terça-feira, 14 de agosto de 2018

Padre Rosica: "Papa Francisco Decide Sozinho sem Bíblia e sem Tradição". Ele está Elogiando o Papa (!!!)


Padre Thomas Rosica é muito próximo do Papa Francisco (como mostra a foto acima). Ele foi porta-voz do Vaticano, no Sínodo da Família. Eu já comentei muito sobre o Padre Thomas Rosica aqui no blog, certa vez ele disse que a "sagrada família é mais irregular do que casais gays" e certa vez, ele processou um blogueiro canadense, amigo meu, que foi notícia internacional.

Agora, ele exalta que o Papa Francisco é o primeiro papa a decidir sozinho, sem se apegar à Bíblia e à Tradição, e ele acha isso ótimo.

Vejam as palavras dele, trazidas pelo site Rorate Caeli.

Pope Francis breaks Catholic traditions whenever he wants, because he is “free from disordered attachments.”Our Church has indeed entered a new phase: with the advent of this first Jesuit pope, it is openly ruled by an individual rather than by the authority of Scripture alone or even its own dictates of tradition plus Scripture.

(Traduzindo: Papa Francisco quebra com as tradições católicas quando ele desejar, porque ele é "livre de apegos desordenados. Nossa Igreja tem de fato entrado em nova fase: com o advento do primeiro papa jesuíta, ela é abertamente comandada por um indivíduo ao invés de ser comandada pelas escrituras ou mesmo ditada pela Tradição mais as escrituras).


O renomado jornal inglês The Catholic Herald trouxe também a notícia da descrição do método do Papa pelo padre Rosica.


Bom, em poucas palavras, o padre Rosica não sabe o que é a Igreja. E ele acha que Bíblia e Tradição têm muitos "apegos desordenados". 


Por vezes, no entanto, parece que o Papa também não sabe.


Rezemos. 



segunda-feira, 13 de agosto de 2018

Vídeo: Velho Testamento em 5 Minutos



Muito legal. É centrado no aspecto político (escravidão, conquistas, reconquistas, exílio), mas não deixa de ser interessante. Serve para ter uma noção do espaço-tempo do Velho Testamento.

Pena que não tenho tempo para traduzir.




sábado, 11 de agosto de 2018

Italianos se Afastam do Papa Francisco


Pesquisa mostra que os católicos italianos estão se afastando do Papa e apoiando o novo governo. O mesmo acontece com os italianos em geral.

O novo governo de Matteo Salvini e Giuseppe Conte promete defender a cultura cristã italiana contra a invasão muçulmana africana.

Então, a pesquisa não é surpresa. O Papa está do lado contrário, sempre apelando para a entrada em massa de imigrantes sem critério que trazem o caos público e privado.

O partido do governo que é contra a onda migratória destrutiva (Lega Nord, League em inglês) duplicou o apoio popular entre os católicos, católicos de verdade que pelo menos frequentam semanalmente a Igreja . E minimamente sabem o que significam ser católicos. E também quase duplicou o apoio entre a população em geral O 5 Stelle (5 Stars em inglês) que apoia o governo e também é contra a entrada em massa de imigrantes também aumentou o apoio entre católicos (gráfico acima).

A divulgação da pesquisa foi feita pelo site Politico, que conhecido pelo seu viés esquerdista.

Vejam relato da pesquisa abaixo, que começa dizendo que o Papa Francisco tem um problema: os católicos


Italy’s Catholics flock to the right

Support for Matteo Salvini’s hard line on immigration has spiked among country’s churchgoers.
Pope Francis has a problem: Italian Catholics.
In the home of the Vatican, believers are increasingly attracted by the hard-line stance of Interior Minister Matteo Salvini.
Francis and Salvini espouse radically different approaches to migration. Where the pope has called on countries to take care of the less fortunate, Salvini has turned his close-the-borders approach to immigration into an electoral warhorse.
The trouble for Francis is that Salvini seems to be winning — even among Catholic voters.
Since his ascendancy to the throne of St. Peter in 2013, the Argentine pope has advocated a welcoming approach toward migrants, in line with the Church’s tradition. He has washed the feet of jailed asylum seekers and visited Lampedusa — a small Sicilian island off the coast of Libya where many of Europe’s migrants arrive — to condemn the “global indifference” to the plight of those lost at sea.
In 2015, at the height of the European migrant crisis, Francis famously called on the Continent’s Catholics to open their doors to “refugees who flee death from war and hunger.”
“May every parish, every religious community, every monastery, every shrine of Europe welcome one family, beginning with my Diocese of Rome,” he said.
...

Rising right

Salvini’s posture has triggered accusations of racism — but it has also rewarded him with a meteoric rise in the polls. Since March, support for his party has soared from 17 percent to roughly 30 percent. Only the League’s partner in Italy’s ruling coalition, the anti-establishment 5Star Movement, enjoys similar ratings.
Meanwhile, the pontiff’s popularity in Italy has dropped from 88 percent in 2013, when he was elected, to 71 percent, according to a recent poll. Among the key reasons, according to the poll’s author, Ilvo Diamanti, is migration.
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‘Get thee behind me’

Salvini’s popularity presents a direct challenge to the Vatican, said Alberto Melloni, a prominent historian of the Catholic Church, in a recent interview.
“The problem with Salvini’s operation is that he doesn’t just want the votes of Catholics,” he said. “Sometimes it almost seems like he wants their souls.”
Like Hungarian Prime Minister Viktor Orbán, whom the Italian interior minister admires, Salvini has taken pains to cast himself as a champion of what he calls “Christian democracy.”


sexta-feira, 10 de agosto de 2018

Patologia Altruísta - Uma Praga Moderna



Chesterton disse que a heresia nada mais é do que uma coisa boa isolada das outras virtudes e exagerada. Ele tinha razão. Alguém acha que o mundo precisa de paz, daí condena todo tipo de guerra. Alguém acha que algumas pessoas são presas injustamente, daí condenam a prisão em termos gerais e a pena de morte em particular. Alguém acha que a mulher precisa ter sua própria individualidade, não depender do marido, daí condena os homens. Alguém acha que os gays precisam ser protegidos contra agressão, daí aprovam o casamento gay. Alguém acha que os imigrantes precisam ser bem tratados, daí condenam os países que protegem suas culturas.

Paul Joseph Watson fez o vídeo acima sobre a patologia altruísta, sobre aqueles que se julgam bonzinhos e fazem um mal terrível para si e para a sociedade.

Patologia altruísta é o caso de alguém apoiar de alguma forma alguém que o odeia, que quer matá-lo.

O caso emblemático é o de Elin Ersson que chorou e fez protesto em um avião para que não se deportasse um imigrante. Ela foi considerada uma heroína dos direitos humanos, heroína progressiva. Elin foi comparada a Gandhi e Martin Luther King. Acontece que o imigrante tinha sido preso por agredir violentamente sua esposa e suas filhas e até queria mesmo ser deportado para seu país de origem. Elin assim manteve um agressor violento em seu país para cometer mais atrocidades contra outras mulheres e crianças.

O mesmo acontece todo dia no mundo e no Brasil, inúmeras organizações de direitos humanos fazem campanha em nome de assassinos e terroristas.

Coisa bem comum nos dias de hoje.

Uma praga!


quinta-feira, 9 de agosto de 2018

Video Prager: O Que é Ser Homem?



Hoje em dia o mundo condena a masculinidade. Todo o poder do feminismo, dos ativistas LGBT, e essa vontade de acabar com a pena de morte e as guerras conspiram contra o homem.

Como eu digo em livro ainda não lançado que tudo isso apoia o pior tipo de homem: o covarde. Aquele que abandona as mulheres e os filhos.

O vídeo acima ilustra que na verdade o mundo nunca precisou tanto de verdadeiros homens.



quarta-feira, 8 de agosto de 2018

Fundamento Bíblico para Pena de Morte: a Alma


Acima, uma frase do teólogo calvinista Rushdoony sobre pena de morte na Bíblia. Ele ressalta que os crimes contra a família merecem a pena de morte na Bíblia. Não estou pregando a pena de morte para adúlteros, gays, ou abortistas. Seria um genocídio gigantesco no mundo moderno. Os males contra a família avançaram muito, terrivelmente. Só desejo lembrar aqui a solidez do fundamento da pena de morte na Bíblia. Apenas isso.

Mas, por outro lado, a pena de morte é fundamentada em sua profundidade na honra a Deus, na honra ao que Ele pregou, para o bem da alma humana e da alma da comunidade. Neste sentido, talvez porque não se exerceu a pena de morte contra os primeiros propagadores do aborto, do adultério ou do casamento gay é que temos essas práticas tão disseminadas e aceitas.

E não adianta argumentar que a pena de morte é coisa do Velho Testamento ou judaica. Cristo aprofundou a lei judaica. Foi Ele que disse que para o adultério não precisa do ato, basta o olhar desejoso, foi Ele que disse que se o seu olho faz você pecar, você deve arrancá-lo, foi Ele que disse que o divórcio não é permitido, apesar de Moisés ter permitido no Velho Testamento.

Recentemente, dois renomados católicos, Solange Hertz  e Sandro Magister, mostraram a solidez da pena de morte na Bíblia, motivados pelo argumento de que a pena de morte é "inadmissível" do Papa Francisco no Catecismo.

O texto de Solange Hertz na verdade é de 2011, ela faleceu com 95 anos em 2015. Já em 2011, ela lutava contra as tentativas de condenar a pena de morte em si pelo Vaticano. O site The Remnant republicou o artigo dela na segunda-feira passada por conta do Papa Francisco.

E ontem, eu li o texto do renomado jornalista italiano Sandro Magister incentivado pela heresia do Papa Francisco, no qual ele lembra o pensamento de um ilustre jesuíta.

Vou colocar os principais argumentos dos dois textos:

Hertz

1) Ela argumenta que a partir de Noé, Deus delegou ao homem também o poder da pena de morte. Genêsis 9:5-6

"Todo aquele que derramar o sangue humano terá seu próprio sangue derramado pelo homem, porque Deus fez o homem à sua imagem." 
Gênesis, 9 - Bíblia Católica Online

2) Depois do Monte Sinai, Moisés codificou a pena de morte na lei judaica (Deut 19: 18-21). A pena de morte foi declarada não apenas para assassinato mas para adultério, estupro, atos sexuais homossexuais (sodomia), sequestro, ofensas aos pais, sacrifício de crianças, idolatria, fazer adivinhações ou buscar espíritos, apostasia, blasfêmia ou qualquer tentativa de seduzir contra a fé, em diversas passagens bíblicas.

3) Depois de algumas considerações sobre como a pena de morte é vista hoje em dia. Hertz lembra qual é o fundamento da pena de morte, não é manter os malfeitores longe da sociedade,o fundamento é a alma humana. Nas palavras dela:

"Dada a queda, as injustiças estão fadadas a ocorrer em qualquer sistema judicial, e todos concordam que devem ser impiedosamente remediadas. O que não é irrelevante é que se precipite no erro que Pio XII adverte. Considerando a segurança física da sociedade como a única razão real para executar um criminoso, argumenta-se que a pena de morte pode agora ser descartada com segurança, supostamente com o argumento de que agora temos à nossa disposição muitas maneiras melhores de proteger as pessoas do malfeitor. Que a pena é devida principalmente como expiação a Deus na justiça, e somente secundariamente ao homem foi completamente perdida de vista. A dimensão sobrenatural da punição como um agente para o bem espiritual da sociedade e do criminoso é, além disso, não apenas não tratada, mas tratada como inexistente."

4) Sobre pena de morte versus a prisão perpétua, Hertz lembra que os padres que convivem com presidiários dizem que a pena de morte tem maior chance de que o malfeitor se arrependa. A prisão perpétua não tem essa característica, o malfeitor continua defendendo sua inocência e morre sem arrependimento. Isto é, não entrega sua alma a Deus. Assim, para a vida eterna do malfeitor a prisão perpétua é pior.

5) Das passagens do Novo Testamento, Hertz lembra por exemplo de Hebreus 9:22-24, que nos mostra a importância do sacrifício para a purificação.

"Moisés, ao concluir a proclamação de todos os mandamentos da lei, em presença de todo o povo reunido, tomou o sangue dos touros e dos cabritos imolados, bem como água, lã escarlate e hissopo, aspergiu com sangue não só o próprio livro, como também todo o povo, 20.dizendo: Este é o sangue da aliança que Deus contraiu convosco (Ex 24,8). 21.E da mesma maneira aspergiu o tabernáculo e todos os objetos do culto. 22.Aliás, conforme a lei, o sangue é utilizado, para quase todas as purificações, e sem efusão de sangue não há perdão. 23.Se os meros símbolos das realidades celestes exigiam uma tal purificação, necessário se tornava que as realidades mesmo fossem purificadas por sacrifícios ainda superiores. "Eis por que Cristo entrou, não em santuário feito por mãos de homens, que fosse apenas figura do santuário verdadeiro, mas no próprio céu, para agora se apresentar intercessor nosso ante a face de Deus." 

Magister

O argumento de Magister é que o Papa tomou posição em favor do secularismo humanista, contra os evangelhos.

Ele aponta um texto de um ilustre cardeal jesuíta americano Avery Dulles que faleceu em 2008.

Dulles lembrou que no Velho Testamento existem 36 ofensas que são resolvidas com pena de morte por apedrejamento, na fogueira, decapitação ou estrangulamento.

Dulles também menciona Gênesis 9:6,  e diz que muitas vezes o próprio Deus mata outras vezes usa os seus profetas para tal como Daniel.

Dulles diz que apesar de Cristo não ter usado de violência (acho que ele não lembrou do episódio do Templo, mas tudo bem), Cristo nunca negou a autoridade do Estado em realizar a pena de morte e Cristo, em debate com os fariseus  Ele disse que aquele que ofende seu pai e sua mãe merece morrer (Mateus 15:4, Marcos 7:10, refletindo Êxodo 21:17 e Levítico 20:9)

Na cruz, Cristo elogia o bom ladrão quando este disse que merecia morrer pois tinha cometido malfeito.

Dulles lembra os patriarcas e doutores da Igreja são unânimes em aceitar a pena de morte.

Em seguida, Dulles parece estar escrevendo para o Papa Francisco, pois ele critica justamente a posição do Papa Francisco de que o mundo moderno respeita mais a vida humana.

Diz Dulles:

"Alguns tomam a posição absolutista de que, como o direito à vida é sagrado e inviolável, a pena de morte está sempre errada. Padre Concetti e outros explicam que a Igreja desde os tempos bíblicos até os nossos dias não conseguiu perceber o verdadeiro significado da imagem de Deus no homem, o que implica que até mesmo a vida terrestre de cada pessoa é sagrada e inviolável. Nos séculos passados, é alegado que judeus e cristãos não conseguiram pensar nas conseqüências dessa doutrina revelada. Eles foram apanhados em uma cultura bárbara de violência e em uma teoria absolutista do poder político, ambos transmitidos do mundo antigo. Mas em nossos dias, um novo reconhecimento da dignidade e dos direitos inalienáveis ​​da pessoa humana amanheceu. Aqueles que reconhecem os sinais dos tempos vão além das doutrinas antiquadas de que o Estado tem um poder divino de matar e que os criminosos perdem seus direitos humanos fundamentais. O ensino sobre a pena de morte deve passar hoje por um desenvolvimento dramático correspondente a esses novos insights.

Essa posição absolutista contra a pena de morte tem uma simplicidade tentadora. Mas não é realmente nova. Foi mantida pelos cristãos sectários pelo menos desde a Idade Média. Muitos grupos pacifistas, como os valdenses, os quakers, os huteritas e os menonitas, compartilhavam desse ponto de vista, mas, como o próprio pacifismo, essa interpretação absolutista do direito à vida não encontrou eco na época entre os teólogos católicos, que aceitavam a pena de morte como consoante com a Escritura, a tradição e a lei natural.

"A crescente oposição à pena de morte na Europa desde o Iluminismo tem andado de mãos dadas com o declínio da fé na vida eterna. No século XIX, os defensores mais consistentes da pena de morte eram as igrejas cristãs e seus oponentes mais consistentes eram grupos hostis a Igreja. Quando a morte passou a ser entendida como o mal maior em vez de um estágio no caminho da vida eterna, filósofos utilitaristas como Jeremy Bentham acharam fácil descartar a pena de morte como "aniquilação inútil".

"Muitos governos na Europa e em outros lugares eliminaram a pena de morte no século XX, muitas vezes contra os protestos de crentes religiosos. Embora essa mudança possa ser vista como um progresso moral, provavelmente se deve, em parte, à evaporação do sentido de pecado, culpa e justiça retributiva, todos essenciais para a religião bíblica e para a fé católica.A abolição da pena de morte em países anteriormente cristãos pode dever-se mais ao humanismo secular do que à penetração mais profunda no evangelho.

"Argumentos do progresso da consciência ética têm sido usados ​​para promover uma série de alegados direitos humanos que a Igreja Católica constantemente rejeita em nome da Escritura e tradição. O magistério recorre a essas autoridades como base para repudiar o divórcio, o aborto, as relações homossexuais, e a ordenação de mulheres ao sacerdócio.Se a Igreja se sente vinculada pelas Escrituras e tradição nessas outras áreas, parece inconsistente para os católicos proclamarem uma “revolução moral” sobre a questão da pena de morte.

"O magistério católico não defende e nunca defendeu a abolição incondicional da pena de morte. [...] O papa João Paulo II falou por toda a tradição católica quando proclamou em" Evangelium Vitae "(1995) que" o assassinato direto e voluntário de um ser humano inocente é sempre gravemente imoral. Mas ele sabiamente incluiu nessa declaração a palavra "inocente". Ele nunca disse que todo criminoso tem o direito de viver nem negou que o Estado tem o direito, em alguns casos, de executar o culpado. […]

"O magistério católico nos últimos anos tem se tornado cada vez mais vocal na oposição à prática da pena capital. O Papa João Paulo II em 'Evangelium Vitae' declarou que 'como resultado de melhorias constantes na organização do sistema penal' casos em que o a execução do agressor seria absolutamente necessária "são muito raras, se não praticamente inexistentes".

"Chegando a esta conclusão prudencial, o magistério não está mudando a doutrina da Igreja. A doutrina continua sendo a mesma: que o Estado, em princípio, tem o direito de impor a pena de morte a pessoas condenadas por crimes muito graves. Mas a tradição clássica sustentava que o Estado não deveria exercer esse direito quando os efeitos maléficos superam os bons efeitos, de modo que o princípio ainda deixa em aberto a questão de se e quando a pena de morte deve ser aplicada: o papa e os bispos. Usando um julgamento prudencial, na sociedade contemporânea, pelo menos em países como o nosso, a pena de morte não deveria ser invocada, porque, no geral, faz mais mal do que bem. Eu pessoalmente apoio essa posição. "


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terça-feira, 7 de agosto de 2018

"Papa Francisco é Herético como Papa João XXII e Papa Honorius. Mas Há Esperança"


Dan Hitchens sempre procura ser moderado em suas argumentações. Mas a mudança que o Papa Francisco fez no Catecismo fez ele ter uma posição direta, como eu nunca vi. Dan Hitchens é vice editor do jornal inglês The Catholic Herald e costuma escrever regularmente para vários meios católicos como o renomado First Things.

Dan Hitchens chegou a comparar o Papa Francisco com os famosos papas heréticos da Igreja: Papa João XXII (herético sobre a visão divina)  e Papa Honorius (herético sobre as vontades de Cristo).

E ao fim concluiu com uma voz de esperança, usando o historiador católico Christopher Dawson, dizendo que quando a Igreja está em seus piores momentos é porque a glória estaria perto.

Eu gosto muito de Dawson, até já pensei em escrever sobre ele, por vezes, no entanto, achei que faltava profundidade aos livros dele. Sobre história dos papas, acho que Eamon Duffy é melhor. Mas tudo bem, vale a nota de esperança.

Rezemos e lutemos por isso, para que a Igreja supere esta heresia do Papa Francisco e tantas palavars e ações desastrosas dele.

Vejam parte do texto de Dan Hitchens, escrito no jornal The Catholic Herald:

The Catechism and the death penalty: are Catholics right to be worried?


hursday’s update to the Catechism, in which the death penalty was redescribed as “inadmissible”, has troubled more than a few Catholics. Friends who don’t normally bother with Church politics have brought it up in conversation. The news has dominated social media, helped by headlines like “Pope changes Church teaching”. Those headlines are misleading: the edit does not change any teaching. But it has created confusion and anxiety.
To recap, the Catechism previously said that “the traditional teaching of the Church does not exclude recourse to the death penalty”, while recommending that it be “very rare, if not practically non-existent”. But this was practical guidance, rather than a firm doctrinal statement. Cardinal Ratzinger, the Vatican’s doctrinal chief when the Catechism was issued, said there was a “legitimate diversity of opinion even among Catholics” about whether, and how much, modern states should employ capital punishment.
Pope Francis’s tweak to the Catechism changes that guidance into something apparently much stronger: the death penalty is now said to be “inadmissible”. This is confusing because “inadmissible” is a vague, non-technical term. It could mean “inadmissible in today’s societies, in the Pope’s view”. On this reading, the Pope wasn’t talking about the theoretical legitimacy of the death penalty; he was just making a statement that today’s political regimes are so universally awful that they can’t be trusted to administer it.
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The problem is that Church teaching on this point is remarkably well-established. As Edward Feser reminded us yesterday, the saints and the popes (up to St John Paul II and Benedict XVI) have consistently taught that the death penalty is in principle legitimate. Some popes have seen it as a litmus test for orthodoxy.

...
Two kinds of overreaction are possible here. The gloomy will ask, “Why should I believe the Church about anything, if popes can just contradict each other?” The blasé will say, “I’m sure Pope Francis has called this one correctly – he’s the Pope, after all, so we should just trust him.”
Both reactions ignore doctrine and history. It is part of Church teaching that popes can sometimes wander into error. It happens. If in the 1330s you had gloomily asked, “Why should I believe the Church about anything, if Pope John XXII can contradict such well-established doctrine on the beatific vision?” you would have had the surprise, a little while later, of hearing Pope John shamefacedly withdraw his statements.
If in the 630s you had cheerfully said, “I’m sure Pope Honorius has called this one correctly on Monothelitism – he’s the Pope, after all, so we should just trust him,” you might have lived to hear, a half-century later, the Third Council of Constantinpole solemnly declare: “To the heretic Honorius, anathema!”
So it’s more than possible for a pope to be in tension with Church teaching. Nevertheless, given that the Pope is the successor of St Peter, you can see why Catholics find the situation distressing.
Matthew Walther, a columnist for The Week whose writing will also be very familiar to Catholic Herald readers, once praised Pope Francis as “a good and pious shepherd of souls”. On Thursday Walther retracted those words, saying that while he still admired much of Francis’s pontificate, “he has undermined my faith today”.
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Some people will be able to say, serenely, that God protects His Church from error, and that a highly ambiguous form of words, in a not-very-authoritative context, is no big deal. To those finding it harder to stay calm, maybe it’s worth reflecting on the testimony of Catholics who have contemplated history most deeply. They tend to say that, when things look really bad, a glorious recovery is imminent. As the historian Christopher Dawson put it, “When the Church possesses all the marks of external power and success, then is its hour of danger; and when it seems that no human power can save it, the time of its deliverance is at hand.



segunda-feira, 6 de agosto de 2018

Grande Michael Bublé Está de Volta. Depois de Curar Filho com Câncer.



Eu costumo dizer que todos os casais no dia do casamento deveriam ouvir a música acima de Michael Bublé, chamada Hold On. Belíssima que fala basicamente que a vida em casal é difícil, em alguns momentos só resta a fé que se tem no relacionamento.

Fiquei muito feliz, em saber que o grande Michael Bublé está de volta depois de três na luta contra o câncer de seu filho Noah, que agora está curado

Ele vai fazer um show para 80 mil pessoas em Dublin. Falou em entrevista que esteve no inferno na luta pela vida do seu filho, agradeceu muito as orações que recebeu e a graça divina.

Na entrevista, ele estava muito emocionado e disse que sua família é  "fácil a preocupação número 1 de sua vida". E que  o "negócio dele é ser uma pessoa melhor" e que está muito agradecido a Deus em voltar.

E ainda prometeu o melhor disco de sua carreira que contará com os sentimentos que teve durante esses difíceis três anos.

Viva Noah. Viva Michael Bublé sua esposa Luisana Lopilatoe seus dois outros filhos (Elias e Vida).

Vejam a entrevista dele abaixo.



E o texto do Aleteia sobre a entrevista

Michael Bublé is back on stage after his son beat cancer