terça-feira, 17 de setembro de 2019

Quem é Nosso Inimigo nestes Tempos Terríveis para a Fé? - Texto de Anthony Esolen


Recentemente, eu coloquei aqui um vídeo de Michael Matt, clamando para que os clãs conservadores católicos se unam na defesa da Igreja que anda sendo atacada por dentro de forma nunca vista.

O grande pensador e tradutor católico Anthony Esolen (recomendo qualquer livro dele) resolveu escrever sobre o mesmo tema, para o Crisis Magazine. Ele trouxe o seu conhecimento de história da República Romana para isso.

Esolen mostra que alguns poderosos da república da Roma antiga se odiavam, mas tinham um princípio básico: defender e desenvolver a Republica Romana. Entre estes estavam Cato e Cipião. Outros poderosos, por outro lado, como César e Catilena, tinham outros objetivos, tentaram ( e conseguiram) derrubar a república.

Devemos nos unir aos primeiros e esses primeiros podem ser encontrados, entre aqueles:

1) Que não concordam com o tipo de liturgia (Nous Ordo ou Rito Tridentino), mas acreditam que no que a Igreja ensina sobre a Missa: é o sacrifício de Cristo encenado; é orientar-se para a adoração a Deus e não para os bons sentimentos dos adoradores; e deve ser celebrado com reverência e solenidade, não negligência e informalidade.

2) Que defendem a vida, mesmo discordando sobre pena de morte, pois todos concordam que que a Igreja não ensina falsidade ou maldade, e que defender a pena de morte não é ser contra o ensinamento da Igreja.

3) Que acreditam que um estado deve ser generoso ao aceitar imigrantes e refugiados, mas dentro dos limites estabelecidos por lei, que acreditam que a primeira responsabilidade do estado é para com os seus próprios pobres e que é necessária cautela em matéria de imigração. Ambos devem defender que o Estado não deve realizar mudança fundamental no caráter ou no eleitorado da nação e que deve proteger realmente os salários da classe trabalhadora.

4) Que acreditam que o casamento é, pelo desígnio do Criador, uma união exclusiva e vitalícia de um homem e uma mulher, mas que pedem decência no tratamento dos pecadores, sendo que a decência não deve implicar aprovação ou indiferença ou menosprezo aos danos que o pecado causa. Pois as pessoas entendem que os ensinamentos da Igreja sobre sexo e casamento são libertadores e devem ser celebrados com gratidão e alegria; e que os pecados contra eles são perniciosos, causando dano imediato e inexorável (como todos os pecados) às pessoas que os cometem.


Esolen conclui:

"Princípios são a chave. Se você diz que a vida humana inocente pode ser destruída deliberadamente, você não é Cato, mas Catilina. Se você diz que a missa é principalmente sobre aqueles que participam, você não é Cipião, mas César. Se você diz que a Igreja ensinou o mal, você passou dos limites. Se você diz que as leis justas de uma nação podem ser desrespeitadas, ou que os pobres de outras nações devem apenas ser mandados embora quando pedirem para vir ao seu país, você está causando problemas.

Lutas haverá. Cato estava certo ao chamar Cipião por sua leniência, e Cipião teve razão ao reclamar de Cato como censor. Eles estavam errados ao deixar essas diferenças caírem em inimizade. Ao mesmo tempo, os princípios nunca devem ser comprometidos e os meios nunca devem ser tomados como princípios.


Agora, meus colegas católicos, podemos começar o trabalho em mãos? Há mais do que suficiente e é urgente."


Vejam o brilhante texto original de Esolen, clicando aqui.


segunda-feira, 16 de setembro de 2019

O "Novo Humanismo" do Papa Francisco. Se Você Ainda Defende este Papa, Você é Parte do Problema.



Francisco quer reunir líderes mundiais para defender um pacto da educação que forme um "novo humanismo", no "sonho de um humanismo solidário".

Novo humanismo? Onde eu ouvi isso? Ah, lembrei, no comunismo, no nazismo e na maçonaria. Ah, também está nas previsões do anticristo e também na literatura, ver o livro do padre Robert Benson, "O Senhor do Mundo". 

Na primeira entrevista como Papa, para o Fantástico, no Brasil, Bergoglio disse que "não importava a religião da escola o que importa é que as crianças fossem educadas".

Aí, eu já disse para mim mesmo: esse cara não presta, como pode jogar a preciosidade do ensino católico no lixo dessa forma? Como pode dizer que a religião não faz parte fundamental da formação de uma criança? O vídeo acima, de Michael Matt, fala que não dá mais para lidar com Bergoglio, como líder da Igreja.

Temos a honra de lutar contra este "novo humanismo".

Vejam o texto abaixo onde o Papa lança seu "novo humanismo". Vejam se isto lembra a Igreja de Cristo.


MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO
PARA O LANÇAMENTO DO PACTO EDUCATIVO

Caríssimos,
Na carta encíclica Laudato si’, convidei a todos para colaborar na salvaguarda da nossa «casa comum», enfrentando juntos os desafios que nos interpelam. Passados alguns anos, visto que toda a mudança precisa duma caminhada educativa para fazer amadurecer uma nova solidariedade universal e uma sociedade mais acolhedora, renovo o convite para se dialogar sobre o modo como estamos a construir o futuro do planeta e sobre a necessidade de investir os talentos de todos.
Com esta finalidade, desejo promover um encontro mundial no dia 14 de maio de 2020, que terá como tema «Reconstruir o pacto educativo global»: um encontro para reavivar o compromisso em prol e com as gerações jovens, renovando a paixão por uma educação mais aberta e inclusiva, capaz de escuta paciente, diálogo construtivo e mútua compreensão. Nunca, como agora, houve necessidade de unir esforços numa ampla aliança educativa para formar pessoas maduras, capazes de superar fragmentações e contrastes e reconstruir o tecido das relações em ordem a uma humanidade mais fraterna.

O mundo contemporâneo está em transformação contínua, vendo-se agitado por variadas crises. Vivemos uma mudança epocal: uma metamorfose não só cultural mas também antropológica, que gera novas linguagens e descarta, sem discernimento, os paradigmas recebidos da história. A educação é colocada à prova pela rápida aceleração – a chamada rapidación –, que prende a existência no turbilhão da velocidade tecnológica e digital, mudando continuamente os pontos de referência. Neste contexto, perde consistência a própria identidade e desintegra-se a estrutura psicológica perante uma mudança incessante que «contrasta com a lentidão natural da evolução biológica» (Francisco, Carta enc. Laudato si’, 18).

Ora cada mudança precisa duma caminhada educativa que envolva a todos. Por isso, é necessário construir uma «aldeia da educação», onde, na diversidade, se partilhe o compromisso de gerar uma rede de relações humanas e abertas. Como afirma um provérbio africano, «para educar uma criança, é necessária uma aldeia inteira». Mas, esta aldeia, temos de a construir como condição para educar. Antes de mais nada, o terreno deve ser bonificado das discriminações com uma inoculação de fraternidade, como defendi no Documento que assinei com o Grande Imã de Al-Azhar, em Abu Dhabi, no passado dia 4 de fevereiro.

Numa aldeia assim, é mais fácil encontrar a convergência global para uma educação que saiba fazer-se portadora duma aliança entre todos os componentes da pessoa: entre o estudo e a vida; entre as gerações; entre os professores, os alunos, as famílias e a sociedade civil, com as suas expressões intelectuais, científicas, artísticas, desportivas, políticas, empresariais e solidárias. Uma aliança entre os habitantes da terra e a «casa comum», à qual devemos cuidado e respeito. Uma aliança geradora de paz, justiça e aceitação entre todos os povos da família humana, bem como de diálogo entre as religiões.

Para atingir estes objetivos globais, a caminhada comum da «aldeia da educação» deve dar passos importantes. Primeiro, ter a coragem de colocar no centro a pessoa. Por isso, é preciso assinar um pacto para dar uma alma aos processos educativos formais e informais, que não podem ignorar o facto de que tudo, no mundo, está intimamente conexo e é necessário encontrar – segundo uma sã antropologia – outros modos de compreender a economia, a política, o crescimento e o progresso. Num percurso de ecologia integral, coloca-se no centro o valor próprio de cada criatura, em relação com as pessoas e com a realidade que a rodeia, e propõe-se um estilo de vida que rejeite a cultura do descarte.

Outro passo é a coragem de investir as melhores energias com criatividade e responsabilidade. A ação propositiva e confiante abre a educação para uma projetação a longo prazo, que não encalhe na tendência estática das condições. Assim, teremos pessoas abertas, responsáveis, disponíveis a encontrar o tempo para a escuta, o diálogo e a reflexão, e capazes de construir um tecido de relações com as famílias, entre as gerações e com as várias expressões da sociedade civil de modo a constituir um novo humanismo.

Um novo passo é a coragem de formar pessoas disponíveis para se colocarem ao serviço da comunidade. O serviço é um pilar da cultura do encontro: «significa inclinar-se sobre quem é necessitado e estender-lhe a mão, sem cálculos nem receio, com ternura e compreensão, como Jesus Se inclinou para lavar os pés dos Apóstolos. Servir significa trabalhar ao lado dos mais necessitados, estabelecer com eles, antes de tudo, relações humanas, de proximidade, vínculos de solidariedade» (Francisco, Discurso na visita ao Centro Astalli de Roma ao serviço dos refugiados, 10 de setembro de 2013). No serviço, experimentamos que há mais alegria em dar do que em receber (cf. Atos dos Apóstolos 20, 35). Nesta perspetiva, todas as instituições se devem deixar interpelar acerca das finalidades e métodos com que desempenham a sua missão formadora.

Por isso, desejo encontrar-vos em Roma a todos vós que, pelos mais variados títulos, trabalhais no campo da educação em todos os níveis da lecionação e da pesquisa. Convido-vos a promover em conjunto e ativar, através dum pacto educativo comum, as dinâmicas que conferem um sentido à história e a transformam de maneira positiva. Juntamente convosco, dirijo idêntico apelo a personalidades públicas que ocupem, a nível mundial, lugares de responsabilidade e tenham a peito o futuro das novas gerações; espero que acolham o meu convite. E faço apelo também a vós, jovens, para que participeis no encontro e sintais plena responsabilidade de construir um mundo melhor. O encontro será no dia 14 de maio de 2020 em Roma, na Aula Paulo VI do Vaticano. Uma série de seminários temáticos, em várias instituições, acompanhará a preparação do encontro.
Juntos, procuremos encontrar soluções, iniciar sem medo processos de transformação e olhar para o futuro com esperança. Convido a cada um para ser protagonista desta aliança, assumindo o compromisso pessoal e comunitário de cultivar, juntos, o sonho dum humanismo solidário, que corresponda às expetativas do homem e ao desígnio de Deus.

Fico à vossa espera e, desde já, vos saúdo e abençoo.

Vaticano, 12 de setembro de 2019.

sexta-feira, 13 de setembro de 2019

Você Tem Medo de Cisma na Igreja Católica?


O Papa Francisco respondeu que não tem medo de cisma na Igreja, ele disse que já ocorreram muitos cismas, ele acha que um cisma não é uma coisa boa, nem cristã, mas não tem medo de mais um.

Isso está dando muito o que falar.

O escritor católico Phil Lawler respondeu que ele tem sim muito medo de cisma, e consequentemente, ele tem medo do Papa Francisco. Phil Lawler disse que um Papa que não teme um cisma na Igreja favorece a própria ocorrência do cisma.

Eu diria o seguinte: eu também não tenho medo de cisma, eu tenho medo é de não obedecer a Cristo. Eu tenho temor a Deus. Para mim, a falta de temor a Deus é a raiz de todos os males individuais e sociais do mundo.

No caso do Papa Francisco, eu acho que ele propaga outra coisa que não é o catolicismo, nem mesmo o cristianismo. E ele é rígido no seu pensamento. Ele acusa seus adversários de serem rígidos, peças de museu, ortodoxos, inescrupulosos, mas, na verdade, é ele que é rígido, radical no seu pensamento que em alguns aspectos é herético mesmo. 

Assim, neste aspecto, eu concordo com Lawler devemos ter medo do Papa Francisco, e mais do que isso, devemos combater seu anti-cristianismo, porque temos o medo mais importante, o medo de Deus. 

O artigo de Phil Lawler é bem interessante, traduzo um pequena parte abaixo, em azul:

"Não tenho medo de cismas", disse o Papa Francisco a repórteres durante sua última conferência de imprensa de avião.

Bem, eu tenho. E eu tenho medo de qualquer Pontífice que não tenha medo de dividir a Igreja universal.

O que significa que sim, eu tenho medo do papa Francisco.

...
Quando os bispos americanos exigiram uma explicação do envolvimento do Vaticano no escândalo de McCarrick, o papa prometeu uma resposta completa sobre o assunto - mas um ano depois, essa resposta nunca apareceu. Quando o cardeal Müller manifestou preocupação com as declarações papais, o papa repentinamente o dispensou de seu papel de principal vigilante doutrinário do Vaticano; mais recentemente, ele descartou o cardeal alemão dizendo que ele era "como uma criança".

Essas não são as palavras nem as ações de um líder que recebe críticas honestas. Elas são sinais reveladores de uma vontade de passar por cima dos críticos. E como eles vêm de um pontífice que demonstrou ao mesmo tempo vontade de acreditar que forças americanas poderosas estão conspirando contra ele, provavelmente podemos esperar ver mais sinais de hostilidade papal ainda este ano, enquanto os bispos dos Estados Unidos ad limina visitam Roma.

Ao encerrar sua declaração surpreendente, o Papa Francisco finalmente expressou alguma simpatia por seus críticos, porque "eles estão passando por um momento difícil" e encerrou dizendo: "nós os acompanhamos muito gentilmente". Um momento difícil, sim; isso é um eufemismo. Mas como podemos realmente acreditar que o Papa planeja nos acompanhar gentilmente - que ele realmente não planeja continuar ignorando nossas preocupações, questionando nossos motivos, denunciando nossas crenças?"

Vejam texto completo de Lawler clicando aqui.

quinta-feira, 12 de setembro de 2019

Cardeal Burke e Bispo Schneider - 6 Heresias Propagadas pelo Documento do Sínodo da Amazônia


Cardeal Burke e bispo Athanasius Scheneider divulgaram hoje (saiu ontem em primeira mão no National Catholic Register) texto de 8 páginas em que pedem a Deus que não permita que as heresias escritas em um documento preparatório  do sínodo da Amazônia (chamado instrumentum laboris) perverta a Igreja Católica.

Você pode ler o texto  clicando aqui. Não existe versão em português para o texto.

Aqui vão os pontos principais:

1) Primeiro, os prelados afirmam que vários clérigos e leigos já mostraram que o documento preparatório do Sínodo da Amazônia está cheio de heresias;

2) Pedem que o Papa Francisco rejeite esses erros;

3) Pedem 40 dias de cruzada em orações contra essas heresias, começando dia 17 de setembro até dia 26 de outubro;

4) Descrevem 6 heresias do documento preparatório para debater a Amazônia:

a) Panteísmo implícito - documento do Sínodo propaga ideias do tipo Mãe Terra,  paganismo indígena e "mantra" do Papa Francisco;

b) Superstições pagãs - documento do Sínodo ver Deus se comunicando por meio do "povo", do "grito da natureza", da "região Amazônica como lugar teológico especial" e contra "doutrinas petrificadas da Igreja";

c) Diálogo intercultural  e não evangelização - Documento exclui a evangelização cristã em nome de um diálogo intercultural sem Cristo.

d) Errônea concepção dos sacramentos da Igreja - Documento sugere um novo tipo de padre que serviriam para as culturas indígenas (como padres casados), além de pedir a ordenação de mulheres. Esses clérigos também fariam os rituais pagãos indígenas;

e) Ecologia integral  - Documento reduz a integridade humana em nome da ecologia. O ser humano perde seu caráter especial como criação divina;

f) Coletivismo tribal - Documento da Amazônia propõe um coletivismo tribal onde o valor do indivíduo se perde. 


5) Burke e Schneider concluem dizendo:

"Os erros e heresias teológicos, implícitos e explícitos no Instrumentum Laboris da iminente
Assembléia Especial do Sínodo dos Bispos para a Pan-Amazônia são uma manifestação alarmante da confusão, erro e divisão que assolam a Igreja em nossos dias. 

Todos devem se informar sobre o assunto e tomar as medidas apropriadas por amor a Cristo e de Sua vida conosco na Igreja. Acima de tudo, todos os membros do Corpo Místico de Cristo, diante de tal ameaça à sua integridade, devem orar e jejuar pelo bem eterno de seus membros que escandalizado é levado a confusão, erro e divisão por este texto para o Sínodo de Bispos. 

Além disso, todo católico, como verdadeiro soldado de Cristo, é chamado a salvaguardar e promover a verdades da fé e da disciplina pela qual essas verdades são honradas na prática, para evitar que a solene assembléia dos Bispos no Sínodo traia a missão do Sínodo, que é “ajudar o Papa com seus conselhos na preservação e crescimento da fé e da moral e na observância e fortalecimento da disciplina eclesiástica ”(cân. 342)." 

6) Eles ainda lembram o beato Cardeal Newman, que será canonizado no dia 13 de outubro. Cardeal Newman alertou para os tipos de heresias que o documento do Sínodo propaga, como o esquerdismo que é contrário a acepção de que uma religião possa ser verdadeira.


Padres Jesuítas Respondem: Papa Francisco é Marxista?



Essa é boa. Padres jesuítas resolveram responder às questões mais comuns que estão no Google sobre a Igreja Católica.

A primeira pergunta é se o Papa Francisco é jesuíta? Sim, é

Daí vem a segunda pergunta.

O Papa Francisco é marxista? Deve ter a ver coma primeira pergunta, mas a resposta do padre jesuíta é hilária ou trágica.

Eles respondem que Papa Francisco não é um "marxista estrito", é "apenas alguém que acredita profundamente na teologia da libertação".

Isso seria bom para os padres jesuítas, pois o Papa tem preferência pelos pobres.🙈

Depois tem a quarta pergunta sobre se Francisco perdoou Judas Iscariotes. O padre não responde, diz apenas que Francisco deve imitar Cristo (Ufa).

Depois vem a pergunta sobre se Francisco usa sapatos vermelhos (tradição comum aos papas que Francisco aboliu). Eles respondem que Francisco não se importa com vestimentas. E sobre a tradição de usá-los? Eles não respondem, dizem que são pessoas preocupadas com moda que se preocupam com os sapatos de Francisco.

Oh, meu Deus, esse pessoal saiu da onde? Não responda essa, Senhor, essa eu sei: saíram do ordem jesuíta.


Os Abusos de Crianças em Nome da Estupidez Ambiental



Eu tenho acompanhado isso na minha casa, os ambientalistas radicais espalhados nas escolas, na mídia, nos filmes, chegam ao ponto de usar crianças. Meu filho de quatro anos já chegou em casa desesperado por conta de animais ou lixos nos oceanos. Certa vez, eu tive que pedir a Deus inspiração para contornar o tormento dele. Perguntei se ele já tinha visto algum bicho comer plástico, se ele acha que se der borracha para um passarinho comer ele iria comer.

O caso mais recente e até doentio (que se percebe até no rosto dela) é o caso de Greta Thunberg (do vídeo acima) que divulga o pavor a todos em nome do ambientalismo e da hipótese do aquecimento global.

Mas o site Weasel Zippers lembrou de outros vídeos de crianças desesperadas e apavoradas em nome de uma hipótese científica ambiental. Vejam clicando no link.

Essas crianças vão acabar defendendo a morte de outras crianças e possivelmente até a morte delas mesmas.

Estamos no mês do combate ao suicídio. Essas crianças neste nível de desespero é assustador.

E as taxas de suicídio são mais elevadas em países ricos, sinal que há algo muito doentio que o dinheiro não cura.



quarta-feira, 11 de setembro de 2019

Convite aos Amigos de Brasília. Lançamento do livro "Contos sobre a Escola Moderna e Alunos e Cristãos" (Editora Appris)




Caríssimos,

Gostaria de convidar a todos de Brasília (e imediações) ao lançamento do meu livro "Contos sobre Escola Moderna e Alunos Cristãos" que ocorrerá nos próximo sábado (14 de setembro), na Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, às 17h.

O livro tem prefácio do Dr. Miguel Nagib, líder da associação Escola sem Partido.


Até lá.

Abraço,
Pedro Erik


terça-feira, 10 de setembro de 2019

Papa Responde a Pergunta sobre os "Americanos que Querem Derrubá-lo"


O Papa Francisco acaba de responder a um repórter do New York Times que perguntou o que Francisco quis dizer quando disse que "se sentia honrado em receber críticas dos americanos" e se tinha medo de um cisma.

Francisco respondeu primeiro que adora receber críticas, que sabe que as críticas vem de todo lado, mas que não gosta de críticas "em forma de ácido arsênico que não espera as respostas das críticas" e que os críticos dele "se escondem atrás da ortodoxia para atacá-lo e não seguem o espírito do evangelho, mesmo assim disse que os trata com docilidade".Diz que age exatamente como João Paulo II. Sobre cisma na Igreja, sua resposta foi muito confusa, mas ele disse que não tem medo de cisma.

Hummm... será?

Ele adora críticas? O que será ter docilidade? Quanto tempo devemos esperar por suas respostas?


  • Não lembro dele responder ao Dubia dos cardeais, vai completar três anos este mês.
  • Não lembro dele responder ao arcebispo Vigano. que anda até escondido.
  • Não lembro dele responder a inúmeros que pediram para ele reverter as decisões no Instituto João Paulo II. Destruir o Instituto é agir como João Paulo II?
  • Não lembro dele responder a inúmeros padres e bispos que criticaram o sínodo da Amazônia.
  • Não lembro dele responder às críticas que ele recebe do próprios conterrâneos na Argentina sobre os abusos sexuais do bispo Gustavo Zanchetta (que ele empregou no Vaticano) ou do seu amigo Gustavo Vera (acusado de tráfico sexual).
  • Não lembro dele responder sobre a mudança que fez no catecismo sobre Pena de Morte.
  • Não lembro dele responder a inúmeros apelos de leigos para ele reverter suas ações consideradas heréticas. 


Será que ser dócil deixar cardeais, arcebispos, bispos, padres e leigos sem resposta?

Veja a resposta abaixo ou clicando aqui.

Pope Francis Addresses Criticism of His Pontificate and Discusses ‘Schism’
On the papal plane from Madagascar on Tuesday, Pope Francis said he always welcomes constructive criticism but not ‘pills of arsenic’ which he says can come from ‘rigid’ critics who hide behind orthodoxy and should be treated ‘with meekness.’

Jason Horowitz (New York Times): Good morning, Holy Father. On the plane to Maputo, you acknowledged being under attack by a sector of the American Church. Evidently, there are strong criticisms, and there are even some cardinals and bishops, TV [stations], Catholics, American web sites — many criticisms. Even some very close allies have spoken of a plot against you, some of your allies in the Italian curia. Is there something these critics don’t understand about your pontificate, or is there something that you have learned from the criticisms [coming from] the United States? Another thing, are you afraid of a schism in the American Church and if yes, is there something that you could do, dialogue to help avoid it?

Answer: 

Pope Francis: First of all, criticisms always help, always, when one receives a criticism, immediately he should make a self-critique and say this: to me, is it true or is it not true, until what point? Of criticisms, I always see the advantages. Sometimes you get angry, but the advantages are there. 
Then on the trip going to Maputo, one of you came... it was you who gave me the book?... One of you gave me that book... in French... yours? In French... The American Church attacks the pope... the Americans... No, the pope under attack by Americans... [Ed. note: he refers to the French book “How America Wanted to Change the Pope” by Nicolas Seneze of La Croix]. [A reporters’ voice: “How the Americans want to change the Pope”]. This is the book that you gave me a copy of, I’d heard of the book, I’d heard of it, but I have not read it. The criticisms are not only from Americans, they are a little from everywhere, even in the curia, at least those who tell me, who have the advantage of honesty to say it, and I like this. I do not like it when critics are under the table. They smile, they let you see their teeth and then they stab you in the back. This is not loyal, not human. Criticism is an element of construction and if your critic is not right, you [must be] prepared to receive the response and to dialogue, [to have] a discussion and arrive at a fair point. This is the dynamic of the true criticism instead of the criticism of arsenic pills, which this article that I gave to Fr. Vuela was talking about — throwing the stone but hiding the hand. This isn’t necessary, it doesn’t help, help the little closed groups that don’t want to hear the response to the criticism. A criticism that does not want to hear the response is throwing a stone and hiding the hand. Instead, a fair criticism, I think this, this, this... It is open to a response, and you build, help. 
Before the case of the pope, "But I don’t like this of the Pope," I criticize and wait for the response, I go away from him and I speak and I write an article and I ask him to respond. This is fair, this is love for the Church. To criticize without wanting to hear the response and without dialogue is not wanting the good of the Church. It is to go backward to a fixed idea, to change the pope, to change the style, to create schism, this is clear no? A fair criticism is always well received, at least by me.
Second, the problem of schism: in the Church there [have been] many schisms. After Vatican I, the last vote, that of infallibility, a significant group left. They separated from the Church, founded the Old Catholics, to be really honest to the traditions of the Church. Then they discovered a different development and now ordain women, but in that moment they were rigid. They were going backward to an orthodoxy that they were thinking the council had gotten wrong. Another group went without voting, silent silent, but not wanting to vote.

Vatican II created these things, maybe the best known break is that of Lefebvre. There is always schismatic action in the Church, always, no? It is one of the actions that the Lord always leaves to human freedom. I don’t fear schisms, I pray they don’t exist because there’s the spiritual health of many people [to consider], right? [I pray] there will be dialogue, that there will be correction if there is some mistake, but the path of schism is not Christian.
But let’s think back to the beginning of the Church, how the Church began with many schisms, one after another, it is enough to read the history of the Church. The Arians, the Gnostics, the Monophysites, all of these. Then it comes to me to recall an anecdote that I have told a few times: it was the people of God who saved [the Church] from schisms. Schismatics always have one thing in common: they separate [themselves] from the people, from the faith of the people, from the faith of the People of God. And when, at the Council of Ephesus, there was a discussion on the maternity of Mary, the people — this is historic — were at the entrance of the cathedral and when the bishops entered for the Council, they had sticks, they showed them the sticks and yelled: "Mother of God, Mother of God." As if to say, if you do not do this, here's what awaits you. The People of God always mend and help.
A schism is always an elite condition of an ideology separated from doctrine. An ideology may be right, but that enters into doctrine and separates and becomes 'doctrine' in quotes, but for a time. For this, I pray that there are no schisms. But I am not afraid.
To help, but what I am saying now, you are not afraid I respond to criticism, I do all this, maybe if someone comes to him, something I have to do, I will do it. To help.
But this is one of the results of Vatican II. It is not from this Pope or from another Pope or that other pope. For example, the social things that I say are the same that John Paul II said, the same. I copy him. "But the Pope is very communistic, huh?" Ideologies and doctrine enter, and when the doctrine strays into ideology, there is the possibility of schism.
And also there is the behaviorist ideology, that is, the primacy of a sterile morality over the morality of the People of God, who even the pastors should guide, the flock, between grace and sin. This is evangelical morality.  

Instead, a morality of ideology, such as Pelagianism, to put it that way, makes you rigid and today we have many, many schools of rigidity inside the Church. They are not schism, but they are pseudo-schismatic Christian paths that in the end finish badly. When you see rigid Christians, bishops, priests, behind them are problems; there isn’t the holiness of the Gospel. For this we should be meek, not severe, with people who are tempted by these attacks, because they are going through a problem, and we should accompany them with meekness.






Cientista Sueco Propõe Canibalismo para Derrotar Mudança Climática


Mas não contem ao Papa nem aos clérigos do Sínodo da Amazônia, eles podem apoiar a ideia.

Meu Deus, daqui a pouco até o demônio vai abandonar o mundo.

O cientista Magnus Soderlund sugeriu que comer as pessoa depois que eles morrem é uma maneira de combater da mudança climática.

Para ele, existe um taboo em comer pessoas, que deveria ser abolido. E ele não está sozinho, em apoio ao canibalismo. O texto do Breibart nomeia outros cientistas. Para eles, os conservadores é que são uma pedra no sapato, pois não gostam da ideia.

Certamente, outro brilhante cientista ou clérigo do Vaticano da Academia de Ciência vai dizer: que tal as pessoas nem nascerem?  E outro renomado vai querer matar os vivos mesmo, deve sugerir começar matando os conservadores.

Esses suecos são tão civilizados.🙈

Vejam parte do texto do Breibart.

Swedish Scientist Proposes Cannibalism to Fight Climate Change



Swedish behavioural scientist Magnus Söderlund has suggested that eating other people after they die could be a means of combatting climate change.

The scientist mentioned the possibility of cannibalism during a broadcast on Swedish television channel TV4 this week about a fair in Stockholm regarding “food of the future”.
Söderlund is set to hold seminars at the event, entitled “Gastro Summit — about the future of food” where he intends to discuss the possibility of eating people in the name of cutting down greenhouse emissions.
According to his research, the main problem with the idea is the widespread taboo of eating human flesh and said that conservative attitudes could make it hard to convince Swedes at large to take up the practice of cannibalism.
Regardless of the likely immense resistance to the idea of eating people, Söderlund said it was important to examine different options in the name of sustainability.
Söderlund is not alone in his call to reject the taboo of cannibalism. Last year, noted atheist and evolutionary scientist Richard Dawkins advocated for lab-grown meat and suggested it may be used to “overcome our taboo against cannibalism”.
Psychologists Jared Piazza and Neil McLatchie of Lancaster University also questioned the taboo on cannibalism in an article for Newsweek last month but ultimately did not endorse breaking it.


segunda-feira, 9 de setembro de 2019

Vídeo: Economia (Finanças) como Ciência Virou Paródia.



A economia, como ciência, está tão doente quanto a moral do mundo. E muito provavelmente é por conta dessa queda da moral que a economia está nesta forma. No vídeo acima do Financial Times, tenta-se explicar por que os juros (yield) dos títulos alemães (chamados "bunds", títulos soberanos de longo prazo, 10 ou 30 anos) estão com juros negativos.

A moça explica que os preços e os yields possuem relação inversa. Isto é, quanto mais você paga por um título de renda fixa menos juros você ganha. De forma mais simples ainda, se um título custa 1.000 reais e você paga 998 reais, você ganha menos juros de que alguém que paga apenas 900 reais por ele (todos vão receber 1.000 reais no final do prazo).

A Alemanha, assim como o Japão, a França, a Suíça e a Holanda, vende seus títulos soberanos pagando juros negativos. Isto é, por exemplo, você compra por 1.003 reais e recebe apenas 1.000 ao final do período. Recebe menos que você gastou, por uma coisa que deveria lhe render juros.

Por que isso?

Ela explica usando três razões: 1) O Banco Central Europeu cobra juros negativos dos bancos para ficarem com o dinheiro em caixa; 2) Os títulos alemães são seguros (possuem risco muito baixo ) e líquidos (podem ser transformados rapidamente em dinheiro); 3) O Banco Central Europeu está ameaçando comprar mais títulos soberanos e isso aumentará ainda mais os preços dos títulos e baixará ainda mais os yields.

Isto tudo faz sentido? Não, claro que não.

A primeira razão nos diz que o Banco Central Europeu fala para os bancos: se você não emprestar ao público e às empresas, eu vou lhe dar mais dinheiro! Dinheiro é o quê? Lixo? Se dinheiro é lixo na Alemanha, é lixo na Grécia ou em Portugal? Se o dinheiro é lixo, por que será importante para o desenvolvimento? Se o dinheiro é lixo, como pode ser usado para diminuir as igualdades globais?

Os monetaristas vão dizer que o dinheiro não serve para o crescimento econômico. Tratar dinheiro como lixo serve? Não está dando certo desde a crise de 2008.

A segunda razão diz que os títulos alemães são tão seguros que o governo alemão lhe devolve menos do que você gastou com eles. Mas na verdade o governo alemão está querendo que os investidores não comprem títulos alemães, deseja que os investidores façam investimentos mais arriscados. Eu tenho algumas dicas de investimento: Argentina e Grécia, por exemplo. Mas nestes países o dinheiro não chega, e os consumidores alemães ficam só girando o dinheiro dentro do próprio país sem qualquer efeito até para a própria Alemanha.

A terceira razão é de perspectiva econômica, quer nos dizer que os compradores desses títulos acham que o juro negativo pode ser ainda mais negativo. Um ótimo sinal de que os juros negativos não funcionam.

Em suma, a economia virou uma grande paródia, seus cálculos financeiros e custos de oportunidades se auto-alimentam em círculos. Os economistas ou financistas podem ser substituídos por algoritmos e robôs.




sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Esther Ballestrino - O Passado e Presente Comunista do Papa Francisco


O jornalista George Neumayr continua seu percurso em Buenos Aires nos passos de Jorge Bergoglio, o Papa Francisco. Dessa vez, ele destacou a mulher que o Papa Francisco disse que lhe ensinou marxismo e política: Esther Ballestrino (foto acima).

Em resumo, a  história é a seguinte: Ballestrino foi chefe de Francisco em Buenos Aires quando este trabalhou em um laboratório, e nas palavras do Papa Francisco, ela lhe iniciou nas leituras marxistas e nos jornais marxistas, que Francisco declarou que adorava lê-los.

Francisco também disse que quando Ballestrino foi perseguida pela repressão, ele ajudou Ballestrino a esconder sua biblioteca marxista, colocando os livros dentro de uma biblioteca jesuíta.

Ballestrino foi morta pela repressão, em 1977, quando encontraram o corpo (depois de 30 anos), Francisco aceitou enterrar Ballestrino na Igreja de Santa Cruz em Buenos Aires, a pedido da filha de Ballestrino (Neumayr mostra uma foto das sepulturas na Igreja). Até hoje em dia, a Igreja de Santa Cruz serve de abrigo para clérigos e leigos de tendência marxistas e local de idolatria dos perseguidos marxistas na época de repressão argentina, cerimônias em homenagens a eles são comuns lá. Há cartazes permanentes em homenagens a eles por lá.

O texto de Neumayr tem um complemento muito importante. Ele diz que os argentinos afirmam que  a atitude de Francisco em apoio a família de Ballestrino foi usada por ele para ficar bem com os esquerdistas. Pois Francisco foi acusado de ajudar a repressão na perseguição e morte de dois jesuítas marxistas. Diante dessa acusação, Ballestrino ajudou o Papa a ficar bem entre os marxistas.

Mas também diante dessa acusação a veracidade das informações anteriores fica sobre suspeita, seria Francisco marxista ou apoiador da repressão? Ou as duas coisas, como um peronista?

O texto de Neumayr traz vários depoimentos de Francisco sobre Ballestrino. Entre eles, Francisco disse:  "a ajuda dessa pessoa corajosa e honesta foi útil. Eu percebi algumas coisas, um aspecto do social, que então encontrei na doutrina social da Igreja. ” Muito parecido com aquela declaração do Paulo Freire de que viu Cristo nos escritos de Karl Marx.

Leiam todo o texto de Neumayr clicando aqui, é muito importante para entender a relação Bergolgio-marxismo-Argentina. O texto se chama "Where Bergoglio Buried his Communist Mentor" (Onde Bergoglio Enterrou sua Mentora Comunista) e foi publicado no The Spectator.



quinta-feira, 5 de setembro de 2019

Papa Francisco Ofende Católicos Americanos. Eles Reagem.



O livro Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano descreveu por vezes muito bem uma mentalidade muito presente entre nós, com nossas teologia da libertação e teorias da dependência, uma mania de ficar do lado do bandido e de desprezar os vitoriosos e mais ricos. Além de uma enorme preguiça intelectual.

O Papa Francisco me lembrou essa descrição do livro, quando um escritor francês chamado Nicholas Seneze, que escreveu um livro com a teoria conspiratória de que "os americanos" conspiram contra o Papa, se aproximou de Francisco e o Papa respondeu que desejava muito ler o livro, que o livro é uma "bomba" e que "é uma honra ser criticado pelos americanos".

Realmente, uma resposta estúpida de Francisco, não há meias palavras. Típica da preguiça intelectual e do preconceito latino-americano. Um papa não deve ofender ninguém dessa maneira, descuidada, sarcástica, irônica e rasteira. Ainda mais todo um povo.

Os críticos do Papa estão em todos os lugare, é claro, em especial, na terra dele na Argentina.

O fato ocorreu dentro do avião em direção a Moçambique. Depois que o Francisco disse isso, o porta-voz, Matteo Bruni, tentou concertar dizendo o "Papa sempre considera ser uma honra ser criticado por uma importante nação".

Uma idiotice de retoque de fala, só mesmo um porta-voz sob pressão para se sujeitar a isso.

Os americanos reagiram, como no vídeo acima, com Dr. Marshall e Timothy Gordon, que mostram como as palavras do Papa foram traiçoeiras para quem deve ser "papa" (pai).

O site The American Catholic também reagiu . Mostrou gráficos de como os americanos estão vendo o Papa atualmente e também disse que "a honra é nossa, Papa, em lhe criticar".

Os gráficos mostram que os americanos estão entendendo quem é Francisco, vejam abaixo:




quarta-feira, 4 de setembro de 2019

Novos Cardeais de Francisco: LGBT, Aborto, Islã, Imigração, Socialismo e Ambientalismo.


(foto: Daniel Ibáñez/CNA)

Eu costumo dizer, em tom de brincadeira, que Cristo foi muito exagerado ao escolher 12 para segui-lo. 12 é muita gente!! Facilmente, vai aparecer um traidor.

Mas o Papa Francisco tem assim mais de dez vezes o tamanho que Cristo escolheu para serem seus mais próximos seguidores. Eu já mostrei como foi esse escolha no tempo, em um post que discute quem será o novo Papa. Basicamente, o aumento explosivo de cardeais veio com Paulo VI (de novo ele!). O teólogo Taylor Marshall explicou como o número de cardeais passou de por volta de 20 para mais de 100 nas mãos de Paulo VI. Marshall disse também que esse imenso número favorece a criação de "partidos" entre os cardeais e também favorece à tendência da esquerda.

Francisco surpreendeu e resolveu escolher 13 novos cardeais, e assim temos agora 128 cardeais no mundo, sendo que, destes 128, 67 foram escolhidos pelo próprio Francisco. Isto é, 52% dos cardeais são do "partido do Francisco".

A descrição da mentalidade dos escolhidos por Francisco é terrível para qualquer um  que se preocupe com o futuro da Igreja. Há defensores do agenda LGBT, do abroto, da irmandade com os muçulmanos, do socialismo e do ambientalismo radical

Em todo caso, nós católicos já vimos terríveis papas (não sei se tão terríveis doutrinariamente), devemos confiar no Espírito Santo e em Cristo. Além disso, como eu disse no post de ontem, devemos nos unir contra os modernistas na Igreja. Michael Matt lembra no vídeo de ontem que os clérigos não iam para as Cruzadas, eles apenas abençoavam os cruzados, então a luta está basicamente com a gente, os leigos. Vamos mostrar que não aceitamos a agenda modernista anti-cristã de Francisco.

O jornalista Edward Pentin descreveu o perfil de 10 escolhidos por Francisco, que poderão votar no próximo conclave. É terrível. Vejamos.

1) At the top of the list of the 10 new cardinal-electors was Bishop Miguel Angel Ayuso Guixot. Born in Seville, Spain, the 67-year-old has been president of the Pontifical Council for Interreligious Dialogue since May this year, succeeding the late Cardinal Jean-Louis Tauran. Benedict XVI appointed Bishop Ayuso secretary (deputy) of the dicastery in 2012, and he has led various interreligious meetings, written numerous books and articles, and speaks a number of languages, including Arabic.

A former president of the Pontifical Institute for Arab and Islamic Studies in Rome, Bishop Ayuso was heavily involved in drawing up the  “Human Fraternity” document signed Feb. 4 by Sheikh Ahmed el-Tayeb, grand imam of Al-Azhar, and the Pope in Abu Dhabi. The Vatican called it “an important step forward” and a “powerful sign of peace and hope” between the two religions, but critics have expressed strong reservations about a passage in the document that stated the “diversity of religions” is “willed by God,” arguing that it contradicts a central belief of the Church by relativizing the uniqueness of Christ and the Church.

2) Archbishop José Tolentino de Mendonça, the archivist and librarian of the Holy Roman Church only since June 2018, is a Portuguese prelate who has had a meteoric rise. He was a priest virtually unknown outside Portugal until the Pope chose him to preach at his Lenten retreat last year. Born in Madeira in 1965, Archbishop Tolentino de Mendonça has a doctorate in biblical theology, and in 2011 he became a consultor for the Pontifical Council of Culture. Elevated to archbishop upon taking up his current post, he has published numerous volumes and articles of a theological and exegetical nature, as well as several works of poetry. 

But he has also been a controversial figure who wrote the introduction to a book on feminist theology by Sister Maria Teresa Forcada. Dubbed by the BBC as “Europe’s most radical nun” and known for promoting “queer theology,” Sister Maria Teresa is pro-abortion, stridently anti-capitalist and for women’s ordination. In his introduction, Father Tolentino de Mendonça wrote that he believed her “apostolate” should be a model for a Christianity “free” of past and present dogmatic ties and that her value is to have “highlighted the importance of ethical relations free of rigid and codified rules.”

3) Archbishop Matteo Zuppi, whom Francis chose to be the surprise successor to Cardinal Carlo Caffarra as archbishop of Bologna in 2015, served as an assistant priest and then parish priest of Rome’s historic Santa Maria in Trastevere parish from 1981 to 2010 and then as assistant ecclesiastical general to the Sant’Egidio lay community in Rome. Benedict XVI appointed him an auxiliary bishop of Rome in 2012. 

Known as a “priest of the streets” for his outreach to the elderly, immigrants, gypsies and drug addicts, he also participated in Sant’Egidio peace initiatives in Africa, in particular its mediations to liberate kidnapped missionaries and its successfully brokered peace deal in Mozambique and Burundi, working with Nelson Mandela. Popular among Italians, he likes to ride around Bologna on a bicycle, and his sensitivity to social issues is thought to bring him close to Francis. During his visit to Bologna two years ago, the Pope was reportedly pleased when the archbishop offered him a lunch with the poor of the city. Many on Italy’s political left received the news of his red hat with great enthusiasm

Archbishop Zuppi has drawn criticism for writing an Italian preface to Jesuit Father James Martin’s book Building a Bridge in which he endorsed a new pastoral attitude for so-called “LGBT” Catholics. But Archbishop Zuppi's supporters have told the Register that his position is more nuanced than Father Martin has made it out to be (Father Martin described him as a “great supporter of ‘LGBT’ Catholics”) and that while the archbishop calls for a more sensitive pastoral approach in his foreword, he reasserts the Church’s teaching on the issue and calls faithfully Catholic outreach groups such as Courage “instructive.”

4) Archbishop Jean-Claude Höllerich, a Jesuit who was appointed archbishop of Luxembourg by Benedict XVI in 2011, is also president of the Catholic bishops’ conference in the European Union (COMECE). He has shown himself to be a kindred spirit to Pope Francis on a number of issues. In April, he made headlines by writing in the Jesuit journal La Civiltà Cattolica that European populists are playing a “wicked game” by exploiting people’s fears regarding immigration and security. The “drama” of migrants in Europe, he said, was a “disgrace” and that “to remove our fears we are presented with enemies: migrants, Islam, the Jews, etc.” He added that President Donald Trump’s former strategist Steve Bannon and Russian political analyst Aleksandr Dugin were the “priests of these populisms that evoke a false pseudo-religious and pseudo-mystical world, denying the heart of Western theology, which is God’s love and love of neighbor.”

He has expressed his full support for the upcoming Amazon synod, telling a conference promoted jointly by COMECE, REPAM (the Church organization set up in 2014 to prepare the synod) and the German Catholic aid organizations Adveniat and Misereor that the Amazon faces “a global problem which requires a global response.” He added: “We must immerse ourselves in reality, because it is in reality that we find God. And today this reminds us to care for creation, which requires a real revolution in custom, mentality and the economy.” At last year’s youth synod, the archbishop said discernment “is not about black and white, but discovering all the different colors and shades of reality.” A former teacher of seminarians and vocations director, Archbishop Höllerich has close links with the Church in Japan, having been a student chaplain and then vice rector at Tokyo’s Sophia University.

5) Jesuit Father Michael Czerny, who is the current undersecretary of the migrants and refugees section of the Dicastery for Promoting Integral Human Development, is another Jesuit cardinal-elect whose opinions closely match those of Francis. Born in the former Czechoslovakia in 1946 and a Canadian citizen, Father Czerny has long specialized in social justice and human rights. From 1992 to 2002 he served as secretary for social justice at the Jesuits’ General Curia and afterwards founded and directed the African Jesuit AIDS Network (AJAN). In 2005 he taught in Nairobi, collaborating with Kenya’s bishops’ conference. In 2009, Benedict XVI appointed him an expert at the Synod on Africa.

Often seen at justice and peace meetings or gatherings involving environmental concerns, Father Czerny’s influence grew when he was appointed a consultor for the now-defunct Pontifical Council for Justice and Peace in 2010. There he served, and continues to serve, as a chief adviser to Cardinal Peter Turkson, offering him advice on a wide range of social-justice issues. Francis has often relied on his expertise, making him a member of last year’s youth synod. He is one of the special secretaries of the upcoming Amazon synod and a leading figure in promoting the meeting’s narrative.

6) Among the new cardinals “on the peripheries” is Archbishop Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo of Jakarta, Indonesia — the world’s most populous Muslim nation (in 2018, according to the CIA Factbook, Catholics numbered 2.9%, or 7.6 million of its population of 263 million people). Born in 1950, he was first appointed as bishop of Semarang by John Paul II in 1997 before Benedict appointed him archbishop of Jakarta in 2010. Considered to be close to the Indonesian state, he was re-elected for an unprecedented third term last year as president of Indonesia’s bishops’ conference because of an “urgent need” (he said he was unsure what the nature of the urgency was). He attended the 2012 Synod on the New Evangelization and the Synods on the Family. Francis appointed him a member of the Congregation for the Evangelization of Peoples. 

7) Archbishop Juan de la Caridad García Rodríguez of San Cristóbal, Havana, Cuba, has been a bishop since 1997, when Pope St. John Paul II named him auxiliary of Camagüey. He became its archbishop in 2002, and one of his initiatives was to develop evangelization programs in which grandparents, who still remembered their education in Catholicism as children, taught the principles of Catholicism to their grandchildren. He also established prison ministries. He represented Cuba at the 2007 CELAM assembly in Aparecida, Brazil. Francis appointed him archbishop of Havana in April 2016. He has reportedly said he does not want capitalism to come to Cuba, but, rather, “a progressing socialism.”

8) As Cardinal Laurent Monsengwo Pasinya of Kinshasa — a former member of Pope Francis’ council of cardinals — turns 80 next month, the Pope has chosen to elevate to cardinal his successor in Kinshasa, Archbishop Fridolin Ambongo Besungu. Born in 1960, Archbishop Besungu, who is a Capuchin, will be one of the youngest members of the College of Cardinals. He studied partly in Rome, at the Accademia Alfonsiana, where he obtained a degree in moral theology, and has served as the president of the National Assembly of Major Superiors (ASUMA). After being appointed bishop of Bokungu-Ikela in 2005, he was chosen to be president of the Episcopal Commission “Justice and Peace,” after which he became archbishop of Mbandaka-Bikoro in 2016. In June 2016 he became vice president of Congo’s bishops’ conference. Pope Francis named him archbishop of Kinshasa last year. 

9) Appointed bishop by Pope St. John Paul II in 1989, Bishop Alvaro Ramazzini Imeri, 72, was born in Guatemala City and has long been involved in social-justice issues, especially in the area of protecting the rights of indigenous people. In 2011, he was awarded the Pacem in TerrisPeace and Freedom Award for his courageous work to empower the poor and marginalized. Previous recipients have included Martin Luther King Jr., Dorothy Day and Mother Teresa. First ordained bishop in 1989, he was Guatemala’s bishops’ conference president from 2006 to 2008 and took part in the 2007 CELAM assembly in Aparecida where Cardinal Jorge Bergoglio played a leading role. Benedict XVI nominated him as bishop of Huehuetenango in 2012.

10) Lastly, the Pope chose Archbishop Cristóbal López Romero of Rabat, Morocco, as a new cardinal. Born in 1952 in Vélez-Rubio of the Diocese of Almería in Spain, the Salesian priest studied in Barcelona and obtained a licentiate in information sciences in the city’s School of Journalism in 1982. From 1979 to 1984 he was known for his pastoral ministry toward the marginalized in Barcelona, and from 1983 to 2003 he served as a missionary in Paraguay. From 2011 to 2014, he was head of pastoral parish and school ministry in Kenitra, Morocco, before serving as Salesian provincial in Bolivia from 2011 to 2014. Francis appointed him bishop of Rabat in December 2017. 



terça-feira, 3 de setembro de 2019

É Hora de União dos Tradicionalistas Católicos contra Modernistas.



No vídeo acima, Michael Matt pede que os católicos tradicionalistas se unam contra os modernistas que tomaram a Igreja praticamente na sua totalidade, a partir do Papa Francisco até o padre de sua paróquia. Sobraram apenas algumas vozes que muitas vezes não se unem.

Matt pede especialmente pela união entre a Fraternidade Sacerdotal São Pio X e a Fraternidade Sacerdotal de São Pedro, mas este pedido vale para muitos casos.

Aqui no Brasil, temos o caso do Instituto Plínio Correa de Oliveira e seus dissidentes, por exemplo. Precisamos que eles se unam também. Matt usa os termos de Plínio Correa de Oliveira no vídeo: precisamos de uma "contra-revolução" na Igreja. Matt também lembra quão difícil foi o impacto do Concílio Vaticano entre os católicos da época, em especial pelas alterações na liturgia e pela ausência de condenação ao comunismo, que foram muito difíceis de engolir. Essas dificuldades atingiram e separaram os católicos tradicionalistas no Brasil também.

Além disso, hoje temos muitos clérigos e leigos católicos tradicionalistas que não atacam os modernistas (incluindo o Papa Francisco) pelo nome.

O que é preciso para nos unir? Matt responde: a nossa fé, a fé que veio desde sempre, a eterna fé, nosso eterno Credo! Nosso Credo é o terror dos modernistas.

Finalmente, interessante, para mim, foi ver a imagem que usei para meu livro de Guerra Justa na imagem do vídeo.

É isso mesmo, é uma guerra, a guerra mais importante, a guerra pelas almas, a guerra por Cristo.




segunda-feira, 2 de setembro de 2019

Vídeo: Rémi Brague - As Raízes Bíblicas da Liberdade.



Esse vídeo acima tem apenas 11 likes!! Pode? Não, não pode, sinal de mundo doente demais.

Rémi Brague, para mim, é um dos maiores, se não,o maior pensador vivo da atualidade.

Estou começando uma pesquisa sobre a obra dele, que, se Deus quiser, gerará um livro, se meu cansaço permitir.

Rémi Brague sabe tudo de filosofia e teologia, na mais completa forma. E by the way, ele fala alemão, francês, hebraico, inglês e árabe.

Sem falar que é muito gentil.



sexta-feira, 30 de agosto de 2019

Terço em Latim




In nómine Patris, et Fílii, et Spíritus Sancti. Amen.

Credo

Crédo in Déum, Pátrem omnipoténtem, Creatórem cáeli et térræ. Et in Jésum Chrístum, Fílium éjus unícum, Dóminum nóstrum, qui concéptus est de Spíritu Sáncto, nátus ex María Vírgine, pássus sub Póntio Piláto, crucifíxus, mórtuus, et sepúltus. Descéndit ad ínferos: tértia díe resurréxit a mórtuis: ascéndit ad cáelos: sédet ad déxteram Déi Pátris omnipoténtis: índe ventúrus est judicáre vívos et mórtuos. 

Crédo in Spíritum Sánctum, sánctam Ecclésiam Cathólicam, Sanctórum communiónem, remissiónem peccatórum, cárnis resurrectiónem, vítam ætérnam. Amen.



Pai Nosso

Páter nóster, qui es in cáelis, sanctificétur nómen túum. Advéniat régnum túum. Fíat volúntas túa, sícut in cáelo et in térra. 

Pánem nóstrum quotidiánum da nóbis hódie, et dimítte nóbis débita nóstra, sícut et nos dimíttimus debitóribus nóstris. Et ne nos indúcas in tentatiónem: sed líbera nos a málo. Amen.

Ave Maria

Áve María, grátia pléna, Dóminus técum; benedícta tu in muliéribus, et benedíctus frúctus véntris túi, Jésus. 

Sáncta María, Máter Déi, óra pro nóbis peccatóribus, nunc et in hóra mórtis nóstræ. Amen.


Glória ao Pai

Glória Pátri, et Fílio, et Spirítui Sáncto. Sícut érat in princípio et nunc et sémper et in sáecula sæculórum. Amen.


Ó meu Jesus

Domine Iesu, dimitte nobis debita nostra, salva nos ab igne inferiori, perduc in cćlum omnes animas, prćsertim eas, quć misericordić tuć maxime indigent. Amen.

Salve Rainha

Sálve Regína, máter misericórdiæ: víta, dulcédo, et spes nóstra, sálve. Ad te clamámus, exsúles fílii Hévæ. Ad te suspirámus, geméntes et fléntes in hac lacrimárum válle. Éja érgo, Advocáta nóstra, íllos túos misericórdes óculos ad nos convérte. Et Jésum, benedíctum frúctum véntris túi, nóbis post hoc exsílium osténde. O clémens, O pía, O dúlcis Vírgo María, 

V. Óra pro nóbis sáncta Déi Génitrix 
R. Ut dígni efficiámur promissiónibus Chrísti. 


Oremos

Déus, cújus Unigénitus per vítam, mórtem et resurrectiónem súam nóbis salútis ætérnæ præmia comparávit: concéde, quæsumus: ut hæc mystéria sacratíssimo beátæ Maríæ Vírginis Rosário recoléntes, et imitémur quod cóntinent, et quod promíttunt, assequámur. Per eúndem Chrístum Dóminum nóstrum. Amen.



Mistérios Gozosos


Annuntiatio

Visitatio

Nativitas

Donatio Domini

Inventio


Mistérios Dolorosos
Cruciatus In Horto

Verbera

Coronatio Cum Spinis

Portatio Crucis

Crucificatio


Mistérios Gloriosos
Resurrectio

Ascencio

Descensus Spiritus Sancti

Assumptio

Coronatio



Onde Está o "Hagan Lío" do Papa Francisco em Hong Kong?


O Papa Francisco é famoso por sempre pedir aos jovens que "façam bagunça" (hagan lío, em espanhol).

Nas ruas de Hong Kong os jovens católicos estão realmente fazendo uma bagunça contra uma terrível ditadura, mas cadê o Papa Francisco?

Não há nenhuma mensagem do Papa Francisco para esses jovens cristãos, nada.

As árvores queimando da Amazônia já receberam inúmeras palavras de apoio do Papa. E ele adora participar de questões internacionais, como o Acordo Nuclear com o Irã e aos acordos climáticos.

O site Breibart destaca hoje esse silêncio do Papa em favor da China, contra os católicos de Hong Komg. O site diz que os Católicos estão dominando os protestos, mesmo sendo apenas 5% da população de Hong Kong, o hino semioficial dos protestos é "Sing Hallelujah to Lord". Os protestos contam com o apoio do cardeal Zen e do bispo Chi-shing.

O Paul Joseph Johnson mostrou ontem os jovens de Hong Kong na luta contra a política chinesa que tem usado até a imigração em massa de chineses do continente para conter os protestos (oferecendo benesses estatais para quem for morar em Hong Kong). Johnson também mostrou os jovens cantando o hino católico.





Vejam parte do texto do Breibart

Yore: Pope Francis Goes Silent on Hong Kong Protests as Christians Take Major Role



“One who mounts a tiger can never get off.” ~ Chinese Proverb

Hagan Lío.” “Take to the streets.” “Make a Mess.”
Pope Francis famously bellowed “Hagan Lio” to the 300,000 young Catholics gathered at World Youth Day in Rio de Janeiro on July 26, 2013, urging them to shake up the complacency of their lives.
Sounding more like the socialist community organizer Saul Alinsky than the Vicar of Christ, Francis prodded young Catholics to take to the streets and shake up the establishment. He challenged that the young people, “must go out, they must show their worth. Young people must go out to fight for values, to fight for values.”
Where is his “Hagan Lio” shout out to the young people of Hong Kong?
Millions of young people are risking their lives to march for freedom from the oppressive Chinese extradition law and broken promises of Communist Party leader Xi Jinping – who, under the “One Country, Two Systems” policy cannot legally impose draconian communist laws on Hong Kong. If the pontiff supports this youthful movement for freedom and democracy, he has made a well-kept secret of it.

The deafening silence from Vatican City exposes the communist fault lines buried within this pontificate.
It’s not as if Francis hasn’t been asked to intercede and speak out in support of the young protesters. Even before the Hong Kong marches began, a delegation of young Hong Kong Catholics handed the pope a petition to intervene with the Chinese Communists to overturn the extradition bill. The pope received the petition and asked the students to pray for him.
Even though only five percent of Hong Kong is Catholic, there’s a strong Catholic presence among the Hong Kong protesters. Catholics dominate the leadership in the demonstrations — particularly with the movement’s adoption of the hymn “Sing Hallelujah to the Lord” as its unofficial anthem. Notably, the 87-year-old retired Hong Kong Cardinal Joseph Zen has spoken out and participated in the marches. The fiery and fearless Zen has clashed with Pope Francis over the Vatican’s secret “suicide” pact with the Chinese Communist government signed on Sept. 22, 2018, over the appointment of Chinese bishops.
Additionally, Hong Kong Auxiliary Bishop Joseph Ha Chi-shing led an ongoing prayer vigil outside the Legislative Council building joined by thousands of Christians. Bishop Ha told the media that he would not leave the young protesters, and said, “I don’t care. No matter how long they stay, I will continue to stay with them. The shepherd should not just be with the sheep but also guide them.”
Pope Francis seldom shies away from global politics or high political stakes. In the past seven years, Francis has personally supported the JCPOA Iran deal, President Barack Obama’s concessions to communist Cuba, the U.N. climate agenda, the Paris Climate Treaty, called candidate Donald Trump’s border wall “unchristian,” challenged Italian politician Matteo Salvini over the migrant issue, and personally negotiated a highly destructive secret pact with the Chinese communist government last year.
Why the papal abstention and evasion of the Hong Kong protests? One doesn’t have to look far for the answer. Argentine friend and close Vatican collaborator, Bishop Sanchez Sorondo, of the Pontifical Academy of Social Sciences lavishly made the jaw-dropping observation “that the government best implementing the social doctrine of the Church would be the People’s Republic of China.”
You heard that right. The Francis papacy extols the good works of the murderous, tyrannical, and oppressive Xi regime and his CCP thugs. Shockingly, the Pope is choosing sides in this Hong Kong freedom crisis by his shameful silence.

...
Yet, not a word from Francis.
Francis protects Francis. His global political agenda reigns supreme, beyond inquiry, explanation, or justification. Despite his incessant calls for “dialogue” and “transparency,” he operates in secrecy and self-interest.
He shares these traits with Xi, his latest collaborator on the global stage, who together in September 2018, negotiated a secret agreement, condemned by much of the world. Curiously, the notorious sexual predator, Cardinal McCarrick, was personally tasked by Pope Francis to start negotiations with the Chinese. McCarrick observed that, “A lot of things that China worries about, [Pope Francis] worries about—about the care of poor, older people, children, our civilization and especially the ecology.”
Apparently Francis, like his new ally Xi, doesn’t worry about freedom.
The young of Hong Kong stand together, but without the supportive voice of the Vicar of Christ.
As the ancient Chinese proverb warns, Pope Francis mounted the red communist tiger.
He will never get off.
Elizabeth Yore is an international child rights attorney. She was the former Special Counsel to Oprah Winfrey and the General Counsel of the National Center for Missing and Exploited Children. She is the founder of YoreChildren.com.