quarta-feira, 18 de março de 2026

Denúncia: Leão XIV Ajoelha em Ritual Pachamama em 1995




O site Life Site News faz denúncia agora em que identificou o atual Papa Leão XIV a participar de ritual Pachamama em 1995. Isso mesmo! Bem antes de isso chegar ao Vaticano pelo Papa Francisco.

Traduzo abaixo o que diz o site:

DESCOBERTO: Foto de 1995 mostra o Papa Leão XIV participando de ritual da Pachamama

Em uma revelação bombástica que terá destaque em seu próximo livro sobre o novo pontífice, o co-apresentador do programa Fé e Razão, Padre Charles Murr, confirmou que o Papa Leão XIV — então Padre Robert Francis Prevost, O.S.A. — participou ativamente de um ritual agrícola pagão da Pachamama, a “Mãe Terra”, durante um simpósio teológico agostiniano oficial.

A história foi trazida à tona pelo Padre Murr, que passou meses compilando meticulosamente documentos para seu próximo livro sobre Leão XIV. Três padres agostinianos confirmaram, de forma independente, ao Padre Murr que Robert Prevost é claramente visível entre os participantes ajoelhados na fotografia central. Embora nenhum dos três estivesse presente no ritual de 1995, eles reconheceram imediata e inequivocamente seu confrade na imagem publicada.

A imagem acima aparece nos anais oficiais do IV Simposio-Taller “Lectura de San Agustín desde América Latina” (São Paulo, 23 a 28 de janeiro de 1995), publicado como o livro Ecoteología: Una Perspectiva desde San Agustín (México, 1996).  A legenda oficial abaixo da foto dos participantes ajoelhados diz:

 Celebração do Rito da pachamama (madre tierra), que é um rito agrícola oferecido às culturas do Sul-Andino no Peru e na Bolívia.

O mesmo volume inclui uma grande fotografia de grupo com a legenda explícita “Foto de todos los participantes del Simposio São Paulo Brasil”, colocando o futuro Papa diretamente entre os participantes de um evento que celebrava abertamente o ritual da Pachamama como parte de seu programa de “ecoteologia”. 

O Padre Murr disse à revista Faith & Reason: “O homem que agora é Leão XIV foi documentado ajoelhado em um ritual pagão da deusa da terra em uma reunião oficial de sua própria ordem religiosa. As implicações para a direção da Igreja sob este pontificado são profundas.”

Pe.  Murr obteve digitalizações de alta resolução dos autos (incluindo a nítida fotografia da Pachamama ajoelhada) da Biblioteca Central Salesiana em Buenos Aires, Argentina (número de chamada carimbado 276.04 ACU :504 / 30.161, Biblioteca Central Salesiana, nº 30161).

Outra imagem do livro mostra que, além da cerimônia da Pachamama, os participantes celebraram uma missa, e Prevost (Leo) pode ser visto de pé e de mãos dadas com outros participantes no mesmo local onde o ritual da Pachamama ocorreu. 

Outra foto do evento, mostrando todos os participantes do simpósio, também confirma a presença de Prevost. 

No episódio de Fé e Razão de hoje, o Padre Murr observou como isso viola o Primeiro Mandamento e como os mártires da Igreja deram suas vidas em vez de participar, mesmo que minimamente, de cerimônias a falsos deuses.


Guerra do Irã, Trump já Venceu. O Que Há, Então?

 

Militarmente, Trump já venceu a guerra contra o Irã. Não há qualquer possibilidade do Irã,  isoladamente,  reverter isso.  Toda a capacidade militar do país já era. Sobra apenas prejudicar o preço do petróleo e o caso da China ou Rússia resolver entrar para defender ou ocupar o Irã.

Mas o que há? Por que tem gente que diz que os Estados Unidos estão perdendo?

O vídeo acima, do historiador Victor Davis Hanson , responde bem a isso.  Mas eu tendo apenas a a acrescentar algumas coisas.

1. Hanson compara a Guerra do Irã à Segunda Guerra Mundial, em que todos os americanos e aliados apoiavam os Estados Unidos, mesmo quando os Estados Unidos eram estrategicamente equivocados. Sim, é verdade, mas esse apoio geral não existe desde que o comunismo avançou e tomou conta de países na Europa, além da União Soviética. A Guerra do Vietnã já foi uma grande batalha política, tanto interna quanto externa, apesar de, realmente, torcer contra o próprio país ser algo bem recente. Hoje em dia, desde Obama, que odiava a história do povo que o elegeu, os democratas torcem mesmo pela destruição dos Estados Unidos;

2. Hoje em dia, a formação intelectual dos jovens é terrivelmente esquerdista e mesmo burra. Ontem, vi um vídeo em que americanos, especialmente mulheres e pessoas LGBT, disseram que preferiam alguém que gritasse "Allahu Akbar" a alguém que gritasse "Make America Great Again". Isso, depois de milhares de assassinatos em todo o mundo, cometidos por gente que grita "Allahu Akbar". Vejam abaixo:


3. Os telejornais e o cinema refletem a estupidez esquerdista como nunca, algo que ainda não tinha ocorrido até o início da década de 2000.

5. Sim, realmente o antissemitismo parece voltar muito recentemente, mesmo entre gente que se formou profissionalmente em defesa do Estado de Israel. E a estupidez é tanta que se chama pessoas que defendem os judeus ou que apenas aceitam os judaísmo de fascistas, como se os fascistas tivessem defendido os judeus e não os matado em massa;

6. Ninguém conhece mais história e até a despreza, isso em um mundo em que, para saber história, não precisa nem abrir livro: basta perguntar ao celular. Todos os presidentes dos Estados Unidos desde 1979 e até mesmo todos os candidatos à presidência (sejam de esquerda ou de direita) afirmaram que o Irã é o pior inimigo dos Estados Unidos. Mas Trump não tem motivo para atacar o Irã, segundo vários "especialistas".

7. . Hanson disse que tudo o que pode acontecer significa vitória para os Estados Unidos: 1) O regime cai e entra outro mais ocidental; ou 2) O regime fica um pouco intacto, mas entra em negociação com os Estados Unidos e se afasta do terrorismo; ou 3) Trump para de fazer guerra e deixa o Irá completamente sem capacidade militar para se reconstruir por anos e anos. Todos os resultados são melhores do que antes da guerra. Mas acho que falta considerar a possibilidade de a China entrar na guerra contrária aos Estados Unidos. Ai, seria um risco muito alto.

8. Hanson também faltou considerar a posição vacilante e fraca da Europa. Mas talvez seja tão fraca que não mereça consideração. Eu fico bem chateado ao ver uma Europa sem qualquer ética que a sustente. A OTAN é mais de 60% poderio militar dos Estados Unidos. Sem os Estados Unidos, não existe OTAN. A Europa gasta apenas 2% do orçamento em defesa. Muitos países não possuem capacidade militar nenhuma para proteger-se.


domingo, 15 de março de 2026

Video: Sharia no Reino Unido na Versão Disney


A cada dia que passa países europeus se tornam mais parecidos com países islâmicos.  Ódio ao cristianismo é ensinado nas escolas enquanto dizem que o Islã é "religião da paz".  Uma completa idiotice suicida.

Países como Reino Unido,  Alemanha, França (os mais ricos da Europa) são os piores. E saber que esses países tiveram Ricardo Coração de Leão,  Frederico Barbarossa e São Rei Luis IX.  A Espanha também, dos grandes Pelayo e São Rei Fernando III, também acelera a estupidez.

O vídeo acima diz os efeitos do Islã no Reino Unido no estilo Disney. O "British Caliphate".


quinta-feira, 12 de março de 2026

Livro: O Desastroso Pontificado de Francisco

 


Eu mesmo fiz minha contribuição na análise do pontificado de Francisco, no e-book "Papa Francisco: dos Sapatos Pretos à Heresia? (disponível também na versão em inglês) , que foi feito antes do fim do pontificado. Mas hoje ouvi dizer sobre o livro acima, The Disastrous Pontificate, de Dominic J. Grigio, que tem quase 2 mil páginas sobre o pontificado de Francisco e também está disponível no formato e-book.

No site de venda do livro, temos elogios de renomados católicos. Traduzo abaixo:

Nove anos após a ascensão do Papa Francisco ao trono de São Pedro, um de seus colaboradores mais próximos, de forma anônima, enviou um memorando aos cardeais com um veredito contundente: “Comentaristas de todas as escolas... concordam que este pontificado é um desastre em muitos ou na maioria dos aspectos; uma catástrofe”. A crítica se concentrava na fragilização, pelo pontífice, do alicerce da Igreja, a clareza e a coerência magisterial, substituindo a consagrada máxima Roma locuta, causa finita est — “Roma falou, o caso está encerrado” — por uma ética predominante de ensinamentos errôneos e ambiguidade: Roma loquitur, confusio augetur — “Roma fala, confusão surge”. Em um tempo em que o Depósito da Fé exige uma guarda inabalável, este livro se ergue como um ato solene de fidelidade à incumbência apostólica de todos os fiéis: preservar a integridade da fé e da moral para a salvação das almas. Abrangendo toda a extensão da doutrina sagrada, justapõe rigorosamente os ensinamentos do Papa Francisco com as Sagradas Escrituras, a Sagrada Tradição e o Magistério perene.

ELOGIOS A ESTE LIVRO

“A turbulência catastrófica que a Igreja Católica vivenciou de 2013 a 2025 é diretamente atribuível a coisas que o Papa Francisco disse e fez. Este importante livro apresenta em detalhes as declarações e decisões específicas do Papa Francisco que contradizem a doutrina católica e conflitam com a prática perene da Igreja.” — Rev. Gerald E. Murray, J.C.D., Pároco da Igreja de São José, Nova York, NY

“É possível que papas ensinem de maneira enganosa ou mesmo errônea quando não falam ex cathedra. Embora isso seja extremamente raro na história da Igreja, aconteceu em alguns casos… Como este livro demonstra, o Papa Francisco claramente os superou em número e gravidade de suas declarações e ações problemáticas. Não é preciso concordar com tudo o que está no livro (e eu não concordo) para perceber a força de sua argumentação cumulativa.” — Edward Feser, Professor de Filosofia, Pasadena City College

“Este estudo abrangente mostra claramente que o pontificado do falecido Papa Francisco “Gerou muita confusão em diversas áreas do ensinamento da Igreja… Recomendo sinceramente esta obra pela sua clareza e pela força dos seus argumentos.” — Eduardo Echeverria, autor de Papa Francisco: O Legado do Vaticano II

“Uma análise completa e imparcial do governo de Bergoglio, que identifica, ao longo de todo o pontificado, inúmeras divergências da verdade católica.” — John Rist, autor de Infalibilidade, Integridade e Obediência: O Papado e a Igreja Católica Romana, 1848–2023

“Não poucos católicos consideraram as muitas declarações problemáticas do Papa Francisco meramente ambíguas, imprecisas ou mal traduzidas. Por mais graves que sejam essas deficiências, os leitores deste livro descobrirão — com pesar — ​​que a realidade é muito mais séria… Este volume será indispensável para o futuro pontífice e concílio encarregados de restaurar o que foi comprometido… Cada página de O Pontificado Desastroso revela um autor de manifesta fidelidade, animado por um profundo amor por Cristo e Sua Igreja, e “Dotado de erudição teológica.” — Michael Sirilla, Professor de Teologia Sistemática e Dogmática, Universidade Franciscana de Steubenville

“Este livro notável é ao mesmo tempo exaustivo e exaustivo. Exaustivo, pois registra, explica e refuta cada passo em falso e declaração equivocada do Papa Francisco. Exaustivo, porque há muito material a ser abordado. Aqui, em um único volume volumoso, encontra-se um catálogo completo das maneiras pelas quais o falecido Pontífice confundiu os fiéis, juntamente com uma defesa das verdades que ele minou.” — Philip F. Lawler, autor de O Pastor Perdido: Como o Papa Francisco Está Enganando Seu Rebanho

“Meticuloso, imparcial e caridoso, este livro presta um testemunho inestimável do que certamente foi o pontificado mais desastroso, do ponto de vista doutrinal, em toda a história da Igreja Católica.” — Claudio Pierantoni, ex-Professor de Filosofia Medieval, Universidade do Chile

“Este livro demonstra, sem sombra de dúvida, a acentuada contradição entre Os ensinamentos de Francisco e dos Evangelhos, o Magistério autêntico da Igreja e os maiores Papas e teólogos do passado.” — Dr. Josef Seifert, presidente emérito da Academia João Paulo II para a Vida Humana e a Família

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Além do meu livro, recomendo também este, mesmo que eu não tenha lido ainda, pois respeito a posição dos nomes acima que leram.

Que Leão XIV abandone o caminho de ser um Francisco II!

Amém!

Rezemos.


domingo, 8 de março de 2026

Sexta-Feira Santa em 3 de Abril! Este é o Dia Exato da Crucificação!





Este ano, a Sexta-feira Santa é no dia 3 de abril. 3 de abril de 33 é justamente o dia da crucificação de Cristo, a se usar o calendário juliano, a descrição de um abalo sísmico, os relatos históricos e as regras de Páscoa judaica. A última vez que isso ocorreu foi em 2015. Após 2026, a próxima será em 2034.

Segundo o relato bíblico de Mateus 27:51-54 ocorreu um terremoto (a terra tremeu, rochas partiram) após o último suspiro de Cristo na cruz. 

A data exata mais citada para a crucificação de Jesus Cristo, de ​​acordo com evidências de terremotos, vem de um estudo geológico de 2011-2012 publicado no periódico International Geology Review. Pesquisadores (incluindo Jefferson Williams e seus colegas) analisaram núcleos de sedimentos do Mar Morto, que apresentaram sinais de perturbações sísmicas (características de liquefação em sedimentos varvados) indicando um terremoto ocorrido entre 26 e 36 d.C. — durante o governo de Pôncio Pilatos.

Eles combinaram essa informação com:

- Detalhes bíblicos (por exemplo, Mateus 27:54 descreve um terremoto na morte de Jesus; a crucificação ocorreu em uma sexta-feira durante a Páscoa judaica).

- Restrições históricas (o governo de Pôncio Pilatos, as regras do calendário judaico para a Páscoa judaica/14-15 de Nisan).

- Dados astronômicos (para coincidir com possíveis sextas-feiras próximas à lua cheia/Páscoa judaica).

Isso reduziu as possibilidades, e sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C. (no calendário juliano) emergiu como a data que melhor se encaixa para o terremoto descrito, que poderia coincidir com o evento da crucificação.

Essa data foi amplamente divulgada na mídia (por exemplo, NBC News, LiveScience, Discovery) e discutida em contextos de arqueologia bíblica como uma reconstrução plausível que liga o relato do Evangelho às evidências físicas. Algumas fontes também a relacionam a um eclipse lunar visível ("lua de sangue") naquela noite, de acordo com cálculos astronômicos, embora o estudo do terremoto em si se concentre principalmente nos dados sísmicos, e não nos eclipses.

Alguns preferem outros anos (por exemplo, 30 d.C.) com base em diferentes interpretações das cronologias ou calendários dos Evangelhos.

Mas, em resumo, de acordo com esta pesquisa baseada no terremoto, a data exata proposta é sexta-feira, 3 de abril de 33 d.C, no calendário juliano.

Minha pesquisa apontou que, se usarmos o calendário gregoriano atualmente em uso, o dia seria 1 de abril de 33. Mas ninguém usava o calendário gregoriano no tempo de Cristo, pois foi criado apenas em 1582, enquanto o calendário juliano nasceu em 45 antes de Cristo. Vale muito sabermos da coincidência para o ano de 2026.



sexta-feira, 6 de março de 2026

Trump Faz "Guerra do Acerto de Contas"

 

Victor Davis Hanson é um dos melhores historiadores militares do mundo. Seus livros são excelentes. No vídeo acima, ele tenta explicar a doutrina de guerra de Trump.

Assistam ao vídeo. Mas, em resumo, ele disse que Trump representa a defesa dos Estados Unidos, que deplora aqueles países, especialmente seus líderes, que exploram ou prejudicam os Estados Unidos, e que Trump tem foco muito centrado na China.

Panamá negociou com a China poderes sobre o Canal do Panamá. Trump ameaçou o Panamá e destruiu a negociação deles com a China.

Venezuela se tornou fonte de riqueza para a China e a Rússia enquanto os cartéis venezuelanos levavam drogas para os Estados Unidos. Trump entrou no país e tirou seu líder de lá, negociou e afastou a China e a Rússia da Venezuela.

O Irã é o país que mais matou americanos na história, financiava vários grupos terroristas e era a principal fonte de petróleo da China. Trump destruiu as armas nucleares do Irã, matou o líder do país e está a acabar com a fonte de energia da China.

Outras coisas importantes que Hanson disse: 

  1. Trump não quer dominar países, construir nações ou implantar democracia, ele acha que isso é problema do próprio povo.  É o povo que tem de fazer o país "great again".
  2. Trump negocia antes do ataque. Negociou com todos acima antes de atacar;
  3. Trump realiza ataques "top-down". Trump ataca os líderes, e não o povo nem a infraestrutura dos países.
  4. Trump não confia nem usa órgãos multilaterais, seja a ONU ou a OTAN.
  5. Quando entra em guerra, entra com muita força, Trump detesta guerras prolongadas
Em um momento do vídeo, Hanson chamou as guerras de Trump de "wars of reckoning" (guerras de acerto de contas). Países que exploraram os Estados Unidos por longo tempo terão que pagar.

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Eu achei uma ótima análise da doutrina de guerra de Trump. Mas acho que traz uma visão excessivamente materialista. Falta explicar mais a influência da ética.

Para mim, Trump é muito influenciado pela ética cristã. Todos os seus principais assessores de guerra, o vice-presidente, o secretário de Estado e o secretário de Guerra são eloquentes defensores da ética cristã. Ele deplora os líderes europeus que renegam a ética cristã (Macron, Starmer, Sanchez) e é próximo de líderes que exaltam o cristianismo (Meloni, Orban). Por isso mesmo, Trump parece detestar Zelensky, que se apresenta muito próximo do que pensa Macron, enquanto parece aceitar mais Putin, que usa discurso em defesa da ética cristã contra coisas como o gayzismo. Trump também detesta líderes comunistas e cartéis de drogas (Trump não bebe nem cerveja). 

Além disso, Trump é muito movido pelo ego. Ele  deseja responder aos que pedem ajuda a ele. Ele foi, sim, estimulado pelo povo iraniano nas ruas e pelos antigos líderes do Irã que imploravam pela ajuda dos Estados Unidos. Obama deu as costas às manifestações no Irã. Trump não fez isso. Por conta do ego, Trump por vezes fala besteira e até adianta políticas sem acertar previamente e depois esquece.

Finalmente, acrescento, goste ou não goste de Trump, qualquer um que analise o método de Trump, deve primeiro reconhecer que ele é genial (se achar que ele é idiota, você já se perdeu), que ele conhece muito de história, que tem memória de elefante, tem alta capacidade oratória e que ele não pensa como político, pensa mais como empresário com elevado senso de ética. 


quarta-feira, 4 de março de 2026

Cruzadas com o Grande Thomas Madden



Duas horas de conversa com o grande especialista em Cruzadas Thomas Madden. Aproveitemos, o grande Jonathan Riley-Smith já não está entre nós (faleceu em 2016). Madden tem muito a ensinar.

Além de Madden, temos ainda Raymond Ibrahim. Atualmente, estou lendo um livro dele, Defenders of the West, que é sensacional. 

Li mais Riley-Smith, mas recomendo qualquer livro dos três.