sexta-feira, 15 de junho de 2012

Os Auschwitz da Coréia do Norte: A Vida de Shin

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Hoje, o site American Thinker trata de um importante tema: os campos de concentração que torturam e matam na Coréia do Norte. O site relata a vida de Shin Dong Hyuk (foto acima), a única pessoa que conseguiu escapar de campo de concentração norte-coreano. Hoje, Shin é um ativista em defesa dos direitos humanos.

O texto mostra a vida extremamente difícil que Shin teve, chegando a provocar a morte da própria mãe, e como ele enfrenta com dificulade o relacionamento com as pessoas fora do campo.

Vou traduzir algumas partes do artigo de Janet Levy do American Thinker em azul.

Imagens de satélites e relatos de testemunhas denunciam que há cerca de 200 mil pessoas presas escravuzdas nos campos de contração norte-coreanos. 

Shin já nasceu no campo de concentração, filho de presos políticos. Ele não conheceu o mundo, fora do campo 14 onde nasceu, até fugir. Ele presenciou torturas, mortes  e muita fome no Campo 14. 

O Campo 14 é enorme, do tamanho de Los Angeles, e prisioneiros trabalham durante 15 horas/dia, dormem em trapos imundos, e não têm acesso a sabão ou papel higiênico. Higiene dental e banho são inexistentes. Shin dormia sobre um piso de concreto, tinha acesso à electricidade duas horas por dia, e competia por comida com outros prisioneiros, incluindo até mesmo sua própria mãe.

Shin nasceu em um ambiente sem qualquer cuidado, rodeado por uma cerca elétrica e patrulhas. Os laços familiares são inexistentes, como é qualquer conceito de Deus. Os casamentos são arranjados como recompensa para o trabalho duro. Quando Shin tinha seis anos, um professor descobriu alguns grãos de milho no bolso de um colega e começou a espancá-la até a morte na frente da classe. Shin se lembra de pensar que a punição foi justificada e não abrigar maus sentimentos para com o professor. Na época, ele não tinha nenhum conhecimento ou experiência com as emoções humanas básicas de simpatia e de tristeza.

Quando ele tinha 13 anos, Shin informou os guardas do campo de uma conversa que ouviu entre sua mãe e o irmão mais velho. Eles estavam conspirando para fugir, e Shin esperava para ganhar o favor e comida extra, revelando seus planos. Ele foi forçado a testemunhar a sua execução e suportou dias de tortura em que ele foi suspenso por um fogo de carvão para extrair uma confissão sobre qualquer papel que desempenhou no plano de fuga. Hoje, ele carrega o fardo da culpa pela morte de seus familiares.

Dois fatos impulsionaram o desejo de fuga em Shin. Depois de sua tortura por parte dos guardas, um antigo prisioneiro, a quem Shin chamava de "tio", limpou as feridas e cuidou dele. Shin nunca tinha confiado em ninguém antes, nem conhecia sentimentos de ternura em relação a outro ser humano. Do "Tio", Shin aprendeu sobre os alimentos que ele nunca havia provado, como frango, carne bovina, suína e, que se tornou um motivador chave para sua fuga ousada. 
O segundo fato conhecer uma prisioneiro que havia freqüentado a escola na Europa e vivido na China. Park Yong Chul foi a primeira pessoa a falar a Shin sobre a capital da Coréia do Norte, Pyongyang, sobre tudo o que estava faltando. Ele aprendeu sobre a vida fora do acampamento 14 e fora da Coreia do Norte. De Park, Shin aprendeu sobre a China, Coréia do Sul, e os conceitos de televisão, dinheiro, computadores e telefones celulares. Particularmente atraente para ele eram as descrições de comida e comer. Ele tornou-se intoxicado com a idéia de comer a vontade e começou a fantasiar a fuga. 

O relacionamento com Park transformou sua maneira de se relacionar com as pessoas. Ele e Park planejaram uma fuga juntos em 2005, infelizmente, Park morreu na cerca elétrica de alta tensão. Mas Shin escapou e fez o seu caminho para a China um mês depois, apesar de não conhecer ninguém fora do acampamento e não ter nenhum plano de sobrevivência. Dois anos mais tarde, Shin chegou na Coréia do Sul. Quatro anos depois, ele estava vivendo no sul da Califórnia e trabalhando como um embaixador para um grupo americano de direitos humanos que defende para o povo da Coréia do Norte.

Mas a prisão Shin não terminou com sua fuga. Ele foi atormentado por suas experiências dentro do acampamento 14 e tinha dificuldade em confiar nas pessoas e formar relacionamentos significativos. Ele foi devastado pela culpa do sobrevivente e profunda vergonha para informar sobre sua mãe e irmão.

Shin teve de aprender a absorver a vida no mundo exterior, antes que ele era capaz de entender e articular o que ele tinha experimentado e colocá-lo em um contexto que fazia sentido. Sua adaptação foi difícil. Ele estava cheio de auto-aversão e descreveu o processo de adaptação à sua nova vida como "evoluindo de ser um animal."
Ele tinha dificuldade de desfrutar sua vida em liberdade enquanto imaginando as pessoas que ele deixou para trás que ainda estavam sofrendo nos campos de prisioneiros.



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Munique 72: 40 Anos. As Olímpiadas Farão Homenagem?

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Entre os dias 5 e 6 de setembro de 1972, durante as Olimpíadas de Munique, o grupo terrorista palestino Setembro Negro sequestrou e matou 11 atletas israelenses (foto acima do sequestro). Isto foi um assombro para o mundo e alterou completamente os níveis de segurança durante competições esportivas. Este ato de terror completa 40 anos este ano.

2012 é mais um ano de olimpíadas, desta vez em Londres. As Olimpíadas de Londres irão fazer alguma homenagem aos atletas? Atletas que morrem de forma trágica costumam receber homenagens. É bastante comum. Parentes dos atletas israelenses mortos em Munique desejam ver o mundo reconhecendo a dor deles e honrar a vida que os atletas tiveram de dedicação ao esporte.

Acho que as Olimpiadas de Londres com receio de retaliação dos terroristas não devem fazer nenhuma homenagem aos atletas. Talvez estes atletas nunca recebam homenagem internacional.

Os ingleses podem dizer que não querem que suas olimpíadas sejam lembradas por um ato de terror, por isso não irão fazer nenhuma homenagem, podem sugerir que a homenagem seja feita na sede do Comitê Olímpico internacional na Suiça, mas também acho que a Suiça não quer levantar a ira dos terroristas muçulmanos.

As próximas olimpíadas é no Brasil. Homenagem no Brasil? Esquece.

E assim o mundo ocidental vai, refém do terror. Tentando ser amiguinho de quem quer o derrotar.


(Agradeço a lembrança da data ao Gatestone Institute)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

A Guerra Civil (Internacional) na Síria

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O jornal New York Times fez uma interessante reportagem ontem sobre a guerra civil na Síria, mostrou que a crise na Síria está se tornando uma guerra internacional, em que os países do mundo se posicionam fornecendo armas para o governo ou para os rebeldes.A foto acima mostra os rebeldes reunidos em volta de armamentos.

O Irã e a Rússia fornecem armamentos para o governo, enquanto a Arábia Saudita, a Turquia e o Catar fornecem armas para os rebeldes. E há suspeita que o próprio Estados Unidos esteja fornecendo para o rebeldes também.

Na semana passada, foi noticiado que na verdade o massacre ocorrido na cidade de Houla foi provocado pelos rebeldes e não pelo governo como saiu noticiado no mundo todo (inclusive no Jornal Nacional).  Porque foram mortos os muçulmanos alawitas (seita da qual faz parte o presidente Bashar al-Assad) e xiitas (inimigos históricos dos muçulmanos sunitas). Os rebeldes são sunitas.

Como eu já disse aqui, na guerra civil/internacional da Síria, não há mocinhos. São todos inimigos do ocidentes. São muçulmunamos contra muçulmanos. Nos Estados Unidos, o senador John McCain estupidamente quer que o governo Obama forneça armas para os rebeldes, parece que o Obama está fazendo isso por debaixo dos panos. É o método Obama, no lugar de prender terroristas por exemplo, ele os mata jogando bombas de aviões. E a esquerda fica feliz porque nenhum terrorista está sendo preso em Guantânamo.

É dito que, no seu último discurso, Maomé argumentou que os muçulmanos não devem lutar contra si (apenas contra os "infiéis"), mas a história dos muçulmanos é plena de guerra entre si, desde que Maomé morreu. A guerra da Síria, é mais uma guerra entre muçulmanos.

Como o mundo deve proceder? Atacando os dois lados, procurando defender a verdadeira população civil e não fornecendo armas.


(Agradeço a notícia do New York Times ao site Drudge Report)

terça-feira, 12 de junho de 2012

Parada dos Bestas?

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Bestialidade é o ato sexual entre um ser humano e um animal. Pois não é que os amantes da bestialidade (aqueles que defendem a zoofilia) querem seguir os passos dos gays e tentar a aceitação social dos seus atos. Eles defendem que o ato sexual com os animais não é antiético se não machuca os animais.

Será que no fim teremos agentes do governo para saber se o ato bestial provocou ou não dano ao animal?. Além da Parada Gay, teríamos a Parada dos Bestas? Como seria? Seria um desfile de gente com seus amantes (bodes, cachorros, jumentos, cavalos,etc.)?

A notícia sobre os amantes da bestialidade saiu no site New Times de Palm Beach.

É realmente assustador. Eu já me assuto quando ouço uma propaganda do governo durante o carnaval dizendo que irá distribuir camisinhas, e que na distribuição terão prioridade os "profissionais do sexo". Isto é, o governo estimula e prioriza a prostituição.

Os amantes da poligamia querem os mesmos que os da bestialidade, seguir os passos dos gays. No Brasil, já há estímulo nas novelas para a poligamia.

Sodoma e Gomorra? Sim. O  quadro acima, de John Martin, mostra a destruição de Sodoma e Gomorra. Preferi mostrar o quadro do que as imagens que se encontram na internet sobre bestialidade, pois estas são nojentas demais.


(Agradeço o texto do New Times ao site Pewsitter)

segunda-feira, 11 de junho de 2012

A Cultura da Vida

Você quer saber o que a Igreja Católica pensa sobre eutanásia, aborto, AIDS, bioética, uso de células-tronco? A Rome Reports está lançando um dvd com oito documentários sobre estes assuntos. Tem em espanhol.

É muito importante que os católicos brasileiros conheçam estes importantes aspectos de sua religião. Nós brasileiros sabems tão pouco sobre nossa religião. João Paulo II dizia que os brasileiros eram apenas "culturalmente" católicos,  não sabiam bem o que significa fazer parte da Igreja, não conseguem defender sua fé.

Nós batizamos, crismamos e casamos nossos filhos na Igreja, enquanto frequentamos associações espíritas e fazemos abortos.

Recomendo a compra fortemente. Clique aqui para comprar.


quinta-feira, 7 de junho de 2012

Islã não aceita Futebol?

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Bom, essa eu não sabia. Estudo a Sharia (lei islâmica) há algum tempo, e nunca vi nada de condenação a nenhum esporte. Você pode achar facilmente opressão às mulheres e aos "infiéis", mas não vi nada contra esporte ou meios de comunicação (TV).

Bom, mas como há muitas Sharia, dado a complexidade de entendimento do Alcorão e a vida de Maomé, quem sabe.

Os rebeldes muçulmanos que dominaram o norte de Mali (mapa acima) resolveram que futebol e assistir televisão é contra o Islã.

Vejam o que diz a reportagem do site Goal  clicando aqui.

A população se pergunta o que fazer com os jovens que querem jogar na Europa.

O que o mundo deve fazer? Deve deixar estes muçulmanos dominarem esta região pobre do globo, eles que se cuidem. O mundo tem mais o que fazer? Certamente tem, mas são nestes cantos inóspitos que o mundo não se preocupa que surgem e se fortalecem as al-Qaeda da vida.


(Agradeço a notícia ao site Weasel Zippers)

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Vídeo: Decapitação de um Cristão

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Farei o mesmo que o site Weasel Zippers, não mostrarei o vídeo, pois é muito assutador.  O vídeo mostra a decapitação de um muçulmano que se converteu ao cristianismo na Tunísia. Para quem desejar ver imagens terríveis da decapitação, cliquem aqui (acho que youtube não manterá isto por muito tempo, e é recomendável que não).

A apostasia é condenada no Alcorão. As suras (versos do Corão) 2:217 e 16:106-109 falam sobre apostasia e dizem basicamente que aqueles que convertem terão o ódio de Alá. No Alcorão não há nenhuma penalidade descrita, como a decapitação. A aprovação para a decapitação vem das ações de Maomé quando era vivo, de como ele tratava os infiéis.

No Alcorão, há forte divisão entre aqueles que são muçulmanos e os que não são. Há certo destaque para os "povos do livro " (cristãos e judeus), em algumas partes do Alcorão é dito que eles, ao contrário dos pagãos, poderiam viver em terras islâmicas desde que pagassem um tributo e se submetessem às ordens do poder islâmico, em outras, Alá determina a morte deles até que se convertam ao Islã.

O cristianismo por vezes também é comparado ao paganismo, como no vídeo acima, em que os excutores dizem o homem deve morrer pois acredita na Trindade cristã (Pai, Filho e Espírito Santo), por isso merece morrer.

Como diz o site do Gatestone Institute, não pensem que querer matar os infiéis seja um pensamento de uma pequena minoria dentro do Islã, isto é um entendimento bem claro no Alcorão, por isso é um procedimento defendido por muitos.

Que Deus proteja aqueles, que dentro dos países islâmicos, entendem que a paz está em Cristo. Que o homem decapitado friamente no vídeo encontre a Cristo. Rezemos por ele e pela família dele.




domingo, 3 de junho de 2012

Propaganda Nazista no Irã

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O Irã costuma monitorar e censurar muitos sites na internet, mas um site de uma organização que defende o nazismo no Irã, usando a língua do país, age livremente. É o que descobriu o site Daily Caller. Vou traduzir aqui partes do texto em azul.

A associação pró-nazista agora opera um site em língua persa no Irã, promove o anti-semitismo e defende a  memória de Adolf Hitler, aparentemente com a aprovação do governo iraniano e seus censores.

O site, Nazicenter.ir, apresenta vídeos de líderes nazistas e retratos de Hitler, e elogia o Terceiro Reich. Ele também inclui um fórum público, cujos membros discutem rotineiramente seu ódio do povo judeu.

O principal objetivo do site, dizem seus administradores escrever, é desafiar a "história do Holocausto."

O regime islâmico do Irã regula estritamente todas as formas de comunicação. Centenas de sites foram proibidos, e acesso on-line iranianos "para o mundo livre é severamente restrito. Mas um site de propaganda nazista é consistente com as proclamações dos líderes militares e políticos do Irã, ambos negam a existência do Holocausto nazista e pedem a destruição de Israel.

O comandante-chefe das forças armadas iranianas, general Hassan Firouzabadi, anunciou a doutrina do regime islâmico em um discurso recente. "A nação iraniana está de pé por uma causa: a aniquilação total de Israel."

O líder
supremo aiatolá Ali Khamenei chamou abertamente a Israel de "tumor canceroso", que deve ser cortado. E o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, negou repetidamente que o Holocausto ocorreu.

Nazicenter.ir está hospedado em um servidor Web na Alemanha e administrado por dois indivíduos que também possuem o domínio da Internet "NaziClub.ir."

Eu já tive a graça de visitar Auschwitz. É aberto a visitação para quem não sabe. Abaixo vão duas fotos que eu mesmo tirei em Auschwitz. A primeira são as latas do gás venenoso que foi usado para matar milhões de pessoas. E a segunda são as malas daqueles que morreram neste campo de concentração nazista. 






Recomendo que todos visitem Auschwitz.  Para aprender uma história que jamais deve ser nem questionada, quanto mais repetida.

Os donos do sites nazistas são alemães. Certa vez vi um filme que o personagem dizia que os alemães já esqueceram que parte do país sofreu com o comunismo que acabou não faz nem 30 anos, imagina o Holocausto. Atenção alemães, melhorem suas escolas. Visitem a Polônia.



(Agradeço a indicação do texto do Daily Caller ao site Jihad Watch)