quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Livrarias Bernardo Kuster e Nando Moura. Aprenda sobre Guerra Justa e a Igreja Católica.

Dois grandes formadores de opiniões no Brasil, Bernardo Kuster e Nando Moura, divulgam meu livro sobre Guerra Justa em seus sites de livrarias.

O nome completo do meu livro é Teoria e Tradição da Guerra Justa: do Império Romano ao Estado Islâmico.

Tanto Bernardo como Nando Moura fazem um trabalho excepcional no Brasil em divulgar e defender o cristianismo e as ideias conservadoras no Brasil. É um honra ter meu livro na lista de suas livrarias.

Comprem meu livro e aprendam sobre a teoria da Guerra Justa que foi estabelecida por Santo Agostinho, como base nos ensinamentos bíblicos, e é teoria que foi defendida por séculos e séculos pela Igreja, por meio de inúmeros santos como São Tomás de Aquino, São Francisco de Assis e Santa Joana D'arc, além de ter sido defendida por ilustres escritores católicos também mencionados no meu livro, como Cervantes e Dante Alighieri. A Teoria da Guerra Justa ainda hoje é defendida pelo Catecismo da Igreja Católica e também de inúmeros defensores leigos católicos e não católicos, muitos estudiosos ressaltam que a Teoria da Guerra Justa é a única que estabeleceu uma teoria ampla e racional sobre guerras. A teoria é defendida até por críticos do cristianismo, como Barack Obama, que a exaltou quando recebeu o Prêmio Nobel da Paz.

Meu livro é em grande parte história e teologia.

Aproveitem o preço da "Black Friday", meu livro está por volta de R$ 25,00. Cliquem nos sites de Bernardo Kuster e Nando Moura e adquiram.

sexta-feira, 16 de novembro de 2018

Teólogo do Vaticano: "Papa Francisco está Gerando Heresias e Cismas"

Monsenhor Nicola Bux, que foi teólogo da Congregação para a Doutrina da Fé do Vaticano, disse que o Papa Francisco está gerando heresias e cismas, que o Papa Francisco deveria fazer um "ato de fé" para evitar que a Igreja entre em cisma. Ele acha difícil que o Papa Francisco faça essa profissão de fé, pois o Papa está transformando a Igreja Católica em igreja protestante. 

Além disso, Nicola Bux diz que a situação da Igreja e os perigos dos erros do Papa começaram a exigir uma correção urgente especialmente após o Papa Francisco mudar o Catecismo e declarar que a pena de morte é "inadmissível", mudando uma doutrina da Igreja em favor da pena de morte de 2 mil anos.

Ufa, como fico feliz em ver uma pessoa com experiência no Vaticano dizendo as coias certas (óbvias) e especialmente em destacar a questão da pena de morte que para mim já denunciam o Papa como herético.

Vejam parte do relato abaixo do que disse o monsenhor Nicola Bux, feito pelo site Life News.

Pope Francis has broken with previous popes, causing ‘heresies, schisms’: Vatican theologian

November 15, 2018 (edwardpentin.co.uk) –In a forceful interview with Italian Vaticanist Aldo Maria Valli, Msgr. Nicola Bux has warned that the current pontificate is issuing statements that are generating “heresies, schisms, and controversies of various kinds” and that the Holy Father should issue a profession of faith to restore unity in the Church.
In the interview, published Oct. 13 but overlooked due to the Youth Synod taking place in Rome last month, the theologian consultor to the Congregation for the Causes of Saints said “heretical statements” on marriage, the moral life and reception of the sacraments are now “at the center of a vast debate which is becoming more and more passionate by the day.”
Msgr. Bux said the origin of many of these questioned teachings — highlighted in a September 2017 filial correction and at a Rome conference in April on doctrinal confusion in the Church — is the Pope’s post-synodal apostolic exhortation Amoris Laetitia, but they have since become “considerably worse and more complicated.”
He said this has led some senior prelates, such as Cardinal Walter Brandmüller, one of the four cardinals to sign the dubia in 2016, to reiterate a call for a “profession of faith on the part of the Pope.”
But Msgr. Bux said this would be difficult to achieve given the Pope’s vision of the Church as a federation of ecclesial communities — something Msgr. Bux described as “a bit like the Protestant communities.”
Since the two synods on the family, the Italian theologian said “two gears” of faith and morality now exist, seen most clearly over whether to give Holy Communion to some “remarried” divorcees. This has caused “great discomfort” to “many bishops and parish priests” because of an “unstable and confused pastoral situation,” he said.
To remedy the situation, Msgr. Bux, a former consultor to the Congregation for the Doctrine of the Faith under Benedict XVI, still believes some kind of profession of faith is required of the Pope. He referred to a similar profession St. Paul VI made in 1968 that reaffirmed what is Catholic “in the face of the errors and heresies” that came immediately after the Second Vatican Council.
“If this doesn’t happen,” he warned, “the apostasy will deepen and the de facto schism will widen.”

Who Has Erred?

Msgr. Bux feels the situation has become especially urgent after the Pope changed the Catechism in August to declare the death penalty “inadmissible.” The change contradicts the Tridentine and St. Pius X Catechisms, the theologian asserted, the latter of which taught that the legitimacy of capital punishment was in “full conformity with Divine Revelation.”
“Either one admits that the Church has taught the legitimacy of something not conforming to the Gospel practically for two thousand years, or one must admit that it was Pope Bergoglio who erred,” Msgr. Bux said, adding: “This is a very sensitive issue, but sooner or later he’s going have to put this right. And not just for the death penalty.”
Asked by Valli if this sets a precedent for the Pope to change more of the Catechism if he wishes, the theologian said this is a “very disturbing question,” and that another “legitimate concern” is to keep the deposit of faith from “sensitivities contingent on today’s or tomorrow’s society.”
The Pope cannot “impose his own opinion” on the Church, Msgr. Bux stressed, quoting Joseph Ratzinger, because on matters of faith, morals and the sacraments, the Church can “only consent to the will of Christ.” And yet he said “many points” in Amoris Laetitia are “cumbersome and contradictory” as well as contrary to the thinking of St. Thomas Aquinas, despite the exhortation asserting otherwise.
He also pointed out that the tendency of this pontificate to be silent in the face of criticism, or refuse to engage the charges of heresy or apostasy, bring to mind St. Pius X’s warning in his 1907 encyclical Pascendi dominici gregis: That never “clearly confessing one’s own heresy” is “typical behaviour of the modernists, because in this way they can hide themselves within the Church.”
Valli and Msgr. Bux then went on to discuss the practical, theological and juridical difficulties of correcting a pope of such errors. These include the hurdle that heresy must be “manifest and public,” that the Pope must be fully conscious of having voluntarily questioned a truth of the faith, and that he also has a “kind of immunity from jurisdiction” due to the canonical principle that no one can judge the Apostolic See and “even less” can they “judge their shepherd.”

Unreliable Theology

A further difficulty today, he said, is “identifying the exact contours of a heresy” because theology “is no longer reliable.” Instead, he said it has become a “sort of arena” where a truth is affirmed, but someone else is always “willing to defend the exact opposite.”
“More useful” than a fraternal correction, he said, would be to examine the “juridical validity” of Pope Benedict’s XVI’s resignation and “whether it is full or partial.” Jesus, he said, did not give the keys of heaven to Peter and Andrew but “said it only to Peter.” Such an “in-depth study” of the resignation, he said, could help to “overcome problems that today seem insurmountable to us.”
“Great change” in the Church is “palpable” under Pope Francis, Msgr. Bux said, along with a “clear intention to mark a line of discontinuity, or break, with previous pontificates.” Such a rupture, he went on to say, is a “revolution” that “generates heresies, schisms, and controversies of various kinds” and “all of them can be traced back to sin.”


quarta-feira, 14 de novembro de 2018

O Filho de J.R.R Tolkien, Padre John Tolkien foi Acusado de Pedofilia

Quando eu admiro grandes homens que foram também pais, eu sempre me pergunto sobre como andam seus filhos. Certa vez, perguntei ao pessoal da Hildebrand Society como estavam os filhos do grande filósofo Dietrich von Hildebrand. É uma curiosidade idiota, eu admito. Uma vez que acredito que as pessoas realmente possuem muita liberdade para serem diferentes e mesmo o oposto dos pais. Na minha própria família, eu vejo pais que foram muito bons para seus filhos e seus filhos não os respeitaram e vejo também pais que foram ruins e seus pais mesmo assim os respeitaram.

Mas hoje eu fiquei bem triste ao saber das acusações contra o filho do grande escritor católico J.R.R. Tolkien.

O filho dele se tornou padre e isso deve ter sido fonte de muita alegria para Tolkien. Na foto acima, vemos o escritor com seu filho Padre John Tolkien.

John Tolkien foi acusado de pedofilia quando estava em Birmingham nos anos 60. A arquidiocese da cidade fez acordos judiciais com as vítimas do padre John Tolkien, sabe-se pelo menos de um caso, mas pode haver mais de 5. Não é revelado o número de vítimas do padre John Tolkien, que sempre negou as acusações.

Em todo caso, os relatos e as reações que li do clérigos da Igreja solidificaram em mim o pensamento que o padre John Tolkien deve ter alguma culpa.

Não sei, claro, apenas a impressão que tive ao ler as reportagens.

Há muitas na mídia tradicional e nas mídias católicas também. Quem tiver interesse pode-se informar clicando aqui, aqui ou aqui.

Padre John Tolkien morreu em 2003. Rezemos pelas vítimas do padre, por ele e pelo pai dele.

Indicação de Livro: "Legislação e Vida" - Prof. Hermes Nery

Gostaria de indicar o livro de meu amigo, o grande guerreiro da vida, professor Hermes Nery. O livro se chama Legislação e Vida e pode ser adquirido na Livraria Pius.

Entenda como a vida pode vencer no debate jurídico brasileiro.

segunda-feira, 12 de novembro de 2018

Conversão de Judeu, Professor de Harvard: Nossa Senhora Ensinou Oração em Português! A Oração que Ela mais Ama.

No vídeo acima, o Dr. Roy Schoeman, professor renomado de business de Harvard, relata seu processo de conversão para o catolicismo, que envolveu aspectos místico: visitas ao paraíso e conversa com Nossa Senhora.

Não posso traduzir o vídeo todo, mas vou apenas relatar o que ele disse:

1) Ele começou contando um pouco de sua vida. Schoeman é filho de alemães que fugiram da Alemanha nazista para os Estados Unidos. Seus pais eram conservadores judeus e colocaram o filho para se formar entre judeus mais conservadores e ele aprendeu a desprezar o cristianismo, em especial a desprezar a Igreja Católica.

2) Na juventude, Schoeman iniciou processo de adesão ao atesísmo que se estendeu até alcançar o posto de professor de Harvard.

3) Em certo momento, Schoeman teve fortes reveses tanto no lado profissional como no lado pessoal e entrou em desespero, que não encontrava respostas em seu ateísmo;

4) Decidiu ficar a sós e encaminhar em uma praia agradável sozinho. Caminhando, de repente, ele se vê no paraíso, como se tivesse atravessado uma cortina a partir do mundo material para o paraíso e sentiu a presença de Deus e ele disse a Deus: "Diga quem você é, eu não me importo se é Buda, eu me tornarei um budista, não me importo se é Apollo, eu me tornarei um pagão romano, eu não me importo se é Khrisna, eu me tornarei hindu, tudo isso menos que seja Cristo". 

5) Deus não respondeu a Shoeman. Shoeman diz no vídeo que Deus respeitou suas crenças e condenações ao cristianismo;

6) Depois de um ano, em que passou em busca de explicações místicas, Shoeman encontrou Nossa Senhora em sonhos. Para ele, a visão foi da mulher mais bela já vista com a voz que era a própria essência da música, que enchia o corpo dele de um amor esplendoroso. Shoeman logo identificou com Nossa Senhora. E desejou ficar de joelhos e saber rezar a Ave Maria. Mas ele não sabia rezar a oração.

7) Nossa Senhora disse para ele: "Responderei a qualquer pergunta sua".

8) Shoeman, ainda encucado com a oração que não sabia e sem querer reconhecer que não sabia, perguntou: "Qual é a oração que a Senhora mais gosta?"

9) Nossa Senhora respondeu: "Gosto de todas as orações".

10) Shoeman insistiu: "Mas deve ter uma que a Senhora gosta mais".

11) Para surpresa de Shoeman, Nossa Senhora respondeu em português.

12) Shoeman teve que decorar parte da oração e depois encontrar uma amiga católica que falava português. (ele conta essa parte a partir do minuto 21 do vídeo)

13) A oração que Nossa Senhora mais gosta é: "Oh, Maria Concebida sem Pecado, Rogai por Nós".

14) Ainda na presença de Nossa Senhora, ele sabia, como estudioso do judaísmo, que os homens não podem adorar os anjos, pois os anjos são também criaturas de Deus e ele sabia que no cristianismo, Nossa Senhora também era uma criatura de Deus, apesar de ser a rainha dos anjos, mas ficou deslumbrado pela magnificência da alma de Nossa Senhora. Nossa Senhora lhe disse: eu sou apenas uma criatura, fui criada, Deus é tudo. 

15) Daí ele perguntou como Nossa Senhora gostaria de ser chamada: "Eu sou a amada filha de Deus, mãe do Filho e esposa do Espírito Santo"

16)  Como Shoeman nunca tinha lido o Novo Testamento só conhecia Nossa Senhora pelas canções de Natal, ele perguntou como era "esse negócio de espírito santo".

17) Nossa Senhora respondeu apenas olhando para o alto e dizendo: "Espírito Santo é a contemplação de Deus" (não sei bem como ttadtrad "gaze", preferi contemplação).

18) Depois do sonho, Schoeman sabia que era Cristo que ele tinha sentido no paraíso e quem era Nossa Senhora. Mas não sabia da diferença entre católicos e protestantes.

19) Daí Schoeman passou seus tempos livres visitando lugares no mundo de adoração a Nossa Senhora.

20) Visitando La Sallete, local de aparição  de Nossa Senhora, Schoeman teve outra experiência mística.

21)  Schoeman chegou ao santuário de La Sallete porque queria visitar santuários marianos e acabou se hospedando no próprio santuário por conta das péssimas condições do clima que não permitiram que ele deixasse o local.

22) Ficou por 10 dias no local, caminhando e com muita vontade de dormir. Sentia forte a presença de Nossa Senhora, sentia que ela operava nele concerto amplo de sua alma. 

23) Em contato com uma pessoa na França, essa pessoa sugeriu que ele procurasse um convento cartusiano, onde o silêncio e a oração imperam. 

24) Ligou no convento mas o prelado do convento disse que não era permitido. 

25) Schoeman insistiu, escreveu sua história ao convento, e acabou sendo permitido que ele ficasse por um tempo. Lá ficou em meio ao silêncio e a oração.

26) Schoeman se assustou com a alegria dos cartusianos e também em como as orações exaltavam o que os judeus exaltam,  viu muitas semelhanças e respeito com o judaísmo.

27) Saiu de lá em pleno amor a Nossa Senhora e entendeu que ela não apenas vive na Igreja Católica e é o próprio coração da Igreja.

28) Schoeman se batizou em 1992.

29) Ele termina o vídeo defendendo a comunhão diária em nome da vida eterna, disse que em 22 anos como católico só não comungou por apenas uns 12 dias, por conta de viagens.

30) Termina também exaltando o catolicismo, como a religião que pertence à eternidade.

31) Ele tem especial preocupação com a conversão dos judeus. Durante o vídeo ele compara o judaísmo a um cachorrinho que adorava a criança que é seu dono. Mas quando a criança sai de casa e volta só como jovem, por conta de cursos escolares, o cachorro quer matar o jovem por não reconhece-lo.

Schoeman escreveu livros sobre sua conversão e sobre salvação dos judeus como o que vai abaixo:

Há também vários sites que descrevem o processo de conversão dele, às vezes com palavras do próprio Shoeman, como este aqui.

sábado, 10 de novembro de 2018

Crianças com Down: Primeiros Humanos Espécie em Extinção

A Sociedade para Síndrome de Down do Canadá (CDSS) quer que o mundo reconheça as pessoas com síndrome de Down como espécie em extinção.

É uma tragédia dos tempos  em que animais sao mais respeitados e cuidados do que humanos.

Mas os números não mentem, virtualmente 100% dia humanos com Down são mortos na Islândia, em muitos países a taxa de aborto de crianças com Down é de 90%. É um genocídio.

Então a CDSS fez um pedido formal para que as pessoas com Down fossem tratadas como espécie em extinção e assim recebessem proteção.

Vejam lindos vídeos e textos da campanha clicando aqui.

Vejam abaixo declaração da CDSS:

By the International Union for the Conservation of Nature’s own criteria, the Down syndrome community qualifies as endangered in many parts of the world. So we're going to be the first humans ever to apply to be on the Endangered List. By sharing on social media, you’re signing our petition to the IUCN to ensure that we get the support we need.

E abaixo texto do site Live Action:

The CDSS has applied “for the inclusion of people with Down syndrome as an endangered sub-species or sub-population of Homo Sapiens to the IUCN’s Red List of Threatened Species.” In their application, CDSS notes some disturbing statistics. Thanks to high abortion rates, which in some countries are in excess of 90%, Down syndrome births are 50% lower than projected, with births actually falling in countries like Denmark. Over 65% of people with the condition are out of the workplace, and a sizeable minority live in poverty. Many do not have access to an adequate education, or proper housing. And disturbingly, animal welfare organizations receive 90% more funding and resources than Down syndrome organizations do in North America.
In Iceland, the abortion rate for preborn babies with the condition is effectively  100 percent. “60 Minutes Australia” gave a glowing review to a test they boasted could “effectively end” Down syndrome in Australia, while in the Netherlands, parents are told they have a “moral duty”to abort children with the condition. In the United Kingdom, politicians have repeatedly called for people with it to be forcibly aborted or “put down” after birth. In the United States, 1 in 4 women report being pressured to have an abortion after a prenatal diagnosis. 
People with Down syndrome are, in fact, in danger of extinction — and why? Simply because they are different, because they have a disability. This petition will hopefully call attention to this crisis, and help bring an end to this genocide.

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

I Simpósio Internacional pela Vida e Livro "Legislação e Vida"

Meu ilustre amigo, prof. Hermes Nery, e a deputada eleita Janaína Paschoal participarão do I Simpósio Internacional pela Vida, nos próximos dias 10 e 11 no Espaço Cassiano Ricardo em São José dos Campos. Imagem à cima.

Na oportunidade, prof Hermes Nery lançará seu livro "Legislação e Vida". Muito bom.

Vejam descrição abaixo:


O Simpósio apresentará uma declaração com ações propositivas para as ações pró-vida e pró-família, em busca de alargar o crescente movimento, para afirmar a cultura da vida, especialmente na defesa da inviolabilidade da vida humana, desde a concepção.
Estará sendo lançado o livro do Prof. Hermes Rodrigues Nery, "LEGISLAÇÃO E VIDA" - A vitória da vida no parlamento brasileiro e a sua judicialização no Supremo Tribunal Federal" (Editora Estudos Nacionais, 2018). 

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Pesquisa: Correlação de 98% entre Padres Gays e Abusos Sexuais

No dia 2 de novembro passado foi divulgado um estudo realizado pelo Instituto Ruth, assinado pelo Dr. padre Paul Collins, ex professor de sociologia da Universidade Católica da América (CUA). O estudo considera os dados mais recentes sobre abusos sexuais e padres.

Trata-se do primeiro estudo que leva em consideração a pesquisa do Los Angeles Times sobre quantidade de padres gays.

As conclusões do relatório são terríveis, mas previsíveis especialmente para quem conhece ou estudou o universo promíscuo dos gays.

A pesquisa mostra uma estreita relação entre quantidade de padres gays e a quantidade de relato de abusos sexuais contra crianças.

Vejamos algumas conclusões:

1) 8 em cada 10 casos de pedofilia praticados por padres a vítima era um menino;

2) a correlação positiva entre quantidade de padres gays e casos de pedofilia é de 98%.

3) A concentração de padres gays na Igreja era duas vezes a proporção na população total nos anos 50 e passou a ser 8 vezes o tamanho na população total nos anos 80. As décadas de 70 e 80 foram o pico dos abusos sexuais.

4) 25% dos padres ordenados nos anos 60 relatam que viram uma subcultura gay nos seminários.

5) os abusos sexuais não acabaram, estão no nivel do início dos anos 70, pois a Igreja pouco e mal reagiu aos abusos e ainda nega relação com homossexualismo.

Leiam a pesquisa clicando aqui.

sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Itália quer Filhos. Papa Francisco quer Imigração

Governo da Itália promete dar terras de graça  para famílias com pelo menos 3 filhos.

Enquanto isso, o grande tema do Papa Francisco é defender imigração em massa.

Dessa vez, ele chegou a defender aquela massa de pessoas que caminha em direção à fronteira dos EUA para tentar entrar na marra no país. 

Ele vê essa massa de pessoas como se fosse um indivíduo carente estrangeiro precisando de apoio. E usa a Bíblia em favor da massa de pessoas.

Confunde o individual com o coletivo e mostra não entender de caridade. Finge não saber que esses imigrantes são recrutados por partidos de esquerda  e até pelo narcotráfico.

Realmente, mais uma vez se mostra como político e não como Papa.

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

Vídeo: Histórico de Lula nas Relações Exteriores. A Falta de Moral de Lula.

Lula já pensou que podia ser secretário-geral da ONU, lembram?

Marco Antonio Villa fez um bom resumo da moral de Lula para estabelecer as relações exteriores do Brasil. Uma desgraça.

Tanta coisa que me deu tanto pavor e que não recebeu nenhuma condenação de entidades como CNBB.

Villa lembrou de fatos importantes, e esqueceu muitas outras barbaridades, como o apoio ao Irã, à Argentina dos Kirchner, à Venezuela de Chavez, à Cuba..........

Não me coloco como fã de Villa, aliás não me posiciono como fã de nenhum analista ou filósofo brasileiro ou estrangeiro, talvez o pensador vivo que mais respeito é Rémi Brague. Tenho críticas a todos, mas é assim mesmo, ninguém deve ter como norte nenhum humano, apenas Deus, mas parabenizo Marco Villa pela lembrança de algumas barbaridades.