terça-feira, 20 de agosto de 2019

Grande Vitória de Trump em Defesa da Vida. Receberá Parabéns do Vaticano?


Lei feita pela administração Trump em defesa da vida exige que todas as clínicas que recebem apoio financeiro do governo para realizar tratamento de saúde para as famílias separem fisicamente e financeiramente a parte da clínica que realiza abortos. Com isso, a clínica teria que expor à luz do dia todos os locais exclusivos para aborto. 

A maior clínica de aborto dos Estados Unidos, Planned Parenthood para não se expor publicamente seus milhares de abortos resolveu abdicar de receber 60 milhões de dólares do governo para cumprir a lei.

Assim, Trump obrigou a Planned Parenthood a mostrar sua verdadeira face. Em seus discursos políticos, a Planned Parenthood sempre procura se mostrar como clínica de saúde para as famílias, realizando mamografias, etc. Mas ao se ver obrigada a separar suas atividades, e mostrar que vive de abortos, abdicou de 60 milhões de dólares.

Foi uma vitória imensa da vida. Obrigado, presidente Trump.

Isso sim é praticar a "divisão" que Cristo nos falou no evangelho de domingo, Trump mostrou claramente onde está o mal e ainda poupou dinheiro dos contribuintes.

Receberá um parabéns dos bispos nos Estados Unidos e do Vaticano?

Vejam a descrição da notícia pelo Life Site News.

Planned Parenthood officially rejects 60M in tax dollars so it can keep promoting abortion


August 19, 2019 (LifeSiteNews) — Planned Parenthood, America’s largest abortion vendor, announced today it has officially dropped out of the Title X program and will forgo nearly $60 million in taxpayer funding rather than comply with a Trump administration rule requiring that it separate its abortions from the rest of its operations.
President Donald Trump’s Protect Life Rule requires recipients of Title X federal family planning money to be physically and financially separate from abortion operations and prevents them from referring for abortions. The rule still “permits, but does not require, nondirective counseling on abortion by doctors or advanced practice providers,” according to a fact sheet from the Department of Health and Human Services (HHS).
“Today, we are announcing that due to an unethical and dangerous gag rule, the Trump administration has forced Planned Parenthood grantees out of Title X — the nation’s program for affordable birth control and reproductive health care,” Planned Parenthood acting president Alexis McGill Johnson said in a media call today. “Our affiliate grantees will be submitting letters saying as much to HHS today.”
“We will not be bullied into withholding abortion information from our patients,” said Johnson. The regulations still allow Title X recipients to discuss abortion; they just can’t refer patients to abortion centers. 
Johnson then suggested that the president and vice president would actually be making decisions for patients under Protect Life Rule: “Our patients deserve to make their own health care decisions, not to be forced to have Donald Trump or Mike Pence make those decisions for them.”
“Today, Planned Parenthood showed its true colors by prioritizing abortion over family planning, refusing to comply with the Protect Life Rule and dropping out of the Title X program,” said Marjorie Dannenfelser, president of the Susan B. Anthony List. “President Trump’s Title X Protect Life Rule is a huge victory for the majority of taxpayers who reject taxpayer funding of abortion. The Protect Life Rule does not reduce family planning funding by a single dollar; it simply directs taxpayer funding to family planning providers who stay out of the abortion business. Women have the most to gain from this news. With community health alternatives vastly outnumbering Planned Parenthood facilities nationwide, on average, these health centers would see an additional two clients per week. This is a huge win for women’s health.”

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Financial Times: Papa Francisco Construiu Chapa de Cristina Kirchner


O jornal Financial Times publicou artigo no sábado passado dizendo que a chapa Alberto Fernandez- Cristina Kirchner, que derrotou Maurício Macri nas primárias passadas, foi construída pelo Papa Francisco.

O site Carta Maior reproduziu essa notícia em português e para quem não consegue acessar o site do Financial Times.

Será? Não duvido.

Um "bispo que falou com o Papa" negou o fato, é o que diz o site Crux.

Mas disse o Financial Times:

Alberto Fernández has tried to distance himself from the radical populism of his running mate, former president Cristina Fernández de Kirchner.

A defining moment in the four-decade career of the man who many expect to be Argentina’s next president came in early 2018, when he had a private meeting with Pope Francis. “Francis encouraged Alberto’s reconciliation with Cristina,” said a close adviser to Alberto Fernández, who had fallen out with Cristina Fernández de Kirchner, the firebrand former president, a decade earlier while cabinet chief. 

Mr Fernández’s meeting with the Pope was a key step in unifying the crisis-stricken Peronist opposition after its humiliating defeat in midterms in late 2017, and may have helped pave the road for its return to power. The alliance of the moderate Mr Fernández with his popular but more radical namesake, who unexpectedly ran as his vice-president, easily defeated the market-friendly President Mauricio Macri in primary elections this month. Investors — convinced that the veteran political operator will cruise to power in elections in October — dumped Argentine asset prices on fears that the country was on the verge of a damaging return to economic populism. 

Fitch Ratings on Friday downgraded Argentina on concerns it would not be able to repay its debt following the collapse in the peso. Those who know Mr Fernández insist that fears of a return to Argentina’s economic isolation are overplayed. 


Aqui vai a repercussão do assunto pelo Carta Maior:

Papa Francisco foi o responsável por reconciliação entre Alberto Fernández e Cristina Kirchner

O diário britânico Financial Times, de conhecida linha editorial neoliberal, conta detalhes sobre o reencontro entre os dois amigos, mas também relata que os investidores estrangeiros se perguntam (com algum cinismo) qual dos dois governará o país caso a candidatura peronista triunfe em outubro


O resultado das eleições primárias na Argentina, no passado dia 11 de agosto, com a vitória de Alberto Fernández por 47% dos votos contra 32% do atual presidente Mauricio Macri, foi iniciada bem longe da América do Sul.

Para ser mais preciso, o processo começou em uma reunião no Vaticano, em meados de 2018, e foi descrito pelo diário Financial Times como “o momento decisivo das quatro décadas de carreira do homem que muitos acreditam que será o próximo presidente da Argentina”. Naquela ocasião, Fernández visitou a Santa Sé, e teve um encontro privado com o Papa Francisco.

A história conta que Alberto Fernández organizou uma visita junto com dois amigos, ambos ex-ministros de governos progressistas sul-americanos: o economista chileno Carlos Ominami (o primeiro ministro da Economia do país após a ditadura de Pinochet) e o diplomata Celso Amorim.

Porém, mesmo na imprensa argentina, passou desapercebido o fato de que aquela visita registrou uma reunião especial na qual teriam participado somente Francisco e Alberto Fernández. A partir de uma fonte próxima ao atual candidato peronista, o Financial Times assegura que “o Papa convenceu Alberto a fazer as pazes com Cristina Kirchner”.

É importante lembrar que Alberto Fernández foi ministro Chefe de Gabinete do primeiro ao último dia do mandato presidencial de Néstor Kirchner (2003-2007), e conhecido como um dos seus ministros mais leais, razão pela qual se manteve no cargo durante os primeiros meses do governo de Cristina Fernández de Kirchner (Fernández é o sobrenome de solteira da ex-presidenta, por isso a imprensa argentina chama a chapa peronista de Fernández-Fernández, e não, eles não são parentes).

Em julho de 2008, depois de uma crise com o setor ruralista por um aumento no imposto aos produtos agrícolas, em que Alberto não conseguiu encontrar um consenso, ele acabou se vendo forçado a renunciar, e desde sua relação com o casal passou a ser de troca de críticas pela imprensa.

Segundo o Financial Times, “Francisco foi quem impulsou Alberto Fernández a dar esse passo decisivo em favor da unificação da oposição peronista, ajudando a pavimentar seu caminho de regresso ao poder”.



O Fogo de Cristo e o Fogo do Papa Francisco


Por vezes, eu acho que a pregação do Papa Francisco é o contrário do que disse Cristo. O exemplo mas claro veio ontem, sobre uma passagem muito conhecida da Bíblia.

Uma das coisas mais incompreendidas sobre Cristo é o amor Dele. Muitos acham que Cristo é mansinho, não faz mal a ninguém, só perdoa os pecados.

Passagens da Bíblia, como as:
- quando Cristo fez um chicote de cordas e surrou mercadores,
- quando Cristo chamou o próprio São Pedro de Demônio, 
- quando Cristo expulsou os demônios de pessoas e até de porcos, 
- quando Cristo disse que a primeira coisa que os apóstolos deveriam fazer é expulsar os demônios,
- quando Cristo desafiou os poderes e não deu a outra face, 
- quando Cristo chamou os fariseus de sepulcros caiados, 
- quando Cristo disse que não mudaria nenhum pingo no i do Velho Testamento, 
- quando Cristo disse que os discípulos carregassem espadas, 
- quando Cristo disse a Judas Iscariotes que olhasse para Ele e não para os pobres,
- quando Cristo disse na passagem do Sermão da Montanha que é melhor arrancar um olho a pecar por este olho (São Francisco usou essa contra o Islã);
- quando Cristo disse para a prostituta que não pecasse mais, ou 
- quando Cristo disse que a fé de um soldado era a maior fé de Israel (acima, então, até da fé dos discípulos), 

são todas esquecidas e abandonadas.

Uma dessas passagens também é quando Cristo disse que "veio lançar fogo à terra" e que Ele não veio trazer paz, mas divisão.

Foi justamente esta passagem o evangelho de ontem. Essa passagem está em Lucas 12:40-53. Vejamos abaixo:

"Estai, pois, preparados, porque, à hora em que não pensais, virá o Filho do Homem.” Disse-lhe Pedro: “Senhor, propões esta parábola só a nós ou também a todos?”. O Senhor replicou: “Qual é o administrador sábio e fiel que o senhor estabele­cerá sobre os seus operários para lhes dar a seu tempo a sua medida de trigo? Feliz daquele servo que o senhor achar procedendo assim, quando vier!
Em verdade vos digo: lhe confiará todos os seus bens. Mas, se o tal administrador imaginar consigo: Meu senhor tardará a vir, e começar a espancar os servos e as servas, a comer, a beber e a embriagar-se, o senhor daquele servo virá no dia em que não o esperar e na hora em que ele não pensar, e o despedirá e o mandará ao destino dos infiéis. O servo que, apesar de conhecer a vontade de seu senhor, nada preparou e lhe desobedeceu será açoitado com numerosos golpes. Mas aquele que, ignorando a vontade de seu senhor, fizer coisas repreensíveis, será açoitado com poucos golpes. Porque, a quem muito se deu, muito se exigirá. Quanto mais se confiar a alguém, dele mais se há de exigir.  Eu vim lançar fogo à terra, e que tenho eu a desejar se ele já está aceso? 50.Mas devo ser batizado num batismo; e quanto anseio até que ele se cumpra!* Julgais que vim trazer paz à terra? Não, digo-vos, mas separação.* Pois de ora em dian­te haverá numa mesma casa cinco pessoas divididas, três contra duas, e duas contra três; estarão divididos: o pai contra o filho, e o filho contra o pai; a mãe contra a filha, e a filha contra a mãe; a sogra contra a nora, e a nora con­tra a sogra.”" 

Essa passagem é meio óbvia e até imediata para todos que seguem Cristo, logo a pessoa se verá entre poucos. Logo verá que enfrentará demônios. Logo verá que perderá muitos amigos e ganhará poucos.

O que o Papa Francisco fez dessa passagem da Bíblia?

Em suma, ele falou que o amor de Deus supera todas as divisões e que Cristo tem preferência pelos excluídos.

Acho que é o contrário e uma aberração frente ao que Cristo disse.

Assim o site Vatican News descreveu as palavras do Papa :

Pope Francis said the Christian witness to the Gospel is like a beneficial fire, “overcoming every division among individuals, social categories, peoples, and nations. It burns all forms of particularism and keeps charity open to all,” he said, adding that it has “a single preference: that for the poorest and the excluded.”

Bom, claro que o fogo de Cristo é benéfico. É o melhor fogo que existe, o único que cura. Mas ele não supera as divisões, pelo contrário, ele mostra claramente as divisões.

Perdão, mas, para mim, o Papa errou de forma muito grosseira as palavras de Cristo. Tentando colocar ideologia dentro de umas das mais belas passagens do evangelho de Lucas.

Triste, rezemos pelo Papa e pela Igreja, nestes tempos terríveis.



sexta-feira, 16 de agosto de 2019

Versão em Inglês de meu Livro sobre o Papa Francisco


Caros amigos, apresento hoje a versão em inglês do meu livro "´Papa Francisco: dos Sapatos Pretos à Heresia?".  Vídeo promocional acima.

Esta versão em inglês já disponível na Amazon, na versão Kindle, assim como meu livro em português.

Para a versão em português, clique aqui.

Para a versão em inglês, clique aqui.





Homem mais Rico de Hong Kong Defende Fim dos Protestos. Tipo: "Não Mexam no meu Dinheiro"


O jornal Wall Street Journal disse hoje que o homem mais rico de Hong King, Li Ka-shing, publicou anúncios em vários jornais locais contra os protestos que ocorrem na cidade contra o governo chinês. Os anúncios são direcionados tanto aos manifestantes quanto ao governo chinês.

Para os manifestantes, Li Ka-shin (que tem 91 anos) pede que parem de violência e alerta que "as melhores intenções podem ter péssimos resultados".

Para o governo chinês, o ricaço usou um poema em que se pede a uma imperatriz que não mate seus filhos.

O jornal lembra que Li Ka-shing ficou rico justamente nos negócios políticos entre a administração de Hong Kong e o governo chinês. E que os ricaços de Hong Kong estão sob forte pressão com os protestos pois eles enriqueceram com negócios imobiliários, se Hong Kong perder o status de centro financeiro, eles podem perder toda a fortuna deles.

Além disso, o jornal diz que o governo chinês está pressionando os ricaços a ajudarem a conter as manifestações.

Hummm...ricaços pacíficos.

Como eu costumo dizer, eu tenho muita dificuldade de acreditar em herói, santo ou pacificador que seja rico e ainda mais que ganhe financeiramente com suas ideologias. 

Eu basicamente só acredito em herói pobre.

Vejam abaixo parte do texto do Wall Street Journal.

Hong Kong Tycoon Warns Protesters and Beijing Against Violence

City’s richest man bought the full front pages of many local newspapers to run a pair of ads


By 
Eli Binder
Updated Aug. 16, 2019 12:22 pm ET
Hong Kong’s richest man bought the full front pages of many local newspapers Friday morning to run a pair of ads that cautioned protesters and authorities against further violence.
One of the ads taken out by Li Ka-shing—a 91-year-old tycoon worth $27 billion, according to the Bloomberg Billionaires Index—was aimed at the Chinese government. It referenced a Tang dynasty poem that calls on an empress not to kill her own children. The other, aimed at protesters, called for an end to violence and cautioned that the best intentions can have the worst outcomes.
The ads by a businessman who made a fortune navigating the tricky politics of Hong Kong and Beijing followed a week of some of the worst incidents of violence in more than two months of demonstrations.
...
Tycoons in Hong Kong are under tremendous pressure following the protests. Their fortunes, rooted in property, are at risk if the city’s status as a financial and business hub is eroded. They already are suffering from stock market declines.
Beijing is leaning on these corporate leaders to support Hong Kong’s government and push for a return to order. Demurring could put their businesses at risk. China, for instance, threatened to cut off access to its airspace for Cathay Pacific after Hong Kong’s flag carrier condoned participation by its staff in the protests, and the airline’s CEO resigned Friday. But complying could put them on the wrong side of public opinion in their hometown.
Earlier this month, a senior Chinese official in charge of Hong Kong affairs warned a gathering of the city’s elite in Shenzhen that the central government wouldn’t hesitate to intervene if the situation worsened and leaned on them to condemn the violence publicly and support the government.
Last weekend, the companies of property magnates Peter Woo ; Li Ka-shing’s son and heir to his empire, Victor Li ; Peter Lee ; Raymond Kwok ; and Henry Cheng jointly called for an end to the violence and a restoration of order.
The protests were sparked by a bill that would allow extraditions to China but have swelled to embrace a broader demand for more representative government.
In recent days, Hong Kong business elites privately have expressed deep concern that unhappiness over the extradition law had been allowed to grow into a full-fledged antigovernment movement. The demonstrations could tip the city into recession and are jeopardizing its economic future by undermining foreign investor confidence in a place that bills itself as a gateway between China and the West.


quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Nazismo Volta na Europa Esquerdista


Depois que a França (sempre a França) passou lei que põe selo em produtos israelenses que viessem de "colônias ou assentamentos" de Israel na Cisjordânia, o advogado-geral da União Europeia defendeu o mesmo. E a Europa está prestes a repetir o nazismo: colocar avisos em produtos de judeus.

Isso vai certamente provocar uma reação dos Estados Unidos em sua lei de anti-boicote a produtos israelenses. 

Será que pode haver leis europeias colocando selos em produtos que serão feitos em áreas indígenas  ou em áreas supostamente de "agricultura familiar" no Brasil? Será que poderá haver leis europeias colocando selos em produtos feitos por húngaros em terras ciganas? Será que poderá haver leis europeias colocando selos em produtos feitos por agricultores chineses em terras africanas, indianas,...? Será que pode haver leis europeias em produtos feitos por americanos em terras mexicanas?

Melhor não dar ideia.

Vejam abaixo parte do texto sobre o assunto no The Washignton Free Bacon em artigo de Adam Fredo.

Europe Poised to Put Warning Labels on Jewish-Made Products

Legal decision reminiscent of Holocaust-era boycotts of Jews

The European Union is poised to mandate that Israeli products made in contested territories carry consumer warning labels, a decision that could trigger American anti-boycott laws and open up what legal experts describe as a "Pandora's box" of litigation, according to multiple sources involved in the legal dispute who spoke to the Washington Free Beacon.
The Advocate General of the European Court of Justice recently issued non-binding opinion arguing that EU law requires Israeli-made products to be labeled as coming from "settlements" and "Israeli colonies."
The decision was seen as a major win for supporters of the anti-Semitic Boycott, Divestment, and Sanctions movement, or BDS, which seeks to wage economic warfare on Israel and its citizens. Pro-Israel activists, as well as the Jewish businesses involved in the legal dispute, see the decision as an ominous warning sign that they say is reminiscent of Holocaust-era boycotts of Jewish businesses.
With the EU court's 15 judge panel now poised to issue its own binding judgment in the case, legal experts are warning that a potential decision mandating such labeling could pave the way for goods from any disputed territory to receive such treatment. The decision also could trigger U.S. anti-boycott laws meant to stop Israeli-made goods from being singled out for unfair treatment on the international market.
Brooke Goldstein, a human rights lawyer and executive director of the Lawfare Project, which is involved in the legal dispute, described the EU court's initial decision as "frankly outrageous."
"The Advocate General's opinion said that goods produced by Muslims are to be labeled from ‘Palestine,' and goods produced by Jews labeled as coming from ‘Israeli colonies,' Goldstein said. "Both people are living in the same geographic location, and yet Jewish goods are being treated differently."
"Could the discrimination be any clearer?" she asked. "If the EU Court justifies this bigotry it will degrade the rule of law in Europe and it will undoubtedly have many unintended consequences for EU traders. My understanding is that certain consumer protection agencies have already filed complaints to demand the similar labeling of goods from other disputed territories. This labeling fiasco will turn into a nightmare for EU importers of goods from any and all countries involved in territorial disputes. I trust the court will maintain that goods must be labeled indicating the geographical location of origin, and reject the push to politicize labeling."
The legal dispute first began after France passed a law mandating that products made in the West Bank territory of Israel be labeled as coming from an "Israeli colony," a label not applied to any other products across the globe.
The term "Israeli colony" is not legally required to be applied under EU law and was seen as overly burdensome by Israeli business leaders.
Following the French decision, the Israeli Psagot winery filed a lawsuit alleging unlawful discrimination against Jewish companies. That lawsuit eventually made its way to Europe's highest court, the European Court of Justice.
That court now appears poised to affirm the advocate general's opinion mandating that Israeli goods be labeled in a fashion that opponents say is unfair and anti-Semitic in nature.
"I am not a psychologist, so I can't tell you what the motives are behind Europe's targeting of Jewish-owned businesses. Perhaps it is anti-Semitism rearing its ugly head again, perhaps it is blind ignorance, or even a desire to do the right thing," Yaakov Berg, CEO of the Psagot winery, told the Free Beacon. "Regardless, the application of the current EU trade directive to label goods from Jewish producers, and only Jewish producers in the West Bank is discriminatory and illegal."
Berg maintains that Jewish businesses should not be penalized for policies enacted by the Israeli government that European leaders object to.
"We are not the Israeli government," he said. "Psagot winery is not responsible for Israeli government policy. But because we are Jewish owners of a winery in a beautiful and hotly contested land, we are being targeted and punished. And we are being punished precisely because we are Jews living in Judea where we have every right to be, as do the Palestinian Arabs and Druze and the Christians."
"No one should be discriminated against because of their religion," Berg said. "If you support a Palestinian state, would you support a Judenrein state of Palestine? That seems to be what the EU is proposing when it says Jewish businesses are illegal in Palestine but Muslim businesses are not, in the same location! Such a de facto boycott of Jewish products, the likes of which we have not seen since Nazi Germany, would definitely run afoul of U.S. law."
Yohan Benizri, a lawyer representing Psagot, warned that a decision affirming the labels for Jewish-made goods could open the door to other types of overly onerous labeling.
"One doesn't need legal training to recognize the unintended consequences of the EU adopting a policy of politicized labeling," Benizri said. "If the EU Court rules that geographic location is not enough, and that EU law mandates every product coming from either a ‘disputed territory' or a country with ‘objectionable social policies' be labeled as such, then EU markets will be thrown into chaos."
...

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

China: Tigre de Papel


Li interessante artigo sobre a China, de um autor que ao que parece conhece bem este país tanto no seu trabalho como pessoalmente. Eu tenho certa experiência de negociação com chineses e a minha experiência pessoal é péssima, em suma, eu diria: não confie, nem se o chinês assinar o papel.

O artigo foi escrito por James Rickards e é movido pelo que acontece comercialmente (disputa entre Esatdos Unidos e China) e também militarmente (com a crise em Hong Kong, do qual até agora pouco se fala e muitos silenciam, como o Papa Francisco).

Vou fazer aqui um resumo do artigo para quem não ler em inglês:

1) Rickards começa dizendo que a desvalorização abrupta da moeda chinesa recentemente na luta comercial contra os Estados Unidos fez com que alguns se perguntassem se a China é um gigante que vai tomar um lugar dos Estados Unidos ou um castelo de cartas que vai ruir completamente. Seria a China apenas um tigre de papel?;

2) Rickards descreve sua experiência no trato com a China e chineses

3) Em seguida, ele lembra algumas características da China:

a) tem maior população do mundo 1,4 bilhão de pessoas, embora a Índia esteja alcançando;

b) tem terceiro maior território do mundo (atrás da Rússia e do Canadá);

c) tem quinto maior arsenal nuclear do mundo (280 ogivas nucleares), semelhante ao Reino Unido e à França, mas bem atrás da Rússia (6.490 ogivas) e dos Estados Unidos (6.450 ogivas);

d) tem a segunda maior economia do mundo em PIB (15,5 trilhões de dólares), atrás dos Estados Unidos (21,4 trilhões);

e) tem a maior reserva em ativos internacionais do mundo (3,2 trilhões) bem acima do Japão (1,3 trilhão) que vem em segundo.

f) PIB per capita chinês é de apenas 11 mil dólares, contra 65 mil dólares de PIB per capita dos Estados Unidos;

g) economia chinesa ainda não é dependente de indústria tradicional não tecnológica, ainda está presa a uma estado de economia média.

4) Em suma, e apesar do enorme crescimento anual nos últimos vinte anos, a China continua sendo fundamentalmente um país pobre, com capacidade limitada de melhorar o bem-estar de seus cidadãos muito além do que já foi alcançado.

5) Neste momento, a China está enfrentando pressões sociais, econômicas e geopolíticas que estão testando a legitimidade da liderança do Partido Comunista e pode levar a uma crise econômica de primeira ordem em um futuro não distante.

6) A recente imposição, por Trump, de tarifas de 10% sobre os US $ 300 bilhões restantes de importações chinesas atualmente não tarifadas (além das tarifas existentes sobre US $ 200 bilhões de importações chinesas) retardará ainda mais a economia chinesa.

7) A China retaliou com uma desvalorização chocante do yuan abaixo de 7,00 para um dólar. Recorrer a uma arma de guerra cambial para combater uma guerra comercial mostra o quanto a China está perdendo a guerra comercial.

8) Rickards acha que esse contra-ataque de guerra cambial chinês não será bem-sucedido porque incitará mais saídas de capital da China. Os chineses perderam US $ 1 trilhão de reservas em moeda forte durante a última rodada de fuga de capitais (2014-2016) e perderão mais agora, apesar dos controles de capital mais rígidos. O pico de bitcoin para US $ 11.000 após a desvalorização da China é um sintoma do povo chinês que usa bitcoin para evitar controles de capital e tirar seu dinheiro da China.

9) A agitação em Hong Kong é outro sintoma do enfraquecimento do Partido Comunista Chinês sobre a sociedade civil. A agitação se espalhou das manifestações de rua para uma greve geral e paralisação do sistema de transporte, incluindo o cancelamento de centenas de vôos.

10) Rickards acha que essa agitação social vai crescer até que a China seja forçada a invadir Hong Kong com 30 mil soldados do Exército de Libertação do Povo agora concentrados na fronteira. Este será o último prego no caixão da visão acadêmica da China como um bom cidadão global. Essa visão sempre foi falsa, mas agora até os acadêmicos estão começando a entender o que realmente está acontecendo.

11) Os negócios internacionais estão se movendo rapidamente da China para o Vietnã e outras partes do sul da Ásia. Uma vez que essas cadeias de suprimentos se movam, elas não voltarão à China por pelo menos dez anos, se é que vão. Estas são perdas permanentes para a economia chinesa.

12) Cerca de 25% do crescimento relatado pela China nos últimos dez anos veio de investimentos em infraestrutura desperdiçados (pense em “cidades fantasmas”) financiados com dívidas impagáveis. A economia da China é um esquema Ponzi como o Plano Madoff e a pirâmide da dívida está prestes a entrar em colapso (esquema ponzi é uma pirâmide financeira que vai remunerando conforme entram mais compradores, a partir do momento que deixam de ingressar mais compradores, o esquema desaba. Madoff foi o investidor que fez o maior esquema ponzi da história. Ele está preso nos Estados Unidos) .

13) A expectativa de Rickards é que não haja solução para guerra comercial no curto prazo enquanto outros problemas se avolumam, como segurança nacional.


terça-feira, 13 de agosto de 2019

O Caso do Bispo Zanchetta, Amigo do Papa Francisco, Acusado de Abusos Sexuais;


O bispo Gustavo Zancheta está em julgamento na Argentina onde se apresentam fatos de abusos sexuais contra ele, fatos já são relatados há anos quando ele estava a frente da diocese de Oran na Argentina. O Papa Francisco, mesmo sabendo das acusações, deu abrigo para Zanchetta no Vaticano, na Casa Santa Marta, onde mora o próprio Papa, e deu emprego para Zanchetta.

O jornal Crux relata o que uma testemunha tem falado sobre Zanchetta. A testemunha fala de Zanchetta dizendo abertamente que precisava de ereção, beijando seminaristas e oferecendo presentes. E obviamente arruinando vocações sacerdotais.

Zanchetta também é acusado de mal uso de recursos da diocese.

Outros 20 seminaristas já depuseram sobre o caso.

Vejamos parte do relato do Crux

Ex-seminarian tells sordid story of papal ally’s Argentine past

  • Inés San Martín
    Aug 12, 2019
  • Asked if he’d ever been abused by Zanchetta, Lucas said no, and that when Filtrín called him he said as much.
  • He did say, however, he’d been forced to repel the bishop’s advances.
    According to Lucas, Zanchetta had “his favorites,” who would receive gifts and party into the night with him in the seminary. It happened, he said, any day of the week the bishop was there.
    Zanchetta would roam the seminary at night, give the priests-to-be alcohol, kiss them on the neck and share overtly sexual jokes. One of those who accused the bishop was once awakened by the prelate sitting in his bed, touching his genitalia.
    The former seminarian acknowledged that he was able to say no to the bishop when he offered gifts- including a new computer- because of the formation he’d received at home.
    “My parents taught me that it’s not proper to receive a gift when it’s not deserved,” Lucas said. “I had done nothing to deserve a new computer, and I didn’t want to accept it and then have to do something to deserve it.”
    Lucas believes that Zanchetta has to pay for what he’s done, particularly from a canonical standpoint: “He doesn’t belong in the priesthood, and he should never have been made a bishop. He was manipulative and had disgusting attitudes.”
    When it comes to civil justice, Lucas is a bit more reluctant to assert the bishop’s culpability, as he believes that both Zanchetta and the seminarians knew what they were doing and, in a way, exchanged favors. He’s convinced that even though Zanchetta shouldn’t have acted as he did, the students weren’t necessarily forced either into accepting new computers, tablets or money.
    Filtrín, however, told Crux on Thursday she believes some measure of coercion was involved.
    “They had a reverential fear and a respect for the bishop,” who when he arrived was introduced to the diocese as a “friend of the pope,” she said.
    Some 20 former seminarians have given testimony, and, according to the prosecutor, each is key because they “illustrate the context and the relationship seminarians had with Zanchetta.”
  • “They are eyewitnesses and they heard things, meaning that they can support what those denouncing him claim,” she said. “It’s very difficult to verbalize these situations, the fear they had of the bishop, their inability to defend themselves.”
    According to Filtrín, the gifts Zanchetta gave the young men were all part of a grooming process that led to the abuses. The fact that he was the direct superior made it even more difficult for them to fight against what was happening.
    The bishop is also accused of mismanaging church funds, some of which were donations from the faithful and others came from the state. Lucas had no evidence of this, but said he once heard Zanchetta call the state governor, Juan Manuel Urtubey, the “father of providence.”