THYSELF, O LORD
São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus: “Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?" São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
domingo, 15 de março de 2026
Video: Sharia no Reino Unido na Versão Disney
quinta-feira, 12 de março de 2026
Livro: O Desastroso Pontificado de Francisco
Nove anos após a ascensão do Papa Francisco ao trono de São Pedro, um de seus colaboradores mais próximos, de forma anônima, enviou um memorando aos cardeais com um veredito contundente: “Comentaristas de todas as escolas... concordam que este pontificado é um desastre em muitos ou na maioria dos aspectos; uma catástrofe”. A crítica se concentrava na fragilização, pelo pontífice, do alicerce da Igreja, a clareza e a coerência magisterial, substituindo a consagrada máxima Roma locuta, causa finita est — “Roma falou, o caso está encerrado” — por uma ética predominante de ensinamentos errôneos e ambiguidade: Roma loquitur, confusio augetur — “Roma fala, confusão surge”. Em um tempo em que o Depósito da Fé exige uma guarda inabalável, este livro se ergue como um ato solene de fidelidade à incumbência apostólica de todos os fiéis: preservar a integridade da fé e da moral para a salvação das almas. Abrangendo toda a extensão da doutrina sagrada, justapõe rigorosamente os ensinamentos do Papa Francisco com as Sagradas Escrituras, a Sagrada Tradição e o Magistério perene.ELOGIOS A ESTE LIVRO“A turbulência catastrófica que a Igreja Católica vivenciou de 2013 a 2025 é diretamente atribuível a coisas que o Papa Francisco disse e fez. Este importante livro apresenta em detalhes as declarações e decisões específicas do Papa Francisco que contradizem a doutrina católica e conflitam com a prática perene da Igreja.” — Rev. Gerald E. Murray, J.C.D., Pároco da Igreja de São José, Nova York, NY“É possível que papas ensinem de maneira enganosa ou mesmo errônea quando não falam ex cathedra. Embora isso seja extremamente raro na história da Igreja, aconteceu em alguns casos… Como este livro demonstra, o Papa Francisco claramente os superou em número e gravidade de suas declarações e ações problemáticas. Não é preciso concordar com tudo o que está no livro (e eu não concordo) para perceber a força de sua argumentação cumulativa.” — Edward Feser, Professor de Filosofia, Pasadena City College“Este estudo abrangente mostra claramente que o pontificado do falecido Papa Francisco “Gerou muita confusão em diversas áreas do ensinamento da Igreja… Recomendo sinceramente esta obra pela sua clareza e pela força dos seus argumentos.” — Eduardo Echeverria, autor de Papa Francisco: O Legado do Vaticano II“Uma análise completa e imparcial do governo de Bergoglio, que identifica, ao longo de todo o pontificado, inúmeras divergências da verdade católica.” — John Rist, autor de Infalibilidade, Integridade e Obediência: O Papado e a Igreja Católica Romana, 1848–2023“Não poucos católicos consideraram as muitas declarações problemáticas do Papa Francisco meramente ambíguas, imprecisas ou mal traduzidas. Por mais graves que sejam essas deficiências, os leitores deste livro descobrirão — com pesar — que a realidade é muito mais séria… Este volume será indispensável para o futuro pontífice e concílio encarregados de restaurar o que foi comprometido… Cada página de O Pontificado Desastroso revela um autor de manifesta fidelidade, animado por um profundo amor por Cristo e Sua Igreja, e “Dotado de erudição teológica.” — Michael Sirilla, Professor de Teologia Sistemática e Dogmática, Universidade Franciscana de Steubenville“Este livro notável é ao mesmo tempo exaustivo e exaustivo. Exaustivo, pois registra, explica e refuta cada passo em falso e declaração equivocada do Papa Francisco. Exaustivo, porque há muito material a ser abordado. Aqui, em um único volume volumoso, encontra-se um catálogo completo das maneiras pelas quais o falecido Pontífice confundiu os fiéis, juntamente com uma defesa das verdades que ele minou.” — Philip F. Lawler, autor de O Pastor Perdido: Como o Papa Francisco Está Enganando Seu Rebanho“Meticuloso, imparcial e caridoso, este livro presta um testemunho inestimável do que certamente foi o pontificado mais desastroso, do ponto de vista doutrinal, em toda a história da Igreja Católica.” — Claudio Pierantoni, ex-Professor de Filosofia Medieval, Universidade do Chile“Este livro demonstra, sem sombra de dúvida, a acentuada contradição entre Os ensinamentos de Francisco e dos Evangelhos, o Magistério autêntico da Igreja e os maiores Papas e teólogos do passado.” — Dr. Josef Seifert, presidente emérito da Academia João Paulo II para a Vida Humana e a Família
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Além do meu livro, recomendo também este, mesmo que eu não tenha lido ainda, pois respeito a posição dos nomes acima que leram.
Que Leão XIV abandone o caminho de ser um Francisco II!
Amém!
Rezemos.
domingo, 8 de março de 2026
Sexta-Feira Santa em 3 de Abril! Este é o Dia Exato da Crucificação!
Este ano, a Sexta-feira Santa é no dia 3 de abril. 3 de abril de 33 é justamente o dia da crucificação de Cristo, a se usar o calendário juliano, a descrição de um abalo sísmico, os relatos históricos e as regras de Páscoa judaica. A última vez que isso ocorreu foi em 2015. Após 2026, a próxima será em 2034.
Segundo o relato bíblico de Mateus 27:51-54 ocorreu um terremoto (a terra tremeu, rochas partiram) após o último suspiro de Cristo na cruz.
A data exata mais citada para a crucificação de Jesus Cristo, de acordo com evidências de terremotos, vem de um estudo geológico de 2011-2012 publicado no periódico International Geology Review. Pesquisadores (incluindo Jefferson Williams e seus colegas) analisaram núcleos de sedimentos do Mar Morto, que apresentaram sinais de perturbações sísmicas (características de liquefação em sedimentos varvados) indicando um terremoto ocorrido entre 26 e 36 d.C. — durante o governo de Pôncio Pilatos.
Eles combinaram essa informação com:
- Detalhes bíblicos (por exemplo, Mateus 27:54 descreve um terremoto na morte de Jesus; a crucificação ocorreu em uma sexta-feira durante a Páscoa judaica).
- Restrições históricas (o governo de Pôncio Pilatos, as regras do calendário judaico para a Páscoa judaica/14-15 de Nisan).
- Dados astronômicos (para coincidir com possíveis sextas-feiras próximas à lua cheia/Páscoa judaica).
Isso reduziu as possibilidades, e sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C. (no calendário juliano) emergiu como a data que melhor se encaixa para o terremoto descrito, que poderia coincidir com o evento da crucificação.
Essa data foi amplamente divulgada na mídia (por exemplo, NBC News, LiveScience, Discovery) e discutida em contextos de arqueologia bíblica como uma reconstrução plausível que liga o relato do Evangelho às evidências físicas. Algumas fontes também a relacionam a um eclipse lunar visível ("lua de sangue") naquela noite, de acordo com cálculos astronômicos, embora o estudo do terremoto em si se concentre principalmente nos dados sísmicos, e não nos eclipses.
Alguns preferem outros anos (por exemplo, 30 d.C.) com base em diferentes interpretações das cronologias ou calendários dos Evangelhos.
Mas, em resumo, de acordo com esta pesquisa baseada no terremoto, a data exata proposta é sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C, no calendário juliano.
Minha pesquisa apontou que, se usarmos o calendário gregoriano atualmente em uso, o dia seria 1 de abril de 33. Mas ninguém usava o calendário gregoriano no tempo de Cristo, pois foi criado apenas em 1582, enquanto o calendário juliano nasceu em 45 antes de Cristo. Vale muito sabermos da coincidência para o ano de 2026.
sexta-feira, 6 de março de 2026
Trump Faz "Guerra do Acerto de Contas"
Victor Davis Hanson é um dos melhores historiadores militares do mundo. Seus livros são excelentes. No vídeo acima, ele tenta explicar a doutrina de guerra de Trump.
Assistam ao vídeo. Mas, em resumo, ele disse que Trump representa a defesa dos Estados Unidos, que deplora aqueles países, especialmente seus líderes, que exploram ou prejudicam os Estados Unidos, e que Trump tem foco muito centrado na China.
Panamá negociou com a China poderes sobre o Canal do Panamá. Trump ameaçou o Panamá e destruiu a negociação deles com a China.
Venezuela se tornou fonte de riqueza para a China e a Rússia enquanto os cartéis venezuelanos levavam drogas para os Estados Unidos. Trump entrou no país e tirou seu líder de lá, negociou e afastou a China e a Rússia da Venezuela.
O Irã é o país que mais matou americanos na história, financiava vários grupos terroristas e era a principal fonte de petróleo da China. Trump destruiu as armas nucleares do Irã, matou o líder do país e está a acabar com a fonte de energia da China.
Outras coisas importantes que Hanson disse:
- Trump não quer dominar países, construir nações ou implantar democracia, ele acha que isso é problema do próprio povo. É o povo que tem de fazer o país "great again".
- Trump negocia antes do ataque. Negociou com todos acima antes de atacar;
- Trump realiza ataques "top-down". Trump ataca os líderes, e não o povo nem a infraestrutura dos países.
- Trump não confia nem usa órgãos multilaterais, seja a ONU ou a OTAN.
- Quando entra em guerra, entra com muita força, Trump detesta guerras prolongadas
quinta-feira, 5 de março de 2026
quarta-feira, 4 de março de 2026
Cruzadas com o Grande Thomas Madden
segunda-feira, 2 de março de 2026
A Guerra do Irã e o Direito Internacional
Tenho PhD em Relações Internacionais. Na minha época de aluno de doutorado, nas aulas de Direito Internacional ministradas por aquele que era considerado a maior autoridade do assunto no Brasil (não vou citar o nome porque já faleceu e eu discordava profundamente dele sobre o assunto) se fazia muita crítica aos Estados Unidos por usar a prisão de Guantánamo para terroristas islâmicos. O professor e todos os alunos, com exceção da minha parte, atacavam fortemente o governo americano.
Eu geralmente não falava muito, a menos que fosse perguntado. Eu vinha de mestrado em Economia, era neófito na área.
Fora dessa questão da época, todos reconheciam a fragilidade do Direito Internacional. É um direito sem dentes (não há quem faça cumprir as regras), dependente da aceitação das grandes potências (que se fundamentam no realismo político e não no direito, muito menos na ética cristã), com fundamentos que se relacionam muito mal com a realidade e, ainda pior, com a ética cristã. Além disso, o Direito Internacional, em especial da Corte Internacional de Justiça, carrega todas as piores políticas que saem da ONU.
Se há dificuldade de enquadrar os critérios da Teoria da Guerra Justa na Guerra contra o Irã (já falei do tema em outro post), especialmente o critério de causa justa (uma vez que não havia causa imediata para se atacar o Irã, a não ser causa histórica ou possível ofensa do regime iraniano no futuro), o que se pode dizer do Direito Internacional, que filosoficamente tem fundamento em Kant e suas ideias de não-intervenção, desprezo pela metafísica e exaltação da necessidade de um poder global?
Na TV, muitos "especialistas" se apegam ao Direito Internacional para detonar a ação dos Estados Unidos e Israel, ao tratar este direito como se fosse a expressão máxima da ética global e a tratar a ONU como baluarte ético.
Quando eu dava aula de lógica, eu gostava de usar uma frase de um dos grandes brasileiros do Direito Internacional, Rui Barbosa, que disse: "Sem lei não há salvação". Eu pedia aos meus alunos para explicar por que esta frase, em termos lógicos, não diz nada, é um vácuo.
Mas hoje eu li um artigo interessante no The Spectator inglês, que fala disso, de como o Direito Internacional deveria lidar com a Guerra do Irã. Eu concordo plenamente com o artigo, escrito pelo escocês Stephen Daisley. Traduzo abaixo:
O direito internacional não deveria impedir a mudança de regime no Irã.
por Stephen Daisley
Os apoiadores do assassinato do aiatolá Ali Khamenei pelos EUA e Israel estão se esforçando para refutar a acusação de que a Operação Fúria Épica é ilegal. Eles afirmam que Washington e Jerusalém estão retaliando em uma guerra contínua iniciada pelo Irã, que financiou organizações terroristas por procuração para atacar americanos e israelenses. É uma boa tentativa, mas uma vez que se mata o chefe de Estado de um país em um atentado a bomba direcionado, é difícil alegar que a mudança de regime não era o objetivo da operação.
O direito internacional consuetudinário, como geralmente entendido, não permite a violação da soberania de outro Estado para mudar seu governo pela força. Há uma corrente de opinião que considera a doutrina da responsabilidade de proteger insuficiente e acredita que deve haver fundamentos legítimos para remover tiranos que oprimem seu próprio povo e representam uma ameaça a outras nações.
Se alguma vez houve uma ação que reforçou o argumento a favor de um "direito à mudança de regime", certamente foi a do Irã. A república islâmica é uma tirania total, na qual a estrutura de governo torna praticamente impossível a mudança de regime rumo a um caminho liberal ou democrático. Quer lançar um desafio eleitoral sério ao regime? Boa sorte para conseguir a aprovação de seus candidatos pelo Conselho dos Guardiães. Conseguiu aprovar uma legislação reformista na Assembleia Consultiva? O Conselho dos Guardiães tem poder de veto.
Tecnicamente, a Assembleia de Peritos, eleita diretamente, poderia destituir um Líder Supremo, mas isso nunca aconteceu, nem sequer um murmúrio de dissidência, provavelmente porque os candidatos a esse órgão precisam ser aprovados, como você já deve ter imaginado, pelo Conselho dos Guardiães. Existe uma facção reformista, é claro. Nas últimas eleições para a Assembleia de Peritos, os reformistas — ou aqueles que foram autorizados a se candidatar — conquistaram apenas dois por cento dos votos. Derrubar o regime islâmico sem o uso da força é, para todos os efeitos, impossível.
Para os não intervencionistas, isso não muda nada. Existem ditaduras em todo o mundo oprimindo seus próprios povos neste exato momento. Não podemos derrubar todos eles e, mesmo que pudéssemos, seria isso da nossa alçada? Podemos todos concordar, a menos que tenhamos tido o azar de frequentar uma universidade britânica em algum momento do último quarto de século, que o islamismo é bárbaro e os regimes que ele produz são retrógrados e despóticos, mas isso nos dá o dever moral de arriscar a vida de nossos militares e gastar o dinheiro dos contribuintes tentando levar a democracia à região politicamente mais instável da Terra? Não é nossa luta. Deixemos as coisas como estão.
Essas considerações não são facilmente descartadas. Remova um regime cruel sem um plano para o dia seguinte e você corre o risco de desencadear ainda mais crueldade sobre a população já tão sofrida. Se fizermos um trabalho particularmente ruim, um número significativo de pessoas fugirá e acabará buscando refúgio na União Europeia ou no Reino Unido. Certamente não precisamos de mais jovens desacompanhados invadindo o país vindos de culturas retrógradas. Além disso, criar uma exceção para a mudança de regime pode levar Estados autoritários a usá-la indevidamente para desestabilizar Estados rivais ou como meio de resolver disputas, como as de Taiwan ou Gaza. De fato, a Rússia reivindicou um direito comparável a esse em sua invasão da Ucrânia, que inicialmente justificou como a salvaguarda do bem-estar do povo de língua russa, cuja autodeterminação foi negada por Kiev. No direito internacional, toda ferramenta [lei, regra] acaba se tornando um porrete, um instrumento de coerção.
Defensores do direito internacional podem se unir aos não intervencionistas no tema da mudança de regime, mas qualquer aliança é sempre temporária. Aqueles que se opõem filosoficamente à intervenção em quaisquer circunstâncias tendem, em sua maioria, a ser céticos em relação ao direito internacional humanitário, considerando-o uma violação da soberania estatal. Direito internacional e realismo na política externa sempre serão parceiros problemáticos.
Teóricos e profissionais do direito internacional precisam de uma resposta para a questão da mudança de regime. Ou trabalham para estabelecer um consenso sobre a remoção legítima de um regime despótico ou se apegam ainda mais ao status quo. Esta última seria a opção mais fácil, mas não necessariamente a mais sábia. Durante todo o fim de semana, o público em geral foi bombardeado com imagens de iranianos celebrando a morte de seu opressor, agitando bandeiras israelenses e americanas em sinal de gratidão e falando sobre o sofrimento de seu povo nas mãos da república islâmica. O público também foi bombardeado por ativistas, ideólogos e acadêmicos repetindo o mesmo mantra: "Isso é uma violação do direito internacional".
Pode muito bem ser, e o que isso diz sobre o direito internacional? Que ele exigia que essas pessoas que dançavam nas ruas ainda estivessem acuadas de medo? Que envolvia desaprovar a barbárie do regime enquanto se bloqueava qualquer ação para impedi-la? Que respeitar o direito internacional significa aceitar a soberania e a legitimidade de um país onde espancar mulheres e enforcar gays em público são passatempos nacionais?
Pode muito bem ser, e o que isso diz sobre o direito internacional? Que ele exigia que essas pessoas que dançavam nas ruas ainda estivessem acuadas de medo? Que ele envolvia desaprovar a barbárie do regime enquanto se bloqueava qualquer ação para detê-la? Que respeitar o direito internacional significa aceitar a soberania e a legitimidade de um país onde espancar mulheres e enforcar gays em público são passatempos nacionais? Se o direito internacional diz que Khamenei deve permanecer no poder, talvez o próprio direito internacional mereça ser detonado junto com ele.
domingo, 1 de março de 2026
Leão XIV e a Guerra do Irã, Francisco II
Falta apenas uma palavra no post de Leão XIV acima, e é aquela que constava em praticamente 100% dos discursos políticos de Francisco: diálogo.
Traduzo o que o jornalista inglês, Damian Thompson, disse sobre a mensagem de Leão XIV: "O Papa Leão XIII não fez qualquer menção ao massacre a sangue frio de milhares de cidadãos iranianos pelo regime iraniano. Mas a esquerda católica não obteve a condenação inequívoca de Trump que esperava. Portanto, ninguém está satisfeito. Os papas raramente têm algo útil a dizer sobre assuntos internacionais."
Eu discordo em dois pontos: 1) a mensagem de Leão XIV foi repetitiva, qualquer coisa que diz parece que sempre começa com "Estou acompanhando com grande preocupação", e tentou ser um vácuo; tentou não dizer nada. 2) Na verdade, Leão XIV erra tanto no diagnóstico quanto na solução. Quantas vezes se tentou o "diálogo" nos 47 anos da Revolução Iraniana e como pode haver diálogo com o Alcorão, fundamento da República Iraniana (sugiro a leitura do Alcorão, que afinal é um livro repetitivo e de teologia simplória, para não dizer anti-teológico)?