Desde muito tempo,há exaltação a países anglo-saxões, a ponto de elogiarem a Alemanha, país onde nasceram a Reforma Protestante, o comunismo e o nazismo. E essa exaltação vem sempre acompanhada de que os portugueses e os espanhóis são ladrões e burros.
Até outro dia, vi um ex-ministro da educação a exaltar os anglo-saxões usando o péssimo livro de Max Weber, Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo.
Por conta da costumeira exaltação a esse péssimo livro em vários sentidos, eu me senti obrigado a dedicar a ele um capítulo inteiro no meu livro Ética Católica para Economia). O ex-ministro brasileiro, como costuma ocorrer entre os alunos brasileiros, me pareceu que nunca leu o livro, imaginou o que seria o livro e ficou a exaltar os anglo-saxões.
Os países do norte, anglo-saxões ou não, costumam ser mais ricos, por diversos fatores históricos e éticos. Eu sei o quanto a riqueza ilude. Certa vez, um amigo começou a exaltar a Suíça pela beleza e riqueza. E eu perguntei: "Suíça é aquele país que guarda, de forma segura, o dinheiro roubado de dezenas de corruptos, tiranos e assassinos do mundo?" Ele entendeu que a beleza enganava.
Sim, os latinos possuem problemas profundos; em especial, deploro a falta de profundidade ética e de princípios éticos, fonte de todo tipo de mazela entre os latinos.
Eu já morei em dois países anglo-saxões e também conheço de perto seus defeitos. A imagem acima, que mostra que países anglo-saxões são os que mais deploram a vida, pode ser explicada pelos defeitos históricos e éticos deles.
Nenhum comentário:
Postar um comentário