de encontrar nossos colegas em Nova York que ainda há UTI. Camas restantes e ainda significativas - mais de 1.000 ou 2.000 ventiladores que não foram utilizados.

Por favor, para a segurança das pessoas em todo o mundo, para acordar esta manhã e olhar para as pessoas falando sobre a criação de situações de DNR (Situações de não ressucitar) para pacientes, não há nenhuma situação nos Estados Unidos agora que justifique esse tipo de discussão. Você pode estar pensando sobre isso no hospital. Certamente, os hospitais falam sobre isso diariamente, mas para dizer isso ao povo americano e implicar que, quando eles precisam de um leito hospitalar, ele não estará lá ou um ventilador, não estará lá, nós não Tenho provas disso.

É nosso trabalho coletivamente garantir ao povo americano, é nosso trabalho garantir que isso não aconteça. Você pode ver que os casos estão concentrados em áreas altamente urbanas e há outras partes dos estados com muitos ventiladores e outras partes do estado de Nova York que não têm nenhum vírus infectado. Podemos atender às necessidades, sendo responsivos.

No momento, não há modelo - nenhuma realidade no local em que podemos ver que 60% a 70% dos americanos serão infectados nas próximas oito a 12 semanas. Eu quero ser claro sobre isso. Estamos nos adaptando à realidade e observando os modelos de como eles podem informar, mas aprendendo com a Coréia do Sul e a Itália e com a Espanha, e sei que vocês pesquisarão os números que passei.

2 comentários:

Horácio Ramalho disse...

Saudações. Este relatório contendo novos números só confirma algo que vinha pensando desde que o vírus chinês tomou as proporções atuais. Em outro post, eu tinha adotado uma postura mais cautelosa, quando tinha abandonado minha posição inicial de achar que era apenas um caso de histeria. Mas também disse que não havia descartado completamente, de modo que estes números vão de encontro com uma desconfiança que tive sobre os modelos preditivos. Não sou um expert em estatística, na verdade não sei quase nada. Mas o que sei é algo simples: que tanto é possível mentir com estatísticas, quanto criar estimativas erradas da realidade. Pois desde as primeiras "previsões", com as pessoas falando do pico de casos, ou dizendo que "devemos achatar a curva" dos infectados e mortos, minha intuição me dizia que aquilo não era o que parecia. Portanto só posso chegar à conclusão de que quanto mais o mundo se afastou de Deus, da fé e da Verdade, mais os homens passaram a confiar em si, pondo-se como o centro do universo, sem a mínima humildade. Se veem mais inteligentes, fortes e corajosos do que realmente o são, de modo que esta pandemia veio na hora certa para mostrar o contrário. Sua religião cientificista desprovida da moderação e temperança que só da fé procede, os leva a usar a ciência, no caso a estatística, da mesma maneira como uma criança utilizaria um acelerador de partículas. E assim um povo sem a solidez que a presença de Deus gera, tem em todos os seus aspectos, em todas as suas práticas - econômicas, científicas, sociais, políticas - carentes de sentido, focados em criar um falso bem-estar que não resiste à menor das tempestades. Falando apenas por mim, mantive a fé desde o princípio, com prudência quanto aos avisos de quarentena, mas sempre mirando no Crucificado, na Sua Santíssima Mãe e nos exemplos dos Santos. Portanto, esta notícia só reforça a certeza de que Deus não abandona os que perceveram na fé, e surpreende de uma maneira que somente Ele é capaz. Espero que esta tendência continue tanto no nosso país quanto no mundo.

Pedro Erik disse...

Sim, modelos estatísticos ou econômicos não são tão confiáveis, ainda mais quando lidam com o humano.

Grande abraço,
Pedro Erik