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Foi anunciado no Egito que Mohammed Mursi, representante da Irmandade Muçulmana, venceu as eleições presidenciais. Os partidos liberais reagiram falando sobre a atuação da Irmanadade durante todo este processo de eleição, acusando-a de se aliar aos militares em momentos que tinha interesse e depois jogar o povo na rua para subjugar os próprios militares e mesmo o país. Além disso, acusam Obama de apoiar a Irmandade Muçulmana. Vejam a reportagem do Ahram Online sobre isso.
Mursi já falou de abandonar o acordo de paz com Israel e já sinalizou fazer a lei Sharia islâmica dominar o país.
No discurso, Mursi já fala que Jerusalém deve ser a capital do Egito, gritando "Milhões de mártires marchem para Jerusalém".
Ele pode levar muita gente para as ruas, como mostra o vídeo, para defender qualquer ação que faça. O país está refém dos islâmicos.
Em suma, alguns podem dizer que hoje mostra a vitória da democracia depois de seis décadas de domínio dos militares. Pode até ser que a maioria do povo egipcío queira atacar Israel e que o país seja legislado pela Lei Sharia, mas isto é péssimo para o o próprio Egito e para o mundo.
Israel e o mundo devem se preparar. A primeira coisa é afastar Obama (pela via democrátoica, claro).
(Agradeço a reportagem do Ahram Online e o video do discurso de Mursi ao site Weasel Zippers)
São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus: “Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?" São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
domingo, 24 de junho de 2012
sábado, 23 de junho de 2012
Liverpool é Sinônimo de Morte (130 mil mortes)
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Eu tive a felicidade de conhecer Liverpool no Reino Unido, quando estive lá procurei os lugares frequentados pelos Beatles, como o Cavern Club, mas nesta semana, eu descobri que Liverpool, além de ser sinônimo de Beatles, é sinônimo de morte, milhares de mortes no Reino Unido.
O professor Patrick Pullicino (foto acima), consultor para questões de saúde, disse ao jornal inglês Daily Mail que os médicos do sistema de saúde do Reino Unido (NHS - National Health System) estão "acabando com a vida" (em português claro, matando) de forma prematura milhares de idosos hospitalizados, porque eles são difíceis de lidar ou para liberar leitos.
Ele afirma que os médicos estão fazendo uma "trajetória da morte" (death pathway) para idosos, como se fosse uma eutanásia.
No Reino Unido, quando os médicos acreditam que o paciente é irrecuperável, eles inicam o que se chama Trajetória de Cuidados Liverpool (LCP - Liverpool Care Pathway), que significa retirada de medicamentos ou outros procedimentos que provocam a morte do paciente em 33 horas, em média.
Existem cerca de 450.000 mortes a cada ano na Grã-Bretanha de pessoas que estão no hospital ou sob os cuidados do sistema de saúde. Cerca de 29 por cento - 130.000 - são de pacientes que estavam no Liverpool Care.
Professor Pullicino afirmou que, com muita freqüência pacientes idosos que poderiam viver mais são colocados no LCP e que isto tinha se tornado em um "caminho de morte assistida em vez de uma via de cuidados especiais".
Ele citou a pressão sobre leitos e dificuldade de enfermeiros e médicos para lidar com idosos, como incentivos para que os mortes provoquem as mortes.
Professor Pullicino revelou que ele pessoalmente interveio para tirar um paciente do LCP, e o paciente, saindo do LCP, teve um tratamento de sucesso.
Ele disse que a avaliação dos médicos de que o paciente tinha apenas dias ou horas de vida muitas vezes são claramente falsas.
Como exemplo, ele revelou que um idoso de 71 anos, pobre, italiano que mal falava inglês, com pneumonia e epilepsia foi colocado no LCP para ser morto em uma semana. Mas, por Deus, o paciente foi retirado do LCP, e depois de viver mais 14 meses, ele foi admitido em outro hospital e colocado novamente no LCP, quando morreu em cinco horas.
O professor diz que a falta de evidência para que se inicie o LCP torna o procedimento em uma morte assistida (eutanásia) ao invés de cuidados médicos. Pacientes são colocados no LCP sem uma avaliação adequada da sua situação.
O LCP foi desenvolvido no Reino Unido durante a década de 1990 e recomendado aos hospitais pelo sistema de saúde nacional em 2004.
Já faz tempo que o LCP sofre críticas de médicos.
Especialistas, incluindo Peter Millard, professor emérito de geriatria da Universidade de Londres, e Dr. Peter Hargreaves, consultor de assistência no centro de São Lucas câncer em Guildford, Surrey, advertiu de "eutanásia backdoor" e o risco que os fatores econômicos foram sendo trazidos para o tratamento de pacientes mais vulneráveis.
E no Brasil? Deixamos ou provocamos mortes de idosos nos hospitais? Certamente, sim, e pela situação do nosso sistema de saúde, não são apenas idosos que são levados a morte por maus procedimentos intencionalmente feitos.
O caso do Reino Unido é mais um exemplo, deixa-se a morte entrar (eutanásia) e ela sai dominando tudo, reduzindo o valor da vida humana, especialmente dos mais pobres.
(Agradeço a notícia do Daily mail ao site Pewsitter)
Eu tive a felicidade de conhecer Liverpool no Reino Unido, quando estive lá procurei os lugares frequentados pelos Beatles, como o Cavern Club, mas nesta semana, eu descobri que Liverpool, além de ser sinônimo de Beatles, é sinônimo de morte, milhares de mortes no Reino Unido.
O professor Patrick Pullicino (foto acima), consultor para questões de saúde, disse ao jornal inglês Daily Mail que os médicos do sistema de saúde do Reino Unido (NHS - National Health System) estão "acabando com a vida" (em português claro, matando) de forma prematura milhares de idosos hospitalizados, porque eles são difíceis de lidar ou para liberar leitos.
Ele afirma que os médicos estão fazendo uma "trajetória da morte" (death pathway) para idosos, como se fosse uma eutanásia.
No Reino Unido, quando os médicos acreditam que o paciente é irrecuperável, eles inicam o que se chama Trajetória de Cuidados Liverpool (LCP - Liverpool Care Pathway), que significa retirada de medicamentos ou outros procedimentos que provocam a morte do paciente em 33 horas, em média.
Existem cerca de 450.000 mortes a cada ano na Grã-Bretanha de pessoas que estão no hospital ou sob os cuidados do sistema de saúde. Cerca de 29 por cento - 130.000 - são de pacientes que estavam no Liverpool Care.
Professor Pullicino afirmou que, com muita freqüência pacientes idosos que poderiam viver mais são colocados no LCP e que isto tinha se tornado em um "caminho de morte assistida em vez de uma via de cuidados especiais".
Ele citou a pressão sobre leitos e dificuldade de enfermeiros e médicos para lidar com idosos, como incentivos para que os mortes provoquem as mortes.
Professor Pullicino revelou que ele pessoalmente interveio para tirar um paciente do LCP, e o paciente, saindo do LCP, teve um tratamento de sucesso.
Ele disse que a avaliação dos médicos de que o paciente tinha apenas dias ou horas de vida muitas vezes são claramente falsas.
Como exemplo, ele revelou que um idoso de 71 anos, pobre, italiano que mal falava inglês, com pneumonia e epilepsia foi colocado no LCP para ser morto em uma semana. Mas, por Deus, o paciente foi retirado do LCP, e depois de viver mais 14 meses, ele foi admitido em outro hospital e colocado novamente no LCP, quando morreu em cinco horas.
O professor diz que a falta de evidência para que se inicie o LCP torna o procedimento em uma morte assistida (eutanásia) ao invés de cuidados médicos. Pacientes são colocados no LCP sem uma avaliação adequada da sua situação.
O LCP foi desenvolvido no Reino Unido durante a década de 1990 e recomendado aos hospitais pelo sistema de saúde nacional em 2004.
Já faz tempo que o LCP sofre críticas de médicos.
Especialistas, incluindo Peter Millard, professor emérito de geriatria da Universidade de Londres, e Dr. Peter Hargreaves, consultor de assistência no centro de São Lucas câncer em Guildford, Surrey, advertiu de "eutanásia backdoor" e o risco que os fatores econômicos foram sendo trazidos para o tratamento de pacientes mais vulneráveis.
E no Brasil? Deixamos ou provocamos mortes de idosos nos hospitais? Certamente, sim, e pela situação do nosso sistema de saúde, não são apenas idosos que são levados a morte por maus procedimentos intencionalmente feitos.
O caso do Reino Unido é mais um exemplo, deixa-se a morte entrar (eutanásia) e ela sai dominando tudo, reduzindo o valor da vida humana, especialmente dos mais pobres.
(Agradeço a notícia do Daily mail ao site Pewsitter)
sexta-feira, 22 de junho de 2012
Quinze Dias Católicos contra Obama
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Na véspera do dia de São João Fisher e São Tomás More que foram mortos por um governo que quis dominar o catolicismo, a Igreja Católica nos Estados Unidos iniciou o Fortnight for Freedom (Quinze Dias pela Liberdade) contra a administração Obama que quer obrigar às instituições católicas dos país a prover remédios abortivos e métodos contraceptivos. 43 instituições católicas entraram com processo contra Obama pedindo que o governo respeite a liberdade religiosa no país.
Eu já falei aqui várias vezes dos católicos contra o Obama nos Estados Unidos, cliquem aqui , aqui ou aqui. No Brasil, no entanto, parece que a notícia da luta católica nos Estados Unidos não chegou. Se fosse a luta dos gays ou muçulmanos a notícia estaria na boca de todos os brasileiros.
Os quinze dias de luta serão preenchidos com oração, estudo, catequese e atos públicos. E terminarão no dia 4 de julho, dia da independência americana.
O cardeal Dolan, presidente da USCCB (a CNBB) dos Estados Unidos, lançou um livro recentemente sobre a liberdade religiosa (foto abaixo).
A Associação dos Católicos lançou o vídeo abaixo defendendo as instituições católicas e chamando todos os católicos para a luta contra o governo.
Farei minha oração neste quize dias para que os católicos americanos vençam esta luta que é importante não apenas para os católicos e não apenas para os americanos.
Como eu já disse antes: atenção CNBB, olhe para o que acontece nos Estados Unidos.
(Agradeço o vídeo da Catholic Association ao site American Catholic)
Na véspera do dia de São João Fisher e São Tomás More que foram mortos por um governo que quis dominar o catolicismo, a Igreja Católica nos Estados Unidos iniciou o Fortnight for Freedom (Quinze Dias pela Liberdade) contra a administração Obama que quer obrigar às instituições católicas dos país a prover remédios abortivos e métodos contraceptivos. 43 instituições católicas entraram com processo contra Obama pedindo que o governo respeite a liberdade religiosa no país.
Eu já falei aqui várias vezes dos católicos contra o Obama nos Estados Unidos, cliquem aqui , aqui ou aqui. No Brasil, no entanto, parece que a notícia da luta católica nos Estados Unidos não chegou. Se fosse a luta dos gays ou muçulmanos a notícia estaria na boca de todos os brasileiros.
Os quinze dias de luta serão preenchidos com oração, estudo, catequese e atos públicos. E terminarão no dia 4 de julho, dia da independência americana.
O cardeal Dolan, presidente da USCCB (a CNBB) dos Estados Unidos, lançou um livro recentemente sobre a liberdade religiosa (foto abaixo).
A Associação dos Católicos lançou o vídeo abaixo defendendo as instituições católicas e chamando todos os católicos para a luta contra o governo.
Farei minha oração neste quize dias para que os católicos americanos vençam esta luta que é importante não apenas para os católicos e não apenas para os americanos.
Como eu já disse antes: atenção CNBB, olhe para o que acontece nos Estados Unidos.
(Agradeço o vídeo da Catholic Association ao site American Catholic)
quinta-feira, 21 de junho de 2012
O Mercado é de Direita ou de Esquerda?
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A tabela acima mostra as últimas pesquisas para a eleição americana de diversos institutos de pesquisa. A fonte é o site Real Clear Politics, recomendo que todos os jornais brasileiros usem este site, para evitar mostrar o viés de cada pesquisa e não conseguir realmente falar como estar a situação. Hoje, a Veja, por exemplo, fala da pesquisa da Bloomberg, dizendo que Obama está 13 pontos na frente de Romney, acho que isto tem boa chance de estar errado com base nas outras pesquisas.
Vejam acima que a Bloomberg, um agente do mercado financeiro, está totalmente distante das outras pesquisas, mesmo daquelas que são recorrentemente pró-Obama como CNN e Associated Press. Enquanto a Bloomberg dá 13 pontos a mais para Obama, as outras estão entre -2 a +3.
Nos Estados Unidos, a Bloomberg é reconhecidamente pró-Obama, apesar de ser um membro do mercado. Por exemplo, sempre que sai uma dado ruim da economia, a Bloomberg costuma inserir a palavra "inesperado" no texto, como "taxa de desemprego sobe de forma inesperada", como a dizer, que o mercado está gostando das políticas econômicas do Obama.
Além disso, vejam outra pesquisa abaixo. Desta vez sobre a popularidade do governo Obama.
A Bloomberg diz que Obama teve 9 pontos a mais de aprovação, enquanto as outras pesquisas estão em -5 e +4.
Muita gente acha que o mercado é de direita. Ilusão completa, os agentes do mercado gostam é de estar perto do governo, recebendo dinheiro público. Se considerarmos que ser de direita é defender o livre mercado, que o governo deixe as empresas incompetentes falirem, o mercado é de esquerda, está sempre pedindo dinheiro público e metido na corrupção governamental. Acho que se pode dizer que, na verdade, para a desgraça do mundo, que o mercado não tem ideologia, o negócio é ganhar dinheiro (sujo ou não), não importa qual seja a ideologia do governo.
Outra recomendação que dou é que olhem as letrinhas A, LV e RV que estão na coluna da amostra (sample), elas significam Adultos, Prováveis Eleitores e Eleitores Regulares. Pesquisa em adultos são mais frágeis que as outras duas. A melhor é a que usa eleitores regulares. E obviamente, quanto mais gente pesquisada melhor.
A pesquisa da Bloomberg sobre Obama vs. Romney tem pouca gente e a pesquisa da Bloomberg sobre poupularidade de Obama é entre adultos.
A tabela acima mostra as últimas pesquisas para a eleição americana de diversos institutos de pesquisa. A fonte é o site Real Clear Politics, recomendo que todos os jornais brasileiros usem este site, para evitar mostrar o viés de cada pesquisa e não conseguir realmente falar como estar a situação. Hoje, a Veja, por exemplo, fala da pesquisa da Bloomberg, dizendo que Obama está 13 pontos na frente de Romney, acho que isto tem boa chance de estar errado com base nas outras pesquisas.
Vejam acima que a Bloomberg, um agente do mercado financeiro, está totalmente distante das outras pesquisas, mesmo daquelas que são recorrentemente pró-Obama como CNN e Associated Press. Enquanto a Bloomberg dá 13 pontos a mais para Obama, as outras estão entre -2 a +3.
Nos Estados Unidos, a Bloomberg é reconhecidamente pró-Obama, apesar de ser um membro do mercado. Por exemplo, sempre que sai uma dado ruim da economia, a Bloomberg costuma inserir a palavra "inesperado" no texto, como "taxa de desemprego sobe de forma inesperada", como a dizer, que o mercado está gostando das políticas econômicas do Obama.
Além disso, vejam outra pesquisa abaixo. Desta vez sobre a popularidade do governo Obama.
A Bloomberg diz que Obama teve 9 pontos a mais de aprovação, enquanto as outras pesquisas estão em -5 e +4.
Muita gente acha que o mercado é de direita. Ilusão completa, os agentes do mercado gostam é de estar perto do governo, recebendo dinheiro público. Se considerarmos que ser de direita é defender o livre mercado, que o governo deixe as empresas incompetentes falirem, o mercado é de esquerda, está sempre pedindo dinheiro público e metido na corrupção governamental. Acho que se pode dizer que, na verdade, para a desgraça do mundo, que o mercado não tem ideologia, o negócio é ganhar dinheiro (sujo ou não), não importa qual seja a ideologia do governo.
Outra recomendação que dou é que olhem as letrinhas A, LV e RV que estão na coluna da amostra (sample), elas significam Adultos, Prováveis Eleitores e Eleitores Regulares. Pesquisa em adultos são mais frágeis que as outras duas. A melhor é a que usa eleitores regulares. E obviamente, quanto mais gente pesquisada melhor.
A pesquisa da Bloomberg sobre Obama vs. Romney tem pouca gente e a pesquisa da Bloomberg sobre poupularidade de Obama é entre adultos.
quarta-feira, 20 de junho de 2012
Quem é Barack Obama?
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Durante as eleições de 2008, a imprensa (e o mundo) excitadíssima com a eleição de um negro (de esquerda) para a presidência americana, não pesquisou ou escondeu fatos da vida de Obama que poderiam comprometer a eleição dele. As poucas vozes que se levantaram foram acusadas de extremistas, de mentirosos ou de fazerem teorias conspiratórias.
Agora, livros que dissecam a vida do Obama baseados na autobiografia que Obama (supostamente) escreveu abundam.
Ontem, um dos autores deste tipo de livro, David Maraniss, que é considerado de esquerda e defensor de Obama disse na CNN que o livro de Obama contém pelo menos 38 mentiras. Dentre elas, Obama inventou uma namorada que tinha preconceito racista e disse que não entrou no time de basquete porque o treinador não queria negros (na verdade, Obama era um jogador ruim). No caso da namorada inventada, o próprio Obama teve de reconhecer que inventou a namorada, porque a namorada real que ele teve negou o que diz a autobiografia..
O The Telegraph, foi um dos jornais que falou sobre o livro. O jornal destaca que a história de que o avô queniano do Obama que ele conta que foi preso pelas forças colonialistas inglesas na verdade nunca foi preso.
E alguns sites ainda mostram fotos picantes da mãe do Obama e mostram que a história que ele conta que o pai dele e a mãe se separaram quando o pai foi estudar em Harvard é mentira, na verdade o relacionamento da mãe com o pai foi muito casual e eles se separarm logo em seguida ao nascimento do filho.
Disso tudo, eu gostei de uma compilação de 20 fatos que revelam o narcisismo (paixão por si mesmo) e solipsismo (concepçção de que só nós existimos e só o que importa são nossas experiências) do Obama. São fatos que revelam que Obama é totalmente auto-centrado, em poucas palavras, ele "se acha" totalmente.
Dentre os 20 fatos destaco:
- as próprias autobiografias (ele, supostamente, escreveu duas) escritas quando ele tinha apenas 35 anos.
- presentear a Rainha Elizabeth com um ipod contendo fotos e discursos dele mesmo.
- a declaração que os soldados em guerra estavam lutando por ele.
- a declaração de que pecar é estar contra os valores dele mesmo.
- anunciar a morte de Osama bin Laden como um ato dele, esquecendo o que fizerma os ex-presidentes e os próprios soldados que estiveram na linha de fogo.
Vejam os outros fatos, chegam a ser engraçados de tão ridículos. Nós brasileiros, costumamos achar que o Lula se idolatra, é porque não conhecemos a idolatria do Obama por ele mesmo. O pior é que nos dois casos, Lula e Obama, não faltam puxa-sacos que confirmem a idolatria.
(Agradeço a indicação do livro com 38 mentiras e das fotos picantes da mãe ao blog Creative Minority Report)
Durante as eleições de 2008, a imprensa (e o mundo) excitadíssima com a eleição de um negro (de esquerda) para a presidência americana, não pesquisou ou escondeu fatos da vida de Obama que poderiam comprometer a eleição dele. As poucas vozes que se levantaram foram acusadas de extremistas, de mentirosos ou de fazerem teorias conspiratórias.
Agora, livros que dissecam a vida do Obama baseados na autobiografia que Obama (supostamente) escreveu abundam.
Ontem, um dos autores deste tipo de livro, David Maraniss, que é considerado de esquerda e defensor de Obama disse na CNN que o livro de Obama contém pelo menos 38 mentiras. Dentre elas, Obama inventou uma namorada que tinha preconceito racista e disse que não entrou no time de basquete porque o treinador não queria negros (na verdade, Obama era um jogador ruim). No caso da namorada inventada, o próprio Obama teve de reconhecer que inventou a namorada, porque a namorada real que ele teve negou o que diz a autobiografia..
O The Telegraph, foi um dos jornais que falou sobre o livro. O jornal destaca que a história de que o avô queniano do Obama que ele conta que foi preso pelas forças colonialistas inglesas na verdade nunca foi preso.
E alguns sites ainda mostram fotos picantes da mãe do Obama e mostram que a história que ele conta que o pai dele e a mãe se separaram quando o pai foi estudar em Harvard é mentira, na verdade o relacionamento da mãe com o pai foi muito casual e eles se separarm logo em seguida ao nascimento do filho.
Disso tudo, eu gostei de uma compilação de 20 fatos que revelam o narcisismo (paixão por si mesmo) e solipsismo (concepçção de que só nós existimos e só o que importa são nossas experiências) do Obama. São fatos que revelam que Obama é totalmente auto-centrado, em poucas palavras, ele "se acha" totalmente.
Dentre os 20 fatos destaco:
- as próprias autobiografias (ele, supostamente, escreveu duas) escritas quando ele tinha apenas 35 anos.
- presentear a Rainha Elizabeth com um ipod contendo fotos e discursos dele mesmo.
- a declaração que os soldados em guerra estavam lutando por ele.
- a declaração de que pecar é estar contra os valores dele mesmo.
- anunciar a morte de Osama bin Laden como um ato dele, esquecendo o que fizerma os ex-presidentes e os próprios soldados que estiveram na linha de fogo.
Vejam os outros fatos, chegam a ser engraçados de tão ridículos. Nós brasileiros, costumamos achar que o Lula se idolatra, é porque não conhecemos a idolatria do Obama por ele mesmo. O pior é que nos dois casos, Lula e Obama, não faltam puxa-sacos que confirmem a idolatria.
(Agradeço a indicação do livro com 38 mentiras e das fotos picantes da mãe ao blog Creative Minority Report)
terça-feira, 19 de junho de 2012
O Que está à venda e não deveria estar?
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O que o dinheiro não deveria comprar? O filósofo de Harvard, Michael Sandel, escreveu um novo livro no qual descreve o avanço do pensamento ecnômico na sociedade mundial, após a segunda guerra mundial, e como isto é prejuducial para o ser humano. O livro se chama What Money Can't Buy (O Que o Dinheiro Não Pode Comprar).
O argumento do livro é bem interessante, ele coloca distinção entre economia de mercado e sociedade de mercado.
Ele falou do tema do livro na revista The Atlantic, vou traduzir aqui algumas partes do texto de Michael Sandel (em azul).
O Que Não Está à Venda?
Concordo plenamente com Sandel, que o raciocínio de mercado avançou sobre os bens morais, que não deveriam ter preço, concordo também que a sociedade deveria debater sobre os limites morais do mercado. Mas acho que certamente o debate teria que ter por base o direito natural, o que é intrinsecamente um direito? Quem nos dá este direito? A minha resposta e a resposta da Constituição dos Estados Unidos é que é Deus que nos dá este direito. Daí teríamos que definir que Deus é esse? Teria que ser o Deus cristão, caso contrário, não teríamos o direito natural.
Além disso, acho que algumas questões não enfrentariam tanta resistência, como o uso de forças privadas nos exércitos, mas em outras o debate já está aí e tem enfrentado forte resistência, com o uso de vidas humanas como valor de mercado. Enquanto a sociedade não decidir que o valor da vida está acima de todos e do mercado, vamos continuar criando Chinas de aborto e colocando preço na vida.
(Agradeço a indicação do texto no The Atlantic ao blog The Economy Project)
O que o dinheiro não deveria comprar? O filósofo de Harvard, Michael Sandel, escreveu um novo livro no qual descreve o avanço do pensamento ecnômico na sociedade mundial, após a segunda guerra mundial, e como isto é prejuducial para o ser humano. O livro se chama What Money Can't Buy (O Que o Dinheiro Não Pode Comprar).
O argumento do livro é bem interessante, ele coloca distinção entre economia de mercado e sociedade de mercado.
Ele falou do tema do livro na revista The Atlantic, vou traduzir aqui algumas partes do texto de Michael Sandel (em azul).
O Que Não Está à Venda?
Há algumas coisas que o dinheiro não pode comprar, mas atualmente não são muitos. Quase tudo está à venda. Por exemplo:
• Por US$ 90 por noite. Em
Santa Ana, Califórnia, e algumas outras cidades, infratores
não-violentos podem pagar por uma cela limpa, tranquila, sem prisioneiros
não-pagantes para perturbá-los.
• Os serviços de uma mãe índia substituta: US$ 8.000. Casais
ocidentais que procuram substitutos cada vez mais terceirizam o
trabalho para a Índia, e o preço é inferior a um terço a taxa nos
Estados Unidos.
• O direito de imigrar para os Estados Unidos: US$ 500.000. Os
estrangeiros que investem US $ 500.000 e criam pelo menos 10 empregos
em uma área de elevado desemprego são elegíveis para um green card, que
lhes dá direito a residência permanente.
Nem todos podem dar ao luxo de comprar essas coisas. Mas hoje há muitas novas maneiras de fazer dinheiro. Se você precisa de ganhar algum dinheiro extra, aqui estão algumas novas possibilidades:
• Servir como cobaia humana em um julgamento de drogas de segurança para uma empresa farmacêutica: US $ 7.500. O
pagamento pode ser maior ou menor, dependendo do procedimento utilizado para testar o efeito da droga e do desconforto
envolvido.
• Luta na Somália ou no Afeganistão para uma empresa privada militar: até US $ 1.000 por dia. A remuneração varia de acordo com as qualificações, experiência e nacionalidade.
•
Fique na fila durante a noite no Capitólio para manter um lugar para um
lobista que quer participar de uma audiência no Congresso: US$ 15 - $
20 por hora. Lobistas pagam antigas empresas, que contratam pessoas sem-abrigo e outras pessoas a fazer fila.• Ler um livro: US$ 2. Para incentivar a leitura, as escolas pagam crianças para cada livro que lêem.
Vivemos em uma época em que quase tudo pode ser comprado e vendido. Ao longo das últimas três décadas, os mercados e valores de mercado, governam nossas vidas como nunca antes. Nós não chegamos a esta condição por meio de qualquer escolha deliberada. É quase como se ele veio em cima de nós.
Como a Guerra Fria acabou, os mercados e pensamento do mercado gozava de prestígio incomparável, e de forma compreensível. Nenhum
outro mecanismo para organizar a produção e distribuição de bens tinha
provado tão bem sucedido em gerar riqueza e prosperidade. E
mesmo com o número crescente de países ao redor do mundo adotando
mecanismos de mercado na operação de suas economias, algo mais estava
acontecendo. Os valores de mercado estavam vindo a desempenhar um papel cada vez maior na vida social. A Economia foi tornando-se um domínio imperial. Hoje, a lógica da compra e venda não se aplica a bens materiais. É cada vez mais governa toda a vida.
Os
anos que antecederam a crise financeira de 2008 foi uma época
inebriante de fé e de desregulamentação do mercado, uma era de
triunfalismo do mercado. A
era começou no início de 1980, quando Ronald Reagan e Margaret Thatcher
proclamaram sua convicção de que os mercados, não governamentais, tinha a
chave para a prosperidade e a liberdade. E
continuou na década de 1990 com o liberalismo de mercado-friendly de
Bill Clinton e Tony Blair, que moderou, mas consolidou a fé que os
mercados são o principal meio para atingir o bem público.
Hoje, esta fé está em questão. A crise financeira trouxe mais do que dúvidas sobre a capacidade dos mercados para alocar riscos de forma eficiente. Ela
também trouxe um sentimento generalizado de que os mercados
desprenderam-se da moral, e que precisamos de alguma forma, restabelecer a
dois. Mas não é óbvio o que isto significa, ou como devemos fazê-lo.
Alguns dizem que a falha moral no coração de triunfalismo mercado foi a ganância, que levou à tomada de riscos irresponsáveis. A
solução, de acordo com esta visão, é conter a ganância, insistem
em maior integridade e responsabilidade entre os banqueiros e executivos
de Wall Street, e aprovar regulamentos para evitar que uma crise
semelhante volte a acontecer.
Esta é, na melhor das hipóteses, um diagnóstico parcial. Embora seja certamente verdade que a ganância desempenhou um papel na crise financeira, algo maior está em jogo. A mudança mais fatídica que se desdobrou durante as últimas três décadas não foi um aumento na ganância. Foi o alcance dos mercados, e dos valores de mercado, em esferas de vida tradicionalmente regidos por normas não-mercado. Para
lidar com esta condição, precisamos fazer mais do que investir contra a
ganância, precisamos ter um debate público sobre onde os mercados
pertencem e onde não.
Considere,
por exemplo, a proliferação de escolas com fins lucrativos, hospitais e
prisões, e terceirização de guerra para empreiteiros militares
privados. (No
Iraque e no Afeganistão, empreiteiros privados realmente superaram as
tropas militares dos EUA.) Considere o eclipse das forças policiais
públicas por empresas de segurança privada, especialmente nos EUA e o
Reino Unido, onde o número de seguranças particulares é quase o dobro do
número de policiais públicos oficiais.
Ou
considere o marketing das empresas farmacêuticas agressivas de
medicamentos diretamente aos consumidores, uma prática agora prevalente
em os EUA, mas proibido na maioria dos outros países. (Se
você já viu os comerciais de televisão no noticiário da noite, você
poderia ser perdoado por pensar que a maior crise de saúde no mundo não é
a malária ou a doença rio cegueira ou dormindo, mas uma epidemia de
disfunção erétil.
Considere
também o alcance de publicidade comercial em escolas públicas, de
ônibus para corredores de cafeterias, a venda de "naming rights" para
parques e espaços cívicos; as fronteiras borradas, dentro do jornalismo,
entre notícias e publicidade, provavelmente para confundir ainda mais,
como jornais e revistas
lutam para sobreviver, a comercialização de "designer" óvulos e
espermatozóides para reprodução assistida; a compra e venda, por
empresas e países, do direito de poluir, um sistema de financiamento de
campanha em que os EUA se aproxima de permitir a compra e venda de eleições.
Esses
usos de mercados para alocar saúde, educação, segurança pública,
segurança nacional, justiça criminal, proteção ambiental, de recreação, a
procriação, e outros bens sociais eram em sua maior parte inédito há 30
anos. Hoje, são concedidos aos mercado.
Por que se preocupar que estamos nos movendo em direção a uma sociedade em que tudo está à venda?
Por duas razões. Uma delas é sobre a desigualdade, a outra sobre a corrupção. Primeiro, considere a desigualdade. Em uma sociedade onde tudo está à venda, a vida é mais difícil para aqueles de meios modestos. Quanto mais dinheiro pode comprar, os mais ricos têm mais vantagens. Se
a única vantagem de riqueza for a capacidade de comprar carros, iates,
esportes, e as férias extravagantes, as desigualdades de renda e da
riqueza importam menos do que hoje. Mas como o dinheiro vem para comprar mais e mais, a distribuição de renda e riqueza aparece maior.
A segunda razão que se deve hesitar em colocar tudo à venda é mais difícil de descrever. Não se trata de desigualdade e justiça, mas sobre a tendência dos mercados corrosivo. Atribuir um preço sobre as coisas boas da vida pode corrompê-los. Isso
porque os mercados não só alocação de bens, eles exprimem e promovem
certas atitudes em relação as mercadorias que estão sendo trocadas. Pagar
as crianças a ler livros pode levá-los a ler mais, mas também pode
ensiná-los a considerar a leitura como uma tarefa, em vez de uma fonte
de satisfação intrínseca. A
contratação de mercenários estrangeiros para lutar nossas guerras
poderia poupar as vidas de nossos cidadãos, mas também pode corromper o
significado da cidadania.
Os economistas muitas vezes assumem que os mercados são inertes, que não afetam as mercadorias trocadas. Mas isto é falso. Mercados deixam a sua marca. Às vezes, os valores de mercado substituem o que não teria preço.
Quando
decidimos que certos produtos podem ser comprados e vendidos,
decidimos, pelo menos implicitamente, que é adequado tratá-los como
mercadorias, como instrumentos de lucro e utilização. Mas nem todos os produtos são devidamente valorizados desta maneira. O exemplo mais óbvio é o ser humano. A escravidão era terrível, porque os seres humanos eram tratados como uma mercadoria a ser comprada e vendida em leilão. Esse
tratamento não valorizam os seres humanos como pessoas, dignas de
dignidade e respeito, mas vê-los como instrumentos de ganho e objetos de
uso.
Algo semelhante pode ser dito de outros bens caros e práticas. Nós
não permitimos que as crianças sejam compradas ou vendidas, não importa
quão difícil o processo de adoção pode ser ou como disposto impacientes
futuros pais podem ser. Mesmo
que os potenciais compradores seria tratar a criança de forma
responsável, nós preocupamo-nos que um mercado em crianças que exprimem e
promovem a maneira errada de valorizá-los. As crianças são devidamente consideradas não como bens de consumo, mas como seres dignos de amor e cuidado. Ou considere os direitos e obrigações de cidadania. Se você é chamado para o serviço do júri, você não pode contratar um substituto para tomar seu lugar. Também não podemos permitir que os cidadãos a vender seus votos, embora outros possam estar ansioso para comprá-los. Por que não? Porque acreditamos que os direitos cívicos não são propriedade privada, mas responsabilidades públicas. Para terceirizar-los é rebaixar-los, valorizá-los no caminho errado.
Estes exemplos ilustram um amplo ponto: algumas das coisas boas da vida são degradadas se transformados em commodities. Então,
para decidir onde o mercado pertence, e onde ele deve ser mantido à
distância, temos de decidir como valorizar os bens em questão de saúde,
educação, vida familiar, natureza, arte, direitos cívicos, e assim por
diante. Estas são questões morais e políticas, não apenas econômicas. Para resolvê-los, temos que debater o significado moral desses bens, e a maneira correta de valorizá-los.
A
diferença é esta: Uma economia de mercado é uma ferramenta, uma
ferramenta valiosa e eficaz para organizar a atividade produtiva. A sociedade de mercado é uma forma de vida em que valores de mercado infiltram em todos os aspectos da atividade humana. É um lugar onde as relações sociais são feitas sobre a imagem do mercado.
O grande debate em falta na política contemporânea é sobre o papel e o alcance dos mercados. Queremos uma economia de mercado, ou uma sociedade de mercado? Que papel devem desempenhar os mercados na vida pública e as relações pessoais? Como podemos decidir quais bens devem ser comprados e vendidos, e que deve ser regido por valores não mercantis? Onde o dinheiro não deve correr?
Na
esperança de evitar conflitos sectários, muitos vezes insistem que os
cidadãos deixem suas convicções morais e espirituais para trás
quando discutem política. Mas a relutância em admitir os argumentos sobre a boa vida na política teve uma consequência imprevista. Ele ajudou a preparar o caminho para o triunfalismo do mercado, e para o uso contínuo de raciocínio de mercado.
À sua maneira, o raciocínio de mercado esvazia a vida pública do argumento moral. Parte do apelo dos mercados é que eles não julguem as preferências que eles satisfazem. Eles não se perguntam se algumas formas de bens de valorização são maiores, ou mais dignas, do que outras. Se
alguém está disposto a pagar por sexo, ou um rim, e um adulto
consentindo está disposto a vender, a única pergunta que o economista
pergunta é "Quanto?" Mercados não discriminam entre as preferências dignas e indignas. Cada uma das partes a um acordo pode decidir por si próprio qual o valor para colocar nas coisas que estão sendo trocadas.
Esta postura imparcial em relação aos valores está no cerne do raciocínio de mercado, e explica muito do seu apelo. Mas
a nossa relutância em se envolver no argumento moral e espiritual,
juntamente com o nosso abraço de mercados, exigiu um alto preço: ela
drenou discurso público de energia moral e cívica, e contribuíram para
que os tecnocratas da política dominem a sociedade.
Um
debate sobre os limites morais dos mercados pode nos fazer decidir onde os mercados pertecem ao bem público e onde não
pertencem. Pensando
em local apropriado dos mercados exige que raciocinar juntos, em
público, sobre a maneira correta de valor dos bens sociais.
Concordo plenamente com Sandel, que o raciocínio de mercado avançou sobre os bens morais, que não deveriam ter preço, concordo também que a sociedade deveria debater sobre os limites morais do mercado. Mas acho que certamente o debate teria que ter por base o direito natural, o que é intrinsecamente um direito? Quem nos dá este direito? A minha resposta e a resposta da Constituição dos Estados Unidos é que é Deus que nos dá este direito. Daí teríamos que definir que Deus é esse? Teria que ser o Deus cristão, caso contrário, não teríamos o direito natural.
Além disso, acho que algumas questões não enfrentariam tanta resistência, como o uso de forças privadas nos exércitos, mas em outras o debate já está aí e tem enfrentado forte resistência, com o uso de vidas humanas como valor de mercado. Enquanto a sociedade não decidir que o valor da vida está acima de todos e do mercado, vamos continuar criando Chinas de aborto e colocando preço na vida.
(Agradeço a indicação do texto no The Atlantic ao blog The Economy Project)
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Quem são os Loucos?
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As duas notícias revelam grandes idiotices, mas vamos primeio para a que é relativamente mais séria, depois para a mais idiota.
A agência France Press disse que um doente mental foi preso no Paquistão por ter queimado partes do Alcorão. A população da cidade em que ocorreu o incidente pede a morte do homem e as manifestações se tornaram violentas. A polícia teve de usar gás lacrimogêneo e mesmo atirar em defesa própria.Uma pessoa morreu e 19 ficaram feridas, incluindo 8 policiais. Todos com ferimentos de bala.
Quer dizer: um louco tem de ter muito cuidado em suas loucuras, deve controlá-la, pode até matar cristãos e até muçulmanos, mas blasfemar contra o Islã, não.
Agora, a notícia que revela uma idiotice ainda maior:
Um grupo islâmico radical salafista declarou que a população não deve comer tomates, pois o tomate "quando cortado mostra uma cruz e que Alá seria três". Isto é, o tomate defenderia a trindade cristã Pai, Filho e Espírito Santo, que para os muçulmanos é paganismo. Segundo o grupo, uma pertecente do grupo teve uma visão de Maomé chorando, alertando o país para não comer tomates, pois os tomates s]ao cristãos.
Parece que diante da reação das pessoas, o grupo falou que na verdade não é que não se deve comer tomate, mas não se deve cortá-lo da maneira que aparece a Cruz.
Como eu costumo dizer: Ah, a Cruz, símbolo de fraqueza no Império Romano, e, depois de Cristo, simbolo de grande poder.
Eu adoro tomates mesmo, agora vou ver se corto da forma que apareça a Cruz.
(Agradeço as notícia do tomate ao Weasel Zippers e a da France Press ao site Jihad Watch)
As duas notícias revelam grandes idiotices, mas vamos primeio para a que é relativamente mais séria, depois para a mais idiota.
A agência France Press disse que um doente mental foi preso no Paquistão por ter queimado partes do Alcorão. A população da cidade em que ocorreu o incidente pede a morte do homem e as manifestações se tornaram violentas. A polícia teve de usar gás lacrimogêneo e mesmo atirar em defesa própria.Uma pessoa morreu e 19 ficaram feridas, incluindo 8 policiais. Todos com ferimentos de bala.
Quer dizer: um louco tem de ter muito cuidado em suas loucuras, deve controlá-la, pode até matar cristãos e até muçulmanos, mas blasfemar contra o Islã, não.
Agora, a notícia que revela uma idiotice ainda maior:
Um grupo islâmico radical salafista declarou que a população não deve comer tomates, pois o tomate "quando cortado mostra uma cruz e que Alá seria três". Isto é, o tomate defenderia a trindade cristã Pai, Filho e Espírito Santo, que para os muçulmanos é paganismo. Segundo o grupo, uma pertecente do grupo teve uma visão de Maomé chorando, alertando o país para não comer tomates, pois os tomates s]ao cristãos.
Parece que diante da reação das pessoas, o grupo falou que na verdade não é que não se deve comer tomate, mas não se deve cortá-lo da maneira que aparece a Cruz.
Como eu costumo dizer: Ah, a Cruz, símbolo de fraqueza no Império Romano, e, depois de Cristo, simbolo de grande poder.
Eu adoro tomates mesmo, agora vou ver se corto da forma que apareça a Cruz.
(Agradeço as notícia do tomate ao Weasel Zippers e a da France Press ao site Jihad Watch)
domingo, 17 de junho de 2012
Brad Pitt quer ser Prefeito. E a Plataforma é...
-
É verdade, Brad Pitt quer ser prefeito de Nova Orleans. Já tem até camisa (foto camisa). Ele deu uma entrevista para uma mulher quase histérica e pulando no colo dele e disse qual seria a plataforma do prefeito Brad Pitt: Casamento Gay, Não Religião e Legalização da Maconha. Vejam vídeo da entrevista clicando aqui.
Ele não clarificou o que seria o lema "Não Religião". Seria eliminação de toda forma de religião?
Lembrei da estupidez da música de John Lennon: "Imagine...no religion".
Religião é uma força intrínseca do ser humano, um vontade natural de conhcer a Deus, um ser que tem leis superiores às leis humanas. Até os ateus, como Pitt, têm religião, o ateísmo é uma religião radical, com crenças que no fundo eliminam o que significa ser um ser humano.
A religião é também o grande empecilho para a plaforma dele, pois o cristianismo defende a família e se opõe ao casamento gay. Ele só quer eliminar um inimigo. O maior inimigo dos tiranos: Deus.
Sobre a liberalização da maconha, esta idiotice já tem defensores como Fernando Henrique Cardoso. Como seria um mundo de maconheiros? "Sei lá, entende".
A plataforma de Brad Pitt revela o pensamento dos atores de Hollywood, o mundo para eles seria bem melhor com drogas, famílias gays e sem nenhuma religião. Eu vejo o inferno nesta plaforma.
Brad Pitt acha que não tem chance de ser eleito. Eu também acho, nos Estados Unidos não. Os americanos conhecem a estupidez que vem de Hollywood e entendem mais o valor da religião. Mas na Europa e na América Latina, as chances de Pitt são bem maiores, apesar do nosso catolicismo. Nós não sabemos defender nossa religião.
(Agradeço o vídeo ao site American Catholic)
É verdade, Brad Pitt quer ser prefeito de Nova Orleans. Já tem até camisa (foto camisa). Ele deu uma entrevista para uma mulher quase histérica e pulando no colo dele e disse qual seria a plataforma do prefeito Brad Pitt: Casamento Gay, Não Religião e Legalização da Maconha. Vejam vídeo da entrevista clicando aqui.
Ele não clarificou o que seria o lema "Não Religião". Seria eliminação de toda forma de religião?
Lembrei da estupidez da música de John Lennon: "Imagine...no religion".
Religião é uma força intrínseca do ser humano, um vontade natural de conhcer a Deus, um ser que tem leis superiores às leis humanas. Até os ateus, como Pitt, têm religião, o ateísmo é uma religião radical, com crenças que no fundo eliminam o que significa ser um ser humano.
A religião é também o grande empecilho para a plaforma dele, pois o cristianismo defende a família e se opõe ao casamento gay. Ele só quer eliminar um inimigo. O maior inimigo dos tiranos: Deus.
Sobre a liberalização da maconha, esta idiotice já tem defensores como Fernando Henrique Cardoso. Como seria um mundo de maconheiros? "Sei lá, entende".
A plataforma de Brad Pitt revela o pensamento dos atores de Hollywood, o mundo para eles seria bem melhor com drogas, famílias gays e sem nenhuma religião. Eu vejo o inferno nesta plaforma.
Brad Pitt acha que não tem chance de ser eleito. Eu também acho, nos Estados Unidos não. Os americanos conhecem a estupidez que vem de Hollywood e entendem mais o valor da religião. Mas na Europa e na América Latina, as chances de Pitt são bem maiores, apesar do nosso catolicismo. Nós não sabemos defender nossa religião.
(Agradeço o vídeo ao site American Catholic)
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