O vídeo acima me fez refletir em muitas coisas. Um repórter britânico quis saber sobre as consequências de um estupro para dois "africanos". Os africanos responderam como se a vítima não tivesse sentimentos nem sequelas do estupro praticado.Theory of mind is the ability to recognize that others have thoughts and emotions separate from your own.
— Chad Crowley (@CCrowley100) March 24, 2026
Lower levels of IQ are associated with a reduced capacity for theory of mind, or its absence.
The average IQ in Africa is around 68 to 70. pic.twitter.com/GCOiy7k9CV
- Repóter perguntou: "Vocês pensam nas consequências de um estupro?"
- Africano: "Sim, pensamos. E se ela gritar e acordar alguém?"
- Britânico: "Não. Estou falando das consequências do estupro na garota. Estou falando dos sentimentos dela"
- Africano: "É, a gente pode pegar doenças venéreas, DSTs..."
No X, acima, Chad Crowley define teoria da mente como a capacidade de reconhecer que os outros têm pensamentos e emoções distintos dos seus. E diz que níveis mais baixos de QI estão associados a uma capacidade reduzida de teoria da mente, ou mesmo à sua ausência. E afirma que o QI médio na África varia entre 68 e 70.
Resolvi pesquisar se as afirmações de Crowley estão corretas. Perguntei ao Grok. A definição de teoria da mente está correta. Ele exagera em dizer que que QI baixos podem ter "ausência" de reconhecer o outro, mas sim está certo em dizer que baixos QI reduzem a capacidade da mente. Sobre o QI da África, Crowley está certo em dizer que a África, em especial a subsaariana, tem QI substancialmente mais baixo, mas não se sabe ainda se é no grau de que Crowley falou ou por volta de 75 (QI abaixo de 80 é considerado baixo. Brasil tem QI médio de 83).
Os africanos no vídeo falam bem o inglês; é possível entender o que dizem. Então, a suposição de que não entenderam as perguntas fica frágil.
Se, em termos científicos, pessoas com baixo QI têm baixa sensibilidade aos sentimentos dos outros, isso implica uma ética pessoal diferente para esse nível de QI. Isso representa um impacto que ultrapassa a política e até a ética, para definirmos um impacto teológico.
A educação persistente pode melhorar o QI de uma pessoa. Então, a educação persistente poderia melhorar a ética da mente. Uma pessoa de QI de 80 não vai chegar a um QI de 130, mas com muito esforço pode chegar a 100.
Mas, para isso, precisa começar desde cedo e em um ambiente adequado. Importar gente adulta com este tipo de QI, então, é trazer quem não pode entender nem a ética mais elementar de que o outro existe e merece respeito.
QI alto não garante ética boa, mas QI muito baixo parece bem problemático.
4 comentários:
Olá, dr Pedro.
Postagem interessante. Particularmente, tenho os pés atrás sobre o cientificismo do 'QI'. Acho a mente humana algo que as ciências jamais vão dominar em suas lógicas. As duas grandes guerras demonstram bem isso (ambas foram frutos da estupidez humana, fruto justamente do cientificismo e intelectualismo anticristão)
Mas separo esse fragmento:
"Os africanos no vídeo falam bem o inglês; é possível entender o que dizem. Então, a suposição de que não entenderam as perguntas fica frágil. "
Isso mes lembrar um documentário sobre o impacto que prisioneiros japoneses da 2a Guerra tiveram diante do tratamento recebido pelos americanos. Eles foram tão humanamente bem tratados, em contraste com as maldades que praticaram, que foram preciso muito tempo para se libertarem das lavagens ideológicas e difamatórias que receberam. Oficiais japoneses de alta patente, tidos como muito inteligentes em manobrar, administrar e liderar grandes porta-aviões, foram mentalmente impactados. Tiveram dificuldades perturbadoras tanto para explicar a si mesmo quanto aos seus subordinados sobre o que os sentidos lhes mostravam.
Me parece, favor me corrigir, que os japoneses se tornaram humanamente e espirituosamente melhores depois dos contatos que considerável número de japoneses tiveram com os americanos. Não me refiro aos japoneses que já viviam ou trabalhavam nos EUA antes da Guerra (este certamente sabiam que o povo americano tinham uma moralidade mais voltada à caridade cristã: se não levam isso aos seus conterrâneos deve-se a algo que não sei)
Será o ambiente violento, e vazio de uma moralidade superior e elevada como a cristã, um prejuizo no desenvolvimento do QI entre os povos?
Não entendi sua pergunta, meu amigo.
Desculpa, Dr Pedro; não escrevi corretamente (a pressa sempre atrapalha). Perguntei:
Quando um ambiente é violento (e vazio de uma moralidade superior e elevada como a cristã) isso pode prejudicar o desenvolvimento do QI no povo que vive nele?
Obs.:
*ambiente = povos, nações, civilizações
* violento = comportamentos bizarros, pagãos, vazio de compreensão humana, tal como Jesus ensinou.
Sim, claro. Deus cristão é lógica (logus), Cristo é luz.
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