Sei, o
título parece loucura, mas é isso mesmo que se descobriu nos Estados Unidos e,
obviamente, não vai ser divulgado nem na Europa, nem no Brasil, salvo, em
pequenos jornais e sites.
O caso é o
seguinte: o Southern Poverty Law Center (SPLC), uma
organização americana que diz monitorar grupos de ódio e extremismo, foi
acusada esta semana por um júri federal de 11 acusações,
incluindo "wire fraud" (fraude eletrônica); falsas declarações a
bancos federais e lavagem de dinheiro.
A acusação principal do Departamento de Justiça (DOJ) é que, entre 2014 e 2023, o SPLC desviou secretamente mais de US$ 3 milhões em doações para pagar informantes infiltrados em grupos extremistas violentos, como Ku Klux Klan (KKK), Aryan Nations, National Socialist Party of America (partido nazista americano) e outros.
O DOJ alega que o SPLC enganou doadores ao prometer que o dinheiro seria usado para "desmantelar" esses grupos, mas na verdade financiou líderes e membros deles (o que teria "fabricado" ou mantido o extremismo que a organização diz combater). Usou empresas de fachada e ocultou os pagamentos dos bancos. O objetivo seria justificar a própria existência e continuar arrecadando fundos.
O SPLC nega, diz que, na verdade, "pagava informantes confidenciais" usados para coletar inteligência sobre grupos violentos (prática comum em investigações).
Sei.
O grande Scott Adams disse certa vez que o SPLC pagava gente para achar racismo, e se você paga gente para fazer isso, o empregado vai encontrar racismo de qualquer jeito, mesmo que não haja.
Mas o caso é pior do que Adams previu. As acusações dizem que os caras financiavam o racismo e o nazismo para denunciar e ganhar apoio político.
Farsa.
Coisa do capeta!
Um comentário:
Acompanhei essa notícia no ZeroHe. Queria encontrar outro site melhor, mas ando com pressa e sem e tempo pra pesquisar: não trabalho com notícia; apenas me informo.
Continuando: essa podridão é algo realmente podre e grande. Sempre achei: desde as mentiras do 6 de janeiro contra Trump e sua repetição aqui no 8/janeiro contra Bolsonaro; sempre acreditei se tratar de coisas muito grande. Ora, a internet nos mante unidos em descobrir os planos diabólicos da esquerda no Brasil e no mundo. E também ajuda os perversos a encontrar seus braços para ampliar suas maldades.
Gostaria muito que Scott Adams estivesse entre nós: ele ficaria surpreso em descobrir que a coisa muito muito grande.
Saber de tudo isso nos conforta, pois nos dá um norte. Por outro é muito triste ver que homens malignos como Obama, Soros, Lula, Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes, os Clintons não serão punidos pela devida justiça.
Saber que homens maus não são punidos pela ajuda de outros nos destrói por dentro. Semelhante aquele caso das 19, de 20, enfermeiras australianas violentadas e mortas pelos japoneses na 2a Guerra. O governo australiano, culpado por não ter socorrido, ainda obrigou a sobrevivente ocultar esse terror nos relatórios oficiais, o que durou mais de 70 anos. Um silêncio dos diabos contra a mulher bondosa.
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