quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Livro que Eu, o Papa Bento XVI e o Papa Francisco Veneramos.


Eu estou lendo um dos melhores livros que já li, chama-se The Lord of The World, disponível em português como O Senhor do Mundo. O livro foi escrito em 1907, pelo padre Robert Hugh Benson. Benson é um autor famoso mundialmente, e, durante sua vida, foi célebre por abandonar o sacerdócio da Igreja Anglicana, em que seu pai era líder, para se tornar padre católico.

Esse livro é considerado uma das primeiras distopias. Distopias são sociedade terríveis imaginadas no futuro. O livro 1984, de George Orwell, é talvez a mais conhecida distopia. Temos também Admirável Mundo Novo, de Aldous Huxley, que é também uma distopia muito conhecida.

Comecei a ler o livro por sugestão de um crítico literário católico chamado Joseph Pearce.

Logo fiquei entusiasmado com a capacidade de previsão do mundo que temos hoje, nas palavras de Benson de 1907.

E descobri que tanto o Papa Bento XVI, como o Papa Francisco já tinham usado o livro para seus comentários.

O Papa Bento XVI, quando era ainda cardeal, criticando a ideia de que havia necessidade de uma Nova Ordem Global disse que

"O livro do Monsenhor Benson descreve uma civilização unificada e com poder de destruir o espírito. O anticristo é representado como um grande pacificador em uma nova ordem mundial".

Eu achei que essas palavras de Bento XVI descrevem com clareza o que é o livro, faltavam alguns detalhes importantes, como o que o anticristo era marxista e maçônico, mas é um resumo adequado.

O Papa Francisco elogiou o livro em duas ocasiões.

Na primeira, em 2013, o Papa Francisco, ao comentar sobre o livro dos Macabeus, em que os judeus querem se conformar com os poderes do mundo e abandonar suas tradições antigas e sua fé em Deus, ele lembrou do livro de Benson como mostrando "espírito do mundo que leva à apostasia".

Achei uma visão interessante do livro, temos no livro um anticristo que exalta o homem em detrimento de Deus. E é bom ver um Papa que defende tanto o Concílio Vaticano II ver o risco do "espírito do mundo". E também é bom ver um Papa que parece tão afeto a modernidades exaltar as velhas tradições.

Na segunda vez, em 2015, o Papa Francisco foi até mais explícito, e fez propaganda do livro. Foi durante um voo de Manila para Roma. Foi uma entrevista famosa, porque o Papa condenou uma mulher que teve oito filhos. Depois o Papa teve que pedir desculpas por isso.

Mas o repórter tinha perguntado ao Papa, sobre o que ele queria dizer com a expressão "colonização ideológica".

Ele explicou  de forma meio confusa, dando exemplos.Primeiro disse que em 1995 uma ministra da educação queria dinheiro para fazer escolas para pobres, aí "eles" deram o dinheiro para ela com a condição de que a escola adotasse um livro de defesa do gênero (em defesa dos gays). Ou quando os bispos da África dizem que recebem dinheiro em troca da aceitação de ser doutrinas contrárias ao ensinamento da Igreja. Daí, fala que cada povo tem sua cultura, sua história, sua tradição. A globalização para o Papa deveria preservar essas diferenças culturais.

Então disse que ia fazer a propaganda de um livro que era chamado O Senhor do Mundo, era um livro muito bom, pois, para o Papa,  "autor tinha visto o drama da colonização ideológica".

Bom, o Papa deve ter esquecido em 2015 sobre o que realmente falava o livro de Benson. Não tem nada a ver com colonização ideológica. A fala do Papa usa o livro para defender a diversidade cultural. Mas o livro não defende isso.  Pelo contrário, em certa passagem, exalta o valor da unidade.Em poucas palavras, o livro defende a Igreja Católica.

Em todo caso, comprem e leiam O Senhor do Mundo, eu, o Papa Bento XVI e o Papa Francisco recomendamos. Vejam que em 1907, Benson viu a descoberta de aviões, da bomba atômica, do secularismo, da perseguição aos cristãos e a idolatria ao homem (maçonaria).


terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

O que a Igreja Católica deve Fazer com o terrorismo islâmico? Bispo Borwah versus Robert Spencer.


O bispo Anthony Borwah da Libéria (foto acima) entrou em um debate com o especialista em islã, Robert Spencer, sobre o que a Igreja Católica deve sugerir para conter o grupo terrorista islâmico Boko Haram. O debate foi feito por meio de vídeo.

Para mim, esse debate é bem relavente pois tem tudo a ver com o livro que devo publicar esse ano.

Em resumo, o bispo Borwah defende o diálogo com os terroristas, Spencer explica por que o diálogo não funcionou nem funciona hoje em dia.  diálogo para o Islão significa proselitismo (defesa de Alá) e não compreensão mútua. Daí o bispo pergunta qual seria a solução, então: "uma guerra, como as Cruzadas"? O bispo descarta completamente a opção de guerra contra o terror. Então, Robert Spencer responde que guerra sim, guerra com armas e guerra espiritual, afinal a Igreja ainda defende a teoria da guerra justa, ou não?

Durante o debate feito por vídeo, Spencer não teve a chance de defender a guerra, mas ele deixou escrito sua posição no seu site Jihad Watch. Vejamos o texto de Spencer.

What can the Catholic Church do?

This afternoon I taped a segment via Skype for Michael Voris’ The Church Militant, about the jihad threat to Christians in West Africa. On with me was Bishop Anthony Borwah of the Roman Catholic diocese of Gbarnga in Liberia.
It was a perfectly fine segment except for one thing: because of time constraints I didn’t get a chance to respond to numerous important statements that Bishop Borwah made. And since the question of what the Catholic Church’s response to the jihad threat should be is one that has been discussed many times at Jihad Watch, I thought I would set out here how I would have responded to Bishop Borwah had I had the chance.
The segment went like this: first Michael Voris sketched out the plight of Christians in West Africa, particularly with the jihad terror group Boko Haram destroying churches and murdering Christians, and asked the Bishop what the Church’s response should be. The Bishop then explained that what was needed was more dialogue with Muslims. Voris then came to me and asked me what I thought of the Bishop’s answer. I said that it was all very well to conduct dialogue with peaceful Muslims, but that they would not stop Boko Haram. I also explained that the President of Nigeria had boasted that he would destroy Boko Haram by December 2015, but didn’t: the group is more powerful than people realize. I also pointed out that Boko Haram was now part of the Islamic State and had renamed itself the Islamic State’s West African Province, and that the Islamic State also had a presence in Libya, making the situation of Christians in West Africa quite precarious. Then I told them that dialogue was usually a front for dawah, Islamic proselytizing, as evidenced by the very title of the Common Word document that Muslim scholars sent to the Pope and other Christian leaders a few years ago. The Qur’an passage from which the epigraph, “Say, O People of the Book, let us come to a common word between us and you,” is taken actually goes on to say “that we will associate no partners with Allah,” i.e., not worship Jesus as the Son of God. What appears to be a call for mutual understanding is actually just an exercise in proselytizing. What’s more, I added, Boko Haram and other jihad groups will not engage in dialogue; they are acting upon Qur’anic imperatives which they consider to be divinely inspired and do not think are negotiable.
Bishop Borwah then replied that what I had said left no hope, and asked rhetorically, “What are we going to do? Take up arms and fight Boko Haram?” (I’m paraphrasing from memory, but he said something like that). He dismissed fighting as out of the question, asking also, as if the idea were patently absurd, whether we should have a new Crusade. He went on to say that this was not just a military struggle, but a spiritual battle. Catholics needed above all to pray, and to understand that this was indeed a spiritual battle, and not one that could be fought with armies.
That was it. I didn’t get a chance to reply to the Bishop, as he and Voris then went on to another discussion in which I was not included. So here is the response to the Bishop’s question, “What can we do?”
1. The Catholic Church cannot, but nations with military power can and should fight Boko Haram and other jihad groups, much more energetically than they are doing now, and the Catholic Church should endorse this. Is the Just War Theory now something the Church no longer endorses? Does the Church now hold that warfare and fighting are unjustified under any circumstances, even the defense of one’s family and homeland? If that is indeed the position of today’s Catholic Church, the Bishops should be clear about it, declare the idea of Just War a heresy, and make it clear that they now endorse a full and universal pacifism under all circumstances. Unless I misunderstood him, that did seem to be Bishop Borwah’s position.
2. The position I hold is not one in which there is no hope. It is just one that rejects false hope. Wishful thinking never becomes reality no matter how hard one wishes; it is always preferable to assess the situation realistically. The idea that Muslim-Christian dialogue is going to end jihad is sheer wishful thinking. Peaceful Muslims haven’t been able to dissuade their violent coreligionists from mounting even one jihad attack; how are non-Muslims going to succeed where they have failed? The dialogue, moreover, has been going on for years. How many jihad attacks has it stopped? How many Christians has it prevented from being persecuted? How many churches has it prevented from being destroyed? The answer to all these questions is none. How long must the Church (and the world) keep trying remedies that have failed again and again?
3. The Bishop spoke at length about how Catholics should see the conflict with groups such as Boko Haram as a spiritual battle, emphasizing that it cannot be fought with armies. Indeed so. One facet of that spiritual battle is that Muslims are aggressively proselytizing among young Catholics and other Christians. Yet the Catholic Church, perhaps out of respect for the dialogue, has absolutely no response. None. There is no literature available from the U.S. Catholic Bishops or any others giving parents ways to help their children resist and respond to Islamic dawah. At a time when some of the most prominent jihadis have been converts from Christianity to Islam, that is an omission so grave as to be criminal.
Boko Haram and other groups like it can and should be fought with armies, as well as confronted on the theological and ideological fronts. But all that the Catholic Church is recommending instead is prayer and dialogue. The seventh-century Christians of Egypt and Syria and North Africa who were conquered and Islamized had never heard of dialogue, but I am sure they prayed a great deal, and yet were nonetheless conquered, subjugated, oppressed and Islamized. Such has been the fate of the non-Muslims in every place to which Muslims have come, throughout the history of Islam, with this process only ever being rolled back in Spain, Israel, and parts of India.
But maybe it will happen differently this time.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

Quais foram Exatamente os Dias Exatos em que Cristo Nasceu e Morreu?


Eu sou membro do New Saint Thomas Institute,  Dr. Taylor Marshall costuma disponibilizar ótimos vídeos sobre os mais diversos assuntos relacionados à Igreja Católica.

Recentemente, ele colocou dois vídeos explicando as datas exatas do nascimento e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Eu não posso colocar os vídeos aqui, nem os textos disponibilizados pelo instituto pois afinal é produção privada. Mas eu vou explicar como se identifica os exatos dias que nasceu e morreu Nosso Senhor Jesus Cristo.

Vamos lá.

- Dia que Nasceu Jesus Cristo.

Dr. Marshall começa dizendo que em todo Natal aparece alguém dizendo que Cristo não nasceu de fato no dia 25 de dezembro.

Dr. Marshall vai provar usando fontes bíblicas que Cristo deve ter nascido sim entre os dias 24 e 25 de dezembro.

Aqueles que dizem que Cristo não nasceu nessa data, dizem ou que a data de 25 de dezembro foi escolhida pela Igreja para destruir a comemoração pagã do solstício de inverno, chamada saturnalia ou para destruir a comemoração romana do Sol Invicto. Além disso, alegam que não pode ser dia 25 de dezembro pois nessa data não haveria pastores em Belém pois era tempo de inverno.

Acontece que o solstício de inverno ocorre antes do dia 25 de dezembro, entre os dias 17 e 23 de dezembro. Assim, se fosse o caso a Igreja teria escolhido por volta do dia 22 de dezembro e não dia 25.

A comemoração romana do Sol Invicto foi estabelecida no século 4 bem depois da Igreja e seus santos determinarem a data do dia 25 de dezembro para o nascimento de Cristo e o Sol Invicto foi determinado pelo imperador Juliano, o Apóstata. Assim, o Sol Invicto deve ter sido feitopara suprimir o Natal e não o contrário.

A cidade de Belém tem temperaturas elevadas mesmo no período de inverno. Se mesmo na Itália, que fica ao norte de Belém, há pastores com suas ovelhas em dezembro, Belém, que é bem mais quente também teria.

É possível determinar a data de nascimento de Cristo, pela data de nascimento de João Batista.

Pelo período em que o pai de São João Batista. Zacarias serviu como sacerdote no templo judeu por uma semana no mês de setembro (Lucas 1:5). E a Bíblia diz que Zacarias e sua esposa Isabel conceberam São João Batista imediatamente após o período de Zacarias como sacerdote. Assim, São João Batista deve ter sido concebido no final de setembro.

Se esse for o caso, São João Batista deve ter nascido no final de junho.

Como o evangelho de Lucas também nos diz que Nossa Senhora assim que ficou grávida de Cristo visitou sua prima Isabel, que estava grávida de seis meses de João Batista (Lucas 1:24-26), Cristo nasceu seis meses depois de São João Batista, entre os dias 24 e 25 de dezembro.


- Dia de Crucificação de Cristo

Para determinar a data de crucificação de Cristo, inicialmente se sabe do evangelho de São Lucas que São João Batista começou seu ministério no décimo quinto ano do reino do imperador Tibério César.

Historiadores seculares do império romano, dizem que Tibério ficou no poder entre os anos 14 e 37.

O décimo quinto ano de Tibério está entre os anos 29 e 30.

O evangelho de São João diz que Cristo, depois que iniciou seu ministério público, passou por três períodos pascais.

Assim, Cristo passou pelo menos 3 anos pregando publicamente. A tradição conta que ele ficou três anos e meio pregando.

Todos os evangelistas dizem que Cristo foi crucificado poucas horas antes do dia sagrado dos judeus (sábado).

Para os judeus, o dia começa quando o sol se põe. Assim, o sábado sagrado começa quando sol se põe na sexta. Cristo morreu antes do sol se pôr, na sexta.

A páscoa começa em dia de lua cheia. Assim, a sexta que Jesus foi crucificado tinha lua cheia.

Usando dados da astronomia moderna, que pode voltar no tempo para qualquer data, há apenas duas luas cheias caindo em uma sexta, 7 de abril de 30 e 3 de abril de 33.

Como Jesus foi batizado por São João Batista em 30 e teve três páscoas, Cristo foi crucificado no dia 3 de abril de 33.

domingo, 14 de fevereiro de 2016

Vídeos: Judeus que Acreditam e Defendem Jesus contra Rabinos. Projetos de Judeus messiânicos.



Enquanto a Igreja Católica prega ecumenismo, tem gente que acha que o caminho é a Verdade.

Eitan Bar e Moto Vaknin (foto acima) são dois especialistas em Bíblia que acreditam em Jesus (Yeshua, Jesus em Hebreu). Eles têm dois projetos,  I Meet Messiah e o One for Israel.

Em One for Israel, eles fazem diversos vídeo para defender Cristo frente aos rabinos. Vejam dois um exemplos de vídeos e a explicação do trabalho deles abaixo.

Muito bom, acessem o site e vejam mais vídeos.







Shalom! Here are Eitan Bar and Moti Vaknin! We are best friends, we are Jews, we are Israelis, and most importantly - we believe that Yeshua (Hebrew for Jesus) is the Jewish Messiah the Hebrew Scriptures ("Old Testament") prophecy about. He is our all in all!
As Messianic Jews, the situation here in Israel became unbearable with Orthodox Jews and Rabbis taking advantage of our patience, by trampeling over us and over our belief in public. We feel it is time for us to stand against Rabbis who are persecuting us in the name of God, comparing us to Hitler, and attacking us publicly - all because we are not willing to surrender to their authority as Rabbis, nor deny our belief in Yeshua the Messiah! We no longer will continue to stay quite as they spread lies about us, our faith, and most importantly - about Yeshua!

Therefor, we have decided to expose the best kept secret in Judaism for 2,000 years - Yeshua! We will be direct and determined, but we do not hate. Just like the prophets - we do it out of love to our own people and nation, and beause we want them to know the truth about the Son of God who gave his life for them!

Just as no devout Catholic would challenge the Pope's ruling; we, Jews, don't really dare to challeng the Orthodox Jewish rabbis' rulings (for 2,000 years...). The topic, of course, being Yeshua. Yeshua here in Israel is considered (by Judaism) to be a form of idolatry and paganism, not realizing He is actually the One that Israel has being waiting for - the Jewish Messiah! But today, the game is about to change! (Understanding this might cost us with our lives..)

In 52 short videos in Hebrew we answered approximately 100 objections and disstortions of Orthodox Rabbis against Yeshua and the New Testament. In these videos and articles (at the moment: we only translated some of the videos to English. No article was nor will be translated) we expose how the Rabbis have been keeping Yeshua a secret from Israel for 2,000 years. We even quote ancient Jewish sources showing that the Old Testament prophecies that speaks of the Messiah were interpreted in the past just as we, Messianic Jews, interpret them today - as being about the Messiah! For the first time in history, someone is not only stepping out publicly against the Jewish Orthodox Rabbis here in Israel, but we are also forcing Israel to deal with "the elephant in the synagogue" - with Yeshua!

Important for us to emphasize to all gentiles visiting this website, while we higly encourge you to share this website and it's content with everyone. We need to make one thing clear - we are Jews ourselves who love our country (Israel) and our people! This is an internal debate inside Judaism here in Israel concerning the Messiahship of Yeshua (Jesus). It is not and should never be used to promote anti-semitism and hatered against Jews! Some of the things you will be exposed to on our website might make you bitter towards Judaism, but that is NOT our point! let us all rmemeber that "love is from God, and whoever loves has been born of God and knows God. Anyone who does not love does not know God, because God is love" (1st John ch. 3).

It’s also important for us to emphasize that we didn’t stop being Jews, we were born Jews and die Jews, but our Jewish identity is not based on human\rabbinic traditions – but on following the Godly Jewish Messiah!




sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Filme "Ressucitado", um Soldado em Busca do Corpo de Cristo após Ressureição


O teólogo mais renomado que conheço sobre o corpo de Cristo após a ressurreição é William Craig. Sua tese de doutorado é sobre isso e ele falou sobre isso em inúmeras palestras. Craig não é católico, mas é fantástico defensor do cristianismo.

Agora temos um filme chamado Risen (Ressucitado) que trata do corpo desaparecido de Cristo após seu sepultamento, um soldado está em busca do corpo e persegue os cristãos.

O site da Rome Reports explicou o filme e entrevistou o ator Joseph Fiennes, que faz o soldado no filme, é católico e se encontrou com o Papa Francisco.

O filme estréia dia 19 de fevereiro, vamos ver quando chega ao Brasil. Parece muito bom.

Vejam o vídeo e o texto da Rome Reports abaixo.




Hollywood has not lost its taste for movies with a biblical theme. Now Joseph Fiennes is starring in this film about the mystery of the death and resurrection of Jesus. The film also features one of the stars the Harry Potter series, Tom Felton, and actress María Botto. It opens on February 19th.

The film 'Risen' offers a very thoughtful and unique approach to events recorded in scipture. 
It’s the story of a Roman tribune who is called to investigate the disappearance of the body of Christ after being crucified. The story is an adventure with the first disciples present in the Jerusalem of Pontius Pilate.

JOSEPH FIENNES
Risen
"He gets given something that very few people ever witnessed and that is the resurrection, right in front of his eyes. And still the next day he intellectualize: What is a trick? Did Jesus have a twin brother?... Noise again. And I think maybe we have to sometimes just allow the noise to disappear and tuning to the greater frequency of conversation and trust and no over intellectualize or not be stimulated by the material around us”.

It’s a dramatic account of the struggle between a Roman soldier, used to using force, and a group of person driven by love.

JOSEPH FIENNES
Risen
"They were brutal, they were surgical, they were economical, and they were ruthless. But they though as one unit. But they were lead, the leadership would come down in terms on the military, battle leadership will come down understanding your opponent, no in how to break down your opponent.”

The film was recently screened at the Vatican. Actor Joseph Fiennes, a Catholic, had the opportunity to greet Pope Francis. His wife and daughters accompanied him for an encounter which deeply moved them. 

JOSEPH FIENNES
Risen
"This meeting goes beyond the explanation in words. It’s something that it’s profound. You can’t intellectualize or talk about. It’s an experience that it’s just in that moment. He is profound, spiritual, connected and deeply authentic… That’s all I can say. Normally on Wednesdays I’m on the supermarket shopping. This Wednesday I was with my family in Rome at the Vatican and we go blessed by the Pope. This is a huge, special, once in a life moment.”

For him it marked a profound experience where he was able to play one the most important roles in his career. It also presented a challenge – portraying how the first Christians lived in the days immediately following the Passion and when the disciples did not understand if Jesus had really risen or not.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Estado Islâmico Usa Criança de 4 Anos para Matar 3 Inimigos em um Carro


O Estado Islâmico prendeu três inimigos em um carro e colocou explosivos no carro. Daí, chamou uma criança de 4 anos para apertar o botão e explodir o veículo.

A criança se chama Isa Dare e é de nacionalidade britânica.

Enquanto isso, o mundo vira as costas para o mal mais óbvio. E membros da Igreja Católica dizem que "amam" aqueles que fazem parte do Estado Islâmico e rezam por eles.

Eu conheço muita gente até da minha família que se escora nas orações. Elas não fazem nada e chegam até a prejudicar terrivelmente uma pessoa mas dizem que rezam por ela. Que a Igreja não siga esse caminho e reconheça o valor da ação com o mesmo empenho que reconhece o valor das orações.

Vejam as terríveis fotos da criança matando os 3 homens.






(Agradeço a informação ao site Weasel Zippers)

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Vídeo: Papa Francisco, Capitalismo, Meio Ambiente e...a Vaca


Não, eu não estou brincando, quando coloquei a vaca no título do post. Eu sou economista, eu tenho um bom conhecimento do que significa o comunismo, o socialismo, o nazismo e o capitalismo em termos econômicos. Condeno totalmente o comunismo, o socialismo e o nazismo, mas também não sou um defensor ardente do capitalismo. Eu diria que eu entendo a economia de maneira muito semelhante que a Rerum Novarum do Papa Leão XIII. Inclusive, essa encíclica gerou uma doutrina econômica conhecida como Distributismo. Eu costumo escrever sobre isso no meu outro blog, chamado Bloco 11, Cela 18.

Mas voltando ao assunto do post, o Papa Francisco fez um vídeo que relaciona o cuidado do meio ambiente com a pobreza.

Ele defende que o meio ambiente é de todos e assim todos devem cuidar e proteger o meio ambiente. Ele condena o consumismo, sugerindo que o consumo exagerado destrói o meio ambiente e traz pobreza.

O que a vaca tem com isso?

Bom, sempre que alguém defende que o meio ambiente deve ser de todos, eu lembro da teoria econômica do bem comum. A teoria diz que aquilo que é de todos, não é de ninguém e tende a ser exaurido e destruído rapidamente. É necessário que apareça um "dono" que gerencie o uso do bem. Basta ver o que acontece com o jardim de um parque. Se é deixado para todos, sem que ninguém cuide e policie, irá ser destruído. Basta ver o que se faz do "dinheiro público".

Lembro também da vaca. A vaca não é uma espécie em extinção, mas é muito consumida no mundo todo, ao contrário, de bichos que não entraram no "mercado".  O consumo não mata a vaca, pelo contrário, a salva. Isso ocorre, porque a vaca tem dono. tem preço e serve ao homem. Para salvar um bicho da extinção, deve-se então entregar ele a um dono.  

O problema da pobreza, eu diria, não é que os países ricos são consumistas, é que os países pobres consomem pouco. Eles precisam se enriquecer, encontrar formas de produzir algo que o mundo queira e produzir essa coisa de forma eficiente. Eles precisam de uma "vaca", um produto desejado, para vender. Reduzir o consumo nos países ricos pode até destruir a economia de países pobres que vivem do consumo dos ricos. Doações ajudam não mas não salvam um país da pobreza.

O meio ambiente, da mesma forma que a vaca, vai ser salvo, se encontrarmos uma maneira produtiva para ele, se ele entrar no mercado, e tiver donos.

Conter o consumo nos países ricos pode ser terrível para o meio ambiente também, pois as populações pobres podem ficar mais pobres e destruir o que resta de recursos naturais.

O vídeo do Papa Francisco não se sustenta em termos econômicos, mesmo eu entendendo que o consumo exagerado tenha um impacto pessoal devastador. E é até pecado.

A teoria que sai da Rerum Novarum em poucas palavras defende que os pobres também sejam donos, tenham propriedade.

Em suma, o argumento do Papa não se sustenta, ele entra numa lógica meio hippie de economia.

Vejam o vídeo do Papa Francisco:




Rezemos por ele.


segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Vídeo: Grupo Pró-Aborto Detestou esse Comercial


Grupo pró-aborto nos Estados Unidos, chamado NARAL, detestou o comercial da Doritos abaixo. Eles acham que o comercial está "humanizando fetos" (como diz a imagem acima). Para eles, as crianças no ventre da mãe não são humanas, podem ser sujeitas a morte a qualquer hora. Só há uma maneira humana de responder ao NARAL: Vade Retro Satanás!

Apreciem o comercial da Doritos, que passou durante o super bowl no domingo nos Estados Unidos.

Se não conseguir ver o vídeo, clique aqui.