quinta-feira, 6 de agosto de 2026

O Caso Jason Arday na Universidade de Cambridge

 



Eu já morei em Cambridge, fui professor visitante da Universidade de Cambridge. A cidade é maravilhosa. A Universidade representa a elite universitária do Reino Unido, juntamente com a Universidade de Oxford. Mas a universidade é um antro profundo esquedista. 

Meus melhores amigos na universidade, um inglês e um dinamarquês, eram super esquerdistas, do tipo adoradores de Cuba e ambientalistas radicais. Logo percebi que a conversa com eles era só sobre amenidades. Não se podia perguntar nem se gostavam de cerveja "Ale" (tipo que mais gosto). Os professores mais próximos com quem convivi na universidade só me chamaram para uma reunião com cada um deles. Eles perceberam logo que eu não compartilhava da ideologia deles e me afastaram do convívio com seus alunos. Na sala de reunião de professores, não se podia comentar em favor de nada que se aproximasse do que Margaret Thatcher pensava, sob o risco do professor se levantar agressivamente e ir embora, como vi certa vez. Nas janelas da universidade podiam-se ver bandeiras da Palestina. Então, falar contra o Islã ou em defesa de Israel era a morte do convívio universitário.

Isso foi em 2009, há 15 anos.

Hoje, o mundo descobriu o caso de Jason Arday, negro de cabelo dread, filho de ganeses, que conseguiu chegar ao cobiçado cargo de professor de sociologia da educação em Cambridge.

A maior acusação é de plágio generalizado em tudo o que Arday escreveu, mas tem coisas muito absurdas que ele disse que não se pode acreditar que os ilustres professores ou qualquer pessoa com 2 neurônios não vissem ser mentiras absurdas. Isso sem falar que não se sabe onde ele estudou na infância, nem na adolescência.

Claro que Arday não chegou ao seu cargo sozinho, há uma máquina ideológica por trás. Falarei disso em seguida, mas antes vamos ao caso do próprio Arday.

As coisas que li sobre o que ele disse são tão absurdas que pedi a duas inteligências artificiais que as confirmassem. Vejam o que perguntei e o que responderam.

Disse ao Grok e ao Copilot: Confirme: Jason Arday disse: 1. Correu 30 maratonas em 35 dias; 2. Participou de um seriado de TV antes de ele nascer; 3. Foi atacado por um homem mascarado; 4. Seus pais receberam uma cabeça de porco porque ele tinha sido admitido na Universidade de Cambridge. Há outras alegações absurdas dele?

Resposta do Grok confirmada pelo Copilot:

*Sim, as quatro alegações são reais (ele as fez publicamente), e todas foram fortemente contestadas ou desmentidas por falta de evidências.* Jason Arday (professor britânico de sociologia da educação, ex-Cambridge, nascido em 1985) tornou-se alvo de intensa verificação em 2026 após acusações de plágio e exageros biográficos. Ele renunciou ao cargo em Cambridge. Aqui está a confirmação ponto a ponto, com base em reportagens e checagens:

1. *Correu 30 maratonas em 35 dias*  

   Sim, ele afirmou isso repetidamente (incluindo em bios e discursos). Há cobertura contemporânea de 2010 no Richmond & Twickenham Times sobre um desafio self-run (não em provas oficiais com chip/GPS) em rotas de Londres, com elevação de cerca de £6.285 para caridades (Shelter e Shooting Star). Ele alegou lesão (fratura + crise epiléptica) no 21º dia e mesmo assim completar as restantes. Especialistas em ultra-running questionam a proeza (e feats maiores relacionados), e não há registros oficiais robustos.

2. *Participou de um seriado antes de nascer*  

   Sim. Em uma palestra de 2022, ele disse ter participado do documentário Seven Up! (série da BBC/Michael Apted que começou em 1964, seguindo crianças a cada 7 anos). Ele nasceu em 1985 — impossível. A BBC negou qualquer envolvimento. Ele depois tentou reenquadrar como uma “iniciativa comunitária”.

3. *Foi atacado por um homem mascarado*  

   Sim. Ele alegou ter sido abordado (duas vezes) no campus de Cambridge por um homem mascarado, uma delas com faca, em contexto de ameaças racistas. Não há evidências: sem CCTV, sem relatos imediatos a colegas ou polícia corroborados, e a história foi questionada em reportagens (incluindo do Guardian).

4. *Seus pais receberam uma cabeça de porco*  

   Sim. Ele contou (em discursos e entrevistas) que uma cabeça de porco (ou “porcos mutilados”) foi enviada à casa dos pais em Londres, e que a polícia investigou e rastreou até um açougueiro. A Metropolitan Police negou categoricamente qualquer investigação. Açougueiros citados negaram visitas policiais. Ele não apresentou fotos, mensagens ou registros.

### Outras alegações absurdas ou fortemente contestadas

Sim, há várias outras que foram desmentidas, infladas ou sem suporte:

- *Corrida de 600 milhas em 6 dias* (Edimburgo-Londres, nível quase recorde mundial de ultra): depois revisada para 12 dias com descanso; sem registros independentes e questionada por especialistas.

- *Levantou £5–5,5 milhões para caridade* (dezenas de causas): evidências mostram valores muito menores (ex.: ~£6k nas 30 maratonas); ele depois disse que era um “sindicato” de ~100 pessoas sob NDA. Bios e discursos foram editados silenciosamente.

- *Trabalho com WaterAid* instalando pontos de água na América do Sul e África Ocidental: a própria WaterAid afirmou que não envia voluntários para o exterior.

- *Cargos de professor visitante/honorário* em universidades como Glasgow, Ohio State, Nelson Mandela e Durham: várias instituições negaram os títulos reivindicados.

- Outras: semi-profissional de futebol/snooker (sem evidências fortes); livro Being Young, Black and Male... listado como publicado (só houve proposta, nunca saiu); ameaças adicionais (balas, banana, substâncias corrosivas) sem comprovação.

Em resumo: as quatro alegações que você listou são autênticas (ele as fez), mas carecem de evidências sólidas e foram desmentidas ou severamente questionadas por polícia, instituições, imprensa e especialistas. O padrão geral apontado por reportagens (Spectator, Telegraph, Guardian, Free Beacon etc.) é de exageros autobiográficos significativos, além das acusações de plágio no PhD e trabalhos. Arday negou ser mentiroso e atribuiu parte das críticas a motivação racial, mas as checagens factuais permaneceram negativas. 

Depois pedi para detalhar as acusações de plágio.

Resposta: 

*As evidências de plágio nos trabalhos de Jason Arday centram-se principalmente na sua tese de doutorado (PhD) de 2015 e, em menor grau, em artigos posteriores.* Elas foram levantadas publicamente em julho de 2026 por Nathan Cofnas (ex-pesquisador de Cambridge) e reforçadas por análises do The Telegraph, Times Higher Education (em investigação interna), Retraction Watch e acadêmicos independentes. Abaixo está um resumo baseado nos relatos disponíveis.

### Tese de PhD (2015 – Liverpool John Moores University)

Título: “An Exploration of Peer-Mentoring among Student Teachers’ to Inform Reflective Practice within the Context of Action Research” (cerca de 401 páginas).

- *Principal fonte de sobreposição: Tese de 2009 de Paula Zwozdiak-Myers (Brunel University), intitulada *“An analysis of the concept reflective practice and an investigation into the development of student teachers’ reflective practice within the context of action research”. Os temas são muito próximos (prática reflexiva e formação de professores via pesquisa-ação).

- *Extensão das semelhanças*:

  - Análises (Cofnas com software Copyleaks; Telegraph; outros) identificaram *mais de 100 passagens* (relatórios posteriores apontam cerca de *180–188 frases*) idênticas ou quase idênticas.

  - Muitas vezes com edição mínima (às vezes mantendo erros de revisão do original).

  - Zwozdiak-Myers é citada cerca de 17 vezes e aparece na bibliografia, mas várias passagens sobrepostas *não têm aspas nem atribuição clara* do texto específico.

  - Análise estatística citada pelo Telegraph: probabilidade de sobreposição por acaso estimada em *1 em 100 bilhões*.

- Outras fontes também foram flagradas (teses e artigos de pesquisadores dos EUA, Austrália, Emirados Árabes e Reino Unido), incluindo sobreposições com trabalhos como a tese de Christina P. Ligadu (University of Wollongong). Relatórios de Turnitin e comparações lado a lado foram divulgados por críticos.

Acadêmicos como Dave Harris (emérito, Plymouth Marjon), David Sanders (bioquímico da Purdue que revisou dossiês) e John Preston (emérito, Essex) descreveram o padrão como *plágio extensivo* ou parafraseamento próximo/cópia quase literal, além de passagens isoladas.

### Artigos posteriores e outras questões

- Em 2023, a revista Social Sciences exigiu correção de um artigo de Arday (2018) para incluir referências a dois trabalhos que teriam sido usados extensivamente sem citação adequada.

- Alegações de citações de entrevistas (apresentadas como originais) que coincidem com textos de outros estudos.

- Alguns casos de sobreposição com trabalhos anteriores do próprio Arday sem citação clara (autoplágio).

- Retraction Watch destacou que correções publicadas não reconheciam plenamente a extensão das mudanças.

Um jornalista do Times Higher Education (Jack Grove) montou um dossiê de 63–97 páginas de comparações textuais e enviou às universidades; a matéria foi suspensa após carta de advogados de Arday (firma Carter-Ruck).

### Investigações e resposta das instituições

- *Liverpool John Moores University (LJMU)*: Investigou as acusações (após denúncias a partir de 2023). Concluiu que não houve má conduta acadêmica. As semelhanças foram atribuídas a “erro honesto e razoável” e consideradas “dentro da faixa aceitável de conformidade com os padrões acadêmicos da época”. O PhD permanece válido.

- *Cambridge*: Inicialmente remeteu o caso à LJMU e descreveu as acusações como parte de uma “campanha vil para minar sua credibilidade”. Após novas informações (incluindo sobre qualificações e cargos honorários), abriu investigação própria em agosto de 2026. Arday renunciou “com efeito imediato”.

- Revistas emitiram correções pontuais.

### Posição de Arday

Ele admitiu “erros” no trabalho, atribuindo-os a autismo, dificuldades de aprendizagem, falta de supervisão adequada e um estilo de aprendizagem baseado em mimetismo. Negou ser plagiador ou mentiroso, afirmou que múltiplas investigações o inocentaram e caracterizou a escrutínio como campanha coordenada (com motivação racial) para desacreditá-lo.

### Resumo do estado atual

As evidências públicas são principalmente *comparações textuais documentadas* (software de detecção + análise manual) que mostram alto grau de similaridade sem atribuição adequada em escala significativa. As universidades oficiais o inocentaram formal de má conduta, mas o volume e a natureza das sobreposições continuam sendo contestados por acadêmicos e pela imprensa. Não há retratação da tese nem do grau. O caso se misturou a questionamentos sobre alegações biográficas, o que intensificou a pressão pública e levou à renúncia.

Fontes principais incluem o Substack de Cofnas (com exemplos lado a lado), reportagens do Telegraph, Times, Guardian, Retraction Watch e Wikipedia (atualizada com referências). As comparações detalhadas estão disponíveis nos materiais públicos dos críticos.

 Agora, vamos ao caso da máquina ideológica dentro da Universidade de Cambridge e, mesmo fora dela, que sustentou Arday.

Eric Rasmusen escreveu sobre isso, no Substack, dando nomes, e um email que pretende enviar a todos os envolvidos. A foto dos envolvidos está acima. Foram essas fotos que o Rasmusen mostrou e eu conferi nome por nome. Vemos a participação ativa de muitas mulheres brancas, grupo étnico considerado em várias pesquisas como mais radical no esquerdismo dentro das universidades e na política. Mas há também homens.

Traduzo o que Rasmusen disse sobre quem é responsável pela ascensão acadêmica de Arday e o email que pretende enviar:

Quem contratou o ridículo Jason Arday em Cambridge? Eu tenho os nomes.

Eric Rasmusen

05 de agosto de 2026

Jason Arday foi nomeado Professor de Sociologia da Educação (na Faculdade de Educação) da Universidade de Cambridge em 2023. Desde então, descobriu-se que ele é um mentiroso compulsivo e um acadêmico medíocre. 

Sei de coisas incríveis que ele diz ter feito — alguém no fórum X tem uma lista de 37 itens, embora mais tenham surgido desde então — mas não pretendia escrever sobre Arday, e sim sobre aqueles que o nomearam. As fotos deles estão acima. David Wooton nos conta que:

O Conselho que nomeou Arday era composto por: Baronesa Sally Morgan (Fitzwilliam); Professores Anoop Nayak (Newcastle); Louise Archer (UCL); Jo Dillabough (Cambridge); Tim Harper (Magdalene); Michalinos Zembylas (OU Cyprus); Karen Coats (Homerton); Martin Mills (UCL); Paul Ramchandani (Wolfson).

Este não é um conselho qualquer. Zembylas é o que tem mais citações; todos possuem um sólido currículo acadêmico em educação, sociologia e história. Então, será que eles leram a obra? E se leram, como puderam se convencer de que era do nível apropriado para uma cátedra em Cambridge?

A professora Hilary Cremin é chefe da Faculdade de Educação e provavelmente esteve envolvida.

Arday é professor da Universidade de Cambridge e membro do Jesus College. Segundo informações que recebi, ele foi eleito pelos membros do Conselho: o Reitor, o Presidente, o Tutor Sênior, o Tesoureiro, doze membros ou membros eméritos (eleitos pela Sociedade) e quatro membros estudantes. Sonita Alleyne (também referida como Sra. Sonita Alleyne OBE) é Reitora desde 2019.

Abaixo, incluo informações biográficas sobre todas essas pessoas. Também incluo endereços de e-mail. Pretendo enviar um e-mail para cada uma delas. Aqui está minha carta:

Prezado(a) Professor(a) X,

Escrevo para tentar entender como Jason Arday foi nomeado professor da Universidade de Cambridge. Sou um professor de economia aposentado da Universidade de Indiana, com um currículo bastante sólido, mais conhecido pelo meu livro "Games and Information", publicado pela Blackwell. Não sou de primeira linha, mas estudei em Yale e no MIT e fui pesquisador visitante em Oxford-Nuffield, Harvard Law (duas vezes), Harvard Econ, Yale Law e Chicago Business. Portanto, espero que me levem a sério.

Você votou a favor da contratação? Se sim, como justificaria sua decisão? Leu algum trabalho de Arday? Sabia de suas alegações fantasiosas, como as 30 maratonas? Arrepende-se da sua decisão?

Sem saber as respostas, eu e todos os outros acreditaremos que você não tem justificativa para a contratação de Arday, exceto por sua raça, que você não leu seus trabalhos, que não se importa com a qualidade acadêmica e que não se importa em mentir. Se você se opôs à contratação, esta é a sua chance de tornar isso público. Eu mesmo teria renunciado à comissão de contratação se ela recomendasse alguém assim.

Incluí esta carta em um post do Substack que escrevi em https://ericrasmusen. substack.com/p/who-hired-the-ridiculous-jason-arday. Terei prazer em adicionar qualquer coisa que você escreva sobre o assunto.

Este pode ser o seu principal legado. Gostamos de pensar que nossos artigos e livros são o que ficará na memória, mas quando alguém pesquisar seu nome no Google daqui a 50 anos, é este caso que provavelmente aparecerá.


A Universidade de Cambridge é renomadíssima por ter tido como alunos e professores ilustres como Isaac Newton, Charles Darwin, Alan Turing, John Keynes, Karl Popper, Bertrand Russell e  Ludwig Wittgenstein. 

Hoje, ela é dos Arday. 

Quando eu morei lá, a universidade completava 800 anos. 

É bem triste, mas a academia em todo o mundo se deteriorou demais nos últimos, sei lá, 50 anos. 


segunda-feira, 3 de agosto de 2026

100 Anos da Guerra Cristera. Viva Cristo Rei!

 


Hoje,  faz 100 anos que se iniciou a Guerra Cristera, em que católicos se levantaram contra os poderes da maçonaria no México. Peter Kawsniewski no recomendou este livro do padre Javier Olivera Ravasi. 

Viva São Jose Sanchez del Rio, que está na caoa do livro. 

Precisamos desesperadamente da coragem dele na Igreja. 

Viva Cristo Rei!


sexta-feira, 31 de julho de 2026

Invasão da Espanha por Marroquinos

Ontem ocorreu uma entrada massiva e descontrolada de milhares de migrantes (em sua grande maioria marroquinos, principalmente jovens homens) procedentes de Marrocos na cidade autônoma espanhola de Ceuta. Estimativas das forças de segurança e meios espanhóis (El País, RTVE e outros) apontam para mais de 40.000 entradas irregulares nas últimas 24 horas (com a maior parte concentrada na quinta-feira), podendo chegar perto de 49.000 ou 50.000 segundo algumas fontes policiais. Isso representa um aumento de quase 50% na população de Ceuta (cerca de 83.600 habitantes) e supera amplamente a crise de maio de 2021 (quando entraram cerca de 8.000 a 10.000 pessoas).

A frase acima revela a fonte do problema na Espanha e basicamente em toda a Europa hoje. Traduzo o que diz o post: "Vimos que abandonar a Igreja em massa significa que, algumas gerações depois, você também não terá mais uma nação".



Que a Espanha declare novamente: Viva Cristo Rei!

 

quarta-feira, 29 de julho de 2026

Dr. Fauci, Um dos Mais Deploráveis Seres Humanos

 

Encontraram, o diário do tal Dr. Anthony Fauci, que comandou o mundo em tempos de Covid, nos computadores do governo dos Estados Unidos. 

O ex-presidente Biden assinou um perdão proativo em favor de Fauci dias antes de deixar a presidência,  mostrando que todos no governo sabiam dos crimes dele e que esses crimes apareceriam no futuro e podiam criminalizar outros no governo. 

Os crimes dele na verdade já eram conhecidos, mas eram tratados como "teoria da conspiração" e silenciados,  mesmo quando denunciados por outros médicos.

Vejam o resumo do caso do diário feito pelo Grok: 

O senador republicano Rand Paul (Kentucky) revelou o diário pessoal de Anthony Fauci em 25 de julho de 2026. 
Ele publicou mais de 1.100 páginas de entradas quase diárias, cobrindo de dezembro de 2019 (logo antes dos primeiros relatos do surto em Wuhan) até dezembro de 2022 (quando Fauci se aposentou do NIAID). 
A divulgação faz parte de uma investigação do Congresso sobre a resposta dos EUA à Covid-19 e ocorre antes de depoimento de Fauci. O diário mostra um contraste entre o que Fauci escreveu em privado e o que disse publicamente, segundo as análises e trechos divulgados por Paul e veículos como WSJ, National Review, CBS, Newsweek e outros. 
Os principais pontos destacados são: 
### Sobre a origem do vírus - Em 26 de janeiro de 2020, Fauci anotou que dados epidemiológicos e genômicos indicavam que a primeira infecção ocorreu no início de dezembro de 2019 e não estava ligada ao mercado de Wuhan — o mercado teria sido apenas o “amplificador”, não a fonte. 
Em anotações sobre uma chamada de 1º de fevereiro de 2020 com cerca de uma dúzia de cientistas (incluindo Jeremy Farrar e outros), a maioria (cerca de 10 de 12) considerava possível uma inserção deliberada ou vazamento de laboratório; apenas dois achavam origem natural
Ele registrou preocupações com o sítio de clivagem de furina e estudos de ganho de função em Wuhan. 
Mais tarde (maio de 2021), ele escreveu sobre pressões da imprensa por “flip-flopping” na teoria da origem e passou a dizer publicamente que ninguém tinha 100% de certeza e pedia investigação. 
Critérios acusam inconsistência com declarações públicas anteriores que enfatizavam origem natural e descartavam a hipótese de lab leak. 
### Obsessão com a própria fama e mídia - Várias entradas mostram Fauci catalogando capas de revistas, perfis elogiosos, mercadorias com seu nome/rosto (donuts, meias, velas de oração “St. Fauci”, etc.) e celebrando ser “a pessoa mais famosa e comentada do país” e “uma das mais reconhecíveis do mundo” (ex.: entrada de 21 de maio de 2020, após artigo de capa no Washington Post). - Ele anotava interações com celebridades (Barbra Streisand, Julia Roberts, Steph Curry etc.) e relações próximas com jornalistas (ex.: Jake Tapper da CNN, mencionado dezenas de vezes; jantares e até sugestões de perguntas para entrevistas). 
### Relação com Trump, lockdowns e outras questões - Críticas a Trump: briefings descritos como “total S— Show”, Trump como “total embarrassment” e “out of control” em alguns momentos. - Tomou crédito por influenciar fechamentos (ex.: convenceu o prefeito de Nova York, Bill de Blasio, a fechar escolas, bares e restaurantes em março de 2020). 
Menções a letalidade estimada mais baixa em privado (cerca de 0,2–0,3%) em comparação com números usados publicamente; conversas com assessores (incluindo David Morens, posteriormente indiciado) sobre grants e Wuhan. 
O diário pinta Fauci, segundo críticos (incluindo o editorial do Wall Street Journal), como um burocrata autocentrado e nem sempre transparente, em contraste com a imagem pública de cientista cauteloso. A divulgação gerou forte repercussão política nos EUA, com acusações de desonestidade sobre a origem do vírus e foco excessivo na autoimagem durante a crise. Fauci deve depor sob juramento. As entradas completas foram compiladas e disponibilizadas (ex.: via Brownstone Institute).

Hoje, Fauci está prestando depoimento no Congresso. E resolveu apelar para a 5a Emenda para ficar calado. Por isso não responde nem que dia é hoje nem que cor tem o carpete em frente a ele.

É uma das pessoas mais deploráveis do mundo. A morte de milhares de pessoas, a perda de educação de milhões de crianças, a perda de emprego de milhões, não importam na cabeça dele. 

E o cara parece fisicamente com o Hitler. 






segunda-feira, 27 de julho de 2026

Ataque Terrorista Islâmico contra Parada Gay em Berlim

 


Houve um ataque terrorista islâmico contra homossexuais em Parada Gay em Berlim no último sábado.

Uma mulher morreu e pelo menos 29 pessoas ficaram feridas depois que uma van foi lançada contra uma multidão em um evento do Orgulho LGBT de Berlim. Algumas pessoas também foram esfaqueadas no incidente, com uma lâmina que as autoridades acreditam ser um facão. 

Centenas de milhares de pessoas se reuniram no parque Tiergarten, perto do Portão de Brandemburgo, para o evento anual, conhecido como Christopher Street Day.

O terrorista foi identificado pela polícia como Abdul Ballout, de 21 anos, cidadão alemão de origem libanesa. Ele já era conhecido da polícia e havia sido radicalizado, disseram as autoridades. Abdul Ballout foi morto a tiros durante uma operação policial.

Em maio de 2025, os promotores afirmaram que ele viajou via Turquia para o Líbano, com a intenção de se juntar ao grupo Estado Islâmico (EI) na Síria. Enquanto estava no Líbano, ele teria entrado em contato com vários indivíduos que acreditava serem membros do EI.

Ele foi preso no Líbano em julho de 2025 e condenado a três meses de prisão por incitação ao conflito religioso e sectário.

Em novembro de 2025, ele retornou à Alemanha, onde foi preso no Aeroporto de Berlim-Brandemburgo e mantido em prisão preventiva.

Em maio deste ano, ele foi condenado a um ano e dez meses de prisão por "preparar um ato grave de violência que coloca em risco o Estado". A sentença foi suspensa por seis meses e ele foi colocado sob a supervisão de um agente de liberdade condicional.

Qual é a resposta comum das "autoridades"?

Primeiro,  clamam para que o ataque seja feito por um branco racista. 

Depois,  que se mostra um ataque de um muçulmano o discurso está pronto: "alguns desejam a divisão da sociedade, nós não vamos permitir".

Com esse discurso vazio, sem lógica, nem ética, nem como regra administrativa, eles mantém a sociedade dividida e mantêm os terroristas protegidos.

Suicida!

Hoje em dia 99% das pessoas diagnosticam que vivemos sociedades polarizadas.

Mas quando se discute quais são as causas disso e como resolver isso, abre-se a Caixa de Pandora.

Eu não sou tão crítico a polarização, acho que ajuda a definir o certo e o errado. Pior é o sorriso falso conciliador que mantêm o erro.

Falar em sorriso conciliador que mantêm o erro, o que esperar do Papa sobre o ataque terrorista? Mais do mesmo: pedir diálogo e dizer o Islã é religião de paz.


sexta-feira, 24 de julho de 2026

Padre Exorcista sobre OVNIs, sobre Como Rezar, sobre Demônios Explicando como Destroem Igreja e Governos

 


O vídeo acima está fazendo sucesso na Internet entre os católicos. Nele, o famoso padre exorcista Chad Ripperger é entrevistado pelo ex-marine dos Estados Unidos (força militar mais renomada dos Estados Unidos) e ex-comandante da CIA, Shwan Ryan.

Acho que Ryan não é católico e parece que se decepcionou com o governo Trump ou com Vance e Rubio.  Disse no começo do video que a ideia inicial da entrevista era detonar os católicos do governo.  Mas que desistiu da ideia pois se vive uma guerra do bem contra o mal.

Fui pesquisar do que Ryan não gosta do governo Trump. Ele apoiou a eleição de Trump fez campanha para Trump. Mas vi que ele deplora as intervenções militares.  Ele é um isolacionista. Como não defendo o que ele pensa, desprezei esse aspecto e fui para o mais importante do video.

Padre Ripperger não defende nenhum governo.  Já fez orações para o governo do país dele e para a integridade das eleições. Mas ressaltou que eram orações para o bem e não especificamente para o governo Trump

Em suma, como ambos dizem, devemos nos concentrar no que diz respeito à batalha do bem contra o mal, que é mais importante dentro de nós. Então,  desprezemos essas passagens políticas do video

No vídeo, padre Ripperger, fundamentando-se em Aquino e nas suas experiências exorcistas, explica o que pensa o demônio. O vídeo aborda muitos assuntos, de OVNIs à doutrina católica sobre anjos,  passando sobre o poder da oração para evitar tendências homossexuais e sobre como demônio destrói governos e a Igreja. 

O vídeo é de ontem e tem duas horas e quarenta minutos de duração. Quase três horas que equivalem a um curso de teologia.  

quinta-feira, 23 de julho de 2026

Carta de Bento XVI de 1976 sobre o Novo Missal do Vaticano II


 

Carta de Bento XVI, então cardeal Ratzinger, sobre o Novo Missal estabelecido na esteira do Vaticano II, foi divulgada nas redes sociais por Peter Kwasniewski

Bento XVI participou do Vaticano II como perito em teologia, em auxílio ao então cardeal Josef Frings, influente no Concílio.

Essa carta é de 1976 e foi dirigida a Wolfgang Waldstein, jurista e historiador do direito. Tornou-se conhecido como defensor do direito natural, em oposição às correntes positivistas.

O Concílio Vaticano II terminou em 1965 e havia determinado a reforma litúrgica. O Novo Missal foi promulgado em 1969 por Paulo VI e publicado em 1970. Já havia um tempo razoável para analisar a reforma na liturgia quando Bento XVI escreveu a carta. Mas até hoje o assunto é controverso, o que demonstra que o Vaticano II não morreu, ainda arde por seus efeitos. Se pelos frutos se conhece, infelizmente, os frutos não são bons. 

A análise de Bento XVI de 1976 é precisa.

Traduzo abaixo a partir da versão em inglês. O original, em alemão,  está no site do Padre Z:

Universidade de Regensburg

14 de dezembro de 1976 

Prezado Colega Waldstein,

Muito obrigado por sua gentil mensagem. Indo direto ao ponto: Em minha opinião, o objetivo deve ser garantir que todos os sacerdotes possam continuar a usar o Missal antigo, desde que reconheçam também a legitimidade do novo Missal. Embora regulamentos — certamente necessários para a ordem e para evitar confusão — sejam imprescindíveis, eles devem ser formulados de maneira a permitir considerável liberdade no uso do Missal antigo. Para esclarecer minha posição, estou anexando uma fotocópia da carta que enviei ao Cardeal Volk sobre a questão do Missal antes do Primeiro Domingo da Quaresma. Infelizmente, a situação já havia chegado a um ponto em que se considerou impossível acatar minhas propostas — propostas que o próprio Cardeal Volk evidentemente considerou sensatas.

Nesse contexto, vale ressaltar que a maneira como o novo Missal foi introduzido diverge dos costumes jurídico-eclesiásticos estabelecidos — como os observados por Pio V durante sua reforma do Missal. Nesse caso, foi explicitamente declarado que o Papa não estava de forma alguma abolindo um *consuetudo* (costume) que vinha sendo praticado ininterruptamente por mais de duzentos anos (*nequaquam auferimus*). Consequentemente, uma forma litúrgica ligeiramente diferente permaneceu em uso — por exemplo, em Colônia e Trier até o século XVIII, e em Milão até o Concílio Vaticano II, bem como dentro da Ordem Dominicana; muitos outros exemplos poderiam ser facilmente citados. O “Missal de Pio V” não era, na verdade, um novo Missal, mas meramente uma versão do Missal Romano existente que havia sido ligeiramente revisada com base em fontes históricas; representava, portanto, simplesmente mais um ciclo de desenvolvimento em um processo contínuo que remontava a Hipólito. Por essa razão, considero os termos “Missa Tridentina” e “Missal de Pio V” historicamente incorretos e teologicamente desastrosos. O problema com o novo Missal, em contrapartida, reside no fato de que ele rompe com essa história contínua — que persistiu tanto antes quanto depois de Pio V — e cria um livro inteiramente novo (embora feito de material antigo). Sua introdução foi acompanhada por uma espécie de proibição referente ao que havia sido feito antes — uma proibição de um tipo totalmente alheio à história do direito eclesiástico e da liturgia. 

Com base no meu conhecimento dos debates conciliares e numa releitura dos discursos proferidos pelos Padres Conciliares na época, posso afirmar com certeza que essa não era a intenção. Reconheço que é difícil articular e defender essa visão hoje, pois é muito fácil confundi-la com a posição de Lefebvreuma posição de natureza fundamentalmente diferente, que se vê obrigada a negar qualquer forma de crescimento e, portanto, se opõe não só a Pio V, mas também ao próprio princípio católico da autoridade papal e episcopal. Por essa razão, parece-me importante enfatizar a plena legitimidade do novo Missal; contudo, com base nisso, pode-se e deve-se defender uma revisão dessa proibição — que contraria a tradição — para que o rumo do desenvolvimento possa ser corrigido. Caberá então ao futuro decidir se o “novo Missal” irá se integrar ao antigo e se fundir com ele, servindo, em última análise, apenas como uma etapa em seu crescimento — pois a estagnação do antigo Missal, a longo prazo, significaria seu fim. Precisamente por essa razão, é preciso esperar que seja reintegrado ao desenvolvimento vivo da liturgia.

Retribuo cordialmente suas saudações de Advento e Natal e permaneço, com os melhores cumprimentos,

Atenciosamente,

Joseph Ratzinger 

 


segunda-feira, 20 de julho de 2026

Relatório Comunismo Cubano do Departamento de Estado dos EUA

 

O Departamento de Estado dos Estados Unidos, comandado por Marco Rubio, filho de cubanos que emigraram legalmente para os Estados Unidos (a mãe foi camarera de hotel e o pai foi barman), lançou hoje um extenso documento sobre Cuba, como propagadora do comunismo mundial, em especial nos Estados Unidos (e, claro, nos países latinos e na Europa). Um comunismo que não se fundamenta em questões econômicas (como o comunismo marxista russo ou alemão), mas em uma disseminação ideológica contra tudo o que representa os Estados Unidos (raça, cultura, ética etc.).

Li apenas algumas partes, o documento tem quase 100 páginas. Mas qualquer interessado no assunto deve ler.

O documento mostra o que o governo americano atual pensa sobre Cuba. Os esquerdistas vão ficar de cabelos em pé e excitados para rebater. 

Leiam o documento, clicando aqui.