São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus:
“Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?"
São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
O vídeo acima me fez refletir em muitas coisas. Um repórter britânico quis saber sobre as consequências de um estupro para dois "africanos". Os africanos responderam como se a vítima não tivesse sentimentos nem sequelas do estupro praticado.
Repóter perguntou: "Vocês pensam nas consequências de um estupro?"
Africano: "Sim, pensamos. E se ela gritar e acordar alguém?"
Britânico: "Não. Estou falando das consequências do estupro na garota. Estou falando dos sentimentos dela"
Africano: "É, a gente pode pegar doenças venéreas, DSTs..."
No X, acima, Chad Crowley define teoria da mente como a capacidade de reconhecer que os outros têm pensamentos e emoções distintos dos seus. E diz que níveis mais baixos de QI estão associados a uma capacidade reduzida de teoria da mente, ou mesmo à sua ausência. E afirma que o QI médio na África varia entre 68 e 70.
Resolvi pesquisar se as afirmações de Crowley estão corretas. Perguntei ao Grok. A definição de teoria da mente está correta. Ele exagera em dizer que que QI baixos podem ter "ausência" de reconhecer o outro, mas sim está certo em dizer que baixos QI reduzem a capacidade da mente. Sobre o QI da África, Crowley está certo em dizer que a África, em especial a subsaariana, tem QI substancialmente mais baixo, mas não se sabe ainda se é no grau de que Crowley falou ou por volta de 75 (QI abaixo de 80 é considerado baixo. Brasil tem QI médio de 83).
Os africanos no vídeo falam bem o inglês; é possível entender o que dizem. Então, a suposição de que não entenderam as perguntas fica frágil.
Se, em termos científicos, pessoas com baixo QI têm baixa sensibilidade aos sentimentos dos outros, isso implica uma ética pessoal diferente para esse nível de QI. Isso representa um impacto que ultrapassa a política e até a ética, para definirmos um impacto teológico.
A educação persistente pode melhorar o QI de uma pessoa. Então, a educação persistente poderia melhorar a ética da mente. Uma pessoa de QI de 80 não vai chegar a um QI de 130, mas com muito esforço pode chegar a 100.
Mas, para isso, precisa começar desde cedo e em um ambiente adequado. Importar gente adulta com este tipo de QI, então, é trazer quem não pode entender nem a ética mais elementar de que o outro existe e merece respeito.
QI alto não garante ética boa, mas QI muito baixo parece bem problemático.
Excelente explicação sobre o que acontece com o mundo de hoje que sai das universidades, dos jornais, e mesmo da conversa entre pessoas. Melanie Phillips explica que a própria ideia de evidências objetivas vem sendo descartada porque fere a moral interna das pessoas. A verdade machuca o que as pessoas pensam de si mesmas, então deve ser abandonada. A "idea" da ideologia é que importa. Essa ideologia imagina um mundo utópico no qual qualquer pessoa que mostre que a ideologia é factualmente errada é considerada maligna e deve ser ostracizada, jogada em uma prisão, ou mesmo morta.
Muitas pessoas costumam se achar boazinhas, enquanto odeiam Deus, cristãos, família tradicional, crianças, heterosexuais, brancos, militares, judeus, Estados Unidos, capitalismo, verdade e evidências fatuais.
Já li vários textos dela em jornais, sempre admirei a sua perspicácia e firmeza de raciocínio, em jornais, mas acho que nunca li um livro. Pesquisei o que ela escreveu, e parece-me que este abaixo deve ser muito bom.
An IRGC terror group in the UK, called Ashab al-Yamin takes responsibility for torching 4 ambulances belonging to a Jewish volunteer EMT services in Golders Green, London last night.
Um grupo de terroristas ligado ao Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, em inglês) assumiu a responsabilidade pelo ataque de ontem contra ambulâncias destinadas ao atendimento médico de urgência, simplesmente porque eram financiadas pelos judeus. Esses "EMT"(atendimento médicos de urgências) são financiados voluntariamente e atendem qualquer um em estado de urgência e colaboram com os hospitais.
É a Guarda Revolucionária do Irã dentro da Europa.
Em 2017, quando estava apresentando meu livro "Teoria e Tradição da Guerra Justa" em São Paulo, uma senhora me perguntou o que eu achava que aconteceria na Europa. A minha resposta foi: guerra civil, pois os muçulmanos já estavam em volume bastante considerável, já aplicavam suas próprias leis dentro da Europa, já estavam dentro da polícia, já estavam como líderes políticos. Qualquer ação de governos europeus que eles considerassem anti-islâmica podia gerar uma gigantesca reação violenta.
Complemento que o Islã possui uma cultura da morte intrínseca reconhecida há milênios. A Europa é que esqueceu ou quer esquecer o que fez para combater essa cultura no passado.
Com essa cultura da morte dentro deles, não se pode medir nada contra eles pelos critérios judeu-gregos-cristãos. A ética é outra. É a da violência, do poder e do desprezo à vida.
A paz que se tem com os muçulmanos em casa é simplesmente falsa.
Não conhecia este psicólogo J.D. Haltigan, que tem PhD pela Universidade de Miami. Vi agora que é bem conhecido e que tem vários vídeos no Youtube, inclusive com Jordan Peterson.
Gostei muito da definição que ele fez de duas doenças psicológicas modernas: a idolatria à loucura e a feminização da sociedade. Na entrevista que ele deu essas doenças foram resumidas na frase: "weaponized empathy" (a tradução para o português é complicada, não fica tão boa, seria algo como a empatia como arma ou empatia armada).
Não consegui ver toda a entrevista, apenas pedaços disponibilizados pelo X de Jan Jekekek.
Traduzo um pouco o que ele disse nos vídeos.
No primeiro sobre a idolatria à loucura. Ele disse:
"O que está acontecendo agora é que a doença mental está sendo valorizada. A doença mental como identidade é algo que está realmente se consolidando. Alguém tem um transtorno, é então definido por esse transtorno e vira uma espécie de herói por ter esse transtorno. Isso está acontecendo com todos os transtornos… principalmente com depressão e ansiedade. A doença mental foi tão desestigmatizada que não existe mais estigma. Vemos isso muito nas redes sociais… se você afirma ter um transtorno de humor, recebe muita confirmação por isso. Isso retroalimenta o problema… e você acaba entrando em um grupo seleto que o valoriza e o confirma.Esse não é um tratamento realmente eficaz para eliminar o transtorno.”
“What’s happening now is the mental illness is becoming valorized.”
Developmental psychologist J.D. Haltigan says mental illness is increasingly being turned into an identity people embrace.
“Mental illness as identity is really something that is coming on.”
“Basicamente, sequestramos a ética feminina do cuidado.E se uma sociedade se tornar completamente feminina, todo tipo de caos se instalará.Porque não há nenhuma orientação baseada em regras, leis, estatísticas ou dados quantitativos que justifiquem a existência de leis, regras, a necessidade de ordem, leis de imigração e assim por diante. A masculinidade, em termos de personalidade, acompanha a sistematização, enquanto a feminilidade é a analogia com a empatia.Mas essa feminização se tornou dominante em muitas áreas da sociedade, com grandes consequências."
Psychological scientist J.D. Haltigan told me the feminine impulse to be empathetic has been weaponized.
“We’ve come to basically hijack the feminine ethic of care.”
“And if a society becomes completely feminine, all kinds of chaos will ensue.”
O site Life Site News faz denúncia agora em que identificou o atual Papa Leão XIV a participar de ritual Pachamama em 1995. Isso mesmo! Bem antes de isso chegar ao Vaticano pelo Papa Francisco.
Traduzo abaixo o que diz o site:
DESCOBERTO: Foto de 1995 mostra o Papa Leão XIV participando de ritual da Pachamama
Em uma revelação bombástica que terá destaque em seu próximo livro sobre o novo pontífice, o co-apresentador do programa Fé e Razão, Padre Charles Murr, confirmou que o Papa Leão XIV — então Padre Robert Francis Prevost, O.S.A. — participou ativamente de um ritual agrícola pagão da Pachamama, a “Mãe Terra”, durante um simpósio teológico agostiniano oficial.
A história foi trazida à tona pelo Padre Murr, que passou meses compilando meticulosamente documentos para seu próximo livro sobre Leão XIV. Três padres agostinianos confirmaram, de forma independente, ao Padre Murr que Robert Prevost é claramente visível entre os participantes ajoelhados na fotografia central. Embora nenhum dos três estivesse presente no ritual de 1995, eles reconheceram imediata e inequivocamente seu confrade na imagem publicada.
A imagem acima aparece nos anais oficiais do IV Simposio-Taller “Lectura de San Agustín desde América Latina” (São Paulo, 23 a 28 de janeiro de 1995), publicado como o livro Ecoteología: Una Perspectiva desde San Agustín (México, 1996). A legenda oficial abaixo da foto dos participantes ajoelhados diz:
Celebração do Rito da pachamama (madre tierra), que é um rito agrícola oferecido às culturas do Sul-Andino no Peru e na Bolívia.
O mesmo volume inclui uma grande fotografia de grupo com a legenda explícita “Foto de todos los participantes del Simposio São Paulo Brasil”, colocando o futuro Papa diretamente entre os participantes de um evento que celebrava abertamente o ritual da Pachamama como parte de seu programa de “ecoteologia”.
O Padre Murr disse à revista Faith & Reason: “O homem que agora é Leão XIV foi documentado ajoelhado em um ritual pagão da deusa da terra em uma reunião oficial de sua própria ordem religiosa. As implicações para a direção da Igreja sob este pontificado são profundas.”
Pe. Murr obteve digitalizações de alta resolução dos autos (incluindo a nítida fotografia da Pachamama ajoelhada) da Biblioteca Central Salesiana em Buenos Aires, Argentina (número de chamada carimbado 276.04 ACU :504 / 30.161, Biblioteca Central Salesiana, nº 30161).
Outra imagem do livro mostra que, além da cerimônia da Pachamama, os participantes celebraram uma missa, e Prevost (Leo) pode ser visto de pé e de mãos dadas com outros participantes no mesmo local onde o ritual da Pachamama ocorreu.
Outra foto do evento, mostrando todos os participantes do simpósio, também confirma a presença de Prevost.
No episódio de Fé e Razão de hoje, o Padre Murr observou como isso viola o Primeiro Mandamento e como os mártires da Igreja deram suas vidas em vez de participar, mesmo que minimamente, de cerimônias a falsos deuses.
Militarmente, Trump já venceu a guerra contra o Irã. Não há qualquer possibilidade do Irã, isoladamente, reverter isso. Toda a capacidade militar do país já era. Sobra apenas prejudicar o preço do petróleo e o caso da China ou Rússia resolver entrar para defender ou ocupar o Irã.
Mas o que há? Por que tem gente que diz que os Estados Unidos estão perdendo?
O vídeo acima, do historiador Victor Davis Hanson , responde bem a isso. Mas eu tendo apenas a a acrescentar algumas coisas.
1. Hanson compara a Guerra do Irã à Segunda Guerra Mundial, em que todos os americanos e aliados apoiavam os Estados Unidos, mesmo quando os Estados Unidos eram estrategicamente equivocados. Sim, é verdade, mas esse apoio geral não existe desde que o comunismo avançou e tomou conta de países na Europa, além da União Soviética. A Guerra do Vietnã já foi uma grande batalha política, tanto interna quanto externa, apesar de, realmente, torcer contra o próprio país ser algo bem recente. Hoje em dia, desde Obama, que odiava a história do povo que o elegeu, os democratas torcem mesmo pela destruição dos Estados Unidos;
2. Hoje em dia, a formação intelectual dos jovens é terrivelmente esquerdista e mesmo burra. Ontem, vi um vídeo em que americanos, especialmente mulheres e pessoas LGBT, disseram que preferiam alguém que gritasse "Allahu Akbar" a alguém que gritasse "Make America Great Again". Isso, depois de milhares de assassinatos em todo o mundo, cometidos por gente que grita "Allahu Akbar". Vejam abaixo:
Delusional Democrats admit they have more in common with RADICAL ISLAM than Trump supporters and would feel safer next to someone shouting ALLAHU AKBAR than someone in a MAGA hat. 🤦♀️ pic.twitter.com/JGTMmcxLmk
3. Os telejornais e o cinema refletem a estupidez esquerdista como nunca, algo que ainda não tinha ocorrido até o início da década de 2000.
5. Sim, realmente o antissemitismo parece voltar muito recentemente, mesmo entre gente que se formou profissionalmente em defesa do Estado de Israel. E a estupidez é tanta que se chama pessoas que defendem os judeus ou que apenas aceitam os judaísmo de fascistas, como se os fascistas tivessem defendido os judeus e não os matado em massa;
6. Ninguém conhece mais história e até a despreza, isso em um mundo em que, para saber história, não precisa nem abrir livro: basta perguntar ao celular. Todos os presidentes dos Estados Unidos desde 1979 e até mesmo todos os candidatos à presidência (sejam de esquerda ou de direita) afirmaram que o Irã é o pior inimigo dos Estados Unidos. Mas Trump não tem motivo para atacar o Irã, segundo vários "especialistas".
7. . Hanson disse que tudo o que pode acontecer significa vitória para os Estados Unidos: 1) O regime cai e entra outro mais ocidental; ou 2) O regime fica um pouco intacto, mas entra em negociação com os Estados Unidos e se afasta do terrorismo; ou 3) Trump para de fazer guerra e deixa o Irá completamente sem capacidade militar para se reconstruir por anos e anos. Todos os resultados são melhores do que antes da guerra. Mas acho que falta considerar a possibilidade de a China entrar na guerra contrária aos Estados Unidos. Ai, seria um risco muito alto.
8. Hanson também faltou considerar a posição vacilante e fraca da Europa. Mas talvez seja tão fraca que não mereça consideração. Eu fico bem chateado ao ver uma Europa sem qualquer ética que a sustente. A OTAN é mais de 60% poderio militar dos Estados Unidos. Sem os Estados Unidos, não existe OTAN. A Europa gasta apenas 2% do orçamento em defesa. Muitos países não possuem capacidade militar nenhuma para proteger-se.
A cada dia que passa países europeus se tornam mais parecidos com países islâmicos. Ódio ao cristianismo é ensinado nas escolas enquanto dizem que o Islã é "religião da paz". Uma completa idiotice suicida.
Países como Reino Unido, Alemanha, França (os mais ricos da Europa) são os piores. E saber que esses países tiveram Ricardo Coração de Leão, Frederico Barbarossa e São Rei Luis IX. A Espanha também, dos grandes Pelayo e São Rei Fernando III, também acelera a estupidez.
O vídeo acima diz os efeitos do Islã no Reino Unido no estilo Disney. O "British Caliphate".