segunda-feira, 23 de março de 2026

Terroristas do Irã dentro da Europa


Um grupo de terroristas ligado ao Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC, em inglês) assumiu a responsabilidade pelo ataque de ontem contra ambulâncias destinadas ao atendimento médico de urgência, simplesmente porque eram financiadas pelos judeus. Esses "EMT"(atendimento médicos de urgências) são financiados voluntariamente e atendem qualquer um em estado de urgência e colaboram com os hospitais.

É a Guarda Revolucionária do Irã dentro da Europa.

Em 2017, quando estava apresentando meu livro "Teoria e Tradição da Guerra Justa" em São Paulo, uma senhora me perguntou o que eu achava que aconteceria na Europa. A minha resposta foi: guerra civil, pois os muçulmanos já estavam em volume bastante considerável, já aplicavam suas próprias leis dentro da Europa, já estavam dentro da polícia, já estavam como líderes políticos. Qualquer ação de governos europeus que eles considerassem anti-islâmica podia gerar uma gigantesca reação violenta.

Complemento que o Islã possui uma cultura da morte intrínseca reconhecida há milênios. A Europa é que esqueceu ou quer esquecer o que fez para combater essa cultura no passado.

Com essa cultura da morte dentro deles, não se pode medir nada contra eles pelos critérios judeu-gregos-cristãos. A ética é outra. É a da violência, do poder e do desprezo à vida. 

A paz que se tem com os muçulmanos em casa é simplesmente falsa.


2 comentários:

Eduardo Ramos disse...

... e essa cultura cada dia mais sendo exportada: "olho por olho dente por dente".

Adilson disse...

Olá dr Pedro
Será essa presença um flagelo contra a Europa apóstata e estúpida que ela mesma escolheu?
Quando eu era criança, às vezes viajava para o interior visitar meus avós. Até hoje eu lembro de duas coisas que eu sempre via na cidade deles:
1) a maioria dos meninos pré adolescentes carregavam uma faca na cintura livremente e sem gerar escândalos;
2) apesar da vida dura, eles eram alegres e nunca perdiam a oportunidade de se enfiar em perigos e confusões.

Olhando para as nações islâmicas, é evidente que a maioria esmagadora da juventude muçulmana está mais alta à violência: sabem intimar psicologicamente, são doutrinados na violência que a religião deles permite e desenvolvem a própria força corporal e uso de facas.
Do nosso lado: a imprensa e o estado difamam, ameaçam e perseguem tudo o que consideram "violento", inclusive nas escolas se doutrinados os meninos serem fracos.
Aliás, esses dias Lula fingia incômodo com a violência dos vídeos games, num tipo de fingimento para seduzir a imprensa e difamar Trump..

Enfim: os europeus estão muito ferrados.