São Tomás de Aquino, o "Doutor Angélico", certa vez, diante de um crucifixo em Nápoles, ouviu estas palavras de Jesus:
“Bem tem você escrito sobre Mim, Tomás, o que devo te dar em recompensa?"
São Tomás respondeu: “Nada senão a Ti mesmo, meu Senhor". Em latim, São Tomás disse: Nil, Nisi Te, Domine. Em inglês: Naught save Thyself, O Lord.
Chesterton inciou seu processo de investigação para encaminhar sua canonização em 2013, no ano passado o resultado, preparado pelo canonista John Udris, foi entregue ao bispo Peter Doyle para avaliação e posterior encaminhamento ao Vaticano. Não se sabe se Doyle já encaminhou. O Vaticano estabelecendo o "nihil obstat" se inicia formalmente o processo de canonização.
O presidente da American Chesterton Society, Dale Alhquist, divulga novo livro respondendo às principais críticas contra a santificação de Chesterton: que lhe falta temperança (era gordo, acusa-se que ele comia e bebia demais) e que ele era anti-semita.
Para quem leu Chesterton, sabe-se que não será difícil refutar essas acusações. É simplesmente mentira que ele era anti-semita, e quanto à temperança as informações era de que na verdade ele comia pouco (devia ter alguma doença) e que bebia no convívio com os amigos sempre atacando quem perdia a consciência por conta da bebida.
Este blog apoia desde sempre a santificação de Chesterton.
"Há graves preocupações entre os católicos sobre o Documento sobre Fraternidade Humana para a Paz Mundial e Viver Juntos, que o Papa Francisco e o Grande Imã de Al-Azhar, Ahmad Al-Tayyeb, assinaram em 4 de fevereiro de 2019 em Abu Dhabi. ...Ninguém deixa de ver algumas boas e belas verdades que o Papa Francisco e o Imã confirmam no documento. No entanto, afirmar que “o pluralismo e a diversidade de religiões” (cor, sexo, raça e linguagem) "são desejados por Deus e Sua sabedoria, através da qual Ele criou os seres humanos” vai muito além de tudo isso. Como pode Deus desejar as religiões que negam a divindade e ressurreição de Cristo? Como isso é compatível com a lógica? Deus pode querer que os homens mantenham opiniões contraditórias a respeito de Jesus Cristo, de Deus ou de qualquer outra coisa? Como Deus, desde a criação, quis que os homens caíssem no pecado, adorassem deuses falsos, se tornassem vítimas de erros e superstições de todos os tipos, que aderissem a religiões sutis ateístas ou panteístas como o budismo, ou a religiões amaldiçoadas pelo Antigo Testamento, e atribuídas aos demônios e de adoração de demônios? Como pode Deus, que quer que seus discípulos saiam e preguem ao mundo inteiro e os batize, desejar qualquer heresia cristã, muito menos religiões que negam a fé da qual Jesus diz a Nicodemos que aquele que crê Nele será salvo e quem não O ama será condenado (Jo 3,18)? Se lermos o Antigo e o Novo Testamento, ou olharmos para os ensinamentos universais da Igreja sobre o mandamento divino, dado pelo próprio Cristo, para pregar o Evangelho a todas as nações, sobre a necessidade do batismo e da fé para a salvação, etc. o oposto é claramente o caso. Não vejo como uma acrobacia mental engenhosa seja capaz de negar que essa declaração não apenas contenha todas as heresias, mas também argumenta em favor de uma vontade divina de que a grande maioria da humanidade adote credos religiosos falsos e não-cristãos.
Ao assinar a declaração de que Deus deseja uma pluralidade de religiões, o Papa desafiou tanto a fé quanto a razão e rejeitou o cristianismo, que é inseparável da crença em Jesus Cristo... De fato, se Deus realmente “deseja todas as religiões”, então ele deve odiar a Igreja Católica acima de tudo por causa de sua pretensão de ser a única Igreja Católica e apostólica e porque rejeita em seus dogmas e perenes ensinamentos magisteriais qualquer relativização de a religião cristã que transformaria o cristianismo em uma das muitas religiões contraditórias. Em suma: Qualquer católico deve orar para que o Papa converta e rejeite esta sentença horrível no Documento sobre a Fraternidade Humana.
Portanto, temos todas as boas razões para esperar que o Papa Francisco revogue uma frase que constitui uma ruptura total com a lógica, assim como com o ensino bíblico e da Igreja. Se ele não fizer isso, temo que o Direito Canônico possa ser aplicado de acordo com o qual um Papa perde automaticamente seu ofício petrino ao professar heresia, especialmente quando professa a soma total de todas as heresias."
Abaixo vai texto do Life News que chamou o Manifesto de "quase correção formal" do Papa Francisco.
Cardinal Müller issues Manifesto: A quasi correction of Pope Francis’ pontificate
February 8, 2019 (LifeSiteNews) – Cardinal Gerhard Müller, the former head of the Vatican’s doctrinal office, has released a Manifesto which reads like a correction of many of the doctrinal errors Pope Francis has taught during his tenure as Pope.
The cardinal's intention was to release the manifesto on February 10. That date is the eve of the anniversary of Pope Benedict’s announcement in 2013 that he would abdicate his papal office, as well as the eve of the cardinal's own ordination to the priesthood. However, a Polish website broke the embargo and thus the document is being released today.
Pope Francis removed Cardinal Müller from his post as head of the Congregation for the Doctrine of Faith in 2017 after he had served in that capacity since he was appointed by Pope Benedict in 2012.
In the manifesto, Cardinal Müller does not mention the Pope but says that he was asked to make a public testimony of the truth “in the face of growing confusion about the doctrine of the Faith.”
The manifesto was released in the wake of Pope Francis’ highly controversial joint document with an Islamic leader which says that “the pluralism and the diversity of religions” are “willed by God in His wisdom” – a statement many believe contravenes the Catholic Faith.
Cardinal Müller takes a contrary stand when he says in the Manifesto:
The distinction of the three persons in the divine unity (CCC 254) marks a fundamental difference in the belief in God and the image of man from that of other religions. Religions disagree precisely over this belief in Jesus the Christ. … Therefore, the first letter of John refers to one who denies His divinity as an antichrist (1 John 2:22), since Jesus Christ, the Son of God, is from eternity one in being with God, His Father (CCC 663).
Diante da repercussão negativa do documento assinado nos Emirados Árabes, ao ser perguntado sobre a frase que diz que Deus "deseja diversidade religiosa". O Papa respondeu que isso está de acordo com o Concílio Vaticano II e que ele consultou "muitos teólogos" e citou um deles chamado Wojciech Giertych, que foi nomeado por Bento XVI.
Não, claro que não está de acordo com o Vaticano II. O Concílio assegurou que a salvação só pode vir pela Igreja Católica, excluindo apenas aqueles que desconhecem totalmente a Igreja Católica, o que não é o caso nem de protestantes nem de muçulmanos.
A afirmação de que consultou "vários teólogos" e o fato de citar um deles é covardia. O teólogo vai desmentir o Papa ou vai querer defender a aberração do documento?
A Gloria.TV levou para outro lado, disse que é a primeira vez que um Papa admite que o Vaticano II é herético.
Bom, o Vaticano II realmente abriu uma brecha para os "irmãos muçulmanos" que foi prejudicial, mas defendeu sim que a Igreja Católica é a única Igreja de Cristo.
During his flight from the United Arab Emirates to Rome (February 5) Pope Francis defended his Abu Dhabi statement on “Human Fraternity” in which he claimed that all religions are "willed by God".
Francis said that his theories are in “the line of inter-religious dialogue pursued by the Second Vatican Council”, adding that the document was made “in the spirit of the Second Vatican Council”.
Francis went on, “It is not a step back. It is a step ahead that comes from fifty years ago.” He insisted that the text does not “distance itself even a millimeter from the Second Vatican Council”.
This marks the first time that a pope has de facto admitted that the Second Vatican Council contains heresies.
Francis added that he consulted with several "theologians" before he decided to sign the [heretical] Abu Dhabi text, naming among them the theologian of the Pontifical Household, British-Polish Dominican Father Wojciech Giertych who was appointed by Benedict XVI.
O Papa assinou um documento de fraternidade com o Imã Ahmad el-Tayeb. No documento, assinado pelo Papa se lê que "Deus deseja diversidade religiosa".
A frase exata é: "The pluralism and the diversity of religions, colour, sex, race and language are willed by God in His wisdom, through which He created human beings”
(Traduzindo: "O pluralismo e a diversidade de religião, cor, sexo, raça e língua são desejados por Deus e Sua Sabedoria").
Hummm...ei, você que achava que pertencia à única religião criada pelo próprio Deus. E será que a liberdade de sexo, envolve o desejo de Deus por homossexuais também?
O grande Imã é conhecido como Ima moderado mas ja declarou que o muçulmanno que abandona o Islã merece a pena de morte.
Vejam o texto do jornal The Catholic Herald que discute se é possível salvar essa frase dentro da ideia de que a salvação só pode ser por meio da Igreja Católica. Eles mostram um teólogo tentando, mas não dá.
Em uma entrevista totalmente reveladora, Papa Francisco demonstrou toda a sua opinião sobre Islã, terrorismo, religiões e Europa. A entrevista não é recente, mas é importante para deixar claro o que pensa o Papa sobre o Islã. Foi lembrada hoje por conta de sua viagem aos Emirados Árabes.
Esqueçam o que vocês aprenderam sobre a vida de Maomé, sobre as suras do Alcorão que pregam a guerra, sobre a destruição das comunidades cristãs no Oriente Médio antes e depois do Estado Islâmico, sobre a Irmandade Muçulmana, sobre o terrorismo islâmico diário na Europa que até já decapitou padre dentro de igreja, sobre que os países islâmicos estão nos primeiros lugares da perseguição religiosa no mundo, sobre o avanço no números de mesquitas na Europa em detrimento das igrejas católicas, sobre a opinião dos diversos santos sobre o Islã (São Tomás de Aquino e São Francisco de Assis, por exemplo) e esqueçam também tudo que você sabe que é certo, como Jesus Cristo ou democracia.
Esqueçam tudo isso. O Papa esclareceu que as religiões são iguais e o Islã é da Paz.
Vou fazer aqui um resumo das resposta do Papa dadas ao jornal La Croix:
1) Perguntado sobre se a Europa deve ou não se preocupar com a imigração em massa da Áfria e do Oriente Médio, o Papa diz que é justo se preocupar mas o mais importante é se preocupar com o livre mercado desenfreado, com o desemprego, com o tráfico de armas e com os baixos investimentos na África e com a desigualdade de renda;
2) O Papa descartou qualquer relacionamento entre Islã e terrorismo, para ele, o problema é que os muçulmanos vivem em guetos na Europa. Os muçulmanos são vítimas de discriminação dos europeus. Para ele, a Europa deve se integrar com os muçulmanos 3) Ele disse que atualmente a Europa deve aceitar ainda mais os muçulmanos do que no passado por conta da baixa natalidade do continente. 4) Ele não gosta de ouvir falar em "raízes cristãs da Europa", para ele isso é coisa de colonizador imperialista.
5) Perguntado se o medo do Islã que os europeus têm não e justificado. Ele disse que não, o medo é justificado apenas por conta do Estado Islâmico. Para ele, o Islã tem ideal de conquista, mas o cristianismo também afinal no evangelho de São Mateus, Cristo mandou converter os povos de todas as nações. 6) Ele disse que os europeus devem ver se não estão colonizando os povos muçulmanos ao levar o modelo de democracia ocidental. Ele disse que "antes tínhamos apenas um Gadafi agora temos 50". 7) Finaliza que a Europa deve aceitar os muçulmanos usando véus, etc. --- Qual a diferença que o Papa acha que existe entre Maomé e Jesus Cristo?
Acho que nenhuma. As resposta dele são tão rasas e fora da realidade que fica difícil começar a comentar.
Que o Papa Francisco trata de forma terrível, sem qualquer misericórdia, os cardeais e clérigos que
ele considera seus inimigos "políticos" está mais do que claro. Já chamou muitos de "satanás". Dentre os reconhecidos inimigos do Papa Francisco está certamente o cardeal Burke.
Ontem saiu no jornal National Catholic Register um vazamento de informação feito pelo Wikileaks que mostra a traição que o Papa cometeu contra o cardeal Burke.
É como aquela história do chefe falso. Você aponta um problema sério na repartição para o chefe, ele se mostra indignado, pede que você faça rápidas providências para corrigir. Você faz, mas depois o chefe tira o corpo fora e desmonta tudo que você fez. Eu já vi muitas vezes isso. É triste ver isso em um Papa.
Em resumo do ocorrido:
1) O cardeal Burke foi nomeado patrão da Ordem de Malta pelo Papa Francisco (uma nomeação considerada muito estranha na época). Burke encontrou uma situação terrível na ordem, sacrilégios, distribuição de contraceptivos, corrupção e maçonaria. Tudo isso feito sob as de Albrecht von Boeselager, o "grã hospitalar". Burke denunciou pessoalmente a distribuição de camisinhas e contraceptivos e a maçonaria ao Papa Francisco.
2) O Papa Francisco escreveu ao cardeal Burke dando-lhe total apoio para que limpasse a Ordem de Malta. Foi essa carta do Papa ao cardeal Burke que o Wikileaks vazou ontem, pode-se ler a carta clicando aqui. Na carta, o Papa disse que estava muito decepcionado com a distribuição de contraceptivos e fala inclusive que a Ordem de Malta deve se afastar de associações não-católicas (leia-se maçonaria).
3) Com a resposta do Papa, o cardeal Burke ordenou que Boeselager saísse;
4) Boeselager não cumpriu a ordem e foi demitido por insubordinação;
5) O Vaticano não gostou da demissão;
6) Após a demissão de Boeselager, ele apelou ao Papa Francisco, levando o cardeal Parolin a formar uma comissão de inquérito composta por cinco membros. Mas três dos membros estavam ligados a um misterioso fundo de US $ 118 milhões em Genebra (assim como Boeselager), e um era um maçom conhecido - de acordo com outro documento separado publicado pela Wikileaks.
7) Posteriormente, todos os decretos anteriores datados de 6 de dezembro foram anulados e Boeselager foi reintegrado como grande chanceler em 28 de janeiro. O papa posteriormente nomeou o cardeal Angelo Becciu como delegado especial para representar a Santa Sé à Ordem, suplantando o papel do cardeal Burke.
8) Assim, salvou-se a maçonaria e os contraceptivos.
O jornalista francês Fréderic Martel vai lançar em Portugal um livro no qual se diz que fez imensa pesquisa por quatro anos por três dezenas de países para declarar que a Igreja Católica tem uma das maiores comunidades homossexuais do mundo. Diz-se que o livro denuncia "nomes, datas e fatos sobre a composição e influência da rede sodomita do Vaticano"
O livro será lançado no dia 21 de fevereiro em Portugal, pela editora Sextante (foto acima).
Bom, ele, ao que parece, é um ativista homossexual, mas por isso não se deve descartar o livro. E alguém duvida do poder da chamada "máfia gay" dentro do Vaticano?
Eu sempre lembro de dois personagens brasileiros, o primeiro é "Seu Peru" que dizia que todos os personagens históricos eram gays, outro era o assumidamente gay Rogéria que certa vez disse que os gays mentiam mais do que todo mundo pois viviam em mentira contra a própria natureza.
Em todo caso, o livro pode ter muito valor.
Além disso, em tempos de politicamente correto, talvez um livro escrito por um gay tenha mais poder.
"Vaticano tem uma das maiores comunidades homossexuais do mundo"
Investigação e entrevistas com responsáveis da Igreja Católica permitiram ao jornalista francês Frédéric Martel retratar a homossexualidade no Vaticano. Segundo a editora há portugueses no livro.
João Céu e Silva
Estava guardado no segredo dos deuses mas já se sabe o título daquele que já é considerado o livro mais explosivo sobre a Santa Sé:No Armário do Vaticano - Poder Hipocrisia Homossexualidade. Quanto ao tema, esse vai dar muitas dores de cabeça ao atual papa Francisco, pois a investigação do jornalista francês Frédéric Martel levou quatro anos e percorreu três dezenas de países, numa intensa busca por provas para declarar o centro da Igreja Católica como "uma das maiores comunidades homossexuais do mundo".
O autor considera que se pode recuperar a história bíblica da cidade de Sodoma, que é destruída por Deus devido à homossexualidade dos seus habitantes, para definir o atual Vaticano. Martel suporta as suas acusações num grande conjunto de "entrevistas de grande profundidade com os membros do clero que detêm o poder" para o afirmar.
Nesta investigação de que resulta a conclusão de que o Vaticano é "uma das maiores comunidades homossexuais do mundo", Portugal não será exceção entre os membros dessa comunidade, segundo adiantaram os responsáveis pela edição em língua portuguesa.
A edição portuguesa é da responsabilidade da Editora Sextante e será publicada, como no resto do mundo, dia 21 de fevereiro. Segundo refere a editora, além da questão da homossexualidade são tratados outros temas polémicos que estão ligados ao principal: o celibato dos padres, a interdição do preservativo pela Igreja, a cultura do segredo em torno do tema do abuso sexual, a demissão do papa Bento XVI, a misoginia do clero, o fim das vocações para o sacerdócio e os ataques ao papa Francisco.
A data de publicação deste livro não surge por acaso, é que tem início nesse dia a Cimeira sobre a Prevenção de Abusos Sexuais convocada em setembro pelo papa Francisco, na qual devem participar bispos de todo o mundo. A realização desta cimeira foi comunicada pelo Conselho de Cardeais, após reunião com o sumo pontífice.
Segundo a editora, esta investigação "vai abalar a Igreja" e a grande pergunta que se faz é porque é que aqueles que se esconderam aceitaram falar agora.
De acordo com um vaticanista, o livro vai revelar "nomes, datas e factos sobre a composição e influência da rede sodomita do Vaticano."
Frédéric Martel é um conhecido jornalista, homossexual, que tem colocado a sua orientação sexual e a de milhões de homens em causa nas suas reportagens, designadamente quanto às questões relativas à sida.