Incrivelmene e tristemente repetitivo é este pontificado!
Em fevereiro de 2018, durante as eleições presidenciais nos Estados Unidos, Papa Francisco, durante a conferência de imprensa a bordo do avião papal, depois de uma viagem ao México, atacou Trump pessoalmente, que naquele momento era candidato a presidente, e disse:
“Uma pessoa que pensa só em construir muros, onde quer que seja, e não em construir pontes, não é cristã. Isso não está no Evangelho. Só digo que este homem não é cristão se disse coisas assim.”
A pergunta de um jornalista referia-se às propostas de campanha de Donald Trump, que incluem construir um muro na fronteira com o México e deportar milhões de imigrantes.
Trump reagiu chamando os comentários de “vergonhosos” e dizendo que era “desonroso” um líder religioso questionar a fé de alguém.
O Papa estava se intrometendo totalmente na disputa presidencial de outro país em apoio a Hillary Clinton (aquela que apoia aborto, casamento gay, cirurgia de mudança de sexo em crianças e não é católica). Como, obviamente, se trata de uma interferência de um país no outro, uma vez que a Santa Sé também é um país, o Vaticano tentou diminuir o impacto e o porta-voz, Padre Federico Lombardi esclareceu que não se tratava de um ataque pessoal nem de uma indicação de voto. Claro que ninguém deu ouvidos a essa justificativa, pois as palavras do Papa foram muito explícitas.
Agora, diante das invasões terríveis que aconteceram e ainda acontecem na Espanha, foram perguntar ao Papa Leão XIV (melhor conhecido como Papa Francisco 2.0) o que ele achava das propostas europeias de reinmigração de imigrantes ilegais que assombram as cidades, estupram as mulheres e provocam destruição civil e mesmo matam padres.
Sua resposta saiu do túmulo de Francisco: "Reimigração não me parece uma resposta cristã."
Quem se preocupa com sua cidade, com a segurança da população de sua cidade, com os gastos públicos de sua cidade, com o bem-estar da população, com a ética secular e religiosa de sua população, não é um cristão, na cabeça dos dois Franciscos.
A população de Ceuta certamente vai gostar da resposta de Leão XIV diante de milhares de homens fortes e jovens espalhados pelas ruas da cidade.
Na cabeça dos dois Franciscos para justificar sua frase, esses milhares de jovens fogem de guerra e conflitos. Onde? Em Marrocos? Esses milhares de jovens fogem e deixam as mulheres, esposas e crianças para trás nos conflitos? Que tipo de homem faria isso? Sendo isso, que tipo de homem em busca de apoio para viver melhor em outro país, depois que entram, sai para depredar tudo, estuprar mulheres e jogar lixo nas ruas?
Desde quando na Doutrina Social da Igreja há essa preocupação de aceitar qualquer um e de tentar impor na população cristã uma população que despreza o cristianismo?
Tomás de Aquino nos falou de quatro leis:
- eterna (razão de Deus que governa tudo);
- divina (lei revelada por Deus nas escrituras);
- natural (razão humana alinhada com a razão de Deus); e
- humana (regras da sociedade).
A esta última cabem a aceitação de imigrantes, a determinação do sistema de governo, a definição das regras econômicas, o ordenamento das competências estatais, o ordenamento jurídico penal, etc. A Igreja não costuma (ou não costumava) opinar sobre se o melhor é a monarquia ou o presidencialismo, se devemos nos aposentar aos 65 ou aos 55, ou se devemos aceitar imigrantes de países vizinhos ou não. Isso é da liberdade humana.
A lei humana possui muita liberdade, fica mais afastada da lei natural. A lei natural só entra no debate se as determinações humanas disserem coisas como homem é igual à mulher, mulher pode ser homem, homem pode ser mulher, as crianças podem ser mortas mesmo depois de nascerem, casamento gay equivale a casamento entre homem e mulher. Esse tipo de coisa de bizarrice diabólica.
Vocês viram os papas Franciscos dizerem que "não é cristão" aprovar este tipo de bizarrice?
Vivemos tempos em que não sai luz do Vaticano, mas trevas.
Rezemos.
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