domingo, 22 de fevereiro de 2026

4 Anos de Guerra - Rússia Ataca Kiev (Kyiv) para "Celebrar"

Rússia atacou com 50 mísseis e quase 300 drones a infraestrutura e até prédios civis na Ucrânia, quando, na terça-feira, esta estúpida guerra completa quatro anos.

Publiquei recentemente sobre essa guerra para avaliar o que Santo Agostinho e São Tomás de Aquino diriam sobre a justiça dessa guerra.Leiam clicando aqui.

Estou agora a planejar escrever sobre o que a filósofa católica moderna Elizabeth Anscombe diria. Não é tão interessante quanto Agostinho e Aquino, nem mesmo tão católico quanto eles, mas é um debate filosoficamente importante. Primeiro, vou tentar apresentar o artigo em um seminário sobre Anscombe, para ver a reação e ver se cabe publicar.

Rezemos pela paz entre a "Grande" e a "Pequena" Rússia. 


sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

Leão XIV Quer ONU e "Multilateralismo", Enquanto Trump Ataca ONU Por Defender Ideologia de Gênero

 


Leão XIV fez um discurso que, de forma velada, ataca Trump por formar um Grupo pela Paz; o Papa defendeu a ONU por conta do "multilateralismo" em que "todas as partes" resolvem com diálogo.

Bom, começando a comentar apenas pela fala em si. Na ONU não existe multilateralismo. 

Na ONU, apenas 5 países decidem as questões realmente importantes em termos de relações internacionais, e apenas com esses 5 o "multilateralismo" já empaca a ONU. Na prática, não decidem nada.  No resto, a ONU segue sem resolver qualquer problema internacionalmente sério, além de propagar ideologia esquerdista, dando voz a "todos os países". Como a imensa maioria dos países tem ética equivocada e mal formada, a decisão de maioria é errada ou empurra com a barriga os problemas. Em suma, não existe, nem nunca existiu o tal multilateralismo na ONU. Esse discurso na prática significa dar poder à China, à Rússia e a países como Irã e Coreia do Norte.

Enquanto, Leão XIV discursa no erro. Trump ameaça cortar financiamento da UNICEF (agência da ONU) porque a UNICEF fica financiando ideologia de gênero. Os Estados Unidos são os maiories doadores da ONU, se cortar o financiamento, praticamente acaba o serviço.

Nunca ouvi falar de que um Papa tenha se levantado e criticado a UNICEF por promover ideologia de gênero. E era o dever deles fazer isso, mesmo porque, além da obrigação moral,  a Santa Sé nem é membro da ONU, não sofreria impacto institucional.

O mundo parece que está em sinal trocado, era para o Papa fazer o papel do Trump, enquanto um presidente americano, se eleito por esquerdistas, naturalmente iria dizer o que o Papa disse.

Fica difícil para um verdadeiro cristão não ficar do lado do Trump, enquanto papas, como Leão XIV, falam tamanhas besteiras e se omitem.

Traduzo a reportagem sobre a ameaça de Trump à UNICEF:

EUA emitem alerta à agência da ONU para crianças

Por Lisa Correnti | 2026

NAÇÕES UNIDAS, 20 de fevereiro (C-Fam) O governo dos EUA alertou o UNICEF de que o financiamento será interrompido se a agência não se reformar e eliminar questões controversas de seus programas.

“Com muita frequência, organizações como o UNICEF têm se desviado para ideologias progressistas dissociadas dos interesses nacionais. O UNICEF deve evitar narrativas que distraiam e sejam um desperdício de recursos, que não estejam alinhadas com sua missão”, disse o embaixador dos EUA, Dan Negrea, na reunião do conselho executivo do UNICEF na semana passada.

“Como já deixamos claro repetidas vezes, os Estados Unidos não hesitarão em cortar o financiamento e se retirar de organizações que não conseguem ou não querem apresentar resultados eficazes”, afirmou Negrea, provavelmente se referindo às novas restrições de financiamento dos EUA a organizações multilaterais, emitidas no início deste mês, e à retirada dos EUA de mais de 60 organizações internacionais no início de janeiro.

A declaração dos EUA criticou o uso, pela agência, de "terminologia de gênero que não reconhece de forma clara e exclusiva dois sexos biológicos" e a programação sobre "diversidade, equidade e inclusão [DEI]" que prejudica "decisões de recrutamento e contratação baseadas no mérito individual".

Negrea afirmou que os EUA querem fornecer "assistência humanitária vital e respostas eficazes, estratégicas, eficientes e oportunas a desastres" e que isso exige que o UNICEF "se concentre na eficiência de recursos e na adesão ao seu mandato principal" de salvar vidas de crianças e ajudá-las a prosperar.

Esta não é a primeira vez que o governo Trump questiona o trabalho do UNICEF. No ano passado, o governo Trump criticou o UNICEF por sua programação altamente sexualizada. Em uma ação sem precedentes para um governo republicano, repreendeu a agência e votou contra decisões que continham linguagem de "gênero" na sessão de agosto. A diretora-executiva do UNICEF, Catherine Russell, nomeada por Biden, recusou-se a remover a referência à “saúde sexual e reprodutiva” do plano estratégico trienal da agência, apesar dos apelos dos EUA e de outros Estados-Membros para que o fizesse.

A ONU está atualmente passando por um processo de reforma chamado iniciativa ONU80. O impacto sobre as políticas da ONU ainda está por ser determinado. Delegados europeus insistem que quaisquer reformas na ONU não devem impedir o progresso em “saúde e direitos sexuais e reprodutivos”, que, de acordo com os programas que financiam, incluem o aborto e os direitos das pessoas transgênero.

Negrea disse ao Conselho Executivo que, embora os EUA reconheçam que a agência tomou “decisões difíceis” devido à pressão orçamentária, ela deve continuar a “promover reformas ambiciosas que abordem de forma significativa o inchaço, criem uma organização mais focada e eficaz e produzam resultados reais”.

Os Estados Unidos são o maior doador individual para o UNICEF, contribuindo com mais de US$ 1 bilhão em 2024. O recente anúncio do Departamento de Estado americano de expandir a "Política da Cidade do México", que financia abortos pelo mundo, para incluir organizações multilaterais será um verdadeiro teste para as intenções do UNICEF. A agência abandonará a promoção de programas que incluem aborto, ideologia de gênero e DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão), ou manterá o rumo e abrirá mão dos fundos americanos? Isso dependerá em grande parte da rigidez com que o governo Trump implementará a política e se europeus e fundações progressistas que apoiam essas políticas controversas estarão dispostos a compensar qualquer eventual perda de financiamento americano.

A política expandida restringe o uso de fundos americanos para programas controversos e busca estabelecer uma postura pró-vida e pró-família em toda a programação de ajuda externa dos EUA. Ela proíbe o repasse de quaisquer fundos americanos para grupos que promovam aborto, ideologia de gênero ou DEI. Essa restrição poderia pôr fim às parcerias de longa data do UNICEF com agências da ONU como a UNAIDS e o Fundo de População das Nações Unidas, e com gigantes da indústria do aborto como a Federação Internacional de Planejamento Familiar (IPPF), que fornecem e promovem o aborto, bem como a autonomia sexual, cirurgias de redesignação sexual e tratamentos medicamentosos para crianças.


quinta-feira, 19 de fevereiro de 2026

Trump lança Grupo da Paz. Vaticano Prefere a ONU

 

Hoje ocorreu a primeira reunião do grupo de países que pode iniciar substituição da ONU.  É o "Board of Peace", iniciativa internacional lançada por Trump em janeiro de 2026.

O Board inicialmente procura resolver a questão da Faixa de Gaza, por isso entre os membros fundadores há muitos da região do Oriente Médio e muçulmanos.

Na primeira reunião,  participaram por volta de 50 países,  o que já é muito. 

27 são os membros fundadores formalmente aderentes. Dois são da América do Sul, Argentina e Paraguai.  Veja a lista dos 27:

  - Albânia

  - Argentina

  - Armênia

  - Azerbaijão

  - Bahrein

  - Bulgária

  - Camboja

  - Egito

  - El Salvador

  - Hungria

  - Indonésia

  - Israel

  - Jordânia

  - Cazaquistão

  - Kosovo

  - Kuwait

  - Mongólia

  - Marrocos

  - Paquistão

  - Paraguai

  - Qatar

  - Arábia Saudita

  - Turquia

  - Emirados Árabes Unidos

  - Uzbequistão

  - Vietnã

Se havia apenas dois países europeus ocidentais entre os aderentes, a própria União Europeia participou da reunião entre os observadores, além da Itália e da Alemanha. Vejam os países observadores:

  - Áustria

  - Croácia

  - Chipre

  - República Tcheca

  - União Europeia (representada pela comissária Dubravka Šuica)

  - Finlândia

  - Alemanha

  - Grécia

  - Índia (algumas fontes dizem que está revisando, mas enviou observador)

  - Itália

  - Japão

  - México

  - Países Baixos

  - Noruega

  - Coreia do Sul

  - Reino Unido

  - Suíça

  - Romênia (presidente Nicușor Dan compareceu pessoalmente)

  - Tailândia, e outros.

O presidente do grupo é  Trump.

Os membros do Executive Board / Gaza Executive Board: Incluem Marco Rubio (Secretário de Estado dos EUA), Jared Kushner (genro de Trump), Steve Witkoff (enviado especial), Tony Blair (ex-primeiro-ministro britânico), Nickolay Mladenov (High Representative for Gaza), e outros como representantes de Turquia, Qatar, Emirados, etc.

O Vaticano declarou, por meio do cardeal Parolin, que prefere que a ONU lidere paz em Gaza, mesmo depois que a ONU reconheceu que membros da organização dela eram terroristas em Gaza.

O Vaticano dizer que não deseja aderir por enquanto é aceitável. Mesmo porque o Vaticano,  ou melhor, a Santa Sé, nunca aderiu nem mesmo à ONU,  apenas aderiu como observador em 1964, quase 20 depois que a ONU foi criada. Até hoje a Santa Sé não tem poder de voto na ONU pois não aderiu.

Agora dizer que prefere a ONU para resolver a Faixa de Gaza não é aceitável.  O histórico da ONU na região é horrível. 

Leão XIV manter a diplomacia da Santa Sé nas mãos de Parolin, o homem de Francisco do acordo secreto com a China, é péssimo sinal do seu pontificado.

Rezemos pela paz em Gaza. 


quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

A "Polarização Política" é Fruto da Esquerda


É corriqueiro no mundo, em praticamente em todos os países ocidentais, jornalistas e analistas políticos reclamarem da "polarização política", geralmente querendo condenar conservadores e gente de direita. 

Para a mídia, em geral, não existe extrema esquerda, só extrema direita.

A pesquisa acima revela a causa do extremismo.

Vou explicar os gráficos.

Primeiro, é preciso saber que nos Estados Unidos, ao contrário do resto do mundo, a direita ou os conservadores possuem cor vermelha, a cor vermelha lá é de direita e representa o Partido Republicano, partido de Trump. A cor azul representa a esquerda, o Partido Denmocrata, partido de Obama, Clinton, e Biden.

O gráfico mostra a posição política em duas causas: política afirmativa (cotas para negros ou mulheres, por exemplo, em universidades e setor público) e imigração, entre dois três tipos de eleitores: fortemente de esquerda (Democratas) em azul; fortemente de direita (Republicanos) em vermelho, e pessoal do centro.

O primeiro gráfico sobre política afirmativa mostra que apenas 20% dos esquerdistas apoiavam a política afirmativa em 1996, mas depois de 2020, a percentagem pulou para 60%, enquanto o apoio entre os elitores da direita e do centro ficou mais ou menos na mesma no mesmo período.

O segundo gráfico mostra o apoio líquido à imigração. Até 2012, o apoio líquido (quem apoia menos quem não apoia) à imigração era negativo para esquerdistas. Isto é, a maioria dos esquerdistas era contra. Após 2020, o apoio líquido dos esquerdistas ficou positivo em 40%, como se 60% apoiassem o aumento de imigração e apenas 20% apoiassem o corte na imigração.

Enquanto isso, os eleitores do centro e de direita ficaram na mesma, com a maioria a apoiar cortes na imigração desde 1996.

Em resumo, a polarização política, ao se analisar esses dois critérios políticos/sociais importantes, é apenas fruto da esquerda que se tornou extremista. 

Dada a loucura esquerdista de hoje em dia que apoia a castração de crianças para o movimento LGBT ou o aborto de crianças até mesmo quando nascem naturalmente ao fim do prazo de gestação ou o fim total do uso do petróleo e da energia nuclear, é natural que algumas pesquisas identifiquem pessoas como mais a direita por serem contra isso, quando no passado nem existiam essas políticas diabólicas. Por isso, algumas pesquisas identificam que as pessoas estão mais de direita.

É natural que o esquerdismo seja a fonte de polarização, pois tem a religião do mundo, foge de Deus, foge de princípios solidificados.

A polarização por conta da esquerda é evidente em casos concretos. Por exemplo, Trump e Elon Musk, há uns 20 anos atrás, eram eleitores e financiadores da esquerda nos Estados Unidos. Hillary Clinton, por sua vez, disse em 2004, que era contra o casamento gay. Hoje,  nem pensar diria isso.

É como a charge que Elon Musk gosta de mostrar, na qual se vê o conservador e o centrista parado enquanto o esquerdista corre para a extremidade e coloca o centrista como de direita.






 

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

6 Palavras de Aquino Destroem Toda a Filosofia Moderna de Descartes a Wittgenstein


Vi hoje uma frase de Aquino e pensei: eita, isso é bem mais potente do que se pensa. É bomba nuclear.

Em apenas seis palavras Aquino pode destruir toda a filosofia moderna. Toda.

Destrói o desespero da primeira pessoa de Descartes, destrói a destruição da causalidade de Hume, destrói a ideia de razão e sujeito transcendental de Kant, destrói a destruição do indivíduo de Hegel, destrói o salto no escuro de Kierkegaard, destrói a loucura desumana de Nietzsche, destrói a completa desumanidade de Marx, destrói a primeira pessoa da femenologia de Husserl, destrói a lógica desumana de Wittgenstein.

A frase é: "todo pecado é contrário à razão." 

Basta isso.