quinta-feira, 17 de outubro de 2019

Trump para Turquia - "Não Banque o Valentão. Não seja Idiota"


Trump liberou a carta que enviou a Recep Endorgan no dia que anunciou que retiraria as tropas americanas da Síria.

Trump está sendo acusado de deixar curdos e cristãos a mercê da ditadura turca, com a retirada das tropas.

Por conta dessa acusação, Trump liberou a carta no qual diz a Endorgan: Don'be a tough guy. Don't be a fool" (que pode ser traduzido por: "não banque o valentão. Não seja Idiota").

A guerra na Síria se iniciou sob administração de Obama, durante a tal "primavera árabe" (que só trouxe desgraça), se alastra desde 2003, e tem vários países na confusão da guerra, como Irã, Rússia, Estados Unidos e Turquia, além de grupos terroristas islâmicos.

A Turquia faz fronteira com a Síria e tem briga de décadas com os curdos que vivem na região de fronteira.

Trump alega que os Estados Unidos não podem ficar em uma guerra sem fim, que quer poupar a vida dos soldados americanos, que os Estados Unidos estão a 7 mil milhas de distância, não têm nada a ver com a guerra, e que os Estados Unidos não ganham nada com a guerra.

Trump também ameaça a Turquia com sanções, caso aja de forma agressiva.

Bom, eu acho que Trump está errado. Temo que não dará certo a sua ameaça a Endorgan.

Infelizmente, sim, o mundo precisa de polícia, de polícia que defenda e esteja do lado da verdade cristã. Apesar, é claro, de se cometer erros durante os atos de polícia.

Recep Endorgan é um ditador que não custa para ameaçar os inimigos políticos e as minorias religiosas. Apesar de fazer parte da Otan, a posição dele frente a imensa imigração na Europa vai fazer a Europa calar frente aos ataques que ele fizer na Síria. Só nos resta os Estados Unidos mesmo para evitar que a Síria se torne xiita ao estilo iraniano ou um poço de terroristas que ameaça o Líbano e Israel.

Algumas vezes o mundo esteve mas mãos de soldados americanos, poucas vezes se reconhece isso.


quarta-feira, 16 de outubro de 2019

Financial Times: Fraude Financeira do Vaticano


Financial Times trouxe novidades sobre a fraude financeira que envolveu dinheiro de caridade do Vaticano para compra de condomínio luxuoso na região de Chelsea em Londres.

Eu já noticiei isso aqui duas vezes.

Recapitulando: envolve o cardeal Angelo Becciu, muito próximo do Papa, e secretário substituto da Secretaria de Estado (órgão máximo do Vaticano como Estado, a Autoridade de Informação Financeira (órgão de controle das finanças do Vaticano), um monsenhor ajudante de Becciu, Mauro Carlino (que foi suspenso e não pode entrar no Vaticano).

E envolve a compra de um condomínio luxuoso de Londres usando dinheiro de caridade do Vaticano depositado na Suiça, um paraíso fiscal, muito conhecido dos políticos brasileiros.

A novidade trazida pela reportagem é a presença de um fundo de investimento localizado em Luxemburgo, que é também paraíso fiscal.

O fundo se chama Athena Capital e segundo a reportagem lucrou 128 milhões de libras, com a compra do Vaticano e um transação financeira complexa. O fundo tinha comprado por 40 milhões de libras mais 100 milhões de empréstimo. O Vaticano assumiu o empréstimo quando comprou o condomínio por 168 milhões de libras.

O dono da Athena é um tal de Raffaele Mincione, que administra recursos do Vaticano.

O Financial Times disse também que Becciu autorizou pessoalmente a compra do condomínio.

A reportagem do Financial Times foi reproduzida pelo Life Site News.


segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Você já Confessou seu "Pecado Ecológico"?


Será essa a contribuição brasileira para a Igreja Católica? Oh, meu Deus.

Durante entrevista para o sínodo da Amazônia, o arcebispo brasileiro, de Palmas, Pedro Brito Guimarães (foto acima), disse que os católicos deveriam confessar seus pecados ecológicos. A Igreja, segundo ele, está lançando essa novidade, "porque tudo está conectado".

O quê? você abortou? Matou alguém? Roubou os cofres públicos? Tudo bem, plante uma árvore e não jogue lixo na rua, isso deve compensar,

Ainda Ena entrevista,  uma freira do Peru disse que as multinacionais dos Estados Unidos e do Canadá destroem o meio ambiente da Amazônia e a Igreja ajuda a população a processar estas empresas. Ela disse no entanto que "empresas chinesas são mais complicadas para processar".

Como disse o site The American Catholic sejam o que forem essas declarações sejam NÃO são catolicismo.

Em todo caso, nós brasileiros, há anos que ouvimos este tipo de coisa dentro da igrejas e depois vamos para casa assitir novela ou futebol.

Vejam texto sobre a entrevista no site Crux.


sábado, 12 de outubro de 2019

Lista: 50 Anos de Erros de Previsão Climática.


Em tempos em que até a Igreja Católica se rebaixa a previsões apocalípticas ambientais, que já foram provadas erradas tantas vezes, o Competitive Enterprise Institute trouxe uma lista de erros de previsão ambientalistas dos últimos 50 anos.

Ser cientista é ser cético até das próprias previsões e ter muito medo de influenciar os outros com suas previsões..

Mas hoje em dia os que fazem verdadeira ciência se escondem de ataques de ideólogos babacas. Enquanto falsos cientistas roubam dinheiro público.

Na lista, tem de tudo, e uma grande parte vem com data específica de destruição total da humanidade e do mundo.

O mundo ou grandes cidades eram pra ter acabado há muito tempo por diversos tipos de causas.

A lista vem acompanhada de foto de jornal ou de artigo em que apareceram as previsões.

Não vou mostrar essas fotos, pois vai encher muito o post.

Vou colocar aqui só as previsões.

Cliquem no link para ver as fotos.

Wrong Again: 50 Years of Failed Eco-pocalyptic Predictions.

1967: ‘Dire famine by 1975.’

1969: ‘Everyone will disappear in a cloud of blue steam by 1989.’

1970: Ice age by 2000

1970: ‘America subject to water rationing by 1974 and food rationing by 1980.’

1971: ‘New Ice Age Coming’

1974: ‘New Ice Age Coming Fast’

1974: Ozone Depletion a ‘Great Peril to Life’

1980: ‘Acid Rain Kills Life in Lakes’

1978: ‘No End in Sight’ to 30-Year Cooling Trend.

1988: James Hansen forecasts increase regional drought in 1990s

1988: Maldives completely under water in 30 years

1989: Rising seas to ‘obliterate’ nations by 2000

1989: New York City’s West Side Highway underwater by 2019

2000: ‘Children won’t know what snow is.’

2002: Famine in 10 years

2004: Britain to have Siberian climate by 2020

2008: Arctic will be ice-free by 2018

2008: Al Gore warns of ice-free Arctic by 2013

2009: Prince Charles says only 8 years to save the planet

2009: UK prime minister says 50 days to ‘save the planet from catastrophe’

2014: Only 500 days before ‘climate chaos’



sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Infanticídio na Amazônia.


Devo publicar o livro acima daqui a um mês, mais ou menos. Nele, há uma extensa seção sobre teologia da libertação. Eu trato de suas origens, entre elas está Bartolomeu de las Casas. Bartolomeu, que viveu no século 16, já teve de enfrentar a informação que índios da América praticavam infanticídio, libertinagem e canibalismo.

Desde lá, o infantilismo, libertinagem e canibalismo sobrevivem entre os índios, especialmente infanticídio e libertinagem. As crianças não têm voz para reagir e libertinagem e aborto são aceitos abertamente no mundo hoje.

Agora, durante o sínodo, clérigos querem negar que isso exista entre os índios, propagando paganismo.

Como eu digo no livro,  Bartolomeu, pelo menos defendia a evangelização católica, apesar de tentar proteger o infanticídio e o canibalismo.

Os projetos de Bartolomeuc com os índios foram um fracasso, mas parece que os clérigos da Amazônia de hoje não querem ouvir as lições da história.

Texto de hoje do Church Militant pergunta se clérigos brasileiros aceitam infanticídio 

Um jornalista italiano mostrou que os próprios clérigos brasileiros reconheceram a prática do infanticídio entre os índios em documentos e que há um projeto de lei no Brasil contra isso.

Mas esses clérigos apagaram documentos.

O jornalista denunciou.

Vejam parte do texto do Church Militant abaixo:

AMAZON SYNOD: BRAZILIAN BISHOPS SUPPORTING INFANTICIDE?


At Tuesday's synod press briefing, Italian journalist Giuseppe Rusconi, who writes at www.rossoporpora.org, asked a pointed question about infanticide practiced among some Amazonian tribes, leading to a defensive retort from Peruvian Cdl. Pedro Barreto, who denied the practice exists. Rusconi discovered documents posted on the Brazilian bishops' website that acknowledged infanticide is practiced among Amazon tribes, and included a statement endorsing permission for tribes to continue this practice, out of "respect" for their culture. The next day, that document was removed from the the website.
Rusconi granted Church Militant permission to republish his report below.

In [Tuesday's] synod briefing, Cdl. Pedro Barreto said, answering one of our questions, that he had never heard that about 20 Amazonian tribes still practice infanticide. Never before has a site linked to the Brazilian Bishops' Conference (that of Cimi) hosted a contribution against an indigenous anti-infanticide bill. Here we try to fill in his incomplete knowledge. Meanwhile, in the early hours of today, the aforementioned contribution of the anthropologist Segato against the anti-infanticide law disappeared from the Cimi site, linked to the Brazilian Bishops' Conference.
Who is Pedro Ricardo Barreto Jimeno? Born in Lima in 1944, he is a Peruvian Jesuit who received episcopal consecration in 2001 and was appointed in 2004 (also by John Paul II) metropolitan archbishop of Huancayo. Jorge Mario Bergoglio created him a cardinal on June 28, 2018. He is vice president of the Peruvian Bishops' Conference, but above all vice president of the Pan-Amazonian Ecclesial Network (REPAM). No wonder he was named among the three president-delegates of the current Synod.
In this capacity, Cardinal Barreto appeared yesterday at half past one in the Holy See Press Office for the usual synod briefing together with the Filipina Victoria Lucia Tauli — Corpuz (UN special rapporteur on the rights of indigenous peoples) and the Brazilian Moema Maria Marques de Miranda (councilor of the aforementioned REPAM, a fervent trade unionist).
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Cardinal Barreto intervened after her. At first the president-delegate of the Synod also recognized that "it's not all roses and flowers among the indigenous peoples." For which we cannot speak of "original purity, because this would mean disregarding human nature"; and yet "we must recognize their ancestral wisdom, because they have enriched this biome that Europe is using." Then, "with all due respect," the vice president of REPAM continued, "I have never heard that 20 Amazonian populations practice infanticide." And, taking off his headphones, he pointed out that "those who make similar statements must bring documented evidence." To conclude, Cdl. Barreto pointed out that "every human life is sacred. If someone says that such practices are possible, he is disavowing the message of the Gospel. We must always defend life."
To Cardinal Barreto we provide the following information, which is apparently lacking:
1. The Brazilian Parliament is discussing the draft law (PL) 1057/2007 of deputy Henrique Afonso, which aims to ban the practice of infanticide in indigenous areas. The proposal was approved by the Chamber of Deputies on Aug. 26, 2015 with [votes of] 361 yes and 84 no. The Senate is discussing it. In the very lively debate, the reasons for the universal rights of the human person (right to life) recognized by the Brazilian Constitution in force and those of the indigenous communities (in particular the most isolated) to be able to preserve their own habits and customs are contrasted with each other (as can be seen in the Brazilian Constitution itself). Opposition to the bill is mainly made up of anthropologists who are extreme experts on Indian identity.

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That infanticide is a practice still in use in our times among some indigenous peoples (some say at least 13, others speak of 20) is confirmed by Repubblica, a wickedly reactionary newspaper: See the article from Nov. 16, 2010, in which the sociologist and anthropologist Giuseppe Bonazzi interviews the Consolata missionaries among the Yanomami people. You hear the interviewee say: "With these people the weakest babies, or those whose mother could not pay attention because they are still busy with the brothers born before, are not accepted and die." A chilling statement, to say the least. But also the equally wickedly reactionary Lettera 43 has in its Rivista Studio magazine an article with the following title: "Will Brazil change the law that allows natives to kill children?" 


The subject is thoroughly researched also on the Brazilian website www.jus.com.br (Oct. 2017), under the title "Indigenous Infanticide." The introduction reads: "The traditional practice of 'indigenous infanticide' consists in the murder of unwanted creatures by the group and is common to several Brazilian tribes." In the conclusion the statement is clear: "In no way can the right to cultural diversity legitimize the violation of the right to life. Therefore any attempt to justify the practice of infanticide cannot find support in any international legislation." 
Also the Brazilian daily O Globo (as wickedly reactionary as Repubblica and Lettera 43) published on Dec. 7, 2014 the results of a survey by a journalistic team called Fantastico (belonging to the newspaper) on the Yanomami. The survey confirms that when a child is born, the mother goes with the child to the forest, examines the child and, if he has a disability, she normally returns home alone. Or, if there are twins, the mother recognizes only one. The act of recognition is symbolized by breastfeeding and the child is then considered a living being by the community.
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Vejam mais no site do Church Militant.


quinta-feira, 10 de outubro de 2019

Roubo de 400 Milhões de Euros do "Óbolo" do Papa


Na semana passada, eu relatei aqui uma investigação de fraude financeira na Secretaria do Estado do Vaticano, que envolveu o cardeal Angelo Becciu, homem de confiança de Francisco.

Hoje, leio no Church Militant,  relatos de que a investigação envolve roubo de 400 milhões de euros das doações mundiais que fazem parte do "Óbolo de São Pedro", doações que o mundo faz às intenções de ajuda humanitária do Papa. É dinheiro que os cristãos do mundo fazem aos mais necessitados.

Há clérigos investigados por esse roubo, que envolve investimentos em terrenos luxuosos da Inglaterra e empresas de fachada, o modus operandi da lavagem de dinheiro global.

O Church Militant fala até um clérigo venezuela, arcebispo Edgar Peña Parra, que estaria envolvido com os roubos e em assassinato de dois homens em orgias homossexuais. A foto acima mostra Parra com o Papa Francisco.

Segundo o site, todos os envolvidos são de grupos de apoiam o Papa, mas todos estão infelizes com ele de alguma forma. Normal, grupos de apoio a líderes estão sempre em briga e possuem algo a reclamar do líder. Se juntam todos contra o grupo de oposição, no caso de Francisco, se juntam todos contra os ortodoxos, conservadores, todos que querem que a Igreja siga o mais perto possível as palavras de Cristo. 

O Church Militant diz que o próprio Papa Francisco consentiu no pedido do Banco do Vaticano para que a polícia do Vaticano entrasse nos escritórios da cúria para cumprir mandato de busca e apreensão. Mas o fez porque os roubos ficaram muito evidentes e muita gente já estava sabendo. Acho também que o Banco do Vaticano está sob vigilância cerrada de autoridades italianas e financeiras globais e por isso fez o pedido ao Papa para liberar a investigação. O Banco deve ter muita informação dos roubos.

Aqui vai parte do texto do Church Militant.


NOW, IT’S HUNDREDS OF MILLIONS!

A half a billion, to be precise.

October 10, 2019


Following up on yesterday's Vortex where we talked about Vatican Secretary of State Cdl. Pietro Parolin and his apparent covering up of at least a $13 million theft from the U.S.-based Papal Foundation — now there's more.
Parolin's offices were raided internally by Vatican police last week, as was widely reported in international media. The unprecedented raid, created a firestorm of questions.  
Church Militant has been informed that, behind the scenes, this is something of a power play between various Pope Francis factions, apparently all of whom are unhappy with him — just for competing reasons.
Indeed, it was Francis himself who gave permission for the raid, but by the time the case arrived on his desk, too much was already known by too many for the Pope to have not acted.
In short, various workers in the Vatican Secretary of State diverted — or ripped off — approximately 400 million euros; that's almost $500 million from the account which administers Peter's Pence.
Let that sink in: half a billion dollars stolen. Those optics immediately look bad — really bad. Francis' "Church of the Poor" has high-level workers stealing from a pot intended to help the poor.
It's so bad that the Swiss Guard was handed this flyer with the workers' official headshots and ordered to not let them back into Vatican City while the investigation is going on.
What has the investigation turned up so far, according to our Vatican sources?
That about half of the money, approximately $250 million, diverted from Peter's Pence, was used to buy a massively expensive building in the heart of London on Sloane Avenue.
While the cost of the building was at market price, the point is that the purchase was made with funds not authorized to be used for real estate or real estate speculation.
On top of that, when all the Brexit madness and political fallout turned into economic news, the market for expensive real estate in London took a huge hit and the value of the building dropped.
Additionally, some of the remaining roughly $250 million — 200 million in euros — appears to have been diverted to either phony legal companies or, at a minimum, fraudulent billable hours to cover for the purchase of the London property.
Aside from the theft, which makes Cdl. Parolin's so-called "loan agreement" for $13 million with the Papal Foundation look small by comparison, there is the more painful PR problem for Pope Francis of just who was in charge when the senior managers got sticky fingers.
That man is Cdl. Angelo Becciu, who was deputy to the Secretariat of State, the offices that were raided, at the time all this illegal stuff was going on.
He is a dyed-in-the-wool Francis man, who the Pope promoted to cardinal last year.
In December of last year, he transferred to become prefect of the Congregation for Saints and his replacement at State is none other than Abp. Edgar Peña Parra, a man with a very questionable past, but also an FOF — "Friend of Francis."
The theft or diversion of half a billion dollars appears to have happened on Becciu's watch, and the cover-up and resulting raid on Parra's watch.
Parra has a very troubling past, a past which Pope Francis seems to have no problem with.
This past June, Abp. Viganò, in hiding for fear of his life, told The Washington Post that he's seen with his own eyes official Church documentation linking Parra to the deaths of two men in Venezuela in 1992.
The deaths from electrocution occurred on the island of San Carlos in Lake Maracaibo in northern Venezuela, and according to the Church documents Viganò read, he says, "[T]he two corpses were found naked, with evidence of macabre homosexual lewd encounters."
Moreover, Parra has a long history of accusations of homosexual predation, including the seduction of two seminarians in September 1990 in Maracaibo, an account investigated and confirmed in writing by the seminary rector.
Archbishop Viganò also insists the Vatican has in its possession a 25-page dossier detailing Parra's alleged crimes, but none of this has stopped his rise to power in the Francis Vatican.
According to sources here in Rome, the half-billion-dollar theft was reported to Francis by high-ranking officials at the Vatican bank. 
That little nugget is what prompted the reports that a huge internal power play was underway inside the walls here.
The Vatican Bank has a very long history of corruption. That the bank would actually report other officials of corruption has become something of a quiet joke here. 
When Francis stepped out onto the loggia back in 2013, one of the two pressing issues was the widespread corruption — financial and moral — that needed cleaning up.
Jorge Bergoglio was presented to the cardinals in conclave as the man who could get everything cleaned up because he was not part of the bureaucracy, he was the consummate outsider.
But under Francis, the scandals have proliferated and Vatican corruption seems more entrenched than ever.


quarta-feira, 9 de outubro de 2019

Padre Weinandy: "Igreja Caminha para Cisma Interno Assustador"


Padre capuchino Thomas Weinandy é ex-chefe da comissão teológica da conferência de bispos dos Estados Unidos e membro da comissão teológica internacional do Vaticano.

Em um artigo publicado pelo The Catholic Thing,  e reproduzido pelo National Catholic Register, Weinandy disse que a Igreja nunca enfrentou um pontificado como o de Francisco. E que a Igreja já teve cismas no passado, e ter-a no futuro, mas a "natureza do atual cisma é assustadora".

Para ele, Francisco dá boas-vindas ao cisma, se ele estiver com o poder.  Weinandy diz que Francisco deseja um cisma, pois, para o Papa, o cisma é o "novo paradigma".

A Igreja caminha para um cisma interno:

De um lado, temos o Papa e aqueles membros do clero que aprovam e propagam uma doutrina ambígua e confusa.

Do outro lado, temos aqueles membros do clero que desejam permanecer leais ao Papa mas não aceitam a  exaltada heterodoxia na doutrina.

O texto de Weinandy toca também em diversos aspectos, coisas que já tratei muitas vezes aqui no blog, como:

- O Papa foca suas críticas nos membros do clero dos Estados Unidos, mas seus críticos estão em todos os lugares;

- O Papa diz que trata com "carinho" seus críticos, mas nunca demonstrou isso, pelo contrário, vive insultando-os;

- A imensa maioria dos críticos do Papa não desejam um cisma;

- O Papa e seus adeptos nunca ofereceram diálogo teológico com seus críticos, ficam entrincheirados no Vaticano.

- O Papa e os seus adeptos não enfrentam o debate teológico, pois sabem que não venceriam, por isso abusam de xingamentos e rótulos contra os críticos;

- Weinandy acredita que os bispos da Alemanha não farão um cisma pela esquerda, porque precisam do nome "católico" para sobreviver. Mas Weinandy acredita que eles adotaram doutrina ambígua com apoio do Papa;

- Weinandy disse que a Declaração de Abi Dhabi, assinada pelo Papa junto com um Imã, que diz que "Deus deseja a diversidade religiosa" é diretamente contraditório ao dogma divino e elimina a primazia de Cristo como único caminho para salvação;

- No Sínodo da Amazônia, o Papa se cercou daqueles que pregam ambiguidade e confusão de doutrina;

- O Papa Francisco é líder de duas igrejas dentro da Igreja, que está em cisma interno;

- Francisco não só não tem medo de cisma, como ele até deseja um cisma, se ele estiver no poder;

- Weinandy termina dizendo que os leigos católicos devem se levantar para defender a Igreja e que ele acha que as mulheres especialmente sçao bem vindas na luta para evitar a desgraça de um cisma e trazer a necessidade d euma purificação.

Vejam todo o texto de Weinandy, clicando aqui, abaixo vai um pedaço:

Pope Francis and Schism



Sinodo da Amazônia: Mulher Rodopia em Calça "Leg" com a Bíblia, Índia Amamentando um Cachorro. Paganismo e Bestialidade. E os "Bennyplenists"



Vídeo acima do professor Taylor Marshall que mostra (a partir do minuto 19): uma mulher (talvez brasileira) que rodopia (isso não é dança) em calça leg com a Bíblia na mão. E depois ele mostra um cartaz dentro da Igreja que mostra uma índia segurando seu filho enquanto amamenta um cachorro, com os dizeres "tudo está conectado" (como que mostrando que uma criança é igual a um cachorro).

Tudo isso dentro da Igreja Santa Maria Transpontina, no Vaticano, durante o Sínodo da Amazônia. A Igreja ficou cheia de imagens pagãs durante o sínodo, como o vídeo também mostra.

Paganismo com bestialidade dentro da Igreja no Vaticano. Heresia e apostasia promovida pelo Papa Francisco.

Como ele fala no vídeo, o padre Malachi Martin costumava dizer que havia cerimônias secretas demoníacas dentro do Vaticano, hoje, em tempos de Francisco, você liga o youtube e assiste isso ao vivo, todo dia.

Antes de mostrar essas ridículas imagens pagãs dentro da Igreja, Marshall estava falando que o movimento que ele chamou de "bennyplenists" está aumentando, o movimento alega que Bento XVI ainda é o papa, pois um verdadeiro papa não permitiria isso dentro da Igreja.