quinta-feira, 21 de junho de 2018

Quem Está Mentindo: Papa Francisco ou 4 Cardeais?


Alguém está do lado do demônio, o "pai da mentira".

Lá vamos nós de novo, muito provavelmente vendo o Papa Francisco mentindo de forma grosseira e cruel, dessa vez contra quatro cardeais.

A história em poucas palavras é que quatro cardeais apresentaram em setembro de 2016 um documento formal tradicional da Igreja ao Papa Francisco, chamado Dubia, para que ele esclarecesse o documento do Papa chamado Amoris Laetitia. Em novembro deste mesmo ano, a carta foi divulgada ao público.

Vai fazer dois anos e o Papa Francisco de forma nada caridosa nunca respondeu à Dubia e nunca tinha se pronunciado.

Até que em entrevista ontem para a Reuters, o Papa Francisco disse que soube da Dubia pela imprensa!


"Francis said he had heard about the cardinals’ letter criticizing him “from the newspapers ... a way of doing things that is, let’s say, not ecclesial, but we all make mistakes”.

Bom, imediatamente, eu me perguntei: mesmo se tivesse sido assim, por que o Papa Francisco não respondeu? Ele só responde algo se o pedido for formal? Mas não é ele o Papa que sempre critica formalismo, burocracia e detalhes canônicos? Será que ele nunca respondeu a algo que ele viu nos jornais? Não é esse o Papa da misericórdia, por que não respondeu aos cardeais?
O mundo todo dizia que o Papa Francisco tinha recebido a Dubia dois meses antes de sair na imprensa, e agora o Papa vem com essa de que não sabia dois anos depois?

O Papa Francisco já fez este tipo de coisa quando disse que não recebeu uma carta de vítimas de pedofilia no Chile, para logo ser desmentido por um cardeal e pela imprensa que mostrou até a foto de uma vítima entregando a carta ao Vaticano.

Quem enviou a Dubia foram quatro cardeais: Carlo Caffarra (italiano), Joachim Meisner (alemão), Walter Brandmuller (alemão) e Raymond Burke (americano).

Só que os dois primeiros, infelizmente, já faleceram.

Os dois que sobrevivem responderam a esta afirmação do Papa. Imediatamente.

Cardeal Brandmuller disse que a Dubia foi entregue dois meses antes de ser disponibilizada ao público e que foi entregue tanto ao Papa como à Congregação para a Doutrina da Fé.

Raymond Burke também respondeu dizendo que o cardeal Caffarra entregou pessoalmente a Dubia na Residência do Papa e no mesmo dia à Congregação para a Doutrina da Fé no dia 19 de setembro de 2016. E que durante todo esse período de 2 anos nunca foi questionado que a carta não foi entregue formalmente. 

Leiam:


2) Resposta do Cardeal Brandmuller

3) Resposta do Cardeal Burke.

Que tristeza, a mentira está dominando a Igreja!



quarta-feira, 20 de junho de 2018

4 Histórias Terríveis de Imigração da Época de Obama


Primeiro sobre imigração, eu tenho a dizer que se pais chegam ao ponto de arriscar a vida dos próprios filhos para entrar ilegalmente em outro país, na melhor das hipóteses, o país em que eles moram é muito terrível, na pior das hipóteses, esses pais são uns crápulas. Assim, a imigração é mais um problema do país de origem do que do país de entrada.

Segundo, quero dizer que minha principal preocupação é com as crianças e não com Trump, Obama ou mesmo com os pais delas. Rezemos pelas crianças.

Agora, enquanto o mundo xinga Trump porque crianças estão sendo separadas dos pais que tentam entrar ilegalmente nos Estados Unidos, é bom mostrar alguns fatos. Primeiro, deve-se dizer que isso não é novo, costuma-se atribuir o pioneirismo a Bill Clinton pela lei que Trump segue sobre imigração. 

Segundo, deve-se dizer alguns fatos sobre Obama, o adorado pela mídia global, sobre imigração.

O jornal Daily Wire mostrou quatro histórias terríveis de imigração da época de Obama, que foram registradas pela imprensa na época dele.

Vejamos

1) Obama manteve mais do que o dobro de crianças mantidas em centros de detenção que Trump;

2)  A administração Obama permitiu a entrada da gangue assassina do México MS-13 que provocou mortes nos Estados Unidos;

3) Adminstração Obama manteve crianças presas por meses como punição por terem entrado nos Estados Unidos;

E o pior:

4) Administração Obama entregou crianças para traficantes de humanos!!

Vejam o relato do Daily Wire:

4 Horrifying Immigration Stories That Happened Under Obama That You Need To Know About


4. Kept More Than Double The Number Of Children In Detention Centers Than Trump White House. Newsweek reports:
Department of Health and Human Services' (HHS) Administration for Children and Families spokesperson Kenneth Wolfe told Newsweek on Wednesday that it had as many as 10,852 undocumented children in its custody—a significant jump from the 8,886 that were in the agency's custody on April 29, according to the Washington Post.
In fiscal year 2013, under the Barack Obama administration, the HHS Office of Refugee Resettlement (ORR) had as many as 25,000 unaccompanied children in its care across 80 shelters, according to a July 2014 article in Mother Jones.

3. The Obama Administration Knowingly Let Admitted MS-13 Gang Members Into The U.S. The Washington Times reports:
The Obama administration knowingly let in at least 16 admitted MS-13 gang members who arrived at the U.S. as illegal immigrant teenagers in 2014, a top senator said Wednesday, citing internal documents that showed the teens were shipped to juvenile homes throughout the country.
Sen. Ron Johnson, chairman of the Senate Homeland Security Committee, said a whistleblower turned over Customs and Border Protection documents from 2014 detailing the 16 people who were caught crossing the border.

2. The Obama Administration Held Mexican Kids For Months As Punishment For Border-Crossing. The Washington Post reports:
[Border Patrol agent Robert Harris'] intelligence analysts estimated that 78 percent of the guides smuggling other migrants were Mexicans younger than 18 — teenagers often hired or conscripted by drug cartels that knew they would not be prosecuted if caught — and he wanted to attack this loophole.
“Why don’t we remove these juveniles from the smuggling cycle?” Harris, the outgoing commander of the Laredo sector of U.S. Customs and Border Protection, recalled thinking.
Now, as a result of that decision, young Mexicans are being held for months without charge in shelters across the United States, sometimes without their parents’ knowledge. Since the program began in May, 536 juveniles have been held — 248 of whom have been deported to Mexico after an average stay of 75 days, according to Border Patrol statistics. Mexican authorities say some of these repeat border-crossers have spent as much as six months in U.S. custody while they await an appearance before an immigration judge.

1. The Obama Administration Placed Immigrant Children With Human Traffickers. The New York Times reports:

The Department of Health and Human Services placed more than a dozen immigrant children in the custody of human traffickers after it failed to conduct background checks of caregivers. ...
At least six children were lured to the United States from Guatemala with the promise of a better life, then were made to work on egg farms. The children, as young as 14, had been in federal custody before being entrusted to the traffickers. ...
In addition to the Marion cases, the investigation found evidence that 13 other children had been trafficked after officials handed them over to adults who were supposed to care for them during their immigration proceedings. An additional 15 cases exhibited some signs of trafficking. 

Luta Contra Aborto no Brasil - Prof. Hermes Nery (na Câmara dos Deputados)


Ontem, ocorreu passeata em Brasília em defesa da vida, para que seja aprovado o Estatuto do Nascituro (PL 478/2007) e da PEC da Vida (PEC 29/2015), que tramitam no Congresso Nacional.


Vale à pena ver o pronunciamento do Professor Hermes Nery no Congresso, na luta contra a ADPF 442 do PSOL que procura liberar o aborto no Brasil no Supremo Tribunal Federal.

Não se pode confiar no STF, muitas vezes eles praticam o socialismo fabiano cultural, avançam medidas esquerdistas mesmo com a proibição da Constituição,  e mesmo contra os desejos da população, cuja maioria é contra o aborto, como lembra o Prof. Nery. Prof.

Nery também lembra o gradualismo, com a aprovação do aborto sorrateiramente, como se o judiciário fosse poder legislativo. Essa aprovação sorrateira gradualista é a característica do socialismo fabiano, cuja bandeira original é um lobo em pele de cordeiro (ver abaixo)




Então, a luta deve ser feita nas ruas, com muita participação.

Abaixo, pronunciamento do Prof. Hermes Nery:

Caríssimos amigos,
Agradeço de modo muito especial o convite para participar desta audiência pública, na Câmara dos Deputados, aonde, mais uma vez, retorno a Brasília, em que por mais de doze anos o nosso Movimento Legislação e Vida se dispõe a atuar na defesa da vida e da família, também no campo legislativo. Parabenizo o deputado Diego Garcia pela iniciativa desta audiência pública, tendo em vista a hora grave em que vivemos, de debilidade das instituições, em que urge fortalecer a soma de esforços por um Brasil desenvolvido, com sã democracia.
Há muitos anos, por conta de todo um trabalho de conscientização é que as pesquisas mostram com evidência que a maioria do povo brasileiro é contra o aborto, não aceita, de modo algum, a matança dos inocentes, do ser humano indefeso, no ventre materno, aonde ele deveria receber a maior acolhida. Daí que o Brasil tem feito diferença, pois que, no planejamento dos organismos e fundações internacionais que promovem o aborto, senhores deputados, eles tinham uma meta de até 2015 o aborto estar totalmente legalizado em nosso País, e eles não conseguiram atingir a meta. Eles achavam o Brasil seria um dos primeiros países a legalizar o aborto, mas até hoje eles se surpreendem com a reação da população, que diz um não retumbante a essa agenda da cultura da morte. E principalmente no campo legislativo, no Congresso Nacional, todas as proposituras apresentadas para matar o ser humano inocente e indefeso no ventre materno, foram rechaçadas com veemência. Em suma, os promotores do aborto sabem que no campo legislativo o aborto não passa. E então? O que é que está acontecendo agora? Os organismos internacionais (que fazem a pressão de fora, e usam as OnGs que atuam aqui no País) resolveram judicializar a questão do aborto. Por isso, desde 2005, estão atuando para viabilizar a legalização do aborto, via judiciária, a exemplo do que aconteceu nos Estados Unidos, em 1973, com a questão Roe x Wade.
Aqui no Brasil, levaram esta batalha para o Supremo Tribunal Federal, na estratégia do gradualismo, isto é, por etapas, para fazer a legalização do aborto via judiciária, não respeitando de modo algum o que o legislativo brasileiro, em todas as instâncias (municipal, estadual e federal) vem decidindo em favor da vida do nascituro. E então, na pior prática de ativismo judicial, quando um dos poderes (que é poder constituído e não constituinte), exorbita de suas funções, praticando assim uma violência institucional, pois o ativismo judicial tem sido utilizado (com uma forma de manipulação) para tirar as legítimas e democráticas prerrogativas do Legislativo.
Hoje, a judicialização da questão do aborto, sres. deputados, faz parte de toda uma estratégia desses organismos internacionais para solapar a soberania nacional, na medida em que enfraquece a ação do Legislativo (em todas as instâncias), para tornar o Supremo Tribunal Federal “o órgão mais poderoso da República”1, como reconhecem os especialistas tanto da direita, quanto da esquerda. Agora nesses dias, uma entrevista com o cientista político Christian Lynch, reconhece isso2. Utilizando-se de uma sofisticada hermenêutica jurídica, o Supremo Tribunal Federal vai tomando as pautas do Legislativo e impondo arbitrariamente decisões que violam as prerrogativas do Legislativo, como na questão do aborto também. Aqui na Câmara dos Deputados, há dez anos exatos, tivemos a histórica votação no dia 7 de maio de 2008, quando o PL 1135-91 foi derrotado na Comissão de Seguridade Social e Família, de modo esplêndido, por 33×03. Todos os deputados lá presentes, naquele dia, unanimemente, um a um, fizeram questão de dizer, alto e em bom tom: o seu sim à vida, contra o aborto.  E então, o STF passou a intervir, com as chamadas ADPFs, como agora está para ser votada pelos ministros, a ADPF 442, que quer estender o chamado “direito ao aborto” até a 12ª semana. O STF deverá fazer por esses dias uma outra audiência pública, mas as cartas estão marcadas, sres deputados. Já há até um congresso da FIGO para ensinar técnicas e práticas abortivas aos profissionais da saúde, porque eles contam que o STF vai aprovar o aborto até a 12ª semana.
Se formos considerar os votos dos ministros nesta e em outras questões, muito dificilmente será possível reverter esse processo. Pois o aborto estará sendo legalizado em nosso País, não pelo legislativo, mas pelo judiciário. Porta esta aberta sorrateiramente, há dez anos, desde a aprovação da ADIN 3510 (que autorizou o uso de células-tronco-embrionárias para fins de pesquisa científica), passando pela ADPF 54 (descriminalizando o aborto nos casos de anencefalia), e mais recentemente pelo HC 124.306, da 1ª turma do STF, visando estender a descriminalização do aborto até o terceiro mês de gestação. No caso da HC 124.306, houve explícita extrapolação de competências, quando o ministro Luís Roberto Barroso, “em franca violação à tripartição dos poderes”4, passou a agir como “ carrasco da Constituição, ao invés de seu protetor”5, fazendo “imperar a ideologia em lugar da consideração da realidade dos fatos”6, “abortando a tripartição dos poderes”7, tripartição esta já esboçada por Aristóteles e consagrada por Montesquieu, que advertira: “tampouco existe liberdade se o poder de julgar não for separado do poder legislativo e do executivo. Se estivesse unido ao poder legislativo, o poder sobre a vida e a liberdade dos cidadãos seria arbitrário, pois o juiz seria legislador. Se estivesse unido ao poder executivo, o juiz poderia ter a força  de um opressor”8. Mas com o HC 124.306, houve uma “desconstrução de toda tradição”9 do Direito constitucional, uma “descarada invasão de atribuições do legislativo”10 e “uma declaração escancarada dessa legalidade e do acatamento de um viés ideológico específico sobre o tema do aborto”11. Por isso é imprescindível essa audiência pública, que “seja amplo com a manifestação da sociedade e de um poder com legitimação popular, que é o legislativo”12, que não só denuncie esse perverso ativismo judicial, que é um crime de lesa-pátria, cometido por aqueles que deveriam ser o máximos guardiães da Constituição, pois “não cabe ao STF e nem a juiz algum, simplesmente desconsiderar a legislação à qual está atrelado e que constitui um freio ao exercício arbitrário e caprichoso da função judicial”13.
Nesse sentido, o nosso Movimento Legislação e Vida (bem como a Associação Nacional Pró-Vida e Pró-Família e outros), sempre acreditou e defendeu que deve partir daqui, sres deputados, daqui do parlamento brasileiro, a firme decisão da defesa integral da vida humana desde a concepção (por isso defendemos a PEC pela Vida), daqui do parlamento os sres deputados tem o dever de colocar um dique a esta volúpia do STF por transgredir as prerrogativas constituintes desta casa de Leis, ao qual o STF deve se submeter à obediência da lei, e não – como tem feito – em meio às retóricas – subjugar a lei ao arbítrio de convicções ideológicas inumanas. Por isso, sres. deputados, há aqui tramitando nesta Casa de Leis, o PL  4754/2016,que justamente é o instrumento adequadíssimo para deter esse abuso, e evitar que os togados continuem cometendo o crime de lesa pátria. Mas esse crime que está sendo cometido precisa ser explicitado na Lei 107914, como o 6º crime de responsabilidade, aos já previstos no art. 39.  Por isso o PL 4754, acrescenta aos 5 crimes de responsabilidade, que podem ser cometidos pelos Ministros do STF, uma sexta possibilidade: o de “usurpar competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo”15. Isso é de uma tão grande importância, sres deputados, que precisa ser prioridade nos trabalhos desta Casa de Leis, os deputados propositores deveriam trabalhar prioritariamente para a aprovação desta relevantíssima propositura. E aí, sres deputados, é preciso agora agregar todos os esforços, nesse sentido, ainda nesta legislatura, para que haja a garnatia da tripartição dos poderes, a garantia do direito a vida desde a concepção, e da democracia brasileira.
Muito obrigado.
Hermes Rodrigues Nery é Coordenador do Movimento Legislacão e Vida e Presidente da Associação Nacional Pro-Vida e Pro-Família.
Notas:
  1. Sanches, Mariana, “‘O Supremo tornou-se hoje o órgão mais poderoso da República’, diz cientista política”, entrevista com Christian Linch. [ http://www.bbc.com/portuguese/brasil-44013517]
  2. Ibidem.
  3. “Foi uma vitória e tanto…” [ http://juliosevero.blogspot.com.br/2008/05/foi-uma-vitria-e-tanto-nunca-vi-isso.html
  4. Cabette, Eduardo Luiz Santos, “Aborto até o terceiro mês de gestação: crítica ao posicionamento do STF”, Capítulo 9, “Precisamos falar sobre o aborto, mitos e verdades”, Estudos Nacionais, 2018.
  5. Ib. p. 289.
  6. Ib. p. 290.
  7. Ibidem.
  8. Ib. p. 291.
  9. Ibidem.
  10. Ibidem.
  11. Ib. pp. 292-293.
  12. Ib. p. 294.
  13. Ib. p. 294.
  14. Lei 1079: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L1079.htm
  15. PL 4754/2016: http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1443910HYPERLINK “http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1443910&filename=PL+4754/2016″&HYPERLINK “http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/prop_mostrarintegra?codteor=1443910&filename=PL+4754/2016″filename=PL+4754/2016


Merkel Resolveu Apoiar Itália e Controlar Imigrantes. E Agora Papa e Macron?


O que a chance de perder o poder não faz. Angela Merkel declarou que apoia a política do novo governo italiano de banir a entrada de imigrantes. Ela defendeu que os imigrantes fiquem na Líbia!!

Humm...o que o Papa Francisco vai fazer agora? E o Macron que atacou a Itália?

Vejam a reportagem da Reuters.

Merkel to Support Italy in Tackling Migration Challenge

BERLIN (REUTERS) - German Chancellor Angela Merkel said on Monday she wanted to support Italy in its efforts to reduce the number of migrants arriving on its shores, possibly handling asylum requests for Europe in non-European countries including Libya.
Most migrants attempting to reach Europe from Africa take the sea route from Libya to Italy, though last year saw a spike in numbers departing from Morocco to Spain instead.
"Italy is one of the countries that is receiving a lot of refugees as a first arrival country," Merkel told reporters before talks with Italian Prime Minister Giuseppe Conte.
"We want to support Italy in its call for solidarity and hope that Germany will also be met with understanding when it comes to solidarity in Europe with the issues of migration."
Merkel said her talks with Conte and other European leaders in coming weeks would focus on the question of how the European Union could enable a stable government in Libya and how its coast guard could be better trained.
"And how we can, if necessary, already carry out asylum-related proceedings there. These are all questions that we will discuss in the coming months and where we want to work very closely together," Merkel said.
Matteo Salvini, interior minister in the anti-establishment government that took office this month in Rome, has adopted a policy of blocking foreign humanitarian boats from Italian ports, which has triggered heated exchanges with France and the Netherlands.
Conte has spoken of the need for European-run immigration offices outside Europe to prevent "voyages of death". More than 3,000 migrants died attempting to cross the Mediterranean in 2017, according to the U.N. Migration Agency (IOM).
During the short news conference with Merkel in Berlin, Conte said the European Union had to change its position on migration. "I think Germany is aware of this too," he added.
Italy wants to adapt current EU asylum guidelines in favor of "a new approach that is more harmonious, so that whoever sets foot in Italy, sets foot in Europe", Conte said.
The European Commission said on Monday it was confident that EU leaders could agree at a summit next week on handling migrants and refugees, but some diplomats were much less optimistic.
(Reporting by Michael Nienaber in Berlin and Crispian Balmer in Rome, editing by John Stonestreet)

terça-feira, 19 de junho de 2018

UE quer Criar Campo de Concentração de Imigrantes. Alemanha (!), Áustria e Itália se Unem Contra Imigrantes.


O ministro do interior da Alemanha, Horst Seehofer desafia o próprio governo de Angela Merkel e se une aos ministros do interior da Itália, Matteo Salvini,  e da Áustria, Herbert Kickl paera conter os avanços da imigração na Europa (fotos do jornal Daily Mail).

O governo de Angela Merkel parece prestes a cair, por conta de sua política imigratória que aceita sem quaisquer critérios cotas enormes de imigrantes.

Hoje li que a própria União Europeia, com receio da repercussão da queda do governo de Merkel, está pensando em criar um campo de concentração de refugiados fora do bloco europeu (fala-se em Albânia ou Tunísia) para que seja feita uma triagem de imigrantes, deportando aqueles que vieram apenas atrás de dinheiro do bem-estar social europeu.

Os campos foram chamados de "Plataformas de Desembarque".

Humm... essa triagem teria qual chance de funcionar? Zero, claro.

Vejamos parte do texto do site O Politico sobre a brilhante ideia das "plataformas de desembarque" em estudo pela União Europeia.

E também parte do texto do Daily Mail sobre os ministros do interior da Alemanha, Itália e Áustria. 


EU leaders consider centers outside bloc to process refugees

Draft conclusions for the European Council summit next week propose the creation of ‘disembarkation platforms.’
European Council President Donald Tusk has proposed that EU leaders create “regional disembarkation platforms” outside the European Union, where officials could quickly differentiate between refugees in need of protection and economic migrants who would potentially face return to their countries of origin.
The proposal is an effort to break the acute political crisis over migration and asylum that has bedeviled EU leaders since 2015 — and even threatened in recent days to topple the German government — even as the numbers of arrivals have plummeted since the peak of the crisis.
The disembarkation platform concept — which officials said would have to be implemented in cooperation with the United Nations High Commissioner for Refugees (UNHCR) and the International Organization for Migration (IOM) — could create a formal mechanism by which the EU can bridge the divide between hard-line leaders calling for tough border controls and those insisting that EU nations obey international law and welcome refugees in need of protection.
But the idea could also open EU leaders to criticism that they are outsourcing their political problem by creating centers for people seeking entry in countries on the periphery of the bloc. Among the potential partner nations are Tunisia and Albania, but officials say it is far too soon to speculate.

Europe's 'axis of the willing' to combat illegal migrants: Hardline interior ministers of Germany, Austria and Italy form alliance to protect borders - in defiance of Merkel

The hardline interior ministers of Austria, Germany and Italy have formed an 'axis of the willing' to combat illegal immigration, Austrian Chancellor Sebastian Kurz said Wednesday, escalating a Europe-wide row over the issue.
The announcement by Kurz in Berlin after talks with German Interior Minister Horst Seehofer marks a shot across the bow at Chancellor Angela Merkel, who is trying to pull together a deal for EU cooperation on placing asylum seekers.
Seehofer - who is locked in an open migration feud with Merkel that is threatening the stability of her coalition government - said that he and his far-right Austrian and Italian counterparts, Herbert Kickl and Matteo Salvini, formed their alliance this week.
Their cooperation would extend to 'issues of security and terrorism', he said, but did not offer specifics on what it would entail.  
The news comes as Merkel called for tolerance amid a wave of support for anti-immigration parties across Europe, with the Chancellor saying the current political crop's migration policy would act as a 'litmus test' for the future of the continent.

Kurz, whose country assumes the EU's rotating presidency on July 1, said he welcomed the 'good cooperation that we want to develop between Rome, Vienna and Berlin'.
'I think it marks very sensible cooperation that will contribute to reducing illegal migration to Europe,' Kurz told reporters at a convivial news conference with Seehofer, in marked contrast with the far more formal exchange he had with Merkel late Tuesday.
'We believe an axis of the willing is needed to fight illegal migration.'


50 Fake News Contra Trump


Da lista de 50 fake news contra Trump há algumas que são bem engraçadas, mas todas são bem perigosas.

O que é fake news? Bom, para mim, basta uma distorção dos fatos para se tornar fake news. Por vezes, você pode falar a verdade e mentir ao mesmo tempo (ao distorcer o ângulo da notícia ou ao usar um termo quw seja eufemismo ou preconceituoso), mesmo usando dados quantitativos. Como eu ensino aos meus alunos, mesmo gráficos podem ser mentirosos, e estatísticas podem ser mentiras gigantescas.

Já que uma pequena distorção ou o uso de um termo já torna uma notícia em notícia falsa é muito difícil banir a tal fake news.

Em todo caso, algumas fake news por seu grau de erro factual se destacam. Além disso, eu considero que para alguns assuntos as fake news são maioria, como aborto, casamento gay, Islã, terrorismo muçulmano, imigração europeia, Igreja Católica, Lula, Bolsonaro, Venezuela, Cuba e Trump.

E alguns meios de comunicação são quase na totalidade fake news, quando se tratam desses assuntos como Globo, UOL, CNN, The Economist, Financial Times e BBC,

O site Sharyl Attkisson catalogou 50 fake news contra Trump.

Fiz uma seleção de 10 para destacar, vejam todas clicando aqui. Entre essas 10 eu excluí muita bobagem que foi dita sobre os "russos" e a campanha política de Trump.

1) Em outubro de 2016, vários jornais disseram que Trump não havia pago imposto de renda por 18 anos seguidos. Depois verificou-se que além de pagar neste período ele pagou mais impostos em termos relativos do que Obama e Bernie Sanders.

2) Disseram que Trump tirou o busto de Martin Luther King Jr. da Casa Branca. Era mentira.

3) Disseram que todos os servidores seniors do Departamento de Estado tinha pedido demissão depois da vitória de Trump. Era mentira.

4) Sites jornalísticos disseram que Trump ameaçou invadir o México por conta da invasão de gangues mexicanas nos EUA. Era mentira.

5) NBC News disse que Putin afirmou que tinha informações comprometedoras contra Trump. Na verdade, Putin disse o contrário, que não tinha informações;

6)  Jornais disseram que a confiança na imprensa caiu durante a gestão Trump. Na verdade, os dados eram da época de Obama;

7) Jornais disseram que Trump chamou os imigrantes mexicanos de "animais". Na verdade, Trump se referia a membros de uma gangue mexicana assassina chamada MS-13.

8) Jornalistas divulgaram uma foto de crianças imigrantes em gaiolas dizendo que era a política de imigração de Trump. Na verdade, era foto da época de Obama.

9) New York Times disse que apenas mil pessoas foram a um comício de Trump. Na verdade, os cálculos apontaram para mais de 5 mil.

10) CNN editou todo um discurso de Trump para querer mostrar que Trump não sabia que os japoneses faziam carros nos EUA. Na verdade, o discurso inteiro de Trump reconhecia esse fato.




segunda-feira, 18 de junho de 2018

Camisa de Salvini na Itália "Meu Papa é Bento XVI"


Consigo entender por que um político italiano tem desprezo pelo Papa Francisco. Pois Bergoglio está muito agressivo na sua defesa da imigração na Europa se esquecendo de tentar resolver ou minorar os problemas dos países de origem dos imigrantes e apoiando uma transformação cultural anticristã na Europa.

Li, neste final de semana, que há algum tempo o atual ministro do interior, Matteo Salvini, da Itália apoiou a distribuição de camisas escritas: "Meu Papa é Bento XVI" (foto acima).

Minha posição, dita várias vezes aqui, é que apesar de eu ter bastante respeito por muito do que Bento XVI escreveu, eu acho que Bento XVI cometeu um dos maiores erros da história da Igreja ao renunciar. Ele abandonou os católicos. Detesto também muitas vezes como ele se comporta e o fato dele se vestir como Papa ainda. Neste sentido, Bento XVI não é mais meu papa, ele não quis ser.

Por outro lado, entendo a angústia e até a raiva que muitos católicos têm do Papa Francisco, ele tem feito e falado coisas absurdas e até mesmo heréticas.

O escritor Antonio Socci recentemente escreveu sobre essa camisa de Salvini e sobre as diferenças entre Francisco e Bento XVI. O texto está em italiano, usem o Google Translate.

Aqui vai a tradução do início do texto de Socci, em que ele fala da camisa e elogia um livro de Bento XVI:

Há alguns anos, Matteo Salvini - em Pontida - elogiou uma camiseta onde escrevia "Meu Papa é Bento XVI".

Ele já tinha feito em polêmicas implícitas com a migração de Bergoglio. Salvini recordou o ensinamento do papa Ratzinger e de João Paulo II de que, antes do direito de emigrar, deveria ser reafirmado o direito de não emigrar. E a identidade dos povos deve ser defendida. Mas muito mais extenso do que esse tema em particular é a sobreposição entre as batalhas políticas de sua Liga e os ensinamentos de Bento XVI (e João Paulo II).

O último livro recém-lançado pelo papa emérito Liberare la libertà mostra-o dramaticamente. Fé e política no terceiro milênio. Deve ser dito que é um livro cheio de reflexões e idéias que imediatamente nos lembra o encanto e a vastidão do pensamento de Ratzinger. Um pensamento que é gigantesco quando comparado à miséria e ao conformismo superficial do tempos...



sexta-feira, 15 de junho de 2018

Vídeos: Assistam Minha Palestra sobre Guerra Justa _São Paulo (28/5)_IPCO



Caríssimos, no último 28 de maio, eu tive a honra de apresentar meu livro sobre Guerra Justa para Sua Alteza Imperial Dom Bertrand de Orléans e Bragança e membros do Instituto Plínio Corrêa de Oliveira (IPCO), em São Paulo.

O vídeo acima é a primeira parte, em que apresento os quatro primeiros capítulos do livro. Não houve tempo para que eu apresentasse os três últimos capítulos.

Abaixo, vão os vídeos da parte de perguntas e o vídeo em que S.A.I.R Dom Bertrando comenta minha palestra e meu livro, em que eu tive a honra de vê-lo recomendando vivamente meu livro.

Espero que gostem dos vídeos.










Gostaria de agradecer imensamente ao membros do IPCO, em especial à S.A.I.R Dom Bertrand e ao Dr. Nelson Barretto.

Salve Maria!



quinta-feira, 14 de junho de 2018

Dois Casos do "Carinho" dos Esquerdistas com a Humanidade.


Dois casos que mostram o "carinho" dos esquerdistas com a humanidade:

1) Pesquisa em um programa da comediante Michelle Wolf perguntou aos seus telespectadores esquerdistas (por causa do viés da comediante)  se eles desejavam que o acordo nuclear entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte não desse certo porque se der certo Trump vai levar o crédito por isso.

71% dos telespectadores preferem que pelo menos 52 milhões de pessoas (que vivem na Coreia do Sul) vivam sob a ameaça de uma bomba nuclear do que Trump ser vitorioso na busca pela paz.

Esse é o mesmo pessoal que grita pela paz nas ruas. 

2) Nos Estados Unidos, a Suprema Corte decidiu que um confeiteiro não precisa fazer bolo para casamento gay, se não quiser, se isso ofender sua crença religiosa.

O pessoal do Campus Reform perguntou aos estudantes americanos se eles acharam a decisão correta.

Esquerdistas responderam que a decisão foi errada, porque, para eles, o confeiteiro deve ser obrigado a fazer o bolo para o casal gay, pois quem tem empresa deve servir a todos, o cara perde a suas crenças, não tem mais direito a elas.

Daí, o repórter perguntou se o confeiteiro fosse um negro e o casamento fosse de membros do grupo Ku Klux Klan (que perseguia negros).

Aí, os estudantes viram a falta de lógica de seus argumentos, mudaram e apoiaram o confeiteiro.

Depois o repórter perguntou se o confeiteiro fosse um judeu e fosse um casal de palestino.

Esquerdistas mostraram que não defendem direitos humanos, eles defendem ditadura de pensamento idiota, sem lógica.

Vejam o vídeo abaixo do Campus Reform.






quarta-feira, 13 de junho de 2018

A Doutrina Internacional "Fuck Obama" de Trump.


Outro dia, eu li que um amigo jornalista do presidente Trump descreveu a doutrina internacional dele usando palavras de baixo calão. Disse que a doutrina internacional de Trump se chama ou "We are American, Bitches" (algo como "Nossos somos Americanos, Porra) ou "Fuck Obama Doctrine" (Doutrina Foda-se Obama).

Hummm..para mim,não precisava dos palavrões, mas gosto muito da ideia de afastar completamente a política internacional de Obama, que foi um desastre do começo ao fim.

Ontem, li uma ótima análise do historiador Victor Davis Hanson da negociação desastrosa, desonesta e sorrateira de Obama com o Irã no acordo nuclear desse país, fazendo o Irã dominar completamente os países ocidentais, receber muito dinheiro, enquanto mantém seu programa nuclear e oprimi a população do país. Trump usou a "Fuck Obama Doctrine" e saiu do acordo, o que fez muito bem. Leiam a análise de Hanson é muito boa.

Hoje leio que a doutrina internacional de Trump para o Oriente Médio vai mudar para muito melhor a região. O artigo é do Gatestone Institute, vejamos parte do texto:

The "Trump Doctrine" for the Middle East


After three successive American Presidents had used a six-month waiver to defer moving the US Embassy to Jerusalem for more than two decades, President Donald J. Trump decided not to wait any longer. On December 7, 2017, he declared that the United States recognizes Jerusalem as the capital of Israel; the official embassy transfer took place on May 14th, the day of Israel's 70th anniversary.

From the moment of Trump's declaration, leaders of the Muslim world expressed anger and announced major trouble. An Islamic summit conference was convened in Istanbul a week later, and ended with statements about a "crime against Palestine". Western European leaders followed suit. Germany's Chancellor Angela Merkel said that President Trump's decision was a "serious mistake" and could have huge "consequences". French President Emmanuel Macron, going further, declared that the decision could provoke a "war".

Despite these ominous predictions, trouble remained largely absent. The Istanbul statement remained a statement. The "war" anticipated by Macron did not break out.
The Islamic terrorist organization Hamas sent masses of rioters from Gaza to tear down Israel's border fence and cross over, to force Israeli soldiers to fire, thereby allowing Hamas to have bodies of "martyrs" to show to the cameras. So far, Hamas has sent 62 of its own people to their death. Fifty of them were, by Hamas's own admission, members of Hamas.

Pundits who predicted more violent reactions have been surprised by the relatively quiet reaction of the Palestinian and Muslim communities. The reason might be called the "Trump Doctrine for the Middle East".

One element of it consisted of crushing the Islamic State in Syria and Iraq. President Trump had promised quickly to clear the world of what had become a main backbone of Islamic terrorism. He kept his promise in less than a year, and without a massive deployment of American troops. Trump has shown the strength of the United States and restored its credibility in a region where strength and force determine credibility.

Another element of it was put in place during President Trump's trip to Saudi Arabia in May 2017. President Trump renewed ties which had seriously deteriorated during the previous 8 years. Trump more broadly laid the foundation for a new alliance of the United States with the Sunni Arab world, but he put two conditions on it: a cessation of all Sunni Arab support for Islamic terrorism and an openness to the prospect of a regional peace that included Israel.

Both conditions are being gradually fulfilled. In June 2017, Saudi Arabia's King Salman chose his son Mohammed bin Salman (MBS) as heir to the throne. MBS started an internal revolution to impose new directions on the kingdom. The Islamic Military Counter Terrorism Coalition, created on December 15, 2015, was endorsed by the United States; it held its inaugural meeting on November 26, 2017. In addition, links between Israeli and Saudi security services were strengthened and coordination between the Israeli and Egyptian militaries intensified.

An alliance between Israel and the main countries of the Sunni Arab world to contain Iran also slowly and unofficially began taking shape. MBS, calling calledHamas a terrorist organization, saying that it must "be destroyed". He toldrepresentatives of Jewish organizations in New York that Palestinian leaders need to "take the [American] proposals or shut up."

Palestinian Authority leader Mahmoud Abbas was summoned to Riyadh twice -- in November and December 2017; and it appears he was "asked" to keep quiet. Never has the distance between Palestinian organizations, and Saudi Arabia and the Sunni Arab world, seemed so far. The only Sunni Arab country to have maintained ties with Hamas is Qatar, but the current Emir of Qatar, Sheikh Tamim ben Hamad Al Thani, has been under pressure to change his stance.

Immediately after President Trump left Riyadh, a third element emerged. The US presidential plane went directly from Riyadh to in Israel: for the first time, a direct flight between Saudi Arabia and Israel took place. President Trump went to Jerusalem, where he became the first sitting US President to visit the Western Wall, the only historical remains of a retaining wall from the ancient Temple of King Solomon. During his campaign, Trump had referred to Jerusalem as "the eternal capital of the Jewish people", implicitly acknowledging that the Jews have had their roots there for 3,000 years.

After his visit to the Wall, President Trump went to Bethlehem and told Mahmoud Abbas what no American President had ever said: that Abbas is a liar and that he is personally responsible for the incitement to violence and terror. In the days that followed, the US Congress demanded that the Palestinian Authority renounce incentivizing terrorism by paying cash to imprisoned Palestinian terrorists and families of terrorists killed while carrying out attacks. President Trump's Middle East negotiators, Jared Kushner and Jason Greenblatt made it clear to Palestinian leaders that US aid to the Palestinian Authority could end if the US demand was not met. Nikki Haley told the United Nations that the US could stop funding UNWRA if Palestinian leaders refused to negotiate and accept what the US is asking for. Since it was founded in 1994, the Palestinian Authority has never been subjected to such intense American pressure.

The fourth element was President Trump's decision to leave the Iran nuclear deal. President Trump immediately announced he would restore "the harshest, strongest, most stringent sanctions" to suffocate the mullahs' regime. Secretary of State Mike Pompeo has since presented to Iran a list of 12 "basic requirements" for a new agreement.

President Trump's decision came in a context where the Iran regime has just suffered a series of heavy blows: the Israeli Mossad's seizure in Tehran of highly confidential documents showing that Iran has not ceased to lie about its nuclear program; the revelation by Israeli Prime Minister Benjamin Netanyahu of the Mossad operation, and the Israeli army's decisive response to an Iranian rocket barrage launched from Syrian territory. By it, Israel showed its determination not to allow Russia to support Iran when Iran uses its bases to attack Israel.

...
Ambassador John Bolton, now National Security Advisor, mentioned in January that the "strategic interest of the United States" is to see the regime overthrown.

Referring recently to the situation in the Middle East and the need to achieve peace, Pompeo spoke of the "Palestinians", not of the Palestinian Authority, as in Iran, possibly to emphasize the distinction between the people and their leadership, and that the leadership in both situations, may no longer be part of the solution. Hamas, for the US, is clearly not part of any solution.



terça-feira, 12 de junho de 2018

Vídeo de Trump para Kim


Vejam o vídeo que Trump exibiu para Kim Jong Un.

Você tem uma escolha, Kim, a fazer. Faça a certa.

Cliquem aqui e vejam o vídeo. 



"Deixou Poça de Sangue aos Pés de Nossa Senhora"


Padre Richmond Nilo foi morto a tiros no altar de uma igreja católica na cidade de Zaragoza, nas Filipinas.

É o terceiro padre morto nos últimos meses no país. Muçulmanos terroristas são os principais suspeitos.

A morte do padre Nilo deixou uma poça de sangue embaixo da estátua de Nossa Senhora.

Rezemos.

Muçulmanos fazem uma matança de cristãos pelo mundo enquanto o Papa Francisco diz que o Islã é uma religião de paz.

Vejam relato do New York Times.


ZARAGOZA, Philippines — Two gunmen killed a Roman Catholic priest as he prepared to celebrate Mass at the altar of a chapel in the northern Philippines, in the latest deadly attack on a priest in Asia's largest predominantly Catholic nation, police said Monday.
The two men shot the Rev. Richmond Nilo with pistols Sunday night in the chapel in Zaragoza town in Nueva Ecija province. The gunmen, who fired through a chapel window, fled on a motorcycle and were being hunted by police.
The Catholic Bishops Conference of the Philippines said Nilo was the third Catholic priest to be killed in the country in recent months, and condemned the "outrageously evil act." The killing left a pool of blood below the statue of the Virgin Mary.
President Rodrigo Duterte's administration condemned the killing. Police created a special force to investigate the attack, determine the motive and identify and capture those responsible.
Many priests and missionaries in the dominant Catholic church have fallen victim to violence by Muslim extremists, criminal syndicates and groups affected by their involvement in the fight against corruption, environmental threats and political abuses.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

50 Mil Cristãos da Coreia do Norte Esperam Trump


Li recentemente que a população norte-coreana não está nem sabendo do encontro entre Trump e Kim. A ditadura é tão tacanha e abrangente que a população não sabe nada do que ocorre ao seu redor.

Mas a Coreia da Norte é o pior país do mundo em perseguição religiosa, é o pior país do mundo para ser cristão.

Será que Trump amanhã na reunião com o ditador Kim Jong Un lembrará dos cristãos perseguidos e presos na Coreia do Norte?

Organizações de direitos humanos dizem que existem 50 mil cristãos presos na Coreia do Norte em prisões piores do que Auschwitz. Há detalhes terríveis dessas prisões: crianças recém nascidas sendo comidas por cachorros, abortos, estupros, torturas...

Eles estão nas mãos de Trump, mesmo sem terem nenhuma ideia do que está ocorrendo no mundo.

Vejam relato do site Aleteia.

50,000 Christians imprisoned in North Korea could be hot topic in Trump-Kim meeting

by Zelda Caldwell 


Donald Trump and Kim Jong Un’s historic meeting on June 12 raises the possibility of ending a 70-year period of high tension between the United States and North Korea, which only recently seemed to place the two countries on brink of a nuclear war.
While the official North Korean press agency has reported that Kim is prepared to talk about “denuclearization,” the repressive treatment of Christians under the communist regime could come into focus during negotiations in which the North Korean dictator may be looking for a relaxation of sanctions placed on his regime.
Open Doors, a religious freedom watchdog organization, ranks North Korea first among 50 countries for the worst persecution of Christians, a position it has held for 16 straight years. According to Open Doors, an estimated 50,000 Christians are currently being held in prison and hard labor camps under what they call “Auschwitz-like conditions.”
report released late last year by the International Bar Association War Crimes Committee detailed those atrocities, which one of the committee’s members, Thomas Buergenthal, a survivor of Auschwitz, said were “as terrible or even worse” that the Nazi concentration camps he lived through.
In the report, North Korean defectors told of prison guards feeding a prisoner’s newborn baby to dogs, the execution of starving prisoners caught digging plants to eat, rape, and forced abortions of prisoners, including via the injection of motor oil into women’s wombs.
For religious freedom advocates, the meeting represents an opportunity to ease the repression of these Christians and others imprisoned for their political and religious views.
...
According to a State Department report on religious freedom that was released last year, the North Korean regime deals harshly with those who practice religion, subjecting those who do so to executions, torture, beatings, and arrests.
By the North Korean government’s own account, the free practice of religion has largely been eradicated from the country. A UN report using the government’s data found that the proportion of religious adherents among the population dropped from close to 24 percent in 1950 to 0.016 percent in 2002.
Estimates of political prisoners in North Korea range from 80,000 to 250,000, and according to a Christian Solidarity Worldwide (CSW) report, using data from 2012, 10-45 percent of those imprisoned in detention camps are Christians.