domingo, 25 de setembro de 2022

Definição de Viver Bem para Papa Francisco.


Segundo papa Francisco, "viver bem é aquele misticismo dos povos indígenas que no ensina a ter relação com a terra".

Ele disse isso em um congresso para jovens economistas, cheio de música em imagens que evocam a natureza. 

Isso não é apostasia não, viu pessoal? 👹👹👹

Acho que seria adequado o papa Francisco e seus cardeais passarem uns 10 anos na Amazônia isolados entre os indígenas procurando a mística dos indígenas. Dez anos é tempo suficiente para encontrar. O que acham?

Seria legal um economista místico selvagem para o ministério da economia? Para que serve esse negócio de hidrelétrica, estradas, hospitais e escolas, não é?



sexta-feira, 23 de setembro de 2022

Xi Jinping e Bispos "Católicos" Chineses Desprezam Francisco.

Em um texto excelente chamado There's no Time to Meet Francis, China Already Has its Pope, Xi (Não Há Tempo para se Encontrar com Francisco, China já tem seu Papa, Xi), o jornalista Sandro Magister fez uma excelente análise da submissão que Francisco faz em relação a China, enquanto a China nem o reconhece como líder, nem mesmo como líder da Igreja Católica.

Comentei aqui recentemente como Francisco não acha que a China seja uma ditadura e também como Francisco despreza o cardeal Zen que vai a julgamento na China justamente por defender a democracia e a liberdade religiosa.

Magister detalha esse comportamento obtuso de Francisco.

Mas Magister traz duas informações importantes que mostram o ridículo do comportamento de Francisco:

1) Francisco pediu uma audiência com Xi Jinping no Cazaquistão. Os dois iriam estar lá no mesmo momento. Ji respondeu que não tinha tempo. Vaticano tinha pedido a audiência com antecedência, mas não adiantou;

2) Os bispos "católicos" chineses nomeados pelo Partido Comunista da China, no relatório que prepararam sobre os católicos da China, não mencionam em nenhum momento o acordo secreto (isso mesmo secreto) entre a China e o Vaticano e também não mencionaram nenhuma vez o nome de Francisco. Mas mencionaram Xi Jinping de forma elogiosa muitas vezes.

É isso, enquanto Francisco despreza os verdadeiros católicos chineses (muitos deles presos e perseguidos), incluindo o cardeal Zen, para não incomodar os comunistas chineses, os "católicos" nomeados pelo Partido Comunista e o próprio Xi desprezam Francisco completamente.

Leiam o excelente texto de Magister clicando aqui.


quinta-feira, 22 de setembro de 2022

Dr. Mahoney: A Teologia sem Pecado Original de Francisco Destrói a Fé Católica e a Moral Ocidental



Como diz o genial Chesterton: "O pecado original é a única doutrina que tem sido empiricamente validada em 2.000 anos de história da humanidade"

No clássico livro "Pensées" (Pensamentos) de Blaise Pascal, Pascal nos diz que todas as doutrinas filosóficas do mundo estão erradas porque não partem do princípio do pecado original. Assim não conseguem conhecer ou entender o ser humano, daí qualquer ramo filosófico se perde.

Recentemente, eu corrigi um professor inglês justamente para lembrá-lo da doutrina do pecado original da Igreja Católica.

Hoje, eu li um excelente artigo do Dr. Daniel Mahoney no site The American Mind. O argumento dele é que Francisco está destruindo a fé católica e até as colunas morais do Ocidente ao abandonar a doutrina do pecado original e ao rebaixar a teologia católica à ideologia humanitarista globalista. Mahoney compara o momento atual ao enfrentamento da heresia do arianismo do século 4.

Dr Mahoney é professor emérito da Universidade Assumption.

É um texto bem completo e, para mim, definitivo.

O texto se chama The Church over the Abyss (A Igreja no Abismo).

Igreja sobre o Abismo

Daniel J. Mahoney

Em uma entrevista recente ao jornal napolitano Il Mattino, o Papa Francisco ofereceu uma receita expansiva para a raça humana. A “injustiça planetária”, centrada nas mudanças climáticas e na dívida do Terceiro Mundo, deve ser o foco da Igreja, explicou ele, acrescentando que a política é a “mais alta forma de caridade”. Dizendo que “tudo está conectado”, o papa soava como se estivesse canalizando a mais recente filosofia woo-woo da Nova Era – o que, em certo sentido, ele está.

A Igreja Católica já foi a maior instituição conservadora do Ocidente, e não no sentido estrito do termo. Em sua autocompreensão, ela era a guardiã da herança apostólica, da lei moral natural e de uma compreensão da consciência e da razão reta que nada tinha a ver com racionalismo debilitante ou subjetivismo moral enervante.

A Igreja não hesitou em defender as verdades atemporais. Ela resistiu ferozmente à substituição da distinção perene entre certo e errado, bem e mal, pela distinção perniciosa entre Progresso e Reação. Ela desconfiava do que Eric Voegelin chamava de “modernidade sem restrições” e era a maior incorporação institucional no mundo ocidental de uma sabedoria que era ao mesmo tempo clássica e cristã. Ela criticou o individualismo sem alma e formas mais vorazes de capitalismo enquanto rejeitava todas as formas de coletivismo.

No ano de 1937, o Papa Pio XI publicou duas encíclicas memoráveis, Divini Redemptoris (Divino Redentor) e Mitt Brennender Sorge (Com a Dor Ardente), tendo como alvo poderoso o comunismo ateu e o racialismo e antissemitismo nacional-socialista, respectivamente. Nesses documentos, a Igreja defendia a dignidade do homem e a necessidade de cuidar do menor entre nós sem sucumbir a ilusões revolucionárias de qualquer tipo. Na melhor das hipóteses, ela era uma verdadeira amiga da liberdade ordenada, lembrando aos homens e mulheres modernos que a liberdade é destituída de propósito se se recusa a reconhecer uma ordem de verdade e justiça acima da vontade humana.

O Concílio Vaticano II (1962-1965), inaugurado pelo Papa João XXIII, teve como objetivo deixar entrar ar fresco na Igreja sem “ajoelhar-se diante do mundo”, na memorável formulação do filósofo neotomista francês Jacques Maritain. Mas em 1966 Maritain viu motivos para alarme. A virada para o culto no vernáculo foi acompanhada por uma experimentação litúrgica desprovida de uma verdadeira apreciação da beleza e da santidade. O diálogo com o mundo moderno logo se transformou em uma debandada, com clérigos e teólogos da moda associando a consciência moral a um relativismo mal disfarçado. Os progressistas católicos endossaram “a mentalidade contraceptiva”, como o Papa Paulo VI a chamou, e capitularam a um ethos sexual moderno que tinha mais a ver com hedonismo e autoexpressão do que autocontrole e fidelidade à família e às leis de Deus.

De forma ameaçadora, os cardeais e bispos do Concílio Vaticano II se recusaram a renovar a condenação do comunismo, apesar dos esforços de alguns bispos e cardeais. Logo, o diálogo católico/comunista equivocado deu lugar ao progressismo católico e à teologia da libertação que adotaram acriticamente formas marxistas de “análise social”. Essas correntes confundiam liberdade e dignidade humana com apoio à violência e à política revolucionária e identificavam os pobres com o “proletariado” em um sentido especificamente marxista. Na frente diplomática, a Igreja perseguiu a Ostpolitik com regimes comunistas na Europa Centro-Oriental, aceitando a semi-permanência das ditaduras marxistas e abandonando leais eclesiásticos antitotalitários como o Cardeal Mindszenty da Hungria. Em certos círculos católicos, a justiça social foi identificada com o socialismo, enquanto a defesa da propriedade privada (aberta a todos) e a subsidiariedade, uma ética social de descentralização e responsabilidade pessoal, foram negligenciadas, se não completamente abandonadas. A confusão reinou suprema.

A restauração veio sob os pontificados dos papas João Paulo II e Bento XVI. Nenhum dos papas foi remotamente reacionário e ambos defenderam os verdadeiros ensinamentos do Vaticano II. Mas eles estavam legitimamente cautelosos com o chamado “espírito do Vaticano II”, que separou o concílio de sua continuidade adequada com o ensino do credo e os concílios anteriores. Na tradição do Cardeal Newman, esses pontífices rejeitaram a identificação da consciência moral com o subjetivismo moral. Eles se opuseram ao que o papa Bento XVI chamou de “ditadura do relativismo” e defenderam absolutos morais. Eles se opuseram vigorosamente ao aborto, à promiscuidade sexual e à tentação dos cristãos progressistas de eliminar o “pecado” (exceto o “pecado social” onde as estruturas sociais “injustas” eram culpadas por todos os males do mundo) como um conceito central da vida moral e a compreensão cristã do certo e do errado.

Na frente política, o papa polonês João Paulo II renovou a condenação da Igreja ao totalitarismo comunista e se opôs ferozmente à mentira ideológica. Na Polônia, em 1979 e depois, deu aos católicos, e a todos os homens de boa vontade, a esperança de que o flagelo comunista passaria e que o espírito humano, enraizado na verdade e na liberdade, venceria o dia, como de fato aconteceu em 1989. Quando viajou a Cuba em 1998, o Papa João Paulo II denunciou prudentemente, mas com firmeza, a ditadura e defendeu vigorosamente a liberdade religiosa, negada ao povo cubano desde que Castro chegou ao poder em 1º de janeiro de 1959. O Papa Bento XVI se opôs à redução da religião cristã a uma “mensagem moral humanitária” e desafiou com força o Islã a rejeitar a identificação da religião com a violência. Enquanto isso, os progressistas e liberacionistas católicos zombavam desse retorno à ortodoxia ponderada e ao bom senso moral, esperando que um papa “progressista” de alguma forma ascendesse à Sé de Pedro. Isso viria com a eleição de José Mario Bergoglio como Papa Francisco em 2013. Ele tinha uma missão, e apenas uma missão: “mudar a Igreja” nas palavras de Ross Douthat, e mudá-la permanente e irrevogavelmente. Ele certamente não afrouxou nessa determinação.

Como argumentei em meu livro de 2018, The Idol of Our Age: How the Religion of Humanity Subverts Christianity (O ídolo da nossa era: como a religião da humanidade subverte o cristianismo), o Papa Francisco habitualmente omite a religião cristã com ativismo social imprudente e uma mensagem moral e política humanitária. Em sua encíclica Fratelli Tutti de 2020, o papa argentino dá uma interpretação da Parábola do Bom Samaritano que é estritamente humanitária, ignorando as múltiplas maneiras pelas quais os seres humanos são assediados pelo pecado e precisam da graça de Deus para amar o próximo, não mencionar seus inimigos. A sua é uma teologia sem a presença visível do pecado original. Está amplamente preocupado em denunciar “estruturas sociais injustas”. Francisco invoca regularmente a necessidade de misericórdia, mas quase sempre sem o necessário apelo ao arrependimento e à metanoia da alma. A misericórdia, portanto, corre o risco de se tornar preguiça moral que não corrige pecados e aceitação do relativismo. O atual papa também está obcecado com as mudanças climáticas. Mas ele tende a abordar o assunto ideologicamente e é alheio ao culto pagão da terra (e apocalipticismo secularizado) que informa o ambientalismo dominante.

Além disso, o Papa Francisco expurgou o Instituto João Paulo II em Roma de todos os teólogos e filósofos que permanecem fiéis ao anti-relativismo de seus dois grandes predecessores. Embora o papa ocasionalmente mire no aborto sob demanda e na teoria de gênero, ele incoerentemente (se semi-regularmente) elogia as atividades de ideólogos pró-LGBTQ+ na Igreja, como o padre James Martin. O chefe do Instituto João Paulo II e da Pontifícia Academia para a Vida, o arcebispo Vincenzo Paglia, trabalha para “reformar” (ou seja, interpretar fora da existência) a encíclica de 1968 de Paulo VI Humanae Vitae, condenando o controle artificial da natalidade e defendendo uma cultura de vida. O mesmo Paglia disse recentemente a um jornalista italiano que uma lei de 1978 que descriminaliza o aborto na Itália era um “pilar” da vida italiana e não deveria ser contestada pelos católicos.

As nomeações episcopais de Francisco evitam escrupulosamente qualquer defensor da ortodoxia, da lei moral ou do Magistério da Igreja. Pilares da ortodoxia vibrante, como os arcebispos Chaput e Gomez, foram deixados de lado para o Colégio dos Cardeais, enquanto aqueles que se opõem ao ensino moral católico (como McElroy em San Diego) receberam chapéus vermelhos. É perturbador que todas as nomeações americanas de Francisco para o Colégio dos Cardeais tenham sido acólitos do cardeal McCarrick, o ex-arcebispo de Washington, DC e um pervertido, mentiroso e abusador por excelência. Para a Igreja milenar, o desenvolvimento da doutrina sempre significou o aprofundamento e o esclarecimento de verdades imutáveis. Mas Francisco e seus acólitos historicizam a doutrina cristã, convencidos de que o Espírito Santo pode anular, mudar e até abolir a lei moral imutável. O Espírito Santo, ao que parece, está perfeitamente de acordo com o Zeitgeist, com a opinião “avançada” sobre ética, política e moralidade sexual. Nada disso é remotamente católico.

Politicamente, Francisco foi um desastre. Ele interpretou a doutrina social católica de forma parcial e sumária, ao mesmo tempo estatista, centralista, humanitária e globalista. Ele unilateralmente identifica o ensino católico com o pacifismo, mesmo que não tenha autoridade para fazê-lo. Ele é, no fundo, um peronista, indulgente com o populismo (de esquerda) e alheio ao papel que o livre mercado pode desempenhar no incentivo à iniciativa individual e na produção de bens que impeçam os pobres de afundar na miséria. A oposição do papa à pena de morte é muito mais “humanitária” do que cristã em caráter e inspiração. Seu assessor e aliado, o bispo argentino Marcelo Sánchez Sorondo, chanceler da Pontifícia Academia das Ciências Sociais, elogiou a China comunista em 2018 como uma política “extraordinária”, a que é “melhor” em “implementar a doutrina social da Igreja .” Esta é uma maneira estranha de caracterizar um regime terrivelmente pesado, ainda oficialmente marxista e autoritário em sua essência, que persegue cruelmente os correligionários de Francisco e Sánchez. Na China contemporânea, não há liberdade política, pouco respeito pela dignidade humana e nenhuma liberdade religiosa genuína. Se isso é pensamento social católico, quem precisa dele? Os julgamentos de Sánchez sobre esses assuntos são incrivelmente perversos.

A Igreja Católica está sob ataque renovado do regime autoritário marxista e marxista de Daniel Ortega, o líder de uma vez e agora da Nicarágua. Clérigos e crentes comuns são perseguidos e perseguidos, missionários foram expulsos do país, a liberdade de expressão e de imprensa foi eliminada e um bispo corajoso foi recentemente preso. O longo silêncio de Francisco agora deu lugar a um apelo ao “diálogo”. Mas, como afirmou Dom Silvio Báez, bispo auxiliar de Manágua, não pode haver “diálogo” sem liberdade e com mãos de tirano apertando a garganta do povo nicaraguense. Isso do mesmo papa que pronunciou em sua encíclica de 2014 “A Alegria do Evangelho” que “o Islã autêntico e a leitura adequada do Alcorão se opõem a toda forma de violência”. Certamente, a Igreja deve encorajar e buscar o diálogo com os muçulmanos moderados. Mas adotar brometos politicamente corretos ao fazê-lo é impróprio e moral e intelectualmente corruptor.

Hoje, o papalotria não é uma opção para os fiéis católicos. Fundamentalmente “mudar a Igreja”, como Francisco certamente pretende, é minar sua autoridade e sua própria razão de ser. A fé católica não é a religião da humanidade, e o Espírito Santo não é um agente do Processo Histórico, não importa o que alguns católicos progressistas pensem. Assim como na crise ariana do século IV, quando a maioria dos bispos sucumbiu à heresia, a tarefa dos católicos é defender a verdade pura. Devemos respeito filial ao ofício papal. Mas nenhum papa é um potentado oriental. Seu “julgamento privado” não pode ter precedência sobre a lei moral, a herança apostólica e os ensinamentos imutáveis ​​da Igreja. Hoje, infelizmente, a papalotria impensada reforça a subversão teológica e moral. Auto-engano desse tipo só leva ao abismo. Neste momento crítico, os católicos têm a obrigação de ver as coisas com clareza.


 

terça-feira, 20 de setembro de 2022

Oração da Conferência de Bispos dos EUA: "Deus, Ajude Me a Ouvir a Voz da Criação". Paganismo.


Inspirados pelo paganismo divulgado pelo Papa Francisco,  a "criação" virou um deus para os bispos dos Estados Unidos. Os católicos deveriam pedir a Deus para que ouvissem a "voz da criação", pedir "benção à terra e água" e ouvir "o choro da terra". 

A Conferência dos Bispos dos Estados Unidos divulgou a oração em seu site. A oração se chama "Help me to Listen to the Voice of Creation" (Ajude me a Ouvir a Voz da Criação) e cita a encíclica Laudato Sí de Francisco, para mostrar de onde vem a inspiração. e garantir aceitação da hierarquia do Vaticano.

Vou colocar aqui a oração original e traduzo em seguida. MAS NÃO ACONSELHO NENHUM CATÓLICO A REZAR ISSO!

Divulgo apenas para que tomemos conhecimento de como o paganismo se alastra dentro da hierarquia da Igreja a partir de Francisco.

Vejamos a oração pagã abaixo:

O God, 

In the beauty of this season, 

with its bounty and blessings of land, water, and sky, 

give me gratitude for plentiful harvest,

changing leaves, early sunsets, and cooler air.

Help me listen to the voice of creation. 


Turn my heart to you.

In my innermost space,

let me listen more carefully  

to creation, to others and to you.  

Help me listen to the voice of creation. 


As I am touched in my listening 

by your incarnational presence, 

remind me of your love and mercy, 

your initiative and activity. 

Help me listen to the voice of creation. 


Show me your attentiveness 

to the “cry of the earth and cry of the poor,”1

to the “little ones” wounded by a throw-away culture,  

and to those suffering due to natural disasters. 

Help me listen to the voice of creation.   


Listening to the voice of creation,  

help me to join in holy witness 

to protect those most vulnerable 

and to protect our common home.  


Amen. 

[1] Pope Francis, Laudato Si’, no. 49


--

Em português:


Ó Deus,

Na beleza desta estação,

com sua generosidade e bênçãos de terra, água e céu,

dá-me gratidão pela colheita abundante,

folhas em mudança, pôr-do-sol precoce e ar mais fresco.

Ajude-me a ouvir a voz da criação.


Vire meu coração para você.

No meu espaço mais íntimo,

deixe-me ouvir com mais atenção

à criação, aos outros e a você.

Ajude-me a ouvir a voz da criação.


Como eu sou tocado em minha escuta

por sua presença encarnacional,

lembra-me do teu amor e misericórdia,

sua iniciativa e atividade.

Ajude-me a ouvir a voz da criação.


Mostre-me sua atenção

ao “grito da terra e clamor dos pobres”[1]

aos “pequeninos” feridos por uma cultura descartável,

e para aqueles que sofrem devido a desastres naturais.

Ajude-me a ouvir a voz da criação.


Ouvindo a voz da criação,

ajuda-me a juntar-me no testemunho sagrado

para proteger os mais vulneráveis

e para proteger a nossa casa comum.


Um homem.

[1] Papa Francisco, Laudato Si’, n. 49


segunda-feira, 19 de setembro de 2022

Papa Francisco: China não é Ditadura e Não Vou Defender Cardeal Zen

 


Papa Francisco foi perguntado por Elise Allen, do site CRUX, sobre a ditadura chinesa que irá julgar como perturbador da ordem  o grande cardeal Zen.

Vejamos a pergunta e a resposta.

"Ontem no Congresso Interreligioso você falou sobre a importância da liberdade religiosa, como você sabe o presidente da China também chegou no mesmo dia à cidade, onde há muito tempo há grandes preocupações sobre este assunto, especialmente agora com o processo que está acontecendo contra o Zen cardeal. Você considera o julgamento contra ele uma violação da liberdade religiosa?"

«Leva um século para entender a China, e não vivemos um século. A mentalidade chinesa é uma mentalidade rica e quando fica um pouco doente, perde riqueza, é capaz de errar. Para compreender, escolhemos o caminho do diálogo, aberto ao diálogo. Há uma comissão bilateral Vaticano-China que está indo bem, devagar, porque o ritmo chinês é lento, eles têm uma eternidade para continuar: são um povo de paciência infinita. Das experiências que tivemos antes: pensamos nos missionários italianos que lá foram e que foram respeitados como cientistas; pensamos também hoje, muitos sacerdotes ou crentes que foram chamados pela universidade chinesa porque isso dá valor à cultura. Não é fácil entender a mentalidade chinesa, mas deve ser respeitada, eu sempre respeito. E aqui no Vaticano há uma comissão de diálogo que está indo bem, é presidida pelo Cardeal Parolin e neste momento ele é o homem que mais sabe sobre a China e o diálogo chinês. É lento, mas o progresso é sempre feito. Não me apetece qualificar a China de antidemocrática, porque é um país tão complexo... é verdade que há coisas que nos parecem não democráticas, é verdade. O Cardeal Zen irá a julgamento nestes dias, eu acho. E ele diz o que sente, e isso mostra que há limitações aí. Mais do que qualificar, porque é difícil, e não me apetece qualificar, são impressões, procuro apoiar o caminho do diálogo. Então no diálogo muitas coisas são esclarecidas e não só da Igreja, também de outros setores por exemplo a extensão da China, os governadores das províncias são todos diferentes, existem culturas diferentes dentro da China, é um gigante, entender a China é uma coisa gigante. Mas não podemos perder a paciência, é preciso eh, é preciso muito, mas a gente tem que ir com o diálogo, eu tento me abster de qualificar... mas vamos em frente."

Enquanto o Papa não sabe definir a política da China dominada há décadas por um partido único que tortura e mata dissidentes, nem sabe defender seu próprio cardeal, o site Breibart lembra que até o esquerdista Parlamento Europeu reagiu, dizendo em julho passsado:

“O Parlamento condena as prisões do Cardeal Joseph Zen, um dos mais fortes defensores do movimento pró-democracia de Hong Kong, e dos outros quatro administradores do 612 Humanitarian Relief Fund”, essas e outras ações repressivas semelhantes “constituem um ataque às liberdades garantidas na Lei Básica de Hong Kong, incluindo a liberdade de religião ou crença. A resolução insta as autoridades de Hong Kong a retirar todas as acusações contra o cardeal Zen e os outros quatro curadores”.



sábado, 17 de setembro de 2022

4 Bispos Chamam de Herética uma Carta Apostólica de Papa Francisco


Recentemente, um bispo dos Estados Unidos negou Eucaristia à "católica" Nancy Pelosi por esta defender abertamente e com dinheiro público o aborto generalizado nos Estados Unidos. Mas o que fez o Papa Francisco? Recebeu a Pelosi no Vaticano em seguida e a deu a Eucaristia. Um ação abertamente contra o bispo, contra a Direito Canônico e contra o significado do corpo e o sangue de Cristo

Francisco agora assina Carta Apostólica reafirmando sua posição de desprezo ao corpoe sangue de Cristo e contrária ao Direito Canônico. Daí,  quatro bispos, vários padres e numerosos estudiosos católicos assinaram uma Declaração repreendendo o Papa Francisco por sua posição em relação à recepção da Sagrada Comunhão, segundo a qual todos são convidados para a ceia das bodas do Cordeiro e para ser admitido na Eucaristia, tudo o que é necessário, segundo Francisco,  é a "veste nupcial da fé, que vem do ouvir sua Palavra”. 

Então basta ouvir a palavra de Deus que se vestirá a "veste nupcial da fé" e poderá receber a Eucaristia.

O Papa escreveu essas palavras em sua Carta Apostólica de 29 de junho sobre a liturgia, Desiderio Desideravi. Para os signatários desta nova Declaração , ele omitiu o “tema essencial do arrependimento dos pecados para o recebimento digno da Eucaristia". 

Essa omissão já foi condenada como heresia inúmeras vezes pela Igreja.

Entre os signatários da Declaração estão bispo Schneider, bispo Strickland, bispo Gracida, bispo Mutsaerts, padre James Altman, Anthony Esolen, Eric Sammons, Peter Kwasniewski

A Declaração dos bispos, padres e teólogos foi divulgada em Inglês e Espanhol.

Vou colocar abaixo a versão em Espanhol.

La enseñanza de la Fe Católica sobre la recepción de la Sagrada Eucaristía.

 La reciente Carta Apostólica Desiderio desideravi, del 29 de junio de 2022, fiesta de los santos Apóstoles Pedro y Pablo, declara:

El mundo todavía no lo sabe, pero todos están invitados al banquete de bodas del Cordero (Ap 19,9). Lo único que se necesita para acceder es el vestido nupcial de la fe que viene por medio de la escucha de su Palabra (cfr. Rom 10,17). […] 

El significado natural de estas palabras es que la única condición para que un católico reciba dignamente la Sagrada Eucaristía es la posesión de la virtud de la Fe, por la cual uno cree la doctrina cristiana como divinamente revelada. Además, en la Carta Apostólica como un todo se guarda completo silencio sobre este tema esencial del arrepentimiento del pecado para recibir dignamente la Sagrada Comunión. 

Este significado natural contradice la Fe de la Iglesia Católica. La Iglesia Católica ha enseñado siempre que, en orden a recibir la Sagrada Comunión dignamente y sin cometer sacrilegio, los católicos deben recibir la absolución sacramental por cualesquiera pecados mortales que puedan haber cometido, si es posible, y de obedecer todas las otras leyes de la Iglesia concernientes a la recepción de la Eucaristía (como, por ejemplo, el ayuno anterior a la recepción de la Eucaristía). Sin embargo, si un católico no puede confesar los pecados mortales, pero tiene una razón grave para recibir la Eucaristía (como el sacerdote que puede tener la obligación de celebrar la Misa en un momento determinado y, sin embargo, no tener acceso a la Confesión), tal católico debe procurar con todas sus fuerzas hacer un acto de contrición perfecta por cualesquiera pecados mortales que pueda haber cometido. 

La tesis de que la Fe es la única condición para recibir dignamente la Sagrada Eucaristía fue condenada como una herejía por el Concilio de Trento: 

"La preparación que debe emplearse para recibir la Sagrada Eucaristía dignamente: Si no os decoroso que nadie se presente a ninguna de las demás funciones sagradas no con pureza y santidad; cuanto más notoria es a las personas cristianas la santidad y divinidad de este celeste Sacramento, con tanta mayor diligencia por cierto deben procurar presentarse a recibirle con grande respeto y santidad [can. 2]; principalmente constándonos aquellas tan terribles palabras del Apóstol san Pablo: “Quien come y bebe indignamente, come y bebe su propio juicio; pues no hace diferencia entre el Cuerpo del Señor y otros manjares (I Cor. 11, 29). Por esta causa se ha de traer a la memoria del que quiera comulgar el precepto del mismo Apóstol: “Reconózcase el hombre a sí mismo (I Cor. 11, 28). La costumbre de la Iglesia declara que es necesario este examen , para que ninguno sabedor de que está en pecado mortal, se pueda acercar, por muy contrito que le parezca hallarse , a recibir la sagrada Eucaristía, sin disponerse antes con la confesión sacramental ; y esto mismo ha decretado este santo Concilio que observen perpetuamente todos los cristianos, y también los sacerdotes, que por oficio estuviesen obligados a celebrar a no ser que les falte confesor. Y si el sacerdote por alguna urgente necesidad celebrare sin haberse confesado , confiese sin dilación luego que pueda. […] Canon 11: Si alguno dijere que sola la fe es preparación suficiente para recibir el sacramento de la Santísima Eucaristía, sea anatema. (El Santo y Ecuménico Concilio de Trento, Decreto sobre el Santísimo Sacramento de la Eucaristía, octubre de 1551, Capítulo VII)."

Esa misma tesis contradice también los cánones 915 y 916 del Código de Derecho Canónico Latino, y los cánones 711 y 712 del Código Oriental de Derecho Canónico: 

Can. 915: No deben ser admitidos a la sagrada comunión los excomulgados y los que están en entredicho después de la imposición o declaración de la pena, y los que obstinadamente persistan en un manifiesto pecado grave. 

Can. 916: Quien tenga conciencia de hallarse en pecado grave, no celebre la Misa ni comulgue el Cuerpo del Señor sin acudir antes a la confesión sacramental, a no ser que concurra un motivo grave y no haya oportunidad de confesarse; y en este caso, tenga presente que está obligado a hacer un acto de contrición perfecta, que incluye el propósito de confesarse cuanto antes. 

Can. 711. Quien sea consciente de pecado grave, absténgase de celebrar la divina liturgia y de recibir la Divina Eucaristía, a menos que exista seria razón y falte oportunidad de recibir el sacramento de la Penitencia. En tal caso debe realizar un acto de perfecta contrición, que incluye el propósito de acceder a este sacramento lo antes posible. 

Can. 712. Ha de apartarse de la recepción de la Divina Eucaristía a los públicamente indignos. 

El propósito de estos cánones es prevenir la comisión de un sacrilegio por parte de una persona que reciba indignamente la Eucaristía, evitar el escándalo y prevenir la profanación del Sacramento por la recepción indigna. Estos cánones están vigentes. Ellos no pueden ser válidamente derogados, porque su contenido expresa la Ley Divina en lo concerniente a la recepción de la Eucaristía, tal como se enseña en la Sagrada Escritura y en la Sagrada Tradición. Esto ha sido señalado por la Declaración de 24 de junio de 2000 del Pontificio Consejo para los Textos Legislativos, concerniente a la admisión a la Sagrada Comunión de los fieles divorciados y vueltos a casar: 

"El Código de Derecho Canónico estable que “No deben ser admitidos a la sagrada comunión los excomulgados y los que están en entredicho después de la imposición o declaración de la pena, y los que obstinadamente persistan en un manifiesto pecado grave. […]La prohibición establecida en ese canon, por su propia naturaleza, deriva de la ley divina y trasciende el ámbito de las leyes eclesiásticas positivas: éstas no pueden introducir cambios legislativos que se opongan a la doctrina de la Iglesia. El texto de la Escritura en que se apoya siempre la tradición eclesial es éste de San Pablo: «Así, pues, quien come el pan y bebe el cáliz del Señor indignamente, será reo del cuerpo y de la sangre del Señor. Examínese, pues, el hombre a sí mismo, y entonces coma del pan y beba del cáliz: pues el que come y bebe sin discernir el Cuerpo, come y bebe su propia condenación» (1 Cor 11, 27-29). "

El papa Francisco ha indicado por sus acciones y palabras previas que sostiene la tesis expresada por el significado natural de las palabras de Desiderio desideravi citadas antes. En el Angelus de la fiesta del Corpus Christi de 6 de junio de 2021, en efecto, dijo: 

"Y hay otra fuerza que destaca en la fragilidad de la Eucaristía: la fuerza de amar a quien se equivoca. Es en la noche en que fue traicionado que Jesús nos da el Pan de Vida. Nos hace el mayor regalo mientras siente en su corazón el abismo más profundo: el discípulo que come con él, que moja su bocado en el mismo plato, lo está traicionando. Y la traición es el mayor dolor para los que aman. ¿Y qué hace Jesús? Reacciona ante el mal con un bien mayor. Al “no” de Judas responde con el “sí” de la misericordia. No castiga al pecador, sino que da su vida por él, paga por él. Cuando recibimos la Eucaristía, Jesús hace lo mismo con nosotros: nos conoce, sabe que somos pecadores, sabe que cometemos muchos errores, pero no renuncia a unir su vida a la nuestra. Él sabe que lo necesitamos, porque la Eucaristía no es el premio de los santos, ¡no! Es el Pan de los pecadores. Por eso nos exhorta: “¡No tengan miedo! Tomen y coman”. "

La afirmación de que la Eucaristía no es la recompense de los santos, sino el pan de los pecadores puede comprenderse en un sentido ortodoxo, si se lee aislado del contexto. Sin embargo, puesto en el contexto de la recepción de la Eucaristía por Judas, al que se refiere las palabras del Angelus (cfr. Juan 13, 23-27), y en el contexto de las otras palabras y acciones del Papa Francisco, sugiere que la renuncia al pecado no es necesaria para que la recepción de la Eucaristía pueda ser agradable a Dios. Esta opinión está contenida en la siguiente afirmación de Desiderio desideravi: “Ciertamente, nuestra comunión con el Cuerpo y la Sangre de Cristo ha sido deseada por Él en la última Cena.”

La enseñanza del Concilio de Trento antes citado condena la posición de Martín Lutero sobre la fe y la justificación. El papa Francisco públicamente ha expresado su acuerdo con las condenadas opiniones de Lutero. En conferencia de prensa del 26 de junio de 2016, en efecto, Francisco declaró: 

"Creo que las intenciones de Martín Lutero no eran equivocadas, era un reformador. Tal vez algunos métodos no eran los indicados, pero en aquel entonces, si leemos por ejemplo la historia de Pastor ―un alemán luterano que, cuando vio la realidad de aquel tiempo, se convirtió y se hizo católico― vemos que la Iglesia no era precisamente un modelo que imitar. En la Iglesia había corrupción, mundanidad, apego al dinero y al poder. Y por esto él protestó. Además, él era una persona inteligente. Dio un paso hacia adelante, justificando el motivo por el que lo hacía. Y hoy, luteranos y católicos, junto con todos los protestantes, estamos de acuerdo con la doctrina de la justificación. Y sobre este punto tan importante no se había equivocado."

El día en que Desiderio desideravi fue publicada, el papa Francisco recibió en audiencia a Nancy Pelosi, la Oradora de la Cámara de Representantes de Estados Unidos. El Arzobispo Salvatore Cordileone, su autoridad eclesiástica ordinaria, había prohibido a Nancy Pelosi recibir la Comunión, basado en el canon 915 del Código de Derecho Canónico. El fundamento de esta medida fue el apoyo político que Pelosi ha dado y continúa dando a la completa legalización del aborto hasta el acto mismo del nacimiento. Después de la audiencia con Francisco, Pelosi recibió la comunión en la Misa que presidía el papa Francisco en la Basílica de San Pedro, causando escándalo a los católicos  El texto inglés dice “every reception of communion of the Body and Blood of Christ was already desired by him in the Last Supper”. En italiano dice: “ogni nostra comunione al Corpo e al Sangue di Cristo è stata da Lui desiderata nell’ultima Cena”. El texto castellano está retocado y es menos heterodoxo. de todo el mundo. Cuando se le preguntó acerca de esta ilegítima recepción de la Comunión, el papa Francisco no expresó desaprobación alguna. Por el contrario, respondió diciendo que “cuando la Iglesia pierde su naturaleza pastoral, cuando un obispo pierde su naturaleza pastoral, esto provoca un problema político. Eso es todo lo que puedo decir”. Esta respuesta es un reproche al Arzobispo Cordileone por la aplicación adecuada del canon 915. 

La Carta Apostólica Desiderio desideravi no constituye enseñanza infalible porque no satisface las condiciones requeridas para la infalibilidad. El canon del Concilio de Trento, en cambio, es un caso de ejercicio del poder infalible de enseñar de que goza la Iglesia. Luego, la contradicción entre Desiderio desideravi y la doctrina definida por el Concilio de Trento no derrota la doctrina de que la Iglesia está infaliblemente guiada por el Espíritu Santo cuando, haciendo uso de su oficio de enseñar, exige que todos los católicos crean una doctrina como divinamente revelada. Sobre la posibilidad de que un papa enseñe públicamente doctrinas erradas, véase la Correctio filialis dirigida al papa Francisco por un grupo de académicos católicos (http://www.correctiofilialis.org), y las discusiones contenidas en el libro Defending the Faith against Present Heresies (Arouca Press, 2021). Ningún católico puede creer o actuar basado en una declaración papal si ésta contradice la Fe Católica divinamente revelada. 

Nosotros, los abajo firmantes, confesamos la Fe Católica en lo que concierne a la digna recepción de la Eucaristía, tal como ha sido definida en el Concilio de Trento. Es decir, la fe sola no es preparación suficiente para recibir dignamente el Sacramento de la Sagrada Eucaristía. Exhortamos a los obispos y clérigos de la Iglesia Católica a confesar públicamente la misma doctrina sobre la recepción digna de la Eucaristía, y a hacer cumplir los cánones pertinentes, para evitar grave y público escándalo.

Most Rev. Joseph Strickland, Bishop of Tyler

Most Rev. René Henry Gracida, Bishop Emeritus of Corpus Christi

Most Rev. Robert Mutsaerts, Auxiliary Bishop of S’Hertogenbosch in Netherlands

Most Rev. Athanasius Schneider, Auxiliary Bishop of Astana, Kazakhstan

Fr. James Altman

Dr. Heinz-Lothar Barth, until 2016 professor of Latin and Greek at the University of Bonn

Donna F. Bethell, J.D.

James Bogle, Esq., MA TD VR, barrister-at-law and former President of Una Voce International

Deacon Philip Clingerman OCDS BS, BA, MA [Theology]

Deacon Nick Donnelly, MA

Anthony Esolen, PhD

Deacon Keith Fournier, JD, MTS, MPhil

Matt Gaspers, Managing Editor, Catholic Family News

Fr Stanislaw C. Gibziński, Reading, UK

Maria Guarini, STB, editor of the website Chiesa e postconcilio

Sarah Henderson, DCHS, MA (Religious Education and Catechetics), BA

Dr. Maike Hickson, PhD, journalist

Dr. Robert Hickson, retired professor of literature and philosophy

Dr. Dr. Rudolf Hilfer, Stuttgart, Germany

Dr. Rafael Huentelmann, Editor in Chief, METAPHYSICA

Steve Jalsevac, co-founder and president, LifeSiteNews.com

Dr. Peter A. Kwasniewski, PhD

Dr. John Lamont, DPhil

Fr. Elias Leyds, CSJ, diocese of Den Bosch, Netherlands

Fr. John P. Lovell

Dr. Cesar Felix Sanchez Martinez. Professor of Philosophy of Nature at the Saint Jerome Archdiocesan Seminary of Arequipa (Peru)

Deacon Eugene McGuirk

Martin Mosebach

Brian M. McCall, Editor in Chief, Catholic Family News

Patricia McKeever, B.Ed. M.Th., Editor, Catholic Truth (Scotland)

Julia Meloni, B.A. Yale, A.M. Harvard, author

Fr. Cor Mennen, lic. canon law, former seminary professor

Fr. Michael Menner

Dr. Sebastian Morello, BA, MA, PhD, essays editor for the The European Conservative

Fr. Gerald E. Murray, J.C.D., Pastor, Church of the Holy Family, New York, NY

George Neumayr, author

Fr. Guy Pagès

Paolo Pasqualucci, ret. professor of philosophy, University of Perugia, Italy

Dr. Claudio Pierantoni, Universidad de Chile, PhD History of Christianity, PhD Philosophy

Dr. Carlo Regazzoni, philosopher of culture

Dr. John Rist, emeritus professor of Classics and Philosophy, University of Toronto, FRSC

Eric Sammons, Editor, Crisis Magazine

Edward Schaefer, president, The Collegium

Wolfram Schrems, Mag. theol., Mag. phil.

Paul A. Scott PhD, FRSA, FRHistS, FCIL, CL, Associate Professor of French and Cramer Professor, Affiliate Faculty of the Gunn Center for the Study of Science Fiction, Affiliate Faculty of the Ad Astra Center for Science Fiction and Speculative Imagination, General Editor of The Year’s Work in Modern Language Studies (Brill) Department of French, Francophone and Italian Studies,
University of Kansas, USA

Anna Silvas, BA, MA, PhD, Adjunct Senior Research Fellow, University of New England, Australia

Dr. Michael Sirilla, PhD

Anthony P. Stine, PhD

Dr. Gerard J.M. van den Aardweg, Netherlands

Dr. phil. habil. Berthold Wald, retired professor, Theological Faculty of Paderborn, Germany

John-Henry Westen, Co-Founder and Editor in Chief of LifeSiteNews.com

Elizabeth Yore, Esq., Founder, Yore Children

John Zmirak, PhD


sábado, 3 de setembro de 2022

Cardeal Conservador Critica Número de Cardeais e a Renúncia de Bento XVI. E faz Sugestões sobre como eleger um Papa.

 


O cardeal alemão Walter Brandmüller, que já tem 93 anos e tem enorme experiência dentro da Igreja, criticou fortemente:  

1) o número de cardeais que temos hoje em dia, 

2) o modo como os cardeais de se comportam frente ao papa (silenciando); 

3) o modo que o papa usa os cardeais (sem qualquer diálogo) e 

4) o modo que Bento XVI renunciou; e

5) a eleição de Francisco de forma indireta, ao sugerir que foi eleito por cardeais que sofreram lobbies.

Além disso, ele fez excelentes sugestões de como se deveria eleger um papa e forma um colégio de cardeais..

Brandmüller foi um dos cerca de 197 cardeais que se reuniram em Roma esta semana para uma reunião de 29 a 30 de agosto dos cardeais do mundo para discutir a recente reforma da Cúria do Papa Francisco. Na oportunidade, Francisco nomeou 20 novos cardeais.

Brandmüller é um dos principais críticos de Francisco e um dos quatro que assinaram em 2016 a Dubia, questionando a exortação apostólica pós-sinodal de Francisco, Amoris Laetitia. Dos quatro que assinaram, apenas  Brandmüller e o cardeal americano Raymond Burke ainda estão vivos.

O texto de Brandmuller foi originalmente publicado pelo jornalista Sandro Magister, em italiano, no blog Settimo Cielo. Vou traduzir o que disse Brandmuller no post do blog (o texto teve repercussão em inglês, que foi divulgado pelo site Crux por Elise Allen).


Exclusivo. Brandmüller no consistório: o papa quer calar a boca dos cardeais


NÃO AO SILÊNCIO IMPOSTO, MAS "APERITIO ORIS"

A intervenção do Cardeal Walter Brandmüller para o consistório de 29 a 30 de agosto de 2022

A convocação de um consistório depois de muito tempo motiva uma reflexão sobre a natureza e a tarefa do cardinalato, especialmente nas circunstâncias atuais. Deve-se enfatizar também que os cardeais não são apenas membros do conclave para a eleição do sumo pontífice.

Os verdadeiros deveres dos cardeais, independentemente de sua idade, são formulados nos cânones 349 e seguindo o código de direito canônico. Nele se lê: "auxiliam o Romano Pontífice tanto atuando colegialmente quando são convocados para tratar de assuntos de maior importância, como individualmente, isto é, nos diversos cargos que ocupam, prestando-lhe o seu trabalho no cuidado especialmente diário dos a Igreja universal". E o papa "ajuda principalmente nos consistórios" (cânon 353).

Essa função dos cardeais na antiguidade encontrou expressão simbólica e cerimonial no rito do “aperitio oris”, de abrir a boca. De fato, significava o dever de expressar a própria convicção, o conselho, especialmente no consistório. Essa franqueza – o Papa Francisco fala de “parresía” – que era particularmente cara ao apóstolo Paulo.

Por enquanto, infelizmente, essa franqueza está sendo substituída por um estranho silêncio. Essa outra cerimônia, o fechamento da boca, que se seguiu ao "aperitio oris", não se referia às verdades da fé e da moral, mas aos segredos do ofício.

Hoje, porém, deve-se enfatizar o direito, mesmo o dever, dos cardeais de se expressarem com clareza e franqueza precisamente quando se trata das verdades da fé e da moral, do "bonum commune" da Igreja.

A experiência dos últimos anos tem sido bem diferente. Nos consistórios - convocados quase exclusivamente para as causas dos santos - distribuíam-se cartões para pedir a palavra, e obviamente se seguiam intervenções espontâneas sobre qualquer assunto, e pronto. Nunca houve um debate, uma troca de argumentos sobre um tema específico. Obviamente, um procedimento completamente inútil.

Uma sugestão apresentada ao cardeal reitor para comunicar antecipadamente um tema para discussão para que quaisquer intervenções pudessem ser preparadas ficou sem resposta. Em suma, os consistórios por pelo menos oito anos terminaram sem qualquer forma de diálogo.

O primado do sucessor de Pedro, porém, não exclui de modo algum um diálogo fraterno com os cardeais, que "são obrigados a colaborar assiduamente com o Romano Pontífice" (cânon 356). Quanto mais graves e urgentes são os problemas de governo pastoral, tanto mais necessário é o envolvimento do colégio cardinalício.

Quando Celestino V, em 1294, percebendo as circunstâncias particulares de sua eleição, quis renunciar ao papado, o fez após intensas conversas e com o consentimento de seus eleitores.

Uma concepção completamente diferente da relação entre papa e cardeais foi a de Bento XVI, que – um caso único na história – renunciou ao papado, por motivos pessoais, sem o conhecimento do colégio de cardeais que o elegeu.

Até Paulo VI, que aumentou o número de eleitores para 120, havia apenas 70 eleitores. Esse aumento do colégio eleitoral para quase o dobro foi motivado pela intenção de atender a hierarquia de países distantes de Roma e homenagear essas igrejas com a púrpura romana.

A consequência inevitável foi que foram criados cardeais que não tinham experiência da Cúria Romana e, portanto, dos problemas do governo pastoral da Igreja universal.

Tudo isso tem sérias consequências quando esses cardeais periféricos são chamados a eleger um novo papa.

Muitos, se não a maioria dos eleitores, não se conhecem. No entanto, eles estão lá para eleger o papa, um deles. É claro que essa situação facilita as operações de grupos ou classes de cardeais para favorecer um de seus candidatos. Nesta situação, o perigo da simonia em suas várias formas não pode ser excluído.

Ao final, parece-me que a ideia de limitar o direito de voto no conclave, por exemplo, aos cardeais residentes em Roma, merece séria reflexão, enquanto os demais, ainda cardeais, poderiam compartilhar o "status" de cardeais com mais de oitenta anos.

Em suma, parece desejável que o ofício e a competência do colégio cardinalício sejam atualizados.



sexta-feira, 2 de setembro de 2022

O Discurso de Ódio de Biden! O Nós contra Eles dos EUA

 



Os outros, segundo ele, são contra a democracia, contra a verdade, são extremistas, inimigos do Estado. Os 74 milhões de americanos que votaram em Trump seriam extremistas, "semi-fascistas" (como ele tem nomeado) e inimigos do Estado.

O discurso dele pegou muito mal e cheirou a desespero. Como foi desespero a invasão da casa de Trump recentemente, sem qualquer justificativa jurídica e como foi desespero o perdão a dívida estudantil gigantesco que prometeu dar recentemente e até agora não disse como ia pagar. Sendo que o próprio partido dele tinha jurado que ele não tinha poder para tal perdão.

Na verdade, eu acho que Biden está realmente senil. Ele não controla os maníacos do partido dele, que estão desesperados com a eleição legislativa de novembro, vendo que perderão os cargos com a possível vitória dos republicanos, uma vez que os candidatos apoiados por Trump costumam ganhar as eleições que disputam.

Até a mídia esquerdista tentou apaziguar o aparência ditatorial de Biden, diminuindo o tom de vermelho do palco.



Trump só precisou dizer o óbvio: "“Se você olhar para as palavras e o significado do discurso desajeitado e irritado de Biden esta noite, o que ele fez foi  ameaçar os EUA, inclusive com o possível uso de força militar. Ele deve estar louco ou sofrendo de demência em estágio avançado!. Alguém deveria explicar a Joe Biden, de forma lenta mas com persistência, que MAGA significa, tão poderosamente quanto meras palavras podem ser, FAZER A AMÉRICA GRANDE NOVAMENTE! Se ele não quer tornar a América grande novamente, o que por meio de palavras, ação e pensamento, ele não quer, então ele certamente não deveria estar representando os Estados Unidos da América!”




quinta-feira, 1 de setembro de 2022

Era das Bizarrices Distópicas. Quem São os Protestantes dentro da Igreja Católica?

 


Eu gosto de distopias, de algumas, pelo menos. Quando vi a imagem acima, que agrega várias distopias (ps: Brazil é o nome de um filme distópico) eu guardei a imagem e pensei: não vai demorar muito e vou usar no blog.

Eu cheguei a publicar um artigo no Reino Unido sobre distopias, chamado God and the Dystopias.

Recentemente, eu vi uma entrevista de um cardeal recém nomeado, mas muito conhecido, pois lidera a perseguição que Francisco faz contra a liturgia tradicional da Igreja. O nome dele é Cardeal Roche.

Na entrevista, foi perguntado basicamente por que Francisco e seu pontificado está perseguindo os católicos que querem ter a liturgia tradicional.

Lembro que a liturgia tradicional nunca foi condenada pelo Vaticano II e foi estimulada por dois papas após o Concílio: João Paulo II e Bento XVI.

A resposta de Roche revelou o pensamento dele de perseguidor no qual a vítima é sempre culpada e também o apego irracional que ele tem ao Vaticano II e ao Papa Francisco. Apesar da completa falta de lógica e de apoio histórico ao que ele disse, eu acredito firmemente que  reflete fielmente o pensamento de Francisco.

Vou traduzir aqui a pergunta e a resposta dele colocadas no site Southern Orders. A pergunta foi feita pela jornalista Miss Alen:

Aqui vão. Comento logo em seguida

Eu tenho uma pergunta que pode ser um pouco desconfortável, mas deve ser feita. Você mencionou unidade e construção de pontes. Como essa construção de pontes se aplica àqueles que talvez sejam feridos pelas restrições da Missa Tradicional em Latim?

Bem, não há muita restrição. A Missa Tridentina Latina, ou a Missa do missal de 1962, ainda está disponível. Mas você sabe, você toca nesta área, e todos começam a gritar. Isso deve nos dizer algo imediatamente. O que é isso, que está quase ficando histérico? Porque a Igreja decretou em seu mais alto nível de legislação, que é um concílio, um concílio ecumênico, decretou que a liturgia deve ser reformada, reformada para os dias atuais para que ela realmente fale como veículo de evangelização, bem como sendo, sobretudo, o centro do nosso culto a Deus, como comunidade, na caridade.

É importante acertar primeiro as coisas fundamentais, antes de politizá-las, e acho que há muita politização dessa questão, que é indigna mesmo.

É possível construir pontes com esse elemento de politização em jogo, ou é muito difícil, na sua opinião?

Tudo o que posso dizer é que meu dicastério está muito aberto a conversar com as pessoas, e que durante o ano passado, desde a publicação de Traditionis Custodis, recebi os chamados grupos 'tradicionalistas', mas temos que muito cuidado, porque a Igreja transmite a tradição, e é a Igreja que faz a tradição, não são as pessoas nos lobbies que criam a tradição, mas é a Igreja na fidelidade a isso.

Sempre penso que, para mim como homem inglês, um grande exemplo para mim é nossa história, nossa história da Reforma, onde nossos jovens padres foram torturados e executados com muita crueldade por duas coisas: pela missa e em fidelidade à Sé de Pedro, em fidelidade ao papa. Sempre que celebramos a Missa, sempre mencionamos como ponto de unidade, primeiro que estamos em união com o papa, e segundo que estamos em união com o bispo, que está em união com o papa.

Se você leva isso a sério, então levanta para todos nós um exame de consciência em relação a como vemos isso: isso é realmente algo que vemos a sério, ou estamos tentando criar outra Igreja? Estamos tentando ser protestantes em vez de católicos?

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Percebam que ele só a politização do outro lado, do lado dos críticos.

Percebam como ele iguala tradicionalistas a lobistas (um pensamento realmente terrível e com viés materialista)

Percebam o apego esquizofrênico ao Concílio Vaticano II

Percebam o apego esquizofrênico também ao Papa Francisco

e finalmente, percebam como ele iguala os tradicionalistas a protestantes. Justamente os tradicionalistas que querem proteger a liturgia católica dos protestantismos.

É um negócio distópico o controle do termos, para a mente de Roche protestantes são aquele que não se apegam cegamente ao papa. A Igreja pode ter uma liturgia idêntica aprotestante, abandonando inclusive a Eucaristia e tendo padres mulheres e gays, tudo é possível se o papa disser sim.

O teólogo Peter Kwasniewski explicou o quanto Roche se equivoca,  mostrando que os protestantes começaram a tentar destruir o catolicismo modificando justamente a liturgia da missa. É no abandono da liturgia da missa que se conseguiu que o povo esquecesse o que significa ser católico. Quem vocês acham que ensina mais o catolicismo a liturgia tradicional ou a liturgia moderna com danças e mickeys?

Mas pessoas como Cardeal Roche não querem saber o que diz a teologia, história, tradição ou a Bíblia, temos que seguir cegamente Francisco.


sexta-feira, 26 de agosto de 2022

O que Fazer para Evitar Doutrinação Esquerdista nas Escolas? Escolas Católicas? Depende


Saiu no site da Fox News nos Estados Unidos que os americanos que querem fugir da doutrinação esquerdista (woke) das escolas estão matriculando seus filhos em escolas católicas.

Hummm... isso depende.

Eu sempre coloquei meus filhos em escolas católicas tentando me assegurar que essas escolas protegessem meus filhos de doutrinação gayzista e esquerdista, com base na Doutrina Católica. Mas já tive que tirar meus filhos de escola católica marista justamente por ver que ensinavam gayzismo e mesmo não celebravam dia dos pais. Levei meus filhos para outra (dessa vez, escola franciscana), que, por enquanto, ainda protege meus filhos. Mas estou de olho.

Enquanto alguns pais estão preocupados com a formação moral dos seus filhos, algumas escolas católicas se dizem "humanistas" (que significa apoiar gayzismo e esquerdismo) e abandonam a Doutrina católica.

Meu amigo, Miguel Nagib, que prefaciou meu livro de contos "Contos sobre Escola Moderna e Alunos Cristãos", saberá falar muito mais sobre o assunto do que eu.

Procure uma escola católica católica para seus filhos. Fuja desse negócio de "humanismo", codinome para esquerdismo. 

Vou traduzir aqui o que diz o site da Fox News (https://www.foxnews.com/lifestyle/avoid-wokeness-parents-enroll-kids-catholic-school).

Para evitar o esquerdismo "woke", os pais estão matriculando seus filhos em escolas católicas.

Mais pais estão matriculando seus filhos em escolas cristãs particulares hoje em um esforço para combater o currículo de muitas das escolas públicas dos Estados Unidos. Eles estão escolhendo colocar crianças em escolas que apoiam a fé e os valores que eles oferecem em casa.

A co-apresentadora de "Fox & Friends First", Carly Shimkus, conversou com o Rev. Jadyn Nelson, presidente da Bishop Ryan Catholic School, e o pai Perry Olsen na manhã de quarta-feira, 24 de agosto de 2022, sobre o movimento atual de alguns pais de deixar a educação pública  para trás.

Nelson explicou que sua escola, em Minot, Dakota do Norte, está vendo um aumento no interesse dos pais pela educação cristã particular.

"Este ano, aumentamos 6% [no total de matrículas] e vimos ganhos ano a ano em torno de 5% nos últimos cinco anos", disse Nelson.

"Sessenta e sete novas famílias para uma escola pequena como a nossa é um bom interesse no que estamos fazendo aqui."

Quando perguntado por que ele achava que a opção da escola católica estava se tornando mais popular entre as famílias, ele observou que os valores são fundamentais.

"Acho que o mais importante é que, quando as pessoas olham para o que querem para seus filhos em termos de um ambiente educacional, pensam em fornecer um ambiente que corresponda aos seus próprios valores e o que desejam comunicar a seus filhos em sua vida. casa", explicou.

Ele continuou: "Quando oferecemos uma educação baseada na fé que também inclui disciplina e uma forte base moral, eles pensam nisso como um grande valor".

Perry Olsen, que tem três filhos matriculados na escola, concordou.

"O padre está corretíssimo. É meio que continuando... os valores que estamos tentando incutir em nossos filhos em casa, e meio que continua na educação deles", explicou ele.

Ele observou que na escola Bispo Ryan, uma "educação de estilo clássico" foi instituída, chamando-a de "algo um pouco diferente que se destaca de algumas das outras opções. Isso foi uma grande vantagem".

Ele acrescentou: "Só saber que o cuidado e a base moral que estão sendo estabelecidos em casa continuam na escola durante seu tempo aqui, o que é muito, certo?"

Ele acrescentou: "As crianças estão na escola há muito tempo. É reconfortante para minha esposa e para mim que isso continue aqui".

Shimkus observou que recentemente um conselho escolar em Fargo, Dakota do Norte, proibiu o Juramento de Fidelidade porque incluía a palavra "Deus" - até que uma séria reação pública contra a decisão os forçou a restabelecê-lo.

Ele continuou: "Acho que estamos vendo a Suprema Corte reexaminar qual era a intenção original da Constituição, e você pode ver claramente que durante aquela era histórica estávamos olhando para não ter um estado impondo religião, mas era certamente não para tirar Deus da praça pública."

Ele acrescentou: "Que é uma espécie de interpretação que tinha que estar por trás do pensamento deles sobre isso, que você não pode nem mencionar o nome de Deus em público".

"Mas claramente não é isso que os Pais Fundadores de nosso país pensavam", disse ele.


sexta-feira, 19 de agosto de 2022

Até Onde Vai o Ódio de Ateus Esquerdistas às Crianças e a Trump? Sam Harris, Filósofo Ateu Mostra.


No vídeo acima, Sam Harris, um dos mais conhecidos filósofos ateus do mundo, diz que não se importa que o filho de Biden (Hunter Biden) tenha corpos de crianças no porão, o que importa é derrotar Trump, pois Trump é muito pior que tudo. 

Por isso, ele acha que a mídia fez certo em esconder a história do lap top de Hunter Biden que continha fotos dele com prostitutas e cheirando cocaína, pois vale tudo para derrotar Trump, nem se Biden matasse crianças e escondesses seus corpos no porão, deveria a imprensa ter divulgado.

Pior. Os entrevistadores começam a dizer que se assustaram com as afirmações de Harris. Daí, Harris pergunta: "é sobre as crianças no porão?". 

E os entrevistadores (com caras de gays) respondem: "Fodam-se as crianças no porão".

Eu parei aí, não consegui mais assistir.

A esquerda ateia, além de não acreditar em Deus, não acredita em direitos humanos.  Naturalmente, a falta de crença em Deus leva à descrença nas leis e direitos humanos (ler a filósofa Elizabeth Anscombe), Harris só prova isso mais uma vez.

A esquerda é só sobre poder. Poder é só o que importa, a maneira de se chegar ao poder não importa, matar crianças e enterrar os corpos no porão é só uma maneira de alcançar o poder.


quarta-feira, 17 de agosto de 2022

São Tomás de Aquino: Você Pode Corrigir um Papa, até em Público.


O filósofo católico Edward Feser tratou do tema de como São Tomás de Aquino discutiu a passagem em que São Paulo advertiu publicamente, repito, publicamente, São Pedro, o primeiro papa, quando este agiu mal e assim ameaçou a fé cristã.  Essa passagem é conhecida como Incidente de Antioquia e serve para tratar sobre como os cristãos devem tratar o clero, o papa incluido, quando o clero ameaça a fé. 

Sinceramente, eu só trago este assunto aqui por conta da situação terrível que vivemos sob o pontificado de Francisco.  Talvez Feser só tenha estudado o tema também por conta das ações de Francisco.  Para mim, a questão é meio óbvia,  afinal papas são humanos e o próprio Cristo chamou São Pedro de Satanás. 

Mas o assunto vale muito para quem está estudando o tema, pois mostra a posição de Aquino, um dos maiores pilares filosóficos da Igreja. O artigo serve muito de fonte de pesquisa. 

Aqui vai o texto de Feser.


Aquinas on St. Paul’s correction of St. Peter


A pope speaks ex cathedra when he presents some teaching in a formal and definitive manner that is intended infallibly to settle debate about it once and for all.  This is an exercise of what is called the “extraordinary magisterium,” and Catholics are obligated to give such declarations their unreserved assent.  The ordinary magisterium of the Church can also teach infallibly under certain circumstances (which I have discussed elsewhere), and here too such teaching is owed unreserved assent.  Even when the pope or the Church teach about a matter of faith or morals in a manner that is not infallible, Catholics normally owe such teaching what is called “religious assent,” an adherence that is not absolute but nevertheless firm. 

There can nevertheless be very rare exceptions where those learned in some matter of faith or morals who detect difficulties in a magisterial statement are permitted respectfully to raise objections to it and ask the Church for clarification.  This was explicitly acknowledged in the instruction Donum Veritatis issued by Cardinal Joseph Ratzinger under Pope St. John Paul II.  The clearest sort of case where this would be permitted would involve a magisterial statement that appears to conflict with the previous settled teaching of the Church, and Donum Veritatis explicitly distinguishes respectful criticism of the kind in question from “dissent” from the Church’s traditional teaching.

I have in another place discussed this matter in detail, and as I show there, the teaching of Donum Veritatis is by no means a novelty, but has deep roots in the tradition of the Church.  Among the most important precedents is the teaching of St. Thomas Aquinas about St. Paul’s correction of St. Peter, and how that episode illustrates how Catholics can in rare cases have the right and even the duty to correct their prelates.  I discussed Aquinas’s teaching in that earlier article, but here I want to examine it in greater detail.

The first thing to note is that Aquinas’s position in no way reflects a weaker conception of papal authority than the one that prevailed in later centuries.  On the contrary, in the Summa Theologiae St. Thomas writes:

T]he promulgation of a creed belongs to the authority of the one who has the authority to fix, in the form of sentences, the things that belong to the Faith (ea quae sunt fidei), so that they might be held by everyone with an unshakable faith. 

Now this belongs to the authority of the Supreme Pontiff, “to whom,” as Decretals, dist. 17 says, “the greater and more difficult questions in the Church are referred.”  Hence, in Luke 22:32 our Lord said to Peter, whom He set up as Supreme Pontiff, “I have prayed for you, Peter, that your faith might not fail; and when you have been converted, strengthen your brothers.”

And the reason for this is that the Faith ought to be one for the whole Church – this according to 1 Corinthians 1:10 (“... that you should all profess the same thing, and that there not be schisms among you”).  But this condition could not be preserved unless a question about the Faith that arises from the Faith were determined by someone who presides over the whole Church in such a way that his decision (sententia) is held firmly by the whole Church.

And so the new promulgation of a creed belongs solely to the authority of the Supreme Pontiff, just like all the other things that pertain to the Church as a whole, such as convening a general council and other things of this sort. (Summa Theologiae II-II.1.10, Freddoso translation)

Note that Aquinas here characterizes the Supreme Pontiff or pope as having authority to settle doctrinal disputes in such a way that his decisions must be “held firmly” and indeed with “unshakable faith” by Catholics.  And he describes Peter as Supreme Pontiff.  Yet he also elsewhere goes on to approve of Paul’s correction of Peter, and to see in it an example for later Catholics to follow.  How can both of these things be true?  The answer, obviously, is that Aquinas, like the Church today, recognizes a distinction between ex cathedra papal teaching and papal teaching of a less definitive nature.  And like the Church today, he recognizes that under certain circumstances, the latter can not only be in error but even open to criticism by the faithful. 

What circumstances would those be?  Let’s take a look at what Aquinas says.  The relevant texts are to be found in Summa Theologiae II-II.33.4 and in Aquinas’s Commentary on Saint Paul’s Letter to the Galatians, in Chapter 2, Lecture 3.  The commentary discusses in some detail the famous incident when Paul publicly rebuked Peter.  To give some context, here is how the Catholic Encyclopedia’s article on St. Peter summarizes what happened:

While Paul was dwelling in Antioch… St. Peter came thither and mingled freely with the non-Jewish Christians of the community, frequenting their houses and sharing their meals.  But when the Christianized Jews arrived in Jerusalem, Peter, fearing lest these rigid observers of the Jewish ceremonial law should be scandalized thereat, and his influence with the Jewish Christians be imperiled, avoided thenceforth eating with the uncircumcised.

His conduct made a great impression on the other Jewish Christians at Antioch, so that even Barnabas, St. Paul's companion, now avoided eating with the Christianized pagans.  As this action was entirely opposed to the principles and practice of Paul, and might lead to confusion among the converted pagans, this Apostle addressed a public reproach to St. Peter, because his conduct seemed to indicate a wish to compel the pagan converts to become Jews and accept circumcision and the Jewish law.

End quote.  Note that though it was Peter’s actions rather than his words that caused the problem, the controversy was nevertheless doctrinal in nature.  For it was “principles” as well as sound practice that Paul sought to uphold in the face of Peter’s bad example, and in particular he wished to prevent others from being led into the doctrinal error of supposing that “pagan converts [were obligated] to become Jews and accept circumcision and the Jewish law.”

This is exactly how Aquinas saw the situation.  In the Galatians commentary, he says that what Peter had done posed “danger to the Gospel teaching,” and that Peter and those who followed his example “walked not uprightly unto the truth of the Gospel, because its truth was being undone” (emphasis added).  Peter failed to do his duty insofar as “the truth must be preached openly and the opposite never condoned through fear of scandalizing others” (emphasis added).  Clearly, then, in Aquinas’s view the problem was not merely that Peter acted badly, but that he seemed to condone doctrinal error and risked leading others to do the same

A second point Aquinas makes in the Galatians commentary is that Paul rebuked Peter “openly,” “not in secret… but publicly.”  And he says that “the manner of the rebuke was fitting, i.e. public and plain” because Peter’s “dissimulation posed a danger to all.” 

A third point Aquinas makes here is that this rebuke nevertheless was not a matter of usurping Peter’s authority.  Aquinas says that “the Apostle opposed Peter in the exercise of authority, not in his authority of ruling” (emphasis added).  For Aquinas, it’s not that Peter did not have papal authority, but rather that in this instance his exercise of it amounted to an abuse.  What Paul was doing was reminding Peter to do his duty.  In this way, says Aquinas, Paul “benefitted” Peter and “shows how he helped Peter by correcting him.”

Finally, Aquinas proposes the following as the lesson of this episode:


Therefore from the foregoing we have an example: prelates, indeed, an example of humility, that they not disdain corrections from those who are lower and subject to them; subjects have an example of zeal and freedom, that they fear not to correct their prelates, particularly if their crime is public and verges upon danger to the multitude.

End quote.  Since the pope is a prelate, and the example involved no less than Peter, the first pope, it is obvious that Aquinas intends this lesson to apply to popes and not merely to lesser prelates.

In the Summa, Aquinas makes similar remarks, but also adds some crucial further points.  The passage is worth quoting from at length:

[F]raternal correction is a work of mercy.  Therefore even prelates ought to be corrected...

A subject is not competent to administer to his prelate the correction which is an act of justice through the coercive nature of punishment: but the fraternal correction which is an act of charity is within the competency of everyone in respect of any person towards whom he is bound by charity, provided there be something in that person which requires correction…

Since, however, a virtuous act needs to be moderated by due circumstances, it follows that when a subject corrects his prelate, he ought to do so in a becoming manner, not with impudence and harshness, but with gentleness and respect…

It would seem that a subject touches his prelate inordinately when he upbraids him with insolence, as also when he speaks ill of him...

To withstand anyone in public exceeds the mode of fraternal correction, and so Paul would not have withstood Peter then, unless he were in some way his equal as regards the defense of the faith.  But one who is not an equal can reprove privately and respectfully… It must be observed, however, that if the faith were endangered, a subject ought to rebuke his prelate even publicly.   Hence Paul, who was Peter's subject, rebuked him in public, on account of the imminent danger of scandal concerning faith, and, as the gloss of Augustine says on Galatians 2:11, “Peter gave an example to superiors, that if at any time they should happen to stray from the straight path, they should not disdain to be reproved by their subjects.”

To presume oneself to be simply better than one's prelate, would seem to savor of presumptuous pride; but there is no presumption in thinking oneself better in some respect, because, in this life, no man is without some fault.  We must also remember that when a man reproves his prelate charitably, it does not follow that he thinks himself any better, but merely that he offers his help to one who, “being in the higher position among you, is therefore in greater danger,” as Augustine observes in his Rule quoted above.


End quote.  Here too, Aquinas teaches that prelates can sometimes err in a way that threatens the faith; that when this occurs they can be corrected by their subjects; that this correction can take place publicly; that this is a matter of helping a prelate, and that the prelate should be open to accepting such help; and (since his example is once again Paul’s correction of Peter) that all of this applies even to popes.  But he makes the further important point that it is wrong to object either that subjects who correct prelates thereby exceed their authority, or that such subjects are guilty of a sin of pride.

In response to the first objection, Aquinas says that what subjects lack is the right to carry out a certain kind of correction, namely the kind “which is an act of justice through the coercive nature of punishment.”  In other words, a prelate who abuses his authority in the ways Aquinas has in view does not thereby lose his authority.  His is still a prelate with all the authority that that entails, and the one who corrects him is still subject to him.  Hence the subject cannot punish a prelate for his errors, remove him from office, or the like.  But that does not entail that he cannot simply point out to the prelate that he is in error.  There is no usurpation of authority in that, says Aquinas, but rather an “act of charity” of a “fraternal” nature.  In response to the second objection, Aquinas points out that it is simply not the case that the correction of a prelate must be motivated by the sin of pride.  It can instead be motivated by charity and a desire to help.

But this brings us to a further, and absolutely crucial, point added by the discussion in the Summa.  Since a subject remains a subject, even his justifiable correction of a prelate must not be carried out with “insolence,” “impudence,” or “harshness,” but rather “in a becoming manner,” “charitably” and “with gentleness and respect.”  And as Aquinas says in another place, it is irrelevant whether the prelate who needs correction is an evil man.  For the office he holds belongs to Christ, and that office therefore deserves honor whether or not the man who holds it does.

Applied to the case of a pope, Aquinas’s teaching on the correction of prelates by their subjects can be summed up in the following points:

1. When a pope is not making an ex cathedra definition, it is possible for him to fail to do his duty to uphold orthodox doctrine, even in a manner that seems to condone its opposite.

2. When this occurs, it is permissible for the faithful to correct him, and to do so publicly if his error is public and threatens to mislead many.

3. This is in no way a challenge to the pope’s authority or a manifestation of pride, but on the contrary constitutes charitable assistance to the pope in properly exercising his authority.

4. However, such correction must only ever be carried out in a humble and respectful manner, and never with insolence or harshness.

5. When such respectful criticism is offered, a pope should respond to it with humility.

As I noted in the article referred to above, Aquinas’s position is by no means unique in the tradition.  Similar teaching is to be found in the writings of St. Robert Bellarmine, St. John Henry Newman, and other eminent theologians in Catholic history.  St. Francis de Sales wrote:

Thus, we do not say that the Pope cannot err in his private opinions, as did John XXII, or be altogether a heretic, as perhaps Honorius was… When he errs in his private opinion he must be instructed, advised, convinced; as happened with John XXII…  So everything the Pope says is not canon law or of legal obligation; he must mean to define and to lay down the law for the sheep, and he must keep the due order and form… And again we must not think that in everything and everywhere his judgment is infallible, but then only when he gives judgment on a matter of faith in questions necessary to the whole Church; for in particular cases which depend on human fact he can err, there is no doubt, though it is not for us to control him in these cases save with all reverence, submission, and discretion. (The Catholic Controversy, pp. 225-26)

Naturally, such statements raise further questions and call for qualifications of various kinds.  Donum Veritatis addresses some of them, as do other statements made by Cardinal Ratzinger during John Paul II’s pontificate.  Again, see the article referred to above.  And again, as the teaching of Aquinas and the other saints and theologians cited here shows, Donum Veritatis does not add some novelty to the tradition, but builds on what was already long there.

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