sábado, 23 de março de 2019

Divulgaram Votos do Conclave do Papa Francisco


Isso não se faz. É terrível quebra do voto do silêncio prometido no Conclave.

Mas a revista America divulgou que a primeira rodada de votos no Conclave teve como os primeiros cinco mais votados:

- cardeal Scola (italiano) com30 votos.

- cardeal Bergoglio (argentino) com 26 votos ou 27 votos, pois em um deles o nome de Bergoglio estava escrito errado.

- cardeal Ouellet (canadense) teve 22 votos.

- cardeal O'Malley (americano) teve 10 votos.

- cardeal Odilo Scherer (brasileiro) teve 4 votos.

Bom, os votos de Scherer correram para Bergoglio nas próximas rodadas. Possivelmente, os votos de O'Malley também.

O susto ai é tantos votos para Bergoglio, um cardeal desconhecido e votos para os norte-americanos, Ouellet e O'Malley.

O vazamento da informação vai ser divulgada no livro The Election of Pope Francis: An Inside Account of the Conclave That Changed History, de Gerard O'Connell

O jornal Washington Post fez uma análise do vazamento da informação.

sexta-feira, 22 de março de 2019

Guerra entre EUA e China. E o Zen e o Chen



O presidente da China está na Itália, o sites dizem que ele não deseja se encontrar com o Papa Francisco, apesar do Vaticano desejar arduamente, depois que o Papa Francisco assinou acordo com o país comunista.

China, um país que desde 1978 desistiu do comunismo econômico em algumas regiões do país, e com isso cresceu a taxa inimagináveis muitas vezes não usando as "regras de mercado". Toda vez que um economista defende o livre mercado falando da China, eu tenho vontade de rir. China é o máximo exemplo de capitalismo de estado e não de livre mercado.

Mas o país cresceu demais e hoje é uma potência militar também.

O site The American Catholic disponibilizou um texto muito interessante que mostra quanto os Estados Unidos estão despreaprados para uma guerra contra a China.

E no vídeo acima, o cientista político de Harvard, Graham Alisson, fala de uma possível guerra entre os Estados Unidos e a China. No vídeo, Allison fala do projeto do poder chinês, para chegar em 2049 como a potência dominante em tudo: tecnologia, economia e guerra. Mas a prescrição para a paz de Alison não é convincente, para mim.

A China planeja dominar o mundo em todos os aspectos e Alison acha que a criação de algo como a ONU pode ajudar.

Não, acho que não.

A China não quer conversa com quem se rebaixa a ela, ver o Papa Francisco.

Enquanto isso, o cardeal Zen, que tanto lutou contra o acordo Vaticano-China, foi premiado nos Estados Unidos com a medalha Truman-Reagan da Liberdade e se encontrou com a ativista chinês cego Chen Guangdeng, que fugiu de uma prisão chinesa, com a ajuda de sua esposa e recebeu asilo nos Estados Unidos. Chen lutava contra a terrível política de aborto chinesa.

Acho que Zen e Chen têm muito a ensina para o professor de Harvard.


quinta-feira, 21 de março de 2019

Bispo Schneider Sobre Destituir um Papa por Heresia


O bispo Athanasius Schneider, estrela entre os conservadores católicos, escreveu um texto para o Rorate Caeli sobre a possibilidade de se retirar um papa que pratica heresia.

O texto está sendo fonte de debate internacional.

Em resumo, ele acha impraticável e sem base histórica, destituir um papa como herético e que isso provocaria um cisma na Igreja. Mesmo que "a cruz de um papa herético - mesmo quando é de duração limitada - é a maior cruz imaginável para toda a Igreja." Mas diz que os cardeais e leigos devem se levantar e proclamar a fé firmemente quando diante de um papa herético. No fim, pede mudança canônica para evitar que papa cometa heresias durante ofício.

Aqui vai a tradução rápida de algumas partes do que Schneider escreveu:

1) Até agora, nem um papa nem um Concílio Ecumênico fizeram pronunciamentos doutrinários relevantes nem emitiram normas canônicas vinculantes sobre a eventualidade de como lidar com um papa herético durante o período de seu ofício.

2) Não há exemplo histórico de papa perder seu ofício por acusação de heresia. Os papas considerados heréticos foram assim considerados após cumprirem seus pontificados.

3) O papa Honório I, considerado herético postumamente, era falível, era um herege, precisamente porque ele não declarou autoritariamente a tradição petrina da Igreja Romana. Para essa tradição, ele não fez nenhum apelo, mas apenas aprovou e ampliou uma doutrina errônea. Mas uma vez desmentida por seus sucessores, as palavras do Papa Honório I eram inofensivas contra o fato da inerrância na Fé da Sé Apostólica.

4) Os papas foram depostos várias vezes por poderes seculares ou por clãs criminosos. Isso ocorreu especialmente durante a chamada idade das trevas (séculos X e XI), quando os imperadores alemães depuseram vários papas indignos, não por causa de sua heresia, mas por causa de sua escandalosa vida imoral e seu abuso de poder. No entanto, eles nunca foram depostos de acordo com um procedimento canônico, uma vez que isso é impossível por causa da estrutura divina da Igreja. O papa obtém sua autoridade diretamente de Deus e não da Igreja; portanto, a Igreja não pode depô-lo, por qualquer motivo.

5) É um dogma de fé que o papa não pode proclamar uma heresia ao ensinar ex cathedra. Esta é a garantia divina de que as portas do inferno não prevalecerão contra a cátedra veritatis, que é a Sé Apostólica do Apóstolo São Pedro. Dom John Chapman, especialista em investigar a história da condenação do Papa Honório I, escreve: “A infalibilidade é, por assim dizer, o ápice de uma pirâmide. Quanto mais solenes as declarações da Sé Apostólica, mais podemos estar certos de sua verdade. Quando atingem o máximo de solenidade, isto é, quando são estritamente ex cathedra, a possibilidade de erro é totalmente eliminada.

6) Se um papa se espalha erros doutrinais ou heresias, a estrutura divina da Igreja já oferece um antídoto: os clérigos e os leigos pelo sensus fidei reagem. O fator numérico não é decisivo. É suficiente alguns bispos proclamando a integridade da Fé e corrigindo assim os erros de um papa herético. É suficiente que os bispos instruam e protejam seu rebanho dos erros de um papa herético e seus sacerdotes e os pais de famílias católicas farão o mesmo. Além disso, como a Igreja é também uma realidade sobrenatural e um mistério, um organismo sobrenatural único, o Corpo Místico de Cristo, bispos, sacerdotes e fiéis leigos - além de correções, apelos, profissões de fé e resistência pública - necessariamente também precisam fazer atos de reparação à Majestade Divina e atos de expiação pelos atos heréticos de um papa. De acordo com a Constituição dogmática Lumen gentium (cf. n. 12) do Concílio Vaticano II, todo o corpo de fiéis não pode errar em questões de crença, quando dos Bispos até o último dos fiéis leigos eles demonstram acordo universal em questões de fé e moral. Mesmo se um papa está espalhando erros teológicos e heresias, a fé da Igreja como um todo permanecerá intacta por causa da promessa de Cristo sobre a assistência especial e presença permanente do Espírito Santo, o Espírito da verdade, em Sua Igreja ( cf. João 14: 17; 1 João 2: 27).

7) Quando por uma inescrutável permissão de Deus, num momento determinado da História e num caso muito raro, um papa espalha erros e heresias através do seu Magistério diário ou ordinário e não infalível, a Providência Divina desperta ao mesmo tempo o testemunho de alguns membros da Igreja. o colégio episcopal e também dos fiéis, a fim de compensar as falhas temporais do Magistério Pontifício. Há que dizer que tal situação é muito rara, mas não impossível, como a História da Igreja provou. A Igreja é de fato um único corpo orgânico, e quando há um fracasso e uma falta na cabeça do corpo (o papa), o resto do corpo (os fiéis) ou partes eminentes do corpo (os bispos) suplementam o corpo temporário. Falhas papais. Um dos exemplos mais famosos e trágicos de tal situação ocorreu durante a crise ariana no século IV, quando a pureza da fé foi mantida não tanto pela ecclesia docens (papa e episcopado), mas pela ecclesia docta (fiel), como o Beato John Henry Newman afirmou.

8)  teoria ou opinião teológica de que um papa herético pode ser deposto ou perder o cargo era estranha ao primeiro milênio. Originou-se apenas na Alta Idade Média, numa época em que o papa-centrismo chegou a um elevado ponto, quando inconscientemente o papa foi identificado com a Igreja como tal.

9) A opinião, que diz que um papa herético ipso facto perde seu ofício, tornou-se uma opinião comum a partir da Alta Idade Média até o século XX. Continua sendo uma opinião teológica e não um ensinamento da Igreja e, portanto, não pode reivindicar a qualidade de um ensinamento constante e perene da Igreja como tal, uma vez que nenhum Conselho Ecumênico e nenhum papa apoiaram explicitamente tal opinião. A Igreja, no entanto, condenou um papa herético, mas apenas postumamente e não durante o mandato de seu ofício. Mesmo que alguns dos Santos Doutores da Igreja (por exemplo, São Roberto Belarmino, São Francisco de Sales) tivessem tal opinião, isso não prova sua certeza ou o fato de um consenso doutrinário geral. 

10) A teoria - depondo um papa herético ou a perda de seu ofício ipso facto por causa da heresia - é apenas uma opinião teológica, que não preenche as categorias teológicas necessárias de antiguidade, universalidade e consenso (semper, ubique, ab omnibus).

11) A Igreja sempre ensinou que mesmo uma pessoa herética, que é automaticamente excomungada por causa de heresia formal, pode validamente administrar os sacramentos e que um padre herege ou formalmente excomungado pode, em um caso extremo, exercer até mesmo um ato de jurisdição ao transmitir a um penitente. absolvição sacramental. As normas da eleição papal, que foram válidas até Paulo VI inclusive, admitiram que mesmo um cardeal excomungado poderia participar da eleição papal e ele mesmo poderia ser eleito papa.

12) A teoria ou opinião teológica que permite a deposição de um papa herético ou a perda de seu ofício ipso facto por causa da heresia é, na prática, impraticável. Se fosse aplicado na prática, criaria uma situação semelhante à do Grande Cisma, que a Igreja já experimentou desastrosamente no final do século XIV e início do século XV. De fato, haverá sempre uma parte do colégio dos Cardeais e uma parte considerável do episcopado mundial e também dos fiéis que não concordarão em classificar um erro concreto do papa (erros) como heresia formal (heresias) e conseqüentemente eles continue a considerar o papa atual como o único papa legítimo.

13) A tentativa de destruir um papa herético a qualquer custo é um sinal de todo comportamento humano que, em última análise, reflete uma falta de vontade de suportar a cruz temporal de um papa herético. Talvez também reflita toda a emoção humana de raiva. De qualquer forma, oferecerá uma solução demasiadamente humana e, como tal, é algo semelhante ao comportamento na política. A Igreja e o Papado são realidades que não são puramente humanas, mas também divinas. A cruz de um papa herético - mesmo quando é de duração limitada - é a maior cruz imaginável para toda a Igreja.

14) Outro erro na intenção ou na tentativa de destituir um papa herético consiste na identificação indireta ou subconsciente da Igreja com o papa ou em fazer do papa o ponto focal da vida cotidiana da Igreja. Isso significa, em última análise e subconscientemente, um retorno ao ultramontanismo doentio, ao papa-centrismo e à papolatria, ou seja, um culto à personalidade papal. Houve, de fato, períodos na história da Igreja, quando por um considerável período de tempo a Sé de Pedro estava vaga. Por exemplo, de 29 de novembro de 1268 a 1 de setembro de 1271, não havia papa e, naquele tempo, também não havia nenhum antipapa. Portanto, os católicos não devem tornar o papa e suas palavras e ações seu ponto focal diário.

15) Pode-se deserdar crianças de uma família. No entanto, não se pode deserdar o pai de uma família, por mais culpado ou monstruoso que ele se comporta. Esta é a lei da hierarquia que Deus estabeleceu mesmo na criação. O mesmo se aplica ao papa, que durante o mandato do seu ofício é o pai espiritual de toda a família de Cristo na terra. No caso de um pai criminoso ou monstruoso, as crianças têm que se retirar dele ou evitar o contato com ele. No entanto, eles não podem dizer: "Elegeremos um novo e bom pai de nossa família". Seria contra o senso comum e contra a natureza. O mesmo princípio deve ser aplicado, portanto, à questão da deposição de um papa herético.

16) Propõe mudanças no Código Canônico estipulado por um  Papa ou um Concílio sobre a situação de um papa herético: 
* Um papa não pode ser deposto em qualquer forma e por qualquer motivo, nem mesmo por motivo de heresia.
*Cada recém-eleito papa ao entrar em seu ofício é obrigado em virtude de seu ministério como o supremo professor da Igreja a fazer o juramento de proteger todo o rebanho de Cristo dos perigos das heresias e evitar em suas palavras e ações qualquer aparência de heresia em conformidade com o seu dever de fortalecer em fé todos os pastores e fiéis.
* Um papa que está espalhando erros teológicos óbvios ou heresias ou ajudando na disseminação de heresias por suas ações e omissões deve ser obrigatoriamente corrigido de forma fraternal e privada pelo Decano do Colégio dos Cardeais.
* Após as correções privadas malsucedidas, o decano do Colégio de Cardeais é obrigado a tornar pública sua correção.
* Juntamente com a correção pública, o decano do Colégio dos Cardeais deve fazer um apelo pela oração do papa para que ele recupere a força para confirmar inequivocamente toda a Igreja na Fé.
* Ao mesmo tempo, o decano do Colégio dos Cardeais deveria publicar uma fórmula de uma Profissão de Fé, na qual seriam rejeitados os erros teológicos que o papa ensina ou tolera (sem necessariamente nomear o papa).
* Se o decano do Colégio dos Cardeais omitir ou deixar de fazer a correção, o apelo à oração e a publicação de uma profissão de fé, qualquer cardeal, bispo ou grupo de bispos deveria fazer isso e, se até os cardeais e os bispos omitem ou deixam de fazer isso, qualquer membro dos fiéis católicos ou qualquer grupo de fiéis católicos deve fazer isso.
* O decano do Colégio de Cardeais ou um cardeal, ou um bispo ou um grupo de bispos, ou um fiel católico ou um grupo de fiéis católicos que fizeram a correção, apelam à oração, e a publicação da Profissão de Fé não pode ser sujeito a quaisquer sanções canônicas ou penalidades ou acusado de desrespeito ao papa por este motivo.

17) Defendeu que o papa faça profissão de fé quando for eleito.

18) O ato de depor um papa por causa de heresia ou a declaração da vaga da cátedra papal por causa da perda do papado ipso facto em nome de um papa herético seria uma novidade revolucionária na vida da Igreja, e isso em relação a uma questão muito importante da constituição e da vida da Igreja. A pessoa tem que seguir em um assunto tão delicado - até mesmo se for de natureza prática e não estritamente de doutrina - o caminho mais seguro (via tutior) do senso perene da Igreja. Não obstante o fato de que três Conselhos Ecumênicos sucessivos (o Terceiro Concílio de Constantinopla em 681, o Segundo Concílio de Nicéia em 787 e o Quarto Concílio de Constantinopla em 870) e o Papa São Leão II em 682 terem excomungado o Papa Honório I por heresia, eles nem sequer implicitamente declararam que Honório eu tinha perdido o papado ipso facto por causa da heresia. De fato, o pontificado do Papa Honório I foi considerado válido mesmo depois de ter apoiado a heresia em suas cartas ao Patriarca Sérgio em 634, já que reinou depois disso por mais quatro anos até 638.

19) O seguinte princípio, formulado pelo papa Santo Estêvão I (+257), embora em um contexto diferente, deve ser uma diretriz no tratamento da questão altamente delicada e rara de um papa herético: “Nihil innovetur, nisi quod traditum est”, ie, “ Que não haja inovação além do que foi transmitido ”.


quarta-feira, 20 de março de 2019

O Pior Papa da História?


Acima, vocês têm alguns dos livros que ficaram renomados no mundo e que são bem críticos ao Papa Francisco.

O meu próprio e-book (capa abaixo) que foi lançado recentemente menciona alguns desses livros e pode ser incluído na lista, apesar, claro, de não ser renomado como os outros.


Relembro todos esses livros porque Dr. Peter Kwasniewski, doutor em filosofia pela Catholic University of America, escreveu um artigo ontem no site Life News no qual defendeu que o Papa Francisco é o papa mais problemático da história da Igreja.

É uma afirmação bastante ousada. Como eu falo no prólogo do meu livro, já tivemos realmente péssimos papas: ladrões, praticantes de simonia, acusados de serem sodomistas, corruptos, mentirosos e até heréticos.

Mas acho que se pode defender que o Papa Francisco é o pior papa da história se a crítica se concentra na imensa fraqueza teológica e doutrinária do Papa Francisco, por vezes ele realmente parece desprezar o cristianismo e chega a defender a "heresia das heresias". Na frente do Papa Francisco, os papas que foram acusados de heréticos podem ser considerados santos.

No artigo, Dr. Peter não detalha por que ele considera o Papa Francisco como o mais problemático papa de toda a história. Ele apenas aponta alguns problemas  (modernismo, esquerdismo, péssima liturgia, paixões carnais) do pontificado e apresenta a "montanha imensa de livros" que critica o Papa Francisco. Além disso, Dr. Peter condena aqueles que negam que há uma crise.

Vejam aqui parte do que disse Dr. Peter Kwasniewski.

Six years in, Francis has shown himself to be the most troubling pope in history


March 19, 2019 (LifeSiteNews) – If a picture is worth a thousand words, then the photomontage above tells quite a tale, on this, the sixth anniversary of Pope Francis’s papal inauguration on March 19, 2013.
The photomontage above puts before us an unprecedented number and variety of book-length critiques published over the past few years, documenting the doctrinal aberrations and failures of Pope Francis, which are cause for the greatest alarm and the most fervent prayer and penance. We pray that where sin abounds, grace will abound the more. 
Meanwhile, we know that the evils under which we suffer must be temporary; the only states that last forever are heaven and hell, which are not of this world. We may also take comfort and courage in the knowledge that God will not be mocked, but has already prepared in His eternal wisdom the doom that will come upon those who lift themselves above their humble status as successors, not replacements, of the apostles: “As for your terribleness, the pride of your heart has deceived you, O dweller in the clefts of the rock, holding the height of the hill. Though you should make your nest as high as the eagle, I will bring you down from there, says the Lord” (Jer 49:16). 
To high-ranking prelates enjoying favor, influence, and power, the prophet cries out: “You also, O madmen, shall be brought to silence; the sword shall pursue you” (Jer 48:2)—be it the sword of civil authorities or the sword of inevitable death.
A sword against the oracle priests, that they may become fools! A sword against her mighty men, that they may be destroyed! … For it is a land of images, and they are mad over idols. Therefore wild beasts shall dwell with hyenas in Babylon, and ostriches shall dwell in her. (Jer 50:36–39 ESV)
The “land of images” might call to mind disturbing light shows on the façades of Roman churches; madness over idols calls to mind the frenetic chasing after the “values” of European liberalism, the abstract “ideals” of modernism, and the “cult” of liturgical change. The “wild beasts,” those who live by their carnal passions; the “hyenas,” those who make incessant noise about progress; the “ostriches,” those who bury their heads in the sand denying that there is a crisis—all these will find themselves cast off to Babylon. It is only a matter of time.
An infallible law of the moral order guarantees, and the world’s history copiously illustrates, that evil necessarily consumes itself, and its protagonists end up destroying each other: “The mighty man has stumbled against the mighty; they have fallen both of them together” (Jer 46:12). The mountain of literature critical of the Bergoglio pontificate and curia offers a somber witness, for our time and for future ages, to the inundation of wickedness in high places, and urges us to persevere in the Christian battle against the world, the flesh, and the devil.

terça-feira, 19 de março de 2019

Arcebispo Chullikatt, ex-Representante da ONU, Acusado de Corrupção para Sustentar Relacionamento com Mulher


Convive o bastante com diplomatas e representantes de países.  A impressão que sempre tive é que eles vivem demais entre festas e salamaleques. Alguém que representa Cristo deve rezar o triplo para não se influenciar pelo poder e suas benesses econômicas e até sexuais.

Agora é noticiado que o ex-representante do Vaticano na ONU, o Observador Permanente da Santa Sé, arcebispo indiano Francis Chullikatt, teve relacionamentos amorosos com uma mulher, ao ponto de mandar diversas vezes mensagens com conteúdos sexuais para seus funcionários de forma equivocada (e ter de trocar de celular várias vezes) e também é acusado de cortar os salários de padres e leigos para sustentar financeiramente a mulher que tinha relacionamento. Os cortes de salários eram feito de forma arbitrária, por vezes deixando a pessoa sem qualquer recursos.

O Vaticano foi noticiado em detalhes das ações de Chullikatt em dezembro de 2013, mas nada fez. Ele se manteve no poder até junho de 2014, depois conseguiu ser nomeado núncio apostólico no Cazaquistão. Isso é, as denúncias não surtiram nenhum efeito.


Vejam parte do texto do Catholic News Agency.

Vatican diplomat accused of corruption and 'romantic' relationship while at UN


segunda-feira, 18 de março de 2019

Secretário Geral da ONU, em Defesa do Aborto e da Ideologia de Gênero, Ataca Trump.


Secretário-geral da ONU, instituição que depende financeiramente dos Estados Unidos, ataca o presidente Trump para defender o aborto e a ideologia do gênero. O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, acha que defender a vida e defender que a mulher é mulher e o homem é homem, é ser retrógrado.

Enquanto isso, o Papa Francisco junto com países europeus abortistas apoiam a agenda UN 2030?

Pois é, esse é o mundo que vivemos atualmente. De que lado está o Brasil?

Vejam o texto da organização C-FAM (organização católica que luta pela vida e pela família tradicional dentro da ONU, comandada pelo grande Austin Ruse).

Secretary General Launches Attack on Trump Administration

By  | March 15, 2019

NEW YORK, March 15 (C-Fam) The buzz phrase at UN headquarters this week was “pushback against the pushback.” It refers to, among other things, U.S. resistance to international abortion policies. The phrase was coined by Secretary General Antonio Guterres.
Power is not given, it is taken,” said Guterres in revolutionary style during a crowded Townhall meeting with feminists at UN headquarters on Tuesday.
“That is why we must pushback against the pushback,” he explained. Guterres repeated the phrase in several public speeches this week and specifically emphasized “the ongoing battle for reproductive rights,” lamenting several countries adopting “backward legislation.”
Guterres’ rhetoric is not just a way to pander to the several thousand feminists gathered at UN headquarters for the annual UN Commission on the Status of Women. It is required if he hopes to win a second term as Secretary-General with the support of France and Great Britain, both permanent members of the Security Council and promoters of abortion.
He is also sending a message to UN member states about the negotiations of the final agreement of the conference.
The United States is once again challenging the use of abortion-related terms like “sexual and reproductive health” and “reproductive rights” in negotiations that resumed yesterday at UN headquarters and will continue through next week. The working draft of the agreement contained over one dozen paragraphs mentioning the controversial terms.
And the U.S. is also opposing ambiguous references to “gender” that could refer to men who identify as women or LGBT issues instead of women and girls.
In a statement in the main session of the Commission today, U.S. Ambassador for UN Reform Cherith Norman Chalet took a swipe at gender ideology.
“Let’s be clear – we are not about gender jargon. Today, here at the Commission on the Status of Women, we are about women. Women and girls. The life of all women and girls,” Chalet said.
Chalet also reiterated the Trump administration’s commitment to the protection of life by condemning sex-selective abortion.
“The United States is also committed to protecting the precious gift of life, including the protection of baby girls who would have been aborted, merely because they are female,” she added.
The Trump administration has opposed the use of abortion-related terms in UN agreements with increasing frequency over his first two years in office. This position is consistent with the Mexico City Policy, a Republican policy that prohibits USAID from giving U.S. taxpayer funds to groups the perform or promote abortion.
The UN system aggressively campaigns for abortion and UN agencies work with groups that perform and promote abortion, all under the rubric of ensuring access to “sexual and reproductive health.” U.S. support for UN agreements that use these terms in the UN context undermines the objective of the Mexico City Policy of depriving abortion groups of U.S. taxpayer support.
Many developing countries are now faced with the dilemma of siding with the United States, the single largest aid donor, or with European nations, the largest overall aid donor collectively.
Europeans are in favor of using abortion-related terms in UN policy and lobby capitals all around the world to oppose the Trump administration’s pro-life international efforts, including through a multi-lateral campaign known as “She Decides.”
The campaign is a direct attack on the Mexico City Policy and a constant rebuke to U.S. foreign policy. It has collected over six hundred million U.S. dollars to bailout abortion groups that lost funding through the Mexico City Policy.
The European and other sponsors of the “She Decides” campaign gathered at UN headquarters on Tuesday to take stock of the initiative.
The French Minister of Gender, Marlene Schiappa, did not hide her contempt for U.S. pro-life policy. “It’s a crime to prevent a woman from having access to abortion,” she said.
It is possible that, as has happened in past years, no agreement will be reached by next Friday because of polarization surrounding issues like abortion and LGBT rights. In that case, Irish ambassador to the UN, Geraldine Byrne Nason, who is presiding the work of the Commission for the second year in a row, may propose her best attempt at an agreement.




quarta-feira, 13 de março de 2019

E-book: Quem é o Papa Francisco?




Aprenda passo a passo, desde 2013, sobre quem é o Papa Francisco e como é o seu pontificado.

Lanço hoje meu e-book, sobre o pontificado do Papa Francisco, no dia que esse pontificado completa 6 anos. O objetivo do e-book é colocar as ações e palavras do Papa Francisco diante do leitor.

O nome do livro é Papa Francisco: dos Sapatos Pretos à Heresia? - Reporte Diário. 

O e-book custa 4 dólares, menos de 15 reais. Comprem na Amazon, clicando aqui.

Será fake news aquilo que falam dele? Será um Papa misericordioso e amoroso? Será herético?

Abaixo vai parte do texto que está no Prólogo do livro e também um minha biografia.





- Parte do Prólogo

Como deve ser feita uma “crítica filial” (crítica respeitosa) a um papa? Além de ser respeitoso, acho que se ater aos fatos é a melhor estratégia. É o melhor caminho para se evitar argumentos baseados em simples opinião e também para se afastar falácias. Como lembrou o cardeal Brandmüller, ao ser perguntado se Bento XVI tinha realmente renunciado: de internis non iudicat praetor (um juiz não julga coisas internas, subjetivas, julga apenas fatos). Papas são homens, sendo assim eles erram. As questões que surgem devem se restringir ao grau e ao volume desses erros factuais.
Não devemos colocar na conta do Espírito Santo a má escolha de um papa, há imensa liberdade para escolha errada, como disse Bento XVI. Inúmeros papas foram controversos, desde que São Pedro negou Cristo três vezes, mesmo entre os que foram canonizados. Além de papas controversos, a Igreja aceita que já existiram papas péssimos e até heréticos. Dentre esses péssimos e heréticos, os mais reconhecidos como tais são Libério (323-366), Honório I (625-638), Estevão VI (896-897), João XII (955-964), Bento IX (que conseguiu, por meio de simonia, ser papa por três períodos 1032-1044, 1045, 1047-1048), João XXII (1316-1334), Alexandre VI (1492-1503) e Leão X (1513-1521). Sendo que geralmente se nomeia Honório I e João XXII como heréticos. Papas podem errar de forma grave tanto em termos do magistério como em assuntos mundanos.
Clamo à Nossa Senhora para que os leitores deste livro não percam a fé na Igreja e sim que eles a reforcem. Eles devem saber que apesar de a Igreja ter momentos terríveis, a Igreja os supera para continuar sendo a mais antiga instituição do mundo e a mais caridosa. Como disse um dos maiores especialistas sobre a história dos papas, Eamon Duffy, a história do papado é a história de uma das mais extraordinárias instituições da humanidade. Essa história se relaciona com todos os aspectos da humanidade – vida, morte, família, capitalismo, socialismo, arte, paz, guerra, etc. No imenso período de presença da Igreja, como o escritor inglês Chesterton lembrou, o cristianismo morreu várias vezes e ressuscitou, “porque ele tem um Deus que sabe a maneira de sair do túmulo”. Os leitores também devem saber que a Igreja não se sustenta só nos ombros do papa e dos clérigos, mas também nos ombros dos leigos. No seu livro, Bennett assinalou que nos piores momentos da Igreja, os leigos católicos brilharam mais na defesa do cristianismo.
Quem é o Papa Francisco? Alguns autores já o definiram como papa misericordioso, outros como papa político, outros como ditador, outros como peronista, outros como comunista e outros como um papa que tentará mudar radicalmente a Igreja.
O filósofo e historiador argentino Antonio Caponnetto, que escreveu sobre o cardeal Jorge Bergoglio mesmo antes deste se tornar Papa Francisco, declarou no final de 2018 que Francisco é como se fosse o líder das igrejas condenadas no Apocalipse, ele é “apóstata, herege, blasfemo, sacrilégio e traiçoeiro”. Caponnetto afirmou que o Papa não tem princípios, era capaz de negar a existência do demônio e em seguida pedir que os fiéis rezassem contra o demônio que invadiu a Igreja.  Caponnetto deu sua opinião. Mas ele também disse que tudo isso pode ser provado “passo a passo”.
Caponnetto usa palavras bem fortes contra seu conterrâneo no Vaticano que ele conhece há bastante tempo. Será que Caponnetto é um inimigo de Bergoglio por conta de outras questões não relacionadas ao magistério da Igreja? Será ele alguém querendo aparecer em um momento de confusão dentro da Igreja? Não sei.
Mas o objetivo deste livro é fazer esse “passo a passo” sugerido por Caponnetto. Procuro me apoiar em fatos, isto é, atos e palavras do Papa Francisco. Esse caminho pode jogar luz na verdade sobre o pontificado de Francisco. Acompanhei diariamente as palavras e as ações do Papa Francisco desde o início do seu pontificado e também li o que teólogos, pensadores e clérigos comentaram sobre o seu pontificado, além de notícias relacionadas ao pontífice. 

- Resumo biográfico

Pedro Erik Carneiro tem PhD em Relações Internacionais e possui certificados de teologia pelo New Saint Thomas Institute dos Estados Unidos.
É professor há mais de 15 anos. Atualmente ministra aulas no Centro Universitário Unieuro e na Escola de Administração Fazendária e trabalha no Ministério da Economia do Brasil. Tem artigos publicados no Brasil e no exterior sobre diversos assuntos, como finanças internacionais, meio ambiente, terrorismo islâmico e literatura.

Possui dois livros publicados no Brasil, sendo um sobre guerra justa (Teoria e Tradição da Guerra Justa: do Império Romano ao Estado Islâmico, 2016, editora Vide Editorial) e outro sobre comércio exterior (Perspectivas do Comércio Exterior do Brasil em um Mundo Caótico e sem Vantagem Comparativa, 2017, Editora Prismas), além de ter organizado o livro Temas para o Comércio Exterior (também Editora Prismas, 2017) que contou com a colaboração de economistas do Ministério da Economia e do Banco Mundial. Em literatura, Dr. Pedro Erik publicou em 2018 o artigo God and the Dystopias no Journal of Academic Perspectives (Volume 2018, No.1), que trata de literatura distópica e teologia.