terça-feira, 3 de abril de 2018

Papa Francisco: "Médico e Monstro" ou Herético


Dois artigos interessantes que li sobre o Papa Francisco hoje.

O primeiro faz uma paródia do livro de Robert Louis Stevenson, O Estranho Caso de Dr. Jekyll e Sr. Hyde, mais conhecido como O Médico e o Monstro e que foi retratado inúmeras vezes, inclusive pelo Pernalonga.

O artigo é do blog Eccles is Saved e diz que o Papa Francisco por vezes é o Dr. Jekyll, bonzinho e misericordioso, e por vezes é o Mr. Hyde trazendo confusão, desordem e desprezando os católicos e até cardeais.

É um texto bem inteligente e nos leva a reflexão.

O segundo é um artigo bem mais sério de Christopher Ferrara que estamos na contagem regressiva de declarar o Papa Francisco como herético.

Bom, sobre isso, como eu costumo lembrar, há dois anos eu fiz uma tradução para o grupo de sacerdotes do projeto Denzinger-Bergoglio, que traz dezenas de palavras perturbadoras para a Doutrina da Igreja ditas pelo Papa Francisco.

Já há bastante material para discutir se o Papa Francisco é herético. Infelizmente. Já merece o debate há bastante tempo.

Leiam os dois artigos e o texto do Denzinger-Bergoglio e acessem o site do Denzinger-Bergoglio para mais informações.



Um comentário:

Isac disse...

Após a entrevista com o material-ateísta Scalfari, o papa Francisco está silente e retraído, dando impressão de um controle agindo e ele seguindo um script do roteiro para seguir.
A questão de existencia do inferno na A Laetitia nº 296, por ex., "Ninguém poderá ser condenado para sempre, porque esta não é lógica do Evangelho" etc., demonstra que sua existencia estaria questionada não é de hoje.
Pareceria que faz suas incursões pró relativismo e/ou usaria terceiros para espalhar heresias, porém, causando forte impacto, silencia-se, dá um tempo até que esfrie o caso, a midia globalista se omite em relatar os fatos até que haja chance de atacar noutro front, tática esquerdista de fustigar e, com o tempo, voltar àquele assunto de novo, cada vez mais menos impactante, chegando à meta de depois de certa data nem mais dar importancia ao fato; daí, poder-se-ia até já o implantar, via acomodação e/ou domesticação das mentes.
Porém, nos golpismos das esquerdas não caimos facilmente...