domingo, 30 de dezembro de 2012

A Sociedade Afeminada: Desaparecimento dos Pais

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Na semana passada, eu falei de uma pesquisa que mostrou que o desejo por um pai está na lista de Natal de muitas crianças do Reino Unido. No texto, apresentei inúmeras estatísticas do site Fatherless Generation que reforçam a importância do pai na formação emocional e educacional de uma pessoa.

Hoje, leio uma reportagem nos Estados Unidos que mostra o desaparecimento dos pais das famílias americanas. É uma situação que muito me entristece.

O texto é do jornal Washington Times. E mostra que 15 milhões de crianças vivem sem o pai em casa, 1 em cada 3 crianças nos Estados Unidos.  Quantas será no Brasil? 

O artigo fala de mães que vivem com três crianças, sendo cada uma de um pai diferente, e de outras que vivem em bairros em que apenas 1 em cada 10 crianças vive com pai e mãe, 84% vivem apenas com a mãe. Isto resulta em inúmeros problemas sociais: desigualdade de renda (famílias com pai e mãe são mais ricas), decadência escolar, violência nas ruas, depressão, aumento na taxa de suícidio, depressão, dependência da ajuda do governo, etc, como mostrei na semana passada.

Os dados nos Estados Unidos mostram ainda que o problema é mais sério entre os negros. Vejam abaixo que apenas 39% das crianças negras vivem com pai e mãe. Abaixo da linha de pobreza, apenas 12% das famílias negras têm pai e mãe em casa.


Temos o crescimento de uma sociedade afeminada, sem a formação masculina nas nossas crianças. E isto é culpa de todos, homens e mulheres. Vocês acham que a idolatria ao sexo, a pornografia não têm efeito nenhum? Observem os clips de música, tentem ver se não há apologia ao sexo em quase todas. No Brasil, hoje, em dia, ninguém consegue ler uma notícia nos sites jornalístcos sem se deparar com uma bunda. As nossas novelas exaltam as mães sem maridos, o casamento gay e até a poligamia.

A liberdade sexual que explodiu a partir dos anos 60 mostra seu enorme custo para a sociedade. E o peso maior recai sobre as crianças.  Os nosos jovens não querem compromisso, querem "curtir a vida", e acham que são jovens mesmo aos 40 anos. No caminho, vão deixando a futura geração.



(Agradeço o texto do Washington Times ao site Culture War Notes)

2 comentários:

Anônimo disse...

Homens e mulheres tem culpa, sim, mas o que eu vejo no meu dia-a-dia: mulheres desde muito cedo estimuladas a serem grandes profissionais pelos pais e pela sociedade. Passam a ver a carreira como propósito maior da vida e filhos/marido como uma coisa secundária. Tornam-se hiper-competitivas em tudo, buscam eficiência e produtividade sempre. Natural que tenham dificuldade em encontrar um homem que seja bom em tudo. Natural que os filhos, quando tiverem, sejam criados (?) pela empregada doméstica, por uma creche ou pela TV. Depois reclamam, enchem as crianças de presentes pra compensar a falta que uma mãe faz em casa ou a falta do pai, de quem já se separaram.
Casar com uma mulher "masculinizada" (no sentido de competitiva em tudo,até com o próprio marido, que dá importância excessiva à suia carreira) - tô fora.

Ricardo

Pedro Erik disse...

Concordo plenamente, Ricardo.

Mulheres estão masculizadas e os homens afeminados, em suma, um desastre para as crianças.

Abraço,
Pedro Erik