quarta-feira, 22 de maio de 2019

O Partido de Bergoglio


O renomado escritor católico italiano Antonio Socci, autor do livro Il Secreto di Benedetto XVI, escreveu esta semana que os inimigos políticos do vice-primeiro ministro Matteo Salvini, na Itália, identificaram quem é o líder do partido deles. O líder não nem italiano e é líder de um país estrangeiro: Jorge Bergoglio, o Papa Francisco.

Recentemente, Salvini discursou pedindo proteção aos santos patronos da Europa: Santa Catarina de Siena, Santa Brigida da Suécia, São Bento de Núrsia, Santo Cirilo, São Metódio e Santa Teresa Bendita da Cruz (Edith Stein). Salvini também pediu a proteção de Nossa Senhora e beijou o terço.

O Vaticano detestou e muitos apoiadores do Papa atacaram Salvini.

O Papa Francisco aperta a mão e recebe todos os ateus, comunistas, abortistas, islâmicos, etc. mas jurou que não ia apertar a mão, nem receber Salvini. E sempre discursa contra as políticas defendidas por Salvini.

Ontem, houve uma tentativa fracassada de consagração de Nossa Senhora no Brasil, no qual Bolsonaro pareceu recuar de assumir essa consagração e deixou os católicos atônitos.

Em todo caso, o texto de Socci menciona Bolsonaro também como inimigo de Bergoglio, assim como Trump, (EUA), Macri (Argentina) e Ivan Duque (Colômbia).

O texto termina dizendo que o pontificado de Francisco marcou queda do número de católicos na Itália. Nos últimos cinco anos, temos 7% a menos de católicos nas Itália.

E que o povo da Itália, entre o Papa Francisco e Salvini, sabe quem é o católico: Matteo Salvini.

E sabe quem é o político: Bergoglio.

A maior parte do texto de Socci é falando das "coisas do céu" que Bergoglio despreza em favor da política.

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Ah, um detalhe. Estava eu cansado segunda-feira à noite e resolvi assistir algo sobre futebol (sempre me relaxa porque meu cérebro não funciona), daí o comentarista Luiz Roberto resolveu falar mal de Salvini, disse que a "Itália é ótima apesar do Salvini". Putz, tive que desligar a televisão.






segunda-feira, 20 de maio de 2019

"França Não É dos Franceses" . Gritam Ilegais no Aeroporto Charles De Gaulle



O site Voice of Europe noticia que cerca de 500 imigrantes ilegais fazem hoje manifestação no aeroporto Charles de Gaulle (vídeo acima). Esses imigrantes costumam gritar: "França não é dos franceses, todo mundo tem direito de morar aqui". A manifestação foi oragnizada por um grupo chamado La Chapelle Debout, cujos membros se vestem de coletes pretos. Eles desejam que a França aceitem todos os imigrantes e atacam a Air France por levar os deportados.

Vejam texto do Voice of Europe.

Hundreds of illegal migrants from Africa stormed Paris’s main airport and occupied an entire terminal on Sunday, demanding to meet with the country’s prime minister.
Footage posted on Twitter shows the roughly 500 migrants chanting in Terminal 2 of the Charles de Gaulle airport as about a dozen police officers in tactical gear look on, the NY Post reports.
France does not belong to the French! Everyone has a right to be here!” one person can be heard yelling into a loudspeaker.
The protest was organized by the migrant support group “La Chapelle Debout”, which said their members call themselves “Black Vests.”
The group comes amid the country’s months-long “Yellow Vests movement” over tax reforms; French citizens are required to carry yellow vests in their vehicles for emergencies.
In an official statement, the group asked to meet with Prime Minister Edouard Philippe over the country’s asylum policy and the leaders of Air France.
They demanded that the airline “stop any financial, material, logistical or political participation in deportations.”
Later Sunday, an Air France delegation met with the group, a member told local newspaper Le Parisien.
A migrant who took part in the protest warned it wouldn’t be the last.
“We have targeted Air France, and other actions will follow,” he told the paper.
The protest shut down the terminal, though airport operator “Aeroports de Paris” said no flights had been affected.


sexta-feira, 17 de maio de 2019

John Rist: Por Que Assinei a Carta Acusando o Papa de Heresia.


John Rist (foto acima), grande filósofo inglês, especialista em ética clássica (autor de inúmeros livros sobre ética e moral), é um dos mais renomados signatários da carta de teólogos e estudiosos que acusou o Papa Francisco de heresia.

Ele deu uma entrevista para o National Catholic Register,e  nessa entrevista ele responde a muitas perguntas que devem estar na sua cabeça sobre essa carta.

Muito interessante é que ele ver o momento atual muito parecido com a disputa sobre a heresia do arianismo do século IV que levou muito tempo e muita dor para ser resolvida.

Relato abaixo o que ele disse.

1) Rist disse que houve muitas tentativas vãs de pedidos para o Papa corrigir seus erros e ambiguidades, não sobrou outra alternativa a não ser uma acusação contra ele;

2) Ele acha que a carta não alcançará seu objetivo a curto prazo, pois o papa sempre pode se abrigar atrás do silêncio, e há uma mentalidade servil entre o episcopado (e muitos outros, até mesmo os comentaristas conservadores), que ficam cheios de escrúpulos para criticar um papa. Tais comentaristas conservadores adotaram a ideia de que se deve defender o que o Papa diz e não o que a Igreja defende há milênios;

3) Ele diz que não organizou a carta, talvez trocasse um ou outro termo usado, Mas aceitou a abordagem geral da carta e viu que era essencial neste momento. Ele duvida que um documento possa ser escrito, no qual todos concordariam com todo o texto: isto é, a menos que fosse tão insípido a ponto de ser inútil;

4) Para as críticas de que a carta foi agressiva, ele responde que quem diz isso só pode querer desviar a atenção das principais preocupações: que o papa esteja deliberadamente usando a ambiguidade para mudar a doutrina e que a atitude que ele adota em sua nomeações indica que está fora de compaixão ( para dizer o mínimo) com ensinamentos católicos tradicionais sobre toda uma série de assuntos. Debate sobre "extremismo", etc parece brincar enquanto Roma queima; o que isso mostra é que mesmo muitos conservadores não querem entender a gravidade de uma situação em que o papa parece inclinado a transformar a Igreja em uma ONG vagamente espiritualmente saborosa.

5) Sobre a crítica de que os signatários não estão em posição de acusar o papa de heresia, pois não são bispos, Rist responde que o que a carta faz é justamente conclamar os bispos. Os signatários não estão em condições de condenar um papa de heresia; eles estão em posição de "processar" a acusação, e nós julgamos que era nosso dever fazê-lo. A carta é primária e imediatamente um desafio para os bispos agirem em vez de ignorar ou lavar as mãos.

6) Sobre a crítica de que ainda não é possível condenar o papa de heresia formal, apenas seria possível de acusá-lo de promover heresias ou de ter tendências heréticas, Rist responde os bispos são conclamados a avaliar, que ele não é canonista, nem juiz. Mas ele é alguém que acha que o Papa pode reconhecer uma heresia intencional nas suas palavras e suas ações confirmam essas heresias.

7) Sobre a crítica de que os signatários não são graduados em eclesiologia e que eles não conseguiram provar que o Papa é um "herético obstinado", Rist lembrou que Santa Caterina de Siena (que é famosa por critica veemente um papa) tem apenas doutorado "honorário" pela Igreja e que os apóstolos não tinha formação universitária nenhuma.

8) Sobre a questão de que a carta pode estimular o sedevacantismo, Rist responde isso seria realmente um triste efeito, mas não justifica a inação. A eleição do Papa Francisco parece que não foi canônica (pelo uso de combinação de votos da máfia St. Gallen), mas no passado também houve eleições desonestas. Não há justificativa para o sedevacantismo.

9) Rist foi perguntado sobre qual período da história da Igreja, ele acha que o atual momento mais lembra. Ele disse que à primeira vista, pode parecer haver semelhanças específicas entre a situação atual e a rebelião de Lutero. Em ambos os casos, tivemos uma ênfase excessiva em uma versão tendenciosa do ensino tradicional. Lutero falou erroneamente sobre sola fides (salvo somente pela fé) - ao invés dos tradicionais fides caritate formata (fé expressada através do amor) - enquanto os teólogos alemães e romanos atuais lidam com sola misericordia (salvo apenas pela misericórdia) sem atenção para o fato que Jesus chamou para a conversão. Mas em nosso caso atual, uma desconsideração deliberada dos ensinamentos registrados de Jesus sobre o “novo casamento” enquanto um cônjuge ainda está vivo implica ou que Jesus realmente não disse o que é relatado sobre ele ou que seus ensinamentos passaram a data de validade. Isto estaria de acordo com alguma explicação hegeliana da verdade; entretanto, esse cenário implica uma negação da autoridade de ensino de Cristo e, portanto, de sua divindade. O que nos leva ao paralelo mais óbvio com a situação atual: o conflito ariano do quarto século.

Na medida em que a atual teologia germano-romana implica ou sugere a autoridade diminuída de Cristo, ela é ariana, não no sentido de um subordinationismo direto, já que agora a subordinação não surge da teologização dogmática, mas indiretamente da teologia moral. Além disso, enquanto Lutero foi logo expulso da Igreja, no nosso caso, assim como os arianos, é um assunto interno: bispo contra bispo, bispo contra papa (como Libério esteve por algum tempo nos tempos arianos). Como [o cardeal John Henry] Newman observou, o mundo acordou e se viu ariano. O que vamos encontrar quando acordarmos?

10) Sobre o que mais preocupa a ele depois da carta, Rist disse que o que mais é a contiunada ambiguidade do Papa que o faz escapar de acusações de heresias. O contínuo ato de fazer comentários ambíguos e contraditórios sobre questões fundamentais para a Igreja. Se tais ambiguidades / contradições fossem ocasionais, elas poderiam ser atribuídas - de acordo com o princípio canônico de benignidade - a “mera” confusão. A ambiguidade prolongada nessa escala exige que se chegue a uma conclusão mais triste: que existe um objetivo a ser alcançado com furtividade, o que não poderia ser alcançado por decretos abertos e inequivocamente não-católicos.

11) Rist terminou a entrevista com uma citação de Santo Agostinho do livro Cidade de Deus que diz que “Nós tendemos a evitar nossa responsabilidade quando devemos instruir e advertir [os malfeitores], às vezes até mesmo com severas críticas e censuras, seja porque a tarefa é cansativa ou porque temos medo de ofender, ou pode ser que nos afastemos incorrendo em sua inimizade, por medo de que eles possam nos atrapalhar e nos prejudicar em assuntos mundanos, em respeito ao que nós ansiosamente buscamos alcançar, ou do que nós fracamente tememos perder ”


Vejam toda a entrevista clicando aqui.


quinta-feira, 16 de maio de 2019

500 Anos de Aparições de Nossa Senhora


O National Geographic, usando os dados compilados por Michael O'Neil, que procura catalogar milagres (ele tem um site chamado Miracle Hunter), preparou um mapa espetacular com todas as aparições de Nossa Senhora, desde o Concílio de Trento de 1545, que definiu a doutrina para investigar as aparições de Nossa Senhora.

O Mapa divide as aparições entre: aceitas pelo Vaticano; aprovadas pelos bispos locais; para futuros santos; aprovadas como expressões de fé mas não ainda consideradas supernaturais; que são partes da tradição local mais ainda não investigadas e; não confirmadas.

Por vezes, uma aparição, como a de Guadalupe ou Fátima ou Lourdes ou de Nossa Senhora das Graças, se enquadram nos três primeiros tipos de aparições.

O mapa é fantástico.

A região da Europa possui tantas aparições que teve destaque especial.

Vejam todo o mapa clicando aqui no site National Geographic.

Aqui vai parte da imagem da Europa.



Rezemos pela intercessão de Maria na Igreja.

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Papa Responde o Dubia. Mas é Papa Bento XVI


Será que o Papa "emérito" tinha essa intenção?

Em um artigo chamado "O Dubia Foi Respondido", Elizabeth Micthell, diz que o Papa "emérito" Bento XVI respondeu às cinco questões do Dubia enviadas ao Papa Francisco em setembro de 2016, por quatro cardeais.

Temos quase três anos sem resposta de Francisco aos cardeais (fotos deles acima).

Mas Elizabeth diz que Bento XVI respondeu com "não, sim, sim, sim e sim" às questões do Dubia, que só pedem essas simples respostas.

Para ver as respostas, Elizabeth usou um texto longo de Bento XVI no qual ele trata dos casos de abusos sexuais na Igreja. Eu falei desse texto de Bento XVI aqui no blog no último dia 11 de abril.

Ainda aguardamos as respostas de Francisco, no entanto, o que é uma tragédia cruel contra os quatro cardeais que escreveram o Dubia (dois já faleceram desde 2016).

Vejamos as "respostas" do "emérito" capturadas por Elizabeth Mitchell:

In offering a three-part response to the crisis in the Church, he indirectly answers the five dubia that Cardinals Brandmüller, Caffarra, Meisner, and Burke presented years ago to Pope Francis. The pope emeritus fulfilled a duty that Pope Francis has not, namely, to maintain the bishops and all the faithful in the unity of the Church’s constant teaching on faith and morals.
What did the pope emeritus say?  He gives the Church and the world an unequivocal No, Yes, Yes, Yes, and Yes. Five questions, five answers:
Dubium One: It is asked whether, following the affirmations of “Amoris Laetitia” (nn. 300-305), it has now become possible to grant absolution in the Sacrament of Penance and thus to admit to Holy Communion a person who, while bound by a valid marital bond, lives together with a different person “more uxorio” (in a marital way) without fulfilling the conditions provided for by “Familiaris Consortio” n. 84 and subsequently reaffirmed by “Reconciliatio et Paenitentia” n. 34 and “Sacramentum Caritatis” n. 29. Can the expression “in certain cases” found in note 351 (n. 305) of the exhortation “Amoris Laetitia” be applied to divorced persons who are in a new union and who continue to live “more uxorio”?
Benedict’s response: No.  “We run the risk of becoming masters of faith instead of being renewed and mastered by the Faith.  Let us consider this with regard to a central issue, the celebration of Holy Eucharist.  Our handling of the Eucharist can only arouse concern. . . .What predominates is not a new reverence for the presence of Christ’s death and resurrection, but a way of dealing with Him that destroys the greatness of the Mystery. . . .The Eucharist is devalued into a mere ceremonial gesture when it is taken for granted that courtesy requires Him to be offered at family celebrations or on occasions such as weddings and funerals to all those invited for family reasons. . . .[I]t is rather obvious that we do not need another Church in our own design. Rather, what is required first and foremost is the renewal of the Faith in the Reality of Jesus Christ given to us in the Blessed Sacrament. . . .And we must do all we can to protect the gift of the Holy Eucharist from abuse.”
Dubium Two: After the publication of the Post-synodal Apostolic Exhortation “Amoris Laetitia” (cf. n. 304), does one still need to regard as valid the teaching of St. John Paul II’s Encyclical “Veritatis Splendor” n. 79, based on Sacred Scripture and on the Tradition of the Church, on the existence of absolute moral norms that prohibit intrinsically evil acts and that are binding without exceptions?
Benedict’s response: Yes.  “Pope John Paul II, who knew very well the situation of moral theology and followed it closely, commissioned work on an encyclical that would set these things right again. . . .It was published under the title Veritatis splendor. . .and did indeed include the determination that there were actions that can never become good. . . .He knew that he must leave no doubt about the fact that the moral calculus involved in balancing goods must respect a final limit.”
Dubium Three: After “Amoris Laetitia” (n. 301) is it still possible to affirm that a person who habitually lives in contradiction to a commandment of God’s law, as for instance the one that prohibits adultery (cf. Mt 19:3-9), finds him or herself in an objective situation of grave habitual sin (cf. Pontifical Council for Legislative Texts, Declaration, June 24, 2000)?
Benedict’s response: Yes.  “A society without God – a society that does not know Him and treats Him as non-existent – is a society that loses its measure. . . .Western society is a society in which God is absent in the public sphere and has nothing left to offer it. And that is why it is a society in which the measure of humanity is increasingly lost.  At individual points it becomes suddenly apparent that what is evil and destroys man has become a matter of course.”
Dubium Four: After the affirmations of “Amoris Laetitia” (n. 302) on “circumstances which mitigate moral responsibility,” does one still need to regard as valid the teaching of St. John Paul II’s Encyclical “Veritatis Splendor” n. 81, based on Sacred Scripture and on the Tradition of the Church, according to which “circumstances or intentions can never transform an act intrinsically evil by virtue of its object into an act ‘subjectively’ good or defensible as a choice”?
Benedict’s response: Yes.  “There are goods that are never subject to trade-offs. There are values which must never be abandoned for a greater value and even surpass the preservation of physical life. . . .God is (about) more than mere physical survival.  A life that would be bought by the denial of God, a life that is based on a final lie, is a non-life.”
Dubium Five: After “Amoris Laetitia” (n. 303) does one still need to regard as valid the teaching of St. John Paul II’s encyclical “Veritatis Splendor” n. 56, based on Sacred Scripture and on the Tradition of the Church, that excludes a creative interpretation of the role of conscience and that emphasizes that conscience can never be authorized to legitimate exceptions to absolute moral norms that prohibit intrinsically evil acts by virtue of their object?
Benedict’s response:  Yes. “The crisis of morality. . .was chiefly the hypothesis that morality was to be exclusively determined by the purposes of human action that prevailed. . . .Consequently, there could no longer be anything that constituted an absolute good, any more than anything fundamentally evil; (there could be) only relative value judgements.  There no longer was the (absolute good), but only the relatively better, contingent on the moment and on circumstances. . . .But there is a minimum set of morals which is indissolubly linked to the foundational principle of faith and which must be defended if faith is not to be reduced to a theory but rather to be recognized in its claim to concrete life.  All this makes apparent just how fundamentally the authority of the Church in matters of morality is called into question.  Those who deny the Church a final teaching competence in this area force her to remain silent precisely where the boundary between truth and lies is at stake.”
Benedict’s response ends the deafening silence with regard to the fundamental questions of faith addressed by the dubia. He answers them, clearly and unequivocally.  He knows the hour is late.
Benedict warns us that “the very faith of the Church” is being called into question.  “It is very important to oppose the lies and half-truths of the devil with the whole truth: Yes, there is sin in the Church and evil.  But even today there is the Holy Church, which is indestructible. . . .Today God also has His witnesses (martyres) in the world.  We just have to be vigilant to see and hear them.”

sexta-feira, 10 de maio de 2019

A Venda de Hóstias Sagradas na Internet - Satanismo e Simonia



Essa semana foi noticiado que o site de vendas online Etsy estava vendendo hóstias sagradas (imagem acima). Um terror para católicos, seria a venda do Corpo de Cristo.

O Life Site News entrevistou um padre exorcista sobre o assunto, padre Chad Ripperger. Ele disse basicamente que:

1) Isso é mais comum do que se pensa e deve piorar;

2) Mas Católicos devem saber que a consagração da hóstia age apenas sobre os "acidentes do pão e não sobre o Corpo de Cristo", assim os crimes contra a hóstia consagrada não fazem o Corpo de Cristo sofrer, mas O ofende profundamente;

3) Roubar objetos sagrados, qualquer um, para obter lucro é praticar o crime de simonia, mesmo pessoas ditas católicas fazem isso;

4) Muitas vezes são os satanistas que roubam hóstias para suas cerimônias;

5) Até padres estão envolvidos com satanismo e roubam hóstias para os rituais satânicos;

6) O vendedor das hóstias confirmou isso, dizendo que recebeu as hóstias de um padre na Alemanha e que "há muitos padres envolvidos com o satanismo"

7) O site lembra que o eBay anunciou venda de hóstias em 2005, mas com os protestos dos católicos retirou o anúncio.

Entrem em contato com o Etsy pedindo para retirar a venda em

Etsy Support Hotline: 1-844-659-3879 or 1-844-387-9910
Etsy Customer Service: 800-328-5933, email: support@etsy.com
Etsy Corporate CEO Josh Silverman
55 Washington Street, Suite 512
Brooklyn, NY 11201
Twitter: @jgsilverman

Rezemos pela Igreja que tem até padres praticando satanismo.



quarta-feira, 8 de maio de 2019

Quantas Vezes o Papa Desprezou os Apelos de Fiéis e Clérigos?


Em 2017, eu já tinha mostrado uma lista de apelos desprezados pelo Papa Francisco aqui no blog (a lista já era grande). Mas agora com a Carta que acusa o Papa de heresia, em que muitos críticos dizem que os signatários deveriam primeiro pedir audiência privada com o Papa, o Life Site News resolveu catalogar todas as vezes que fiéis e clérigos tentaram esse contato com o Papa Francisco e foram desprezados.

O momento mais triste da lista é o desprezo do Papa aos quatro cardeais que assinaram o Dubia, com questionamentos ao Papa. O Papa nunca respondeu, e ainda disse que recebeu a notícia pela imprensa (o que é mentira, o Dubia foi entregue em mãos). Dois dos quatro cardeais já faleceram.

O momento mais ridículo da lista de desprezos do Papa ocorreu diante das acusações do arcebispo Viganò. Jornalistas perguntaram diretamente ao Papa sobre isso e ele respondeu que não iria dizer "nenhuma palavra", e que os jornalistas tirassem suas próprias conclusões.

Vejam a imensa lista de desprezos do Papa aos fiéis e clérigos catalogada pelo Life Site News, dividida entre "Tentativas Diretas de Contactar o Papa" e "Tentativas Indiretas de Contactar o Papa":

Direct attempts by clergy and laity to reach Pope Francis 

  • In October of 2014, a large U.S. Catholic parish – St. John the Baptist (Front Royal, Virginia) issued an Affirmation of Faith Concerning Marriage and the Family that gained more than 1,000 signatures from parishioners and was sent to Pope Francis. 
  • On 16 April 2015, the Catholic newspaper The Wanderer published an Open Letter to Pope Francis, in which the signatories asked Pope Francis that he “would celebrate the conclusion of the Synod of the Family with a clear and strong reaffirmation of the Church’s timeless teachings on the indissolubility of marriage, the nuptial nature and definition of marriage and conjugal love, and the virtue of chastity, as presented in the Catechism of the Catholic Church.”
  • After the first troubling synod, in December of 2014, the author of this article herself made her own small attempt to defend the Church's teaching on marriage by writing an Open Letter to Pope Francis, arguing on the basis of her own experience as a child of divorce. This letter was sent to Pope Francis, but was never responded to. It was also sent to the Secretariat of the Synod of Bishops, but was not responded to, either. 
  • On 24 April, very shortly after the publication of the papal document, Bishop Athanasius Schneider published a charitable and clear critique of Amoris Laetitia, speaking about the confusion and “contradictory interpretations even among the episcopate” flowing from this papal text, and calling upon the Church's hierarchy and the laity to beg the Pope for a clarification and an official interpretation of Amoris Laetitia in line with the constant teaching of the Church. 
  • On July 13, 2016, in a spirit of love, humility, and faithfulness, 16 international life and family advocates asked Pope Francis in a powerful "plea to the Pope" to unambiguously speak the truth of the Catholic faith, to end doctrinal confusion, to restore clarity, and to be the Holy Father that Catholics need. 
  • In July of 2016, 45 clergy and scholars published their letter to the cardinals of the Catholic Church, in which they “request that the Cardinals and Patriarchs petition the Holy Father to condemn the errors listed in the document in a definitive and final manner, and to authoritatively state that Amoris Laetitiadoes not require any of them to be believed or considered as possibly true.” The letter contains a very detailed list of potentially heretical or heterodox statements that could be drawn out of Amoris Laetitia.
  • On 3 August 2016, Professor Josef Seifert published a detailed critique of Amoris Laetitia, listing several errors in the document that could be potentially heretical, and asking the Pope to “revoke them himself.” Seifert was later, in August of 2017, to issue a second text on Amoris Laetitia, with a question addressed “to Pope Francis and to all Catholic cardinals, bishops, philosophers and theologians. It deals with a dubium about a purely logical consequence of an affirmation in Amoris Laetitia, and ends with a plea to Pope Francis to retract at least one affirmation of AL.” That question pertains to AL's claim “that we can know with ‘a certain moral security’ that God himself asks us to continue to commit intrinsically wrong acts, such as adultery or active homosexuality.” 
  • On 14 November 2016, four cardinals published a letter to Pope Francis that they had sent to him privately on 19 September and that remained unanswered, which is very unusual. The letter contained the now-famous five dubiaconcerning Amoris Laetitia, for example as to whether those who live in a second “marriage” after a divorce may now receive the Sacraments and as to whether there still exist intrinsically evil acts, that is to say acts that are under all conditions to be regarded as evil. The cardinals requested a papal audience, but were never received. The four dubia cardinals are Cardinals Joachim Meisner, Raymond Burke, Carlo Caffarra, and Walter Brandmüller. (Two of the four dubia cardinals have since died.)
  • Subsequently, 15 cardinals, archbishops, and bishops individually expressedtheir support for the dubia, among them Cardinals Joseph Zen and Willem Eijk, Archbishop Charles Chaput and Archbishop Luigi Negri.
  • At the end of 2016, two scholars, Professor John Finnis and Professor Germain Grisez, publish an Open Letter to Pope Francis, asking him “to condemn eight positions against the Catholic faith that are being supported, or likely will be, by the misuse of his Apostolic Exhortation Amoris Laetitia.” They also called upon the bishops to join this request.
  • On 23 September 2017, more than a year after the publication of Amoris Laetitia, 62 clergy and scholars issued a “Filial Correction” of Pope Francis, in which they stated: “we are compelled to address a correction to Your Holiness on account of the propagation of heresies effected by the apostolic exhortation Amoris laetitia and by other words, deeds and omissions of Your Holiness.”
  • On 1 November 2017, Father Thomas Weinandy published a letter that he had sent to Pope Francis in July of that year. In that letter, Weinandy says that Francis' pontificate is marked by “chronic confusion,” and he warns the Pope that a “seemingly intentional lack of clarity [of teaching] risks sinning against the Holy Spirit.” 
  • On 2 January 2018, three Kazahk bishops – among them Bishop Schneider – issued a Profession of the immutable truths about sacramental marriage in light of Amoris Laetitia, and especially in light of the many episcopal pastoral guidelines permitting Communion for the “remarried” divorcees. These prelates reaffirm the traditional teaching of the Church on marriage and the family. Subsequently, one cardinal and six bishops – among them Cardinal Janis Pujats and Archbishop Carlo Maria Viganò signed this statement.
  • Also in January of 2018, Cardinal Willem Eijk asked Pope Francis publicly to clarify questions about Amoris Laetitia and to clear the confusion stemming from the document. Eijk proposed that the Pope write an additional document in which doubts should be removed. 
  • On 7 May 2018, Cardinal Eijk once more raised his voice and asked Pope Francis to clarify questions arising from the discussion among German bishops to give Holy Communion to Protestant spouses of Catholics. He observed that “the bishops and, above all, the Successor of Peter fail to maintain and transmit faithfully and in unity the deposit of faith contained in Sacred Tradition and Sacred Scripture.”
  • Pope Francis, over the course of several years, made statements against the death penalty. He finally decided, in August of 2018, to change the Catholic Church's Catechism, declaring the death penalty to be immoral in all cases. Two weeks later, a group of 75 prominent clergy and scholars issued a public letter to cardinals asking them to urge Pope Francis to recant and rescind this change in the Catechism.
  • In August of 2018. Archbishop Carlo Maria Viganò published a testimony, in which he claims, among many other things, that Pope Francis was aware of the moral corruption of then-Cardinal Theodore McCarrick and of the fact that Pope Benedict XVI had placed certain restrictions upon him, but that he chose to ignore them. The Archbishop called upon the Pope to resign. When Pope Francis was asked about this document, he answered, saying that he would later respond to it (“When some time passes and you have drawn your conclusions, I may speak.”), but then he never made any response.
  • In August of 2018, 47,000 Catholic women worldwide called upon Pope Francis to answer the question as to whether Archbishop Viganò's claim is true. 
  • The U.S. Website Church Militant – who up to then had been careful not to criticize Pope Francis for his teaching on marriage and the family – called upon Pope Francis to resign, in light of his complicity with McCarrick's sins.
  • In 2019, Pope Francis signed the controversial Abu Dhabi Statement which says that the “diversity of religions” is “willed by God.” Both Bishop Athanasius Schneiderand Professor Josef Seifert strongly opposedthis formulation and called upon Pope Francis to rescind it. Bishop Schneider, on 1 March, was able to receivefrom the Pope in a private conversation a sort of correction that this formulation really meant the “permissive will of God,” yet both he and Professor Seifert maintain that a public and definite correction is needed. 

Indirect attempts by clergy and laity to reach Pope Francis 

  • Cardinal Gerhard Müller – then the Prefect of the Congregation for the Doctrine of the Faith – published a book The Hope of the Family, in which he maintains the indissolubility of marriage, adding that “Not even an ecumenical council can change the doctrine of the Church.”
  • The Voice of the Family, an international coalition of pro-life and pro-family organizations was founded ahead of the first family synod in 2014, establishing a website and organizing conferences in Rome in order to protect marriage and family from perceived threats. 
  • Five Cardinals – Cardinals Walter Brandmüller, Gerhard Müller, Carlo Caffarra, Raymond Burke, and Velasio De Paolis – write, together with other authors such as Professor John Rist (one of the signatories of the Open Letter to Bishops), a book in defense of the Sacrament of Marriage, called Remaining in the Truth of Christ
  • At the first Synod of Bishops on the Family, in October of 2014, there was a group of bishops strongly opposing to introduce heterodox statements concerning homosexuality and “remarried” divorcees into the synod document; subsequently, neither the Kasper proposal nor a change of the Church's teaching on homosexuality was included in the final document.
  • In 2016, before the publication of Pope Francis' Amoris Laetitia, tens of thousands of Catholics signed a Filial Appeal, a Declaration of Fidelity to the Church's unchangeable teaching on marriage. This appeal had also been signed by Cardinal Burke, Cardinal Caffarra, Cardinal Pujats, and Bishop Athanasius Schneider.
  • Also before the second family synod, Father José Granados – at the time Vice-president of the John Paul II Institute for Studies on Marriage and Family in Rome – published a book in defense of the indissolubility of marriage.
  • In May of 2015, before the second Synod of Bishops on Marriage and the Family, nearly 1,000 priests issued a statement asking the synod to affirm the Church's teaching on marriage and the family.
  • In August of 2015, Ignatius Press publishes the Eleven Cardinals Book, called Eleven Cardinals Speak on Marriage and the Family: Essays from a Pastoral Viewpoint. The authors – among them Cardinals Paul Josef Cordes, Dominik Duka, O.P, and John Onaiyekan, but also Robert Sarah and Carlo Caffarra – once more defend the Church's teaching on marriage and publish proposals for a good pastoral care for marriages.
  • In September of 2015, just before the second synod, eleven African prelates – among them Cardinal Robert Sarah and Cardinal Barthélemy Adoukonou – published a bookChrist's New Homeland: Africa, in which they analyzed and sharply criticized the essential preparatory Vatican documents for the upcoming synod, once more defending the Church's teaching on marriage and the family.
  • In February of 2019, just before the beginning of the 21-24 Abuse Summit in Rome, the two remaining dubia cardinals – Cardinals Raymond Burke and Walter Brandmüller – wrote an Open Letter to the Presidents of the Conferences of Bishops encouraging them “to raise your voice to safeguard and proclaim the integrity of the doctrine of the Church” and also to address the protracted problem of homosexual networks in the Catholic Church.
  • At the same time, the Swiss lay organization Pro Ecclesia and LifeSiteNews launched a petition to “Stop homosexual networks in the Church” that aimed at tightening the Church's law in order both clearly to punish the priests who violate the Sixth Commandment by homosexual acts and those who abuse minors and vulnerable adults such as seminarians.
  • Also in 2019, Cardinal Gerhard Müller published his Manifesto of Faith, in which he restated the main tenants of the Catholic Faith and Morals as they have always been taught and as they can be found in the Catechism of the Catholic Church. He did so with the expressed reference to the many clergy and laymen who have asked him for such a doctrinal clarification in the middle of a grave confusion in the Church.
  • In April of 2019, Pope emeritus Benedict XVI published a letter on the sex abuse crisis, in which he points to the moral and doctrinal laxity that has entered the Catholic Church in the wake of the cultural revolution of the 1960s. Here thereby tried to help to point to deeper explanations of the current sex abuse crisis than the mere references to “abuse of power and spiritual abuse,” as well as “clericalism, as they had been presented at the February 2019 Sex Abuse Summit in Rome.
  • Throughout these years, there have been many individuals who have raised their voices. Among the first papal critics were the now-deceased Mario Palmaro and Alessandro Gnocchi (“We do not like this Pope") and Professor Roberto de Mattei, who accompanied this papacy with numerous articles and commentaries. Then there were also Father Brian Harrison (here and here) and the internationally renowned Catholic philosopher Professor Robert Spaemannwho is now deceased.
  • Later on, several books were written which describe in a critical manner Pope Francis' leadership and doctrinally confusing actions and words. Among them are The Political Pope by George Neumayr, The Dictator Pope by Henry Sire, The Lost Shepherd by Phil Lawler (who subsequently also authored The Smoke of Satan dealing with the sex abuse crisis), and José Antonio Ureta’s book Pope Francis’ Paradigm Shift: Continuity or Rupture in the Mission of the Church? — An Assessment of his Five-year Pontificate 








terça-feira, 7 de maio de 2019

É Preciso Ataque ao Dogma para ser Herético?


Diante da Carta que acusa o Papa Francisco de heresia, há um debate na internet sobre as questões técnicas para se declarar alguém culpado de heresia. O debate envolve determinar se o Papa é materialmente herético (cometeu heresias mesmo sem saber), é formalmente herético (se cometeu heresia, sabe que cometeu heresia e ainda é obstinado no ato), se o Papa é obstinado ou não na suas heresias, se uma heresia envolve apenas os dogmas da Igreja ou qualquer ato infalível.

Para mim, é um debate meio fariseu e até bobo diante de tantas evidências contra o Papa Francisco e do silêncio do Papa ao não se defender dessas evidências.

Mas eu fiz esse debate no Capítulo 7 do meu livro acima que publiquei em março passado, por e-book.

Em suma, eu acho que o Papa não pode alegar desconhecimento de teologia dogmática, nem dos atos infalíveis da Igreja, acho que ele é obstinado nos ataques a Doutrina Católica e acho que não é necessário que o ato envolva dogma, nem só atos infalíveis, por óbvio em que temos uma Igreja sustentada na Bíblia e na Tradição, em que se exalta que temos uma doutrina de "vestimenta sem costura".

Hoje, eu leio um artigo que defende justamente o que eu disse no Capítulo 7 e é destaque em sites católicos dos Estados Unidos.

O autor do texto está rebatendo um católico americano conservador famoso chamado Jimmy Akin que alega que é necessário que seja dogma e que não se pode provar que o Papa é obstinado.

Mas a conclusão do autor do texto do site Aka Catholic, depois de várias análises de documentos da Igreja, é idêntica à minha.

Leiam o artigo ou o Capítulo 7 do meu livro.


Signatários da Carta que Acusa Papa de Heresia Respondem aos críticos.


A Carta Aberta que acusou o Papa de heresia começou com 19 signatários e conta agora com 77, segundo site Life News.

Eu diria que as críticas à Carta Aberta têm dois tipos de argumentação:

1) se o crítico é de esquerda, ele usa a falácia "ad hominem", ataca o caráter dos signatários.  Vai dizer que os signatários são incompetentes, imbecis e deveriam ser excomungados;

2) se o crítico é de direita, ou minimamente conservador, vai procurar detalhes técnicos, vai dizer que os signatários não provaram que o Papa é "herético formal", que os signatários não provaram que o Papa procura de forma "obstinada" praticar heresia.

Do lado dos signatários, eles não dão muita trela aos críticos de esquerda e respondem aos críticos de direita.

O site Life Site News fez uma seleçao de várias posições sobre a Carta Aberta e ao final colocou as respostas de dois ilustres signatários.

Eu acho que uma simples racional resposta aos críticos é usar dois argumentos de Chesterton.

Ele disse que "a maior sabedoria de todas é gritar antes que te firam" E que "para saber que algo é ruim basta ver o que seus defensores dizem".

O Papa e seus defensores são péssimos em suas defesas.

Mas vejamos as respostas dos signatários abaixo:

Signers defend themselves

Philosopher Professor John Rist, one of the original 19 signatories of the “Open Letter”, told LifeSiteNews by email today that he expected that there would be “little support even among conservatives” for the initiative.  
“In the present situation there is no need for the Bergoglians to say much; their work is being done for them by those who should be the friends of the letter writers. Often they are making rather bureaucratic suggestions rather than facing the real issues in the Church, such as that one of the reasons I signed the letter was because it renewed the ignored plea of the dubia cardinals for 'clarification'.” 
Rist believes that commentators are “merely evading the issue” when they concentrate on the canonical accuracy of the Open Letter’s charge against Pope Francis or the number of canonists or scholars with doctorates in theology on the list. 

“On that last point, in view of the present situation in theology generally, having more people with doctorates might have been a positive disadvantage,” Rist said. 
“What has happened, I think, is that these commentators have used feeble objections on minor points to avoid the main issue,” he continued.
‘This perhaps could be summed up by my view that [Pope] Bergoglio wants to transform the Church into a mildly spiritually flavoured NGO.”     
Dr. Peter Kwasniewski, one of the original Open Letter signers, defended his action, stating in an article that the document provides “furnishes clear evidence of heretical (not just erroneous) statements that may be found in the approved writings of Pope Francis, as well as evidence—in the form of repeated acts and omissions of governance—that he is fully aware of what he is promoting.”

“Many people have been asking: What’s the good of taking a step like this? Will it not further polarize the situation? Will it not offer excuses to the Bergoglio party to intensify their confinement and persecution of Catholics? Is it not overwhelmingly likely to be ignored? Can anyone do anything about a wayward pope—mustn’t we just wait until God sorts it out for us? And besides, aren’t the signatories lacking in sufficient theological qualifications,” he writes.
In answer to these questions, Kwasniewski provides three reasons why the document is “good and valuable.”
Signing the document is a “step we take before God, as a testimony of our conscience,” he wrote. 

“Perhaps there are others who can sleep like babes without raising a voice of protest to the autodemolition of the Faith and the misleading of countless souls; who see what the Pope is saying and doing, but who shrug their shoulders and figure that it won’t redound to lasting damage. I am not such a person, and I think the same is true of the other signatories,” he added.
“From those to whom more has been given, more will be expected. If we have been given to see a wolf in shepherd’s clothing, we are expected to do something about it. We will cry “Wolf!” to the vulnerable sheep, and pray fervently that other true shepherds will come to the rescue, in ways that we cannot. If they fail to do so, that is not our problem, but theirs to answer for,” he said. 

sexta-feira, 3 de maio de 2019

"Escrevemos para Vocês para Acusar o Papa Francisco do Crime de Heresia".



A carta assinada inicialmente por 19 teólogos e estudiosos acusando o Papa de heresia está causando enorme debate.

Hoje, acordei com um texto de Jimmi Akin dizendo basicamente que a carta não é canonicamente convincente para acusar o Papa de heresia e dizendo que os signatários são ridículos. Ele desejava que a carta foi quase já uma completa investigação canônica.

Mas a carta a acusa o Papa de heresia e pede justamente essa investigação canônica.

O primeiro parágrafo da carta é explícito sobre os objetivos dela: 1) acusar o Papa de heresia; 2) pedir que os bispos investiguem.

Vejamos o primeiro parágrafo:

"We are addressing this letter to you (bishops) for two reasons: first, to accuse Pope Francis of the canonical delict of heresy, and second, to request that you take the steps necessary to deal with grave sittuation of a heretical pope"

(Traduzindo: "Estamos endereçando esta carta a vocês (bispos) por duas razões: em primeiro lugar, para acusar o papa Francisco do crime canônico da heresia, e em segundo lugar, para pedir que você tome as providências necessárias para lidar com a grave situação de um papa herético).

Em termos canônicos, a carta mostra como é fácil identificar que o Papa é "materialmente herético" (comete heresias), a identificação de "formalmente herético" (comete heresias de forma obstinada e consciente) é trabalho para os bispos.

Alguns sites tiveram a coragem de dizer que a carta não acusa o Papa de heresia. Não leram nem o primeiro parágrafo.

No vídeo acima, meu ex-professor de teologia Taylor Marshall discute a carta e menciona Jimmy Akin. Sobre Akin, eles dizem que Akin não discutiu se o Papa é materialmente herético apenas denegriu os críticos do Papa, no mesmo estilo do próprio Papa.

Aqui vão algumas frases do vídeo traduzidas:

1) "Nós católicos não podemos estar em comunhão com um bispo luterano ou um bispo herético, pois seríamos heréticos também".

2) "Como a carta diz que temos um Papa herético, deveria dizer imediatamente que os signatários não estão em comunhão com ele".

3) "A carta deveria ser respondida pelo Papa, como disse um padre, pois desde Lutero (que só foi respondido depois de duas décadas), vemos que a falta de resposta prontamente da Igreja traz enormes problemas".

4) "A carta é assinada por renomados teólogos, autores de inúmeros livros que estão no espctro político da centro-direita não são radicais da extrema direita".

5) "A carta chama o Papa de herético logo no primeiro parágrafo, mas já que pede investigação não deveria chamá-lo logo de herético".

6) "O documento aponta 7 heresias do Papa Francisco e mostra que ele é persistente (obstinado) nesses erros"

7) "Ninguém tem o poder de julgar o Papa, vivemos tempo de lamento"

8) "Deus pode agir com a Igreja como agiu com os judeus que adoraram outros deuses, como há décadas os clérigos desprezam o magistério, a moral, os sacramentos e a teologia da Igreja, Deus pode decidir destruí-la por um tempo, como fez com o Templo de Jerusalém e tudo que representava o judaísmo"

9) "Não se pode dizer que as leis divinas são impossíveis de serem seguidas" (acusação 1)

10) "Deve-se seguir os mandamentos de Deus e não apenas ter fé neles" (acusação 2)

11) "Algumas heresias que acusam o Papa lembram a posição de Lutero, como a heresia de achar que as leis divinas são contraditórias e que seguir Deus pode significar pecar" (acusação 3).

12) "Muitas das heresias estão contidas no Amoris Laetitia, algumas passagens de Amoris Laetitia se posiciona do lado do ateísmo" (acusação 4).

13) "O Papa ver elementos positivos na relação homossexual, não se pode ver isso sendo católico/cristão" (acusação 5)

14)  "As determinações morais da Igreja são universais" (acusação 6)

15) "O Papa se contradiz em suas posições, assina um documento dizendo que Deus deseja positivamente muitas religiões e depois nega isso de forma privada para Bisco Schneider, mas as leis de Deus são proibitivas e lógicas (não contraditórias)" (acusação 7)

16) "Papa Francisco disse que Lutero não errou sobre justificação na fé. Oh, meu Deus, isso é heresia. E ele defendeu ainda mais Lutero. Isso é heresia"

Vejam o resto do vídeo.


quinta-feira, 2 de maio de 2019

Roger Scruton: como Ensinar que Bach é melhor que Lady Gaga? E a Física Gay.



No vídeo acima, o grande Sir Roger Scruton é perguntado sobre como ensinar aos alunos de hoje que Bach é melhor que Lady Gaga, já que eles irão reagir dizendo que é preconceito e velharia dizer isso.

A resposta de Scruton não é mágica, mas é simples: ensine aos alunos o que é música.

Em todo caso, a resposta de Scruton exige que os professores também saibam o que é música.

Hoje no Brasil, o Ministério da Educação parece-nos dizer que apenas o ensino técnico é importante para que um país se desenvolva, o resto seria jogar dinheiro fora.

Claro que é uma extrema estupidez se pensa assim, pois qualquer país deve seu desenvolvimento à sua ética e não ao conhecimento técnico, é a ética que sustenta o conhecimento e não o contrário.

Por acaso, hoje o renomado estatístico William Briggs fez um excelente texto cujo título é "As Universidades Irão Morrer".

No texto, Briggs mostra que muitas faculdades nos Estados Unidos estão ensinando "física para gays", "ciência de LGBT", "física dos negros", "arquitetura para gays", fazendo lista de astrônomos homossexuais...

Pois é, esse pessoal é bem técnico, mas eles estão ensinando também a estupidez e perdição  para muitas pessoas. Certa vez, eu disse em um zap de pais de alunos que um professor entrar na sala vestido de mulher sem abrir a boca já  está ensinando algo tenebroso.

Vejam parte do texto de Briggs abaixo:

Universities Are Doomed: What Next?

Oaths to Diversity. Mobs of filled-diaper students raging with demands. Academics thrown off cliffs by their vice-signalling brothers. De-platforming. Cowardly administrators. Craven professors. Social justice warriors. Student evaluations rated by inclusion. Studies degrees. Exorbitant student loans. Assistant Deans. Trigger warnings. Professors exiled for consorting with the wrong sort. Atheist theologians.
It goes on and on and gets worse and worse. No amount of publicity, exposure, teasing, or threats have made a dent in a ever-leftward slide into tyranny and ideology. Or into slowing an ever-burgeoning administration. Administrators now actually believe universities are theirs, and not the professors’.
“C’mon, Briggs. It’s bad in some places, sure. You’re only focusing on the negative, though. Math and science are doing fine.”
No, they’re not. They’re just being attacked last. Quotas are already in place. We have feminist math, queering physics, math education——
“Bull. There is no such thing as queering physics. Don’t exaggerate.”
Uh huh. “Teaching Queering Physics An Agenda for Research and Practice” in STEM of Desire. And “Queering Science for All Probing Queer Theory in Science Education.” How about a list of astronomers who have publicly revealed their enjoyment of sodomy?
“Well…”
“Okay, okay, I get it. But——”
But me no buts. Have you ever spent a half hour browsing New Real Peer Review? Right now, right at the top, “Caravan Poetry: An Inquiry on Four Wheels“. Says “Through this inquiry into a new spatiotemporality for our research encounters, we experienced how the caravan offers a rupture from the mundane ongoingness enabling us to reconnect to the moment…” blah blah blah. By a person in the Department of Business Studies.
It never stops. It never slows. It grows, grows, grows.