THYSELF, O LORD
São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus: “Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?" São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
quinta-feira, 21 de maio de 2026
Quem é Efeminado, segundo São Tomás de Aquino.
segunda-feira, 18 de maio de 2026
Ataque Terrorista em Modena, Itália
As imagens são terríveis. Um homem de origem marroquina chamado Salim El Koudri, de 31 anos, que tem cidadania italiana, no último dia 16 de maio, dirigiu em alta velocidade, subiu a calçada e atropelou 8 pessoas, 4 estão em estado grave.
Após a colisão, o tal Salim El Koudri ainda tentou esfaquear outra pessoa, enquanto fugia. Só parou depois que foi imobilizado por alguns cidadãos.
Sim, lemos aquela mesma história, o terrorista tinha "problemas mentais".
Daí, vamos esperar o que o Papa tem a dizer sobre um ataque terrorista terrível deste dentro da Itália?
Alguns esperaram. Mas ele não disse nada. Resolveu falar sobre coisas "mais urgentes": inteligência artificial e "ecologia integral".
sábado, 16 de maio de 2026
Pontificado Leão XIV, o MST e os Movimentos Marxistas
O Lepanto Institute publicou um relatório em 12 de maio sobre o Encontro Mundial dos Movimentos Populares, patrocinado pelo Vaticano. O relatório denuncia a Igreja Sinodal pós-conciliar, surgida nos últimos anos e presente no pontificado de Leão XIV.
Intitulado, em português, "Caminhando Juntos com Revolucionários: O Encontro do Papa Leão XIII com Movimentos Populares Marxistas em 2025" , o relatório documenta a relação cada vez mais estreita do Vaticano com organizações que abraçam abertamente o socialismo, o comunismo, o ativismo pró-aborto e a ideologia LGBT.
O site da Integrity Magazine fez um resumo do relatório em 10 pontos tenebrosos. Traduzo abaixo estes 10 pontos da revista:
A análise detalhada do relatório pinta um retrato sombrio do colapso institucional e espiritual do Vaticano. Aqui estão as dez revelações mais perturbadoras:
1. Leão XIV declarou publicamente: “Estou com vocês” a grupos cujas ideologias são denunciadas pelo ensinamento católico e pelas Escrituras.
Talvez o momento mais escandaloso de todo o relatório seja o discurso do Papa Leão XIV aos movimentos ativistas reunidos. Dirigindo-se diretamente a grupos identificados ao longo do relatório como marxistas e revolucionários, o Papa declarou: “Estou aqui. Estou com vocês!”
Esta não foi uma cortesia diplomática para com líderes seculares, mas uma afirmação explícita dirigida a organizações que promovem abertamente a revolução socialista e a agitação de esquerda.
2. O Vaticano continua a promover o lema socialista “terra, moradia e trabalho”.
A frase “terra, moradia e trabalho” aparece repetidamente ao longo do Encontro Mundial dos Movimentos Populares e tornou-se, efetivamente, seu lema ideológico. Prévost descreveu-os como “direitos sagrados”.
Observadores terão notado que esse mesmo lema tem aparecido regularmente nos discursos de Prévost, de uma forma ou de outra. O problema não é a preocupação com os pobres — que sempre fez parte do ensinamento católico — mas o fato de que esse slogan se origina de movimentos enraizados na ideologia marxista da luta de classes, e não na doutrina social católica.
3. Um evento do Vaticano foi realizado em um centro social assumidamente marxista.
O encontro de 2025 foi realizado no Spin Time Labs, em Roma, descrito no relatório como um centro social ocupado, assumidamente marxista e “transfeminista”.
Segundo o Instituto Lepanto, o local já sediou eventos políticos comunistas, ativismo pró-aborto, festivais LGBTQIA+ e performances vulgares com nudez pública. Mesmo assim, Leo elogiou o local diretamente, dizendo que os participantes caminharam “de um centro social — o Spin Time — até o Vaticano”.
O simbolismo é impossível de ignorar.
4. O Vaticano acolheu o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST), um movimento revolucionário pela terra com compromissos socialistas explícitos.
Uma das principais organizações presentes foi o MST, um movimento revolucionário pela terra com compromissos socialistas explícitos. O relatório cita a líder do MST, Ayala Ferreira, afirmando: “Não temos vergonha de afirmar o socialismo”.
A organização celebrou Karl Marx, promoveu retórica revolucionária e atacou abertamente o capitalismo como um sistema opressor que precisa ser substituído.
5. A mesma organização promove agressivamente o aborto.
O relatório demonstra que o MST não é apenas socialista, mas profundamente comprometido com o ativismo pró-aborto. Uma declaração citada por Lepanto afirma: “A descriminalização do aborto é mais do que apenas uma questão feminista”.
Outro slogan promovido pelo MST diz: “Legalizem o aborto, o direito aos nossos corpos!”.
Que uma organização tão satânica recebesse legitimidade do Vaticano seria inimaginável sob os pontificados pré-conciliares.
6. A ideologia LGBT está totalmente incorporada nesses movimentos.
O relatório também documenta o envolvimento do MST no ativismo transgênero e LGBT. A organização celebrou o “Dia da Visibilidade Trans” e declarou: “Se houver sexismo e LGBTfobia, não haverá reforma agrária”.
Outros grupos participantes do Encontro Mundial supostamente promoveram o ativismo homossexual e causas de “libertação queer” que são flagrantemente incompatíveis com a doutrina moral católica.
7. O passado revolucionário marxista de Luca Casarini foi convenientemente ignorado pelo Vaticano.
O relatório dedica considerável atenção ao ativista italiano Luca Casarini, fundador da Mediterranea Saving Humans e figura importante do movimento.
Casarini teria participado de políticas autonomistas radicais, declarado “guerra” contra a cúpula do G8 em Gênova e afirmado publicamente que “Karl Marx estava certo”.
Apesar desse histórico, ele desfrutou de acesso extraordinário ao Vaticano e até recebeu incentivo pessoal do herege Bergoglio.
8. Uma imagem pagã foi apresentada a Leão XIV.
Um episódio particularmente perturbador ocorreu quando representantes da MST presentearam Leão XIV com uma tapeçaria representando a Ossanha, uma divindade pagã afro-brasileira associada à magia e às plantas rituais.
Para os fiéis preocupados com o sincretismo e a erosão do Primeiro Mandamento, o incidente lembrou o escândalo da Pachamama durante o pontificado de Francisco — outro momento em que o simbolismo pagão pareceu ser bem-vindo em ambientes católicos.
9. Estruturas locais da Igreja estão sendo integradas a esses movimentos.
O relatório cita materiais de imprensa do Vaticano afirmando que representantes diocesanos e comissões de Justiça e Paz acompanharam as delegações de ativistas.
Este é talvez o desenvolvimento mais perigoso de todos, porque sugere que esses movimentos revolucionários não são mais grupos de pressão externos, mas estão sendo incorporados diretamente à vida institucional da Igreja por meio da linguagem da “sinodalidade” e do “acompanhamento”.
10. O relatório alerta que o marxismo está sendo disseminado dentro das comunidades católicas.
A conclusão final do relatório é devastadora. Embora evite cuidadosamente a acusação de que o próprio Leo seja comunista, o Instituto Lepanto argumenta que o Encontro Mundial dos Movimentos Populares funciona como um veículo para infiltração ideológica.
Seu alerta é contundente e resume sucintamente o trágico estado de coisas na Igreja Sinodal: “O Encontro Mundial dos Movimentos Populares… foi concebido especificamente para a disseminação de ideologias marxistas dentro das comunidades católicas locais.”
Considerando tudo isso, este relatório confirma o que muitos católicos despertos já sabem há muito tempo: a crise na Igreja não se limita mais à ambiguidade doutrinal ou ao abuso litúrgico. Uma transformação ideológica mais profunda está em curso — uma na qual os movimentos políticos revolucionários são cada vez mais tratados como aliados, enquanto os católicos tradicionais são marginalizados como obstáculos à nova Igreja “sinodal”.
A tragédia é que a Igreja Católica passou mais de um século condenando o socialismo e o comunismo como fundamentalmente incompatíveis com o cristianismo. Os Papas alertaram repetidamente que o marxismo destruiria a religião, a vida familiar, a propriedade privada e a ordem social. Milhões de católicos sofreram perseguição e martírio sob regimes comunistas ao longo do século XX.
No entanto, hoje, de acordo com as evidências reunidas pelo Instituto Lepanto, organizações que celebram abertamente essas mesmas ideologias estão sendo acolhidas no próprio Vaticano, e a falsa igreja, disfarçada de Igreja Católica, está promovendo ativamente esses erros diabólicos.
Justo quando pensávamos que a Igreja Sinodal não poderia se afastar mais da redenção, ela nos prova o contrário.
quinta-feira, 14 de maio de 2026
Fraternidade de São Pio X, Ameaçada pelo Vaticano, Faz Declaração de Fé
Acima, estão o cardeal "Tucho" Fernández (Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé) do lado esquerdo, que é dito já ter escrito quatro livros pornográficos, e, do lado direito, o Superior Geral da Sociedade São Pio X (SSPX), padre Davide Pagliarani.
A SSPX alega que precisa ordenar bispos para a continuidade do seu apostolado. Mas, ontem, o cardeal Fernández ameaçou a SSPX dizendo:
"Com relação à Fraternidade Sacerdotal de São Pio X, reiteramos o que já foi comunicado. As ordenações episcopais anunciadas pela Fraternidade Sacerdotal de São Pio X não possuem o mandato papal necessário. Este ato constituirá “um ato cismático” (João Paulo II, Ecclesia Dei, n. 3) e “a adesão formal ao cisma constitui uma grave ofensa contra Deus e acarreta a excomunhão estabelecida pelo direito canônico” (ibid., 5c; cf. Pontifício Conselho para os Textos Legislativos, Nota Explicativa, 24 de agosto de 1996)."
A ameaça, na verdade, não é do "Tucho", mas do Papa Leão XIV, pois tudo o que sai do Dicastério da Doutrina da Fé conta com o apoio do Papa.
Hoje, o padre Pagliarani respondeu à ameaça com uma belíssima Declaração de Fé. Traduzo abaixo:
Declaração de Fé Católica dirigida ao Papa Leão XIV
14 de maio de 2026
Declaração de Fé Católica dirigida a Sua Santidade o Papa Leão XIV pelo Padre Davide Pagliarani, Superior Geral da Fraternidade Sacerdotal São Pio X
Santíssimo Padre,
Há mais de cinquenta anos, a Fraternidade São Pio X tem se esforçado para apresentar à Santa Sé uma questão de consciência diante dos erros que destroem a fé e a moral católica. Lamentavelmente, todas as discussões empreendidas permaneceram infrutíferas, e nenhuma das preocupações expressas recebeu uma resposta verdadeiramente satisfatória.
Há mais de cinquenta anos, a única solução verdadeiramente considerada pela Santa Sé parece ser a das sanções canônicas. Para nosso grande pesar, parece-nos que o direito canônico está sendo usado, assim, não para confirmar a fé, mas para afastá-la.
No texto que se segue, a Fraternidade São Pio X tem a alegria de expressar a Vossa Santidade, filial e sinceramente, sua devoção à fé católica, sem nada ocultar, nem de Vossa Santidade nem da Igreja Universal. A Sociedade coloca esta simples Declaração de Fé em Suas mãos. Parece-nos que corresponde ao mínimo indispensável para estarmos em comunhão com a Igreja e para nos chamarmos verdadeiramente católicos e, consequentemente, Seus filhos.
Não temos outro desejo senão o de viver e sermos confirmados na Fé Católica Romana.
“Assim, permanecendo firmemente enraizados e estabelecidos na verdadeira Fé Católica, esforcemo-nos sempre por ser dignos ministros do divino Sacrifício e da Igreja de Deus, que é o Corpo de Cristo.
Pois, como diz o Apóstolo: ‘tudo o que não provém da fé é pecado’,¹ cismático e fora da unidade da Igreja.”²
DECLARAÇÃO DE FÉ CATÓLICA
Em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, Sabedoria divina, Verbo Encarnado, que quiseste uma só religião, que tornou definitivamente nula e sem efeito a Antiga Aliança, que fundou uma só Igreja, que triunfou sobre Satanás, que conquistou o mundo, que permanece conosco até o fim dos tempos e que há de vir para julgar os vivos e os mortos.
Ele, a imagem perfeita do Pai, o Filho de Deus feito homem, foi designado o único Redentor e Salvador do mundo pela Encarnação e pela oferta voluntária do Sacrifício da Cruz. Nosso Senhor satisfez a justiça divina derramando Seu Preciosíssimo Sangue, e é nesse Sangue que Ele estabeleceu a Nova e Eterna Aliança, abolindo a Antiga. Ele é, portanto, o único Mediador entre Deus e os homens e o único caminho para chegar ao Pai. Só quem O conhece conhece o Pai.
Por decreto divino, a Santíssima Virgem Maria esteve direta e intimamente associada a toda a obra da Redenção; negar essa associação — nos termos recebidos da Tradição — é, portanto, alterar a própria noção de Redenção, conforme a vontade da Divina Providência.
Há apenas uma Fé e uma Igreja pelas quais podemos ser salvos. Fora da Igreja Católica Romana, e sem a profissão de Fé que ela sempre ensinou, não há salvação nem remissão dos pecados.
Consequentemente, todo homem deve ser membro da Igreja Católica para salvar sua alma, e há apenas um batismo como meio de incorporação a ela. Essa necessidade diz respeito a toda a humanidade, sem exceção, e abrange, sem distinção, cristãos, judeus, muçulmanos, pagãos e ateus.
O mandato recebido pelos Apóstolos, de pregar o Evangelho a todos os homens e convertê-los à Fé Católica, permanece vinculante até o fim dos tempos e responde à necessidade mais absoluta e premente do mundo. “Quem crer e for batizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado.”³ Portanto, renunciar ao cumprimento desse mandato constitui o mais grave dos crimes contra a humanidade.
Somente a Igreja Romana possui simultaneamente as quatro marcas que caracterizam a Igreja fundada por Jesus Cristo: Unidade, Santidade, Catolicidade e Apostolicidade.
Sua unidade decorre essencialmente da adesão de todos os seus membros à única Fé verdadeira, fielmente preservada, ensinada e transmitida pela hierarquia católica ao longo dos séculos.
A negação de uma única verdade da Fé destrói a própria fé e torna radicalmente impossível toda comunhão com a Igreja Católica.
O único caminho possível para restaurar a unidade entre os cristãos de diferentes confissões consiste no apelo urgente e caridoso dirigido aos não católicos para que professem a única e verdadeira Fé dentro da única e verdadeira Igreja.
A Igreja Católica não pode, de modo algum, ser considerada ou tratada em pé de igualdade com uma forma falsa de culto ou uma igreja falsa.
O Romano Pontífice, Vigário de Cristo, é o único detentor da suprema autoridade sobre toda a Igreja. Somente Ele confere diretamente aos demais membros da hierarquia católica jurisdição sobre as almas.
“O Espírito Santo não foi prometido aos sucessores de Pedro para que, por sua revelação, dessem a conhecer uma nova doutrina, mas para que, com sua assistência, pudessem guardar inviolavelmente e expor fielmente a revelação transmitida pelos Apóstolos, isto é, o Depósito da Fé.”⁴
A uma Fé única corresponde uma forma única de culto, a suprema, autêntica e perfeita expressão dessa mesma Fé. A Santa Missa é a perpetuação no tempo do Sacrifício da Cruz, oferecido por muitos e renovado sobre o altar. Embora oferecida de maneira incruenta, a Santa Missa é essencialmente expiatória e propiciatória. Nenhuma outra forma de culto oferece adoração perfeita. Nenhuma outra forma de culto que não seja ordenada a ela é agradável a Deus. Nenhum outro meio é suficiente para a santificação das almas.
Consequentemente, a Santa Missa não pode, de modo algum, ser reduzida a uma mera comemoração, a uma refeição espiritual, a uma assembleia sagrada celebrada pelo povo, à celebração do mistério pascal sem sacrifício, sem satisfação da justiça divina, sem expiação dos pecados, sem propiciação e sem a Cruz.
O auxílio oferecido às almas pelos Sacramentos da Igreja Católica é suficiente em todas as circunstâncias e em todas as épocas para permitir que os fiéis vivam em estado de graça.
A lei moral contida no Decálogo e aperfeiçoada no Sermão da Montanha é a única praticável para alcançar a salvação das almas. Qualquer outro código moral — fundado, por exemplo, no respeito à criação ou nos direitos da pessoa humana — é radicalmente insuficiente para santificar e salvar as almas. De modo algum pode substituir a única e verdadeira lei moral.
Seguindo o exemplo de São João Batista, a verdadeira caridade nos obriga a advertir os pecadores e a jamais renunciar aos meios necessários para salvar suas almas.
Aquele que come o Corpo de Nosso Senhor e bebe o Seu Sangue em estado de pecado, come e bebe a sua própria condenação, e nenhuma autoridade pode alterar esta lei contida nos ensinamentos de São Paulo e na Tradição.
Os pecados de impureza que são contra a natureza são de tal gravidade que sempre e em todas as circunstâncias clamam a Deus por vingança, e são radicalmente incompatíveis com toda forma de autêntico amor cristão. Tal "estilo de vida" não pode, portanto, ser reconhecido como um dom de Deus. Um casal que pratica esse vício deve ser ajudado a libertar-se dele e não pode, de modo algum, ser abençoado — formal ou informalmente — por ministros da Igreja.
A submissão das instituições e das nações, como tais, à autoridade de Nosso Senhor Jesus Cristo decorre diretamente da Encarnação e da Redenção. Portanto, o secularismo das instituições e das nações constitui uma negação implícita da divindade e da realeza universal de Nosso Senhor.
A Cristandade não é um mero fenômeno histórico, mas a única ordem desejada por Deus entre os homens.
Não cabe à Igreja conformar-se ao mundo, mas sim ao mundo ser transformado pela Igreja.
É nesta Fé e nestes princípios que pedimos para sermos instruídos e confirmados por Aquele que recebeu o carisma para tal. Com a ajuda de Nosso Senhor, preferimos morrer a renunciá-los. É nesta Fé imutável que desejamos viver e morrer, na esperança de que ela nos conduza à visão direta da imutável Verdade eterna.
Menzingen, 14 de maio de 2026,
na Festa da Ascensão de Nosso Senhor
Davide Pagliarani
1Rom. 14:23
2 Pontifical Romano, Admoestação aos ordenandos ao subdiaconato
3Marcos 16:16
4 Pastor Aeternus, cap. 4
segunda-feira, 11 de maio de 2026
Mulheres e o Declínio do Casamento
domingo, 10 de maio de 2026
A Falta de Masculinidade na Igreja. As Lavandas Daninhas Crescem
Semana passada, o Vaticano publicou texto de um Grupo do sínodo com duas testemunhas gays, exaltando o gayzismo com apoio de padres e até atacando a instituição católica mais renomada do mundo, Courage, que procura lutar contra a inclinação gay.
Padres verdadeiramente católicos, como padre Murray e Cardeal Muller reagem, a própria Courage também reage, mas nada do Papa escolher lado e a efeminizacao continua a crescer.
Estou a tentar publicar um livro sobre a Masculinidade de Cristo, ando a pedir apoio de amigos e editoras, mas até agora só recebi silêncio. Vou continuar a tentar. Peço orações para isso.
Certa vez, fui apresentar um artigo em Budapeste, e a organização nos levou para um mosteiro antiquissimo, a maravilhosa Abadia de Pannonhalma, fundada em 996.
Ao caminhar nos jardins da Abadia, avistei pela primeira vez um cultivo de lavanda. É algo realmente maravilhoso e o cheiro é espetacular. Inesquecível.
A Máfia da Lavanda quer se apoderar desta beleza e sujar de lama e fezes.
É dito que o termo "Máfia da Lavanda" foi criado pelo padre e sociólogo Andrew Greeley no final dos anos 80. Ele usou a expressão para descrever o que via como um grupo de padres e bispos homossexuais que formavam uma espécie de "máfia" dentro da Igreja, especialmente nos seminários e na hierarquia, cobrindo uns aos outros e influenciando a formação do clero.
Essa máfia realmente chegou no poder máximo desde o pontificado de Francisco.
Hoje leio que pelo menos 16 faculdades católicas nos Estados Unidos estão realizando "formaturas lavanda" — cerimônias separadas da cerimônia principal, destinadas a celebrar estudantes que se "identificam" como lésbicas, gays, bissexuais, transgêneros, queer ou que se enquadram no espectro LGBTQ+.
As "formaturas lavanda" afirmam os estudantes em uma identidade enraizada em desejos sexuais desordenados ou confusão sobre a pessoa humana, em vez de sua identidade mais profunda como filhos e filhas de Deus.
Ninguém na Igreja que tenha poder vai se levantar contra.
Sodoma avança.
Protejam os seus filhos.
sexta-feira, 8 de maio de 2026
Secretário Marco Rubio - Estados Unidos Nasceram Católico
Tudo o que ele disse é verdade. Eu não sabia que a primeira missa nos Estados Unidos, assim como a que ocorreu bem antes no Brasil, tinha sido católica. A gente imagina os Estados Unidos formados pelos puritanos. Não é bem assim.“The first Christian service on our soil was a Catholic mass.”
— Sachin Jose (@Sachinettiyil) May 7, 2026
US Secretary of State Marco Rubio deliveres a powerful speech reminding America of its deep Catholic heritage pic.twitter.com/DMAjxwTR8r
Sim, a primeira missa nos EUA (no que hoje é o território continental dos Estados Unidos) foi uma missa católica.
Contexto histórico: - A primeira missa católica registrada no que hoje é o território continental dos EUA ocorreu em 8 de setembro de 1565, em St. Augustine, na Flórida, celebrada pelo padre Francisco López de Mendoza Grajales. Foi uma missa de ação de graças pela chegada da expedição espanhola de Pedro Menéndez de Avilés, que fundou a primeira cidade permanente europeia nos EUA. - Há menções a missas possivelmente anteriores: - Em 1559, em Pensacola (Flórida), por frades dominicanos da expedição de Tristán de Luna (15 de agosto). - Em 1513, com a expedição de Juan Ponce de León na Flórida. - Outras tentativas espanholas no século XVI. Todos esses eventos foram católicos, pois os espanhóis eram católicos romanos e a Reforma Protestante só começou em 1517 (e chegou às colônias inglesas bem depois, a partir de 1607). Por que não poderia ser outra coisa? Os protestantes (anglicanos, puritanos etc.) só chegaram ao território que viria a ser os EUA no início do século XVII, com as colônias inglesas (Jamestown em 1607, Plymouth em 1620). As primeiras celebrações protestantes foram décadas depois das missas católicas espanholas. Resumindo: sim, as primeiras missas/celebrações cristãs no território dos EUA foram católicas, trazidas pelos exploradores e missionários espanhóis. O local mais celebrado historicamente é St. Augustine.
quinta-feira, 7 de maio de 2026
Plena Comunhão com Roma x Plena Comunhão com Vaticano II
« O Padre McTeigue começa com a imagem de Harry Houdini escapando de restrições impossíveis: camisa de força, correntes, barril, cachoeira. Isso se torna a metáfora para o problema eclesial atual. O problema é a afirmação de que a “plena comunhão com Roma” exige a plena aceitação dos documentos do Vaticano II.À primeira vista, isso parece um teste simples: aceitar o Vaticano II integralmente significa estar em plena comunhão; recusá-lo significa estar fora ou em comunhão imperfeita.O Padre McTeigue diz que a questão é menos simples, porque muitas pessoas que são consideradas em plena comunhão com Roma podem, na prática, rejeitar partes do Vaticano II. [Até mesmo rejeitar abertamente!]Ele observa que João XXIII e Paulo VI descreveram o Vaticano II como pastoral, e não dogmático.McTeigue contrapõe isso à afirmação do Cardeal Fernández de que os documentos do Vaticano II “não podem ser corrigidos”. Como pode um concílio não ser corrigido se é apenas pastoral e não dogmático?O Padre McTeigue então identifica uma tensão: como um concílio pastoral pode ser tratado como exigindo aceitação incorrigível para estabelecer a plena comunhão?Sua principal alegação é que quase ninguém aceita integralmente todos os documentos do Vaticano II.Ele então aborda a Humanae vitae de 1968, que reafirmou a rejeição da Igreja à contracepção artificial e ao aborto.Ele argumenta que a Humanae Vitae não introduziu um novo ensinamento, mas reiterou o que o próprio Vaticano II já havia ensinado, especialmente na Gaudium et spes 51.A Gaudium et spes 51 condena o aborto como um “crime indizível” e também rejeita a contracepção artificial.Portanto, os católicos que rejeitam a Humanae Vitae também rejeitam parte do Concílio Vaticano II.Muitos teólogos, clérigos, conferências episcopais e leigos católicos rejeitaram efetivamente a Humanae Vitae após 1968.Ele cita a infame Declaração de Winnipeg como um exemplo de resistência episcopal ou enfraquecimento da força da Humanae Vitae. Os bispos canadenses nunca se retrataram oficialmente da Declaração de Winnipeg.McTeigue então recorre a dados de pesquisas e evidências demográficas, argumentando que muitos católicos usam contraceptivos e abortam em taxas semelhantes às dos não católicos.Ele também aponta para o declínio acentuado nos batismos infantis como evidência circunstancial de que muitos casais católicos não estão vivendo de acordo com o ensinamento da Igreja sobre a abertura à vida.A partir disso, ele conclui que muitos católicos rejeitam de facto a Humanae Vitae e, portanto, rejeitam de facto a Gaudium et spes 51. [“De facto” certamente porque 99% deles não conhecem nem se importam com nenhum dos documentos do Vaticano II e não sabem o que a Humanae Vitae disse.]Se a plena comunhão exige a plena aceitação do Vaticano II, então, por esse padrão, esses católicos também teriam que ser julgados como não estando em plena comunhão com Roma.O padre contrapõe isso ao tratamento dado aos católicos apegados à liturgia latina tradicional, que muitas vezes são pressionados, investigados, restringidos ou instruídos a aceitar o Vaticano II integralmente.Há claramente uma aplicação desigual: os tradicionalistas são examinados minuciosamente quanto à aceitação do Vaticano II, enquanto os católicos que rejeitam o ensinamento do Vaticano II sobre contracepção e aborto não são tratados com a mesma urgência.Ele argumenta que Roma não emitiu mandatos urgentes semelhantes para levar os católicos que usam contraceptivos e praticam aborto a aceitarem o Vaticano II integralmente.A metáfora de Houdini retorna: a retórica atual da Igreja sobre a “plena comunhão”, o Concílio Vaticano II e a aplicação seletiva cria um impasse aparentemente intransponível.Há uma séria inconsistência na forma como a “plena comunhão com Roma” está sendo definida e aplicada.